Tempus Nortox
Nortox S.A. - Arapongas
Inseticida
clorantraniliprole (antranilamida) (32 g/L) + clorpirifós (organofosforado) (480 g/L)
Informações
Número de Registro
40525
Marca Comercial
Tempus Nortox
Formulação
OD - Dispersão de Óleo
Ingrediente Ativo
clorantraniliprole (antranilamida) (32 g/L) + clorpirifós (organofosforado) (480 g/L)
Titular de Registro
Nortox S.A. - Arapongas
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 2 Produto Altamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Altamente Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Diatraea saccharalis
Broca-da-cana; Broca-do-colmo
Milheto
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Chrysodeixis includens
Lagarta-falsa-medideira.
Sorgo
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Conteúdo da Bula
NORTOX S/A
Rodovia BR 369, km 197
Tel. [43] 3274 8585 1
Fax. [43] 3274 8500
86700-970 Arapongas, PR - Brasil
TEMPUS NORTOX
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 40525
COMPOSIÇÃO:
• 3-bromo-4′-chloro-1-(3-chloro-2-pyridyl)-2′-methyl-6′-(methylcarbamoyl)pyrazole-5-
carboxanilide (CLORANTRANILIPROLE).........................................32,00 g/L (3,20% m/v)
O,O-diethyl O-3,5,6-trichloro-2-pyridylphosphorothioate
(CLORPIRIFÓS).............................................................................480,00 g/L (48,00% m/v)
• Outros Ingredientes.....................................................................606,15 g/L (60,61 % m/v)
GRUPO 28 INSETICIDA
GRUPO 1B INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida de contato e ingestão dos grupos químicos Antranilamida e
Organofosforado.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Dispersão de óleo - OD
TITULAR DO REGISTRO:
NORTOX S.A
Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86700-970 - ARAPONGAS – PR; CNPJ:
75.263.400/0001-99. Fone: (43)3274-8585 - Fax: (43) 3274.8500. Registro Agência de
Defesa Agropecuária do Paraná – ADAPAR/PR Nº 466.
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
CLORANTRANILIPROLE TÉCNICO NORTOX
Registro MAPA nº TC00825
NORTOX S.A
Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86700-970 - ARAPONGAS – PR; CNPJ:
75.263.400/0001-99. Fone: (43)3274-8585 - Fax: (43) 3274.8500. Registro Agência de
Defesa Agropecuária do Paraná – ADAPAR/PR Nº 466.
CHLORANTRANILIPROLE TÉCNICO LC I
Registro MAPA nº TC05125
LIER CHEMICAL CO., LTD.
Economic and Technical Development Zone 621000, Mianyang, Sichuan Province -
China.
CLORPIRIFÓS TÉCNICO NORTOX
Registro MAPA Nº 20016
VER 02 – 03.12.2025
ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO., LTD.
Caijiashan Pengcun Village, Xinhang Town, 242235, Guangde, Anhui - China
BHARAT RASAYAN LIMITED
Plot Nº 42/4, Amod Road G.I.D.C, Dist. Bharuch, 392130 Dahej, Gujarat – Índia
SUMITOMO CHEMICAL INDIA LIMITED
6/2, Ruvapari Road, 364005, Bhavnagar,Gujarat - Índia.
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CLORPIRIFÓS TÉCNICO NORTOX BR
Registro MAPA N° TC20222
ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO., LTD.
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde, County, Xuancheng City, 242235, Anhui -
China
SHANDONG AVILIVE CHEMICAL CO., LTD.
Nº 99 Zhengda Road, Economic Development Zone, Linyi, Shandong, 276024 - China
CLORPIRIFÓS TÉCNICO NORTOX V
Registro MAPA N° TC06523
DEZHOU LUBA FINE CHEMICAL CO., LTD.
Nº288, Hengdong Road, Tianqu Industrial Park Dezhou 253035, Shandong, China
CLORPIRIFÓS TÉCNICO GHARDA
Registro MAPA N° 44418
GHARDA CHEMICALS LIMITED
D- 1/2 MIDC, Lote Parshuram, Taluka Khed, Dist. Ratnagiri - 415 722, Maharashtra State,
Índia.
FORMULADORES:
NORTOX S.A
Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86700-970 - ARAPONGAS – PR; CNPJ:
75.263.400/0001-99. Fone: (43)3274-8585 - Fax: (43) 3274.8500. Registro Agência de
Defesa Agropecuária do Paraná – ADAPAR/PR Nº 466.
JIANGSU CORECHEM CO., LTD
18, Shilian Avenue, Huaian City, Jiangsu – China
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
AGRÔNOMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil,
conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7212, de 15 de junho de 2010)
AGITE ANTES DE USAR.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA - CATEGORIA 2: PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL I – PRODUTO
ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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1. INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO
TEMPUS NORTOX é um inseticida de uso foliar de amplo espectro que atua por contato
e ingestão, sendo indicado no controle de pragas nas culturas da cana-de-açúcar,
milheto, milho, soja e sorgo.
1.1 CULTURAS, ALVOS BIOLÓGICOS, NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO E
VOLUME DE CALDA
TEMPUS NORTOX
ALVO BIOLÓGICO Nº Máximo
DOSE Volume de
CULTURA Nome comum/ de
L/ha calda (L/ha)
Nome científico aplicação
Broca da cana Terrestre: 150
CANA-DE-AÇÚCAR 0,6 – 1,0* 2
Diatraea saccharalis Aérea: 20 - 40
Iniciar as aplicações quando detectado a presença da praga na área de cultivo. Reaplicar em
caso de reinfestação com intervalo de 30 dias.
*Utilizar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo vegetal.
MILHETO
Lagarta do cartucho Terrestre: 150
MILHO 0,8 – 1,0* 2
Spodoptera frugiperda Aérea: 20 - 40
SORGO
Iniciar as aplicações quando detectado as primeiras folhas raspadas indicando a presença da
praga na área de cultivo. Reaplicar em caso de reinfestação com intervalo de 14 dias.
*Utilizar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo vegetal.
Lagarta falsa medideira
0,8 – 1,0*
Chrysodeixis includens Terrestre: 150
SOJA 2
Aérea: 20 - 40
Lagarta da soja
0,6 – 1,0*
Anticarsia gemmatalis
Iniciar as aplicações quando detectado a presença da praga na área de cultivo. Reaplicar em
caso de reinfestação com intervalo de 14 dias.
*Utilizar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo vegetal.
Um litro do produto comercial (p.c) TEMPUS NORTOX, contém 32 g do ingrediente ativo (a.i)
Clorantraniliprole e 480 g do ingrediente ativo (a.i) Clorpirifós.
1.2 MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
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É PROIBIDA A APLICAÇÃO ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS COSTAIS E MANUAIS
PREPARO DA CALDA:
Agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda.
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Recomenda-se o preparo da quantidade necessária de calda para uma aplicação.
Para preparar a calda, coloque a dose indicada de TEMPUS NORTOX no pulverizador com água
até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o
agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da
calda e aplicação do produto. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do
produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar
vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplique de imediato sobre o alvo biológico.
O volume de água utilizado por hectare é o que consta do item “VOLUME DE CALDA” para cada
cultura recomendada.
Utilize os EPI’s conforme constantes no item PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU
PREPARAÇÃO DA CALDA.
Informações sobre o uso de adjuvante:
Indicado para as culturas da cana-de-açúcar, milheto, milho, soja e sorgo.
- Indicado o uso de adjuvante a base de Óleo Vegetal.
- Função: proporciona uma melhor e mais adequada distribuição do produto sobre as superfícies
foliares, aumentando a absorção e translocação dos compostos aplicados; aumentando a
penetração dos compostos através da cutícula foliar, devido à destruição das camadas de cera
presentes nas folhas.
Concentração do adjuvante na calda: 0,5% v/v ou seja 0,5 L de adjuvante para cada 100 L de
calda.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
- Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura
dos alvos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma
de cultivo e a topografia do terreno, lembrando que é proibida a aplicação de TEMPUS
NORTOX através de equipamentos costais e manuais. A pressão de trabalho adotada deverá
ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
- Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das
gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
- Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (pontas,
barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para
total eficiência do produto sobre o alvo.
- As maiores doses devem ser utilizadas em altas pressões da praga e/ou em estádios vegetativos
avançados da cultura, bem como os volumes de calda recomendados.
- O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte aérea da
cultura.
- O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a
dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
APLICAÇÃO AÉREA:
A recomendação de aplicação aérea é destinada para as culturas do cana-de-açúcar, milheto,
milho, soja e sorgo.
Aplicação via aeronave tripulada:
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero
agrícolas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
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A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura
ideal é de 2 a 4 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. O volume de
calda recomendado é de 20 a 40 L/ha, podendo ser ajustado pelo técnico responsável, de
acordo com o equipamento e tecnologia utilizada.
Utilize gotas de classe médias a grossas.
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Utilize apenas empresas certificadas e pilotos que sigam rigorosamente as normas da
aviação agrícola e as boas práticas de aplicação aérea de produtos fitossanitários,
sempre com orientação de um Engenheiro Agrônomo responsável.
Não execute aplicação aérea via aeronave tripulada de agrotóxicos em áreas situadas a
uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de
captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível
a danos.
Aplicação via aeronave não tripulada (Drones):
A aplicação deve ser realizada somente por equipamentos que estejam em concordância
com as normas e exigências dos órgãos reguladores do setor, como Agência Nacional de
Aviação Civil (ANAC), Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e MAPA.
Utilize drones que trabalhem com pontas rotativas em vez de hidráulicas e que sejam
posicionados abaixo ou dentro da faixa de ar gerado pelos rotores, de modo que a
corrente de ar consiga empurrar todos os jatos das pontas para baixo em direção ao alvo.
Utilize pontas que produzam gotas médias a grossa, preferindo sempre as mais grossas,
porém sem que prejudique a cobertura do alvo.
A altura de voo deve ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter em
média 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de
deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte do drone e diâmetro de
gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que
serão empregados na aplicação.
Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Uma vez misturado o produto em água, a aplicação com o Drone deve ser realizada o
mais rápido possível. Portanto, NÃO dilua o produto em água se não for realizar a
aplicação dentro de 30 min, no máximo.
Estabeleça distância segura entre a aplicação e o operador (10 metros), assim como
áreas de bordadura.
Não execute aplicação aérea via aeronave não tripulada a distância inferior a 20 m de
distância de povoados, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de
animais, de mananciais de captação de água para abastecimento de população, inclusive
reservas legais e áreas de preservação permanente, ou quando houver de acordo com o
estabelecido pela legislação específica Municipal, Estadual e Federal.
É importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade
do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto.
Sempre consulte as normas vigentes dos órgãos competentes (MAPA, DECEA,
ANAC e ANATEL). A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos
parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser realizada com
base nas condições específicas locais, sob a orientação de um Engenheiro
Agrônomo.
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O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada
utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem
ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com
todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de
contaminação de áreas adjacentes.
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CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Para obter uma melhor eficiência do produto, a aplicação deverá ocorrer dentro dos seguintes
parâmetros:
- Evitar aplicação na presença de ventos fortes (acima de 10 Km/hora);
- Umidade relativa do ar: superior a 50%;
- Temperatura: até 30ºC;
RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO:
- Evitar as condições de inversão térmica.
- Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura
das barras ou aeronave.
- Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos
hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura),
para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa
cobertura da cultura e eficiência.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas
LIMPEZA DE TANQUE:
- Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e
filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
- Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho,
observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao
máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema
e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a
mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e
retornos/aspersores internos do tanque.
- Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada.
- Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque
com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo
fabricante.
- Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do
conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros,
capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução
para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela
barra.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÃO:
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização,
utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
VER 02 – 03.12.2025
- Umidade relativa do ar: mínimo 55%;
- Velocidade do vento: mínimo - 3 km/hora; máximo – 10 km/hora;
- Temperatura: menor que 30°C;
- Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas;
- Evitar as condições de inversão térmica;
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RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA EVITAR DERIVA:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas
habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação
ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao
equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a
pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a
deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a
deriva é responsabilidade do aplicador.
RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas
possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado,
condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser
considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da
planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não
previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições
desfavoráveis.
- Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível
considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas
maiores.
- Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o
diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando
maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a
pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada.
Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores.
Considere o uso de pontas de baixa deriva.
- O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento,
isento de desgaste e vazamentos
INVERSÃO TÉRMICA:
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem
o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que
permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são
caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em
noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao
pôr do sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser
identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões
térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no
VER 02 – 03.12.2025
solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica
a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa
e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
LIMPEZA DE TANQUE:
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Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra,
pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros
produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho,
observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de
esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água
por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A
quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento
da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área
aplicada.
Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o
tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade
indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o
esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho.
Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em
recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem
com água limpa e deixando esgotar pela barra.
1.3 INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURAS DIAS
Cana-de-açúcar 60
Milheto, Milho, Soja e Sorgo 21
1.4 INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS
TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a
aplicação.
1.5 LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Quando utilizados de acordo com as indicações da bula e rótulo nas culturas e doses
recomendadas não apresentam fitotoxicidade.
1.6 INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide itens Precauções Gerais, Precauções Durante o Manuseio ou Preparação da Calda
VER 02 – 03.12.2025
e Precauções Durante a Aplicação.
1.7 INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM
USADOS:
Vide Modo de aplicação.
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1.8 DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio
Ambiente –IBAMA/MMA.
1.9 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,
DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS
EMBALAGENS VAZIAS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio
Ambiente –IBAMA/MMA.
1.10 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio
Ambiente –IBAMA/MMA.
1.11 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se
um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados
devido à resistência.
O inseticida TEMPUS NORTOX é composto pelos ingredientes ativos Clorantraniliprole,
pertencente ao grupo 28 (Diamida Antranílica) e por Clorpirifós pertence ao grupo 1B
(inibidores da acetilcolinesterase - Organofosforados) o uso repetido deste inseticida ou
de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de
populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do TEMPUS NORTOX como uma ferramenta útil de
manejo de pragas agrícolas, é necessário a adoção tática de controle, previstas no
Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle
por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado, afim de prevenir, retardar
ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 28. Sempre rotacionar
com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
- Aplicações sucessivas de TEMPUS NORTOX podem ser feitas desde que o período
residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da
praga-alvo.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do TEMPUS NORTOX ou outros
produtos do Grupo 28 quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das
pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que
VER 02 – 03.12.2025
disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do
produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na
aplicação de inseticidas;
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- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).
1.12 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
Recomenda-se, de maneira geral o Manejo Integrado de Pragas (MIP), envolvendo todos
os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle como:
- Utilizar sementes sadias;
- Utilizar de variedade e/ou cultivares resistência;
- Realizar rotação de culturas;
- Realizar manejo adequado de adubação e irrigação de modo que visem o melhor
equilíbrio do sistema;
- Semeadura/transplante em época adequada para a cada região.
2. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
“ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA”.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
2.1 PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios
e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de
um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
VER 02 – 03.12.2025
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental,
máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
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2.2 PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara
com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2
ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a respingos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de
medidas coletivas de segurança.
2.3 PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
em que estiver sendo aplicado do produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado
(filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de
segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
2.4 PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em
áreas tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
VER 02 – 03.12.2025
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
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- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI
para casa.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão
com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila, botas de
borracha e avental.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
FATAL SE INGERIDO
NOCIVO EM CONTATO COM A PELE
PERIGO
NOCIVO SE INALADO
PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Pele: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE. Em caso de contato, tire toda
roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com
muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
“INTOXICAÇÕES POR TEMPUS NORTOX”
2.5 INFORMAÇÕES MÉDICAS
Clorantraniliprole: Antranilamida ou Diamida Antranílica.
Grupo químico
VER 02 – 03.12.2025
Clorpirifós: Organofosforado
Classe toxicológica Categoria 2: Produto Altamente Tóxico
Vias de exposição Oral, dérmica, inalatória e ocular.
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Clorantraniliprole: em estudos com ratos observou-se que a
absorção de 14C-DPX-E2Y45 foi rápida, com picos de
concentração ocorrendo em 5 à 12 horas após a administração de
dosagem baixa ou alta (10 ou 200 mg/kg pc). A absorção
percentual diminuiu após a administração da dosagem alta. As
meias-vidas de eliminação plasmática variaram de 38 à 82 horas.
A distribuição da dosagem absorvida nos tecidos foi ampla e
indicou baixo potencial para acumulação. Os resíduos em tecidos
foram maiores nos ratos fêmeas do que nos ratos machos,
coerente com o fato dos ratos fêmeas apresentarem meia-vida de
eliminação mais longa e uma maior AUC (área sob as curvas de
concentração de plasma [Área Under Plasma Concentration
Curves]) plasmática. A excreção foi substancialmente completa
após 48 à 72 horas após a dosagem. A excreção fecal foi a via
principal de eliminação, seguida pela urina, sem excreção
significativa por exalação. O metabolismo da dose absorvida foi
extenso.
Clorpirifós: O mecanismo de ação é por inibição da enzima
Toxicocinética Acetilcolinesterase, o que impede a inativação do
neurotransmissor acetilcolina (ACh), permitindo assim, sua ação
mais intensa e prolongada nas sinapses nervosas
(superestimulação colinérgica). Isso afeta a transmissão dos
estímulos nervosos causando efeitos muscarínicos (SN
parassimpático), nicotínicos (SN simpático e motor) e no sistema
nervoso central (SNC). A duração dos efeitos é determinada pelas
propriedades do produto (solubilidade em lipídeo, estabilidade da
união à acetilcolinesterase e se o envelhecimento da enzima já
ocorreu). A inibição da ACh é feita no início por uma ligação iônica
temporária, mas a enzima é gradativamente fosforilada por uma
ligação covalente, em 24 a 48 horas (“envelhecimento da
enzima”) e quando isso ocorre, a enzima não mais se regenera,
desaparecendo os sintomas. Estudos sugerem que a exposição a
Clorpirifós produz uma diminuição progressiva na capacidade
neuronal associada à alteração da síntese e/ou função dos
microtúbulos afetando as proteínas associadas aos microtúbulos
(microtubule-associated proteins - MAP), fundamentais para a
divisão celular e manutenção da estrutura celular.
VER 02 – 03.12.2025
Clorantraniliprole: Não são conhecidos os mecanismos de
toxicidade para os humanos.
Toxicodinâmica Clorpirifós: Inibição da enzima acetilcolinesterase através de sua
fosforilação, causando acúmulo de acetilcolina e consequente
superestimulação das terminações nervosas, tornando
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inadequada a transmissão de seus estímulos às células
musculares, glandulares, ganglionares e do Sistema Nervoso
Central (SNC).
Não são conhecidos sintomas e sinais clínicos em humanos.
As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos
agudos com animais de experimentação tratados com a
formulação à base de Clorantraniliprole e Clorpirifós.
Exposição oral: A substância teste quando administrada por via
oral em ratos fêmeas nas doses de 300 e 50 mg/kg p.c.
Sintomas e sinais apresentaram sinais clínicos de toxicidade, tais como: pelos
clínicos eriçados, cromodacriorreia, taquicardia moderada, dispneia
moderada, epistaxe leve a severa, prostação severa e houve
mortalidade de animais. Os animais tratados com a dose de 5
mg/Kg p.c. não apresentaram sinais clínicos de toxicidade. Ao
final do teste, todos os animais sobreviventes apresentaram
ganho de peso corpóreo. No exame macroscópico, foram
observadas alterações no cérebro dos animais tratados com a
dose de 300 mg/Kg p.c. Os animais que foram tratados com a
dose de 50 mg/Kg p.c. apresentaram alterações no cérebro e trato
gastrintestinal. Já os animais que foram tratados com a dose de 5
mg/Kg p.c. não apresentaram alterações no exame de necrópsia.
Exposição inalatória: A substância teste foi administrada pela
via inalatória “nose-only” em ratos machos e fêmeas, nas
máximas concentrações atingíveis na atmosfera da câmara
inalatória. Na concentração de 4,659 mg/L (concentração 1),
foram observados sinais clínicos de toxicidade como: piloereção,
dispnéia (moderada e severa), prostação (leve, moderada e
severa), epistaxe, salivação, tremores, respiração irregular,
arqueamente dorsal e foi observado mortalidade de animais.
Esses foram os sinais sistêmicos que iniciaram nos dias 0 a 3 e
reverteram no dia 3 do período de observação ou persistiram até
a morte dos animais. Os animais expostos a concentração de
1,115 mg/L (concentração 2) não foram observados sinais clínicos
de toxicidade e não houve mortalidade. Os animais expostos ao
produto na concentração de 2,029 mg/L (concentração 3)
apresentaram sinais clínicos de toxicidade como: piloereção,
dispnéia (leve e moderada), prostação (leve, moderada e severa),
VER 02 – 03.12.2025
Sintomas e sinais epistaxe, salivação, tremores, cromodacriorréia, arqueamento
clínicos dorsal e houve mort
alidade de animais. Esses foram os sinais sistêmicos agudos que
iniciaram nos dias 0 a 3 e reverteram no dia 2 do período de
observação ou persistiram até a morte dos animais.
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Exposição dérmica: A substância teste foi administrada pela via
dermal em ratos fêmeas, na dose de 2000 mg/Kg p.c. Os animais
apresentaram hiperexcitabilidade leve que iniciou no quarto dia de
observação e reverteu no sétimo dia. Um dos animais foi
encontrado morto no quarto dia de observação. Nenhuma
alteração macroscópica foi observada nos animais durante as
necropsias. O animal sobrevivente apresentou ganho de peso
corpóreo ao final do teste. Estudos in vitro demonstraram
potencial de irritação dérmica da substância teste. O produto
provoca irritação à pele.
O produto é sensibilizante dérmico.
Exposição ocular: Testes in vitro foram utilizados, porém não foi
possível classificar a substância teste. Durante o teste in vivo, três
coelhos foram expostos com 0,1 mL da substância teste aplicado
pura no saco conjuntival de cada animal, observou-se: hiperemia
e quemose com reversão em 72 horas para 2/3 dos animais e
reversão total em 7 dias 1/3 dos animais. Não houve opacidade
de córnea e nenhuma alteração comportamental e clínica foi
observada nos animais durante o experimento. Diante dos
resultados, o produto não foi classificado quanto ao potencial de
irritação/corrosão ocular.
Efeitos crônicos: Estudos de mutações genéticas e
cromossômicas não demonstraram efeito mutagênico relacionado
ao produto.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de
quadro clínico compatível, associados ou não a queda na
atividade das colinesterases. Queda em 25% ou mais de sua
atividade original indica exposição importante. Queda de 50% é
geralmente associada com exposição intensa. A
pseudocolinesterase é um indicador sensível, mas não específico.
Ambas podem demorar de 3-4 meses para se normalizar. A
identificação das substâncias e seus metabólitos em sangue e
urina pode evidenciar exposição, mas não são facilmente
Diagnóstico
realizáveis. Outros controles incluem: eletrólitos, glicemia,
creatinina, amilase pancreática, enzimas hepáticas, gasometria,
ECG (prolongamento de QT), RX tórax (edema pulmonar e
aspiração). Convém considerar a possibilidade de associação do
VER 02 – 03.12.2025
organofosforado a outros tóxicos, o que pode alterar ou
potencializar o perfil clínico esperado. Em se apresentando sinais
e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente
imediatamente, não condicionando o início do tratamento a
confirmação laboratorial.
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ANTÍDOTO:
- Sulfato de Atropina: só deverá ser administrada na vigência de
sintomatologia e por pessoal qualificado. Age apenas nos
sintomas muscarínicos, agudos ou Crônicos. A atropina não
reativa à enzima colinesterase nem acelera a metabolização do
produto, mas é um bom agente em intoxicações por
organofosforados e carbamatos.
Dose em Adultos: 2-5 mg cada 10-15 minutos; Crianças: 0,05 mg/
kg a cada 10-15 minutos via IV ou IM (se a IV não é possível), ou
Tratamento via tubo endotraqueal.
Utiliza-se nebulização com atropina para tratar angústia
respiratória (diminui as secreções bronquiais e melhora a
oxigenação).
A atropinização poderá ser requerida por horas ou dias. A
atropina não deve ser suspensa abruptamente, pelo risco de
recirculação do produto e retorno da sintomatologia, devendo ser
espaçada até a retirada total.
- Oximas-Pralidoxima (2-PAM): é o antídoto específico para
organofosforados, mas deve ser usado somente associado à
atropina. Trata intoxicações moderadas/graves sendo mais efetivo
se administrado nas primeiras 48 horas. Administrar até 24 horas
após o desaparecimento dos sintomas. Os organofosforados
inibem a Achase por fosforilação. A pralidoxima reativa a Achase
por remover o grupo fosforil deslocando o organofosforado, o que
justifica coleta de amostra de sangue heparinizado prévia à sua
administração, para estabelecimento da efetividade do tratamento
age nos sítios afetados (muscarínicos, nicotínicos e no SNC).
Dose em adultos: bolo de 1-2 g de 2-PAM/100 ml de solução
salina 0,9%, em 15 a 30 minutos e seguir com infusão de 0,5-1
g/h em solução ao 2,5%. Dose em crianças: iniciar com 20-50
mg/kg (Max: 2g/dose) em solução salina 0,9% ao 5% e seguir
com infusão de 10-20 mg/kg/h. A dose inicial pode ser repetida
em 1 hora e logo a cada 3-8 horas se persistirem as
fasciculações/fraqueza (recomendável infusão contínua). É
indicada hospitalização do paciente por pelo menos 24 horas para
observar por recorrências de sintomas durante a atropinização.
TRATAMENTO: as medidas abaixo relacionadas, especialmente
aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado,
VER 02 – 03.12.2025
devem ser realizadas concomitantemente ao tratamento
medicamentoso e à descontaminação:
Tratamento Estabilização do paciente: monitore sinais vitais (pressão
sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e
temperatura corporal). Estabeleça via endovenosa. Atenção
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especial para parada cardiorrespiratória repentina, convulsões,
hipotensão e arritmias cardíacas. Usar vasopressores na
hipotensão severa (evitar adrenalina pelo risco de fibrilação).
Avalie o estado de consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: garanta uma via aérea patente.
Sucção de secreções orais pode ser necessário. Intubação e
ventilação podem ser necessárias, especialmente se o paciente
tiver depressão respiratória ou comprometimento neurológico.
Administre oxigênio conforme necessário para manter adequada
perfusão tecidual. Se a intoxicação for severa, pode ser
necessária ventilação pulmonar assistida.
Medidas de descontaminação: visa limitar a absorção e os
efeitos locais. Remover roupas e acessórios e proceder
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades
e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão.
Exposição oral:
- O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto
específico.
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é
recomendada.
- Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária.
Somente considerar a lavagem gástrica após ingestão da
substância em uma quantidade potencialmente perigosa à vida,
se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de
1 hora). Atentar para o nível de consciência e proteger vias
aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo
orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por
intubação endotraqueal em cuff.
- Carvão ativado: Liga-se a maioria dos agentes tóxicos e pode
diminuir a absorção sistêmica, se administrado após a ingestão
(1h). Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado.
Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em
água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12
anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
- Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em
razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Não
realizar lavagem gástrica em caso de perda dos reflexos
VER 02 – 03.12.2025
protetores das vias respiratórias, nível diminuído de consciência;
Tratamento pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidades pouco tóxicas.
Exposição ocular: lave os olhos expostos abundantemente com
água ou solução salina a 0,9% à temperatura ambiente por cerca
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de 20 a 30 minutos. Assegure que não fiquem partículas na
conjuntiva. Evitar que a água da lavagem contamine o outro olho.
Pode-se utilizar colírio anestésico no início da descontaminação
ocular. Realizar avaliação oftalmológica de urgência. Se irritação,
dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente
deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica: remova as roupas contaminadas e lave a
área exposta, não negligenciando unhas e dobras cutâneas, com
água abundante e sabão por cerca de 20 a 30 minutos para
remover resíduos de agrotóxicos na pele e cabelo. Podem ocorrer
queimaduras químicas com a exposição ao sol. Tratamento dos
sintomas deve ser de acordo com as manifestações clínicas.
Exposição Inalatória: remova o paciente para um local arejado e
forneça adequadas ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos
possuem solventes derivados de petróleo, e outras substancias
como surfactantes, agravando a irritação de mucosas e os efeitos
da intoxicação, podendo causar pneumonite, pneumonia química,
edema pulmonar, bronquite, alergias, asma ou dificuldades
respiratórias. Administre oxigênio, corticoides, broncodiladores,
antagonistas H1 (anti-histamínicos), antibioticoterapia, e auxilie na
ventilação, conforme necessário.
Medidas sintomáticas e de manutenção: realizar exames físico
completo e neurológico. Monitorar oxigenação (oximetria ou
gasometria), gases arteriais, eletrólitos, mioglobinúria, função
renal e hepática. Corrigir distúrbios hidroeletrolíticos e acidose.
Realizar exames de imagine, ECG, endoscopias conforme
necessidade. Manter internação por no mínimo 24 horas após o
desaparecimento dos sintomas.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: a
Tratamento pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar
protegida por equipamento de segurança, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e
proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas,
cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas,
botas e avental impermeáveis.
EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha
VER 02 – 03.12.2025
ingerido o produto e utilizar um equipamento intermediário de
reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento.
O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de
Contraindicações
aspiração. As seguintes drogas são contraindicadas: outros
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agentes colinérgicos, succinilcolina, morfina, teofilina, fenotiazinas
e reserpina. Aminas adrenérgicas só devem ser usadas apenas
quando há marcada hipotensão.
Efeitos das Clorantraniliprole: Não são conhecidos.
interações Clorpirifós: Pode ocorrer interações químicas com outros
químicas organofosforados ou carbamatos.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-
722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS).
ATENÇÃO Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Telefone de Emergência da empresa: (43) 3374-8585
Centro de Controle de Intoxicação de Londrina-PR: (43) 3371-
2244
Endereço Eletrônico da Empresa: www.nortox.com.br
2.6 MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE
LABORATÓRIO
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica no quadro acima.
2.7 EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 5 mg/kg peso corpóreo.
DL50 cutânea em ratos: 2.000 mg/kg peso corpóreo.
CL50 inalatória em ratos: 2,86 mg/L de ar em 4h
Corrosão/Irritação cutânea: O produto provoca irritação dérmica de acordo com os
resultados in vitro.
Corrosão/Irritação ocular: Testes in vitro foram utilizados, porém não foi possível
classificar a substância teste. No teste in vivo, os animais de experimentação (coelhos)
apresentaram hiperemia e quemose. A irritação foi reversível em até 7 dias. Não houve
opacidade da córnea. O produto não foi classificado quanto ao potencial de
irritação/corrosão ocular.
Sensibilização cutânea em camundongos: O produto não é sensibilizante dérmico.
Sensibilização respiratória em ratos: Não disponível.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
VER 02 – 03.12.2025
Efeitos crônicos:
Clorantraniliprole: Em estudos com animais não foram observados efeitos adversos na
dieta subcrônicos em ratos, camundongos e cachorros. Houve um decréscimo no ganho
de peso corporal nas doses altas num estudo de dieta de 28 dias em camundongos e
num estudo dérmico de 28 dias em ratos. Houve o aparecimento de focos eosinofílicos no
fígado, conjuntamente com hipertrofia hepatocelular em camundongos ao final do estudo
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de 18 meses, na maior dose testada. Estudos em animais realizados com o
Clorantraniliprole Técnico, não provocaram efeitos carcinogênicos, neurológicos,
reprodutivos ou no desenvolvimento. Testes realizados com o Clorantraniliprole Técnico,
não causaram danos genéticos em culturas de células de bactérias ou de mamíferos.
Clorpirifós: Em ratos de laboratório, tratados diariamente com Clorpirifós, em níveis de até
3 mg/kg/dia via oral durante dois anos, mostraram uma moderada depressão na atividade
da colinesterase, primariamente a plasmática e secundariamente a eritrocitária. Nesse
estudo os animais não apresentaram efeitos dignos de nota quanto ao seu
comportamento, aparência, crescimento, mortalidade, hematologia, análises urinárias, de
química sanguínea, histopatológicas de tecidos e órgãos ou incidência de neoplasias.
3. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
3.1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
- Este produto é:
X - ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I).
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto e ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto e ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
- Este produto e ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos);
- Este produto e ALTAMENTE TÓXICO para aves;
- Este produto e ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos
benéficos. Nao aplique o produto no período de maior visitação de abelhas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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3.2 INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇAO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
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Tel. [43] 3274 8585 21
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- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3.3 INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa NORTOX S/A., pelo telefone de
emergência: (43) 3274-8585.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenas ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que
as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características
do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2, ou PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
3.4 PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇAO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPI's -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
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- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
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- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir
os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve
ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
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EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
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- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando
existente, separadamente das lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde
foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.
TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.
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- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS
VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
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- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
pessoas, animais, rações, medicamentos e ou outros materiais.
4. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
- Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal
concernentes às atividades agrícolas.
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