Tiofanil
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Uberaba/MG
Fungicida
clorotalonil (isoftalonitrila) (500 g/kg) + tiofanato-metílico (benzimidazol (precursor de)) (200 g/kg)

Informações

Número de Registro
3728310
Marca Comercial
Tiofanil
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
clorotalonil (isoftalonitrila) (500 g/kg) + tiofanato-metílico (benzimidazol (precursor de)) (200 g/kg)
Titular de Registro
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Uberaba/MG
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cravo
Oidium spp.
Oidio
Crisântemo
Oidium chrysanthemi
Oídio
Feijão
Alternaria spp.
Mancha-de-Alternaria
Feijão
Cercospora spp.
Cercosporiose; Mancha-de-Cercospora
Feijão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão
Erysiphe polygoni
Oídio
Feijão
Peronospora manshurica
Míldio
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Feijão
Phytophthora phaseoli
Murcha; Míldio
Feijão
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Feijão
Uromyces appendiculatus
Ferrugem
Gladíolo
Botrytis gladiolorum
Crestamento; Podridão-da-flor
Melancia
Alternaria cucumerina
Mancha-das-folhas; Mancha-de-Alternaria
Melancia
Cercospora citrullina
Cercosporiose; Mancha-de-Cercospora
Melancia
Colletotrichum orbiculare
Antracnose; Podridão-amarga
Melancia
Didymella bryoniae
Crestamento-gomoso-do-caule; Podridão-amarga
Melancia
Leandria momordicae
Mancha-de-Leandria; Mancha-zonada
Melancia
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Melancia
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Melancia
Sphaerotheca fuliginea
Míldio-pulverulento; Oídio
Melão
Alternaria cucumerina
Mancha-das-folhas; Mancha-de-Alternaria
Melão
Cercospora citrullina
Cercosporiose; Mancha-de-Cercospora
Melão
Colletotrichum orbiculare
Antracnose; Podridão-amarga
Melão
Didymella bryoniae
Crestamento-gomoso-do-caule; Podridão-amarga
Melão
Leandria momordicae
Mancha-de-Leandria; Mancha-zonada
Melão
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Melão
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Melão
Sphaerotheca fuliginea
Míldio-pulverulento; Oídio
Pepino
Alternaria cucumerina
Mancha-das-folhas; Mancha-de-Alternaria
Pepino
Cercospora citrullina
Cercosporiose; Mancha-de-Cercospora
Pepino
Colletotrichum orbiculare
Antracnose; Podridão-amarga
Pepino
Didymella bryoniae
Crestamento-gomoso-do-caule; Podridão-amarga
Pepino
Leandria momordicae
Mancha-de-Leandria; Mancha-zonada
Pepino
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Pepino
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Pepino
Sphaerotheca fuliginea
Míldio-pulverulento; Oídio
Rosa
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento; Podridão-cinzenta-dos-botões; Podridão-da-flor
Rosa
Sphaerotheca pannosa
Branco-da-roseira; Oídio
Tomate
Alternaria solani
Mancha-de-Alternaria; Pinta-preta-grande
Tomate
Septoria lycopersici
Pinta-preta-pequena; Septoriose
Uva
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento; Podridão-da-flor
Uva
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose; Podridão-da-uva-madura
Uva
Elsinoe ampelina
Antracnose
Uva
Plasmopara viticola
Mofo; Míldio
Uva
Pseudocercospora vitis
Cercospora; Mancha-das-folhas

Conteúdo da Bula

                                    BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08




                                                         TIOFANIL®
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 03728310
COMPOSIÇÃO:
Dimethyl 4,4'-(o-phenylene) bis(3-thioallophanate) acetylphosphoramidothioate
(TIOFANATO-METILICO) ....................................................................................200,0 g/Kg (20,0 % m/m)
Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL) ...................................................500,0 g/Kg (50,0 % m/m)
Outros Ingredientes...............................................................................................300,0 g/Kg (30,0 % m/m)

                GRUPO                                              B1                                       FUNGICIDA
                GRUPO                                              M5                                       FUNGICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida sistêmico e de contato
GRUPO QUÍMICO: Benzimidazol, (precursor de) Tiofanato-metílico e Isoftalonitrila/Clorotalonil.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável
TITULAR DO REGISTRO:
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, CEP: 38044-755 - Uberaba / MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972
Fone: (34) 3319-5550 - Fax: (34) 3319-5570 – Email: contato@snbrasil.com.br

FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS:
THIOPHANATE METHYL TÉCNICO – Registro MAPA n° 01400
Rallis India Limited.
Plot nº 3301, GIDC Industrial Estate, Ankleshwar, 393002, District Bharuch, Gujarat, Índia.
FarmHannong Co. Ltd
Nº 131, Haean-ro, Danwon-gu, Ansan-si, 425100 - Gyeonggi-do, Coréia do Sul.
Anhui Guangxin Agrochemical Co. Ltd
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, P.R – China

Jiangsu Lanfeng Biochemical Co. Ltd
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, 221400 – Xinyi - Jiangsu – China

TIOFANATO METILICO TÉCNICO SUP – Registro MAPA n° 2619
Anhui Guangxin Agrochemical Co. Ltd.
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, P.R – China
Jiangsu Lanfeng Biochemical Co. Ltd.
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone Xinyi, Jiangsu, China

TIOFANATO METILICO TÉCNICO MEGA – Registro MAPA no 18418
Meghmani Industries Ltd.
Plot no Z-6, Dahej SEZ, Dahej TA - Vagra, Bharuch, 392130 Gujarat, Índia

CHLOROTHALONIL TÉCNICO – Registro MAPA n° 3088299
Caffaro Chimica S.r.I
Via Francesco Nullo 8-25126 - Brescia – Italia

CLOROTALONIL TÉCNICO OXON – Registro MAPA n° 011207
Jiangyin Suli Fine Chemicals Co Ltd.
Nº 7 Runhua Road, Ligang Town - 214444 Jiangyin City – Jiangsu Province - China
                                                                              BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08




FORMULADORES:
Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, CEP: 38044-755 - Uberaba / MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972
Fone: (34) 3319-5550 - Email: contato@snbrasil.com.br

FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - D. Industrial III - CEP: 38044-760 - Uberaba / MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Registro no IMA-MG nº 210
Fone: (34) 3319-3000 – Email: sac.apg@fmc.com


                             N° do Lote ou da partida:
                               Data de Fabricação:          VIDE EMBALAGEM
                               Data de Vencimento:


     ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                           CONSERVE-OS EM SEU PODER.
    É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                                             Indústria Brasileira

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
                                  AGUDO
 CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II –
                  PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE.




INSTRUÇÕES DE USO

TIOFANIL® é um fungicida sistêmico, de contato e protetor com amplo espectro de ação, do grupo
químico benzimidazol (precursor de) (Tiofanato-metílico) e isoftalonitrila (Clorotalonil) apresentado na
formulação pó molhável, empregado no controle de inúmeras doenças fúngicas que causam danos
econômicos em várias culturas, conforme recomendação abaixo:
                                                                            BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08




 CULTURAS, DOENÇAS, DOSE, ÉPOCA, INTERVALO, NÚMERO E VOLUME APLICAÇÃO.

                                                   DOSES          Número
                    Doença                                       máximo de         Época, intervalo e
CULTURA           Nome comum              g p.c./100 L   kg      aplicações       volume de aplicação
                (Nome científico)            água      p.c./ha   por ciclo da
                                                                   cultura
                                                                              Recomenda-se iniciar as
                                                                              aplicações de forma
             Oidio                                               3 aplicações preventiva, aplicando no
CRAVO
             (Oidium spp)                                          por safra  início do florescimento da
                                                                              cultura, ou logo após a
                                                       1,60 –
                                             200                              detecção dos primeiros
                                                        2,0
                                                                              sintomas da doença.
             Oídio                                               4 aplicações Intervalo entre as
CRISÂNTEMO                                                                    aplicações: de 7 a 10 dias.
             (Oidium chrysanthemi)                                 por safra
                                                                              Utilizar o volume de 800 a
                                                                              1000 L/ha
                                                                              Recomenda-se
                                                                              preferencialmente iniciar
                                                                              as aplicações de forma
                                                                              preventiva, aplicando no
                                                                              início do florescimento da
             Podridão-da-flor                          1,60 –    3 aplicações cultura, ou logo após a
GLADÍOLO                                     200                              detecção dos primeiros
             (Botrytis gladiolorum)                     2,0        por safra
                                                                              sintomas da doença.
                                                                              Intervalo entre as
                                                                              aplicações: de 7 a 10 dias,
                                                                                Utilizar o volume de 800 –
                                                                                1000 L/ha.
             Antracnose
             (Colletotrichum
             lindemuthianum)
             Cercosporiose
                                                                             Recomenda-se iniciar as
             (Cercospora spp)
                                                                             aplicações
             Ferrugem
                                                                             preferencialmente de
             (Uromyces
                                                                             forma preventiva, quando a
             appendiculatus)
                                                                             cultura estiver no estádio
             Mancha-angular
                                                                             V3 (3 folhas expandidas,
             (Phaeoisariopsis
                                                                             aproximadamente aos 20
             griseola)                         -      1,5 – 2,0 3 aplicações
FEIJÃO                                                                       dias após a emergência), e
             Mancha-de-alternaria                                 por safra
                                                                             as demais aplicações, na
             (Alternaria spp)
                                                                             fase de pré e pós florada.
             Mildio
                                                                             Intervalo entre as
             (Peronospora
                                                                             aplicações: 15 dias
             manshurica)
             Murcha
                                                                                Utilizar o volume de 200 a
             (Phytophthora phaseoli)
                                                                                400 L/ha.
             Oídio
             (Erysiphe polygoni)
             Podridão-de-sclerotinia
             (Sclerotinia sclerotiorum)
                                                                   BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08




            Mancha-zonada
            (Leandria momordicae)
            Antracnose
            (Colletrotrichum                                         As aplicações deverão ser
            orbiculare)                                              realizadas
            Mancha-das-folhas                                        preventivamente, quando
            (Alternaria cucumerina)                                  as condições climáticas
            Cercosporiose                                            estiverem propícias para a
MELANCIA,   (Cercospora citrulina)                                   ocorrência das doenças,
                                               1,60 –   3 aplicações
MELÃO E     Crestamento-gomoso-         200                          iniciando-se no início da
                                                2,0       por safra
PEPINO      do-caule                                                 frutificação das culturas.
            (Didymella bryoniae)                                     Intervalo entre as
            Mildio                                                   aplicações: 7 a 10 dias
            (Pseudoperonospora
            cubensis)                                                 Utilizar o volume de 800 a
            Oidio                                                     1000 L/ha.
            (Sphaeroheca fuliginea)
            Mofo Branco
            (Sclerotinia Sclerotiorum
                                                                     Recomenda-se iniciar as
            Oidio                                                    aplicações de forma
            (Sphaerotheca pannosa)                                   preventiva, logo após a
                                               1,60 –   5 aplicações primeira poda da cultura.
ROSA                                    200
            Podridão-cinzenta-dos-              2,0       por safra  Intervalo entre as
            botões                                                   aplicações: 7 a 10 dias.
            (Brotrytis cinerea)                                       Utilizar o volume de 800 a
                                                                      1000 L/ha.
                                                                     Recomenda-se iniciar as
                                                                     aplicações
                                                                     preventivamente, a partir
            Pinta-preta
                                                                     do transplantio da cultura,
            (Alternaria solani)
                                                        4 aplicações quando as condições
TOMATE                                  200   1,60– 2,0
                                                          por safra  climáticas estiverem
            Septoriose
                                                                     favoráveis à ocorrência da
            (Septoria lycopersici)
                                                                     doença.
                                                                     Utilizar o volume de 800 a
                                                                     1000 L/ha.
            Antracnose                                               Recomenda-se iniciar as
            (Elsinoe ampelina)                                       aplicações
            Mancha-das-folhas                                        preventivamente, no início
            (Pseudocercospora vitis)                                 da brotação da videira.
            Mildio                                                   Seguir com as demais
            (Plasmopara viticola)                       2 aplicações aplicações até a fase de
UVA                                     200   1,6 – 2,0
            Mofo-cinzento                                por safra. formação dos frutos.
            (Botrytis cinerea)                                       Intervalo entre as
            Podridão-da-uva-                                         aplicações: de 7 a 10 dias.
            madura
            (Colletotrichum                                           Utilizar o volume de 800 a
            gloeosporioides)                                          1000 L/ha.
                                                                                       BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08




Notas:
  - 1,0 Kg produto comercial (p.c) contém 200 g do ingrediente ativo (i.a) Tiofanato Metílico e 500 g do ingrediente
    ativo Clorotalonil
  - Usar a maior dose quando houver maior pressão de inóculo da doença e quando as plantas apresentarem maior
    densidade vegetativa.

 MODO DE APLICAÇÃO:
 PREPARO DA CALDA
 Preencher metade do volume de água a ser aplicado no tanque de pulverização. Adicionar TIOFANIL na
 quantidade desejada e completar com água até o volume desejado. Manter agitação moderada e
 constante no tanque de pulverização durante o preparo da calda e a aplicação. Aplicar o produto
 imediatamente após preparo da calda.

 VIA TERRESTRE
 TIOFANIL® pode ser aplicado de forma tratorizada ou mesmo com costal.
 No caso de aplicação tratorizada: Utilizar pulverizadores autopropelidos ou de arrasto com barra
 equipados com bicos de jato cônico vazio série D2 ou D3 / difusores adequados, ou modelos similares,
 de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. O tamanho de gotas indicado é de
 200 a 600 micra, densidade de gotas de 50 a 70 gotas/cm² e pressão de trabalho entre 40 a 60 lb/poL².
 Volume de calda em aplicações terrestres: O volume de calda varia em função da tecnologia de
 aplicação, porte e estágio de desenvolvimento da planta.

 VIA AÉREA:
 Para a cultura do Feijão apenas:
 Utilizar barra e atomizador rotativo Micronair: - Volume de aplicação 20 – 40 /ha;
 - Altura do voo com barra: 2 – 3 e com Micronair: 3 – 4 m;
 - Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m;
 -Tamanho/densidade da gota: 80 micra com minino de 60 gotas/cm2;
 - Usando micronair, o número de atomizadores deve ser 4, onde para o ajuste do regulador de vazão
 (VRU), pressão e ângulo de pá, seguir tabela sugerida pelo fabricante.

 CONDIÇÕES CLIMATICAS:
 No momento da aplicação a umidade relativa do ar deve estar acima de 60% e ventos com velocidade
 máxima de 10 Km/h. Evitar aplicações nas horas mais quentes do dia. Tanto para pulverizações aéreas
 como terrestres a escolha do volume de calda e o tamanho de gotas a serem utilizados devem levar em
 consideração as condições climáticas, o stand e fase de desenvolvimento da cultura, conforme
 orientações do engenheiro agrônomo.

  INTERVALO DE SEGURANÇA

                           Cultura                                 Intervalo de Segurança

       Feijão, Melão, Uva e Tomate                                          14 dias

       Melancia                                                             13 dias

       Pepino                                                                7 dias

       Cravo, Crisântemo, Gladíolo e Rosa                        U.N.A (Uso Não Alimentar)


 INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
 Não deve ocorrer a reentrada de pessoas nas culturas antes de 24 horas após a aplicação, ou até a
 secagem do produto nas plantas, a menos que se use equipamentos de proteção individual (EPIs),
 conforme indicado nos dados relativos à proteção da saúde humana.
                                                                             BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08




LIMITAÇÕES DE USO:
     Uso exclusivamente agrícola.
     Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
     É obrigatório o uso do produto somente nas indicações constantes na bula.
     Evitar aplicação durante as horas mais quentes do dia;
     Evitar aplicação sob prenuncio de chuva;
     Não aplicar em plantas sob condição de estresse hídrico ou fitotoxicidade.
     Respeitar um período mínimo de 24 horas para realização da irrigação.

Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições
recomendadas.

Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante
para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso
de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de
resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem
ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida,
consulte o seu exportador e/ou importador.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À
PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
   Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos B1 e M5 para o controle
     do mesmo alvo, sempre que possível;
   Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas,
     tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando
     disponíveis, etc;
   Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
     regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
     fungicidas;
   Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
     devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
     www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org),
     Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
                                                                             BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08




            GRUPO                                 B1                             FUNGICIDA
            GRUPO                                 M5                             FUNGICIDA

O produto fungicida TIOFANIL® é composto por tiofanato-metílico e clorotalonil, que apresentam
mecanismos de ação Montagem de ß-tubulina na mitose e Atividade de contato multi-sítio, pertencentes
aos Grupos B1 e M5, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Fungicidas), respectivamente.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Para o manejo integrado de doenças, recomenda-se a utilização de todas as técnicas apropriadas e
disponíveis para a condução das culturas, no intuito de manter abaixo do nível de dano econômico a
população de organismos nocivos aos cultivos, visando ainda, minimizar os efeitos colaterais deletérios
ao meio ambiente. Dessa forma, dentre as técnicas disponíveis para o manejo integrado de doenças em
culturas, tem-se: O Controle biológico; O uso de cultivares/variedades adequados para a região e
quando possível o uso de cultivares/variedades com tolerância e/ou resistência a determinadas doenças;
O Controle cultural (através do uso de rotação de culturas, época de semeadura adequada para o
cultivo, uso de sementes de alta qualidade sanitária, destruição de restos culturais após a colheita,
manter o cultivo livre de plantas daninhas, condução da lavoura através de adubação adequada e
equilibrada, dentre outros); e Controle químico (através do uso de fungicidas devidamente registrados e
recomendados para o controle de patógenos).

                      DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRECAUÇÕES GERAIS:
 Produto para uso exclusivamente agrícola.
 O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
 Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
 Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
 Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados;
 Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
  com a boca;
 Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
  fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
 Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
  áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
 Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
 Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
  do alcance de crianças e animais;
 Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão, botas, avental impermeável, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila;
 Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
  forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO / PREPARAÇAO DA CALDA:
  Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
   compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
   borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos
   e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas nitrila;
  Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
   (EPI) recomendados;
  Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
                                                                          BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08




PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
  Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
   tempo entre a última aplicação e a colheita);
  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
   sendo aplicado o produto;
  Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
   melhores condições climáticas para cada região;
  Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
   também entrem em contato, com a névoa do produto;
  Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
   compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
   borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico
   classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os
   avisos até o final do período de reentrada;
  Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
   produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
   (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
   após a aplicação;
  Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
   tempo entre a última aplicação e a colheita);
  Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
   para evitar contaminação;
  Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
   trancado, longe do alcance de crianças e animais;
  Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
  Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
   família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
  Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
  Não reutilizar a embalagem vazia;
  No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com
   tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
  Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
   touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
  A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.



                                                       Pode ser perigoso se ingerido
                                 ATENÇÃO               Pode ser perigoso em contato com a pele
                                                       Provoca irritação ocular grave
                                                                                  BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08




PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave
com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro
olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

                   INTOXICAÇÕES POR TIOFANATO-METÍLICO E CLOROTALONIL
                                  INFORMAÇÕES MÉDICAS

 Grupo químico            Benzimidazol e Isoftalonitrila
 Classe toxicológica      CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
 Vias de exposição        Oral, inalatória, ocular e dérmica.
 Toxicocinética           Tiofanato-Metílico:
                           Em ratos, a absorção gastrointestinal do tiofanato-metílico após a
                          administração de doses de 14 mg/kg p.c. foi rápida e quase completa (88-
                          89% da dose administrada). Uma diminuição da absorção gastrointestinal
                          foi observada com o aumento da dose, após a administração de doses de
                          170 mg/kg p.c.
                          O tiofanato-metílico é amplamente distribuído no organismo. Em ratos, as
                          maiores concentrações da substância foram detectadas no fígado, na
                          tireoide e nos rins. Já em camundongos, as maiores concentrações foram
                          detectadas no fígado e nos rins.             Esta substância é amplamente
                          biotransformada no organismo. O principal metabólito identificado na urina
                          de ratos foi o sulfato de 5-hidroxicarbendazim (até 42%) e uma menor
                          proporção dos metabólitos 5-hidroxi-tiofanato-metílico e 4-hidroxi-tiofanato-
                          metílico (cerca de 2% cada) também foi identificada. Já nas fezes, os
                          principais metabólitos identificados foram o 4-hidroxi-tiofanato- metílico (6-
                          10%), sulfato de 5-hidroxicarbendazim (2–5%) e o carbendazim (2–3%).
                          O tiofanato-metílico foi identificado na forma inalterada na excreta em uma
                          proporção de 20-24% após a administração repetida de baixas doses e de
                          50% após a administração de altas doses.
                          Em um estudo de metabolismo humano in vitro, os principais componentes
                          identificados no sangue e no plasma após 2 horas de exposição foram o
                          tiofanato-metílico, o carbendazim e o 5-hidroxicarbendazim.
                          Em ratos, após a administração de baixas doses, o tiofanato-metílico foi
                          rapidamente excretado do organismo. Cerca de 96% da dose administrada
                          foi eliminada dentro de 48h, principalmente através da urina (47%) e da bile
                          (40%) e uma pequena porção através das fezes (7%). Um aumento na
                          excreção através da via fecal foi observado após a administração de altas
                          doses. A meia-vida plasmática após a administração de baixas doses foi de
                          1,6 a 2,8 horas após administração da dose de 13 mg/kg p.c. Após
                          administração de altas doses (140 – 170 mg/kg p.c.), a meia-vida
                          plasmática foi de 2,4 a 7,8 horas. Não foram observadas diferenças
                          significativas entre o perfil toxicocinético de ratos machos e fêmeas. Não
                          houve evidências de bioacumulação da substância
                                                                        BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08




                 Clorotalonil:
                  O clorotalonil é pouco absorvido através da via dérmica (<1% em estudo in
                 vitro em pele humana e aproximadamente 0,16% em estudo in vivo em
                 ratos). Em ratos, a absorção gastrointestinal foi rápida, porém limitada (30-
                 32%), com diminuição da proporção absorvida de acordo com o aumento
                 da dose. O pico de concentração plasmática foi baixo (<1% da dose
                 administrada) e atingido entre 2–9 horas após a administração desta
                 substância.
                 A concentração absorvida foi rapidamente distribuída no organismo de
                 ratos, com as maiores concentrações sendo detectadas nos rins, devido à
                 ligação com proteínas renais.
                 Em ratos, o clorotalonil foi rapidamente biotransformado através da
                 conjugação com a glutationa no trato gastrintestinal e no fígado e, em
                 seguida, após degradação enzimática, foi convertido nos derivados di- e tri-
                 tióis através de uma série de reações enzimáticas nos rins. Os principais
                 metabólitos urinários são o tri-tiomonocloro isoftalonitrila e di-tiomonocloro
                 isoftalonitrila e seus derivados tio-metílicos correspondentes.
                 A excreção do clorotalonil foi rápida, em ratos, com cerca de 90% da dose
                 administrada sendo excretada nas primeiras 96 horas, principalmente
                 através das fezes (80-90%) e urina (8-12%). Aproximadamente 17-21% da
                 dose administrada foi excretada através da bile, com evidência de
                 circulação entero-hepática. Houve uma redução da proporção excretada
                 pela via biliar e via urinária de acordo com o aumento da dose
                 administrada, evidenciando uma saturação da absorção desta substância.
                 Não há evidência de bioacumulação.
                 O perfil toxicocinético foi similar tanto após administração de dose única
                 quanto após administração de doses repetidas. A excreção apresentou
                 diferença entre machos e fêmeas. Em ratos fêmeas, a excreção biliar foi
                 cerca de 20% menor do que em machos. A excreção urinária em fêmeas foi
                 cerca de 35% maior do que em machos.
Toxicodinâmica   Tiofanato-Metílico
                 Os efeitos genotóxicos do tiofanato-metílico são considerados como um
                 fenômeno de limiar e estão relacionados a produção do metabólito
                 carbendazim. O carbendazim causa alterações no número de
                 cromossomos (aneuplodia) tanto in vitro quanto in vivo (em células
                 somáticas e germinativas) como um resultado de sua interferência no fuso
                 mitótico, através da inibição da polimerização da tubulina, que é uma
                 proteína essencial para a segregação dos cromossomos durante a divisão
                 celular. Assim como o tiofanato- metílico, o metabólito carbendazim
                 também não causa mutações gênicas ou aberrações cromossômicas
                 estruturais.
                 Efeitos na tireoide (hipertrofia, hiperplasia, aumento de peso, alteração nos
                 níveis hormonais) observados em estudos em ratos e cães são
                 provavelmente devidos à inibição da enzima tireoperoxidase, que é uma
                 enzima envolvida na síntese de hormônios tireoidianos, em combinação
                 com a indução da enzima uridina difosfato glucuronosiltransferase
                 (UDPGT), que é uma enzima que tem uma função importante na depuração
                 do hormônio T4 no fígado. Foi observado que a suplementação de T4
                 neutralizou a hipertrofia da tireoide e a resposta ao hormônio
                 tireoestimulante (TSH), indicando que o tiofanato-metílico causa hipertrofia
                 através de um mecanismo de feedback.
                                                                         BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08




                    A indução de adenomas hepatocelulares pelo tiofanato-metílico em ratos e
                    camundongos pode ser uma consequência da ativação dos receptores
                    nucleares envolvidos no sistema de metabolização do citocromo P450.
                    Outro modo de ação possível para o efeito carcinogênico no fígado pode
                    ser a interferência do metabólito carbendazim com as proteínas do fuso
                    mitótico levando a aneuploidia.
                    Clorotalonil:
                    Não há informações sobre o mecanismo de toxicidade do clorotalonil em
                    humanos.
                    Em estudos de toxicidade aguda em ratos, pela via inalatória, a exposição
                    ao clorotalonil resultou em mortes por asfixia secundária ao
                    desenvolvimento de edema pulmonar.
                    Os sinais de toxicidade e achados histopatológicos demonstraram que esta
                    substância pode causar irritação do trato respiratório e dos pulmões.
                    Em estudos em ratos e camundongos pela via oral, os rins foram o principal
                    alvo da toxicidade do clorotalonil. Estudos sobre o mecanismo da
                    nefrotoxicidade causada por esta substância, em ratos, pela via oral,
                    demonstraram que os tumores ocorrem como uma consequência ao dano
                    ao segmento S2 dos túbulos renais. A ocorrência dos tumores é precedida
                    por uma citotoxicidade renal            que tem         como resposta    a
                    proliferação/hiperplasia celular regenerativa. Estudos indicam que esta
                    citotoxicidade ocorre devido aos metabólitos reativos (formados pela
                    clivagem dos conjugados S de cisteína pelas beta-liases nos rins) que são
                    transportados para os túbulos renais. Devido às β-liases renais humanas
                    apresentarem menor atividade do que as dos roedores, os roedores foram
                    considerados mais sensíveis à bioativação do clorotalonil por esta via. Em
                    estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos rins.

Sintomas e sinais   Tiofanato-metílico:
clínicos            Não são conhecidos sintomas específicos do tiofanato-metílico em
                    humanos ou animais.
                    Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com
                    ardência e vermelhidão.
                    Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com
                    ardência e vermelhidão. O tiofanato-metílico é considerado sensibilizante
                    dérmico, podendo causar reações alérgicas na pele caracterizadas por
                    ardor, queimação, prurido e erupção cutânea.
                    Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
                    respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
                    Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal,
                    com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
                    Exposição crônica: O tiofanato-metílico causou alteração no número de
                    cromossomos (aneuploidia) tanto in vitro quanto in vivo. Em estudos de
                    carcinogenicidade, pela via oral, foi observado um aumento na incidência
                    de tumores hepáticos em camundongos e tumores na tireoide de ratos. O
                    fígado (aumento do peso do órgão, hipertrofia hepatocelular) e a tireoide
                    (aumento do peso do órgão, hipertrofia das células foliculares, alterações
                    dos níveis dos hormônios tireoidianos) foram identificados como os
                    principais órgãos-alvo de toxicidade do tiofanato-metílico em ratos e cães.
                    Também foram observadas alterações hematológicas indicativas de uma
                    anemia leve em ratos e camundongos
                                                                    BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08




              Clorotalonil: Não são conhecidos sintomas específicos do clorotalonil em
              humanos. Em estudos de toxicidade em animais esta substância
              demonstrou alta toxicidade aguda pela via inalatória. Em coelhos o contato
              do clorotalonil com os olhos, causou lesões oculares graves. Também foi
              observado potencial de sensibilização dérmica em cobaias.
              Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação com
              ardência, dor, lacrimejamento, vermelhidão, podendo ocorrer lesões na
              superfície da córnea, em casos mais graves.
              Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação e
              reações de sensibilização, com ardência, coceira e vermelhidão.
              Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
              respiratório com tosse, secreção nasal, dificuldade respiratória, ardência do
              nariz, boca e garganta.
              Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal,
              com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
              Efeitos crônicos: Em estudos de exposição repetida com roedores (ratos e
              camundongos), pela via oral, os rins foram identificados como os principais
              órgãos-alvo de toxicidade do clorotalonil por lesões pré-neoplásicas e
              neoplásicas observadas nas duas espécies. A relevância destes efeitos
              para humanos não pode ser excluída. Doses seguras de exposição foram
              estabelecidas.
              Em estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos rins.
              O clorotalonil não foi considerado tóxico para a reprodução, nem
              teratogênico em estudos em ratos e em coelhos.
Diagnóstico   O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e
              pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento    Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
              ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
              especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá
              estar protegida por equipamento de segurança de forma a não se
              contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder
              descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
              orifícios) e cabelos com água abundante e sabão.
              O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e
              avental impermeáveis.
              ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de
              suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções
              vitais.
              Exposição Oral:
              - O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
              - Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
              aspiração.
              - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em
              caso de intoxicação por clorotalonil e tiofanato-metílico. Avaliar a
              necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário,
              administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de
              água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g;
              crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
                                                                        BULA AGROFIT_Mar 2022_Rev. 08




                    - Lavagem gástrica: somente cogitar a descontaminação gastrintestinal
                    após a ingestão de grande quantidade produto. Neste caso, considerar
                    após ingestão recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que
                    represente risco à vida.
                    - Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de
                    pressão arterial).
                    - Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco
                    de aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em
                    caso de perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível
                    diminuído de consciência; pacientes com risco de hemorragia ou
                    perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas.
                    Exposição Inalatória:
                    - Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
                    respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
                    respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema
                    pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na
                    ventilação, conforme necessário.
                    Exposição Dérmica:
                    - Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área
                    exposta com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve
                    ser encaminhado para tratamento específico.
                    - Avaliar o uso de adrenalina, anti-histamínicos e corticoides em casos de
                    reações de hipersensibilidade, de acordo com a intensidade dos sintomas.
                    Exposição ocular:
                    - Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de
                    água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Procurar
                    atendimento médico especializado imediatamente. Se irritação, dor,
                    inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
                    encaminhado para tratamento específico.
                    A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
Contraindicações:   pneumonite química.
                    A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos
                    protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em
                    pacientes não-intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração
                    gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das
interações          Não são conhecidos.
químicas
Atenção             TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
                    Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico
                    e tratamento, ligue para o DISQUE-INTOXICAÇÃO: 0800-722-6001.
                    Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                    (RENACIAT-ANVISA/MS).
                    As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
                    Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
                    Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e Sistema de Notificação
                    em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                    Telefone de Emergência da Empresa: (34) 3319-5568 (Horário
                    Comercial) - PlanitoxLine: 0800-701-0450.
                    Endereço Eletrônico da Empresa: www.sipcamnichino.com.br
                    Correio Eletrônico da Empresa: contato@snbrasil.com.br
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MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral para ratos: maior que 2.000 mg/kg
DL50 dérmica para ratos: maior que 2.000 mg/kg
DL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: A substância teste aplicada na pele causou eritema e edema,
sendo classificado como levemente irritante.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: A substância teste aplicada nos olhos dos coelhos causou lesões
nas conjuntivas palpebrais ou bulbares, sendo classificado como levemente irritante.
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não provocou sensibilidade cutânea.
Sensibilização respiratória: Não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de
experimentação.
Mutagenicidade: A substância teste não apresentou potencial mutagênico em teste de mutação gênica
reversa em Salmonella typhimurium (Teste de Ames) e não apresentou evidência de atividade
mutagênica no teste do micronúcleo em células da medula óssea de camundongos
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Clorotalonil: Em estudos em ratos e camundongos, pela via oral, os rins foram o principal alvo da
toxicidade após exposição repetida ao clorotalonil. Foram observados aumento do peso dos rins,
aumento da incidência de carcinomas e tumores tubulares renais (em camundongos: estudo de 90 dias
pela via oral, NOAEL: 124 mg/kg p.c./dia. Em camundongos, estudo de 18 meses pela via oral, NOAEL:
30,4 mg/kg p.c.; LOAEL: 119 mg/kg p.c.; em ratos: estudo de 13 semanas pela via oral, NOAEL: 40
mg/kg p.c./dia. Em ratos, estudo de 2 anos, NOAEL: 3,8 mg/kg p.c./dia; LOAEL: 15 mg/kg p.c./dia). Os
tumores observados foram considerados como consequência da citotoxicidade renal prolongada e
proliferação celular regenerativa. Ratos e camundongos parecem ser mais sensíveis a este mecanismo
citotóxico, no entanto como uma diferença quantitativa entre o metabolismo humano e de roedores não
foi estabelecida, a relevância para humanos não pôde ser excluída. Portanto, doses seguras de
exposição foram estabelecidas. Em estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos
rins. Em estudos em ratos e em coelhos, esta substância não foi considerada tóxica para a reprodução
nem teratogênica.

Tiofanato-metílico: O tiofanato-metílico não causa mutações gênicas ou aberrações cromossômicas
estruturais, entretanto, a substância causa alteração no número de cromossomos (aneuploidia) tanto in
vitro quanto in vivo. Indução de formação de micronúcleo em camundongos também foi observada após
a exposição a altas doses iguais ou maiores do que 500 mg/kg p.c., mas a resposta foi fraca quando
comparada ao metabólito carbendazim. Os efeitos genotóxicos do tiofanato-metílico são considerados
como um fenômeno de limiar e estão relacionados a produção do metabólito carbendazim.
Nos estudos conduzidos com o tiofanato-metílico para avaliar o potencial carcinogênico, pela via oral, foi
observado um aumento na incidência de adenomas hepatocelulares em camundongos e adenomas na
tireoide de ratos. Os tumores na tireoide foram, porém, considerados secundários aos efeitos hepáticos e
improváveis de ocorrerem no homem em doses que não alteram a homeostase dos hormônios
tireoideanos. Os tumores no fígado foram, em sua maioria, benignos e considerados de relevância
desconhecida para o homem. Em ratos, o NOAEL de carcinogenicidade estabelecido no estudo de
toxicidade de 2 anos foi de 8,8 mg/kg p.c./dia e o LOAEL foi de 54 mg/kg p.c./dia. Em camundongos, o
NOAEL de carcinogenicidade estabelecido no estudo de 18 meses foi de 29 mg/kg p.c./dia e o LOAEL
foi de 123 mg/kg p.c./dia.
Em estudos em ratos pela via oral, não foram observados efeitos tóxicos para a reprodução ou para o
desenvolvimento. Em estudos em coelhos pela via oral, foi observado aumento na incidência de
variações esqueléticas fetais somente em doses que causaram toxicidade materna. O tiofanato-metílico
não foi considerado teratogênico.
Em estudos de toxicidade subcrônica e crônica em ratos e cães pela via oral, foram observadas
alterações na tireoide caracterizadas por aumento do peso do órgão, hipertrofia das células foliculares,
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alterações dos níveis dos hormônios tireoidianos. Em ratos e camundongos, foram observados efeitos no
fígado caracterizados por aumento de peso no órgão e hipertrofia hepatocelular. Também foram
observadas alterações hematológicas indicativas de uma anemia leve em ratos. Em ratos, o NOAEL
estabelecido no estudo de toxicidade de 2 anos foi de 8,8 mg/kg p.c./dia baseado na redução de peso
corporal, alterações bioquímicas e alterações histopatológicas nos rins, tireoide, fígado e adrenais e o
LOAEL foi de 54 mg/kg p.c./dia. Em camundongos, o NOAEL estabelecido no estudo de 18 meses foi de
29 mg/kg p.c./dia baseado na indução de hipertrofia hepatocelular e o LOAEL foi de 123 mg/kg p.c./dia.
Em cães, o LOAEL estabelecido no estudo de 1 ano foi de 8 mg/kg p.c./dia baseado no efeito do peso da
tireoide em ambos os sexos e na moderada hipertrofia das células epiteliais foliculares

                     DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE
- Este produto é:
 [ ] Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
 [X] MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
 [ ] Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
 [ ] Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALT AMENTE TÓXICO para organismos do solo.
- Este produto é ALT AMENTE TÓXICO para microcrustáceos, algas e peixes.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipament aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite
a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água, para abastecimento público e
de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produto tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
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3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais e competentes e a Empresa SIPCAM NICHINO BRASIL S.A., pelo
telefone (34) 3319-5568 ou telefone de emergência 0800 701 0450.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
  Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
  identificad devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
  registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
  Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
  material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
  conforme indicado acima.
  Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
  órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
  adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
  quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor
do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM V AZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de Distribuição.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
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- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTO:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados pelo Órgão Estadual
responsável.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTESE AFINS:
O transporte está sujeito à regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui
o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não
podem ser transportado junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

- RESTRIÇÕES ESTABELICIDA POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
Restrição de uso na cultura da uva no Estado do Espírito Santo.
Restrição de uso para Cercospora spp e Alternaria spp na cultura do Feijão e nas culturas de Cravo e
Gladíolo no Estado do Paraná.
Restrições para aplicação aérea de acordo com as legislações estaduais e municipais
                                

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