Tiofanil
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Uberaba/MG
Fungicida
clorotalonil (isoftalonitrila) (500 g/kg) + tiofanato-metílico (benzimidazol (precursor de)) (200 g/kg)
Informações
Número de Registro
3728310
Marca Comercial
Tiofanil
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
clorotalonil (isoftalonitrila) (500 g/kg) + tiofanato-metílico (benzimidazol (precursor de)) (200 g/kg)
Titular de Registro
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Uberaba/MG
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cravo
Oidium spp.
Oidio
Crisântemo
Oidium chrysanthemi
Oídio
Feijão
Alternaria spp.
Mancha-de-Alternaria
Feijão
Cercospora spp.
Cercosporiose; Mancha-de-Cercospora
Feijão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão
Erysiphe polygoni
Oídio
Feijão
Peronospora manshurica
Míldio
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Feijão
Phytophthora phaseoli
Murcha; Míldio
Feijão
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Feijão
Uromyces appendiculatus
Ferrugem
Gladíolo
Botrytis gladiolorum
Crestamento; Podridão-da-flor
Melancia
Alternaria cucumerina
Mancha-das-folhas; Mancha-de-Alternaria
Melancia
Cercospora citrullina
Cercosporiose; Mancha-de-Cercospora
Melancia
Colletotrichum orbiculare
Antracnose; Podridão-amarga
Melancia
Didymella bryoniae
Crestamento-gomoso-do-caule; Podridão-amarga
Melancia
Leandria momordicae
Mancha-de-Leandria; Mancha-zonada
Melancia
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Melancia
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Melancia
Sphaerotheca fuliginea
Míldio-pulverulento; Oídio
Melão
Alternaria cucumerina
Mancha-das-folhas; Mancha-de-Alternaria
Melão
Cercospora citrullina
Cercosporiose; Mancha-de-Cercospora
Melão
Colletotrichum orbiculare
Antracnose; Podridão-amarga
Melão
Didymella bryoniae
Crestamento-gomoso-do-caule; Podridão-amarga
Melão
Leandria momordicae
Mancha-de-Leandria; Mancha-zonada
Melão
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Melão
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Melão
Sphaerotheca fuliginea
Míldio-pulverulento; Oídio
Pepino
Alternaria cucumerina
Mancha-das-folhas; Mancha-de-Alternaria
Pepino
Cercospora citrullina
Cercosporiose; Mancha-de-Cercospora
Pepino
Colletotrichum orbiculare
Antracnose; Podridão-amarga
Pepino
Didymella bryoniae
Crestamento-gomoso-do-caule; Podridão-amarga
Pepino
Leandria momordicae
Mancha-de-Leandria; Mancha-zonada
Pepino
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Pepino
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Pepino
Sphaerotheca fuliginea
Míldio-pulverulento; Oídio
Rosa
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento; Podridão-cinzenta-dos-botões; Podridão-da-flor
Rosa
Sphaerotheca pannosa
Branco-da-roseira; Oídio
Tomate
Alternaria solani
Mancha-de-Alternaria; Pinta-preta-grande
Tomate
Septoria lycopersici
Pinta-preta-pequena; Septoriose
Uva
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento; Podridão-da-flor
Uva
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose; Podridão-da-uva-madura
Uva
Elsinoe ampelina
Antracnose
Uva
Plasmopara viticola
Mofo; Míldio
Uva
Pseudocercospora vitis
Cercospora; Mancha-das-folhas
Conteúdo da Bula
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
TIOFANIL®
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 03728310
COMPOSIÇÃO:
Dimethyl 4,4'-(o-phenylene) bis(3-thioallophanate) acetylphosphoramidothioate
(TIOFANATO-METILICO) ....................................................................................200,0 g/Kg (20,0 % m/m)
Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL) ...................................................500,0 g/Kg (50,0 % m/m)
Outros Ingredientes...............................................................................................300,0 g/Kg (30,0 % m/m)
GRUPO B1 FUNGICIDA
GRUPO M5 FUNGICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida sistêmico e de contato
GRUPO QUÍMICO: Benzimidazol, (precursor de) Tiofanato-metílico e Isoftalonitrila/Clorotalonil.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável
TITULAR DO REGISTRO:
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, CEP: 38044-755 - Uberaba / MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972
Fone: (34) 3319-5550 - Fax: (34) 3319-5570 – Email: contato@snbrasil.com.br
FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS:
THIOPHANATE METHYL TÉCNICO – Registro MAPA n° 01400
Rallis India Limited.
Plot nº 3301, GIDC Industrial Estate, Ankleshwar, 393002, District Bharuch, Gujarat, Índia.
FarmHannong Co. Ltd
Nº 131, Haean-ro, Danwon-gu, Ansan-si, 425100 - Gyeonggi-do, Coréia do Sul.
Anhui Guangxin Agrochemical Co. Ltd
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, P.R – China
Jiangsu Lanfeng Biochemical Co. Ltd
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, 221400 – Xinyi - Jiangsu – China
TIOFANATO METILICO TÉCNICO SUP – Registro MAPA n° 2619
Anhui Guangxin Agrochemical Co. Ltd.
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, P.R – China
Jiangsu Lanfeng Biochemical Co. Ltd.
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone Xinyi, Jiangsu, China
TIOFANATO METILICO TÉCNICO MEGA – Registro MAPA no 18418
Meghmani Industries Ltd.
Plot no Z-6, Dahej SEZ, Dahej TA - Vagra, Bharuch, 392130 Gujarat, Índia
CHLOROTHALONIL TÉCNICO – Registro MAPA n° 3088299
Caffaro Chimica S.r.I
Via Francesco Nullo 8-25126 - Brescia – Italia
CLOROTALONIL TÉCNICO OXON – Registro MAPA n° 011207
Jiangyin Suli Fine Chemicals Co Ltd.
Nº 7 Runhua Road, Ligang Town - 214444 Jiangyin City – Jiangsu Province - China
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
FORMULADORES:
Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, CEP: 38044-755 - Uberaba / MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972
Fone: (34) 3319-5550 - Email: contato@snbrasil.com.br
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - D. Industrial III - CEP: 38044-760 - Uberaba / MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Registro no IMA-MG nº 210
Fone: (34) 3319-3000 – Email: sac.apg@fmc.com
N° do Lote ou da partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II –
PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE.
INSTRUÇÕES DE USO
TIOFANIL® é um fungicida sistêmico, de contato e protetor com amplo espectro de ação, do grupo
químico benzimidazol (precursor de) (Tiofanato-metílico) e isoftalonitrila (Clorotalonil) apresentado na
formulação pó molhável, empregado no controle de inúmeras doenças fúngicas que causam danos
econômicos em várias culturas, conforme recomendação abaixo:
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
CULTURAS, DOENÇAS, DOSE, ÉPOCA, INTERVALO, NÚMERO E VOLUME APLICAÇÃO.
DOSES Número
Doença máximo de Época, intervalo e
CULTURA Nome comum g p.c./100 L kg aplicações volume de aplicação
(Nome científico) água p.c./ha por ciclo da
cultura
Recomenda-se iniciar as
aplicações de forma
Oidio 3 aplicações preventiva, aplicando no
CRAVO
(Oidium spp) por safra início do florescimento da
cultura, ou logo após a
1,60 –
200 detecção dos primeiros
2,0
sintomas da doença.
Oídio 4 aplicações Intervalo entre as
CRISÂNTEMO aplicações: de 7 a 10 dias.
(Oidium chrysanthemi) por safra
Utilizar o volume de 800 a
1000 L/ha
Recomenda-se
preferencialmente iniciar
as aplicações de forma
preventiva, aplicando no
início do florescimento da
Podridão-da-flor 1,60 – 3 aplicações cultura, ou logo após a
GLADÍOLO 200 detecção dos primeiros
(Botrytis gladiolorum) 2,0 por safra
sintomas da doença.
Intervalo entre as
aplicações: de 7 a 10 dias,
Utilizar o volume de 800 –
1000 L/ha.
Antracnose
(Colletotrichum
lindemuthianum)
Cercosporiose
Recomenda-se iniciar as
(Cercospora spp)
aplicações
Ferrugem
preferencialmente de
(Uromyces
forma preventiva, quando a
appendiculatus)
cultura estiver no estádio
Mancha-angular
V3 (3 folhas expandidas,
(Phaeoisariopsis
aproximadamente aos 20
griseola) - 1,5 – 2,0 3 aplicações
FEIJÃO dias após a emergência), e
Mancha-de-alternaria por safra
as demais aplicações, na
(Alternaria spp)
fase de pré e pós florada.
Mildio
Intervalo entre as
(Peronospora
aplicações: 15 dias
manshurica)
Murcha
Utilizar o volume de 200 a
(Phytophthora phaseoli)
400 L/ha.
Oídio
(Erysiphe polygoni)
Podridão-de-sclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
Mancha-zonada
(Leandria momordicae)
Antracnose
(Colletrotrichum As aplicações deverão ser
orbiculare) realizadas
Mancha-das-folhas preventivamente, quando
(Alternaria cucumerina) as condições climáticas
Cercosporiose estiverem propícias para a
MELANCIA, (Cercospora citrulina) ocorrência das doenças,
1,60 – 3 aplicações
MELÃO E Crestamento-gomoso- 200 iniciando-se no início da
2,0 por safra
PEPINO do-caule frutificação das culturas.
(Didymella bryoniae) Intervalo entre as
Mildio aplicações: 7 a 10 dias
(Pseudoperonospora
cubensis) Utilizar o volume de 800 a
Oidio 1000 L/ha.
(Sphaeroheca fuliginea)
Mofo Branco
(Sclerotinia Sclerotiorum
Recomenda-se iniciar as
Oidio aplicações de forma
(Sphaerotheca pannosa) preventiva, logo após a
1,60 – 5 aplicações primeira poda da cultura.
ROSA 200
Podridão-cinzenta-dos- 2,0 por safra Intervalo entre as
botões aplicações: 7 a 10 dias.
(Brotrytis cinerea) Utilizar o volume de 800 a
1000 L/ha.
Recomenda-se iniciar as
aplicações
preventivamente, a partir
Pinta-preta
do transplantio da cultura,
(Alternaria solani)
4 aplicações quando as condições
TOMATE 200 1,60– 2,0
por safra climáticas estiverem
Septoriose
favoráveis à ocorrência da
(Septoria lycopersici)
doença.
Utilizar o volume de 800 a
1000 L/ha.
Antracnose Recomenda-se iniciar as
(Elsinoe ampelina) aplicações
Mancha-das-folhas preventivamente, no início
(Pseudocercospora vitis) da brotação da videira.
Mildio Seguir com as demais
(Plasmopara viticola) 2 aplicações aplicações até a fase de
UVA 200 1,6 – 2,0
Mofo-cinzento por safra. formação dos frutos.
(Botrytis cinerea) Intervalo entre as
Podridão-da-uva- aplicações: de 7 a 10 dias.
madura
(Colletotrichum Utilizar o volume de 800 a
gloeosporioides) 1000 L/ha.
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
Notas:
- 1,0 Kg produto comercial (p.c) contém 200 g do ingrediente ativo (i.a) Tiofanato Metílico e 500 g do ingrediente
ativo Clorotalonil
- Usar a maior dose quando houver maior pressão de inóculo da doença e quando as plantas apresentarem maior
densidade vegetativa.
MODO DE APLICAÇÃO:
PREPARO DA CALDA
Preencher metade do volume de água a ser aplicado no tanque de pulverização. Adicionar TIOFANIL na
quantidade desejada e completar com água até o volume desejado. Manter agitação moderada e
constante no tanque de pulverização durante o preparo da calda e a aplicação. Aplicar o produto
imediatamente após preparo da calda.
VIA TERRESTRE
TIOFANIL® pode ser aplicado de forma tratorizada ou mesmo com costal.
No caso de aplicação tratorizada: Utilizar pulverizadores autopropelidos ou de arrasto com barra
equipados com bicos de jato cônico vazio série D2 ou D3 / difusores adequados, ou modelos similares,
de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. O tamanho de gotas indicado é de
200 a 600 micra, densidade de gotas de 50 a 70 gotas/cm² e pressão de trabalho entre 40 a 60 lb/poL².
Volume de calda em aplicações terrestres: O volume de calda varia em função da tecnologia de
aplicação, porte e estágio de desenvolvimento da planta.
VIA AÉREA:
Para a cultura do Feijão apenas:
Utilizar barra e atomizador rotativo Micronair: - Volume de aplicação 20 – 40 /ha;
- Altura do voo com barra: 2 – 3 e com Micronair: 3 – 4 m;
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m;
-Tamanho/densidade da gota: 80 micra com minino de 60 gotas/cm2;
- Usando micronair, o número de atomizadores deve ser 4, onde para o ajuste do regulador de vazão
(VRU), pressão e ângulo de pá, seguir tabela sugerida pelo fabricante.
CONDIÇÕES CLIMATICAS:
No momento da aplicação a umidade relativa do ar deve estar acima de 60% e ventos com velocidade
máxima de 10 Km/h. Evitar aplicações nas horas mais quentes do dia. Tanto para pulverizações aéreas
como terrestres a escolha do volume de calda e o tamanho de gotas a serem utilizados devem levar em
consideração as condições climáticas, o stand e fase de desenvolvimento da cultura, conforme
orientações do engenheiro agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Cultura Intervalo de Segurança
Feijão, Melão, Uva e Tomate 14 dias
Melancia 13 dias
Pepino 7 dias
Cravo, Crisântemo, Gladíolo e Rosa U.N.A (Uso Não Alimentar)
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não deve ocorrer a reentrada de pessoas nas culturas antes de 24 horas após a aplicação, ou até a
secagem do produto nas plantas, a menos que se use equipamentos de proteção individual (EPIs),
conforme indicado nos dados relativos à proteção da saúde humana.
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
LIMITAÇÕES DE USO:
Uso exclusivamente agrícola.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
É obrigatório o uso do produto somente nas indicações constantes na bula.
Evitar aplicação durante as horas mais quentes do dia;
Evitar aplicação sob prenuncio de chuva;
Não aplicar em plantas sob condição de estresse hídrico ou fitotoxicidade.
Respeitar um período mínimo de 24 horas para realização da irrigação.
Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições
recomendadas.
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante
para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso
de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de
resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem
ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida,
consulte o seu exportador e/ou importador.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À
PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos B1 e M5 para o controle
do mesmo alvo, sempre que possível;
Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas,
tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando
disponíveis, etc;
Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
fungicidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org),
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
GRUPO B1 FUNGICIDA
GRUPO M5 FUNGICIDA
O produto fungicida TIOFANIL® é composto por tiofanato-metílico e clorotalonil, que apresentam
mecanismos de ação Montagem de ß-tubulina na mitose e Atividade de contato multi-sítio, pertencentes
aos Grupos B1 e M5, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Fungicidas), respectivamente.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Para o manejo integrado de doenças, recomenda-se a utilização de todas as técnicas apropriadas e
disponíveis para a condução das culturas, no intuito de manter abaixo do nível de dano econômico a
população de organismos nocivos aos cultivos, visando ainda, minimizar os efeitos colaterais deletérios
ao meio ambiente. Dessa forma, dentre as técnicas disponíveis para o manejo integrado de doenças em
culturas, tem-se: O Controle biológico; O uso de cultivares/variedades adequados para a região e
quando possível o uso de cultivares/variedades com tolerância e/ou resistência a determinadas doenças;
O Controle cultural (através do uso de rotação de culturas, época de semeadura adequada para o
cultivo, uso de sementes de alta qualidade sanitária, destruição de restos culturais após a colheita,
manter o cultivo livre de plantas daninhas, condução da lavoura através de adubação adequada e
equilibrada, dentre outros); e Controle químico (através do uso de fungicidas devidamente registrados e
recomendados para o controle de patógenos).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca;
Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais;
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental impermeável, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila;
Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO / PREPARAÇAO DA CALDA:
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos
e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas nitrila;
Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados;
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico
classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
após a aplicação;
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação;
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
Não reutilizar a embalagem vazia;
No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com
tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
Pode ser perigoso se ingerido
ATENÇÃO Pode ser perigoso em contato com a pele
Provoca irritação ocular grave
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave
com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro
olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INTOXICAÇÕES POR TIOFANATO-METÍLICO E CLOROTALONIL
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Benzimidazol e Isoftalonitrila
Classe toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Tiofanato-Metílico:
Em ratos, a absorção gastrointestinal do tiofanato-metílico após a
administração de doses de 14 mg/kg p.c. foi rápida e quase completa (88-
89% da dose administrada). Uma diminuição da absorção gastrointestinal
foi observada com o aumento da dose, após a administração de doses de
170 mg/kg p.c.
O tiofanato-metílico é amplamente distribuído no organismo. Em ratos, as
maiores concentrações da substância foram detectadas no fígado, na
tireoide e nos rins. Já em camundongos, as maiores concentrações foram
detectadas no fígado e nos rins. Esta substância é amplamente
biotransformada no organismo. O principal metabólito identificado na urina
de ratos foi o sulfato de 5-hidroxicarbendazim (até 42%) e uma menor
proporção dos metabólitos 5-hidroxi-tiofanato-metílico e 4-hidroxi-tiofanato-
metílico (cerca de 2% cada) também foi identificada. Já nas fezes, os
principais metabólitos identificados foram o 4-hidroxi-tiofanato- metílico (6-
10%), sulfato de 5-hidroxicarbendazim (2–5%) e o carbendazim (2–3%).
O tiofanato-metílico foi identificado na forma inalterada na excreta em uma
proporção de 20-24% após a administração repetida de baixas doses e de
50% após a administração de altas doses.
Em um estudo de metabolismo humano in vitro, os principais componentes
identificados no sangue e no plasma após 2 horas de exposição foram o
tiofanato-metílico, o carbendazim e o 5-hidroxicarbendazim.
Em ratos, após a administração de baixas doses, o tiofanato-metílico foi
rapidamente excretado do organismo. Cerca de 96% da dose administrada
foi eliminada dentro de 48h, principalmente através da urina (47%) e da bile
(40%) e uma pequena porção através das fezes (7%). Um aumento na
excreção através da via fecal foi observado após a administração de altas
doses. A meia-vida plasmática após a administração de baixas doses foi de
1,6 a 2,8 horas após administração da dose de 13 mg/kg p.c. Após
administração de altas doses (140 – 170 mg/kg p.c.), a meia-vida
plasmática foi de 2,4 a 7,8 horas. Não foram observadas diferenças
significativas entre o perfil toxicocinético de ratos machos e fêmeas. Não
houve evidências de bioacumulação da substância
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
Clorotalonil:
O clorotalonil é pouco absorvido através da via dérmica (<1% em estudo in
vitro em pele humana e aproximadamente 0,16% em estudo in vivo em
ratos). Em ratos, a absorção gastrointestinal foi rápida, porém limitada (30-
32%), com diminuição da proporção absorvida de acordo com o aumento
da dose. O pico de concentração plasmática foi baixo (<1% da dose
administrada) e atingido entre 2–9 horas após a administração desta
substância.
A concentração absorvida foi rapidamente distribuída no organismo de
ratos, com as maiores concentrações sendo detectadas nos rins, devido à
ligação com proteínas renais.
Em ratos, o clorotalonil foi rapidamente biotransformado através da
conjugação com a glutationa no trato gastrintestinal e no fígado e, em
seguida, após degradação enzimática, foi convertido nos derivados di- e tri-
tióis através de uma série de reações enzimáticas nos rins. Os principais
metabólitos urinários são o tri-tiomonocloro isoftalonitrila e di-tiomonocloro
isoftalonitrila e seus derivados tio-metílicos correspondentes.
A excreção do clorotalonil foi rápida, em ratos, com cerca de 90% da dose
administrada sendo excretada nas primeiras 96 horas, principalmente
através das fezes (80-90%) e urina (8-12%). Aproximadamente 17-21% da
dose administrada foi excretada através da bile, com evidência de
circulação entero-hepática. Houve uma redução da proporção excretada
pela via biliar e via urinária de acordo com o aumento da dose
administrada, evidenciando uma saturação da absorção desta substância.
Não há evidência de bioacumulação.
O perfil toxicocinético foi similar tanto após administração de dose única
quanto após administração de doses repetidas. A excreção apresentou
diferença entre machos e fêmeas. Em ratos fêmeas, a excreção biliar foi
cerca de 20% menor do que em machos. A excreção urinária em fêmeas foi
cerca de 35% maior do que em machos.
Toxicodinâmica Tiofanato-Metílico
Os efeitos genotóxicos do tiofanato-metílico são considerados como um
fenômeno de limiar e estão relacionados a produção do metabólito
carbendazim. O carbendazim causa alterações no número de
cromossomos (aneuplodia) tanto in vitro quanto in vivo (em células
somáticas e germinativas) como um resultado de sua interferência no fuso
mitótico, através da inibição da polimerização da tubulina, que é uma
proteína essencial para a segregação dos cromossomos durante a divisão
celular. Assim como o tiofanato- metílico, o metabólito carbendazim
também não causa mutações gênicas ou aberrações cromossômicas
estruturais.
Efeitos na tireoide (hipertrofia, hiperplasia, aumento de peso, alteração nos
níveis hormonais) observados em estudos em ratos e cães são
provavelmente devidos à inibição da enzima tireoperoxidase, que é uma
enzima envolvida na síntese de hormônios tireoidianos, em combinação
com a indução da enzima uridina difosfato glucuronosiltransferase
(UDPGT), que é uma enzima que tem uma função importante na depuração
do hormônio T4 no fígado. Foi observado que a suplementação de T4
neutralizou a hipertrofia da tireoide e a resposta ao hormônio
tireoestimulante (TSH), indicando que o tiofanato-metílico causa hipertrofia
através de um mecanismo de feedback.
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
A indução de adenomas hepatocelulares pelo tiofanato-metílico em ratos e
camundongos pode ser uma consequência da ativação dos receptores
nucleares envolvidos no sistema de metabolização do citocromo P450.
Outro modo de ação possível para o efeito carcinogênico no fígado pode
ser a interferência do metabólito carbendazim com as proteínas do fuso
mitótico levando a aneuploidia.
Clorotalonil:
Não há informações sobre o mecanismo de toxicidade do clorotalonil em
humanos.
Em estudos de toxicidade aguda em ratos, pela via inalatória, a exposição
ao clorotalonil resultou em mortes por asfixia secundária ao
desenvolvimento de edema pulmonar.
Os sinais de toxicidade e achados histopatológicos demonstraram que esta
substância pode causar irritação do trato respiratório e dos pulmões.
Em estudos em ratos e camundongos pela via oral, os rins foram o principal
alvo da toxicidade do clorotalonil. Estudos sobre o mecanismo da
nefrotoxicidade causada por esta substância, em ratos, pela via oral,
demonstraram que os tumores ocorrem como uma consequência ao dano
ao segmento S2 dos túbulos renais. A ocorrência dos tumores é precedida
por uma citotoxicidade renal que tem como resposta a
proliferação/hiperplasia celular regenerativa. Estudos indicam que esta
citotoxicidade ocorre devido aos metabólitos reativos (formados pela
clivagem dos conjugados S de cisteína pelas beta-liases nos rins) que são
transportados para os túbulos renais. Devido às β-liases renais humanas
apresentarem menor atividade do que as dos roedores, os roedores foram
considerados mais sensíveis à bioativação do clorotalonil por esta via. Em
estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos rins.
Sintomas e sinais Tiofanato-metílico:
clínicos Não são conhecidos sintomas específicos do tiofanato-metílico em
humanos ou animais.
Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão. O tiofanato-metílico é considerado sensibilizante
dérmico, podendo causar reações alérgicas na pele caracterizadas por
ardor, queimação, prurido e erupção cutânea.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal,
com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Exposição crônica: O tiofanato-metílico causou alteração no número de
cromossomos (aneuploidia) tanto in vitro quanto in vivo. Em estudos de
carcinogenicidade, pela via oral, foi observado um aumento na incidência
de tumores hepáticos em camundongos e tumores na tireoide de ratos. O
fígado (aumento do peso do órgão, hipertrofia hepatocelular) e a tireoide
(aumento do peso do órgão, hipertrofia das células foliculares, alterações
dos níveis dos hormônios tireoidianos) foram identificados como os
principais órgãos-alvo de toxicidade do tiofanato-metílico em ratos e cães.
Também foram observadas alterações hematológicas indicativas de uma
anemia leve em ratos e camundongos
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
Clorotalonil: Não são conhecidos sintomas específicos do clorotalonil em
humanos. Em estudos de toxicidade em animais esta substância
demonstrou alta toxicidade aguda pela via inalatória. Em coelhos o contato
do clorotalonil com os olhos, causou lesões oculares graves. Também foi
observado potencial de sensibilização dérmica em cobaias.
Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação com
ardência, dor, lacrimejamento, vermelhidão, podendo ocorrer lesões na
superfície da córnea, em casos mais graves.
Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação e
reações de sensibilização, com ardência, coceira e vermelhidão.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório com tosse, secreção nasal, dificuldade respiratória, ardência do
nariz, boca e garganta.
Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal,
com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: Em estudos de exposição repetida com roedores (ratos e
camundongos), pela via oral, os rins foram identificados como os principais
órgãos-alvo de toxicidade do clorotalonil por lesões pré-neoplásicas e
neoplásicas observadas nas duas espécies. A relevância destes efeitos
para humanos não pode ser excluída. Doses seguras de exposição foram
estabelecidas.
Em estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos rins.
O clorotalonil não foi considerado tóxico para a reprodução, nem
teratogênico em estudos em ratos e em coelhos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e
pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá
estar protegida por equipamento de segurança de forma a não se
contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
orifícios) e cabelos com água abundante e sabão.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e
avental impermeáveis.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de
suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções
vitais.
Exposição Oral:
- O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
- Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em
caso de intoxicação por clorotalonil e tiofanato-metílico. Avaliar a
necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário,
administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de
água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g;
crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
- Lavagem gástrica: somente cogitar a descontaminação gastrintestinal
após a ingestão de grande quantidade produto. Neste caso, considerar
após ingestão recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que
represente risco à vida.
- Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de
pressão arterial).
- Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco
de aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em
caso de perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível
diminuído de consciência; pacientes com risco de hemorragia ou
perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas.
Exposição Inalatória:
- Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema
pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na
ventilação, conforme necessário.
Exposição Dérmica:
- Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área
exposta com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve
ser encaminhado para tratamento específico.
- Avaliar o uso de adrenalina, anti-histamínicos e corticoides em casos de
reações de hipersensibilidade, de acordo com a intensidade dos sintomas.
Exposição ocular:
- Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de
água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Procurar
atendimento médico especializado imediatamente. Se irritação, dor,
inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
Contraindicações: pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos
protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em
pacientes não-intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração
gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das
interações Não são conhecidos.
químicas
Atenção TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico
e tratamento, ligue para o DISQUE-INTOXICAÇÃO: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT-ANVISA/MS).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e Sistema de Notificação
em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: (34) 3319-5568 (Horário
Comercial) - PlanitoxLine: 0800-701-0450.
Endereço Eletrônico da Empresa: www.sipcamnichino.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: contato@snbrasil.com.br
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral para ratos: maior que 2.000 mg/kg
DL50 dérmica para ratos: maior que 2.000 mg/kg
DL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: A substância teste aplicada na pele causou eritema e edema,
sendo classificado como levemente irritante.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: A substância teste aplicada nos olhos dos coelhos causou lesões
nas conjuntivas palpebrais ou bulbares, sendo classificado como levemente irritante.
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não provocou sensibilidade cutânea.
Sensibilização respiratória: Não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de
experimentação.
Mutagenicidade: A substância teste não apresentou potencial mutagênico em teste de mutação gênica
reversa em Salmonella typhimurium (Teste de Ames) e não apresentou evidência de atividade
mutagênica no teste do micronúcleo em células da medula óssea de camundongos
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Clorotalonil: Em estudos em ratos e camundongos, pela via oral, os rins foram o principal alvo da
toxicidade após exposição repetida ao clorotalonil. Foram observados aumento do peso dos rins,
aumento da incidência de carcinomas e tumores tubulares renais (em camundongos: estudo de 90 dias
pela via oral, NOAEL: 124 mg/kg p.c./dia. Em camundongos, estudo de 18 meses pela via oral, NOAEL:
30,4 mg/kg p.c.; LOAEL: 119 mg/kg p.c.; em ratos: estudo de 13 semanas pela via oral, NOAEL: 40
mg/kg p.c./dia. Em ratos, estudo de 2 anos, NOAEL: 3,8 mg/kg p.c./dia; LOAEL: 15 mg/kg p.c./dia). Os
tumores observados foram considerados como consequência da citotoxicidade renal prolongada e
proliferação celular regenerativa. Ratos e camundongos parecem ser mais sensíveis a este mecanismo
citotóxico, no entanto como uma diferença quantitativa entre o metabolismo humano e de roedores não
foi estabelecida, a relevância para humanos não pôde ser excluída. Portanto, doses seguras de
exposição foram estabelecidas. Em estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos
rins. Em estudos em ratos e em coelhos, esta substância não foi considerada tóxica para a reprodução
nem teratogênica.
Tiofanato-metílico: O tiofanato-metílico não causa mutações gênicas ou aberrações cromossômicas
estruturais, entretanto, a substância causa alteração no número de cromossomos (aneuploidia) tanto in
vitro quanto in vivo. Indução de formação de micronúcleo em camundongos também foi observada após
a exposição a altas doses iguais ou maiores do que 500 mg/kg p.c., mas a resposta foi fraca quando
comparada ao metabólito carbendazim. Os efeitos genotóxicos do tiofanato-metílico são considerados
como um fenômeno de limiar e estão relacionados a produção do metabólito carbendazim.
Nos estudos conduzidos com o tiofanato-metílico para avaliar o potencial carcinogênico, pela via oral, foi
observado um aumento na incidência de adenomas hepatocelulares em camundongos e adenomas na
tireoide de ratos. Os tumores na tireoide foram, porém, considerados secundários aos efeitos hepáticos e
improváveis de ocorrerem no homem em doses que não alteram a homeostase dos hormônios
tireoideanos. Os tumores no fígado foram, em sua maioria, benignos e considerados de relevância
desconhecida para o homem. Em ratos, o NOAEL de carcinogenicidade estabelecido no estudo de
toxicidade de 2 anos foi de 8,8 mg/kg p.c./dia e o LOAEL foi de 54 mg/kg p.c./dia. Em camundongos, o
NOAEL de carcinogenicidade estabelecido no estudo de 18 meses foi de 29 mg/kg p.c./dia e o LOAEL
foi de 123 mg/kg p.c./dia.
Em estudos em ratos pela via oral, não foram observados efeitos tóxicos para a reprodução ou para o
desenvolvimento. Em estudos em coelhos pela via oral, foi observado aumento na incidência de
variações esqueléticas fetais somente em doses que causaram toxicidade materna. O tiofanato-metílico
não foi considerado teratogênico.
Em estudos de toxicidade subcrônica e crônica em ratos e cães pela via oral, foram observadas
alterações na tireoide caracterizadas por aumento do peso do órgão, hipertrofia das células foliculares,
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
alterações dos níveis dos hormônios tireoidianos. Em ratos e camundongos, foram observados efeitos no
fígado caracterizados por aumento de peso no órgão e hipertrofia hepatocelular. Também foram
observadas alterações hematológicas indicativas de uma anemia leve em ratos. Em ratos, o NOAEL
estabelecido no estudo de toxicidade de 2 anos foi de 8,8 mg/kg p.c./dia baseado na redução de peso
corporal, alterações bioquímicas e alterações histopatológicas nos rins, tireoide, fígado e adrenais e o
LOAEL foi de 54 mg/kg p.c./dia. Em camundongos, o NOAEL estabelecido no estudo de 18 meses foi de
29 mg/kg p.c./dia baseado na indução de hipertrofia hepatocelular e o LOAEL foi de 123 mg/kg p.c./dia.
Em cães, o LOAEL estabelecido no estudo de 1 ano foi de 8 mg/kg p.c./dia baseado no efeito do peso da
tireoide em ambos os sexos e na moderada hipertrofia das células epiteliais foliculares
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE
- Este produto é:
[ ] Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
[X] MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
[ ] Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
[ ] Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALT AMENTE TÓXICO para organismos do solo.
- Este produto é ALT AMENTE TÓXICO para microcrustáceos, algas e peixes.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipament aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite
a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água, para abastecimento público e
de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produto tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais e competentes e a Empresa SIPCAM NICHINO BRASIL S.A., pelo
telefone (34) 3319-5568 ou telefone de emergência 0800 701 0450.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificad devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor
do vento para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM V AZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de Distribuição.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTO:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados pelo Órgão Estadual
responsável.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTESE AFINS:
O transporte está sujeito à regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui
o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não
podem ser transportado junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
- RESTRIÇÕES ESTABELICIDA POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
Restrição de uso na cultura da uva no Estado do Espírito Santo.
Restrição de uso para Cercospora spp e Alternaria spp na cultura do Feijão e nas culturas de Cravo e
Gladíolo no Estado do Paraná.
Restrições para aplicação aérea de acordo com as legislações estaduais e municipais