Taegro e Krivesta
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Fungicida microbiológico
Bacillus amyloliquefaciens cepa FZB24 (não pertinente) (130 g/kg)

Informações

Número de Registro
12523
Marca Comercial
Taegro e Krivesta
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
Bacillus amyloliquefaciens cepa FZB24 (não pertinente) (130 g/kg)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Classe
Fungicida microbiológico
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Alternaria solani
Mancha de alternaria; Pinta preta
Todas as culturas
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento
Todas as culturas
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Todas as culturas
Rhizoctonia solani
Rizoctoniose; Crosta-preta; Damping-off
Todas as culturas
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo branco
Todas as culturas
Sphaeroteca fuliginea
Míldio - pulverulento
Todas as culturas
Uncinula necator
Oídio

Conteúdo da Bula

                                    TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
                                                                                   Bula Completa
                                                                                         24.07.24

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                                  TAEGRO, KRIVESTA
      Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 12523

COMPOSIÇÃO:
Bacillus      amyloliquefaciens,                    cepa         FZB24            (mínimo          de    1    x  1010
UFC/g).........................................................................................130 g/kg (13,0 % m/m)
Outros ingredientes...................................................................870 g/kg (87,0 % m/m)

              GRUPO                                   BM02                              FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: FUNGICIDA MICROBIOLÓGICO
TIPO DE FORMULAÇÃO: PÓ MOLHÁVEL (WP)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e
13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP,
Fone: (11) 5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº
001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE:
Novozymes Biologicals, Inc.
5400 Corporate Circle – Salem/VA – 24153, EUA.

FORMULADOR:
Custom Processing Services
461 State Street East Greenville PA 18041 USA.

Novozymes Biologicals, Inc.
5400 Corporate Circle – Salem/VA – 24153, EUA.

Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Professor Zeferino Vaz - SP 332, s/nº, km 127,5 – Bairro Santa Terezinha -
CEP 13148-915 – Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Cadastro na SAA/CDA/SP
sob nº 453.

“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo
Syngenta.”

                Nº do lote ou da partida:
                Data de fabricação:                               VIDE EMBALAGEM
                Data de vencimento:

              PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.



                                                         1
                                          TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
                                                                      Bula Completa
                                                                            24.07.24

  OBSERVAR SE HÁ DISPOSIÇÃO CONTRÁRIA ESTABELECIDA POR ÓRGÃO
       COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL.
     ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
     AGRONÔMICA (QUANDO HOUVER) E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
   É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                    PROTEJA-SE.
            É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
 ARMAZENAR O PRODUTO EM AMBIENTE APROPRIADO E MANTER SEMPRE
                            NA EMBALAGEM ORIGINAL
     ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS.

   Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil,
        conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

 CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE
                         CAUSAR DANO AGUDO
 CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE
           IV - PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE



PRODUTO MICROBIOLÓGICO
Cor da faixa: A definir.




                                            2
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                                                                              Bula Completa
                                                                                    24.07.24




INSTRUÇÕES DE USO:

O produto TAEGRO, KRIVESTA é a base de Bacillus amyloliquefaciens , que é uma
bactéria Gram-positiva não patogênica, capaz de produzir esporos e amplamente
destinado na produção de enzimas extracelulares em escala mundial. O Bacillus
amyloliquefaciens é recomendado para o biocontrole de enfermidades de plantas, assim
como para aumentar a produtividade de culturas. O efeito in situ pela exposição de
células vivas do Bacillus pode ocasionar a promoção de crescimento e o biocontrole,
sendo este último de natureza direta ou indireta. O antagonismo direto exercido contra
fitopatógenos tem o envolvimento dos conhecidos mecanismos de antibiose, como a
síntese de substâncias antimicrobianas, a competição por espaço e nutrientes e a
síntese de compostos voláteis. O mecanismo indireto é exercido pelo fenômeno de
resistência sistêmica induzida (ISR).

Com base nas conclusões dos laudos de eficácia e praticabilidade agronômica
apresentada, recomenda-se a seguinte instrução de uso para o produto:

CULTURAS, DOENÇAS,                 DOSES,         NÚMERO,      ÉPOCA     E     INTERVALO           DE
APLICAÇÃO:

                 DOENÇAS           DOSES (p.c.)    NÚMERO
                                                                VOLUME DE
                                                    MÁXIMO                      ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS                                                          CALDA
               Nome Comum                             DE                            APLICAÇÃO
                                     g p.c./ha                     (L/ha)
              Nome Científico                     APLICAÇÕES
                                                                               Iniciar as aplicações no
                                                                               sulco de plantio e a segunda
                                                                               direcionada ao colo planta
                                                                               pré-operação de amontoa,
                                                                               em intervalo de até 30 dias,
                                                                               dependendo da evolução da
                                                                               doença. Realizar no máximo
                                                                               2 aplicações. Se forem
                                                                               necessárias mais
                                                                               aplicações, complementar
 Em todas                                                        Aplicação     com fungicida(s) de outro(s)
as culturas                                                      Terrestre:    grupo (s) químico(s). Utilizar
   com                                                           200 L/ha      as doses mais baixas sob
               Rizoctoniose
ocorrência                          200 a 500          2                       condições de menor
              Rhizoctonia solani
  do alvo                                                        Aplicação     pressão da doença e
 biológico                                                         Aérea:      utilização de variedades
     (*)                                                        20 a 40 L/ha   tolerantes. Já as doses
                                                                               maiores, utilizar em
                                                                               situações de maiores
                                                                               pressões da doença
                                                                               (utilização de variedades
                                                                               mais suscetíveis e/ou
                                                                               histórico da doença na
                                                                               região), associado a
                                                                               condições climáticas
                                                                               favoráveis ao
                                                                               desenvolvimento do fungo.




                                                   3
                                             TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
                                                                         Bula Completa
                                                                               24.07.24

                                                                          Iniciar as aplicações
                                                                          preventivamente ou no
                                                                          máximo no aparecimento
                                                                          dos primeiros sintomas,
                                                                          reaplicando se necessário
                                                                          em intervalo de até 7 dias,
                                                                          dependo da evolução da
                                                                          doença. Realizar no máximo
                                                                          4 aplicações. Se forem
                                                                          necessárias mais
 Em todas                                                   Aplicação
                                                                          aplicações, intercalar com
as culturas                                                 Terrestre:
                                                                          fungicida(s) de outro(s)
   com            Oídio                                     500 L/ha
                                                                          grupo (s) químico(s). Utilizar
ocorrência    Sphaerotheca       200 a 500        4
                                                                          as doses mais baixas sob
  do alvo       fuliginea                                   Aplicação
                                                                          condições de menor
 biológico                                                    Aérea:
                                                                          pressão da doença. Já as
    (**)                                                   20 a 40 L/ha
                                                                          doses maiores, utilizar em
                                                                          situações de maiores
                                                                          pressões da doença
                                                                          (utilização de variedades
                                                                          mais suscetíveis e/ou
                                                                          histórico da doença na
                                                                          região), associado a
                                                                          condições climáticas
                                                                          favoráveis ao
                                                                          desenvolvimento do fungo.
                                                                          Iniciar as aplicações
                                                                          preventivamente à doença,
                                                                          no início do florescimento
                                                                          até o ponto de ervilha,
                                                                          reaplicando se necessário
                                                                          em intervalo de até 7 dias,
                                                                          dependo da evolução da
                                                                          doença. Realizar no máximo
                                                                          4 aplicações. Se forem
                                                                          necessárias mais
 Em todas                                                   Aplicação
                                                                          aplicações, intercalar com
as culturas                                                 Terrestre:
                                                                          fungicida(s) de outro(s)
   com          Antracnose                                   500 L/h
                                                                          grupo(s) químico(s).
ocorrência     Colletotrichum    200 a 500        4
                                                                          Utilizar as doses mais
  do alvo     gloeosporioides                               Aplicação
                                                                          baixas sob condições de
 biológico                                                    Aérea:
                                                                          menor pressão da doença.
    (***)                                                  20 a 40 L/ha
                                                                          Já as doses maiores, utilizar
                                                                          em situações de maiores
                                                                          pressões da doença
                                                                          (utilização de variedades
                                                                          mais suscetíveis e/ou
                                                                          histórico da doença na
                                                                          região), associado a
                                                                          condições climáticas
                                                                          favoráveis ao
                                                                          desenvolvimento do fungo.
                                                                          Iniciar as aplicações
                                                                          preventivamente ou no
                                                                          máximo no início dos
                                                                          primeiros sintomas da
                                                                          doença, reaplicando se
 Em todas                                                   Aplicação     necessário em intervalos de
as culturas                                                 Terrestre:    até 7 dias, dependendo da
   com                                                      1000 L/ha     evolução da doença.
              Mofo-cinzento
ocorrência                       200 a 500        5                       Realizar no máximo 5
              Botrytis cinerea
  do alvo                                                   Aplicação     aplicações. Se forem
 biológico                                                    Aérea:      necessárias mais
   (****)                                                  20 a 40 L/ha   aplicações, complementar
                                                                          com fungicida(s) de outro(s)
                                                                          grupo (s) químico(s). Utilizar
                                                                          as doses mais baixas sob
                                                                          condições de menor
                                                                          pressão da doença e



                                              4
                                              TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
                                                                          Bula Completa
                                                                                24.07.24

                                                                            utilização de variedades
                                                                            tolerantes. Já as doses
                                                                            maiores, utilizar em
                                                                            situações de maiores
                                                                            pressões da doença
                                                                            (utilização de variedades
                                                                            mais suscetíveis e/ou
                                                                            histórico da doença na
                                                                            região), associado a
                                                                            condições climáticas
                                                                            favoráveis ao
                                                                            desenvolvimento do fungo.
                                                                            Iniciar as aplicações
                                                                            preventivamente ou no
                                                                            máximo no início dos
                                                                            primeiros sintomas da
                                                                            doença, reaplicando se
                                                                            necessário em intervalos de
                                                                            até 14 dias, dependendo da
                                                                            evolução da doença.
                                                                            Realizar no máximo 3
                                                                            aplicações. Se forem
                                                                            necessárias mais
 Em todas                                                    Aplicação      aplicações, complementar
as culturas                                                  Terrestre:     com fungicida(s) de outro(s)
    com        Mofo-branco                                 100 a 200 L/ha   grupo (s) químico(s). Utilizar
ocorrência      Sclerotinia       200 a 500        3                        as doses mais baixas sob
  do alvo      sclerotiorum                                  Aplicação      condições de menor
 biológico                                                     Aérea:       pressão da doença e
   (*****)                                                  20 a 40 L/ha    utilização de variedades
                                                                            tolerantes. Já as doses
                                                                            maiores, utilizar em
                                                                            situações de maiores
                                                                            pressões da doença
                                                                            (utilização de variedades
                                                                            mais suscetíveis e/ou
                                                                            histórico da doença na
                                                                            região), associado a
                                                                            condições climáticas
                                                                            favoráveis ao
                                                                            desenvolvimento do fungo.
                                                                            Iniciar as aplicações
                                                                            preventivamente ou no
                                                                            máximo no início dos
                                                                            primeiros sintomas da
                                                                            doença, reaplicando se
                                                                            necessário em intervalos de
                                                                            até 7 dias, dependendo da
                                                                            evolução da doença.
                                                                            Realizar no máximo 5
                                                                            aplicações. Se forem
                                                             Aplicação      necessárias mais
 Em todas                                                    Terrestre:     aplicações, complementar
as culturas     Mancha-de-                                   500 L/ha       com fungicida(s) de outro(s)
    que          alternaria       200 a 500        5                        grupo (s) químico(s). Utilizar
ocorrerem     Alternaria solani                              Aplicação      as doses mais baixas sob
  (******)                                                     Aérea:       condições de menor
                                                            20 a 40 L/ha    pressão da doença e
                                                                            utilização de variedades
                                                                            tolerantes. Já as doses
                                                                            maiores, utilizar em
                                                                            situações de maiores
                                                                            pressões da doença
                                                                            (utilização de variedades
                                                                            mais suscetíveis e/ou
                                                                            histórico da doença na
                                                                            região), associado a
                                                                            condições climáticas




                                               5
                                                      TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
                                                                                  Bula Completa
                                                                                        24.07.24

                                                                                           favoráveis ao
                                                                                           desenvolvimento do fungo.

                                                                                         Iniciar as aplicações
                                                                                         preventivamente ou no
                                                                                         máximo no início dos
                                                                                         primeiros sintomas da
                                                                                         doença, reaplicando se
                                                                                         necessário em intervalos de
                                                                                         até 7 dias, dependendo da
                                                                                         evolução da doença.
                                                                                         Realizar no máximo 4
                                                                                         aplicações. Se forem
                                                                                         necessárias mais
                                                                        Aplicação        aplicações, complementar
 Em todas                                                               Terrestre:       com fungicida(s) de outro(s)
as culturas                                                              500 L/ha        grupo (s) químico(s). Utilizar
                      Oídio
     que                              200 a 500           4                              as doses mais baixas sob
                 Uncinula necator
 ocorrerem                                                              Aplicação        condições de menor
   (*******)                                                              Aérea:         pressão da doença e
                                                                       20 a 40 L/ha      utilização de variedades
                                                                                         tolerantes. Já as doses
                                                                                         maiores, utilizar em
                                                                                         situações de maiores
                                                                                         pressões da doença
                                                                                         (utilização de variedades
                                                                                         mais suscetíveis e/ou
                                                                                         histórico da doença na
                                                                                         região), associado a
                                                                                         condições climáticas
                                                                                         favoráveis ao
                                                                                         desenvolvimento do fungo.
Eficácia comprovada em * BATATA; ** PEPINO; *** PIMENTÃO; **** ROSA; ***** SOJA; ****** TOMATE; ******* UVA.


MODO DE APLICAÇÃO:

TAEGRO, KRIVESTA deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água,
para as culturas registradas. A boa cobertura dos alvos aplicados (todos os tecidos da
parte aérea das plantas) é fundamental para o sucesso de controle das doenças,
independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e
calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as
condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de
calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.

Aplicação foliar: A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa
cobertura foliar da cultura. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a
cultura, de acordo com a forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal
manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os
tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem
um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 μm
(micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator
deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de
acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a
1000 Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte
tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte
aérea da cultura.



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                                          TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
                                                                      Bula Completa
                                                                            24.07.24

Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de
50% e ventos de 3 a 15 km/hora.

Aplicação aérea: Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar
bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou
atomizadores que gerem gotas médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de
faixa, etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha,
para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C,
umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou
evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5
metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte
tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na
parte aérea da cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser
flexibilizadas.
É recomendado respeitar as diretrizes do Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento quanto à segurança na faixa de aplicação:
    a) As aplicações não deverão ser realizadas em áreas com distância inferior a 500
          metros de povoações, cidades, vilas, bairros e mananciais de captação de água
          para abastecimento de população.
    b) Estas restrições deverão ser válidas também para áreas com distância inferior a
          250 metros no caso de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos
          de animais;
    c) As aeronaves agrícolas que contenham produtos químicos deverão ser proibidas
          de sobrevoar as áreas povoadas, moradias e os agrupamentos humanos.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto
deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de
operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.

Aplicação via drones agrícolas: O produto TAEGRO, KRIVESTA pode ser aplicado
através de drones agrícolas em todas as culturas recomendadas, devendo estes ser
adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento,
vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão
adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação
deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos,
seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter
média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da
faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave
e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com
equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas
com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de
operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento



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                                         TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
                                                                     Bula Completa
                                                                           24.07.24

brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do
Ministério da Agricultura (MAPA).

Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
     - Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor
         velocidade e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao
         equipamento em uso);
     - Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
     - Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas,
         de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
     - Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

Modo de preparo da calda:
  1. Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem.
  2. O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque
      até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em
      funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada do fungicida. Após
      isso, proceder a homogeneização e completar o volume do tanque com água. A
      agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.
  3. Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação,
      pulverizando logo após a sua preparação.
  4. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto
      possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador,
      agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.


INTERVALO DE SEGURANÇA PARA CADA CULTURA (DIAS):
Por se tratar de um produto microbiológico, o intervalo de segurança (PHI) é sem
restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS
TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda
aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes
desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção
individual usados durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO:

Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma
ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência:
monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de
exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de
destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser
diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso
de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de
Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles


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                                         TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
                                                                     Bula Completa
                                                                           24.07.24

definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos
d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E
utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a
adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.

Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Quando utilizado de acordo com as recomendações da bula, TAEGRO, KRIVESTA não
causa fitotoxicidade para as culturas nas quais ocorram os alvos biológicos listados em
bula.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A
SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,
DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO
DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:

TAEGRO,KRIVESTA é um fungicida microbiológico composto por uma bactéria,
Bacillus amyloliquefaciens. Este ingrediente ativo biológico apresenta múltiplos modos
de ação, pertencente ao grupo BM02, segundo classificação internacional do FRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

          GRUPO                         BM02                      FUNGICIDA

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação distintos do Grupo M05
para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos
causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de
eficiência do produto e consequente prejuízo.

Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador das
doenças listadas em bula, seguem algumas recomendações:




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                                         TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
                                                                     Bula Completa
                                                                           24.07.24

   •   Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo BM02
       para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
   •   Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas
       práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias,
       adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais
       etc;
   •   Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula
       do produto;
   •   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das
       principais estratégias regionais para o manejo de resistência, manutenção da
       eficácia dos fungicidas e a orientação técnica de tecnologia da aplicação de
       fungicidas;
   •   Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de
       fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade
       Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br, Comitê de Ação à
       Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da
       Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos
os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época
adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e
outros, visando o melhor equilíbrio do sistema.

            DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA


PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.
PRODUTO POTENCIALMENTE SENSIBILIZANTE.
INDIVÍDUOS     IMUNOSSUPRIMIDOS          OU    COM     HISTÓRICO      RECENTE      DE
IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO.
PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE
CONTATO NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PESSOAS      QUE    TENHAM       REALIZADO       CIRURGIAS      OCULARES       COMO
TRABECULECTOMIA, IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VÁLVULA DE AHMED OU
PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O
PRODUTO.

PRECAUÇÕES GERAIS:


   •   Produto para uso exclusivamente agrícola.


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                                         TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
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                                                                           24.07.24

  •   O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
  •   Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
  •   Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
      animais e pessoas.
  •   Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção
      Individual (EPI) recomendados.
  •   Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
      orifícios e válvulas com a boca.
  •   Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos,
      vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações
      determinadas pelo fabricante.
  •   Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de
      permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações
      técnicas específicas de um profissional habilitado.
  •   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
      descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
      emergência.
  •   Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em
      local trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
  •   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser
      vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com
      mangas e calças compridas, botas de borracha, avental impermeável,
      equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1,
      óculos/viseira facial e luvas de proteção para produtos químicos.
  •   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual
      (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI
      danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:

  •   Utilize equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento
      hidrorepelente com mangas e calças compridas passando por cima do punho
      das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
      impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe
      P1 ou PFF1; óculos/viseira facial e luvas de proteção para produtos químicos.
  •   Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
      Proteção Individual (EPI) recomendados.

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                                        TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
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                                                                          24.07.24

  •   Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.


      Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo
      técnico responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado
      ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

  •   Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
  •   Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
      segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
  •   Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem
      na área em que estiver sendo aplicado o produto.
  •   Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes
      do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
  •   Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir
      que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
  •   Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento
      hidrorepelente com mangas e calças compridas passando por cima do punho
      das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha;
      equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1;
      óculos/viseira facial e luvas de proteção para produtos químicos.
      Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
      responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de
      medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

  •   Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA
      TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
  •   Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar
      na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize
      os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante
      a aplicação.
  •   Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem
      em áreas tratadas logo após a aplicação.
  •   Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
      segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
  •   Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as
      luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
  •   Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
      original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
  •   Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
  •   Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
      demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental
      impermeáveis.
  •   Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos
      equipamentos de aplicação.
  •   Não reutilizar a embalagem vazia.


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                                         TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
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                                                                           24.07.24

   •   No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
       macacão com tratamento hidrorrepelente, luvas de proteção para produtos
       químicos e botas de borracha.
   •   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser
       retirados na seguinte ordem: óculos/viseira facial, botas de borracha, macacão
       com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de
       proteção para produtos químicos e equipamento de proteção respiratória com
       filtro mecânico classe P1 ou PFF1.
   •   A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
       devidamente protegida.
   •   Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
       responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de
       medidas coletivas de segurança.




                                               Provoca irritação ocular grave
                           ATENÇÃO
                                               Provoca moderada irritação à pele




PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência
levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.

Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso
de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos,
relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro,
por pelo menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.




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                                      TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
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                                                                        24.07.24




                    INTOXICAÇÕES POR TAEGRO,KRIVESTA
                           INFORMAÇÕES MÉDICAS


Grupo químico          Bacillus amyloliquefaciens cepa FZB24: fungicida microbiológico
Classe
                       Categoria 5: Produto Improvável de Causar Dano Agudo
toxicológica
Vias de exposição
                       Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética e       Não foram observados quaisquer sinais de toxicidade,
Toxicodinâmica         infectividade ou patogenicidade em exposição oral aguda,
                       instilação pulmonar/inalatória aguda e exposições dérmicas
                       agudas. Os mecanismos de toxicocinética e toxicodinâmica em
                       humanos não são conhecidos..
Sintomas e sinais      As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos
clínicos               agudos com animais de experimentação tratados com a
                       formulação à base de Bacillus amyloliquefaciens cepa FZB24:
                       Exposição oral, inalatória e cutânea: Não foram observados
                       quaisquer sinais de toxicidade, infectividade ou patogenicidade
                       em exposição oral aguda, instilação pulmonar/inalatória aguda e
                       exposições dérmicas agudas. Em estudo de sensibilização
                       dérmica realizado em cobaias, o produto não foi considerado
                       sensibilizante dérmico. Em estudos de irritação dérmica e ocular
                       realizado em coelhos, houve sinais de irritação moderada e leve,
                       respectivamente. Nenhuma mortalidade foi observada em
                       nenhum dos estudos.
                       Exposição crônica: O ingrediente ativo não foi considerado
                       infectivo, patogênico ou apresentou quaisquer toxicidades. Desta
                       forma, não são necessários estudos crônicos.
Diagnóstico            O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de
                       exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos
                       compatíveis. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de
                       intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.




                                       14
                            TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
                                                        Bula Completa
                                                              24.07.24


Tratamento   Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de
             acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
             Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório.
             Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão
             sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e
             temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção
             especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias
             cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.
             Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação
             para limitar a absorção e os efeitos locais.
             Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades
             do produto proceder com:
             - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-
             50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano,
             diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para
             240 ml de água. É mais efetivo quando administrado dentro de
             uma hora após a ingestão.
             - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma
             grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora),
             porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível
             de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com
             a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
             lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
             ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do
             produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser
             evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
             Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente,
             vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição
             Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro
             e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar
             atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se
             necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica.
             Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
             descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades
             e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover
             a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente
             deve ser encaminhado para tratamento.
             Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar
             abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no
             mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
             Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
             encaminhar o paciente para tratamento específico.
             Antídoto: Não há antídoto específico.
             Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR
             aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o
             produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação
             manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta
             atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
             medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como



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                                           TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
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                                                                             24.07.24


                            luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não
                            se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações            A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial
                            de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito
                            espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em
                            posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar
                            aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das interações      Não foram relatadas interações químicas entre o ingrediente ativo
químicas                    e medicamentos possivelmente utilizados no tratamento de
                            intoxicação em humanos.
ATENÇÃO                     Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
                            diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800
                                                         722 6001.
                                 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
                                          Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
                             As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
                                     Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
                                 Notifique caso no Sistema de Informação de Agravos de
                                                 Notificação (SINAN/MS).
                               Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
                                                         (Notivisa).
                                  Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304
                                Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br
                                             Correio Eletrônico da Empresa:
                                          faleconosco.casa@syngenta.com

  Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
  Vide quadro anterior, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

  Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

  Efeitos agudos:
  Oral, dérmico e inalatória em ratos: não foram observadas quaisquer toxicidade,
  infectividade ou patogenicidade em exposição oral aguda, instilação pulmonar/inalatória
  aguda e exposições dérmicas agudas.
  Corrosão/Irritação cutânea: Levemente irritante
  Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Levemente irritante
  Sensibilização cutânea em camundongos/cobaias: Não sensibilizante
  Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para
  as vias respiratórias.
  Mutagenicidade: Estudos não realizados de acordo com critérios da legislação vigente.
  Entretanto, metabólitos secundários não apresentaram nenhum efeito mutagênico em
  teste in vitro de mutação genética bacteriana ou ensaio in vivo em eritrócitos de medula
  óssea de camundongos.

  Efeitos crônicos:
  Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em seres humanos.
  Estudos não realizados de acordo com critérios da legislação vigente.


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                                          TAEGRO, KRIVESTA – Produto Microbiológico
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                                                                            24.07.24



              DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
-   Este produto é:
    Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
    Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
    Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III).
    POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV).

     •   Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
         inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de
         água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
         mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
         suscetíveis a danos.
     •   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal
         concernentes às atividades aeroagrícolas.
     •   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
     •   Não utilize equipamento com vazamentos.
     •   Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
     •   Aplique somente as doses recomendadas.
     •   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
         corpos d'água. Evite a contaminação da água.
     •   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
         contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
         das pessoas.

    2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
       CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

     •   Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
     •   O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de
         alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
     •   A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
     •   O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
     •   Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
         crianças.
     •   Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver
         embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
     •   Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções da NBR 9843 da
         Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
     •   Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal



    3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

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                                                                           24.07.24



  •   Isole e sinalize a área contaminada.
  •   Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA
      PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.
  •   Telefone da empresa 0800 704 4304.
  •   Utilize o equipamentos de proteção individual (EPI) (macacão impermeável,
      luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
  •   Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
  •   Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em
      recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
      mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no
      rótulo, para sua devolução e destinação final.
  •   Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não
      contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e
      devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
  •   Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano
      ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
      empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
      acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
      produto envolvido.
  •   Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2,
      pó químico etc, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
    TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
    PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

  •   O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve
      ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
      impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
  •   Use luvas no manuseio desta embalagem.
  •   Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em
      saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
      devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de
      Distribuição.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

  •   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
      embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
      adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.



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                                                                         24.07.24

  •   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
      dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
      até 6 meses após o término do prazo de validade.
  •   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
      pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.


TRANSPORTE

  •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
  •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
      bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas
      em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
      devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de
      Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

  •   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário,
      deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
      impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

  •   É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento
      onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo
      estabelecimento comercial.


TRANSPORTE

  •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
      bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

  •   A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,
      somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas
      legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
  •   É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
      EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
      PRODUTO.
  •   EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
      INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.


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                                                                         24.07.24

  •   A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
      ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a
      flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

  •   Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso,
      consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
      destinação final.
  •   A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para
      este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes
      e aprovados por órgão ambiental competente.


5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

  •   O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na
      legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
      transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros
      materiais.


6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

  •   De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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