Taegro e Krivesta
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Fungicida microbiológico
Bacillus amyloliquefaciens cepa FZB24 (não pertinente) (130 g/kg)
Informações
Número de Registro
12523
Marca Comercial
Taegro e Krivesta
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
Bacillus amyloliquefaciens cepa FZB24 (não pertinente) (130 g/kg)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Classe
Fungicida microbiológico
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Alternaria solani
Mancha de alternaria; Pinta preta
Todas as culturas
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento
Todas as culturas
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Todas as culturas
Rhizoctonia solani
Rizoctoniose; Crosta-preta; Damping-off
Todas as culturas
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo branco
Todas as culturas
Sphaeroteca fuliginea
Míldio - pulverulento
Todas as culturas
Uncinula necator
Oídio
Conteúdo da Bula
TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
Bula Completa
24.07.24
Logomarca do produto
TAEGRO, KRIVESTA
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 12523
COMPOSIÇÃO:
Bacillus amyloliquefaciens, cepa FZB24 (mínimo de 1 x 1010
UFC/g).........................................................................................130 g/kg (13,0 % m/m)
Outros ingredientes...................................................................870 g/kg (87,0 % m/m)
GRUPO BM02 FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: FUNGICIDA MICROBIOLÓGICO
TIPO DE FORMULAÇÃO: PÓ MOLHÁVEL (WP)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e
13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP,
Fone: (11) 5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº
001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE:
Novozymes Biologicals, Inc.
5400 Corporate Circle – Salem/VA – 24153, EUA.
FORMULADOR:
Custom Processing Services
461 State Street East Greenville PA 18041 USA.
Novozymes Biologicals, Inc.
5400 Corporate Circle – Salem/VA – 24153, EUA.
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Professor Zeferino Vaz - SP 332, s/nº, km 127,5 – Bairro Santa Terezinha -
CEP 13148-915 – Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Cadastro na SAA/CDA/SP
sob nº 453.
“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo
Syngenta.”
Nº do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
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TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
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OBSERVAR SE HÁ DISPOSIÇÃO CONTRÁRIA ESTABELECIDA POR ÓRGÃO
COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL.
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
AGRONÔMICA (QUANDO HOUVER) E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
ARMAZENAR O PRODUTO EM AMBIENTE APROPRIADO E MANTER SEMPRE
NA EMBALAGEM ORIGINAL
ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS.
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil,
conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE
CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE
IV - PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
PRODUTO MICROBIOLÓGICO
Cor da faixa: A definir.
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TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
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INSTRUÇÕES DE USO:
O produto TAEGRO, KRIVESTA é a base de Bacillus amyloliquefaciens , que é uma
bactéria Gram-positiva não patogênica, capaz de produzir esporos e amplamente
destinado na produção de enzimas extracelulares em escala mundial. O Bacillus
amyloliquefaciens é recomendado para o biocontrole de enfermidades de plantas, assim
como para aumentar a produtividade de culturas. O efeito in situ pela exposição de
células vivas do Bacillus pode ocasionar a promoção de crescimento e o biocontrole,
sendo este último de natureza direta ou indireta. O antagonismo direto exercido contra
fitopatógenos tem o envolvimento dos conhecidos mecanismos de antibiose, como a
síntese de substâncias antimicrobianas, a competição por espaço e nutrientes e a
síntese de compostos voláteis. O mecanismo indireto é exercido pelo fenômeno de
resistência sistêmica induzida (ISR).
Com base nas conclusões dos laudos de eficácia e praticabilidade agronômica
apresentada, recomenda-se a seguinte instrução de uso para o produto:
CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
APLICAÇÃO:
DOENÇAS DOSES (p.c.) NÚMERO
VOLUME DE
MÁXIMO ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS CALDA
Nome Comum DE APLICAÇÃO
g p.c./ha (L/ha)
Nome Científico APLICAÇÕES
Iniciar as aplicações no
sulco de plantio e a segunda
direcionada ao colo planta
pré-operação de amontoa,
em intervalo de até 30 dias,
dependendo da evolução da
doença. Realizar no máximo
2 aplicações. Se forem
necessárias mais
aplicações, complementar
Em todas Aplicação com fungicida(s) de outro(s)
as culturas Terrestre: grupo (s) químico(s). Utilizar
com 200 L/ha as doses mais baixas sob
Rizoctoniose
ocorrência 200 a 500 2 condições de menor
Rhizoctonia solani
do alvo Aplicação pressão da doença e
biológico Aérea: utilização de variedades
(*) 20 a 40 L/ha tolerantes. Já as doses
maiores, utilizar em
situações de maiores
pressões da doença
(utilização de variedades
mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na
região), associado a
condições climáticas
favoráveis ao
desenvolvimento do fungo.
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Iniciar as aplicações
preventivamente ou no
máximo no aparecimento
dos primeiros sintomas,
reaplicando se necessário
em intervalo de até 7 dias,
dependo da evolução da
doença. Realizar no máximo
4 aplicações. Se forem
necessárias mais
Em todas Aplicação
aplicações, intercalar com
as culturas Terrestre:
fungicida(s) de outro(s)
com Oídio 500 L/ha
grupo (s) químico(s). Utilizar
ocorrência Sphaerotheca 200 a 500 4
as doses mais baixas sob
do alvo fuliginea Aplicação
condições de menor
biológico Aérea:
pressão da doença. Já as
(**) 20 a 40 L/ha
doses maiores, utilizar em
situações de maiores
pressões da doença
(utilização de variedades
mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na
região), associado a
condições climáticas
favoráveis ao
desenvolvimento do fungo.
Iniciar as aplicações
preventivamente à doença,
no início do florescimento
até o ponto de ervilha,
reaplicando se necessário
em intervalo de até 7 dias,
dependo da evolução da
doença. Realizar no máximo
4 aplicações. Se forem
necessárias mais
Em todas Aplicação
aplicações, intercalar com
as culturas Terrestre:
fungicida(s) de outro(s)
com Antracnose 500 L/h
grupo(s) químico(s).
ocorrência Colletotrichum 200 a 500 4
Utilizar as doses mais
do alvo gloeosporioides Aplicação
baixas sob condições de
biológico Aérea:
menor pressão da doença.
(***) 20 a 40 L/ha
Já as doses maiores, utilizar
em situações de maiores
pressões da doença
(utilização de variedades
mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na
região), associado a
condições climáticas
favoráveis ao
desenvolvimento do fungo.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou no
máximo no início dos
primeiros sintomas da
doença, reaplicando se
Em todas Aplicação necessário em intervalos de
as culturas Terrestre: até 7 dias, dependendo da
com 1000 L/ha evolução da doença.
Mofo-cinzento
ocorrência 200 a 500 5 Realizar no máximo 5
Botrytis cinerea
do alvo Aplicação aplicações. Se forem
biológico Aérea: necessárias mais
(****) 20 a 40 L/ha aplicações, complementar
com fungicida(s) de outro(s)
grupo (s) químico(s). Utilizar
as doses mais baixas sob
condições de menor
pressão da doença e
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utilização de variedades
tolerantes. Já as doses
maiores, utilizar em
situações de maiores
pressões da doença
(utilização de variedades
mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na
região), associado a
condições climáticas
favoráveis ao
desenvolvimento do fungo.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou no
máximo no início dos
primeiros sintomas da
doença, reaplicando se
necessário em intervalos de
até 14 dias, dependendo da
evolução da doença.
Realizar no máximo 3
aplicações. Se forem
necessárias mais
Em todas Aplicação aplicações, complementar
as culturas Terrestre: com fungicida(s) de outro(s)
com Mofo-branco 100 a 200 L/ha grupo (s) químico(s). Utilizar
ocorrência Sclerotinia 200 a 500 3 as doses mais baixas sob
do alvo sclerotiorum Aplicação condições de menor
biológico Aérea: pressão da doença e
(*****) 20 a 40 L/ha utilização de variedades
tolerantes. Já as doses
maiores, utilizar em
situações de maiores
pressões da doença
(utilização de variedades
mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na
região), associado a
condições climáticas
favoráveis ao
desenvolvimento do fungo.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou no
máximo no início dos
primeiros sintomas da
doença, reaplicando se
necessário em intervalos de
até 7 dias, dependendo da
evolução da doença.
Realizar no máximo 5
aplicações. Se forem
Aplicação necessárias mais
Em todas Terrestre: aplicações, complementar
as culturas Mancha-de- 500 L/ha com fungicida(s) de outro(s)
que alternaria 200 a 500 5 grupo (s) químico(s). Utilizar
ocorrerem Alternaria solani Aplicação as doses mais baixas sob
(******) Aérea: condições de menor
20 a 40 L/ha pressão da doença e
utilização de variedades
tolerantes. Já as doses
maiores, utilizar em
situações de maiores
pressões da doença
(utilização de variedades
mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na
região), associado a
condições climáticas
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TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
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favoráveis ao
desenvolvimento do fungo.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou no
máximo no início dos
primeiros sintomas da
doença, reaplicando se
necessário em intervalos de
até 7 dias, dependendo da
evolução da doença.
Realizar no máximo 4
aplicações. Se forem
necessárias mais
Aplicação aplicações, complementar
Em todas Terrestre: com fungicida(s) de outro(s)
as culturas 500 L/ha grupo (s) químico(s). Utilizar
Oídio
que 200 a 500 4 as doses mais baixas sob
Uncinula necator
ocorrerem Aplicação condições de menor
(*******) Aérea: pressão da doença e
20 a 40 L/ha utilização de variedades
tolerantes. Já as doses
maiores, utilizar em
situações de maiores
pressões da doença
(utilização de variedades
mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na
região), associado a
condições climáticas
favoráveis ao
desenvolvimento do fungo.
Eficácia comprovada em * BATATA; ** PEPINO; *** PIMENTÃO; **** ROSA; ***** SOJA; ****** TOMATE; ******* UVA.
MODO DE APLICAÇÃO:
TAEGRO, KRIVESTA deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água,
para as culturas registradas. A boa cobertura dos alvos aplicados (todos os tecidos da
parte aérea das plantas) é fundamental para o sucesso de controle das doenças,
independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e
calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as
condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de
calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
Aplicação foliar: A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa
cobertura foliar da cultura. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a
cultura, de acordo com a forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal
manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os
tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem
um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 μm
(micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator
deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de
acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a
1000 Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte
tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte
aérea da cultura.
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TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
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Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de
50% e ventos de 3 a 15 km/hora.
Aplicação aérea: Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar
bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou
atomizadores que gerem gotas médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de
faixa, etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha,
para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C,
umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou
evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5
metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte
tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na
parte aérea da cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser
flexibilizadas.
É recomendado respeitar as diretrizes do Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento quanto à segurança na faixa de aplicação:
a) As aplicações não deverão ser realizadas em áreas com distância inferior a 500
metros de povoações, cidades, vilas, bairros e mananciais de captação de água
para abastecimento de população.
b) Estas restrições deverão ser válidas também para áreas com distância inferior a
250 metros no caso de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos
de animais;
c) As aeronaves agrícolas que contenham produtos químicos deverão ser proibidas
de sobrevoar as áreas povoadas, moradias e os agrupamentos humanos.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto
deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de
operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Aplicação via drones agrícolas: O produto TAEGRO, KRIVESTA pode ser aplicado
através de drones agrícolas em todas as culturas recomendadas, devendo estes ser
adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento,
vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão
adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação
deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos,
seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter
média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da
faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave
e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com
equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas
com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de
operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento
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TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
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brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do
Ministério da Agricultura (MAPA).
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor
velocidade e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao
equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas,
de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Modo de preparo da calda:
1. Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem.
2. O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque
até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em
funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada do fungicida. Após
isso, proceder a homogeneização e completar o volume do tanque com água. A
agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.
3. Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação,
pulverizando logo após a sua preparação.
4. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto
possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador,
agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
INTERVALO DE SEGURANÇA PARA CADA CULTURA (DIAS):
Por se tratar de um produto microbiológico, o intervalo de segurança (PHI) é sem
restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS
TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda
aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes
desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção
individual usados durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma
ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência:
monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de
exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de
destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser
diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso
de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de
Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles
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definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos
d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E
utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a
adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.
Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Quando utilizado de acordo com as recomendações da bula, TAEGRO, KRIVESTA não
causa fitotoxicidade para as culturas nas quais ocorram os alvos biológicos listados em
bula.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A
SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,
DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO
DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
TAEGRO,KRIVESTA é um fungicida microbiológico composto por uma bactéria,
Bacillus amyloliquefaciens. Este ingrediente ativo biológico apresenta múltiplos modos
de ação, pertencente ao grupo BM02, segundo classificação internacional do FRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
GRUPO BM02 FUNGICIDA
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação distintos do Grupo M05
para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos
causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de
eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador das
doenças listadas em bula, seguem algumas recomendações:
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• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo BM02
para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas
práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias,
adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais
etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula
do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das
principais estratégias regionais para o manejo de resistência, manutenção da
eficácia dos fungicidas e a orientação técnica de tecnologia da aplicação de
fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de
fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade
Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br, Comitê de Ação à
Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da
Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos
os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época
adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e
outros, visando o melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.
PRODUTO POTENCIALMENTE SENSIBILIZANTE.
INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE
IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO.
PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE
CONTATO NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PESSOAS QUE TENHAM REALIZADO CIRURGIAS OCULARES COMO
TRABECULECTOMIA, IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VÁLVULA DE AHMED OU
PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O
PRODUTO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
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• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
orifícios e válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos,
vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações
determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de
permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações
técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser
vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas e calças compridas, botas de borracha, avental impermeável,
equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1,
óculos/viseira facial e luvas de proteção para produtos químicos.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual
(EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI
danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento
hidrorepelente com mangas e calças compridas passando por cima do punho
das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe
P1 ou PFF1; óculos/viseira facial e luvas de proteção para produtos químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados.
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TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
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• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo
técnico responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado
ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem
na área em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes
do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir
que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento
hidrorepelente com mangas e calças compridas passando por cima do punho
das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha;
equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1;
óculos/viseira facial e luvas de proteção para produtos químicos.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de
medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA
TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar
na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize
os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante
a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem
em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as
luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental
impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos
equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
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• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
macacão com tratamento hidrorrepelente, luvas de proteção para produtos
químicos e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser
retirados na seguinte ordem: óculos/viseira facial, botas de borracha, macacão
com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de
proteção para produtos químicos e equipamento de proteção respiratória com
filtro mecânico classe P1 ou PFF1.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de
medidas coletivas de segurança.
Provoca irritação ocular grave
ATENÇÃO
Provoca moderada irritação à pele
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência
levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso
de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos,
relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro,
por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
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INTOXICAÇÕES POR TAEGRO,KRIVESTA
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Bacillus amyloliquefaciens cepa FZB24: fungicida microbiológico
Classe
Categoria 5: Produto Improvável de Causar Dano Agudo
toxicológica
Vias de exposição
Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética e Não foram observados quaisquer sinais de toxicidade,
Toxicodinâmica infectividade ou patogenicidade em exposição oral aguda,
instilação pulmonar/inalatória aguda e exposições dérmicas
agudas. Os mecanismos de toxicocinética e toxicodinâmica em
humanos não são conhecidos..
Sintomas e sinais As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos
clínicos agudos com animais de experimentação tratados com a
formulação à base de Bacillus amyloliquefaciens cepa FZB24:
Exposição oral, inalatória e cutânea: Não foram observados
quaisquer sinais de toxicidade, infectividade ou patogenicidade
em exposição oral aguda, instilação pulmonar/inalatória aguda e
exposições dérmicas agudas. Em estudo de sensibilização
dérmica realizado em cobaias, o produto não foi considerado
sensibilizante dérmico. Em estudos de irritação dérmica e ocular
realizado em coelhos, houve sinais de irritação moderada e leve,
respectivamente. Nenhuma mortalidade foi observada em
nenhum dos estudos.
Exposição crônica: O ingrediente ativo não foi considerado
infectivo, patogênico ou apresentou quaisquer toxicidades. Desta
forma, não são necessários estudos crônicos.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de
exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos
compatíveis. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de
intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
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Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de
acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão
sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e
temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção
especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias
cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação
para limitar a absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades
do produto proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-
50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano,
diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para
240 ml de água. É mais efetivo quando administrado dentro de
uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma
grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora),
porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível
de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com
a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do
produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser
evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente,
vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro
e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar
atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se
necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades
e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover
a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente
deve ser encaminhado para tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar
abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no
mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
encaminhar o paciente para tratamento específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR
aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o
produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação
manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta
atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como
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luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não
se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial
de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito
espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em
posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar
aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das interações Não foram relatadas interações químicas entre o ingrediente ativo
químicas e medicamentos possivelmente utilizados no tratamento de
intoxicação em humanos.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800
722 6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique caso no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304
Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br
Correio Eletrônico da Empresa:
faleconosco.casa@syngenta.com
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
Vide quadro anterior, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos:
Oral, dérmico e inalatória em ratos: não foram observadas quaisquer toxicidade,
infectividade ou patogenicidade em exposição oral aguda, instilação pulmonar/inalatória
aguda e exposições dérmicas agudas.
Corrosão/Irritação cutânea: Levemente irritante
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Levemente irritante
Sensibilização cutânea em camundongos/cobaias: Não sensibilizante
Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para
as vias respiratórias.
Mutagenicidade: Estudos não realizados de acordo com critérios da legislação vigente.
Entretanto, metabólitos secundários não apresentaram nenhum efeito mutagênico em
teste in vitro de mutação genética bacteriana ou ensaio in vivo em eritrócitos de medula
óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em seres humanos.
Estudos não realizados de acordo com critérios da legislação vigente.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III).
POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV).
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de
água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetíveis a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal
concernentes às atividades aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de
alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver
embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
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• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA
PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.
• Telefone da empresa 0800 704 4304.
• Utilize o equipamentos de proteção individual (EPI) (macacão impermeável,
luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em
recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no
rótulo, para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não
contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e
devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano
ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2,
pó químico etc, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio desta embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em
saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de
Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
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• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas
em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de
Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário,
deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento
onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo
estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,
somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas
legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
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• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a
flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso,
consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para
este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes
e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na
legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros
materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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