Tropicio
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Herbicida
diurom (uréia) (500 g/L)
Informações
Número de Registro
08819
Marca Comercial
Tropicio
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
diurom (uréia) (500 g/L)
Titular de Registro
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Abacaxi
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Abacaxi
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Abacaxi
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Abacaxi
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Abacaxi
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Abacaxi
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Abacaxi
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Abacaxi
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Abacaxi
Cyperus sesquiflorus
capim-de-cheiro (1); capim-santo; junquinho (9)
Abacaxi
Desmodium adscendens
carrapicho (3); carrapicho-beiço-de-boi (3); marmelada-de-cavalo
Abacaxi
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Abacaxi
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Abacaxi
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Abacaxi
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Abacaxi
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Abacaxi
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Abacaxi
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Abacaxi
Rhynchelytrum repens
capim-favorito; capim-gafanhoto; capim-molambo
Abacaxi
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Abacaxi
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Abacaxi
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Abacaxi
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Abacaxi
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Algodão
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Algodão
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Algodão
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Algodão
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Algodão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão
Cyperus sesquiflorus
capim-de-cheiro (1); capim-santo; junquinho (9)
Algodão
Desmodium adscendens
carrapicho (3); carrapicho-beiço-de-boi (3); marmelada-de-cavalo
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Algodão
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Algodão
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Algodão
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Algodão
Rhynchelytrum repens
capim-favorito; capim-gafanhoto; capim-molambo
Algodão
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Algodão
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Algodão
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Algodão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Algodão
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Cacau
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Cacau
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Cacau
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Cacau
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Cacau
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cacau
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cacau
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cacau
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cacau
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cacau
Cyperus sesquiflorus
capim-de-cheiro (1); capim-santo; junquinho (9)
Cacau
Desmodium adscendens
carrapicho (3); carrapicho-beiço-de-boi (3); marmelada-de-cavalo
Cacau
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cacau
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Cacau
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Cacau
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cacau
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cacau
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Cacau
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cacau
Rhynchelytrum repens
capim-favorito; capim-gafanhoto; capim-molambo
Cacau
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cacau
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Cacau
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Cacau
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cacau
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Café
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Café
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Café
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Café
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Café
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Café
Cyperus sesquiflorus
capim-de-cheiro (1); capim-santo; junquinho (9)
Café
Desmodium adscendens
carrapicho (3); carrapicho-beiço-de-boi (3); marmelada-de-cavalo
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Café
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Café
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Rhynchelytrum repens
capim-favorito; capim-gafanhoto; capim-molambo
Café
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Café
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Café
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Café
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Cana-de-açúcar
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Cana-de-açúcar
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Cana-de-açúcar
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Cana-de-açúcar
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Cyperus sesquiflorus
capim-de-cheiro (1); capim-santo; junquinho (9)
Cana-de-açúcar
Desmodium adscendens
carrapicho (3); carrapicho-beiço-de-boi (3); marmelada-de-cavalo
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Cana-de-açúcar
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Rhynchelytrum repens
capim-favorito; capim-gafanhoto; capim-molambo
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Cana-de-açúcar
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Citros
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Citros
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Citros
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Citros
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Citros
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Citros
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Cyperus sesquiflorus
capim-de-cheiro (1); capim-santo; junquinho (9)
Citros
Desmodium adscendens
carrapicho (3); carrapicho-beiço-de-boi (3); marmelada-de-cavalo
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Citros
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Citros
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Citros
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Citros
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Citros
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Citros
Rhynchelytrum repens
capim-favorito; capim-gafanhoto; capim-molambo
Citros
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Citros
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Citros
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Conteúdo da Bula
TROPICIO
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 8819
COMPOSIÇÃO:
3-(3,4-diclorofenil)-1,1-dimetiluréia (DIUROM)............................................................................ 500 g/L (50,0% m/v)
Outros Ingredientes...................................................................................................................... 677 g/L (67,7% m/v)
GRUPO C2 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Uréia
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av Carlos Gomes, 258 - salas 1103, 1104, 1105 e 1106 - Boa Vista - Porto Alegre/RS
CEP: 90.480-000 - Fone: (51) 3237-6414 - CNPJ: 10.486.463/0001-69
Inscrição estadual: 096/3276190 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1928/09 - SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
DIURON TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº 14812
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Zone, Weifang, Shandong, 262737 - República Popular da China
DIUROM TÉCNICO WYNCA– Registro MAPA nº 11615
NINGXIA WYNCA TECHNOLOGY CO., LTD.
Taisha Industrial Park, Pingluo, Ningxia, China.
DIUROM TÉCNICO SINO-AGRI – Registro MAPA nº TC10422
NINGXIA WYNCA TECHNOLOGY CO., LTD.
Taisha Industrial Park, Pingluo, Ningxia, China.
FORMULADORES:
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Zone, Weifang, Shandong, 262737 - República Popular da China
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
Rod. Presidente Castelo Branco, Km 68,5, CEP 18120-970, Mairinque, São Paulo S/N.º
CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 31 CDA/SP
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260, Bairro Cruz Alta, CEP: 13.348-790, Indaiatuba/SP
CNPJ: 50.025.469/0004-04 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1248 CDA/SP
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Rua Alberto Guizo, 859 Distrito Industrial João Narezzi, Indaiatuba/SP, CEP 13347-402
CNPJ: 50.025.469/0001-53 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 466 CDA/SP
OURO FINO QUÍMICA S.A
Avenida Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5, Uberaba/MG, Distrito Industrial III CEP: 38044-750, CNPJ sob o n°
09.100.671/0001-07 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 8.764 IMA/MG
MANIPULADORES:
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
Rod. Presidente Castelo Branco, Km 68,5, CEP 18120-970, Mairinque, São Paulo S/N.º
CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 31 CDA/SP
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260, Bairro Cruz Alta, CEP: 13.348-790, Indaiatuba/SP
CNPJ: 50.025.469/0004-04 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1248 CDA/SP
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Rua Alberto Guizo, 859 Distrito Industrial João Narezzi, Indaiatuba/SP, CEP 13347-402
CNPJ: 50.025.469/0001-53 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 466 CDA/SP
OURO FINO QUÍMICA S.A
Avenida Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5, Uberaba/MG, Distrito Industrial III CEP: 38044-750, CNPJ sob o n°
09.100.671/0001-07 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 8.764 IMA/MG
IMPORTADORES:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia PR-090, 5.695, km 5 - armazém 1K - Parque Industrial Nenê Favoretto - CEP: 86200-000 - Ibiporã/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20. Nº do registro do estabelecimento no estado: 1000322 - ADAPAR/PR
REV20250612
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Constante Pavan, 4.633 - Betel - CEP: 13148-198 - Paulínia/SP
CNPJ: 10.486.463/0004-01. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4402 - CDA/SP
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Área Rural Projetada, n° 150, Armz 1AK Anexo I - Area Rural de Cuiabá - CEP: 78.099-899 - Cuiabá/MT
CNPJ: 10.486.463/0005-92. Nº do registro do estabelecimento no estado: 29164 - INDEA/MT
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Maria Elias Lisboa Santos, s/nº Quadra 07 Lote 05 salas 09 – Parque Industrial Aparecida Vice-presidente José de Alencar –
Aparecida de Goiânia/GO - CEP:74993-530
CNPJ: 10.486.463/0006-73. Nº do registro do estabelecimento no estado: 5139/2023 – AGRODEFESA/GO
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR-050, km 185 - sala 9 - Jardim Santa Clara - CEP: 38038-050 - Uberaba/MG
CNPJ: 10.486.463/0008-35. Nº do registro do estabelecimento no estado: 19.883 - IMA/MG
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Santos Dumont 1307, Sala 4-a, 1º andar, Bairro Centro, CEP 85851-040 - Foz do Iguaçu-PR
CNPJ: 05.280.269/0001-92
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TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Projetada n°150, Armazém 1V, Bairro Distrito Industrial, CEP 78099-899, Cuiabá/MT
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Cadastro Estadual nº 22022 E 21581 INDEA/MT
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Euripedes Menezes S/N, Quadra 004 Lote 014E, Bairro Parque Industrial Vice-Presidente José Alencar, CEP 74.993-540,
Aparecida de Goiânia/ GO
CNPJ: 05.280.269/0002-73
Nº do registro do estabelecimento no estado: 2542/2019 AGRODEFESA/GO
DKBR TRADING S.A.
Avenida Ayrton Senna da Silva, 600, Cond Torre Siena Andar 17 - Sala 1704 CEP 86.050-460, Gleba Fazenda Palhano,
Londrina /PR
CNPJ n° 33.744.380/0001-28.
Nº do registro do estabelecimento no estado: 1007743 ADAPAR/PR
BELAGRÍCOLA COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES DE PRODUTOS AGRÍCOLAS S.A.
Rodovia Pr 537, Km 0,3, S/N°, Distrito De Santa Margarida - Bela Vista Do Paraíso/PR, CEP: 86130-000
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Nº do registro do estabelecimento no estado: 003129 ADAPAR/PR
AGRO FAUNA COMÉRCIO DE INSUMOS LTDA
Rua: Jair Martins Mil Homens 500, sala 515-B, Bairro: Vila São José, São José do Rio Preto/SP
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ALAMOS DO BRASIL LTDA.
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Porto Alegre/RS - CNPJ: 07.118.931/0001-38 - Nº do registro do estabelecimento no Estado: 1788/08 - SEAPA/RS
ALAMOS DO BRASIL LTDA.
Avenida Brasília, 3.100 - sala 01 - Nova Divineia - CEP: 89870-000
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ALAMOS DO BRASIL LTDA.
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NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
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NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia Raposo Tavares, S/Nº, Km 172 – Bairro: Centro - CEP: 18.203-340 - Itapetininga/SP
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NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Rod. BR 050 km 185, Galpão 26, Parte II, Zona Rural, Uberaba/MG, CEP 38038-050
CNPJ: 88.305.859/0054-61. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 17293 IMA/MG
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Constante Pavan, 4633, Betel, Paulínia/SP, CEP 13148-905
CNPJ: 88.305.859/0024-46. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 4438CDA/SP
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Via Secundária 08, Quadra 9, Lote 7, Distrito Agroindustrial, Morrinhos/GO, CEP 75650-000 -
CNPJ: 88.305.859/0021-01. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 2861/2020 AGRODEFESA/GO
CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA
Rua Vilagran Cabrita, 922. CEP- 76900-047. JI Paraná/RO.
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Rod. BR010, 1343 a. CEP- 65903-140. Imperatriz/MA.
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Av. Antônio Mário de Azevedo, 21279. CEP- 28630-590. Nova Friburgo/RJ.
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Rua Raul Narezzi, 58 – Indaiatuba – SP
CNPJ: 27.338.151/0015-06. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 4446 CDA/SP
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RUA Alfredo Nasser – 421 – ARAGUAÍNA-TO
CNPJ: 27.338.151/0011-82. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 29.504.689-9 ADAPEC/TO
CASA DO ADUBO S.A.
Rua Vilagran Cabrita, 922. CEP- 76900-047. JI Paraná/RO.
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Rod. BR010, 1343. CEP- 65903-140. Imperatriz/MA.
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CNPJ: 28.138.113/0011-49. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 17598 ADAB/BA
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Av. Fernando Correa da Costa, 3010, Jardim Shangri-la – Cuiabá/MT
CNPJ: 28.138.113/0007-62. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 34337 INDEA/MT
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Rua Antônio Moreno Perez, 554 – Mogi Mirim/SP
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Av. Bernardo Sayão – 1619 – Manoel Gomes da Cunha – Araguaína/TO
CNPJ: 28.138.113/0032-73. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 01/0150 ADAPEC/TO
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Alameda Rio Negro, 585, Sala 145 A, Edif. Jacari, Andar 14, Alphaville Centro Industrial - Barueri/SP - CEP: 06.454-000 - CNPJ:
39.496.730/0001-60. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4354 - CDA/SP
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia Presidente Castelo Branco, 11.100, Km 30,5, P36 Anexo 12, Jardim Maria Cristina - Barueri/SP - CEP: 06421-400 - CNPJ:
39.496.730/0015-66. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4503 - CDA/SP
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia Senador José Ermirio de Moraes, s/nº, Km 11, Galpão 09, Varejão - Itu/SP - CEP: 13.314-012 - CNPJ: 39.496.730/0009-
18. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4410 - CDA/SP
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Sala 09, Parque Industrial - Ibiporã/PR - CEP: 86.200-000 - CNPJ: 39.496.730/0008-37. Nº do
registro do estabelecimento no estado: 1008310 - ADAPAR/PR
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia dos Imigrantes, s/nº, Galpão 01, Sala 01, Área Rural de Cuiabá - Cuiabá/MT - CEP: 78099-899 - CNPJ: 39.496.730/0002-
41. Nº do registro do estabelecimento no estado: 29497 - INDEA/MT
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM
SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Produto Importado
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO
AO MEIO AMBIENTE
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA - MAPA
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
TROPICIOé um herbicida sistêmico apresentado na forma de suspensão concentrada para controle de plantas infestantes em pré
e pós-emergência inicial nas culturas de abacaxi, algodão, cacau, café, cana- de- açúcar e citros.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Número
Doses Número, Época e Intervalo de
Cultura Plantas Infestantes Máximo de Volume de Calda
(L/ha) Aplicação
Aplicações
Acanthospermum
hispidum
(Carrapicho-de-
carneiro)
Ageratum
conyzoides
(Mentrasto)
Alternanthera tenella
(Apaga-fogo)
Amaranthus deflexus
(Caruru-rasteiro)
Amaranthus hybridus
(Caruru-roxo)
Amaranthus viridis
(Caruru-de-mancha)
Bidens pilosa
Após o plantio: 3,2 a 6,4 L/ha (1,6 a
(Picão-preto)
3,2 kg do ingrediente ativo/ha) em pré-
Brachiaria
emergência das plantas daninhas,
plantaginea
sendo a dose de 6,4 L/ha (3,2 kg do
(Capim-marmelada)
ingrediente ativo/ha) para áreas com
Cenchrus echinatus alta infestação ou em pós-emergência
(Capim-carrapicho) 3,2 a 6,4 inicial;
Cyperus sesquiflorus (Após o
(Tiririca) Aplicação
plantio)
Desmodium Terrestre:
Antes da diferenciação floral: 1,6 a
adscendens 3,2 L/ha (0,8 a 1,6 Kg do ingrediente
Abacaxi (Pega-pega) 1,6 a 3,2 ativo/ha) nas entrelinhas com jato
250 a 400 L de
Digitaria horizontalis (Antes da dirigido;
calda/ha em pré-
(Capim-colchão) diferenciação 1
emergência
Digitaria insularis floral)
(Capim-amargoso) Após a diferenciação floral: 1,6 a 3,2
Digitaria sanguinalis L/ha (0,8 a 1,6 Kg do ingrediente
350 a 800 L de
(Capim-colchão) 1,6 a 3,2 ativo/ha) nas entrelinhas. Nunca
calda/ha em pós-
Eleusine indica (Após a aplicar mais que 6,4 L/ha (3,2 kg do
emergência
(Capim-pé-de- diferenciação ingrediente ativo/ha) por ciclo da
galinha) floral) cultura.
Galinsoga parviflora
(Picão-branco)
Áreas tratadas poderão ser
Gnaphalium
plantadas com abacaxi ou cana-de-
spicatum
açúcar um ano após a última
(Macela-branca)
aplicação.
Portulaca oleracea
(Beldroega)
Rhynchelitrum
repens
(Capim-favorito)
Richardia brasilensis
(Poaia-branca)
Sida cordifolia
(Malva-branca)
Sida glaziovii
(Guanxuma-branca)
Sida rhombifolia
(Guanxuma)
Solanum
americanum
(Maria-pretinha)
REV20250612
Número
Doses Número, Época e Intervalo de
Cultura Plantas Infestantes Máximo de Volume de Calda
(L/ha) Aplicação
Aplicações
Acanthospermum
hispidum
(Carrapicho-de-
carneiro)
Ageratum
conyzoides
(Mentrasto)
Alternanthera tenella
(Apaga-fogo)
Amaranthus deflexus
(Caruru-rasteiro)
Amaranthus hybridus
(Caruru-roxo)
Amaranthus viridis
(Caruru-de-mancha)
Bidens pilosa
(Picão-preto)
Brachiaria Pré-emergência: aplicar 2,4 a 4,0
plantaginea L/ha (1,2 a 2,0 Kg do ingrediente
(Capim-marmelada) ativo/ha) em pré-emergência
Cenchrus echinatus imediatamente após a semeadura. A
(Capim-carrapicho) aplicação em uma única safra não
Cyperus sesquiflorus deve exceder 2,4 L/há (1,2 kg do
(Tiririca) ingrediente ativo/ha) em solos leves, Aplicação
Desmodium 3,2 L/ha (1,6 kg do ingrediente Terrestre:
adscendens 2,4 a 4,0 ativo/ha) em solos médios e 4,0 L/ha
(Pega-pega) (Pré- (2,0 Kg do ingrediente ativo/ha) em
emergência) solos pesados. 250 a 400 L de
Digitaria horizontalis
calda/ha em pré-
Algodão (Capim-colchão) 1
emergência
Digitaria insularis 1,6 a 3,2 Pós-emergência: Aplicar 1,6 a 3,2
(Capim-amargoso) (Pós- L/ha (0,8 a 1,6 Kg do ingrediente
Digitaria sanguinalis emergência) ativo/ha) em pós-emergência inicial, 350 a 800 L de
(Capim-colchão) em jato dirigido quando as plantas calda/ha em pós-
Eleusine indica daninhas tiverem no máximo 2 a 4 emergência
(Capim-pé-de- folhas, e o algodão no mínimo 30 cm
galinha) de altura. Não aplicar mais que 4,0
Galinsoga parviflora L/ha por ciclo de cultura. Evitar
(Picão-branco) aplicações sobre a cultura, bem como
Gnaphalium o plantio de outras culturas 1 ano após
spicatum a última aplicação.
(Macela-branca)
Portulaca oleracea
(Beldroega)
Rhynchelitrum
repens
(Capim-favorito)
Richardia brasilensis
(Poaia-branca)
Sida cordifolia
(Malva-branca)
Sida glaziovii
(Guanxuma-branca)
Sida rhombifolia
(Guanxuma)
Solanum
americanum
(Maria-pretinha)
REV20250612
Número
Doses Número, Época e Intervalo de
Cultura Plantas Infestantes Máximo de Volume de Calda
(L/ha) Aplicação
Aplicações
Acanthospermum
hispidum
(Carrapicho-de-
carneiro)
Ageratum
conyzoides
(Mentrasto)
Alternanthera tenella
(Apaga-fogo)
Amaranthus deflexus
(Caruru-rasteiro)
Amaranthus hybridus
(Caruru-roxo)
Amaranthus viridis
(Caruru-de-mancha)
Bidens pilosa
(Picão-preto)
Brachiaria
plantaginea
(Capim-marmelada)
Cenchrus echinatus
(Capim-carrapicho)
Cyperus sesquiflorus
(Tiririca) Aplicação
Desmodium Aplicar 4,8 a 5,6 L/ha (2,4 a 2,8 kg do Terrestre:
adscendens ingrediente ativo/ha) em pré-
(Pega-pega) emergência, 4 semanas após o
4,8 a 5,6
transplante das mudas para local 250 a 400 L de
Digitaria horizontalis (Pré-
definitivo ou em pós-emergência, sem calda/ha em pré-
Cacau (Capim-colchão) emergência 1
atingir a folhagem da cultura. Não emergência
Digitaria insularis ou Pós-
deve ser aplicado em solo arenoso ou
(Capim-amargoso) emergência)
com menos de 1% de matéria
Digitaria sanguinalis orgânica. Não aplicar mais que 5,6 350 a 800 L de
(Capim-colchão) L/ha por ciclo da cultura. calda/ha em pós-
Eleusine indica emergência
(Capim-pé-de-
galinha)
Galinsoga parviflora
(Picão-branco)
Gnaphalium
spicatum
(Macela-branca)
Portulaca oleracea
(Beldroega)
Rhynchelitrum
repens
(Capim-favorito)
Richardia brasilensis
(Poaia-branca)
Sida cordifolia
(Malva-branca)
Sida glaziovii
(Guanxuma-branca)
Sida rhombifolia
(Guanxuma)
Solanum
americanum
(Maria-pretinha)
REV20250612
Número
Doses Número, Época e Intervalo de
Cultura Plantas Infestantes Máximo de Volume de Calda
(L/ha) Aplicação
Aplicações
Acanthospermum
hispidum
(Carrapicho-de-
carneiro)
Ageratum
conyzoides
(Mentrasto)
Alternanthera tenella
(Apaga-fogo)
Amaranthus deflexus
(Caruru-rasteiro)
Amaranthus hybridus
(Caruru-roxo)
Amaranthus viridis
(Caruru-de-mancha)
Bidens pilosa
(Picão-preto)
Brachiaria
plantaginea
(Capim-marmelada)
Cenchrus echinatus
(Capim-carrapicho)
Cyperus sesquiflorus
(Tiririca) Aplicar 3,2 a 6,4 L/ha (1,6 a 3,2 kg do Aplicação
Desmodium ingrediente ativo/ha) por ano, sendo Terrestre:
adscendens uma aplicação após a arruação ou
(Pega-pega) após a esparramação. As doses
3,2 a 6,4 recomendadas referem-se a hectare 250 a 400 L de
Digitaria horizontalis
(Arruação ou tratado e deve-se descontar a área calda/ha em pré-
Café (Capim-colchão) 1
após a ocupada pelas saias dos cafeeiros. emergência
Digitaria insularis esparramação) Aplicar em cafezais a partir de 2 anos,
(Capim-amargoso) evitando-se o plantio de cultura
Digitaria sanguinalis intercalar (ex.: feijão, arroz), salvo 350 a 800 L de
(Capim-colchão) recomendação especial. Não aplicar calda/ha em pós-
Eleusine indica mais que 6,4 L/ha por ciclo da cultura. emergência
(Capim-pé-de-
galinha)
Galinsoga parviflora
(Picão-branco)
Gnaphalium
spicatum
(Macela-branca)
Portulaca oleracea
(Beldroega)
Rhynchelitrum
repens
(Capim-favorito)
Richardia brasilensis
(Poaia-branca)
Sida cordifolia
(Malva-branca)
Sida glaziovii
(Guanxuma-branca)
Sida rhombifolia
(Guanxuma)
Solanum
americanum
(Maria-pretinha)
REV20250612
Número
Doses Número, Época e Intervalo de
Cultura Plantas Infestantes Máximo de Volume de Calda
(L/ha) Aplicação
Aplicações
Acanthospermum
hispidum
(Carrapicho-de-
carneiro)
Ageratum
conyzoides
(Mentrasto)
Alternanthera tenella
(Apaga-fogo)
Amaranthus deflexus
(Caruru-rasteiro)
Amaranthus hybridus
(Caruru-roxo) Aplicação
Amaranthus viridis Terrestre:
(Caruru-de-mancha)
Bidens pilosa
(Picão-preto) Pré-emergência: Aplicar 3,2 a 6,4 250 a 400 L de
Brachiaria L/ha (1,6 a 3,2 Kg do ingrediente calda/ha em pré-
plantaginea ativo/ha) em pré-emergência das emergência
(Capim-marmelada) plantas daninhas na cana-planta e
Cenchrus echinatus cana-soca.
(Capim-carrapicho) 350 a 800 L de
Cyperus sesquiflorus Pós-emergência: TROPICIOtambém calda/ha em pós-
(Tiririca) pode ser aplicado em pós-emergência emergência
Desmodium inicial da cultura e das plantas
adscendens daninhas, quando as plantas daninhas
(Pega-pega) estiverem em pleno desenvolvimento,
3,2 a 6,4
sob as condições de alta umidade e
Digitaria horizontalis (Pré-
Cana-de- temperatura acima de 21ºC.
(Capim-colchão) emergência 1
açúcar TROPICIOdeve ser aplicado antes da Aplicação Aérea:
Digitaria insularis ou Pós-
emergência da cultura, até o estádio
(Capim-amargoso) emergência)
de “esporão” (cana-planta) ou inicio de
Digitaria sanguinalis perfilhamento (cana-de-açúcar) por 30 a 50 L de
(Capim-colchão) serem estas as fases em que a cana- calda/ha
Eleusine indica de-açúcar é mais tolerante aos
(Capim-pé-de- herbicidas. Quando o porte da cana
galinha) estiver dificultando o perfeito TROPICIOsomente
Galinsoga parviflora molhamento das plantas daninhas ou poderá ser
(Picão-branco) do solo, recomenda-se a aplicação em aplicado via aérea
Gnaphalium jato dirigido a fim de se evitar o efeito na cultura da cana-
spicatum “guarda-chuva”. Não aplicar mais que de-açúcar em pré-
(Macela-branca) 6,4 L/ha por ciclo da cultura. emergência da
Portulaca oleracea cultura. Consulte
(Beldroega) sempre um
Rhynchelitrum engenheiro
repens agrônomo.
(Capim-favorito)
Richardia brasilensis
(Poaia-branca)
Sida cordifolia
(Malva-branca)
Sida glaziovii
(Guanxuma-branca)
Sida rhombifolia
(Guanxuma)
Solanum
americanum
(Maria-pretinha)
REV20250612
Número
Doses Número, Época e Intervalo de
Cultura Plantas Infestantes Máximo de Volume de Calda
(L/ha) Aplicação
Aplicações
Acanthospermum
hispidum
(Carrapicho-de-
carneiro)
Ageratum
conyzoides
(Mentrasto)
Alternanthera tenella
(Apaga-fogo)
Amaranthus deflexus
(Caruru-rasteiro)
Amaranthus hybridus
(Caruru-roxo)
Amaranthus viridis
(Caruru-de-mancha)
Bidens pilosa
(Picão-preto)
Brachiaria
plantaginea
(Capim-marmelada)
Cenchrus echinatus
(Capim-carrapicho)
Cyperus sesquiflorus
(Tiririca) Aplicação
Desmodium Terrestre:
adscendens Pré ou Pós-emergência: Aplicar 3,2a
(Pega-pega) 6,4 L/ha (1,6 a 3,2 Kg do ingrediente
3,2 a 6,4
ativo/ha) em pré ou pós-emergência 250 a 400 L de
Digitaria horizontalis (Pré-
inicial e pomar a partir de um ano de calda/ha em pré-
Citros (Capim-colchão) emergência 1
idade, evitando-se atingir folhas e emergência
Digitaria insularis ou Pós-
frutos das plantas. Não aplicar mais
(Capim-amargoso) emergência)
que 6,4 L/ha de TROPICIOpor período
Digitaria sanguinalis de 12 meses. 350 a 800 L de
(Capim-colchão) calda/ha em pós-
Eleusine indica emergência
(Capim-pé-de-
galinha)
Galinsoga parviflora
(Picão-branco)
Gnaphalium
spicatum
(Macela-branca)
Portulaca oleracea
(Beldroega)
Rhynchelitrum
repens
(Capim-favorito)
Richardia brasilensis
(Poaia-branca)
Sida cordifolia
(Malva-branca)
Sida glaziovii
(Guanxuma-branca)
Sida rhombifolia
(Guanxuma)
Solanum
americanum
(Maria-pretinha)
MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo da calda:
Definida a dose a ser aplicada do produto TROPICIO, o abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo-o até 3/4
da sua capacidade com água limpa, mantendo o agitador, ou retorno, em funcionamento, adicionando o produto e completando por
fim o volume com água sob agitação até completa homogeneização. Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser
adicionado à calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade
necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto
que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar
vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
REV20250612
Nota: antes da aplicação de TROPICIOo equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a
calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
Recomendações Gerais:
- Em pós-emergência usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante e aplicar logo após a germinação das
plantas daninhas para o controle de gramíneas ou até o primeiro par de folhas para o controle de folhas largas. As plantas daninhas
devem estar em pleno desenvolvimento, sob condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC.
- As plantas infestantes devem estar em pleno desenvolvimento, sob condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC.
- As doses acima são expressas para aplicação em área total. Para tratamento em faixas use proporcionalmente menos.
- Usar doses menores para aplicações em solos leves e doses maiores para solos pesados. Em pós-emergência usar doses mais
baixas para plantas infestantes menores e doses mais altas para plantas infestantes maiores.
- Sob ameaça de chuva suspender as aplicações. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do
produto pode diminuir.
- Tanto nas aplicações de pós como de pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das plantas infestantes e/ou
solo, são fundamentais para se obter um bom controle das invasoras.
Equipamentos Terrestres:
• Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 à 50 lb/pol²)
• Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extensão esteja
na mesma altura.
• Tipos de bico: na pré e pós-emergência usar bicos de jato plano (ex.: Teejet, XR Teejet, TK ou Twinjet); na pós-emergência podem
ser usados também bicos de jato cônico (ex.: Fulljet, XR ou DG), de acordo com as recomendações do fabricante.
• Volume de aplicação: 250 à 400 L de calda/ha em pré-emergência 350 à 800 L de calda/ha em pós-emergência
Obs.: É necessária contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do
equipamento para evitar a sobreposição das faixas de aplicação.
Equipamentos Aéreos:
• equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
• tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45
• volume de aplicação: 30 à 50 L de calda/ha
• ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135º
• altura de vôo: 2 a 4 metros sobre o solo
• largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
• Evite a sobreposição das faixas de aplicação.
• condições climáticas:
Temperatura: inferior à 25ºC;
Umidade relativa do ar: superior à 70%;
Velocidade do vento: inferior à 10 km/h.
TROPICIOsomente poderá ser aplicado via aérea na cultura da cana-de-açúcar em pré-emergência da cultura. Consulte sempre
um engenheiro agrônomo.
Em pulverizações com aeronaves agrícolas, sempre observar as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n°
2/2008 e no Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, bem como as disposições constantes na legislação
estadual e municipal
Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,
criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador
deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Leia as instruções sobre Importância do diâmetro de gota, controlando o diâmetro de gotas, Altura da Barra, Ventos, Temperatura
e Umidade e Inversão térmica.
Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle
(> 150 a 200 μm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e grau de infestação das plantas
daninhas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial
de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia
as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade, e Inversão Térmica.
Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas Gerais:
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas.
Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada par ao bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração
na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores
produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Controlando o diâmetro de gotas – Aplicação aérea:
Número de bicos: Use o menor número de bicos com a maior vazão possível, e que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcione os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, o que produzirá
gotas maiores que outras orientações.
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Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ da asa ou do comprimento do rotor
-Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
Altura da barra
Regule a barra na menor altura possível para se obter cobertura uniforme, reduzindo desta forma a exposição das gotas à
evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura com o mínimo de solavancos.
Ventos
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 Km/h.
No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada
velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de
ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito
da evaporação.
Inversão térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma
nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são
caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento.
Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada
pela neblina ao nível do solo, no entanto se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça
de uma fonte no solo ou de um gerador de fumaça de avião. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento
lateral indicam a presença de uma inversão térmica; se a fumaça é rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há
indicações de um bom movimento vertical do ar.
Limpeza do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, comece com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa
limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem
removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem
inadequada do pulverizador pode resultar em danos as culturas posteriores.
1. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras,
barras e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis de produtos.
2. Complete o pulverizador com água limpa e adicione solução de amônia a 3% na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água).
Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de
pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra e bicos. Esvazie o tanque.
3. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4. Repita o passo 2.
5. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra e bicos com água limpa diversas vezes. Limpe tudo que for associado
ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento de tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante
a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de
acordo com a legislação local.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deve transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Intervalo de Segurança
Culturas
(dias)
Abacaxi………………………………….. 140
Algodão…………………………………. 120
Cacau…………………………………… 60
Café……………………………………… 30
Cana-de-açúcar………………………... 150
Citros……………………………………. 60
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso
necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a
aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Culturas tratadas com TROPICIOnão devem ser usadas para alimentação animal.
• Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido.
• A tolerância de novas variedades ou novos porta-enxertos de no caso de citros deve ser determinada antes de se adotar
TROPICIOcomo prática.
• Para rotação de cultura observar o período mínimo de 1 ano após a última aplicação para o plantio das culturas para as quais o
produto está registrado.
• Não aplicar através de sistemas de irrigação.
• Não utilizar o produto em desacordo às especificações do rótulo e bula.
• Não se recomenda o plantio de culturas intercalares em áreas tratadas com TROPICIO.
• Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de TROPICIO.
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• Evitar o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais após a aplicação de TROPICIO.
AVISO AO USUÁRIO:
O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações da bula/rótulo. A RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente na
bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Observar os equipamentos recomendados nas diferentes frases dos itens “PRECAUÇÕES GERAIS”, “PRECAUÇÕES NO
MANUSEIO”, “PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO” e “PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide “Modo de aplicação”
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM,
REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O produto TROPICIO é um herbicida composto de diurom inibidor da fotossíntese no fotossistema II, pertencentes ao Grupo C2,
segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). O uso sucessivo de herbicidas do
mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo
resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo
de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado;
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de
resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade
Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
Daninhas aos Herbicidas (HRAC: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
GRUPO C2 Herbicida
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar
o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural
(rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada,
inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto
dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NA BULA E RÓTULO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga
as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga
as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente
um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de
animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental,
máscara, óculos, touca árabe e luvas.
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- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação
e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por
cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro
combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca
árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda,
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última
aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o
produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas
para cada região.
- Verifique a direção do vento, aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato
com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por
cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro
combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca
árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método
utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de
reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do
intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última
aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas,
utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos,
avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
Pode ser nocivo se ingerido
ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele
Pode ser nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto
informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em contato, lave com muita água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso
utilize lentes de contato, deve-se retirá-las.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Em caso de inalação, transporte o
intoxicado para local arejado. Se o intoxicado parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência
médica de urgência.
Pele: Evite o contato com a pele, caso isso aconteça, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, tec.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
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- INTOXICAÇÕES POR TROPICIO -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Uréia
Classe Toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Oral, dérmica e inalatória.
Toxicocinética Em estudos em ratos foi rapidamente absorvido pelas vias gastrintestinal e respiratória e
rapidamente excretado pela urina e, em menor proporção, pelas fezes, em 24 - 48 horas. A maior
parte dos metabólitos do Diurom mantém a configuração da uréia e resultam de hidroxilação,
demetilação, declorinação e conjunção a sulfato e ácido glucoronídeo do Diurom, sendo o principal
produto de sua metabolização o N-(3.4-diclorofenil) ureia. É excretado em aproximadamente 72
horas, principalmente através das fezes (25%) e urina (75%), metabolizado ou de forma inalterada
após uma breve permanência nos tecidos (fígado, rins).
Mecanismos de toxicidade O mecanismo de toxicidade ainda não está bem estabelecido, embora a administração de doses
letais apresenta ind icações de danos tóxicos ao fígado, rins, intestinos e cérebro. Estudos
mostraram que a resposta à ação do diurom se traduz pela perda da adesão, intercelular e
desorganização tissular, com relação dose-resposta: baixas doses intervêm na homeostase celular,
enquanto altas doses aumentam o metabolismo celular, o estresse oxidativo e a morte celular, com
hiperplasia secundária na bexiga e nos rins. Baixas doses também aumentam o peso do fígado e
a liberação de enzimas hepáticas no sangue. Metabólitos anilínicos causam metemoglobinemia
Sintomas e sinais clínicos Exposição Aguda: composto irritante para os olhos, pele e mucosas digestivas e respiratórias.
Suscetível de causar metemoglobinemia e alergia cutânea e respiratória. A intoxicação maciça
pode levar a óbito. Órgãos alvo: rins, bexiga, hemácias e sistema imunológico. Após exposição oral,
podem ocorrer náusea, vômito, dor abdominal e diarreia; metemoglobinemia, caracterizada por
depressão do SNC, sonolência, ataxia e hipoxemia, anemia, hiperleucocitemia, cianose não
responsiva à terapia de oxigênio. Pode causar irritação da mucosa respiratória após contato
prolongado com tosse, inflamação, secreção abundante, dificuldade respiratória, infecção
broncopulmonar e asma; irritação ocular, da pele e do trato urinário, dor ocular, cefaleia, eritema e
prurido cutâneo.
Exposição Crônica: podem ocorrer alterações do metabolismo proteico, moderado enfisema e
perda do peso. Exposições intensas podem induzir a uma depressão do SNC devido a hipóxia (em
caso de metahemoglobinemia significativa), sonolência, ataxia e alterações hematológicas como
metahemoglobinemia e sulfhemoglobinemia (devido ao metabólito cloroan ilina). Em trabalhadores
foi descrita a cloroacne.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela anamnese detalhada, com confirmação de exposição ao produto
e sintomatologia clínica compatível. Dosagem de metemoglobina deve ser feito em todos os
pacientes com cianose. Acidose láctica e hiperosmolaridade sanguínea são indícios de intoxicação
por Diurom.
Tratamento Antídoto: Não existe antídoto específico.
Exposição Oral
A) Carvão ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g
de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos)
e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro da 1 ª hora
após a ingestão do agrotóxico.
B) Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave as áreas afetadas, incluindo o
cabelo, com água e sabão.
C) O tratamento é sintomático e de suporte.
D) Metamoglobinemia: Administre 1 a 2 mg/kg de uma solução de azul de metileno a 1 %
lentamente via intravenosa em pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser necessárias.
Exposição lnalatória
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer
tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na venti lação, se necessário. Trate broncoespasmos com
agonistas beta 2 vias inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à
temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O
paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistirem.
Contraindicações O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração, podendo causar pneumonite
química.
Efeitos sinérgicos Com outros produtos cujos efeitos são similares ou aumentam a absorção do inqrediente ativo ou
dos outros componentes do produto comercial.
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ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para
o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação
Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no
Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450
Endereço Eletrônico da Empresa: http://www.rainbowagro.com.br/
Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@rainbowagro.com
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide item "Toxicocinética" e "Mecanismos de Toxicidade".
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
• DL50 oral em ratos: 2500 mg/Kg p.c.
• DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/Kg p.c.
• CL50 inalatória em ratos: Não foi determinada nas condições do teste
• Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não irritante. A substância teste aplicada na pele dos coelhos não causou nenhuma
irritação cutânea. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi observada durante o período
de observação.
• Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Levemente irritante. A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu
vermelhidão e quemose em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 48
horas após o tratamento para 1/3 dos olhos testados e na leitura em 72 horas após o tratamento em 2/3 dos olhos testados.
Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi notada durante o período de observação.
• Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante.
O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames) nem no teste de
micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Exposições mais prolongadas ou excessivas podem resultar em aumento do fígado; efeitos no baço e na tireóide, destruição de
células vermelhas do sangue ou redução da capacidade de carregar oxigênio no sangue com cianose, fraqueza ou diminuição da
respiração com a formação de metemoglobina. Irritante para a pele e mucosa; a ingestão leva à irritação do tratamento
gastrointestinal (gastroenterite); o contato ocular leva à conjuntivite. Altas doses podem ser hepatotóxicas e nefrotóxicas.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas).
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a
fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e
de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero-agrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos
vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas
- ABNT.
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- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Rainbow Defensivos Agrícolas LTDA. - telefones de emergência: (11)
3526-3526 e SUATRANS - CECOE: 0800 117 2020.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável ou hidrorrepelente, luvas e botas de borracha, óculos de
segurança e máscara com filtro contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d’água e siga as
instruções abaixo:
Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante,
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente
lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo
e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO 2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar
intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS
VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual –
recomendados nas precauções no manuseio do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30
segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de
pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para
todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo
de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa
coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a
devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução
da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo
de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa
Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E
REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS
DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no
rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras
de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da
ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
Produto Liberado com Restriçoes de Uso no Estado do Paraná para a cultura do Abacaxi para os alvos Ageratum conyzoides,
Alternanthera tenella, Amaranthus deflexus, Amaranthus viridis, Cyperus sesquiflorus, Desdemodium adscendens, Digitaria
insularis, Digitaria sanguinalis, Galinsoga parviflora, Gnaphalium spicatum, Rhynchelitrum repens, Sida cordifolia, Sida glaziovii e
Solanum americanum.
Produto Não Liberado no Estado do Paraná para a cultura do Cacau.
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