Tiofanil SNB
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Uberaba/MG
Fungicida
clorotalonil (isoftalonitrila) (425 g/L) + tiofanato-metílico (benzimidazol (precursor de)) (170 g/L)

Informações

Número de Registro
16624
Marca Comercial
Tiofanil SNB
Formulação
FS - Suspensão Concentrada p/ Trat. Sementes
Ingrediente Ativo
clorotalonil (isoftalonitrila) (425 g/L) + tiofanato-metílico (benzimidazol (precursor de)) (170 g/L)
Titular de Registro
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Uberaba/MG
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Sistêmico/Contato
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Amendoim
Aspergillus flavus
Fungo-de-pós-colheita; Podridão-dos-grãos-armazenados
Amendoim
Penicillium spp.
Fungo-de-armazenamento
Amendoim
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Feijão
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Mamão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Mamão
Fusarium pallidoroseum
Fusariose
Mamão
Sclerotinia sclerotiorum
Podridão de esclerotínia
Melancia
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Melancia
Fusarium pallidoroseum
Fusariose
Melancia
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Melão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Melão
Fusarium pallidoroseum
Fusariose
Melão
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Soja
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia

Conteúdo da Bula

                                    BULA AGROFIT_Ago 2024_Rev00



                                                    TIOFANIL® SNB
                      Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – sob o no 16624

COMPOSIÇÃO:
Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL) .................................................. 425 g/L (42,50% m/v)
Dimethyl 4,4’-(o-phenylene)bis(3-thioallophanate)(TIOFANATO-METÍLICO) ......170 g/L (17,00% m/v)
Outros ingredientes .............................................................................................. 675 g/L (67,50% m/v)

                 GRUPO                                           B1                                     FUNGICIDA
                 GRUPO                                           M5                                     FUNGICIDA

CONTEÚDO: Vide rótulo.

CLASSE: Fungicida sistêmico de contato
GRUPO QUÍMICO: Isoftalonitrila e Benzimidazol (Precursor de)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)

TITULAR DO REGISTRO:
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, CEP: 38044-755 - Uberaba / MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972
Fone: (34) 3319-5550 - Fax: (34) 3319-5570 – Email: contato@snbrasil.com.br

FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS:
THIOPHANATE METHYL TÉCNICO – Registro MAPA nº 01400
Anhui Guangxin Agrochemical Co., Ltd
Caijiashan Pengcun Village 242235, Xinhang Town, Guangde, Anhui, China

FarmHannong Co., Ltd.
131, Haean-ro, Danwon - gu, Ansan-si, Gyeonggi-do, Coréia do Sul

Jiangsu Lanfeng Biochemical Co., Ltd
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, 221400, Jiangsu, China

Rallis Índia Limited
3301, GIDC Industrial Estate, Ankleshwar, 393002 - District Bharuch, Gujarat, Índia

TIOFANATO METÍLICO TÉCNICO SUP – Registro MAPA nº 2619
Anhui Guangxin Agrochemical Co. Ltd
Caijiashan Pengcun Village, 242235, Xinhang Town, Guangde, Anhui – China.

Jiangsu Lanfeng Biochemical Co. Ltd
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, 221400 – Xinyi - Jiangsu – China

CLOROTALONIL TÉCNICO OXON – Registro MAPA n° 011207
Jiangyin Suli Chemical Co.,Ltd.
Nº7, Runhua Road, Ligang Town, Jiangyin City, Jiangsu Province, 214444- China

FORMULADORES:
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, CEP: 38044-755 - Uberaba / MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972
Fone: (34) 3319-5550 - Fax: (34) 3319-5570 – Email: contato@snbrasil.com.br
                                                              BULA AGROFIT_Ago 2024_Rev00



                 No do lote ou da partida:
                 Data de fabricação:         VIDE EMBALAGEM
                 Data de vencimento:

 ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                       CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
            É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                                Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
                              DANO AGUDO

  CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – CLASSE III –
                  PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
                                                                                   BULA AGROFIT_Ago 2024_Rev00




INSTRUÇÕES DE USO:

TIOFANIL® SNB é um fungicida sistêmico e de contato com amplo espectro de ação, do grupo químico
benzimidazol (precursor de) (Tiofanato-metílico) e isoftalonitrila (Clorotalonil).

                              DOENÇAS                                                 NÚMERO, ÉPOCA
 CULTURAS                    Nome comum                         DOSES                 E INTERVALO DE
                           (Nome científico)                                             APLICAÇÃO
                         Podridão-dos-grãos-               250 a 300 ml p.c./
                            armazenados                   100 kg de semente
                          (Aspergillus flavus)
                       Fungo-de-armazenamento                (42,5 + 106,25
    Amendoim
                           (Penicillium spp.)                       a
                                                            51,0 + 127,5 g i.a./
                              Mofo-branco                                               Uso exclusivo no
                                                          100 kg de semente)
                        (Sclerotinia sclerotiorum)                                       tratamento de
                                                                                        sementes, uma
                                                           250 a 350 ml p.c./
                              Mofo-branco                                              única aplicação
     Feijão                                               100 kg de semente
                        (Sclerotinia sclerotiorum)                                   antes da semeadura.

                                                             (42,5 + 106,25
                              Mofo-branco                           a
      Soja                                                 59,5 + 148,75 g i.a./
                       (Sclerotinia sclerotiorum)         100 kg de semente)

i.a. = ingrediente ativo, Tiofanato-metílico + Clorotalonil, respectivamente.
p.c. = produto comercial.

MODO DE APLICAÇÃO:
O tratamento deve ser feito com tambores rotativos manuais/motorizados ou máquinas específicas para
essa finalidade, que possibilite uma distribuição homogênea do produto sobre as sementes sem que
as mesmas sofram qualquer tipo de dano.

Tambor rotativo, Betoneiras: Colocar uma quantidade de sementes com peso conhecido no interior do
equipamento (até 2/3 da capacidade) e adicionar a dose indicada do produto, agitando até se obter a
perfeita cobertura das sementes. O tempo de mistura (agitação) deve ser suficiente para que todo
produto cubra uniformemente as sementes e é variável em função de cada equipamento e da
quantidade de sementes. Atentar para que no final do tratamento, não haja sobra de produto no fundo
do equipamento utilizado.

Máquinas específicas com fluxo contínuo de sementes: O tratamento de sementes pode ser realizado
com diversos modelos de máquinas que operam desta maneira. Observar cuidados especiais com a
manutenção, regulagem e limpeza das unidades dosadoras de produtos, pois restos de produtos secos
nestas unidades podem reduzir a capacidade de volume interferindo na dosagem.

Recomenda-se uma secagem à sombra (local seco e fresco) antes de armazená-las e/ou semeá-las,
quando as sementes estiverem umedecidas em excesso. Para o armazenamento das sementes
tratadas, utilize somente sacos de papel.

Para melhor cobertura das sementes pode-se adicionar água ao TIOFANIL® SNB. O volume total de
calda (produto + água), não deve ultrapassar 500 mL de solução por 100 kg de sementes.
                                                                          BULA AGROFIT_Ago 2024_Rev00


Sempre regule e afira a semeadeira com as sementes já tratadas, as semeadeiras devem ser limpas
periodicamente para evitar o acúmulo de resíduos nas paredes e engrenagens das mesmas. A falta
desta manutenção pode alterar o fluxo das sementes na semeadura e mesmo provocar bloqueio do
equipamento. Evitar que sementes tratadas fiquem descobertas sobre o solo, pois aves podem se
alimentar destas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado devido a modalidade de uso em tratamento de sementes.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Como o produto é destinado ao tratamento de sementes, não há restrições quanto à reentrada de
pessoas em lavouras oriundas de sementes tratadas. Como medida preventiva, recomenda-se o uso
de botas de borracha.

LIMITAÇÕES DE USO:
• A semente tratada deve ser usada unicamente e exclusivamente para o plantio, não podendo ser
   utilizada para consumo humano ou animal.
• Não é recomendado o uso de TIOFANIL® SNB, em tratamento de sementes com o uso de
   ferramentas manuais, ou com o uso de lonas plásticas.
• As embalagens utilizadas para acondicionar as sementes tratadas com TIOFANIL® SNB devem ser
   consideradas rígidas e contaminadas, devendo seguir as orientações para Destinação de
   Embalagens Vazias Rígidas.
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• TIOFANIL® SNB não é fitotóxico às culturas indicadas quando utilizado nas doses recomendadas

Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante
para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No
caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis
máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez
que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em
caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana - Anvisa).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “Modo de Aplicação”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
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INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
      Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos B1 e M5 para o
        controle do mesmo alvo, sempre que possível;
      Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
        agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência
        quando disponíveis, etc;
      Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
      Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
        regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
        fungicidas;
      Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
        patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
        (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-
        br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

             GRUPO                                B1                            FUNGICIDA
             GRUPO                                M5                            FUNGICIDA

O produto fungicida TIOFANIL® SNB é composto por tiofanato-metílico e clorotalonil, que apresentam
mecanismos de ação Montagem de ß-tubulina na mitose e Atividade de contato multi-sítio, pertencentes
aos Grupos B1 e M5, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Fungicidas), respectivamente.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Para o manejo integrado de doenças, recomenda-se a utilização de todas as técnicas apropriadas e
disponíveis para a condução das culturas, no intuito de manter abaixo do nível de dano econômico a
população de organismos nocivos aos cultivos, visando ainda, minimizar os efeitos colaterais deletérios
ao meio ambiente. Dessa forma, dentre as técnicas disponíveis para o manejo integrado de doenças
em culturas, tem-se: O Controle biológico; O uso de cultivares/variedades adequados para a região e
quando possível o uso de cultivares/variedades com tolerância e/ou resistência a determinadas
doenças; O Controle cultural (através do uso de rotação de culturas, época de semeadura adequada
para o cultivo, uso de sementes de alta qualidade sanitária, destruição de restos culturais após a
colheita, manter o cultivo livre de plantas daninhas, condução da lavoura através de adubação
adequada e equilibrada, dentre outros); e Controle químico (através do uso de fungicidas devidamente
registrados e recomendados para o controle de patógenos)

                     DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRECAUÇÕES GERAIS:
 Produto para uso exclusivamente agrícola.
 O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
 Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
 Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
 Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados;
                                                                             BULA AGROFIT_Ago 2024_Rev00


 Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
  com a boca;
 Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
  útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
 Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
  áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
 Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
 Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
  do alcance de crianças e animais;
 Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
  ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila;
 Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
  à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO/ PREPARAÇÃO DA CALDA:
 Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com
   mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
   botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
   orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas
   nitrila;
 Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
   (EPI) recomendados;
 Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES:
• Evite ao máximo possível o contato com as sementes tratadas.;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas.;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que
estiverem sendo tratadas as sementes, ou após a aplicação;
• Utilize adequadamente todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados nas
atividades que envolvam o tratamento das sementes.; e
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe
P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.


PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
 Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
 Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
   de tempo entre a última aplicação e a colheita);
 Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
   sendo aplicado o produto;
 Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
   melhores condições climáticas para cada região;
 Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
   também entrem em contato, com a névoa do produto;
 Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com
   mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
   botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
   mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
                                                                              BULA AGROFIT_Ago 2024_Rev00




PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
 Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os
   avisos até o final do período de reentrada;
 Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
   produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
   (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
 Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
   após a aplicação;
 Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
   de tempo entre a última aplicação e a colheita);
 Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
   para evitar contaminação;
 Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
   trancado, longe do alcance de crianças e animais;
 Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
 Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
   família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
 Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
 Não reutilizar a embalagem vazia;
 No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com
   tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
 Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
   ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
 A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.


                                                    Pode ser perigoso se ingerido
                            PERIGO                  Pode ser perigoso em contato com a pele
                                                    Provoca lesões oculares graves




PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato,
lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no
outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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                 INTOXICAÇÕES POR TIOFANATO-METÍLICO E CLOROTALONIL
                                INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico          Benzimidazol e Isoftalonitrila
Classe toxicológica    CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição      Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética         Tiofanato-Metílico:
                        Em ratos, a absorção gastrointestinal do tiofanato-metílico após a
                       administração de doses de 14 mg/kg p.c. foi rápida e quase completa (88-89%
                       da dose administrada). Uma diminuição da absorção gastrointestinal foi
                       observada com o aumento da dose, após a administração de doses de 170
                       mg/kg p.c.
                       O tiofanato-metílico é amplamente distribuído no organismo. Em ratos, as
                       maiores concentrações da substância foram detectadas no fígado, na tireoide e
                       nos rins. Já em camundongos, as maiores concentrações foram detectadas no
                       fígado e nos rins. Esta substância é amplamente biotransformada no
                       organismo. O principal metabólito identificado na urina de ratos foi o sulfato de
                       5-hidroxicarbendazim (até 42%) e uma menor proporção dos metabólitos 5-
                       hidroxi-tiofanato-metílico e 4-hidroxi-tiofanato-metílico (cerca de 2% cada)
                       também foi identificada. Já nas fezes, os principais metabólitos identificados
                       foram o 4-hidroxi-tiofanato- metílico (6-10%), sulfato de 5-hidroxicarbendazim
                       (2–5%) e o carbendazim (2–3%).
                       O tiofanato-metílico foi identificado na forma inalterada na excreta em uma
                       proporção de 20-24% após a administração repetida de baixas doses e de 50%
                       após a administração de altas doses.
                       Em um estudo de metabolismo humano in vitro, os principais componentes
                       identificados no sangue e no plasma após 2 horas de exposição foram o
                       tiofanato-metílico, o carbendazim e o 5-hidroxicarbendazim.
                       Em ratos, após a administração de baixas doses, o tiofanato-metílico foi
                       rapidamente excretado do organismo. Cerca de 96% da dose administrada foi
                       eliminada dentro de 48h, principalmente através da urina (47%) e da bile (40%)
                       e uma pequena porção através das fezes (7%). Um aumento na excreção
                       através da via fecal foi observado após a administração de altas doses.
                       A meia-vida plasmática após a administração de baixas doses foi de 1,6 a 2,8
                       horas após administração da dose de 13 mg/kg p.c. Após administração de altas
                       doses (140 – 170 mg/kg p.c.), a meia-vida plasmática foi de 2,4 a 7,8 horas. Não
                       foram observadas diferenças significativas entre o perfil toxicocinético de ratos
                       machos e fêmeas. Não houve evidências de bioacumulação da substância

                       Clorotalonil:
                        O clorotalonil é pouco absorvido através da via dérmica (<1% em estudo in vitro
                       em pele humana e aproximadamente 0,16% em estudo in vivo em ratos). Em
                       ratos, a absorção gastrointestinal foi rápida, porém limitada (30-32%), com
                       diminuição da proporção absorvida de acordo com o aumento da dose. O pico
                       de concentração plasmática foi baixo (<1% da dose administrada) e atingido
                       entre 2–9 horas após a administração desta substância.
                       A concentração absorvida foi rapidamente distribuída no organismo de ratos,
                       com as maiores concentrações sendo detectadas nos rins, devido à ligação com
                       proteínas renais.
                       Em ratos, o clorotalonil foi rapidamente biotransformado através da conjugação
                       com a glutationa no trato gastrintestinal e no fígado e, em seguida, após
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                 degradação enzimática, foi convertido nos derivados di- e tri-tióis através de
                 uma série de reações enzimáticas nos rins. Os principais metabólitos urinários
                 são o tri-tiomonocloro isoftalonitrila e di-tiomonocloro isoftalonitrila e seus
                 derivados tio-metílicos correspondentes.
                 A excreção do clorotalonil foi rápida, em ratos, com cerca de 90% da dose
                 administrada sendo excretada nas primeiras 96 horas, principalmente através
                 das fezes (80-90%) e urina (8-12%). Aproximadamente 17-21% da dose
                 administrada foi excretada através da bile, com evidência de circulação entero-
                 hepática. Houve uma redução da proporção excretada pela via biliar e via
                 urinária de acordo com o aumento da dose administrada, evidenciando uma
                 saturação da absorção desta substância.
                 Não há evidência de bioacumulação.
                 O perfil toxicocinético foi similar tanto após administração de dose única quanto
                 após administração de doses repetidas. A excreção apresentou diferença entre
                 machos e fêmeas. Em ratos fêmeas, a excreção biliar foi cerca de 20% menor
                 do que em machos. A excreção urinária em fêmeas foi cerca de 35% maior do
                 que em machos.
Toxicodinâmica   Tiofanato-Metílico
                 Os efeitos genotóxicos do tiofanato-metílico são considerados como um
                 fenômeno de limiar e estão relacionados a produção do metabólito
                 carbendazim. O carbendazim causa alterações no número de cromossomos
                 (aneuplodia) tanto in vitro quanto in vivo (em células somáticas e germinativas)
                 como um resultado de sua interferência no fuso mitótico, através da inibição da
                 polimerização da tubulina, que é uma proteína essencial para a segregação dos
                 cromossomos durante a divisão celular. Assim como o tiofanato- metílico, o
                 metabólito carbendazim também não causa mutações gênicas ou aberrações
                 cromossômicas estruturais.
                 Efeitos na tireoide (hipertrofia, hiperplasia, aumento de peso, alteração nos
                 níveis hormonais) observados em estudos em ratos e cães são provavelmente
                 devidos à inibição da enzima tireoperoxidase, que é uma enzima envolvida na
                 síntese de hormônios tireoidianos, em combinação com a indução da enzima
                 uridina difosfato glucuronosiltransferase (UDPGT), que é uma enzima que tem
                 uma função importante na depuração do hormônio T4 no fígado.
                 Foi observado que a suplementação de T4 neutralizou a hipertrofia da tireoide
                 e a resposta ao hormônio tireoestimulante (TSH), indicando que o tiofanato-
                 metílico causa hipertrofia através de um mecanismo de feedback.
                 A indução de adenomas hepatocelulares pelo tiofanato-metílico em ratos e
                 camundongos pode ser uma consequência da ativação dos receptores
                 nucleares envolvidos no sistema de metabolização do citocromo P450. Outro
                 modo de ação possível para o efeito carcinogênico no fígado pode ser a
                 interferência do metabólito carbendazim com as proteínas do fuso mitótico
                 levando a aneuploidia.


                 Clorotalonil:
                 Não há informações sobre o mecanismo de toxicidade do clorotalonil em
                 humanos. Em estudos de toxicidade aguda em ratos, pela via inalatória, a
                 exposição ao clorotalonil resultou em mortes por asfixia secundária ao
                 desenvolvimento de edema pulmonar. Os sinais de toxicidade e achados
                 histopatológicos demonstraram que esta substância pode causar irritação do
                 trato respiratório e dos pulmões.
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                    Em estudos em ratos e camundongos pela via oral, os rins foram o principal alvo
                    da toxicidade do clorotalonil. Estudos sobre o mecanismo da nefrotoxicidade
                    causada por esta substância, em ratos, pela via oral, demonstraram que os
                    tumores ocorrem como uma consequência ao dano ao segmento S2 dos túbulos
                    renais. A ocorrência dos tumores é precedida por uma citotoxicidade renal que
                    tem como resposta a proliferação/hiperplasia celular regenerativa. Estudos
                    indicam que esta citotoxicidade ocorre devido aos metabólitos reativos
                    (formados pela clivagem dos conjugados S de cisteína pelas beta-liases nos
                    rins) que são transportados para os túbulos renais. Devido às β-liases renais
                    humanas apresentarem menor atividade do que as dos roedores, os roedores
                    foram considerados mais sensíveis à bioativação do clorotalonil por esta via.
                    Em estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos rins.
Sintomas e sinais   Tiofanato-metílico:
clínicos            Não são conhecidos sintomas específicos do tiofanato-metílico em humanos ou
                    animais.
                    Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com
                    ardência e vermelhidão.
                    Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com
                    ardência e vermelhidão. O tiofanato-metílico é considerado sensibilizante
                    dérmico, podendo causar reações alérgicas na pele caracterizadas por ardor,
                    queimação, prurido e erupção cutânea.
                    Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
                    respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
                    Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
                    vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
                    Exposição crônica: O tiofanato-metílico causou alteração no número de
                    cromossomos (aneuploidia) tanto in vitro quanto in vivo. Em estudos de
                    carcinogenicidade, pela via oral, foi observado um aumento na incidência de
                    tumores hepáticos em camundongos e tumores na tireoide de ratos. O fígado
                    (aumento do peso do órgão, hipertrofia hepatocelular) e a tireoide (aumento do
                    peso do órgão, hipertrofia das células foliculares, alterações dos níveis dos
                    hormônios tireoidianos) foram identificados como os principais órgãos-alvo de
                    toxicidade do tiofanato-metílico em ratos e cães. Também foram observadas
                    alterações hematológicas indicativas de uma anemia leve em ratos e
                    camundongos
                    Clorotalonil: Não são conhecidos sintomas específicos do clorotalonil em
                    humanos. Em estudos de toxicidade em animais esta substância demonstrou
                    alta toxicidade aguda pela via inalatória. Em coelhos o contato do clorotalonil
                    com os olhos, causou lesões oculares graves. Também foi observado potencial
                    de sensibilização dérmica em cobaias.
                    Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação com
                    ardência, dor, lacrimejamento, vermelhidão, podendo ocorrer lesões na
                    superfície da córnea, em casos mais graves.
                    Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação e reações
                    de sensibilização, com ardência, coceira e vermelhidão.
                    Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
                    respiratório com tosse, secreção nasal, dificuldade respiratória, ardência do
                    nariz, boca e garganta.
                    Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
                    vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
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              Efeitos crônicos: Em estudos de exposição repetida com roedores (ratos e
              camundongos), pela via oral, os rins foram identificados como os principais
              órgãos-alvo de toxicidade do clorotalonil por lesões pré-neoplásicas e
              neoplásicas observadas nas duas espécies. A relevância destes efeitos para
              humanos não pode ser excluída. Doses seguras de exposição foram
              estabelecidas.
              Em estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos rins.
              O clorotalonil não foi considerado tóxico para a reprodução, nem teratogênico
              em estudos em ratos e em coelhos.
Diagnóstico   O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
              ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento    Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
              ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
              especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá
              estar protegida por equipamento de segurança de forma a não se contaminar
              com o agente tóxico.        Remover roupas e acessórios e proceder
              descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
              cabelos com água abundante e sabão.
              O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
              impermeáveis.
              ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de
              suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
              Exposição Oral:
              - O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
              - Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
              aspiração.
              - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso
              de intoxicação por clorotalonil e tiofanato-metílico. Avaliar a necessidade de
              administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de
              carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
              adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg
              (menos de 1 ano de idade).
              - Lavagem gástrica: somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após a
              ingestão de grande quantidade produto. Neste caso, considerar após ingestão
              recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que represente risco à vida.
              - Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão
              arterial).
              - Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco de
              aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de
              perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de
              consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
              ingestão de quantidades pouco tóxicas.


              Exposição Inalatória:
              - Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
              respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
              respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar,
              bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme
              necessário.
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                        Exposição Dérmica:
                        - Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área exposta
                        com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser
                        encaminhado para tratamento específico.
                        - Avaliar o uso de adrenalina, anti-histamínicos e corticoides em casos de
                        reações de hipersensibilidade, de acordo com a intensidade dos sintomas.
                        Exposição ocular:
                        - Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
                        temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Procurar atendimento
                        médico especializado imediatamente. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento
                        ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
                        específico.
                        A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
Contraindicações:       pneumonite química.
                        A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
                        das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-
                        intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
                        ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das
interações químicas     Não são conhecidos.

Atenção                 TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
                        Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                        tratamento, ligue para o DISQUE-INTOXICAÇÃO: 0800-722-6001.
                        Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                        (RENACIAT-ANVISA/MS).
                        As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
                        Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
                        Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e Sistema de Notificação em
                        Vigilância Sanitária (Notivisa).
                        Telefone de Emergência da Empresa: (34) 3319-5568 (Horário Comercial)
                        - PlanitoxLine: 0800-701-0450.
                        Endereço Eletrônico da Empresa: www.sipcamnichino.com.br
                        Correio Eletrônico da Empresa: contato@snbrasil.com.br

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: 5000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: A substância teste aplicada na pele não causou nenhuma
reação cutânea.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: A substância teste aplicada nos olhos dos coelhos causou
alterações, como opacidade e hiperemia, não reversíveis em 21 dias.
Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante.
Sensibilização respiratória: Não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais
de experimentação.
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Mutagenicidade: A substância teste não apresentou potencial mutagênico em teste de mutação gênica
reversa em Salmonella typhimurium (Teste de Ames) e não apresentou evidência de atividade
mutagênica no teste do micronúcleo em células da medula óssea de camundongos


EFEITOS CRÔNICOS:
Clorotalonil: Em estudos em ratos e camundongos, pela via oral, os rins foram o principal alvo da
toxicidade após exposição repetida ao clorotalonil. Foram observados aumento do peso dos rins,
aumento da incidência de carcinomas e tumores tubulares renais (em camundongos: estudo de 90 dias
pela via oral, NOAEL: 124 mg/kg p.c./dia. Em camundongos, estudo de 18 meses pela via oral, NOAEL:
30,4 mg/kg p.c.; LOAEL: 119 mg/kg p.c.; em ratos: estudo de 13 semanas pela via oral, NOAEL: 40
mg/kg p.c./dia. Em ratos, estudo de 2 anos, NOAEL: 3,8 mg/kg p.c./dia; LOAEL: 15 mg/kg p.c./dia). Os
tumores observados foram considerados como consequência da citotoxicidade renal prolongada e
proliferação celular regenerativa. Ratos e camundongos parecem ser mais sensíveis a este mecanismo
citotóxico, no entanto como uma diferença quantitativa entre o metabolismo humano e de roedores não
foi estabelecida, a relevância para humanos não pôde ser excluída. Portanto, doses seguras de
exposição foram estabelecidas. Em estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos
rins. Em estudos em ratos e em coelhos, esta substância não foi considerada tóxica para a reprodução
nem teratogênica.

Tiofanato-metílico: O tiofanato-metílico não causa mutações gênicas ou aberrações cromossômicas
estruturais, entretanto, a substância causa alteração no número de cromossomos (aneuploidia) tanto
in vitro quanto in vivo. Indução de formação de micronúcleo em camundongos também foi observada
após a exposição a altas doses iguais ou maiores do que 500 mg/kg p.c., mas a resposta foi fraca
quando comparada ao metabólito carbendazim. Os efeitos genotóxicos do tiofanato-metílico são
considerados como um fenômeno de limiar e estão relacionados a produção do metabólito
carbendazim.
Nos estudos conduzidos com o tiofanato-metílico para avaliar o potencial carcinogênico, pela via oral,
foi observado um aumento na incidência de adenomas hepatocelulares em camundongos e adenomas
na tireoide de ratos. Os tumores na tireoide foram, porém, considerados secundários aos efeitos
hepáticos e improváveis de ocorrerem no homem em doses que não alteram a homeostase dos
hormônios tireoideanos. Os tumores no fígado foram, em sua maioria, benignos e considerados de
relevância desconhecida para o homem. Em ratos, o NOAEL de carcinogenicidade estabelecido no
estudo de toxicidade de 2 anos foi de 8,8 mg/kg p.c./dia e o LOAEL foi de 54 mg/kg p.c./dia. Em
camundongos, o NOAEL de carcinogenicidade estabelecido no estudo de 18 meses foi de 29 mg/kg
p.c./dia e o LOAEL foi de 123 mg/kg p.c./dia.
Em estudos em ratos pela via oral, não foram observados efeitos tóxicos para a reprodução ou para o
desenvolvimento. Em estudos em coelhos pela via oral, foi observado aumento na incidência de
variações esqueléticas fetais somente em doses que causaram toxicidade materna. O tiofanato-metílico
não foi considerado teratogênico.
Em estudos de toxicidade subcrônica e crônica em ratos e cães pela via oral, foram observadas
alterações na tireoide caracterizadas por aumento do peso do órgão, hipertrofia das células foliculares,
alterações dos níveis dos hormônios tireoidianos. Em ratos e camundongos, foram observados efeitos
no fígado caracterizados por aumento de peso no órgão e hipertrofia hepatocelular. Também foram
observadas alterações hematológicas indicativas de uma anemia leve em ratos. Em ratos, o NOAEL
estabelecido no estudo de toxicidade de 2 anos foi de 8,8 mg/kg p.c./dia baseado na redução de peso
corporal, alterações bioquímicas e alterações histopatológicas nos rins, tireoide, fígado e adrenais e o
LOAEL foi de 54 mg/kg p.c./dia. Em camundongos, o NOAEL estabelecido no estudo de 18 meses foi
de 29 mg/kg p.c./dia baseado na indução de hipertrofia hepatocelular e o LOAEL foi de 123 mg/kg
p.c./dia. Em cães, o LOAEL estabelecido no estudo de 1 ano foi de 8 mg/kg p.c./dia baseado no efeito
do peso da tireoide em ambos os sexos e na moderada hipertrofia das células epiteliais foliculares.
.
                                                                              BULA AGROFIT_Ago 2024_Rev00


    INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

    1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
       MEIO AMBIENTE

    Este produto é:
    □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
    □ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
    ■ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
    □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

-      USO EXCLUSIVO PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES
    - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
    - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos, peixes);
-     Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-     Não utilize equipamento com vazamentos.
-     Aplique somente as doses recomendadas.
-     Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
      Evite a contaminação da água.
-     A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
      água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

    2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
    PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES
    - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
    - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
    rações ou outros materiais.
    - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
    - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
    - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
    - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
    - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
    para o recolhimento de produtos vazados.
    - Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
    Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
    - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

    3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
    -    Isole e sinalize a área contaminada.
    -    Contate as autoridades locais competentes e a empresa SIPCAM NICHINO BRASIL S.A, -
    telefone de Emergência (34) 3319-5568.
    -    Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC,
    óculos protetor e máscara com filtros).
    - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre e bueiros,
    drenos ou corpos d´água. Siga as instruções abaixo:
    Piso pavimentado – absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
    pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais
    ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua
    devolução e destinação final.
                                                                             BULA AGROFIT_Ago 2024_Rev00


 Solo – retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha este
 material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
 registrante conforme indicado acima.
 Corpos d’água – interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, e contate
 o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
 adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
 da quantidade do produto envolvido.

 - Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, PÓ QUÍMICO,
 ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
 DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A
 UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

 EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

 ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

 ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
 O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
 local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local, onde guardadas
 as embalagens cheias.
 Use luvas no manuseio dessa embalagem.
 Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
 separadamente das embalagens lavadas.

 DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
 No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
 tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
 fiscal, emitida no ato da compra.
 Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
 de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
 validade.
 O usuário deve aguardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo mínimo de um
 ano após a embalagem vazia.

 TRANSPORTE
 As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
 rações, animais e pessoas.

 EMBALAGEM SACARIAS (UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS COM
 TIOFANIL FS)

 AS EMBALAGENS – SACARIAS - NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS.

 AS EMBALAGENS – SACARIAS - NÃO PODEM SER LAVADAS.

ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS
O armazenamento das embalagens – SACARIAS- vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
                                                                           BULA AGROFIT_Ago 2024_Rev00


Use luvas no manuseio das SACARIAS.
As embalagens – SACARIAS - vazias devem ser armazenada separadamente, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o
qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS – SACARIAS - VAZIAS
Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico TIOFANIL FS ou no local onde
foram adquiridas as sementes tratadas.
Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as sementes
foram tratadas com o agrotóxico TIOFANIL FS e informar que as mesmas devem ser devolvidas no
local em que foram tratadas ou adquiridas.

EMBALAGENS SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local, onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação deste produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
                                                                           BULA AGROFIT_Ago 2024_Rev00


- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis
                                

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