Tibet; Nuevo;
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Maracanaú/CE
Herbicida
Fluroxipir-meptílico (ácido piridiniloxialcanóico) (115 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (129.5 g/L)
Informações
Número de Registro
10918
Marca Comercial
Tibet; Nuevo;
Formulação
ME - Micro Emulsão
Ingrediente Ativo
Fluroxipir-meptílico (ácido piridiniloxialcanóico) (115 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (129.5 g/L)
Titular de Registro
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Maracanaú/CE
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Barnadesia rosea
espinho-agulha
Pastagens
Bauhinia variegata
unha-de-vaca (3)
Pastagens
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Pastagens
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Pastagens
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Pastagens
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pastagens
Tecoma stans
amarelinho; bignonia-amarela; guarã-guarã
Pastagens
Vernonia polyanthes
assa-peixe (2); assa-peixe-branco; cambará-açú
Pastagens
Vernonia westiniana
assa-peixe (3); assa-peixe-roxo (2); chamarrita (1)
Pastagens
Zanthoxylum hasslerianum
mamica-de-porca; maminha; maminha-de-porca
Conteúdo da Bula
TIBET
NUEVO
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 10918
COMPOSIÇÃO:
1-methylheptyl-[(4-amino-3,5-dichloro-6-fluoro-2pyridinyl)oxy]acetate....................115,00 g/L (11,50% m/v)
Equivalente Ácido de Fluroxipir......................................................................................80,00 g/L ( 8,00% m/v)
tris(2-hydroxethyl)ammonium 4-amino-3,5,6-trichloropyridine-2-carboxylate………..129,50 g/L (12,95% m/v)
Equivalente Ácido de Picloram.......................................................................................80,00 g/L ( 8,00% m/v)
2-Butoxyethanol (ÉTER MONOBUTÍLICO DE ETILENOGLICOL)........................................94,65 g/L ( 9,47% m/v)
Outros ingredientes......................................................................................................764,35 g/L (76,43% m/v)
GRUPO O HERBICIDA
GRUPO O HERBICIDA
CONTEÚDO: Vide rótulo
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO:
Fluroxipir: Ácido piridiniloxicanoico
Picloram: Ácido piridinocarboxílico
Éter monobutílico de etilenoglicol: Éter glicol
TIPO DE FORMULAÇÃO: Microemulsão (ME)
TITULAR DO REGISTRO:
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.
Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I - CEP 61939-000 - Maracanaú/CE - Tel.: (85) 4011-1000
- SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011 - www.sumitomochemical.com - CNPJ: 07.467.822/0001-26 -
Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Fluroxypyr-Meptyl Técnico Agrogill – Registro MAPA nº 28718
Shandong Luba Chemical Co., Ltd. - Loujia Village, Tangwang Town, Licheng District, 250106 Jinan, Shandong
- China
Fluroxipir-meptílico Técnico Sumitomo – Registro MAPA nº 3615
Hebei Wanquan Lihua Chemicals Co., Ltd. - Kongjiazhuang, Wanquan, Hebei Province, 076250 - China
Fluroxipir-meptílico Técnico Sumitomo BR – Registro MAPA nº TC10325
Sumitomo Chemical India Limited - 6/2 Ruvapari Road, Bhavnagar 364005 - Gujarat - Índia
Picloram Técnico – Registro MAPA nº 010206
Hebei Wanquan Pesticide Factory - Kongjiazhuang, Wanquan Hebei - China
Picloram Técnico Sumitomo – Registro MAPA nº 001707
Nufarm Australia Limited - 103-105 Pipe Road, Laverton North 3026, Victoria - Austrália
Picloram Técnico Sumitomo BR – Registro MAPA nº 23217
Lier Chemical Co., Ltd. - Economic and Technical Development Zone, 621000 Mianyang, Sichuan - China
Picloram Técnico YN – Registro MAPA nº 02611
Zhejiang Funong Biotech Co., Ltd. - Latian, Yongqiang, 325024 Wenzhou, Zhejiang - China
Avenida Wilson Camurça nº 2138 - Distrito Industrial I
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FORMULADOR:
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I - CEP
61939-000 - Maracanaú/CE - CNPJ. 07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento/Estado:
SEMACE Nº 358/2021 DICOP
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos
Pássaros - CEP 13148-030 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Número de registro do
estabelecimento/Estado: 477 CDA/SP
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM
SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273° do Decreto N˚ 7.212, de 15
de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO:
TIBET/NUEVO é um herbicida seletivo e sistêmico, recomendado para o controle de plantas infestantes de
folhas largas, de porte herbáceo, semi-arbustivo e arbustivo em áreas de pastagens de gramíneas
forrageiras.
INDICAÇÕES DE USO EM PULVERIZAÇÃO LOCALIZADA SOBRE AS PLANTAS INFESTANTES (EQUIPAMENTO
COSTAL OU TRATORIZADO):
PLANTAS INFESTANTES VOLUME DE
DOSES NÚMERO DE
CULTURA Nome comum CALDA
PRODUTO COMERCIAL APLICAÇÕES
Nome científico (L/ha)
Assa-peixe 0,5 a 1,0%
Vernonia polyanthes
(Misturar 0,5 a 1,0 litro de
Fedegoso-branco TIBET/NUEVO em 99,5 ou 99,0 L
de água).
Senna obtusifolia
Malva-branca 0,75 a 1,0%
Sida cordifolia
(Misturar 0,75 a 1,0 litro de
Assa-peixe-roxo TIBET/NUEVO em 99,25 ou 99,0
Vernonia westiniana L de água).
1,0%
(Misturar 1,0 litro de
TIBET/NUEVO em 99,0 L de
Amarelinho
água).
Tecoma stans
Recomendado somente para 1
plantas novas ou com rebrotes
de até 30cm. Tratorizado: 100 (Aplicação em
Pastagens de Reforma da
gramíneas 1,0 a 1,25% Costal: 100 Pastagem ou em
forrageiras (Misturar 1,0 a 1,25 litros de Manutenção/
TIBET/NUEVO em 99,0 ou 98,75 Limpeza)
Guanxuma-branca L de água).
Sida glaziovii Adicionar adjuvante na dose de
0,3 litros do produto em 99,7
litros de água (Equivalente a
0,3% v/v na calda).
1,5 a 2,5%
(Misturar 1,5 a 2,5 litros de
TIBET/NUEVO em 98,5 ou 97,5 L
Unha-de-vaca de água).
Bauhinia variegata Adicionar adjuvante na dose de
0,3 litros do produto em 99,7
litros de água (Equivalente a
0,3% v/v na calda).
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PLANTAS INFESTANTES VOLUME DE
DOSES NÚMERO DE
CULTURA Nome comum CALDA
PRODUTO COMERCIAL APLICAÇÕES
Nome científico (L/ha)
Espinho-agulha 2,0 a 2,5% 1
Barnadesia rosea (Misturar 2,0 a 2,5 litros de
TIBET/NUEVO em 98,0 ou 97,5 L Tratorizado: 100 (Aplicação em
Pastagens de de água). Reforma da
gramíneas
Adicionar adjuvante na dose de Costal: 100 Pastagem ou em
forrageiras 0,3 litros do produto em 99,7
Mamica-de-porca Manutenção/
litros de água (Equivalente a Limpeza)
Zanthoxylum
0,3% v/v na calda).
hasslerianum
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Aplicar na época quente e com boa umidade no solo, quando as plantas daninhas a serem controladas
estiverem em intenso processo de desenvolvimento vegetativo, com pulverizador costal manual ou
tratorizado diretamente sobre a folhagem das plantas infestantes até atingir o ponto de escorrimento.
Utilize as maiores doses em plantas infestantes adultas que já tenham sido roçadas ou que já tenham
terminado o processo de desenvolvimento vegetativo e já iniciaram o florescimento.
Pastagens de
Reforma
gramíneasde pastagens:
Para se obter melhores resultados com TIBET/NUEVO em reforma de pastagens, deve-se aplicar o produto
forrageiras
antes do florescimento das plantas infestantes e após a pastagem ter iniciado o perfilhamento. Isto ocorre
geralmente entre os 35 a 45 dias após o plantio do capim. Nesta fase as plantas infestantes encontram-se
em estágios mais apropriados para serem controladas.
Manutenção (limpeza) de pastagens:
A aplicação de TIBET/NUEVO deve ser realizada quando as plantas infestantes estiverem crescendo
ativamente, bem enfolhadas e antes do florescimento. Se as mesmas estiverem adultas, de grande porte
ou florescidas, deve-se roçá-las e aplicar o produto quando estiverem novamente bem enfolhadas. Plantas
infestantes adultas ou espécies lenhosas necessitam das maiores doses de TIBET/NUEVO.
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INDICAÇÕES DE USO PARA PULVERIZAÇÃO EM ÁREA TOTAL SOBRE A PASTAGEM E PLANTAS INFESTANTES
(EQUIPAMENTO TRATORIZADO OU AÉREO):
PLANTAS INFESTANTES DOSES VOLUME DE
NÚMERO DE
CULTURA Nome comum PRODUTO COMERCIAL CALDA
APLICAÇÕES
Nome científico (L/ha) (L/ha)
Assa-peixe-branco Tratorizado
1,5 a 2,5 L/ha
Vernonia polyanthes (Turbina de
Adicionar adjuvante a 0,3% fluxo de ar -
v/v da calda (300mL de 1
Guanxuma “Jatão”):
adjuvante por 100L de calda).
Sida rhombifolia 200 - 250
(Aplicação em
Pastagens de
Reforma da
gramíneas Tratorizado
Pastagem ou
forrageiras 2,0 a 2,5 L/ha (Pulverizador de
em
Fedegoso-branco Barra):
Adicionar adjuvante a 0,3% Manutenção/
Senna obtusifolia v/v da calda (300mL de
200 - 400
Limpeza)
adjuvante por 100L de calda).
Aérea:
20 - 50
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Aplicar na época quente e com boa umidade no solo, quando as plantas daninhas a serem controladas
estiverem em intenso processo de desenvolvimento vegetativo, com equipamentos de pulverização
tratorizados ou aéreos, pulverizando a calda sobre a folhagem das plantas infestantes de maneira
uniforme em toda a área.
Utilize as maiores doses em plantas infestantes adultas que já tenha sido roçadas ou que já tenham
terminado o processo de desenvolvimento vegetativo e já iniciaram o florescimento.
Reforma de pastagens:
Para se obter melhores resultados com TIBET/NUEVO em reforma de pastagens, deve-se aplicar o produto
antes do florescimento das plantas infestantes e após a pastagem ter iniciado o perfilhamento. Isto ocorre
geralmente entre os 35 a 45 dias após o plantio do capim. Nesta fase as plantas infestantes encontram-se
em estágios mais apropriados para serem controladas.
Manutenção (limpeza) de pastagens:
A aplicação de TIBET/NUEVO deve ser realizada quando as plantas infestantes estiverem crescendo
ativamente, bem enfolhadas e antes do florescimento. Se as mesmas estiverem adultas, de grande porte
ou florescidas, deve-se roçá-las e aplicar o produto quando estiverem novamente bem enfolhadas. Plantas
infestantes adultas ou espécies lenhosas necessitam das maiores doses de TIBET/NUEVO.
Cada litro (L) do TIBET/NUEVO contém 115,0 g/L de Fluroxipir-meptílico que corresponde a 80,0 g/L do
equivalente ácido de Fluroxipir + 129,5 g/L de Picloram em sal de trietanolamina que corresponde a 80,0
g/L do equivalente ácido de Picloram.
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Quantidade de ingrediente ativo e equivalente ácido de produto comercial:
Abaixo a relação de dose do produto comercial/ha em equivalente sal e ácido:
Ingrediente Ativo (Kg/ha) Equivalente Ácido (Kg/ha)
Produto
Picloram em sal
Comercial (L/ha) Fluroxipir-meptílico Fluroxipir Picloram
de trietanolamina
0,50 0,058 0,065 0,040 0,040
0,75 0,086 0,097 0,060 0,060
1,00 0,115 0,130 0,080 0,080
1,25 0,144 0,162 0,100 0,100
1,50 0,173 0,194 0,120 0,120
2,00 0,230 0,259 0,160 0,160
2,50 0,288 0,324 0,200 0,200
MODO DE APLICAÇÃO:
TIBET/NUEVO deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas.
Pode ser aplicado via terrestre, por meio de pulverizadores tratorizados com barra, autopropelidos, manuais,
costais, motorizados e por via aérea conforme recomendação para a cultura.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando
as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as
recomendações do fabricante do equipamento.
Preparo da calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item
“Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de
aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem
causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Utilizar água de boa qualidade, limpa, isenta de
argila em suspensão, sem a presença de sais em excesso e com pH inferior a 6,0. Caso alguma dessas
condições ocorra, recomenda-se o uso de condicionadores de calda que eliminem ou minimizem o fator
prejudicial identificado. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa
até ¾ de sua capacidade, se necessário adicionar o corretor de pH. Ligar o agitador e adicionar o produto de
acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do
pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Equipamentos de aplicação:
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em
condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio
ambiente.
Aplicação terrestre
Equipamentos costais: utilizar pulverizador costal em boas condições de operação, sem vazamentos,
devidamente regulado e calibrado para aplicar o volume de calda e espectro de gotas desejados. Recomenda-
se o uso de válvulas reguladoras de pressão e vazão a fim de manter esses parâmetros constantes,
proporcionando uniformidade na faixa de aplicação, tamanho de gotas e quantidade de produto em toda
área pulverizada, além de evitar o gotejamento durante a operação. Observar para que não ocorram
sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
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Pontas de pulverização e classe de gotas: utilizar pontas de pulverização de jato plano, jato plano duplo ou
jato cônico, que proporcionem classe de gotas média ou superior para obtenção de boa cobertura sobre as
plantas daninhas. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico
pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos
para a cultura, equipamentos e condições meteorológicas.
Equipamento tratorizado:
Pulverizadores com turbina de fluxo de ar (Jatão): para essa modalidade de aplicação, pulverizar a calda
sobre a folhagem de maneira uniforme em toda a área observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura
sobre as plantas daninhas.
Faixa de aplicação: utilizar faixa de aplicação de 10 a 14 m.
Volume de calda: vide recomendação agronômica.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis ou marginais a cursos d’água. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela
aplicação.
Tratamento de plantas daninhas em pastagens com jato dirigido: utilizar pontas de pulverização de jato
plano (pré-orifício, de impacto ou com indução de ar) ou jato cônico com indução de ar, que proporcionem
classe de gotas média ou superior para a redução de deriva.
Volume de calda: vide recomendação agronômica.
Pulverizadores de barra curta: utilizar pontas de pulverização sem barras, com pontas tipo leque, que
proporcionem classe de gotas média ou superior para a redução de deriva.
Volume de calda: vide recomendação agronômica.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos: para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador
de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que
produziam jatos leque ou cônico, visando a produção de gotas médias a grossas para cobertura das plantas
infestantes de maneira uniforme em toda a área.
Pontas de pulverização e classe de gotas: utilizar pontas de pulverização de jato plano (pré-orifício, de
impacto ou com indução de ar) ou jato cônico com indução de ar, que proporcionem classe de gotas médias
a grossas. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela
aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para
a cultura, equipamentos, gerenciamento de deriva e condições meteorológicas.
Ajuste da barra: a altura da barra e o espaçamento entre pontas de pulverização deve permitir boa
sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante, não
ultrapassando 50 cm, tanto de espaçamento entre as pontas de pulverização, quanto para altura da barra de
pulverização em relação ao alvo. Todas as pontas de pulverização da barra deverão ser mantidas à mesma
altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra a fim de obter
cobertura uniforme do alvo e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas de pulverização na barra de aplicação de forma a permitir
maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para os
organismos não alvos. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: vide recomendação agronômica.
Aplicação aérea
Aeronave tripulada: realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do
conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as
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disposições constantes na legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas
e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras
apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo
desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Ponta de pulverização e classe de gotas: utilizar preferencialmente, pontas de jato plano de impacto com o
menor ângulo do defletor, para gotas mais grossas, ou de preferência plano “simples”, com ângulo de
abertura no leque menor ou igual a 40 graus e com zero graus de deflexão. Caso seja usada ponta de jato
cônico, utilizar discos de maior vazão, para minimizar o risco de deriva. É importante que as pontas sejam
escolhidas em função das características operacionais da aeronave, para que a classe do espectro de gotas
fique dentro do recomendado (gotas grossa ou superior). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. O operador deve ajustar os fatores
operacionais para obter gotas de classe grossa ou superior e entender que a velocidade de voo e a pressão
de trabalho são fatores primários no controle do tamanho de gota.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre
a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: a faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo
do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das
faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: vide recomendação agronômica.
A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de
aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um Engenheiro
Agrônomo.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e
tecnologia de aplicação empregada.
Aeronaves remotamente pilotadas (Drones): realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva
(TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas. Siga as disposições constantes na legislação
Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro
Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronave devidamente regulamentada para tal finalidade e provida de elementos geradores
de gotas apropriadas ou atomizador rotativo. Regular o equipamento visando assegurar distribuição
uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Certifique-se que há um planejamento de voo e este foi
autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança operacional.
Classe de gotas: a classe de gotas recomendada para esse tipo de aplicação deverá ser entre grossas ou
superior dependendo do tipo de cultura, alvo e altura de voo. Independente do equipamento utilizado, o
tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior
tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações
quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do
equipamento de aplicação.
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Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização ou o ajuste do atomizador rotativo deverá ser
realizada conforme o espectro de gotas das classes grossa ou superior. Para equipamentos com controle de
rotação, recomenda-se preferencialmente operar entre 3.000 e 4.500 rpm (rotações por minuto). No caso
de pontas hidráulicas, dê preferência aos modelos com indução de ar. Use a ponta apropriada em função das
características operacionais da aeronave e para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que
proporcione baixo risco de deriva.
Altura do voo: de 4 a 6 metros em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre
a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. Evite altura de voo muito alta ou muito baixa, pois
esses procedimentos aumentam o risco de deriva e impactam na faixa efetiva de deposição.
Faixa de deposição: a faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo
de aeronave e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Evite utilizar o drone
sem que haja adequada sobreposição de passadas durante a aplicação, a exemplo do que se faz em
aplicações aéreas convencionais. Não utilize o drone para aplicação em uma faixa única (sem sobreposição
de passadas), pois a uniformidade de deposição pode ficar inadequada. A faixa de deposição ideal para os
drones deve ser calculada com as mesmas metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional.
Entretanto, na impossibilidade da realização desta avaliação, considere que os drones multirrotores com
até 30 kg de carga útil apresentam faixas de deposição ideal entre 4 e 6 m.
Velocidade de aplicação: a fim de evitar falhas de deposição utilizar velocidade máxima de aplicação de 10
km/h – 2,8 m/s.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança mínima de 50 metros de
distância de culturas ou organismos não alvos. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela
aplicação.
Volume de calda: 20 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Para aplicação com aeronave remotamente pilotada é obrigatório que a empresa prestadora de serviço
tenha realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de
acordo com a Portaria MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-
la ou substituí-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar.
Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação
aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do
produto. Sempre consulte as normas vigentes dos órgãos competentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e
tecnologia de aplicação.
Condições Climáticas/Meteorológicas:
Deve-se observar as condições meteorológicas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
Temperatura e Umidade:
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores
para reduzir o efeito da evaporação.
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Cuidados durante a aplicação:
O sistema de agitação da calda quando aplicável e disponível deverá ser mantido em funcionamento durante
toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções de barra) do pulverizador durante as paradas e manobras
do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,
áreas de criação de animais e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela
interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas
(velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho
das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de
gota dentro do faixa de espectro recomendada, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
Ventos:
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão)
ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento,
determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos
ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado
com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso de anemômetro para
medir a velocidade do vento no local da aplicação.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante inversões térmicas, que ocorrem quando a temperatura aumenta com
a altitude, reduzindo o movimento vertical do ar. São comuns em noites sem nuvens e vento. Durante uma
inversão térmica, pequenas gotas de água formam uma nuvem suspensa perto do solo, movendo-se
lateralmente. Elas começam ao pôr do sol e podem durar até a manhã seguinte. A presença de neblina no
solo indica uma inversão térmica, mas também é possível identificá-las pelo comportamento da fumaça
originária de uma fonte no solo. Se a fumaça se acumula em camadas e se move lateralmente, há uma
inversão térmica. Se a fumaça dispersa rapidamente e sobe, há indicação de bom movimento vertical do ar.
Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível dentro da faixa
de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as instruções sobre o gerenciamento
adequado de deriva, bem como condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
Volume de calda de pulverização: use pontas de pulverização de vazão maior para aplicar o volume de calda
mais alto possível, considerando suas necessidades práticas.
Pressão: prefira o uso de pressões intermediárias dentro dos limites indicados para cada ponta de
pulverização. Quando maiores volumes de calda forem necessários, opte pela substituição por pontas de
maior vazão, ao invés de aumentar a pressão. O uso de pressões excessivas na aplicação de produtos
fitossanitários eleva o risco de deriva e ocasiona o desgaste prematuro das pontas de pulverização. Consulte
o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e
tecnologia de aplicação empregada.
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Lavagem do equipamento de aplicação:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas
as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Cuidados na limpeza do pulverizador:
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que
nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar o TIBET/NUEVO, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante
do último produto utilizado.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou culturas agrícolas. Descarte os resíduos da
limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite de entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de
reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Utilizar o TIBET/NUEVO somente para a cultura e recomendações indicadas, respeitando o intervalo de
segurança.
- Fitotoxicidade: desde que seguidas as recomendações de uso, não é esperado fitotoxicidade às pastagens
de gramíneas.
Outras restrições a serem observadas:
- Utilize somente água limpa para o preparo da calda.
- São sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como algodão, tomate, batata, feijão, soja, café,
eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies dicotiledôneas úteis e sensíveis a herbicidas hormonais.
- Caso TIBET/NUEVO seja usado no controle de invasoras em área total, o plantio de espécies susceptíveis
ao produto nessas áreas só deverá ser feito 2 a 3 anos após a última aplicação.
- No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere antes do pasto ser
aberto ao gado. Essa medida evita também que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente
existam na pastagem e se tornam mais atrativas após a aplicação do produto.
- Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis sensíveis ao herbicida.
- Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas sensíveis o equipamento que foi usado para
aplicação de TIBET/NUEVO.
- Não utilizar esterco de curral de animais que tenham se alimentado da pastagem tratada com
TIBET/NUEVO em área total e imediatamente após o tratamento, para adubar plantas ou culturas úteis
sensíveis ao produto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”.
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DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÃO SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério
da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO O HERBICIDA
GRUPO O HERBICIDA
O produto TIBET/NUEVO é composto por Fluroxipir e Picloram, que apresentam mecanismo de ação dos
mimetizadores de auxina, ambos pertencentes ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES:
Deve-se sempre utilizar as técnicas de manejo integrado das plantas infestantes. Como exemplo, a adoção
da rotação de culturas, a qual permite a utilização de diferentes métodos de controle além do uso de
herbicidas. Outros métodos também devem ser utilizados dentro de um manejo integrado, como o controle
mecânico, manual ou através de roçadas e a limpeza de máquinas.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão ou calça e blusa com tratamento hidrorrepelente; botas de borracha; avental impermeável;
máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe
e luvas de proteção contra produtos químicos.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão ou calça e blusa com tratamento hidrorrepelente passando por cima dos punhos das luvas e as
pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial ou respirador;
viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de proteção contra
produtos químicos.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também
entrem em contato, com a névoa do produto.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão ou calça e blusa com tratamento hidrorrepelente passando por cima dos punhos das luvas e as
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pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial ou respirador;
viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de proteção contra
produtos químicos.
- As luvas devem ser vestidas normalmente para dentro das mangas do macacão ou blusa. No entanto, se o
jato de pulverização for dirigido para cima da linha dos ombros do trabalhador, elas devem ser vestidas para
fora das mangas do macacão ou blusa.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação, em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o
final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo
após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): botas de borracha, avental
impermeável; máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca
ou boné árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
ou boné árabe; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; avental impermeável; blusa com
tratamento hidrorrepelente; botas de borracha; calça com tratamento hidrorrepelente; luvas de proteção
contra produtos químicos e máscara facial ou respirador.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Em ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
ATENÇÃO
Nocivo se inalado
Provoca irritação ocular grave
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com
muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
INTOXICAÇÕES POR TIBET/NUEVO
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Fluroxipir: Ácido piridiniloxicanoico
Grupo químico Picloram: Ácido piridinocarboxílico
Éter monobutílico de etilenoglicol: Éter glicol
Classe
CATEGORIA 4: PRODUTO POUCO TÓXICO
toxicológica
Vias de exposição Dérmica, inalatória, oral e ocular.
Fluroxipir: estudos realizados em animais de laboratório mostraram que Fluroxipir é
rapidamente excretado, principalmente através da urina, sendo a eliminação fecal a
via secundária de excreção. O estudo realizado com o produto Fluroxipir marcado
demonstrou que a absorção da radioatividade é rápida e a excreção urinária é a
responsável pela eliminação de 90% do composto, em 24 horas. Não se observou
acumulação em nenhum tecido. A hidrólise de Fluroxipir-meptílico para Fluroxipir
ácido foi a única biotransformação significativa observada.
Picloram: o Picloram é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal (t1/2 vida =
20 minutos). É lentamente absorvido pela pele e em pequena quantidade – cerca de
0,2%. Sua excreção é majoritariamente realizada através da urina (80%), sendo
apenas uma pequena parte do composto excretada através das fezes e bile. O tempo
de excreção é de 24 a 48 horas. Estudos demonstram que o Picloram não se acumula
Toxicocinética
nos tecidos adiposos e quantidades insignificantes de resíduos podem ser
encontradas no leite de vacas alimentadas com grandes quantidades do herbicida
presente na dieta.
Éter monobutílico de etilenoglicol: em humanos, o produto químico é metabolizado
via álcool e aldeído desidrogenases, com a formação de 2-butoxiacetaldeído e ácido
2-butoxiacético, o principal metabólito, embora outras vias metabólicas também
tenham sido identificadas. O conjugado de glutamina do BAA foi relatado como um
metabólito urinário. Nenhum conjugado de glicina ou glutamina semelhante foi
identificado em roedores. Em humanos expostos a 2-butoxietanol em concentração
de 200ppm (96,6 mg/m3) por 2h por inalação, a concentração de 2-butoxietanol no
sangue atingiu um platô de 7,4 mol/L entre 1 a 2 horas, e o produto químico não pôde
mais ser detectado no sangue de 2 a 4 horas após a exposição. O tempo médio de
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eliminação foi de 40 minutos. Menos de 0,03% da captação total de 2-butoxietanol
foi excretada na urina, enquanto a excreção urinária como ácido 2-butoxiacético
variou de 17% a 55%. Da mesma forma, após a absorção percutânea de 2-
butoxietanol, a excreção urinária de ácido 2-butoxiacético atingiu o pico de 3 horas
após a exposição e posteriormente diminuiu, com uma meia-vida média de 3,1 horas.
A excreção acumulada de ácido 2-butoxiacético variou de 8,7 a 313 mol,
correspondendo a 2,5 - 39% da captação.
Fluroxipir: o Fluroxipir é um herbicida pertencente ao grupo dos ácidos
piridiniloxialcanóicos, que atua através da mimetização da auxina, hormônio de
crescimento presente exclusivamente em plantas. Uma vez absorvido pela planta, o
Fluroxipir se acumula nos tecidos em crescimento a concentrações mais altas do que
a auxina nativa e se degrada mais lentamente, promovendo desregulação do
crescimento, o que interrompe o processo metabólico essencial e resulta na morte
da planta. O mecanismo de toxicidade do Fluroxipir não é bem caracterizado para
mamíferos, porém, por ser um ácido fraco e, portanto, facilmente excretado pelos
rins através dos processos ativos de transporte, esse composto é absorvido e
concentrado nesse órgão, o que pode gerar insuficiência renal.
Toxicodinâmica Picloram: o Picloram é um herbicida que atua através da mimetização da auxina,
hormônio de crescimento presente exclusivamente em plantas. Os mecanismos de
toxicidade em humanos não são conhecidos.
Éter monobutílico de etilenoglicol: o efeito tóxico mais característico do 2-
butoxietanol em modelos animais está no sistema hematológico e inclui fragilidade
osmótica elevada de eritrócitos, hemólise, diminuição do hematócrito,
hemoglobinúria, hemoglobinemia e anemia hemolítica. Também foram observadas
evidências dos estágios iniciais da hemólise, caracterizadas por edema eritrocítico e
detectadas como aumento do volume celular médio, aumento do hematócrito e
diminuição da concentração média da hemoglobina celular após a exposição ao 2-
butoxietanol. Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Fluroxipir: em casos de exposição ocular pode ocorrer irritação nos olhos com injúria
da córnea. A ingestão repetida em grandes quantidades pode provocar efeitos
mínimos no trato gastrointestinal e no fígado.
Picloram: a exposição de animais de experimentação ao ativo produziu rash cutâneo,
perda de pelo, taquicardia, ataxia, diarreia, leucopenia, sangramento vaginal,
prostração, epilepsia e lesões do fígado e dos rins. Os sintomas potenciais da
exposição exagerada são irritação dos olhos, da pele, do sistema respiratório e
náuseas.
Éter monobutílico de etilenoglicol: o principal efeito exercido pelo 2-butoxietanol e
Sintomas e sinais seu metabolito ácido 2-butoxiacético é a hematotoxicidade, sendo o rato a espécie
clínicos mais sensível. Em ratos, efeitos adversos no sistema nervoso central, rins e fígado
ocorrem em concentrações de exposição mais altas do que os efeitos hemolíticos.
Possui toxicidade aguda moderada e é irritante para os olhos e pele; não é um
sensibilizador da pele.
As informações abaixo detalhadas foram obtidas através de estudos agudos com
animais de experimentação, tratados com a formulação à base de Fluroxipir e
Picloram, TIBET/NUEVO:
Exposição oral: em estudo de toxicidade aguda oral em ratos, os animais foram
expostos à dose de 2000 mg/kg de p.c. da substância de teste. Não foi observada
mortalidade ou sinais clínicos indicativos de toxicidade sistêmica.
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Exposição inalatória: em estudo de toxicidade inalatória em ratos, os animais foram
expostos à concentração de 2,448 mg/L da substância de teste. Dois animais
morreram no decorrer do estudo e sinais clínicos como prostração e dispneia foram
observados nos demais animais, completamente revertidos até o final do período de
observação.
Exposição cutânea: em estudo de toxicidade aguda dermal em ratos, os animais
foram expostos à dose de 4000 mg/kg de p.c. da substância de teste. Não foi
observada mortalidade ou sinais clínicos indicativos de toxicidade sistêmica. Em
estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, 3/3 animais apresentaram eritema
leve, completamente revertido na observação de 72 horas. O produto não foi
considerado irritante para a pele de coelhos. O produto não foi considerado
sensibilizante dérmico em cobaias pelo Método de Buehler.
Exposição ocular: em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, os animais
apresentaram efeitos conjuntivais que consistiram em: opacidade, irite, hiperemia e
quemose totalmente revertidos até o final do estudo. O produto foi considerado
irritante ocular para coelhos.
Exposição crônica: vide item “efeitos crônicos”, abaixo.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
Diagnóstico
quadro clínico compatível.
Antídoto: não existe antídoto específico.
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para
manutenção das funções vitais. As ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo
seu surgimento e gravidade. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando
principalmente luvas. Demais recomendações devem seguir protocolos de
atendimento ao intoxicado do estabelecimento de saúde e/ou orientações da Rede
Tratamento
Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT).
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
Evitar aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão de produto, usar
equipamento de reanimação manual.
Usar equipamentos de proteção para evitar contato cutâneo, ocular e inalatória com
o produto.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e
pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo
Contraindicações
do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar
aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das
interações Não são conhecidos efeitos de interações químicas com outras substâncias.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT) -
ANVISA/MS.
ATENÇÃO
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
de Notificação Compulsória.
Notifique o caso ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (NOTIVISA).
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Telefones de emergência da empresa:
Toxiclin (emergência toxicológica): 0800-014-1149
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.: (85) 4011-1000
SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011
Endereço eletrônico da empresa: www.sumitomochemical.com
Correio eletrônico da empresa: sac@sumitomochemical.com
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide quadro acima, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: >2,448 mg/L.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, 3/3 animais
apresentaram eritema leve, completamente revertido na observação de 72 horas. O produto não foi
considerado irritante para a pele de coelhos.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, os animais
apresentaram efeitos conjuntivais que consistiram em: opacidade, irite, hiperemia e quemose totalmente
revertidos até o final do estudo. O produto foi considerado irritante ocular para coelhos.
Sensibilização cutânea em cobaias (Método de Buehler): o produto não foi considerado sensibilizante
dérmico em cobaias.
Mutagenicidade: não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana ou
ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.
Efeitos Crônicos:
Fluroxipir-meptílico: estudos orais de curto prazo em ratos, camundongos e cães revelaram o rim como
órgão alvo. Efeitos críticos inespecíficos, como ganho de peso corporal reduzido, também foram observados
em camundongos e ratos, sendo estas as espécies mais sensíveis (NOAEL 90 dias = 80 mg/kg p.c./dia).
Nenhum potencial de genotoxicidade é atribuído à substância ativa. Em estudos de longo prazo em ratos e
camundongos, os efeitos críticos também foram observados no rim (NOAEL = 80 mg/kg p.c./dia para o rato
e 100 mg/kg p.c./dia para camundongo). Nenhuma evidência de carcinogenicidade foi observada. Fertilidade
e desempenho reprodutivo geral não foram prejudicados nos estudos de reprodução (NOAEL parental,
reprodutivo e descendentes = 500 mg/kg p.c./dia). Nos estudos de toxicidade para o desenvolvimento, não
houve evidência de teratogenicidade e os NOAELs maternos e de desenvolvimento são 250 mg/kg p.c./dia
para o rato e 100 mg/kg p.c./dia para o coelho. Não foi observado potencial de neurotoxicidade nos estudos
de toxicidade padrão.
Picloram: estudos de exposição crônica com o i.a. Picloram para camundongos alimentados com doses de
1000 a 2000 mg/kg via oral por 32 dias não revelaram nenhum sinal clínico de toxicidade. Cães e carneiros
alimentados por um mês com baixas dosagens de picloram não apresentaram sinais de toxicidade. Os
estudos revelaram que o i.a. Picloram parece não apresentar potencial carcinogênico, teratogênico ou
distúrbios na reprodução de animais experimentais.
Éter monobutílico de etilenoglicol: este produto químico tem toxicidade aguda moderada e é irritante para
os olhos e pele; não é um sensibilizador da pele. O principal efeito exercido pelo 2-butoxietanol e seu
metabolito ácido 2-butoxiacético é a hematotoxicidade, sendo o rato a espécie mais sensível. Em ratos,
efeitos adversos no sistema nervoso central, rins e fígado ocorrem em concentrações de exposição mais altas
do que os efeitos hemolíticos. Nos animais, não foram observados efeitos adversos na reprodução e
desenvolvimento em doses inferiores a tóxicas. A ausência de alertas estruturais e os resultados negativos
de estudos in vivo indicam que o 2-butoxietanol não é mutagênico. Atualmente, não há estudos
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epidemiológicos em humanos que abordem a potencial carcinogenicidade do EGBE. Sinais clínicos de
neurotoxicidade foram observados em animais após exposição oral aguda ao 2-butoxietanol. Os ratos que
morreram após uma dose única oral ≥ 530 mg/kg exibiram lentidão, prostração e narcose. Outros
pesquisadores relataram sonolência, lentidão, letargia, flacidez muscular e/ou ataxia após exposição aguda
de ratos a 252-9000 mg/kg/dia.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
X MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA
QUÍMICA S.A. - Telefone de emergência: (85) 4011-1000 ou AMBIPAR: 0800-720-8000.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
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- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá
e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade
do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor
do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
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- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido
nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA
E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos
e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às
atividades agrícolas.
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