Thorn
Bayer S.A. - São Paulo/ SP
Inseticida
beta-ciflutrina (piretróide) (40 g/L) + triflumurom (benzoiluréia) (288 g/L)

Informações

Número de Registro
7109
Marca Comercial
Thorn
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
beta-ciflutrina (piretróide) (40 g/L) + triflumurom (benzoiluréia) (288 g/L)
Titular de Registro
Bayer S.A. - São Paulo/ SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Contato/Ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Heliothis virescens
Lagarta-das-maçãs
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Tomate
Neoleucinodes elegantalis
Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do-tomateiro
Tomate
Tuta absoluta
Traça-do-tomateiro

Conteúdo da Bula

                                    THORN®
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento/MAPA sob n° 07109.

COMPOSIÇÃO:
1-(2-chlorobenzoyl)-3-(4-trifluoromethoxyphenyl)urea
(TRIFLUMUROM)................................................................................................................................... 288 g/L (28,8% m/v)
(RS)-a-cyano-4-fluoro-3-phenoxybenzyl(1RS,3RS;1RS,3SR)- 3-(2,2-dichlorovinyl)-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate
(BETA-CIFLUTRINA) .................................................................................................................................40 g/L (4,0% m/v)
Outros Ingredientes ................................................................................................................................ 812 g/L (81,2% m/v)

                      GRUPO                                                       15                                             INSETICIDA
                      GRUPO                                                       3A                                             INSETICIDA

CLASSE: Inseticida fisiológico, inibidor da síntese de quitina, do grupo químico benzoilureia (Triflumurom) + Inseticida de
contato e ingestão do grupo químico piretroide (Beta-ciflutrina).
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*): Bayer S.A. - Rua Domingos Jorge, 1100 - CEP 04779-900 - Socorro
São Paulo/SP - CNPJ: 18.459.628/0001-15 - Registrada na Secretaria de Agricultura de Sao Paulo sob no 663
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Alsystin Técnico (Triflumurom) – Registro MAPA nº 00089097- Bayer AG -
ChemPark 41538, Dormagen - Alemanha / Bulldock Técnico BCS (Beta-ciflutrina) – Registro MAPA nº 000307 - Bayer
Vapi Private Limited. Plot 306/3, II Plase, GIDC, Vapi 396195 - Gujarat – Índia

FORMULADOR: Bayer S.A. Estrada da Boa Esperança, 650, Bairro Bom Pastor - CEP 26110-120 - Belford Roxo/RJ -
CNPJ: 18.459.628/0033-00, Licença de operação expedida pela FEEMA n° IN 000113 / Sipcam Nichino Brasil S.A. Rua
Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP 38102-970 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Certificado de
Registro no IMA n° 701-332/2004 / Bayer S.A. Camino de la Costa Brava, s/no - Zarate - CEP 2800 - Prov. Buenos Aires
– Argentina

      ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
            É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                         É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                                       AGITE ANTES DE USAR
                                      Lote, Data de Fabricação, Data de Vencimento: Vide embalagem
                                                          CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
                         Indústria Brasileira (Dispor esta frase quando houver processo fabril em território nacional)




     CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
                                   DANO AGUDO
    CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO
                         MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




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INSTRUÇÕES DE USO:
                                                                  Doses em mL/ha        Dose em g de i.a./ha
  Culturas               Pragas Controladas
                                                                 produto comercial* Triflumurom Beta-ciflutrina
 Algodao          Lagarta-das-macas
                  Heliothis virescens                                    150 - 300                  43,2 - 86,4                 6,0 - 12,0
                  Curuquere
                  Alabama argillacea                                      50 - 100                  14,4 - 28,8                2,0 - 4,0
 Milho            Lagarta-do-cartucho
                                                                          85 - 100                  24,4 - 28,8                3,4 - 4,0
                  Spodoptera frugiperda
 Soja             Lagarta-da-soja
                                                                           50 - 75                  14,4 - 21,6                2,0 - 2,5
                  Anticarsia gemmatalis
 Tomate           Broca-pequena-do-tomateiro
                  Neoleucinodes elegantalis
                                                                         400 - 500                  115,2 - 144              16,0 - 20,0
                  Traca-do-tomateiro
                  Tuta absoluta

* = Utilizar as doses maiores em condições de alta infestação da praga.

Obs.: “Este produto não esta cadastrado na Secretaria de Agricultura do Estado do Paraná, não
podendo ser temporariamente recomendado / receitado nesse Estado.”

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O Thorn® deve ser aplicado no início da infestação, quando as lagartas encontram-se nos primeiros
estágios de desenvolvimento, para o melhor efeito do Triflumurom. Normalmente e feita uma ou duas
aplicações em algodão, soja e milho; caso haja necessidade, repetir o tratamento apos 10 a 15 dias.
No milho, o tratamento deve ser feito antes das lagartas penetrarem no cartucho. Em tomate sao
realizadas quatro aplicações, sendo a primeira quando for constatada a presença de mariposa e ovos
na cultura, e as demais com intervalos de 7 dias entre elas.
Numero máximo de aplicações:
Para algodão, soja e milho: realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Para tomate:
realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser aplicado com equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, motorizado e
tratorizado) e por aeronaves. As gotas devem ter de 100 a 200 micras de diâmetro e densidade de 20
a 30 gotas/cm2.
Quando se empregar pulverizadores de barra, deve-se usar bicos apropriados para a modalidade;
pressão da bomba, 80 a 100 lb/pol2; 200 a 300 L de calda/ha. Na aplicação com aeronaves, nas
culturas de algodão, milho e soja, o avião pode ser equipado com barra (bico cônico) ou micronair;
altura de voo 2 a 4 m do alvo a ser atingido, pressão da bomba 30 a 50 lb/pol 2, vazão de 20 a 40
L/ha, largura da faixa de deposição 15 a 18 m; vento calmo ou menor que 8 km/h, temperatura inferior
a 30°C e umidade relativa do ar maior que 70%.
Para outros tipos de aparelhos, recomenda-se observar um deslocamento e pressão constantes,
deforma que ocorra uma distribuição uniforme da calda aplicada. Na cultura do tomate devem ser
utilizados em torno de 600 a 1000 L de calda/ha.

Algodão......................................................................................................................................... 28 dias
Milho ............................................................................................................................................. 28 dias
Soja .............................................................................................................................................. 28 dias
Tomate.......................................................................................................................................... 10 dias




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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
- Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos
de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- O produto não e fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.
- A Bayer não possui dados técnicos que suportem a aplicação deste produto via aeronaves
remotamente pilotadas (drones).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Observar as recomendações quanto ao uso dos equipamentos indicados nas diferentes fases do item
“PRECAUCOES DE USO E RECOMENDACOES GERAIS”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICACAO.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo
desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de Manejo de
Resistência a Inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida util dos inseticidas:
-   Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser
    utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
-   Utilizar somente as doses recomendadas no rotulo / bula.
-   Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais
    para o MRI.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
- Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do
programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.


          MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
   com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
   útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
   áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
   habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
   primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.




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•   Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
    longe do alcance de crianças e animais.
•   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
    ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
•   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
    relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
   hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
   calças por cima das botas, botas de borracha com meias, avental impermeável, máscara com
   filtro mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral e luvas resistentes a
   produtos químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
   Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
   (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
   estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
   as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
   pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
   hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
   calças por cima das botas, botas de borracha com meias, máscara com filtro mecânico classe P1,
   óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
   avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
   o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
   Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
   aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
   (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
   evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
   trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
   família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de
   algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho
   das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, óculos de
   segurança com proteção lateral e luvas resistentes a produtos químicos.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
   ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, máscara e luvas.
• A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente
   protegida.




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                                        ATENÇÃO             Pode ser nocivo se ingerido
                                                            Pode provocar reações alérgicas na pele.




   PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando
   a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
   Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
   médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber
   ou comer.
   Pele: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire toda a
   roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele
   com muita água corrente e sabão neutro.
   Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante por menos 15 minutos.
   Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso use lente de contato, deve-se retirá-la.
   Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
   ventilado.
   A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental
   impermeáveis, por exemplo.

                                 INTOXICAÇÕES POR Thorn®
                              INFORMAÇÕES DE ORDEM MÉDICA

As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os
procedimentos descritos devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro de
saúde, etc.).

                          Triflumuron: Benzoilureia
   Grupo químico
                          Beta-Ciflutrina: Piretróides
                          CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
 Classe toxicológica
                          AGUDO
  Vias de exposição       Oral, dérmica, inalatória e ocular.
                          Triflumuron: O triflumuron foi absorvido através do trato digestivo entre
                          78% e 96%. Se distribui principalmente no tecido adiposo atingindo a
                          máxima concentração entre as 8 e 24 horas após a administração, e as
                          72 horas no sangue indicando possível ligação do triflumuron ou dos
                          seus metabolitos. Porém, a baixa quantidade de resíduos e a rápida
                          excreção (89-95% pela urina e fezes) sugerem que não bioacumulação
    Toxicocinética
                          no organismo. A principal via metabólica inclui hidrolise, conjugação e/ou
                          hidroxilação, e mais de 26 metabolitos identificados na bile.
                          Beta-Ciflutrina: Estudos em animais de laboratório mostraram que a
                          Beta-ciflutrina foi rapidamente absorvida por via oral e respiratória, porém
                          pouco por via dérmica. Também foi rápida e completamente eliminada,
                          via fezes e urina, em 2 dias. A urina é a principal via de excreção.
                          Triflumuron: Nos insetos atua inibindo a síntese de quitina. Nos
                          humanos o único mecanismo identificado é a formação de
                          metahemoglobina, não se conhecem outros mecanismos de toxicidade
                          em humanos.
   Toxicodinâmica         Beta-Ciflutrina: Não se dispõe de dados em seres humanos. Atua em
                          canais de sódio voltagem-dependentes levando a um estado de
                          hiperexcitação. Em ratos, o produto provoca ação de excitação intensa
                          no sistema nervoso central; doses altas acarretam hipersensibilidade aos
                          estímulos de excitação em nervos periféricos.
                          Produto formulado:
  Sintomas e sinais
                          Exposição Oral: em estudo realizado em animais de experimentação
       clínicos
                          (ratos) observou-se motilidade reduzida, marcha descoordenada,



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                         espasmos, dificuldade respiratória, salivação, posição abdominal.
                         Exposição Inalatória: em estudo realizado em animais de
                         experimentação (ratos) observou-se bradipnéia, dificuldade respiratória,
                         motilidade reduzida, tremores, tontura, marcha alterada, midriase,
                         piloereção, aparência desordenada, salivação.
                         O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
                         ocorrência de quadro clínico compatível.
     Diagnóstico
                         Triflumuron: Dosagem de metahemoglobina deve ser feita em todos os
                         pacientes com cianose.
                         Triflumuron: Antídoto: não há antídoto específico. Em caso de
                         metahemoglobinemia: Administre 1 a 2 mg/kg de uma solução de Azul de
                         Metileno a 1 % lentamente via intravenosa em pacientes sintomáticos.
                         Doses adicionais podem ser necessárias.

                         Tratamento: Lavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade
                         de água. Realizar tratamento sintomático e medidas de suporte de
                         acordo com os sinais clínicos apresentados para manutenção dos sinais
                         vitais.
                         Lave a boca com leite ou água. No caso de ingestões menores, a
                         irrigação oral e diluição podem ser os únicos procedimentos necessários.
                         Considere a descontaminação gastrointestinal apenas após ingestões
                         consideráveis. A êmese não é recomendada, contudo o vômito
                         espontâneo pode ocorrer.
                         Carvão ativado: administre carvão ativado (240 mL de água/ 30 g de
                         carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/ adolescentes, 25 a
                         50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1
                         ano de idade. Pacientes com intoxicação por via oral devem ser
                         observados cuidado quanto ao possível desenvolvimento de irritação ou
     Tratamento
                         queimaduras no esôfago ou trato gastrointestinal. Se estiverem
                         presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimaduras no esôfago,
                         considere a endoscopia para determinar a extensão do dano. Reidrate o
                         paciente que estiver perdendo fluidos através de vômito e diarreia.
                         Após exposição pela via inalatória, remova o paciente para um local
                         arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou
                         dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório,
                         bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se
                         necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e
                         corticosteroides via oral ou parenteral.
                         Em caso de exposição pela via ocular, lave os olhos expostos com
                         quantidades copiosas de água ou salina a 0,9%, à temperatura ambiente
                         por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento
                         ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
                         tratamento específico.
                         Em caso de exposição pela via dérmica, remova as roupas contaminadas
                         e lave a área exposta com água e sabão.
                         O profissional da saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e
                         avental impermeáveis
                         A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e
  Contraindicações       de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente
                         não deve ser evitado.
Efeitos das interações
                         Não são conhecidos.
       químicas
                         Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
                         obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
                         Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                         RENACIAT – ANVISA/MS
      ATENÇÃO
                         Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
                         (SINAN/MS)
                         Telefone de Emergência da empresa: BAYER S.A. 0800-701-0450
                         Centro de informações toxicológicas: 0800-410148 (PR)




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MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS:
DL50 Oral em ratos: > 2000 mg/kg
DL50 Cutânea em ratos: > 4000 mg/kg
CL50 Inalatória em ratos: CL50 inalatória em ratos não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não irritante à pele.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não irritante olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto é sensibilizante à pele.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS:
Triflumuron:
Em ratos e camundongos foram observados anemia hemolítica nos estudos de longo prazo. Altos
níveis de fluoreto foram observados nos ossos e dentes, porém sem alterações histopatológicas. As
alterações hematológicas e o aumento do peso do baço no estudo de carcinogenicidade em ratos
foram considerados adversos. Não houve evidência de carcinogenicidade, toxicidade para a
reprodução ou teratogênese.
Beta-Ciflutrina:
Não apresentou potencial mutagênico e nem cancerígeno. Em estudos de curto prazo efeitos
neurotóxicos foram observados em ratos e cães. Nos estudos de longa duração em ratos causou
redução de peso corpóreo e em camundongos redução do peso de órgãos e parestesia. Alguns
efeitos adversos para a prole foram observados nos estudos de toxicidade para a reprodução e para
o desenvolvimento, porém, estes ocorreram sempre na presença de toxicidade materna e doses
seguras de exposição foram estabelecidas.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:

- Este produto e:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto e ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto e ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
- Este produto e ALTAMENTE TÓXICO para microcrustaceos.
- Este produto e ALTAMENTE TÓXICO para peixes.
- Evite a contaminação ambiental - preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
    Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
    da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
    (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
    público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
    agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades
    aeroagricolas.




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INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
   rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
   para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
   Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Bayer S/A. - telefone de emergência:
   0800-243334.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
   borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
   drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
           •     Piso pavimentado - absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material
           com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O
           produto derramado não devera mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante
           através do telefone indicado no rotulo para a sua devolução e destinação final.
           •     Solo - retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado,
           recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
           Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima.
           •     Corpos d’água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
           animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
           visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
           características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico, ficando a
   favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
   posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faca esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.




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• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mante-la invertida sobre
   a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
   direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.


DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.




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É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da agua e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rotulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto e feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com camaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos nao podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros
materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável.




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