Tronx
Ascenza Brasil Ltda - Hortolândia/SP
Herbicida
diurom (uréia) (812 g/kg)

Informações

Número de Registro
27521
Marca Comercial
Tronx
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
diurom (uréia) (812 g/kg)
Titular de Registro
Ascenza Brasil Ltda - Hortolândia/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Abacaxi
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Abacaxi
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Abacaxi
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Abacaxi
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Abacaxi
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Abacaxi
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Abacaxi
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Abacaxi
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Abacaxi
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Abacaxi
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Abacaxi
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Abacaxi
Cyperus esculentus
junquinho (2); junça (1); tiririca-amarela
Abacaxi
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Abacaxi
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Abacaxi
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Abacaxi
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Abacaxi
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Abacaxi
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Abacaxi
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Abacaxi
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Abacaxi
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Abacaxi
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Abacaxi
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Abacaxi
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Abacaxi
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Alfafa
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Alfafa
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Alfafa
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Alfafa
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Alfafa
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Alfafa
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Alfafa
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Alfafa
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Alfafa
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Alfafa
Cenchrus echinatus
Alfafa
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Alfafa
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Alfafa
Cyperus esculentus
junquinho (2); junça (1); tiririca-amarela
Alfafa
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Alfafa
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Alfafa
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Alfafa
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Alfafa
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Alfafa
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Alfafa
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Alfafa
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Alfafa
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Alfafa
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Alfafa
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Alfafa
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Alfafa
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Algodão
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Algodão
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Algodão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Algodão
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Algodão
Cyperus esculentus
junquinho (2); junça (1); tiririca-amarela
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Algodão
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Algodão
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Algodão
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Algodão
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Algodão
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Algodão
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Algodão
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Algodão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Algodão
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Banana
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Banana
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Banana
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Banana
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Banana
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Banana
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Banana
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Banana
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Banana
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Banana
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Banana
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Banana
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Banana
Cyperus esculentus
junquinho (2); junça (1); tiririca-amarela
Banana
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Banana
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Banana
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Banana
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Banana
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Banana
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Banana
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Banana
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Banana
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Banana
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Banana
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Banana
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Cacau
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Cacau
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cacau
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Cacau
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cacau
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cacau
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cacau
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cacau
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cacau
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Cacau
Cenchrus echinatus
Cacau
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cacau
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Cacau
Cyperus esculentus
junquinho (2); junça (1); tiririca-amarela
Cacau
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cacau
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Cacau
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Cacau
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cacau
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cacau
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cacau
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Cacau
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cacau
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cacau
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cacau
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Cacau
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cacau
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Café
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Café
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Café
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Café
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Café
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Café
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Café
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Café
Cyperus esculentus
junquinho (2); junça (1); tiririca-amarela
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Café
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Café
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Café
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Café
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Café
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Café
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Cana-de-açúcar
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Cana-de-açúcar
Cyperus esculentus
junquinho (2); junça (1); tiririca-amarela
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Cana-de-açúcar
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Cana-de-açúcar
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Citros
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Citros
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Citros
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Citros
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Citros
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Citros
Cenchrus echinatus
Citros
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Citros
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Citros
Cyperus esculentus
junquinho (2); junça (1); tiririca-amarela
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Citros
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Citros
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Citros
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Citros
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Citros
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Citros
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Citros
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Citros
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Citros
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Seringueira
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Seringueira
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Seringueira
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Seringueira
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Seringueira
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Seringueira
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Seringueira
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Seringueira
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Seringueira
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Seringueira
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Seringueira
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Seringueira
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Seringueira
Cyperus esculentus
junquinho (2); junça (1); tiririca-amarela
Seringueira
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Seringueira
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Seringueira
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Seringueira
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Seringueira
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Seringueira
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Seringueira
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Seringueira
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Seringueira
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Seringueira
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Seringueira
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Seringueira
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Seringueira
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Uva
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Uva
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Uva
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Uva
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Uva
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Uva
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Uva
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Uva
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Uva
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Uva
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Uva
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Uva
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Uva
Cyperus esculentus
junquinho (2); junça (1); tiririca-amarela
Uva
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Uva
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Uva
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Uva
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Uva
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Uva
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Uva
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Uva
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Uva
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Uva
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Uva
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Uva
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Uva
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha

Conteúdo da Bula

                                    Bula Agrofit
                                                                                                            24 de julho de 2025
                                                             TRONX

               Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 27521

COMPOSIÇÃO:
3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea (DIUROM)................................................800 g/Kg (80% m/m)
Outros ingredientes................................................................................................ 200 g/Kg (20% m/m)

               GRUPO                                        C2                                    HERBICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: herbicida com ação de contato
GRUPO QUÍMICO: uréia
TIPO DE FORMULAÇÃO: grânulos dispersíveis em água (WG)

TITULAR DO REGISTRO(*):
ASCENZA BRASIL LTDA.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, unidade autônoma 30, sala B
Condomínio Tech Town, Chácaras Assay, CEP: 13186-904, Hortolândia/SP.
CNPJ: 53.875.432/0001-02 – Telefone: (19) 2137-8100 – nº do Registro no Estado: 4455 CDA/SAA/SP
(*) Importador do produto formulado

FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO:
DIUROM ASCENZA TÉCNICO II – Registro no MAPA n° TC10022
Ningxia Ruitai Tecnhology Co., Ltd
Fine Chemical Park, Zhongwei Industry Complex Ningxia 755000 China

Ningxia Wynca Technology Co., Ltd
Taisha Industrial Park, Pingluo Ningxia 753401 China.

FORMULADORES:
Ningxia Wynca Technology Co., Ltd.
Taisha Industry Park, Pingluo, Ningxia, 753401 – China

Agrotechnica Indústria e Comércio de Fertilizantes Ltda.
Rua Mafalda Barnabé Soliani, 414, Com. Vitoria Martini, Distrito Industrial
CEP: 13347-610, Indaiatuba/SP
CNPJ: 23.527.172/0001-13
N° do Registro no Estado: 4496 CDA/SAA/SP

Ouro Fino Química S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22.335, Quadra 14, Lote 5, Distrito Industrial III
CEP: 38044-750, Uberaba/MG
CNPJ: 09.100.671/0001-07
N° do Registro no Estado: 8.764 IMA/MG




                                       Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
                                        unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
                                                  Chácaras Assay - Hortolândia/SP
                                                           CEP: 13186-904
                                                       Tel.: +55 19 2137-8100
                                                                                               Bula Agrofit
                                                                                       24 de julho de 2025
Kubix Agroindustrial Ltda.
Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Cruz Alta
CEP: 13348-780, Indaiatuba/SP
CNPJ: 47.754.052/0001-17
N° do Registro no Estado: 1248 CDA/SAA/SP

MANIPULADORES:
Matiza Industrialização Agrobiologica Ltda.
Rua Antônia de Moraes Souza, 737, Betel
CEP: 13148-171, Paulínia/SP
CNPJ: 53.639.871/0001-16
N° do Registro no Estado: 4447 CDA/SAA/SP

Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1459 – Bairro Poço Fundo
CEP: 13140-000, Paulínia - SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81
N° do Registro no Estado: 477 CDA/SAA/SP

IMPORTADOR:
Tradecorp do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, Condomínio Tech Town, Chácaras Assay
CEP: 13186-904, Hortolândia/SP
CNPJ: 04.997.059/0001-57
Nº do Registro no Estado: 958 CDA/SAA/SP


                          No do lote ou da partida:
                                                                  VIDE
                          Data de fabricação:
                                                               EMBALAGEM
                          Data de vencimento:

 ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM
                                 SEU PODER.

  É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
              É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

  INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil,
        conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7212, de 15 de junho de 2010).

  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
                                DANO AGUDO

   CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: PRODUTO MUITO
                    PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE – CLASSE II




                            Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
                             unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
                                       Chácaras Assay - Hortolândia/SP
                                                CEP: 13186-904
                                            Tel.: +55 19 2137-8100
                                                                                                        Bula Agrofit
                                                                                                24 de julho de 2025




   INSTRUÇÃO DE USO:
   TRONX é um herbicida apresentado na forma de grânulos dispersíveis em água para controle de
   plantas infestantes em pré e pós-emergência inicial nas culturas de cana-de-açúcar e algodão.

    PLANTAS                                                                                              NÚMERO
  INFESTANTES                                          DOSE DO                                          MÁXIMO DE
                                                                                     VOLUME DE
  NOME COMUM                CULTURAS                   PRODUTO                                          APLICAÇÃO/
                                                                                       CALDA
 NOME CIENTÍFICO                                      COMERCIAL                                          CICLO DE
                                                                                                         CULTURA
                                                                                 Aplicação terrestre
Carrapicho de carneiro                                                             400-800 L/ha
  Acanthospermum
      hispidum                Abacaxi                    2-4 kg/ha                 Aplicação aérea            03
                                                                                     20-40 L/ha
 Carrapicho rasteiro
 Acanthospermum          ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
      australe           Abacaxi planta: uma aplicação em área total logo após o plantio e em pré-
                         emergências das plantas infestantes. Pode efetuar mais 2 aplicações antes da
                         diferenciação floral nas linhas de plantio, pulverizando-se, 2 kg por hectare com
    Caruru roxo          intervalos de 2 a 4 meses. Aplicações adicionais se necessárias somente nas entre
 Amarantus hybridus      linhas, a cada 4 meses. Pulverizar até 10 kg de TRONX por hectare e por ciclo de
                         cultivo.
 Caruru-de-mancha        Abacaxi-soca: aplicar logo após a colheita e antes da diferenciação floral.
 Amaranthus viridis

     Picão preto                                                                 Aplicação terrestre
                               Alfafa                   1,5-3 kg/ha                                           01
    Bidens pilosa                                                                  400-800 L/ha

  Capim brachiaria
                         ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Brachiaria decumbens     Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes, após o corte do alfafal com mais
                         de um ano de idade; evitar aplicação quando a lavoura estiver em fase de
Capim marmelada ou       crescimento.
        papuã
                                                                                 Aplicação terrestre
Brachiaria plantaginea                                                             250-400 L/ha
                                                      1,5-2,5 kg/ha*
  Capim carrapicho                                                                 Aplicação Aérea
 Cenchrus echinatus           Algodão                                                20-40 L/ha               01

                                                                                 Aplicação terrestre
     Trapoeraba                                       1,0-2,0 kg/ha**
                                                                                   350-800 L/ha




                                Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
                                 unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
                                           Chácaras Assay - Hortolândia/SP
                                                    CEP: 13186-904
                                                Tel.: +55 19 2137-8100
                                                                                                        Bula Agrofit
                                                                                                24 de julho de 2025
     Commelina           ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
    benghalensis         Em pré-emergência realizar a aplicação imediatamente após a semeadura.
                         *A aplicação na mesma safra não deve exceder: 1,5 kg/ha em solos leves; 2,0 kg/ha
                         em solos médios; e 2,5 kg/ha em solos pesados.
   Trapoeraba
 Commelinia diffusa      Em pós-emergência evitar aplicações sobre a cultura, bem como o plantio de outras
                         culturas 1 ano após a última aplicação.
 Capim colchão ou        **Em jato dirigido quando as plantas daninhas tiverem no máximo 2 a 4 folhas, e o
   capim da roça         algodão no mínimo 30 cm de altura.
Digitaria horizontalis                                              Aplicação terrestre
                                Cacau              2,0-3,0 kg/ha                                01
                                                                       400-800 L/ha
  Capim colchão          ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
                         Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas 4 semanas após o transplante das
Digitaria sanguinalis    mudas ou em pós-emergência através de jato dirigido sem atingir a folhagem da
                         cultura.
  Capim amargoso
  Digitaria insularis                                                            Aplicação terrestre
                                Café                   2,0-4,0 kg/ha                                          02
                                                                                   400-800 L/ha
Capim pé-de-galinha
  Eleusine indica        ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
                         Recomenda-se aplicações cada seis meses: A primeira após a arruação e a segunda
                         após a esparramação.
   Falsa serralha        A aplicação pode ser em pré-emergência ou em pós emergência quando as
  Emilia sonchifolia     invasoras tiverem menos de 15 cm, através de jato dirigido. Não atingir as folhas da
                         cultura. Não aplicar em cafeeiro com menos de 02 anos.
   Corda-de-viola
 Ipomoea purpurea                                                                Aplicação terrestre
                                                                                   250-400 L/ha
     Beldroega                                         2,0-4,0 kg/ha
 Portulaca oleracea                                                                Aplicação Aérea
                          Cana-de-açúcar                                             20-40 L/ha               01

    Poaia branca
                                                                                 Aplicação terrestre
Richardia brasilienses                                 2,0-4,0 kg/ha
                                                                                   350-800 L/ha

    Guanxuma             ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
  Sida rhombifolia       Em pré-emergência deve ser aplicado antes da emergência da cultura, até o estádio
                         de “esporão” (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas
                         as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. TRONX somente
 Guanxuma-branca         poderá ser aplicado via aérea na cultura da cana-de-açúcar em pré-emergência da
   Sida glaziovii        cultura.

  Marcela branca         Pós-emergência inicial da cultura e das plantas daninhas, quando as plantas
Gnaphalium spicatum      daninhas estiverem em pleno desenvolvimento, sob condições de alta umidade e
                         temperatura acima de 21ºC.
                         Não aplicar mais que 4,0 kg/ha por ciclo da cultura.
   Maria-pretinha
Solanum americanum
                                                                                 Aplicação terrestre
                               Citros                  2,0-4,0 kg/ha                                          01
                                                                                   400-800 L/ha

                                Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
                                 unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
                                           Chácaras Assay - Hortolândia/SP
                                                    CEP: 13186-904
                                                Tel.: +55 19 2137-8100
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                                                                                               24 de julho de 2025
     Mentrasto          ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Ageratum conyzoides     Aplicarem pré ou pós emergência no início das chuvas, em pomar já estabelecidas
                        no mínimo há um ano. Na pós-emergência, aplicar em jato dirigido com as plantas
                        infestantes com menos de 15 cm. Não atingir as folhas das plantas de citros. Não
     Mostarda
                        aplicar mais que 4kg/há no período de 12 meses.
   Brassica rapa
                                                                                Aplicação terrestre
                           Seringueira                3,0-4,0 kg/ha                                          01
   Picão branco                                                                   400-800 L/ha
Galinsoga parviflora
                        ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
     Tiriricão          Aplicação em pré ou pós emergência das plantas infestantes. Em viveiro aplicar
                        através de jato dirigido um mês após o plantio das mudas ou no local definitivo um
Cyperus esculentus
                        mês e meio após o transplante.

  MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
  TRONX pode ser aplicado ao solo em pré-emergência das plantas infestantes. O grau de controle e
  a duração do efeito variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo e
  micro-organismos. A umidade é necessária para uma boa ação do produto.
  - Em pós-emergência usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante e aplicar
  logo após a germinação das plantas daninhas para o controle de gramíneas ou até o primeiro par de
  folhas para o controle de folhas largas. As plantas daninhas devem estar em pleno desenvolvimento
  sob condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC.
  - As doses acima são expressas para aplicação em área total. Para tratamento em faixas use
  proporcionalmente menos.
  - Usar doses menores para aplicações em solos leves e doses maiores para solos pesados. Em pós-
  emergência usar doses mais baixas para plantas daninhas menores e doses mais altas para plantas
  daninhas maiores.
  -Sob ameaça de chuva suspender as aplicações. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a
  aplicação a eficiência do produto pode diminuir.
  - Tanto nas aplicações de pós como pré-emergência, a boa cobertura das plantas daninhas e/ou
  solo, são fundamentais para se obter um bom controle das invasoras.

  EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
  Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo,
  recomenda-se a aplicação em jato dirigido afim de se evitar o efeito “guarda-chuva”.

  Aplicação terrestre
  – Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol² -
  gotas de 300-400 μm média a grossa, densidade mínima de 20 gotas por cm²).
  – Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas daninhas. Observar que a barra em
  toda sua extensão esteja na mesma altura.
  – Tipos de bico: na pré e pós-emergência usar bicos de jato plano (ex.: Teejet, XR Teejet, TK, DG ou
  Twinjet); ou do jato cônico (ex.: Fulljet, Conejet), de acordo com as recomendações do fabricante.

  Obs.: É necessária contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as
  paradas e manobras do equipamento para evitar a sobreposição das faixas de aplicação.

  Aplicação aérea
     -  Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos;
     -  Diâmetro e densidade de gota: mínimo 300 μm e 20 gotas por cm².

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                                          Chácaras Assay - Hortolândia/SP
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                                               Tel.: +55 19 2137-8100
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                                                                                         24 de julho de 2025
   -   Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45;
   -   Volume: 20 a 40 L da calda/ha;
   -   Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135º;
   -   Altura do vôo: 2 a 4 metros sobre o solo;
   -   Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma
       boa cobertura.
   -   Evite sobreposição das faixas de aplicação.
   -   Condições climáticas:
       •   Temperatura: inferior à 25ºC.
       •   Umidade relativa do ar: superior a 70%.
       •   Velocidade do vento: inferior a 10 Km/h.

Nota: A critério do Engenheiro Agrônomo ou Técnico responsável, as condições de aplicações
poderão ser alteradas.

Preparo da calda
– O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até ¾ da sua
capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o
produto previamente misturado com água em um balde, completando por fim o volume com água.
Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado a calda. A agitação deve ser
constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de
calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após sua preparação. Caso aconteça
algum imprevisto interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo
do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

Nota: antes da aplicação de TRONX equipamento de pulverização deve estar limpo e bem
conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização
do produto.

Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de
rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes
na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

    • Importância do diâmetro de gotas:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar
uma boa cobertura e controle (>150 a 200 μm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades,
condições climáticas e grau de infestação das plantas infestantes podem afetar o gerenciamento da
deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas
não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais
desfavoráveis.
Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade, e Inversão térmica.

   • Controlando o diâmetro de gotas – Térmicas Gerais
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando
suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.



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Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas
e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de
vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bicos: Use o tipo apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos
de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

    • Controlando o diâmetro das gotas – Aplicação aérea
Número de bicos: Use o menor número de bicos com a maior vazão possível, e que proporcione uma
cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcione os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a
corrente de ar, o que produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: Bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de
bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder 3/4 da asa ou do comprimento do-
motor-barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de vôo: aplicação a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam a potência de
deriva.
    • Altura da barra
Regule a barra na menor altura possível para se obter cobertura uniforme, reduzindo desta forma a
exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamentos de solo, a barra deve permanecer
nivelada com a cultura com o mínimo de solavancos.

    • Ventos
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 Km/h (devido ao potencial de
inversão) ou maior que 16 Km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos
de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se
houver rajadas de vento ou em condições sem vento.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

   • Temperatura e umidade
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas
maiores para reduzir o efeito da evaporação.

     • Inversão térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento
vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e
com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a
altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser
formadas no pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser
indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto se não houver neblina, as inversões podem ser
identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo ou de gerador de fumaça de avião.
A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de
inversão térmica; se a fumaça é rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicações
de um bom movimento vertical do ar.




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                                                                                        24 de julho de 2025
Limpeza do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, comece com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a
aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco de formação
de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiantamento, mesmo por
poucas horas, somente tornara a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada
do pulverizador pode resultar em danos as culturas posteriores.

   1. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxague completamente o pulverizador e faça circular
      água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis
      do produto.
   2. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (ÁJAX AMONÍACO OU
      SIMILAR COM 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule
      esta solução pelas mangueiras barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água
      limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras,
      barra e bicos. Esvazie o tanque.
   3. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com solução de limpeza.
   4. Repita o passo 2.
   5. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barras e bicos com água limpa diversas
      vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o
      enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza.
   6. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os
      resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
 Culturas                               Intervalo de Segurança
 Abacaxi                                140 dias
 Alfafa e café                          30 dias
 Algodão                                120 dias
 Cacau e citros                         60 dias
 Cana-de-açúcar                         150 dias
 Seringueira                            UNA*
UNA – Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de
aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso seja
necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos
equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
•       Culturas tratadas com TRONX não devem ser usadas para alimentação animal.
•       Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido.
•       Para rotação de cultura observar o período mínimo de 1 ano após a última aplicação para o
plantio das culturas para as quais o produto está registrado.
•       Não aplicar através de sistema de irrigação.
•       Não utilizar o produto em desacordo às especificações do rótulo e bula.

Não se recomenda o plantio de culturas intercalares em áreas tratadas com TRONX.



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                                                      24 de julho de 2025
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL       A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:

 •   Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo
     alvo, quando apropriado.
 •   Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
 •   Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
 •   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
     regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
 •   Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados
     e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
     www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos
     Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
     (MAPA: www.agricultura.gov.br).

           GRUPO                                 C2                                    HERBICIDA

O produto herbicida TRONX é composto por DIUROM que apresenta mecanismo de ação de inibir a
fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo C2, segundo classificação internacional do
HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).


INFORMAÇÕES PARA MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
Quando houver recomendação/informações sobre MIP oriundas de pesquisa pública ou privada, as
mesmas devem ser implementadas.


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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

            ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

USE OS ESQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora das especificações. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos ou viseira facial, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra
vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira
facial, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados; e
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão da poeira.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- EVITE O MÁXIMO POSSÍVEL O CONTATO COM A ÁREA TRATADA.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.




                              Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
                               unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
                                         Chácaras Assay - Hortolândia/SP
                                                  CEP: 13186-904
                                              Tel.: +55 19 2137-8100
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                                                                                  24 de julho de 2025
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas
de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Evitar ao máximo o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação
de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
- Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos ou viseira facial, avental impermeável, botas, macacão, luvas e máscara;
e
- A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por uma pessoa treinada e devidamente
protegida.


                                                                     - Pode ser nocivo se ingerido;
                                 ATENÇÃO                             - Pode ser nocivo em contato com a
                                                                     pele.



PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por
exemplo.

                              Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
                               unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
                                         Chácaras Assay - Hortolândia/SP
                                                  CEP: 13186-904
                                              Tel.: +55 19 2137-8100
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                                                                                 24 de julho de 2025
                           - INTOXICAÇÕES POR TRONX -
                               INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico         Uréia
                      CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
Classe Toxicológica
                      AGUDO
Vias de exposição     Oral, dermal e inalatória
                      A excreção ocorre através das fezes e da urina em animais de
                      experimentação. O principal metabólito em cães foi o 3,4-dichlorophenyl
                      ureia. A degradação do composto é similar em animais, plantas e no solo.
                      Primeiramente os grupamentos metila (CH3) são removidos, e então a
                      estrutura é degradada. Em vacas alimentadas com doses muito baixas
                      de Diurom na dieta houve pequenas quantidades de resíduos presentes
                      no leite. Em bovinos alimentados com baixas doses do ativo, pequenas
                      quantidades acumularam-se na gordura e músculos, fígado e rins. Um
                      armazenamento muito pequeno é esperado nas condições de uso.
                      Outros metabólitos também presentes na urina além do N-(3,4-
                      Dichlorophenyl) mas em menores quantidades foram N-(3,4-
                      Dichlorophenyl)-N'-Methylurea, 3,4-Dichloroaniline e 3,4- Dichloropheno.
                      Após a administração oral em ratos, o Diurom foi rápida e extensamente
                      absorvido (Tmax 1,7-1,9h) e uma circulação entero-hepática foi
                      evidenciada através da técnica de fístula biliar. A eliminação do Diurom
                      e seus metabolitos foram completos, com a maioria excretada dentro das
Toxicocinética        primeiras 24h, principalmente na urina, e, em menor quantidade nas
                      fezes (proporção 1: 5 a 10 fezes: urina).
                      Os maiores níveis de resíduos foram geralmente encontrados no sangue,
                      fígado e rins, quatro dias após a administração. Não houve acúmulo
                      significativo evidenciado nos tecidos após doses repetidas. O
                      metabolismo do Diurom foi extenso, com apenas uma pequena
                      quantidade (<2%) do composto presente nas fezes.
                      Oito metabólitos na urina e quatro nas fezes foram caracterizados, bem
                      como alguns metabolitos desconhecidos. A biotransformação do Diurom
                      consistiu em N-desmetilação, oxidação, hidroxilação e conjugação. Os
                      principais metabolitos, 3 - (3,4-diclorofenil)-1-metil uréia e 3 - (3,4-uréia
                      diclorofenil), bem como 3,4- dicloroanilina, também foram detectados no
                      material excretado após a inalação de Diurom. Em envenenamentos por
                      ingestão acidental de Diurom, os metabolitos 3 - (3,4-diclorofenil )-1-metil
                      uréia, 3 - (3,4-uréia) diclorofenil e/ou 3,4-dicloroanilina foram detectados
                      no sangue e / ou urina. Com base nas informações, a via metabólica no
                      ser humano é semelhante à do rato.
                      O mecanismo de toxicidade do Diurom para seres humanos não é bem
                      estabelecido. Em doses muito elevadas a formação de metabólitos
Toxicodinâmica        hidroxilados, sobretudo a 3,4-dicloroanilina, tem grande atividade
                      oxidante sobre a hemoglobina, e podem ser responsáveis pela formação
                      de metahemoglobina (HSDB).
                      O contato direto com os olhos, pele e mucosas pode produzir irritação
                      com sinais inflamatórios.
Sintomas e sinais
                      Em casos de ingestão pode ocorrer náusea, vômito, diarreia, dor de
clínicos
                      cabeça. A inalação de grandes concentrações pode provocar tosse e
                      dispneia.
                      Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
                       unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
                                 Chácaras Assay - Hortolândia/SP
                                          CEP: 13186-904
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                                                                             24 de julho de 2025
                         Estudos em animais alimentados com altas doses demonstraram
                         diminuição da contagem de hemácias, aumento da metahemoglobina e
                         de transaminases. Cães alimentados com doses muito elevadas por 1
                         ou 2 anos, apresentaram aumento do peso relativo e absoluto do fígado
                         e baço. O contato direto e excessivo com a pele pode causar edema e
                         eritema discretos
                         O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da
                         exposição e pela ocorrência do quadro clínico compatível.
                         Para a confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais a
Diagnóstico
                         análise de Diurom ou de seus metabólitos em material biológico embora
                         difícil pode ser útil. Em casos com presença de cianose a dosagem de
                         metahemoglobina deve ser solicitada.
                         A descontaminação do paciente como em casos de derramamento onde
                         existe o risco de contaminação do profissional da saúde deve ser
                         realizada preferencialmente utilizando-se avental, botas impermeáveis e
                         luvas de borracha nitrílica. Não há antídoto específico. Em caso de
                         ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de
                         esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser
                         realizados desde que em tempo hábil. Carvão ativado e laxantes salinos
                         poderão ser utilizados devido a provável adsorção do princípio ativo pelo
Tratamento
                         carvão ativado. O tratamento sintomático deverá compreender,
                         sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios
                         hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória.
                         Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Em
                         caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e
                         encaminhamento para avaliação oftalmológica. Em caso de cianose,
                         dosar metahemoglobina e caso esteja elevada proceder a administração
                         de solução de azul de metileno estéril via endovenosa para correção.
Contraindicações         O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração
Efeitos das Interações
                         Não são conhecidos efeitos sinérgicos.
Químicas
                                  Para notificar o caso e obter informações especializadas
                                        sobre diagnósticos e tratamento, ligue para o
                                           Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                                  Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
                                           Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
       ATENÇÂO                  As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre
                                     as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
                                 Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
                                Notificação (SINAN/MS). Notifique o Sistema de Notificação
                                              em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                                          Telefone de Emergência da empresa:
                                                       0800 70 10 450.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Vide item Toxicocinética e Toxicodinâmica.




                         Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
                          unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
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EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg
DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste.
Irritação dérmica em coelhos: levemente irritante. O produto provocou suave eritema, revertido em 48
horas. Não foram apresentados sinais de edema.
Irritação ocular em coelhos: o produto causou vermelhidão da conjuntiva e quemose, ambos
reversíveis em 7 dias. Não foram observados sinais de irite ou opacidade córnea.
Sensibilização cutânea em porquinhos-da-índia: não sensibilizante à pele das cobaias.
Mutagenicidade: não mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS:
Exposições mais prolongadas ou excessivas podem resultar em aumento do fígado; efeitos no baço e
na tiróide, destruição de células vermelhas do sangue ou redução da capacidade de carregar oxigênio
no sangue com cianose, fraqueza ou diminuição da respiração com a formação de metemoglobina.


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

    1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
       PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:


       Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)

       Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE II)

       Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)

       Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

-   Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
-   Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;

-   Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
    a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
    abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
    moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
    atividades aeroagrícolas.
-   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-   Não utilize equipamento com vazamentos.
-   Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-   Aplique somente as doses recomendadas.
-   Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
    corpos d´água. Evite a contaminação da água.
                             Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
                              unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
                                        Chácaras Assay - Hortolândia/SP
                                                 CEP: 13186-904
                                             Tel.: +55 19 2137-8100
                                                                                         Bula Agrofit
                                                                                 24 de julho de 2025
-   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
    do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

    2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
       CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
  bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
  rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
  Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

    3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-    Isole e sinalize a área contaminada.
-   Contate as autoridades locais competentes e a empresa Ascenza Brasil Ltda. –
    Telefone: 0800 70 10 450.
-    Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas
     de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).

-   Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

•   Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente
    lacrado, e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado.
    Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua
    devolução e destinação final.

•   Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
    esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
    empresa registrante conforme indicado acima.

•   Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
    animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
    visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
    características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

•   Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ
    QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.




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                                                           24 de julho de 2025
   4. PROCEDIMENTOS   DE   LAVAGEM,    ARMAZENAMENTO,   DEVOLUÇÃO,
      TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
      PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL (1,0; 5,0; 10; 15; 20 e 25 kg)

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
   •   Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
       posição vertical durante 30 segundos;
   •   Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
   •   Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
   •   Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
   •   Faça esta operação três vezes;
   •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.


Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
   •  Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
   •  Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
   •  Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
   •  A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
   •  Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
   •  Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
      sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
   •  Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
      pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
      segundos;
   •  Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
   •  Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
  • Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
    armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
    embalagens não lavadas.
  • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
    em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
    onde guardadas as embalagens cheias.

                            Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
                             unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
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                                                                                        24 de julho de 2025
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
  •  No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
     com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
     na nota fiscal, emitida no ato da compra.
  •  Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
     prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
     do prazo de validade.
  •  O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
     mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
  •  As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
     medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (50 kg)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
  • O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
    local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
    guardadas as embalagens cheias.
  • Use luvas no manuseio dessa embalagem.
  • Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente,
    separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
  •  No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
     com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
     na nota fiscal, emitida no ato da compra.
  •  Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo
     de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu
     prazo de validade.
  •  O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
     mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
  •  As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
     medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM FLEXIVEL (1; 2; 3; 4; 5; 10; 15; 20; 25 e 50 kg)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
  • O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
    local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
    guardadas as embalagens cheias.
  • Use luvas no manuseio dessa embalagem.

                             Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
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                                                                         24 de julho de 2025
   •   Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente,
       separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
  •  No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
     com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
     na nota fiscal, emitida no ato da compra.
  •  Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo
     de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu
     prazo de validade.
  •  O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
     mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
  •  Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
  •  As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
     medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
     transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
     lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA - (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
  • O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
    local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
    guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
  •  É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou
     no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
  •  As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
     medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
  •  A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
     ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
     competentes.
  •  É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
     VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
  •  EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
     EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
  •  A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio
     ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
     das pessoas.


                             Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
                              unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
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                                                 CEP: 13186-904
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                                                                                           24 de julho de 2025
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
  •  Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
     registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
  •  A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
     operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
     ambiental competente.

      5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
  •      O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
         que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
         agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
         outros materiais.

    6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
       FEDERAL OU MUNICIPAL
  •    (De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis)



Hortolândia/SP, 24 de julho de 2025.




                                Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
                                 unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
                                           Chácaras Assay - Hortolândia/SP
                                                    CEP: 13186-904
                                                Tel.: +55 19 2137-8100
                                

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