Timber 500 SC
Cropchem Ltda - Porto Alegre
Herbicida
terbutilazina (triazina) (500 g/L)
Informações
Número de Registro
28323
Marca Comercial
Timber 500 SC
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
terbutilazina (triazina) (500 g/L)
Titular de Registro
Cropchem Ltda - Porto Alegre
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Conteúdo da Bula
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TIMBER 500 SC
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob n° 28323
N2-tert-butyl-6-chloro-N4-ethyf-1,3,5,-triazine-2,4-diamine (TERBUTILAZINA).........500,0 g/L (50,0 % m/v)
Outros ingredientes....................................................................................................623,8 g/L (62,38% m/v)
GRUPO C1 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Triazinas
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC).
TITULAR DO REGISTRO (*):
CROPCHEM LTDA.
Avenida Cristóvão Colombo, 2834, Conjuntos 803/804,
Porto Alegre, RS, CEP 90550-054 – CNPJ: 03.625.679/0001-00
Fone: (51) 3342-1300 Fax: (51) 3343-5295 - Registro no estado: 1190/00 – SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
IMPORTADOR:
BAYER S.A. – Avenida Constante Pavan, 4327, Betel, CEP: 13148-198, Paulínia – SP, CNPJ: 18.459.628/0020-88, Número de
registro do estabelecimento no estado: 675 CDA/SP.
BAYER S.A. – Estrada da Boa Esperança, 650, 6201 Parte, Centro, CEP: 26110-120, Belford Roxo – RJ, CNPJ:
18.459.628/0033-00, Número de registro do estabeelcimento no estado: Não aplicável ao RJ.
BAYER S.A. – Estrada PR 090, KM 374,9, S/N, Galpão Armazém A, Sala A, Zona Rural, CEP: 86200-000, Ibiporã – PR, CNPJ:
18.459.628/0019-44, Número de registro do estabelecimento no estado: 003176 ADAPAR/PR.
BAYER S.A. – Rua Adolfo Zieppe Filho, S/N, Quadra 17, Setor 13, Módulo F, Sala 6, Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz,
CEP: 99500-000, Carazinho – RS, CNPJ: 18.459.628/0071-28, Número de registro do estabelecimento no estado: 184/12
SEAPA/RS.
BAYER S.A. – Rua Domingos Jorge, 1100, Socorro, CEP: 04779-900, São Paulo – SP, CNPJ: 18.459.628/0001-15, Número do
registro do estabelecimento no estado: 663 CDA/SP.
FIAGRIL LTDA – Avenida da Produção, Quadra 14, Lote 11, Sala 01, 2204-W – Parque das Emas, - CEP 78466-551 Lucas do
Rio Verde – MT CNPJ 02.734.023./0013-99, Número de registro do estabelecimento no Estado: 28047 INDEA/MT.
PRODUTO TÉCNICO:
TERBUTILAZINA TÉCNICO CROPCHEM – Registro MAPA nº TC24022
SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD. – Nº 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou 256600, Shandong - China.
TERBUTILAZINA TÉCNICO ZS – Registro MAPA nº TC03321
ANHUI ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD. – Xiangyu Town Chemical Industry Park – Dongshi – Anhui – 247260
– China.
XIANSHUI ZHONGSHAN BIOSCIENCE CO., LTD. – Dahe Road, Xiangshui Eco Chemical Industry Park, Xiangshui County,
Yancheng, Jiangsu Province China.
FORMULADOR / MANIPULADOR:
• NORTOX S.A. – Rodovia Melo Peixoto (BR 369), km 197, Arapongas – PR – CEP 86700-970 - CNPJ: 75.263.400/0001-99 –
registro no órgão estadual: 000466 – ADAPAR/PR.
• Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos LTDA – Bonifácio Rosso Ros, n°260, Bairro Cruz Alta,
Indaiatuba – SP – CEP 13.348-790 - CNPJ: 50.025.469/0004-04 – registro no órgão estadual: 1248 – CDA/SP.
FORMULADOR:
• AGROMOL BIOTECH CO., LTD. - East side, middle section of Binhe Road, Shanxian County Chemical Industry Park, Xieji
Town, Shanxian County, Heze City, Shandong Province, China.
• BENGBU BIOAGRILAND FAITHCHEM CO., LTD. – No. 23, Feihezhong Road, Mohekou Industrial Park, Huaishang District,
Bengbu, Anhui, China.
• HEBEI SHANLI CHEMICAL CO., LTD. – Eighteenth Team, Zhongjie Farm, Cangzhou City, Hebei Province, 061108, China.
• JIANGSU CORECHEM CO., LTD. – 18, Shilian Avenue, Huaian City, 223000, Jiangsu, China.
• SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD. – No. 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou 25660, Shandong – China.
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No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – MUITO PERIGOSO AO MEIO
AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
TIMBER 500 SC é um herbicida seletivo de ação sistêmica, do grupo químico das triazinas.
recomendado para o controle em pré e pós-emergência precoce e inicial de plantas infestantes na
cultura do milho
Culturas, Pragas, Doses, Volume de Calda, Número, Intervalo e Época de aplicações:
Dose p.c.* N° máximo de Volume de calda
Culturas Alvos
L/ha aplicações Terrestre (L/Ha)
Picão Preto
1,4 - 2,8
(Bidens pilosa)
100-200
Trapoeraba
1,4 - 2,8
(Commelina benghalensis)
Capim-colchão
1,0 – 3,0
(Digitaria horizontalis)
Capim-carrapicho
1,0 – 3,0
(Cenchrus echinatus)
Capim-braquiária
MILHO 1,0 – 3,0 1
(Brachiaria decumbens)
Capim-marmelada
1,0 – 3,0 250-400
(Brachiaria plantaginea)
Corda-de-viola
1,0 – 3,0
(Ipomoea grandifolia)
Amendoim-bravo
1,0 – 3,0
(Euphorbia heterophylla)
Capim-pé-de-galinha
1,0 – 3,0
(Eleusine indica)
*Dose do produto comercial
MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicar logo após a semeadura na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes através de
tratamento em área total ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio.
Neste caso, TIMBER 500 SC poderá ser aplicado com auxílio de pulverizador costal nas pequenas
propriedades, ou com equipamento tratorizado com sistema "3 em 1" no qual em uma única operação
se aduba, planta e aplica o herbicida. Na ocorrência de plantas infestantes de folhas largas e estreitas,
pode-se aplicar na pós-emergência inicial com as plantas infestantes no estádio de até 6 folhas. Em
pós-emergência, pode ser aplicado em área total com a cultura do milho já germinada.
Condições Ideais para Aplicação:
Na aplicação em pré-emergência, o solo deve estar preparado, livre de torrões e restos culturais e com
boa umidade para melhor eficácia do produto. Na aplicação em pós-emergência, deve-se respeitar o
estádio de desenvolvimento da planta infestante.
Umidade do Solo:
O solo deve estar úmido durante a aplicação do TIMBER 500 SC. Não aplicar o herbicida com o solo
seco, pois o bom funcionamento do produto poderá ficar comprometido.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
TIMBER 500 SC deve ser aplicado na forma de pulverização com auxílio de pulverizadores terrestres
convencionais (costais ou tratorizados). O produto na quantidade pré-determinada, pode ser despejado
diretamente no tanque do pulverizador com 1/4 do volume cheio e o sistema de agitação ligado. Em
seguida completar o volume com água. TIMBER 500 SC pode ser aplicado com os equipamentos
convencionais terrestres, pulverizadores costais, manual ou pressurizado e pulverizadores tratorizados,
adaptados com barras, utilizando-se os bicos leques do tipo Teejet 80.03, 80.04, 110.03, 110.04 ou
similares, com o volume de calda variando de 250 a 400 litros/ha. Em se tratando de aplicação de
herbicidas, a pressão de trabalho da bomba deve permanecer em torno de 30-60 libras por polegada
ao quadrado, que produz gotas de tamanho médio a grande. Nas regiões com ventos acentuados,
entre 10-14 km/h, as aplicações pré-emergentes poderão ser feitas com uso de bicos antideriva do tipo
FULL JET. como o FL 5, FL 6.5, FL 8 e com a pressão de 20-25 libras por polegada ao quadrado.
Condições climáticas: as condições climáticas mais favoráveis e recomendáveis ao bom resultado de
uma pulverização assim como a utilização dos equipamentos corretos de pulverização devem ser
obedecidas. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação para proporcionar
a adequada densidade de gotas, obedecendo-se ventos de até 10 km/h, temperatura e umidade
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relativa, visando reduzir ao reduzir ao mínimo as perdas por deriva e deposição. O sistema de agitação,
do produto no tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
PREPARO DA CALDA:
Antes de iniciar o preparo da calda de pulverização deve-se garantir que o tanque, mangueiras, filtros
e pontas do pulverizador estejam limpos. Recomenda-se encher o tanque de pulverização com água
até atingir um terço de seu volume, iniciar agitação e adicionar gradativamente a quantidade
recomendada do produto. Completar o volume do tanque momentos antes do início da pulverização. A
agitação no tanque do pulverizador deve ser constante durante o preparo da calda e aplicação. Ao final
da pulverização deve ser realizada a limpeza de todo o equipamento de pulverização. Seguir as
recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Milho.......................................(1)
(1) Não determinado devido a modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
— Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
— Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos as culturas
indicadas.
— O produto não deve ser aplicado em solos mal preparados com torrões ou em solo seco.
INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide “Dados Relativos À Proteção Da Saúde Humana”
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUVALENTE:
Vide “Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente”
INFORMAÇÕES SOBRE PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide “Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente”
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide “Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente”
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O herbicida TIMBER 500 SC apresenta mecanismos de ação Inibição da fotossíntese no fotossistema
II, pertencente ao Grupo das Triazinas, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação
à Resistência de Herbicidas).
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
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Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C1 HERBICIDA
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes
que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo
integrado de plantas infestantes, sendo eles: o controle manual, o controle mecânico, através de
roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais
utilizados e eficazes.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para uso exclusivamente agrícola.
− O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
− Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações recomendadas pelo fabricante.
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional
habilitado.
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
− Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e de animais.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do
punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de
borracha; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca
árabe e luvas de nitrila.
− Seguir as recomendações do fabricante do equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
− Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita)
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
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− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
PRECAUÇOES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
− Evite ao máximo possível contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto ates do térmico do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas
logo após a aplicação.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita)
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
− Lave as roupas e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis.
− Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
− Não reutilizar a embalagem vazia.
− No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de
algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro
mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
− A manutenção e limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
Nocivo se ingerido
ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele
Pode ser nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado.
Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite a água de
lavagem entre um olho e outro. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa contaminada e acessórios contaminados e lave a pele com muita água
corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
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- INTOXICAÇÕES POR TIMBER 500 SC-
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Triazina.
Classe toxicológica Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico.
Vias de Exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Em estudos experimentais em ratos, a terbutilazina foi amplamente absorvida
através do trato gastrintestinal após a administração de doses baixas (0,5-5 mg/kg
p.c./dia) e altas (50-100 mg/kg p.c./dia). O pico de concentração plasmática foi
atingido dentro de 6-12 horas após a administração oral única de baixas doses. Já
após a administração única de altas doses, o pico de concentração plasmática foi
atingido dentro de 24-48 horas, indicando uma absorção mais lenta. Em ratos, a
terbutilazina foi amplamente biotransformada após a administração oral, não sendo
detectada a substância em sua forma inalterada após a administração das doses
mais baixas. Após a administração de altas doses, apenas baixas concentrações
(0,5-1,6%) da substância inalterada foram detectadas nas fezes. A biotransformação
Toxicicocinética
da substância em ratos ocorreu principalmente através de duas vias metabólicas. A
primeira envolveu a hidroxilação da fração t-butila da molécula com posterior
oxidação ou conjugação. Já a segunda via, envolveu a clivagem oxidativa da ligação
amino- etil seguida por oxidação ou conjugação. Os principais metabólitos
identificados na excreta de ratos foram o ácido desetil-carboxílico (3U/M5) e um
conjugado glicuronídeo do análogo desetil (5U/M3). A terbutilazina foi rapidamente
excretada do organismo de ratos, predominantemente nas primeiras 48 horas,
principalmente através da urina (50-70%), mas também através das fezes (30- 40%),
com até 63,8% de excreção via biliar. Houve evidência de circulação entero-
hepática. Não foi observado potencial de bioacumulação no organismo de ratos.
Mecanismos de Toxicidade Estudos mecanicistas demonstraram que as clorotriazinas, como a terbutilazina,
causaram um aumento na incidência de tumores mamários em ratos fêmeas através
da interferência no ciclo estral, no entanto, este aumento na incidência de tumores
foi considerado espécie específico e sem relevância para humanos. O aumento da
incidência de tumores em ratos fêmeas, mostra-se relacionado à diminuição dos
níveis de LH (hormônio luteinizante) e consequente aumento da secreção de
estrogênio e prolactina, o que acelera o processo de envelhecimento reprodutivo
normal em ratos fêmeas. Este processo ocorre de forma diferente em mulheres, que
respondem a níveis reduzidos de LH através da redução dos níveis de estrógeno.
A terbutilazina é nociva pela via oral, com base em estudos em animais. A exposição
repetida em animais de experimentação pelas vias oral e dérmica resultou em
redução significativa do peso corporal e do consumo de alimentos.
Exposição ocular: em contato com os olhos, a substância pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição cutânea: em contato com a pele, a substância pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão e dermatite alérgica em indivíduos susceptíveis.
Exposição respiratória: quando inaladas, as triazinas podem provocar irritação no
trato respiratório, manifestada por tosse, ardência no nariz e na garganta.
Exposição oral: a ingestão de grandes quantidades de herbicidas da classe das
triazinas pode causar irritação no trato gastrointestinal com vômito, náuseas, dor
Sintomas e sinais clínicos abdominal, diarreia e sensação de queimação na boca. Em animais de
experimentação, a exposição a altas doses causou ataxia, anorexia, dispneia e
espasmos musculares.
Efeitos crônicos: a terbutilazina não foi mutagênica in vitro e in vivo e não
demonstrou evidências de carcinogenicidade em camundongos. Em ratos foi
observado um aumento na incidência de tumores mamários através de um modo de
ação que não é relevante para humanos. Em estudos de toxicidade repetida em
ratos, camundongos, cães e coelhos pelas vias oral e dérmica, o principal efeito
tóxico associado a exposição à terbutilazina foi a diminuição significativa dos
parâmetros de peso corporal (peso corporal absoluto, ganho de peso e consumo de
alimentos). A substância não foi considerada como tóxica para a reprodução nem
para o desenvolvimento embrio-fetal.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
de quadro clínico compatível.
Tratamento Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
equipamento de segurança de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água abundante e sabão. O
profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
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impermeáveis.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de
acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Medidas de descontaminação:
Exposição oral:
O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
- Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de
intoxicação por Terbutilazina. Avaliar a necessidade de administração de carvão
ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água
(240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100
g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após a
ingestão de grande quantidade do produto. Neste caso, considere após ingestão
recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que represente risco à vida.
Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão
arterial).
- Contraindicações: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco de
aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de
perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de
consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidades pouco tóxicas.
Exposição inalatória:
- Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avalie quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário.
Exposição ocular:
- Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
Exposição dérmica:
- Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área exposta com
água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado
para tratamento específico.
Contra-Indicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de
reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em
pacientes não-intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração
gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das interações
Não são previstos efeitos sinérgicos para o produto.
químicas
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT -
ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Mecanismos de Toxicidade”.
EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: > 300 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: não foi determinada nas condições do teste (> 5,283 mg/L (4h)).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto não foi considerado irritante. A substância-teste
aplicada na pele de coelhos não produziu sinais clínicos de irritação e o teste foi finalizado em 72 horas.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto não foi considerado irritante. A substância-teste
aplicada no olho dos coelhos produziu vermelhidão conjuntival em 3/3 dos animas testados que foi
revertida em até 24 horas após o tratamento. Não foram observados efeitos irritantes na córnea ou na
íris.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
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Mutagenicidade: não mutagênico
EFEITOS CRÔNICOS:
Em estudos de toxicidade repetida em ratos, camundongos, cães e coelhos pelas vias oral e dérmica,
o principal efeito tóxico associado a exposição à terbutilazina foi a diminuição significativa dos
parâmetros de peso corporal (peso corporal absoluto, ganho de peso e consumo de alimentos). Efeitos
sobre os parâmetros hematológicos também foram observados no estudo de 90 dias em ratos.
Contudo, nenhum órgão-alvo específico foi identificado após a exposição subcrônica e crônica à
terbutilazina. Em estudo de 90 dias em ratos pela via oral, foi estabelecido o NOAEL de 2 mg/kg p.c./dia
e LOAEL de 7 mg/kg p.c./dia com base nos efeitos no peso corporal e parâmetros hematológicos. Em
estudo de 28 dias em ratos pela via dérmica, foi estabelecido o NOAEL de 10 mg/kg p.c./ dia e LOAEL
de 100 mg/kg/p.c./dia com base nos efeitos no peso corporal e diminuição do peso do timo. Em estudo
de 28 dias em coelhos pela via dérmica, foi observada 1 morte, diminuição do consumo de alimentos e
do peso corporal nos animais expostos a doses de 500 mg/kg. p.c/dia. A terbutilazina não apresentou
potencial mutagênico em estudos conduzidos in vitro e in vivo. Não foi observada evidência de
carcinogenicidade em camundongos. Em ratos, foi observado um aumento na incidência de
adenocarcinomas nas glândulas mamárias de fêmeas expostas a doses de 7,6 mg/kg p.c./dia. (NOAEL:
1,7 mg/kg p.c./dia), entretanto, a indução destes tipos de tumores ocorre através de um modo de ação
espécie- específico e que não é considerado relevante para humanos. Não foram observadas
evidências de toxicidade à reprodução e ao desenvolvimento embrio-fetal em estudos conduzidos em
ratos e coelhos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
− Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
− Este produto é ALTAMENTE PRERSISTENTE no meio ambiente;
− Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
− Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
− Não utilize equipamento com vazamentos.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
− Aplique somente as doses recomendadas.
− Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
− A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃOCONTRA ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
− Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
− Isole e sinalize a área contaminada.
− Contate as autoridades locais competentes e a empresa CROPCHEM LTDA – Telefone da empresa:
(0xx51) 3342-1300.
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− Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
o Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no
rótulo para sua devolução e destinação final.
o Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
o Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando
a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
− Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
− Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
− Faça esta operação três vezes;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
− Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
− Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
− Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
− Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
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O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
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A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis
TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3342-1300