Tora; Verson TM;
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Inseticida
malationa (organofosforado) (1000 g/L)
Informações
Número de Registro
18220
Marca Comercial
Tora; Verson TM;
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
malationa (organofosforado) (1000 g/L)
Titular de Registro
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Contato/Ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Anthonomus grandis
Bicudo
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Citros
Aethalion reticulatum
Cigarrinha-das-frutíferas; Cigarrinha-do-pedúnculo
Citros
Ceratitis capitata
Mosca-das-frutas; Mosca-do-mediterrâneo
Citros
Diaphorina citri
Psilídeo
Citros
Ecdytolopha aurantiana
Bicho-furão
Citros
Heliothrips haemorrhoidalis
Tripes
Maçã
Eriosoma lanigerum
Pulgão-lanígero; Pulgão-lanígero-da-macieira
Maçã
Quadraspidiotus perniciosus
Cochonilha; Piolho-de-são-josé
Maçã
Sternocolaspis quatuordecimcostata
Besouro-de-limeira
Pessego
Anastrepha obliqua
Mosca-das-frutas
Pessego
Anuraphis schwartzi
Pulgão-da-falsa-crespeira; Pulgão-pardo-do-pessegueiro
Pessego
Ceratitis capitata
Mosca-das-frutas; Mosca-do-mediterrâneo
Pessego
Grapholita molesta
Mariposa-oriental
Repolho
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Repolho
Diabrotica speciosa
Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Euschistus heros
Percevejo-marrom
Tomate
Diabrotica speciosa
Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela
Tomate
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Tomate
Neoleucinodes elegantalis
Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do-tomateiro
Conteúdo da Bula
TORA
VERSO TM
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 18220
COMPOSIÇÃO:
diethyl (dimethoxythiophosphorylthio) succinate (MALATIONA)….................................….1000 g/L (100% m/v)
Solvente de Nafta de Petróleo, aromático leve.................................................................21,75 g/L (2,17% m/v)
Outros Ingredientes.......................................................................................................123,25 g/L (12,32% m/v)
GRUPO 1B INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida
GRUPO QUÍMICO: Malationa: Organofosforado.
Solvente de Nafta de Petróleo, aromático leve: Hidrocarboneto aromático.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av Carlos Gomes, 258 - salas 1103, 1104, 1105 e 1106 - Boa Vista - Porto Alegre/RS
CEP: 90.480-000 - Fone: (51) 3237-6414 - CNPJ: 10.486.463/0001-69
Inscrição estadual: 096/3276190 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1928/09 - SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
MALATIONA TÉCNICO LOVELAND - Registro MAPA nº 24419
LIANYUNGANG AVILIVE CHEMICAL CO. LTD.
Dui Gou Gang Town - Chemical Industry Zone Lian Yun Gang City - Jiangsu Province - China
MALATHION TÉCNICO SUMITOMO - Registro MAPA nº 578800
FICOM ORGANICS LTD
3204 Gidic Industrial Site - Anklewasherer Bhargh – Índia
MALATHION TÉCNICO DEZHOU LUBA– Registro MAPA nºTC17523
DEZHOU LUBA FINE CHEMICAL CO., LTD.
Nº 288 Hengdong Road – Tianqu Industrial Park Dezhou - 253035 - Shandong- China.
FORMULADORES:
QINGDAO RAINBOW CHEMICAL CO. LTD.,
Xinhe EcoChemical Science and Technology Industry Base, Qingdao, Shandong, China
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Avenida Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5, Uberaba - MG - CEP: 38044-750
CNPJ: 09.100.671/0001-07. Nº do registro do estabelecimento no estado: 8.764 IMA/MG
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Avenida Roberto Simonsen, 1459 - Paulínia/SP - CEP: 13148-030
CNPJ: 03.855.423/0001-81. Nº do registro do estabelecimento no estado: 477 CDA/SP
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.
Rod. Presidente Castelo Branco, Km 68,5, CEP 18120-970, Mairinque, São Paulo S/N.º
CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 31 CDA/SP
RAINBOW AGROSCIENCES S.A.
Cerrito 866, 1º piso, C.A.B.A. C.P. 1010 - Argentina
DEZHOU LUBA FINE CHEMICAL CO.,LTD
Nº 288, Hengdong Road, Tianqu Industrial Park, Dezhou, China
IMPORTADORES:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia PR-090, 5.695, km 5 - armazém 1K - Parque Industrial Nenê Favoretto - CEP: 86200-000 - Ibiporã/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20. Nº do registro do estabelecimento no estado: 1000322 - ADAPAR/PR
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Constante Pavan, 4.633 - Betel - CEP: 13148-198 - Paulínia/SP
CNPJ: 10.486.463/0004-01. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4402 - CDA/SP
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
A Rural Projetada, n° 150, Armz 1AK Anexo I - Area Rural de Cuiabá - CEP: 78.099-899 - Cuiabá/MT
CNPJ: 10.486.463/0005-92. Nº do registro do estabelecimento no estado: 29164 - INDEA/MT
Rev20250729
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Maria Elias Lisboa Santos, s/nº Quadra 07 Lote 05 salas 09 – Parque Industrial Aparecida Vice-presidente José de
Alencar – Aparecida de Goiânia/GO - CEP:74993-530
CNPJ: 10.486.463/0006-73. Nº do registro do estabelecimento no estado: 5139/2023 – AGRODEFESA/GO
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR-050, km 185 - sala 9 - Jardim Santa Clara - CEP: 38038-050 - Uberaba/MG
CNPJ: 10.486.463/0008-35. Nº do registro do estabelecimento no estado: 19.883 - IMA/MG
AMAGGI EXPORTACAO E IMPORTACAO LTDA
Rodovia BR 364 Km 20 s/nº, CEP: 78098-970, Bairro: Zona Rural, Cuiabá/MT
CNPJ: 77.294.254/0050-72.
Nº do registro do estabelecimento no estado: 20435 - INDEA/MT
AMAGGI EXPORTACAO E IMPORTACAO LTDA
Rodovia BR 163, 2461, Bairro Expansão Urbana, Sorriso/MT.
CNPJ: 77.294.254/0077-92
Nº do registro do estabelecimento no estado: 22956 - INDEA/MT
AMAGGI EXPORTACAO E IMPORTACAO LTDA
Rodovia RO 435 Km 113, CEP: 76997-000, Bairro: Zona Rural, Cerejeiras/RO
CNPJ: 77.294.254/0022-19.
Nº do registro do estabelecimento no estado: 1655 – IDARON/RO
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA
Avenida Ville Roy, n° 7492, Quadra 54, São Vicente, CEP: 69301-000, Boa Vista-RR
CNPJ: 77.294.254/0079-54.
Nº do registro do estabelecimento no estado: 1420025 – ADERR/RR
AMAGGI EXPORTACAO E IMPORTACAO LTDA
Rodovia PA 125, Quadra 03, Lote 15, CEP: 68628-557, Paragominas – PA
CNPJ: 77.294.254/0083-30.
Nº do registro do estabelecimento no estado: 004.23 - ADEPARA/PA.
AGRÍCOLA ONLINE TRADING S.A.
Rodovia Anhanguera, s/n° Km 296 – Distrito Industrial – Cravinhos /SP - CEP:14.140-000.
CNPJ n° 47.257.997/0001-23 - Nº do registro do estabelecimento no Estado: 4396 CDA/SP
AGRILEAN INPUTS S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco, km 30,5, n. 11100, Barueri, São Paulo, SP
CNPJ: 47.983.211/0004-06 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 4378 CDA/SP
AGRILEAN INPUTS S.A.
A Rural, S/N, Km 207, Lote 04, Armz 01, Bairro: Área Rural, CEP:47.865-899, Luis Eduardo Magalhães/BA.
CNPJ: 47.983.211/0002-36 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 145723 – ADAB/BA
AGRILEAN INPUTS S.A.
Rodovia BR 364, Km 20, Área 02, 5788 – Bairro: Rural – CEP:78098-970, Cuiabá /MT.
CNPJ: 47.983.211/0003-17 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 30962 INDEA/MT
AGROALLIANZ S. A
Rua Monte Aprazível 187- Sala 812; Chácara da Barra, CEP 13090-764, Campinas /SP
CNPJ: 27.150.699/0001-22 - Nº do registro do estabelecimento no Estado: 1280 CDA/SP
LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A
Av. Maria Elias Lisboa Santos – s/nº, Quadra 07 Lote 05, sala 05, Parque Industrial Aparecida Vice-presidente José De
Alencar, Aparecida de Goiânia /GO, CEP 78.983-530.
CNPJ: 47.067.525/0216-10 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 3380/2021 AGRODEFESA/GO
LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A
Rua. Z, nº 150 – Projetada Chacara São José, sala A, Distrito Industrial, Cuiabá/MT, CEP 78098-530
CNPJ: 47.067.525.0214/58 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 28467 INDEA/MT
LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A
Av. José Jorge Estevam, nº 100, Barra Funda , Paraguaçu Paulista /SP. CEP 19.707-090
CNPJ: 47.067.525/0081-92 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 4315 CDA/SP
LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A.
Rua Paulo Canhola, 839, Correria Velho - Paranaguá/PR - CEP 83.206-392
CNPJ: 47.067.525/0221-87. Nº do registro do estabelecimento no estado: 1008432 - ADAPAR/PR
GREEN PLACE COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA.
Rodovia PR 090, km 374,9 - 5.900 - sala Gplace - Zona Rural
CEP: 86200-000 - Ibiporã/PR - CNPJ: 26.401.815/0002-57
Cadastro estadual: 1007782 - ADAPAR/PR
GREEN PLACE COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA.
Rua Américo Brasiliense, 1.923 - conj. 1103 - Chácara Santo Antônio
CEP: 04715-005 - São Paulo/SP - CNPJ: 26.401.815/0001-76
Cadastro estadual: 1302 - CDA/SP
GREEN PLACE COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA.
Rodovia BR 050, s/nº, km 185 - galpão 34 - Jardim Santa Clara - Uberaba/MG
CEP: 38038-050 - CNPJ 26.401.815/0007-61 - Cadastro estadual: 19.382 - IMA/MG.
GREEN PLACE COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA.
Ane Viário, S/N, Quadra Area Lote 005B - Aparecida de Goiania / GO –
CEP: 74.984-321 - CNPJ 26.401.815/0005-08. Cadastro estadual: 5278/2023 AGRODEFESA/GO
Rev20250729
FIAGRIL LTDA
Av. Da Produção, 2330-W -Quadra 999-Lote 26- Sala 01 - Bandeirantes - CEP: 78.455-000 - Lucas do Rio Verde/MT
CNPJ n° 02.734.023/0013-99 Nº do registro do estabelecimento no Estado: 28047 – INDEA/MT
LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A.
Av. Maria Elias Lisboa Santos, s/nº, Quadra 07, Lote 05, Sala 05, Parque Industrial Aparecida Vice-presidente José De
Alencar - Aparecida de Goiânia/GO - CEP: 74993-530 - CNPJ: 47.067.525/0216-10. Nº do registro do estabelecimento
no estado: 3380/2021 - AGRODEFESA/GO
LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A.
Rua Z, 150, Projetada Chácara São José, Sala A, Distrito Industrial - Cuiabá/MT - CEP: 78098-530 - CNPJ:
47.067.525/0214-58. Nº do registro do estabelecimento no estado: 28467 - INDEA/MT
LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A.
Av. José Jorge Estevam, 100, Barra Funda, Paraguaçu Paulista/SP - CEP: 19.707-090 - CNPJ: 47.067.525/0081-92. Nº
do registro do estabelecimento no estado: 4315 - CDA/SP
LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A.
Rua Paulo Canhola, 839, Correria Velho - Paranaguá/PR - CEP 83.206-392 - CNPJ: 47.067.525/0221-87. Nº do registro
do estabelecimento no estado: 1008432 - ADAPAR/PR
LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A.
Rodovia BR-050, s/nº, Km 185, Galpão 14, Sala 02, Jardim Santa Clara - Uberaba/MG - CEP: 38.038-050 - CNPJ:
47.067.525/0220-04. Nº do registro do estabelecimento no estado: 16.155 - IMA/MG
LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A.
Rua C, Trecho 03, s/nº, Armazém N, Sala 1, Centro Industrial do Cerrado - Luis Eduardo Magalhaes/BA - CEP: 47.850-
000 - CNPJ: 47.067.525/0219-62. Nº do registro do estabelecimento no estado: 126722 - ADAB/BA
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Alameda Rio Negro, 585, Sala 145 A, Edif. Jacari, Andar 14, Alphaville Centro Industrial - Barueri/SP - CEP: 06.454-000 -
CNPJ: 39.496.730/0001-60. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4354 - CDA/SP
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia Presidente Castelo Branco, 11.100, Km 30,5, P36 Anexo 12, Jardim Maria Cristina - Barueri/SP - CEP: 06421-
400 - CNPJ: 39.496.730/0015-66. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4503 - CDA/SP
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia Senador José Ermirio de Moraes, s/nº, Km 11, Galpão 09, Varejão - Itu/SP - CEP: 13.314-012 - CNPJ:
39.496.730/0009-18. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4410 - CDA/SP
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Sala 09, Parque Industrial - Ibiporã/PR - CEP: 86.200-000 - CNPJ: 39.496.730/0008-37.
Nº do registro do estabelecimento no estado: 1008310 - ADAPAR/PR
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia dos Imigrantes, s/nº, Galpão 01, Sala 01, Área Rural de Cuiabá - Cuiabá/MT - CEP: 78099-899 - CNPJ:
39.496.730/0002-41. Nº do registro do estabelecimento no estado: 29497 - INDEA/MT
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Santos Dumont, 1307 Andar 1, Sala 04-A - CEP: 85.851-040
Foz do Iguaçu/PR - CNPJ: 05.280.269/0001-92
Número de Registro do Estabelecimento no Estado: 003046 ADAPAR/PR
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Eurípedes Menezes, S/N, Armazém 1M, Sala J, QD 004, Lote 014E, Parque Industrial Vice Presidente José Alencar,
CEP 74.993-540 Aparecida de Goiânia/GO - CNPJ: 05.280.269/0002-73. Número de registro do estabelecimento no
Estado: 2542/2019 - AGRODEFESA/GO
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Ronald Tkotz, 9916, Lote 27 km 2, Distrito Industrial Doutor Jehovah Almeida Gomes CEP: 86.192-171 Cambé/PR
CNPJ: 05.280.269/0005-16. Número de registro do estabelecimento no Estado: 1007845 ADAPAR/PR
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Ronat Walter Sodre, n.º 2800 - Sala 07, Parque Industrial, CEP: 86200-000 Ibiporã/PR
CNPJ: 05.280.269/0006-05.
Número de registro do estabelecimento no Estado: 1007910 ADAPAR/PR
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Constante Pavan, 4633 – Armazém 1G, Betel, CEP: 13.148-198 Paulínia/SP
CNPJ 05.280.269/0004-35.
Número de registro do estabelecimento no Estado: 4815 – CDA/SP
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida das Indústrias, 2.020 - armazém 7 - Ouro Preto - CEP: 99500-000 - Carazinho/RS
CNPJ: 05.280.269/0007-88
Número de registro do estabelecimento no Estado: 97/22 SEAPA/RS
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua C, 286 - armazém S - Ondumar Marabá - Luís Eduardo Magalhães/BA. CEP: 47852-732
CNPJ: 05.280.269/0008-69
Número de registro do estabelecimento no Estado: 135322 ADAB/BA
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Projetada, nº 150, Armazém 1V, Distrito Industrial, CEP 78099-899 - Cuiabá/MT
CNPJ: 05.280.269/0003-54.
Número de registro do estabelecimento no Estado: 21581 INDEA/MT
Rev20250729
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR-50, KM 185, s/n, Galpão 35, Jardim Santa Clara, CEP: 38.038-050 Uberaba/MG
CNPJ: 05.280.269/0009-40. Número de registro do estabelecimento no Estado: 7839784 IMA/MG
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
A Rodovia dos Imigrantes KM 05, S/N, Galpão 01 Sala 07, CEP 78.099-899 Cuiabá/MT
CNPJ: 05.280.269/0015-98. Número de registro do estabelecimento no Estado: 34325 INDEA/MT
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Est de Aparecidinha, S/N Galpão 08 ao12 e 14 ao 18, CEP 13.314-010 – Varejão, Itu/SP
CNPJ: 05.280.269/0016-79. Número de registro do estabelecimento no Estado: 4453 CDA/SP
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia MS 156, Km 7,5, Lado Esquerdo - Sala 16 - Zona Rural – CEP: 79.849-899 Dourados/MS
CNPJ: 05.280.269/0010-83. Número de registro do estabelecimento no Estado: 03.01.148-2024 IAGRO/MS
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Bernardo Sayao - 650 - Chácara 231 A – CEP: 77.816-212 - Araguaína/TO
CNPJ: 05.280.269/0011-64. Número de registro do estabelecimento no Estado: 01/0241 ADAPEC/TO
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR 364, 6355 Lote 11ab-1/2-A Gleba 04 - P.A.D. Marechal Dutra – CEP: 76870970, Ariquemes/RO. CNPJ:
05.280.269/0012-45. Número de registro do estabelecimento no Estado:
0122803 IDARON/RO
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua A, nº 01, Complemento: lote 1a - Quadra A, Sala 02 A Distrito Industrial – CEP: 65.800-000 - Balsas/MA
CNPJ: 05.280.269/0013-26. Número de registro do estabelecimento no Estado: 1280 AGED/MA
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° do
Decreto N° 7.212, de 15 de junho de 2010)
Produto Inflamável
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – MUITO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
COR DA FAIXA: AZUL (Azul PMS Blue 293 C)
Rev20250729
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO
TORA; VERSO TM é um inseticida organofosforado, com ação de contato e ingestão, apresentado sob a forma de
concentrado emulsionável, indicado para o controle das seguintes pragas:
CULTURAS, PRAGAS CONTROLADAS, DOSES DE APLICAÇÃO, ÉPOCA DE APLICAÇÃO, VOLUME DE CALDA,
MODO E NÚMERO DE APLICAÇÃO:
PRAGA DOSE
VOLUME DE
INGREDIENTE NÚMERO DE
NOME COMUM PRODUTO ÉPOCA DE APLICAÇÃO CALDA
CULTURA ATIVO APLICAÇÃO
(NOME CIENTÍFICO) COMERCIAL (L/ha)
(g i.a./ha)
Aplicar quando encontrar em média
1 (uma) lagarta por planta quando a
Máximo de 3
cultura não tiver "maçãs" abertas.
Curuquerê aplicações por ciclo
0,75 a 1,5 L/ha 750 a 1500 da cultura
(Alabama argillacea) Aplicar quando encontrar em média
2 (duas) lagartas por planta e a
cultura já possuir "maçãs" abertas.
Sob alta pressão
(até 5% das
estruturas de
frutificação
danificadas) de
infestação do
100 a bicudo, baseado no
300 monitoramento e
histórico da área,
Iniciar as aplicações quando (Aplicação utilizar 3 aplicações
encontrar 5% das estruturas de Terrestre) de 2,0 L/ha.
Bicudo
1,0 a 2,0 frutificação danificadas, fazendo Sob baixa pressão
ALGODÃO (Anthonomus 1000 a 2000
L/ha baterias de três aplicações com (entre 1% e 3% das
grandis) intervalo de 7 dias entre estruturas de
frutificação
aplicações. 20 a 40 danificadas) de
(Aplicação infestação do
bicudo, baseado no
Aérea) monitoramento da
praga, utilizar até 6
aplicações com 1,0
L/ha.
Aplicação terrestre
ou aérea.
Aplicar quando forem observados
pulgões vivos ou ao se
Máximo de 3
Pulgão das observarem folhas
0,5 a 1,0 aplicações por ciclo
inflorescências 500 a 1000 encarquilhadas pela ação do da cultura
L/ha inseto no monitoramento. Manter
(Aphis gossypii)
o monitoramento e reaplicar caso
necessário.
Efetuar uma aplicação no início da
Cigarrinha do
infestação das pragas. Repetir a
pedúnculo (Aethalion
aplicação em caso de
reticulatum) reinfestação.
Fazer a aplicação quando cerca
Bicho furão 150 mL/100 L de 2% dos frutos do talhão
150
(Ecdytolopha água estiverem atacados. Repetir caso 2000
aurantiana) for necessário. Utilizar o volume (Aplicação
máximo de calda por 2000 L/ha.
Terrestre)
Efetuar uma aplicação no início da
Tripes
infestação das pragas. Repetir a Máximo de 3
(Heliothrips
CITROS aplicação em caso de aplicações por
haemorrhoidalis) reinfestação. ciclo da cultura
As aplicações devem ser
iniciadas durante a fase de 20 a 40
Mosca das frutas 200 mL/ 100 L
200 inchamento do fruto, quando (Aplicação
(Ceratitis capitata) de água
se constatar a presença da mosca Aérea)
através do monitoramento.
Aplicar quando for constatada a
presença da praga (adultos e/ou
ninfas). Utilizar volume de calda
Psilídio (Diaphorina 150 mL/100 L
150 de 2000 L/ha. Caso seja
citri) de água necessário, fazer mais uma
aplicação, respeitando-se o
intervalo de segurança.
Rev20250729
Aplicar quando for constatada a
Pulgão lanígero
praga. Se necessário, alternar
(Eriosoma
as aplicações com inseticidas
lanigerum)
de outros modos de ação.
600 a
100 mL/100 L Máximo de 3
1000
MAÇÃ 100 aplicações por
Piolho de São José de água (Aplicação
ciclo da cultura
(Quadraspidiotus Terrestre)
perniciosus) Pulverizar no início do
aparecimento das pragas.
Besouro de Limeira
(Sternocolaspis
quatuordecimcostata)
Iniciar as aplicações durante a
Mosca das frutas 200 mL/100 L fase de inchamento do fruto,
(Anastrepha obliqua) 200 quando se constatar a presença
de água
(Ceratitis capitata) da mosca através do
monitoramento.
Pulgão da falsa
crespeira 100 mL/100 L Pulverizar no início do
100 600 a
(Anuraphis de água aparecimento da praga. Máximo de 3
schwartzi) 800
PÊSSEGO aplicações por
(Aplicação
ciclo da cultura
Terrestre)
A aplicação deve ser feita no
início da infestação da praga.
150 mL/100 L Como o inseto tem preferência
Mariposa oriental
150 de atacar os ponteiros novos e
(Grapholita molesta) de água
os frutos do pessegueiro, a
pulverização deve ser focada
nessas regiões.
Iniciar as aplicações assim que
for constatada a presença da
praga. Reaplicar em caso de
reinfestação.
Pulgão da couve
(Brevicoryne Em caso de pressão elevada e
brassicae) condições favoráveis para 400 a
150 mL/100 L Máximo de 3
disseminação do inseto, 600
REPOLHO 150 aplicações por
de água intercalar as aplicações com (Aplicação
ciclo da cultura
inseticidas de diferentes Terrestre)
mecanismos de ação.
Vaquinha verde
Aplicar no início da infestação,
amarela
reaplicando caso necessário.
(Diabrotica speciosa)
Aplicar quando se detectar
desfolha de cerca de 30% no
período vegetativo da cultura,
Lagarta da soja
e/ou desfolha de 15% no
(Anticarsia
período reprodutivo, ou
gemmatalis) 100 a 200
presença de 20 a 30 lagartas
(Aplicação
grandes (>1,5 cm) por pano de
Terrestre)
batida. Máximo de 3
SOJA 1,0 L/ha 1000 aplicações por
Aplicar quando se detectar de 2 ciclo da cultura
a 4 percevejos por pano de 20 a 40
batida (ninfas grandes e (Aplicação
adultos). Sob nível populacional Aérea)
Percevejo Marrom
maior ou no caso de
(Euschistus heros)
reinfestação, realizar aplicação
em bateria ou então
intercalando com produto de
diferente mecanismo de ação.
Rev20250729
Aplicar quando for constado
Vaquinha verde 100 mL/100 L dano nas folhas e tiver presença
amarela 100
de água da praga. Reaplicar em caso de
(Diabrotica speciosa)
reinfestação.
Pulverizar quando os frutos
Broca pequena do
150 mL/100 L estiverem pequenos. Garantir
fruto 400 a
150 boa cobertura do produto, Máximo de 3
(Neoleucinodes de água 600
TOMATE principalmente no local da aplicações por
elegantalis) (Aplicação
postura (sépalas). ciclo da cultura
Terrestre)
Aplicar quando forem
observadas formas aladas, ou
100 mL/100 L na presença de colônias nas
Pulgão verde
100 folhas. Reaplicar em caso de
(Myzus persicae) de água
reinfestação, intercalando com
produtos de diferentes
mecanismos de ação.
i.a.: ingrediente ativo
MODO DE APLICAÇÃO:
Utilizar equipamento manual ou motorizado terrestre e pulverização aérea.
PULVERIZAÇÃO TERRESTRE
Algodão, Citros, Maçã, Pêssego, Repolho, Soja e Tomate:
- Utilizar pulverizador costal (manual ou motorizado) ou pulverizador tratorizado, munido de barra com bicos
tipo leque ou cônicos recomendados para inseticidas de contato, ou outros tipos de equipamentos.
- Regular o equipamento de acordo com as indicações do fabricante dos bicos, visando obter uma cobertura
uniforme de toda a parte aérea das plantas.
- Diâmetro de gotas: ajustar para cada volume de aplicação (litros de calda/ha) para proporcionar a adequada
densidade de gotas sob condições climáticas adequadas.
- Manter em funcionamento, durante toda a aplicação, o sistema de agitação do produto no interior do tanque.
- Nas culturas de citros, maçã e pêssego utilizar turbo atomizador, equipado com os bicos apropriados.
- Também é possível empregar pistolas modelo FIX, com pressão de trabalho em torno de 300 libras/pol2 e vazão
de 1,5 a 2,2 litros/min.
PULVERIZAÇÃO AÉREA
Algodão, Citros e Soja:
- Para todas as culturas indicadas utilizar aeronaves equipadas com barra e bicos tipo cônico com pontas de D6
a D12 disco (core) inferior a 45º ou atomizador rotativo Micronair;
- Volume de aplicação: 20 a 40 litros/ha;
- Altura de voo: com barra de 4 a 5 m do alvo desejado;
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15m;
- Tamanho/densidade de gotas: 100 - 120 micra com mínimo de 40 gotas/cm²;
- Manter em funcionamento, durante toda a aplicação, o sistema de agitação do produto no interior do tanque.
- Condições climáticas: efetuar observações locais visando evitar deriva e evaporação do produto. Evitar aplicar
nas horas mais quentes e na presença de ventos fortes.
- Umidade relativa do ar: em torno de 60%;
- Velocidade do vento: no máximo 10 km/hora;
- Providenciar sempre cobertura uniforme de pulverização das plantas.
Rev20250729
INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA INTERVALO DE SEGURANÇA
Algodão 7 dias
Citros 7 dias
Maçã 7 dias
Pêssego 7 dias
Repolho 7 dias
Soja 21 dias
Tomate 3 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a
aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção (EPI) recomendados
para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Não aplicar durante período de floração das culturas.
- Não aplicar a uma distância inferior a 20 metros de corpos d’água.
- Não há restrições de uso além de seguir criteriosamente as recomendações de uso do produto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: (De acordo com
as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana ANVISA/MS).
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide modo de aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum
mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR, recomenda as
seguintes estratégias de manejo de resistência, visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
• Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em
gerações consecutivas da praga.
• Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
• Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas.
• Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. Controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo
Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-
BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).
GRUPO 1B INSETICIDA
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado
de Pragas (MIP), quando disponível.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação
de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure
rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
crianças e de animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas,
avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza,
conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando
por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
máscara com filtro combinado classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de maneira a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o
produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições
climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras pessoas também entre
em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando
por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado
classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do
período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do
término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante
a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com
mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental,
botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
Rev20250729
Nocivo se inalado.
Nocivo se ingerido.
ATENÇÃO
Pode ser nocivo em contato com
a pele.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Inalação: ATENÇÃO: NOCIVO SE INALADO. Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto
e ventilado.
Ingestão: ATENÇÃO: NOCIVO SE INGERIDO. Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver
indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Pele: ATENÇÃO: PODE SER NOCIVO EM CONTATO COM A PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios
(cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo
menos 15 minutos.
Olhos: Em caso de contato com os olhos, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR TORA; VERSO TM (MALATIONA 1000 EC)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico
Malationa: Organofosforado (OP)
Solvente de Nafta de Petróleo, aromático leve: Hidrocarboneto aromático.
Classe toxicológica
CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposição Dérmica, inalatória, oral e mucosa.
Toxicocinética Malationa: é absorvida através da pele, pelo trato respiratório e gastrointestinal, e
muitas vezes sua absorção é favorecida pelos solventes presentes na formulação. As
principais vias de exposição são a respiratória e a cutânea. A absorção cutânea é maior
em temperaturas elevadas ou quando existem lesões na pele. Após absorvida a
Malationa e seus produtos de biotransformação são rapidamente distribuídos por todos
os tecidos. Não existem evidências de bioacumulação. Para ser ativa com agente
anticolinesterásico, a Malationa precisa de sua conversão para Malaoxona (1000 vezes
mais ativo) pelo sistema mono oxidase microssomial hepático. No entanto, a Malationa
é menos tóxica para humanos que a maioria dos agentes anticolinesterásicos, devido a
sua metabolização no fígado a compostos menos tóxicos e mais polares (que são
eliminados facilmente do organismo) ser mais rápida que sua conversão a Malaoxona.
Em ratos a eliminação ocorre principalmente através da urina (80 – 90%) e das fezes
(6%), sendo que 80 a 90% da dose absorvida são eliminadas em 48 horas. Uma
pequena proporção destas substâncias e de suas formas ativas (oxons) é eliminada sem
modificação na urina.
Solvente de Nafta de Petróleo, aromático leve: A principal via de exposição para a
maioria dos indivíduos é a inalação. Hidrocarbonetos aromáticos de cadeia curta tendem
a atravessar a membrana alveolar para a circulação sanguínea e são transportados em
minutos para o sistema nervoso central, ao contrário de compostos de cadeia longa que
exercem seu efeito de forma local. Esses compostos de cadeia longa são metabolizados
aos álcoois correspondentes e a excreção se dá principalmente por via urinária, com um
tempo de meia-vida de aproximadamente 46 horas. A eliminação das substâncias de
cadeia curta em humanos e animais é usualmente rápida e ocorre principalmente através
do trato respiratório. A absorção pode ocorrer através da superfície da pele ou via folículos
pilosos, porém assim como a ingestão, contribui pouco para toxicidade em relação a
outras vias de exposição, como a via inalatória.
Rev20250729
Toxicodinâmica Malationa: inativa as enzimas acetilcolinesterase (AChE) na fenda sináptica, elevando
os níveis de acetilcolina, causando síndrome colinérgica aguda com o surgimento de
sinais e sintomas muscarínicos e nicotínicos, no Sistema Nervoso Central (SNC) em
processo que leva de 24 a 48 horas.
Com a administração de Atropina ocorre a diminuição do organofosforado no receptor
e, consequentemente, aumenta os níveis de acetilcolina retirando o processo tóxico.
Solvente de Nafta de Petróleo, aromático leve: Não são conhecidos os mecanismos
de toxicidade do produto para humanos. Em geral, após absorção, hidrocarbonetos de
cadeia curta são preferencialmente oxidados pela enzima CYP450 a mono ou di-álcoois
secundários na posição ômega-1. Hidrocarbonetos de cadeia média e longa são
oxidados a álcoois primários no átomo de C terminal. Isômeros ramificados são
oxidados em ambas as posições, os compostos alicíclicos no anel a álcoois
secundários. Após, uma conjugação do grupamento OH com ácido glicurônico ou
oxidações adicionais a cetonas ou aldeídos e ácidos geralmente ocorrem para posterior
eliminação pelo organismo. Ácidos graxos n-alquilados originários do processo também
estão sujeitos a oxidação.
Sintomas e sinais Toxicidade Aguda: Os efeitos podem ocorrer minutos a horas após a exposição. Efeitos
clínicos sistêmicos podem aparecer minutos após a inalação de vapores/aerossóis. Os sintomas
duram entre 24-48 h.
Grupos de risco: menores de 18 anos, grávidas, etilistas, portadores de doenças do
SNC (epilepsia), psiquiátricas, endócrinas, pulmonares (asma, tuberculose, doenças
crônicas), hepáticas, renais, gastrointestinais (úlcera, gastroenterocolite) e oftálmicas
(conjuntivite crônica e ceratite).
Quadro de manifestações clínicas segundo local afetado e tipo de receptor:
Alvo (receptor) Sítios Afetados Sinais e Sintomas
SN autônomo Glândulas Hipersecreção (sialorréia,
Parassimpático Exócrinas lacrimejamento e transpiração).
Fibras nervosas
Miose puntiforme, ptose palpebral,
pós- ganglionares-
visão turva, hiperemia conjuntival e
receptores Olhos
“lágrimas de sangue”.
muscarínicos
Sistema Náuseas, vômitos, diarreia, dor
Gastrointestinal abdominal, rigidez, tenesmo e
incontinência fecal.
Hipersecreção brônquica, rinorréia,
SN Para Sistema rigidez torácica, broncoespasmo,
(Muscarínico) Respiratório tosse, dispneia, bradipnéia e cianose.
Sistema Cardio Bradicardia, hipotensão, hipovolemia
e choque.
Sistema Urinário Incontinência urinária.
Sistema Taquicardia e hipertensão
SN Para/Sim
(podem ser alterados pelos efeitos
(nicotínicos) Cardiovascular muscarínicos).
Fasciculações, hiporreflexia,
Somático- motor fraqueza, paralisia, tônus
(nicotínicos) flácido/rígido, cólicas, tremores,
agitação, hiperatividade motora,
parada respiratória e óbito.
Músculos
Esqueléticos
Rev20250729
Sonolência, letargia, confusão
mental, fadiga, labilidade emocional,
perda de concentração, cefaleia,
Cérebro Sistema Nervoso coma, ataxia, tremores, convulsões,
Central “respiração de Cheyne Stokes” e
depressão dos centros respiratório e
cardiovascular.
Óbito: Deve-se à insuficiência respiratória (por broncoconstrição, hipersecreção
pulmonar, paralisia da musculatura e depressão do centro respiratório), depressão do
SNC, crises convulsivas e arritmia. Mortalidade tardia é associada à insuficiência
respiratória secundária a infecção (pneumonia/sepse), complicações da ventilação
mecânica prolongada e tratamento intensivo ou por arritmia ventricular tardia.
Toxicidade crônica:
Síndrome Aparece 1 – 4 dias após a resolução da crise aguda. É
Intermediária caracterizada por paresia dos músculos respiratórios, face,
pescoço e regiões proximais dos membros, pares cranianos,
e hiporreflexia. A crise cede após 4-21 dias de assistência
ventilatória, mas pode durar meses.
Neuropatia Aparece em 14 – 28 dias após exposições agudas e intensas
Retardada e é desencadeada por dano aos axônios de nervos
(rara) periféricos e centrais. Ocorrem paresias ou paralisias
simétricas de extremidades, sobretudo inferiores, durando
semanas a anos.
Outros Efeitos Pode ocorrer um déficit residual de natureza
sobre o SNC neuropsiquiátrica com depressão, ansiedade, irritabilidade e
comprometimento da memória, concentração e iniciativa.
Outros Efeitos Nefropatia por imunocomplexos tem sido descrita depois de
semanas de exposição. A Malationa produziu mutações
em três tipos diferentes de células humanas em cultura,
incluindo leucócitos e linfócitos, mas sem relação à dose.
Não é considerada carcinogênica para humanos (grupo 3
IARC). É suspeita de ser um desregulador endócrino.
As impurezas da Malationa Técnica, tais como o O,S,S-trimetil- fosforoditiolato
(TMPD) e a Isomalationa, potencializam fortemente a toxicidade em mamíferos. Essa
potencialização é atribuída à inibição da carboxilesterasa sérica e hepática. Outra
impureza, O,S,S-trimetil-fosforotioato (TMP), provou ser altamente tóxica
(mortalidade).
Solvente de Nafta de Petróleo, aromático leve: A exposição ao vapor ou ao líquido
pode produzir dermatite, irritação das mucosas e do trato respiratório. Tosse,
sensação de sufocamento, dificuldade respiratória e engasgo são frequentemente
notados após a ingestão e a exposição aos vapores. Em casos mais graves, pode
ocorrer pneumonite química com edema pulmonar e presença de infecção com
características espumosas e hemorrágicas provenientes do pulmão, evoluindo
possivelmente a uma pneumonia bacteriana em casos complicados. Desconforto
epigástrico, náusea, vômito, diarreia são sintomas gastrintestinais que podem
desaparecer em até 48 horas após a ingestão em casos sem complicações.
Depressão do sistema nervoso central, letargia, vertigem, dor de cabeça, fadiga,
tontura, convulsões e coma também podem ser observados em exposições
prolongadas.
Rev20250729
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação e de quadro clínico compatível, associado
ou não à queda na atividade da enzima COLINESTERASE no sangue (Duvidoso = 30%,
deve ser repetido; Intoxicação leve = 50 – 60%; Intoxicação moderada = 60 – 90%;
Intoxicação grave = 100%).
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente
imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial.
Diagnóstico A dosagem basal e periódica da colinesterase sanguínea em manipuladores do produto
é obrigatória. A atividade de colinesterase é derivada da ação de duas enzimas: a)
Colinesterase Eritrocitária ou Autil-colinesterase – AcchE ou “Colinesterase Verdadeira”
(na membrana dos eritrócitos; correlaciona mais com a clínica) e b) Colinesterase
Plasmática ou Butiril-colinesterase – BuChe ou “Pseudocolinesterase” (mais sensível).
Tratamento: As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a
adequada oxigenação do intoxicado, devem ser realizadas concomitantemente ao
tratamento medicamentoso e a descontaminação:
- O cuidado fundamental é o controle das vias aéreas, adequada oxigenação e aplicação
de respiração assistida, quando necessário.
- Desde que o produto atua rapidamente, interromper a exposição tão logo os sintomas
apareçam pode prevenir a intoxicação grave.
1. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades
Tratamento e orifícios) e cabelos com bastante água fria e sabão;
2. Após exposição ocular irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água por, no
mínimo, 15 minutos evitando contato com a pele e mucosas;
3. Em caso de ingestão recente (menos de uma hora) e em grande quantidade,
proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas em
posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
Controlar as convulsões antes. Após a lavagem gástrica, administrar Carvão Ativado (50
-100 g em adultos; 25 – 50 g em crianças de 1 a 12 anos; e 1 g/kg em menores de um
ano) diluído em água na proporção de 30 g de carvão para 240 mL de água;
4. Não induzir vômito devido ao risco de aspiração;
Rev20250729
5. Emergência, suporte e tratamento sintomático: Manter vias aéreas permeáveis,
usar intubação orotraqueal quando necessário, aspirar secreções e oxigenar. Atenção
especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Quando necessário,
instituir respiração assistida. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, etc.;
6. Convulsões: Indicado Benzodiazepínicos IV: Diazepam: em adultos 5 – 10 mg; em
crianças 0,2 – 0,5 mg/kg. Repetir a cada 10 a 15 minutos ou Lorazepam: em adultos 2 –
4 mg; em crianças 0,05 – 0,1 mg/kg. Considerar Fenobarbital ou Propofol se houver
ocorrência de convulsões.
Antídotos:
Sulfato de Atropina: Só deverá ser administrado na vigência de sintomatologia e por
pessoal qualificado. Age apenas nos sintomas muscarínicos, agudos ou crônicos. A
Atropina não reativa a enzima Colinesterase nem acelera a metabolização do produto,
mas é um bom agente em intoxicações por organofosforados e carbamatos.
Dose em adultos: 2 – 5 mg a cada 10 – 15 minutos;
Dose em crianças: 0,05 mg/kg a cada 10 – 15 minutos, via IV ou IM (se a IV não for
possível), ou via tubo endotraqueal.
Utiliza-se nebulização com Atropina para tratar angústia respiratória (diminui as
secreções bronquiais e melhora a oxigenação). A atropinização poderá ser requerida por
horas ou dias. A Atropina não deve ser suspensa abruptamente pelo risco de recirculação
do produto e retorno da sintomatologia, devendo ser espaçada até a retirada total.
Oximas-Pralidoxima (2-PAM): É o antídoto específico para organofosforados, mas deve
ser usado somente associado à Atropina. Trata intoxicações moderadas / graves,
sendo mais efetivo se administrado nas primeiras 48 horas. Administrar até 24 horas após
o desaparecimento dos sintomas. Os organofosforados inibem a Achase por fosforilação.
A pralidoxima reativa a Achase por remover o grupo fosforil deslocando o
organofosforado, o que justifica coleta de amostra de sangue heparinizado prévia sua
administração, para estabelecimento da efetividade do tratamento. Age nos sítios
afetados (muscarínicos, nicotínicos e no SNC).
Dose em adultos: Bolo de 1 – 2 g de 2-PAM/100 Ml de solução salina 0,9% em 15 a 30
minutos. Seguir com infusão de 0,5 – 1 g/hora em solução a 2,5%. Dose em crianças:
Iniciar com 20 – 50 mg/kg (máximo: 2 g/dose) em solução salina 0,9% a 5%, e seguir
com infusão de 10 – 20 mg/kg/h.
A dose inicial pode ser repetida em uma hora e logo a cada 3 – 8 horas se persistirem as
fasciculações / fraqueza.
Recomendável infusão contínua. Porém, a variabilidade nas respostas clínicas obitdas
após a sua utilização e a ausência de um regime de dosagem definido faz com que as
oximas levantem controvérsias em relação a sua eficácia. É indicada a hospitalização do
paciente por pelo menos 24 horas para observar a recorrência de sintomas durante a
atropinização.
CUIDADOS PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS
SOCORROS:
- EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto. Usar
equipamento de reanimação manual (Ambú).
- Usar equipamento de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com
o produto.
O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração. As seguintes
drogas são contraindicadas: outros agentes colinérgicos, succinilcolina, morfina,
Contraindicações
teofilina, fenotiazinas e reserpina.
Aminas adrenérgicas devem ser usadas apenas quando há marcada hipotensão.
Efeitos das
Efeito sinérgico com outros organofosforados ou carbamatos.
Interações químicas
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Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento,
ligue para o Disque intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
ATENÇÃO
As intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450
Endereço Eletrônico da Empresa: www.rainbowagro.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@rainbowagro.com
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide dados relativos à “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro de informações médicas.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
• DL50 oral em ratos: > 300 mg/kg pc.
• DL50 dérmica em ratos: > 4.000 mg/kg pc.
• CL50 inalatória em ratos (4 h) = 2,711 mg/L
• Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: os três animais apresentaram eritema na avaliação de 1 hora com
regressão em 24 horas, finalizando o estudo em 72 horas.
• Corrosão/Irritação ocular em coelhos: no estudo foi observado irite no animal 1 na avaliação de 1 hora, hiperemia
nos três animais nas avaliações de 1, 24 e 48 horas; quemose na avaliação de 1 hora nos três animais e no
animal 1 na avaliação de 24 horas. Houve regressão das reações na avaliação de 72 horas.
• Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante.
• Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
Efeitos Crônicos:
Malationa: O NOEL é igual a 5 ppm em ensaio crônico conduzido com ratos.
Solvente de Nafta de Petróleo, aromático leve: Os resultados de um estudo de neurotoxicidade subcrônica (3
meses) e estudo de toxicidade crônica de um ano (6 horas/dia, 5 dias/semana) indica que os efeitos da exposição
inalatória a solventes hidrocarbonetos aromáticos C9 em termos de toxicidade sistêmica são leves. Redução transitória
de peso, porém sem efeitos neuropatológicos ou neurocomportamentais no grupo exposição na dose mais elevada
(6500 mg/m3) foram observados. Não estão disponíveis testes de toxicidade crônica com hidrocarbonetos aromáticos
C9 pela via oral. Ensaios de toxicidade oral dose-repetida em períodos de 14 dias a 3 meses com compostos de
estrutura química similar evidenciam efeitos como aumento no peso do fígado e rins, alterações na contituição química
do sangue, aumento da salivação e decréscimo do ganho de peso corporal. As alterações de peso nos órgãos parece
estar associada a uma fução adaptativa do organismo e não está acompanhada de efeitos histopatológicos. As
alterações sanguíneas parecem esporádicas e sem padrão associado. Resultados de um estudo de toxicidade
reprodutiva e no desenvolvimento para três gerações de ratos indicam efeitos limitados de hidrocarbonetos aromáticos
C9 pela via inalatória. Em cada uma das três gerações (F0, F1 e F2), os ratos foram expostos ao produto via inalatória
a doses de 0, 100, 500 ou 1500 ppm, por um período de 10 semanas antes e duas semanas durante o acasalamento
por 6 horas/dia, 5 dias/semana. Os machos F0 demonstraram decréscimo estatisticamente e biologicamente
significativo na média de peso corporal em torno de 15% nas doses de 1500 ppm, para fêmeas F0 o decréscimo foi de
13%, para machos F1 o decréscimo foi de 22% e para fêmeas F1 foi de 13% e efeitos na atividade locomotora. Para
a geração F2 o decréscimo no peso corporal foi estatisticamente muito menor que os controles, em torno de 33% para
machos e 28% para fêmeas. Baseado nestes resultados, o LOAEC para toxicidade sistêmica é estimado em 495 ppm
(2430 mg/m3). Não foram observadas alterações patológicas nos órgãos reprodutivos dos animais das gerações F0,
F1 e F2. Nenhum efeito foi registrado na morfologia dos espermatozóides, período gestacional, número de sítios de
implantação ou perdas pós-implantação em qualquer uma das gerações.
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Também não foram observadas diferenças estatisticamente ou biologicamente significantes em qualquer um dos
parâmetros reprodutivos, incluindo número de acasalamentos, índice de copulação, intervalo de copulação, número
de ninhadas, número de ninhadas vivas ou fertilidade dos machos nas gerações F0 e F2. A fertilidade dos machos foi
reduzida nos ratos da geração F1 na dose de 1500 ppm, entretanto, devido à ausência de efeitos sobre as gerações
F0 e F2, esta alteração pode não ser atribuída diretamente à substância teste. Entre as fêmeas, nenhum efeito
reprodutivo foi observado nas gerações F0 e F1 expostas a 1500 ppm. Devido à excessiva mortalidade na geração F2
nesta dose, uma completa avaliação não foi possível. Entretanto, nenhum sinal claro de toxicidade reprodutiva foi
observado. Desta forma, excluindo-se a análise da mais elevada concentração devido à excessiva mortalidade dos
animais, o valor de NOAEC reprodutivo é considerada 495 ppm. Um potencial efeito no desenvolvimento (redução no
peso médio e no ganho de peso dos filhotes) foi observado na concentração que foi também associada à toxicidade
materna.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no
período de maior visitação das abelhas; - Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses
recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação
da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de
povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequada disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de
produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas
Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Rainbow Defensivos Agrícolas LTDA. - telefones de
emergência: (11) 3526-3526 e SUATRANS - CECOE: 0800 117 2020.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e
máscara com filtros).
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d´água.
Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em
recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o
registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um
recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
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Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental
mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções
do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento
para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção
Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo- a na posição vertical durante
30 segundos.
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume.
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos.
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador.
- Faça esta operação três vezes.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador. - Acione o mecanismo para liberar o
jato de água.
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador. - Inutilize a embalagem plástica ou metálica,
perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque
de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de
água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador. - Inutilize a embalagem plástica ou
metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em
caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens
vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto
não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução
da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução
para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
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EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado,
ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E
RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone
indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com
câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pela Agência de Defesa Agropecuária do
Paraná - ADAPAR, o produto TORA possui restrição de uso para o alvo Diaphorina citri na cultura de Citros.
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V.03_05-12-2022
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