Trifluralina H Nortox
Nortox S.A. - Arapongas
Herbicida
hexazinona (triazinona) (100 g/L) + trifluralina (dinitroanilina) (400 g/L)
Informações
Número de Registro
17718
Marca Comercial
Trifluralina H Nortox
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
hexazinona (triazinona) (100 g/L) + trifluralina (dinitroanilina) (400 g/L)
Titular de Registro
Nortox S.A. - Arapongas
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico e seletivo.
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Altamente Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Ipomoea nil
amarra-amarra (2); campainha (8); corda-de-viola (9)
Cana-de-açúcar
Ipomoea triloba
Corda de viola; Corriola
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Conteúdo da Bula
NORTOX S/A
Rodovia BR 369, km 197
Tel. [43] 3274 8585
Fax. [43] 3274 8500
86700-970 Arapongas, PR - Brasil
TRIFLURALINA H NORTOX
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob no 17718
COMPOSIÇÃO:
• alpha,alpha,alpha-trifluoro-2,6-dinitro-N,N-dipropyl-p-
toluidine (TRIFLURALINA)...........................................................................400 g/L (40,00% m/v)
• 3-cyclohexyl-6-dimethylamino-1-methyl-1,3,5-triazine-
2,4(1H,3H)-dione (HEXAZINONA)…..…......................................................100 g/L (10,00% m/v)
Solvente Nafta de Petróleo.....................................................................372,7 g/L (37,27% m/v)
• Outros ingredientes ...................................................................................186 g/L (18,60% m/v)
GRUPO K1 HERBICIDA
GRUPO C1 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo e sistêmico de pré-emergência do grupo químico Dinitroanilina e
Triazinona.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável - EC
TITULAR DO REGISTRO:
NORTOX S/A
Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86700-970 - Arapongas – PR;
CNPJ: 75.263.400/0001-99 Fone: (43) 3274-8585 - Fax: (43) 3274-8500.
Registro Agência de Defesa Agropecuária do Paraná - ADAPAR/PR nº 466.
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
TRIFLURALINA TÉCNICA NORTOX
Registro MAPA Nº 1328298
NORTOX S/A
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Registro Agência de Defesa Agropecuária do Paraná - ADAPAR/PR nº 466.
HEXAZINONA TÉCNICO NORTOX
Registro MAPA Nº 17407
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CNPJ: 75.263.400/0001-99 Fone: (43) 3274-8585 - Fax: (43) 3274-8500.
Registro Agência de Defesa Agropecuária do Paraná - ADAPAR/PR nº 466.
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD. (Planta I)
N° 120 Xin’na Road, Xinyi, Jiangsu - China.
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD. (Planta II)
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, Xinyi, Jiangsu - China
ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO., LTD.
VER 07 – 23.07.2024
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, P.R –
China.
HEXAZINONA TÉCNICO NORTOX BR
Registro MAPA Nº 18919
SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD.
N° 9 Weijiu Road, Hangzhou Bay, Shangyu Economic and Technological Development Area,
312369, Zhejiang, China.
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JIANGSU CORECHEM CO., LTD.
18 Shilian Avenue, 223000, Huaian, Jiangsu, China
FORMULADORES:
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Registro Agência de Defesa Agropecuária do Paraná - ADAPAR/PR nº 466.
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - PROTEJA-SE.
COMBUSTÍVEL
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Industria Brasileira
AGITE ANTES DE USAR
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE
CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL I – PRODUTO
ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da Faixa: Azul PMS Blue 293 C
[Capture a
1. INSTRUÇÃO DE USO DO PRODUTO:
TRIFLURALINA H NORTOX é um herbicida seletivo, pré-emergente, apresentado na
formulação Concentrado Emulsionável - EC. A aplicação é realizada através de pulverização
após o plantio, em pré emergência da cultura de cana-de-açúcar e das plantas daninhas.
Proporciona controle de plantas daninhas de folha larga e folha estreita.
1.1. CULTURA:
É indicado para a cultura da cana-de-açúcar no sistema de cana-planta e cana-soca.
1.2. PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS POR TRIFLURALINA H NORTOX:
ALVOS BIOLÓGICOS
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO
Beldroega Portulaca oleracea
Capim-braquiária Brachiaria decumbens
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus
Capim-colchão Digitaria horizontalis
VER 07 – 23.07.2024
Capim-colonião Panicum maximum
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea
Corda-de-viola Ipomoea triloba
Corda-de-viola Ipomoea nil
Guanxuma Sida rhombifolia
Trapoeraba Commelina benghalensis
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1.3. DOSE E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
DOSE (L p.c./ha)
CULTURA ÉPOCA DE APLICAÇÃO
SOLO LEVE SOLO MÉDIO SOLO PESADO
Cana-planta:
2,75 3,0 3,5
Após o plantio
Cana-de-açúcar
Cana-soca:
2,75 3,0 3,5
Após o corte
p.c.: produto comercial.
Nota: 1 L de produto comercial contém 400 g do ingrediente ativo Trifluralina e 100 g do ingrediente ativo
Hexazinona.
1.4. NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
TRIFLURALINA H NORTOX deve ser utilizado em única aplicação durante a safra da cultura.
É aplicado em área total após plantio da cana-planta, após corte da cana-soca e em pré-
emergência da cultura e das plantas daninhas.
1.5. MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE
APLICAÇÃO:
TRIFLURALINA H NORTOX é aplicado em pré-emergência da cultura de cana-de-açúcar e
das plantas daninhas em solo bem preparado, com bom teor de umidade, livre de torrões,
resíduos, detritos para melhor ação do herbicida. Pode ser aplicado através de pulverizador
costal manual, tratorizado ou aeronaves registradas pelo MAPA.
PREPARO DE CALDA:
Para preparar melhor a calda, coloque a dose indicada de TRIFLURALINA H NORTOX no
pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando
constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser
constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Acionar e manter o agitador
em funcionamento e adicionar o produto, completando por fim o volume do tanque com água.
Aplique de imediato sobre os alvos biológicos.
APLICAÇÃO TERRESTRE
O equipamento de pulverização costal e/ou tratorizado deverão ser adequados para cada tipo
de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual; estacionário
ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas,
pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da
ponta (bico).
A pressão de trabalho e o tipo de pontas de pulverização deverão ser selecionados em função
do volume de calda e da classe de gotas, utilizando sempre a menor altura possível da barra
para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e
consequentemente a deriva. Para determinadas culturas que utilizarem equipamentos
específicos o tamanho das gotas pode ser ajustado e adequado de acordo com cada situação.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos,
barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para
total eficiência do produto sobre o alvo.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
VER 07 – 23.07.2024
Volume de calda: 200 L/ha.
APLICAÇÃO AÉREA
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas
pela ANAC.
A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é
de 2 a 3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. Utilizar menor número de
bicos com maior vazão proporcionando cobertura uniforme e orientar de maneira que o jato
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esteja dirigido para trás, no sentido paralelo a corrente de ar. Na pulverização utilize técnicas
que proporcionem maior cobertura. Consulte um Engenheiro Agrônomo.
Largura da faixa de disposição: 15 – 18 m.
Volume de calda: 20 a 40 L/ha.
Nota: Sempre verificar o risco de atingir culturas econômicas sensíveis a herbicidas por deriva.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÃO TERRESTRE E AÉREA:
As condições climáticas mais favoráveis para pulverização utilizando equipamentos adequados
são:
- Umidade relativa do ar: mínimo 60%; máximo 95%;
- Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora;
- Temperatura: entre 20 a 30ºC ideal;
Caso haja a presença de orvalho na cultura, não há restrições nas aplicações com aviões;
porém, deve-se evitar aplicações com máquinas terrestres.
RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO:
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura
das barras ou aeronave.
Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos
hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições
ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa
foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos
fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem
prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
LIMPEZA DE TANQUE:
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e
filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/
culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho,
observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao
máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o
sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água
deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e
retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área
VER 07 – 23.07.2024
aplicada.
Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque
com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo
fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do
conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros,
capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução
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para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela
barra.
1.6 - INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA DIAS
Não determinado devido à modalidade de
Cana-de-açúcar
emprego
1.7 - INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
1.8 - LIMITAÇÕES DE USO:
- A umidade é importante para a ativação do herbicida, desta forma para cana planta é
recomendável que as aplicações sejam realizadas após as primeiras precipitações.
- No caso de ocorrência de chuvas excessivas e de grande intensidade após a aplicação do
produto pode causar em uma diminuição do controle e também fitotoxicidade a cana-de-açúcar
isto quando o produto for aplicado com o solo seco.
- Para cana-planta, aplicar o produto após as primeiras chuvas após do plantio objetivando
evitar alta concentração do herbicida no sulco de plantio, em virtude da ocorrência do
assoreamento, deste sulco e que desta forma se consegue maior seletividade à cultura e
também controle uniforme nas entrelinhas da cultura
- Quando se tratar de cana-soca, as aplicações devem ser feitas após o enleiramento da palha
e cultivo.
- Não direcionar a cana-de-açúcar para alimentação animal quando esta for objeto de aplicação
do herbicida;
- Evitar o plantio de outras culturas por um período mínimo de 1 ano após a aplicação do
herbicida.
1.9 - INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS
VIDE ITENS PRECAUÇÕES GERAIS, PRECAUÇÕES NO MANUSEIO OU NA PREPARAÇÃO
DA CALDA E PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO.
1.10 - INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO
1.11 - DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
1.12 - INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,
DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS
EMBALAGENS VAZIAS:
VER 07 – 23.07.2024
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
1.13 - INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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1.14 - INFORMAÇOES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
TRIFLURALINA H NORTOX é composto de hexaziona, inibidor da fotossíntese no
fotossistema II, pertencente ao Grupo C1 e trifluralina que apresenta mecanismo de ação
inibidor da formação de microtúbulos, pertencente ao Grupo K1, segundo classificação
internacional do HRAC (Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas a
Herbicidas). O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do
mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a
esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente
prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 e K1 para o controle
do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
(SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas
aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
1.15 - INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o
aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo e
resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos
de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos
recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes
mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos procure um Engenheiro Agrônomo.
2 - DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
2.1 PRECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agrícola.
O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
VER 07 – 23.07.2024
Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
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Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
2.2 PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA:
ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE.
Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro
químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/P3); óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
2.3 PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
orgânicos e filtro mecânico classe P2/P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca
árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
2.4 PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
VER 07 – 23.07.2024
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
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Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para
casa.
Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para
casa.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, botas de borracha; máscara com filtro
combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/P3); óculos de
segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PODE SER NOCIVO SE INGERIDO
ATENÇÃO PODE SER NOCIVO EM CONTATO COM A PELE
PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de
contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis,
etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR TRIFLURALINA H NORTOX
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Hexazinona: Triazinona
VER 07 – 23.07.2024
Grupo químico Trifluralina: Dinitroanilina
Solvente Nafta de Petróleo: Hidrocarboneto aromático
Classe toxicológica Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinética Hexazinona: é rapidamente absorvida após exposição oral e é rapidamente
metabolizada e excretada. A taxa de absorção dérmica parece ser muito
menor do que a absorção via exposição oral. As transformações
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metabólicas são limitadas a hidroxilação desmetilação e oxidação; que são
processos relativamente simples e comuns no metabolismo de muitos
agrotóxicos e no de outros compostos que ocorrem naturalmente no
organismo. Todos esses passos tendem a tornar os metabólitos mais
solúveis em água e aumentar a taxa de excreção pelos rins. Tanto a
excreção urinária quanto a fecal são rápidas: a excreção urinária é
completada em 48 horas e a excreção fecal em 72 horas. Em estudos com
ratos, verificou-se que a maior parte da hexazinona é excretada pela urina.
Principais metabólitos na urina de ratos: 3-(4-hydroxycyclohexyl)-6-
(dimethylamino)-1-methyl-1,3,5-triazine-2,4-(1H,3H)-dione (metabólito A:
46,8%); 3-cyclohexyl-6-(methylamino)-1-methyl-1,3,5-triazine-2,4-(1H,3H)-
dione(metabólito B: 11,5%); e 3-(4-hydroxycyclohexyl)-6-(methylamino)-1-
methyl-1,3,5triazine-2,4-(1H,3H)-dione (metabólito C: 39,3%). Principais
metabólitos fecais: A (26,3%) e C (55,2%). Menos de 1% da hexazinona
original foi detectada na urina e fezes sendo encontrados quase que
somente metabólitos. Exposições por períodos longos não diminui o rápido
processamento e eliminação. Não parece haver qualquer acumulação
tecidual significante.
Trifluralina: é pouco absorvido por via oral, inalatória e dérmica. A fração
absorvida é depositada principalmente no fígado, rins, baço e pulmões. A
metabolização é hepática, por meio de reações de N-desalquilação,
redução, hidroxilação, ciclização e conjunção. É eliminado principalmente
na urina e fezes. Os resultados obtidos com roedores em laboratório,
constataram que a Trifluralina não é absorvida pelo sistema gastrointestinal
após ingestão. O produto é metabolizado completamente e excretado pelas
fezes e pela urina em menos de três dias. Aproximadamente 80% da dose
administrada foi eliminada nas fezes e o restante na urina.
Solvente Nafta de Petróleo: estudos conduzidos com ratos mostraram que
os produtos pertencentes ao grupo dos hidrocarbonetos aromáticos são
bem absorvidos através da via inalatória, atravessam facilmente a
membrana alveolar e, rapidamente, atingem o sistema nervoso central. Em
caso de ingestão, a eliminação ocorre principalmente através das fezes.
Toxicodinâmica Hexazinona: há pouca informação disponível acerca do mecanismo
específico de toxicidade da hexazinona em humanos ou em outras espécies
de mamíferos. Embora a hexazinona seja classificada como um herbicida
pertencente ao grupo químico triazinona, a hexazinona é estruturalmente
diferente e parece não ser toxicologicamente relacionada a outros
agrotóxicos deste grupo.
Trifluralina: em estudos com animais de laboratório, dano no fígado, rim e
tireóide parecem ser os primeiros efeitos. Em estudo com cães, foram
observados efeitos tóxicos tais como diminuição na contagem de células
vermelhas do sangue, aumento em metahemoglobina, lipídios, triglicerídes
e colesterol. Em estudo crônico com animais de laboratório, danos no
fígado, rim e tireoide parecem ser os principais efeitos.
Solvente Nafta de Petróleo: depressor do sistema nervoso central.
Sintomas e sinais Solvente Nafta de Petróleo: a ingestão de substâncias da classe dos
clínicos hidrocarbonetos aromáticos pode causar tosse, náusea, vômitos, diarreia,
dor/queimação abdominal, taquidisritmia cardíaca. A ingestão e a inalação
podem causar depressão do sistema nervoso central caracterizada por
náuseas, dor de cabeça, tontura, perda da coordenação, inconsciência e
VER 07 – 23.07.2024
coma.
Hexazinona: é pouco tóxica para mamíferos via oral, é praticamente não
tóxica via dérmica, não causa irritação significante na pele ou
sensibilização, mas pode causar sérios danos oculares. É altamente
irritante para os olhos. Formulações líquidas de hexazinona ocasionam
efeitos corrosivos quando em contato direto com os olhos, podendo resultar
um dano irreversível.
A toxicidade inalatória da hexazinona é muito baixa.
Efeitos devidos à exposição aguda podem incluir: irritação nos olhos, nariz e
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garganta, assim como náusea e vômito.
A hexazinona não parece causar efeitos no sistema imunológico.
Intoxicação crônica: não há evidências de carcinogenicidade,
neurotoxicidade e efeitos endócrinos em humanos.
As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente
proporcionais a concentração e a quantidade do produto, assim como, ao
tempo de exposição do organismo à trifluralina.
Intoxicação Aguda
Ingestão: podem ocorrer náuseas e desconforto gastrointestinal. Em teste
com animais de laboratório não apresentou irritação de pele, produziu
irritação leve em olhos de coelhos. Há relato de sensibilização em
humanos. Em caso de inalação pode causar irritação da cavidade oral,
garganta ou pulmões. Em caso de contato dérmico prolongado e de
repetição pode causar dermatite alérgica.
Cutânea: podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido
e vesículas). O quadro pode ser agravado por uma infecção bacteriana
secundária. Ocular: pode resultar em severa irritação local.
Respiratória: pode ocorrer irritação da boca, garganta e pulmões. Em caso
de aspiração: pneumonia química.
Intoxicação Crônica
Cutânea: prolongada e repetida pode causar dermatite alérgica.
As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
animais de experimentação tratados com a formulação à base de
hexazinona e trifluralina.
Exposição oral: os animais tratados com dose de 2000 mg/kg peso
corpóreo da substância-teste não apresentaram sinais clínicos ou
alterações durante a exposição. Os animais apresentaram ganho de peso
dentro do esperado.
Exposição inalatória: os animais expostos ao produto via câmara “nose
only” não apresentaram sinais clínicos durante o período de observação.
Foram observadas alterações macroscópicas em fígado (congestão e áreas
pálidas multifocais) e pulmões (congestão) nos animais. Todos os animais
apresentaram ganho de peso
Exposição dérmica: os animais expostos a dose de 4000 mg/kg peso
corpóreo da substância-teste apresentaram eritema e edema. Foram
observadas alterações macroscópicas nos pulmões (congestão e enfisema)
e fígado. Os animais de experimentação apresentaram ganho de peso
corpóreo.
O produto é considerado sensibilizante dérmico.
Exposição ocular: os animais apresentaram opacidade, hiperemia,
quemose e irite. Os sinais de irritação reverteram aos 14 dias e o teste foi
finalizado. Os animais apresentaram ganho de peso dentro do esperado.
Efeitos crônicos: os estudos de mutações genéticas e cromossômicas não
demonstraram efeito mutagênico relacionado ao produto.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clínico compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e
sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente
Tratamento ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de
suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções
vitais.
VER 07 – 23.07.2024
Estabilização do paciente: monitore sinais vitais (pressão sanguínea,
frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
Estabeleça via endovenosa. Atenção especial para parada
cardiorrespiratória repentina, convulsões, hipotensão e arritmias cardíacas.
Usar vasopressores na hipotensão severa (evitar adrenalina pelo risco de
fibrilação). Avalie o estado de consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: garanta uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais pode ser necessário. Intubação e ventilação podem ser
necessárias, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou
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comprometimento neurológico. Administre oxigênio conforme necessário
para manter adequada perfusão tecidual. Se a intoxicação for severa, pode
ser necessária ventilação pulmonar assistida.
Medidas de descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da
pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água
abundante e sabão.
Exposição oral:
- O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é
recomendada.
- Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária. Somente
considerar a lavagem gástrica após ingestão da substância em uma
quantidade potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo
após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para o nível de
consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição
correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por
intubação endotraqueal em cuff.
- Carvão ativado: Liga-se a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
absorção sistêmica, se administrado após a ingestão (1h). Avaliar a
necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário,
administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água /
30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25
a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). Reidrate o
paciente que estiver perdendo fluídos através de vômito e diarreia. A
desidratação e o eletrólito podem ser suficientemente graves para exigir
fluidos orais ou intravenosos.
Fluidos intravenosos: se a desidratação grave e a depleção eletrolítica
tiverem ocorrido como resultado de vômitos e diarreia, monitore eletrólitos
de sangue e equilíbrio de fluidos e administre infusões intravenosas de
glicose, solução salina normal para restaurar o volume de fluido extracelular
e os eletrólitos. Siga isso com nutrientes orais assim que até os líquidos
serem restabelecidos mantidos.
- Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco
de aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em
caso de perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído
de consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração
gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas.
Exposição ocular: lave os olhos expostos abundantemente com água ou
solução salina a 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30
minutos. Assegure que não fiquem partículas na conjuntiva. Evitar que a
água da lavagem contamine o outro olho. Pode-se utilizar colírio anestésico
no início da descontaminação ocular. Realizar avaliação oftalmológica de
urgência. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico
Exposição dérmica: remova as roupas contaminadas e lave a área
exposta, não negligenciando unhas e dobras cutâneas, com água
abundante e sabão por cerca de 20 a 30 minutos para remover resíduos de
agrotóxicos na pele e cabelo. Podem ocorrer queimaduras químicas com a
exposição ao sol. Tratamento dos sintomas deve ser de acordo com as
manifestações clínicas.
VER 07 – 23.07.2024
Exposição inalatória: remova o paciente para um local arejado e forneça
adequadas ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos possuem solventes
derivados de petróleo, e outras substâncias como surfactantes, agravando a
irritação de mucosas e os efeitos da intoxicação, podendo causar
pneumonite, pneumonia química, edema pulmonar, bronquite, alergias,
asma ou dificuldades respiratórias. Administre oxigênio, corticoides,
broncodiladores, antagonistas H1 (anti-histamínicos), antibioticoterapia, e
auxilie na ventilação, conforme necessário.
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Tratamento avançado: Considere a intubação orotraqueal ou nasotraqueal
para o controle da via aérea no paciente inconsciente, com edema
pulmonar grave ou com dificuldade respiratória grave. A intubação precoce
no primeiro sinal de obstrução das vias aéreas superiores pode ser
necessária. As técnicas de ventilação de pressão positiva com um
dispositivo de máscara de válvula de saco podem ser benéficas. Considere
a terapia medicamentosa para edema pulmonar e monitore o ritmo cardíaco
tratando arritmias, caso necessário. Inicie a administração IV de D5W / SRP
e 0,9% de solução salina (NS) se houver sinais de hipovolemia. Para
hipotensão com sinais de hipovolemia, administrar fluido com cautela.
Medidas sintomáticas e de manutenção: realizar exames físico completo
e neurológico. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), gases
arteriais, eletrólitos, mioglobinúria, função renal e hepática. Corrigir
distúrbios hidroeletrolíticos e acidose. Realizar exames de imagem, ECG,
endoscopias conforme necessidade. Manter internação por no mínimo 24
horas após o desaparecimento dos sintomas.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: a pessoa que
presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de
segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Remover
roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e
sabão. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas
e avental impermeáveis.
EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o
produto e utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual
(Ambu) para realizar o procedimento.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
aspiração e pneumonite química, porém se o vômito ocorrer
espontaneamente não deve ser evitado.
Efeitos das
Não foram relatados efeitos sinérgicos relacionados ao ingrediente.
interações químicas
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica -
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Centro de Controle de Intoxicação de Londrina – PR: (43) 3371-2244
Telefone de Emergência da Empresa: (43) 3274-8585
Endereço Eletrônico da Empresa: www.nortox.com.br
2.6 - MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE
LABORATÓRIO:
Hexazinona: estudo com ratos constatou-se que a HEXAZINONA (radiomarcada) fornecida via
oral, foi rapidamente metabolizada por hidroxilação do anel ciclohexil e monodemetilação do
VER 07 – 23.07.2024
grupo metilamino e eliminada entre o 3° e o 6° dia de teste. Aproximadamente, 61% a 77% da
molécula radiomarcada foi eliminada via urina e 20% a 32% via fezes. Praticamente toda a
radioatividade foi recuperada nas primeiras 24 horas depois do tratamento. Níveis muito baixos
de radiotividade (cerca de 0,2% da dose administrada) foram detectadas no trato
gastrintestinal, pele, órgãos (coração, pulmões, fígado, baço, rins, cérebro, testículos ou
ovários), músculos, gordura e sangue. Os maiores metabólitos na urina e fezes foram o “3-(4-
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hidroxiciclohexil-6-(dimethylamino)-1-methyl-1,3,5-triadine-(2,4(1H,3H)-dione” e também o “3-
(4-hidroxiciclohexil-6-(methylamino)-1-methyl-1,3,5-triadine-(2,4(1H, 3H)-dione”.
Trifluralina: os resultados obtidos com roedores em laboratório sugerem que em humanos, a
Trifluralina não é absorvida pela pele (< 1%) ou pelo sistema gastrointestinal após ingestão. O
produto é metabolizado completamente e excretado pelas fezes e pela urina em menos de 3
dias. Aproximadamente 80% da dose administrada foi eliminada nas fezes e o restante da
urina.
2.7 - EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg peso corpóreo.
DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg de peso corpóreo.
CL50 inalatória para ratos: não determinada devido as condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: os animais de experimentação apresentaram eritema
na avaliação de 1 hora. Devido à reversão completa da reação cutânea, o teste foi finalizado
em 72 horas. O produto foi considerado como não irritante.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: os animais de experimentação apresentaram opacidade,
hiperemia, quemose e irite. Os sinais de irritação reverteram aos 14 dias e o teste foi finalizado.
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é considerado sensibilizante.
Sensibilização respiratória em ratos: não disponível.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.
Efeitos crônicos:
Hexazinona: em estudos de laboratórios de hexazinona técnica em ratos, verificou-se que o
produto causou diminuição do consumo de alimento e do ganho de peso, alterações nos pesos
dos órgãos, alterações hematológicas e bioquímicas, bem como, hepatotoxicidade, todos
diretamente relacionados à dose. Não foi observado potencial oncogênico.
Trifluralina: exposição a longo prazo pode ocorrer nefrotoxicidade que leva a formação de
cálculos renais, aumentos de hiperplasia do epitélio da pélvis e nefrose progressiva crônica.
Estudos em ratos demonstram alterações hemolíticas por provável disfunção renal. Em
fêmeas, houve o aumento dos rins e do peso das glândulas suprarenais. Observou-se também,
alterações tireoidianas que também parecem estar relacionadas com a disfunção renal, devido
à alteração dos níveis de iodo e distúrbios metabólitos.
3. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
3.1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE.
-Este produto é:
(X) - ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I).
( ) - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
( ) - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentado alto potencial de deslocamento no solo,
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podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas).
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
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- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
-Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produto ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
3.2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3.3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa NORTOX S/A., pelo telefone de
emergência: (43) 3274-8585.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros combinado P2 ou P3).
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate
a Empresa Registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto
que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características
do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ
VER 07 – 23.07.2024
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
3.4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
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-LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a bocado tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
VER 07 – 23.07.2024
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
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-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
-O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
-Use luvas no manuseio dessa embalagem.
-Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das lavadas.
-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
-No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
-Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
-O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emiti da pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
VER 07 – 23.07.2024
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
-É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÀO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
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NORTOX S/A
Rodovia BR 369, km 197
Tel. [43] 3274 8585
Fax. [43] 3274 8500
86700-970 Arapongas, PR - Brasil
-EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÀO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causam contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna e a saúde das pessoas.
-PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
-TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas,
animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
4 - RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal
concernentes às atividades agrícolas.
VER 07 – 23.07.2024
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