Surtivo Soja
Agbitech Controles Biológicos Ltda
Inseticida Microbiológico
Baculovirus Chrysodeixis includens (Produto Microbiológico) (202 g/L) + Baculovirus Helicoverpa armigera (Produto Microbiológico) (202 g/L)

Informações

Número de Registro
23218
Marca Comercial
Surtivo Soja
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Baculovirus Chrysodeixis includens (Produto Microbiológico) (202 g/L) + Baculovirus Helicoverpa armigera (Produto Microbiológico) (202 g/L)
Titular de Registro
Agbitech Controles Biológicos Ltda
Classe
Inseticida Microbiológico
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Não Classificado - Produto Não Classificado
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Chrysodeixis includens
Lagarta-falsa-medideira.
Todas as culturas
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão

Conteúdo da Bula

                                    Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 23218

COMPOSIÇÃO:
Vírus ChinNPV......................................................................................202 g/L (17,1% m/v)
Vírus HearNPV......................................................................................202 g/L (17,1% m/v)
Outros ingredientes...............................................................................776 g/L (65,8% m/v)

              GRUPO                                      31                               INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida microbiológico.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
AgBiTech Controles Biológicos Ltda.
Rua Funchal, 418 - Vila Olímpia - CEP: 04551-060 - São Paulo/SP
CNPJ: 22.130.747/0001-05 - Registro SAA/CDA/SP nº 1241 e nº 4011
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE/FORMULADOR
AgBiTech LLC
14401 Sovereign Rd, Suite 111, Fort Worth, TX 76155 - USA

AgBiTech PTY LTD.
8 Rocla Court - Glenvale Qld - Austrália 4350

MATIZA INDUSTRIALIZACAO AGROBIOLOGICA LTDA
Rua Antonia de Moraes Souza, 737 – Condomínio CLIP – Betel – CEP: 13.148-150 – Paulínia/SP
CNPJ: 53.639.871/0001-16 – Registro SSA/CDA/SP Nº 4447

FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco,S/N.º
Mairinque/SP – CNPJ: 47.226.493/0001-46 – Registro SSA/CDA/SP Nº 31

IMPORTADORES
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.
Avenida Parque Sul, 2138 - I Distrito Industrial - Maracanaú/CE - CEP: 61939-000
CNPJ: 07.467.822/0001-26 - CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Registro SEMACE Nº 358/2021 - DICOP
CCAB AGRO S.A.
Rua Teixeira da Silva, 660 - Cj. 133/134 - Paraíso - São Paulo/SP - CEP: 04002-033
CNPJ: 08.938.255/0001-01- Registro SAA/CDA/SP nº 820
BAYER S.A.
Estrada Boa Esperança, 650 - Bairro Centro - Belford Roxo/RJ - CEP: 26110-100
CNPJ: 18.459.628/0033-00 - INEA/RJ - LO nº IN023132
BAYER S.A.
Avenida Constante Pavan, 4.327 - CEP: 13148-198 - Paulínia/SP
CNPJ: 18.459.628/0020-88 - Registro nº 675 e SAA/CDA/SP nº SP-3744
SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.
Av. Nações Unidas, 18001 - CEP: 04795-900 - São Paulo/SP
CNPJ: 60.744.463/0001-90 - Registro SAA/CDA/SP nº 001
SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.
Rodovia Professor Zeferino Vaz - SP 332, km 127,5 - CEP: 13148-082 - Paulínia/SP
CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Registro SAA/CDA/SP nº 453
LALLEMAND SOLUÇÕES AGROBIOLÓGICAS LTDA.
Avenida Júlia Fernandes Caixeta, 555 - Cidade Nova - CEP: 38706-420 - Patos de Minas/MG
CNPJ: 07.983.734/0001-87 - Registro IMA nº 5.161

MANIPULADOR
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Avenida Roberto Simonsen, 1459 - CEP: 13148-030 - Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro SAA/CDA/SP nº 477
LALLEMAND SOLUÇÕES AGROBIOLÓGICAS LTDA.
Avenida Júlia Fernandes Caixeta, 555 - Cidade Nova - CEP: 38706-420 - Patos de Minas/MG
CNPJ: 07.983.734/0001-87 - Registro IMA nº 5.161
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Rua Alberto Guizo, 859 - Distrito Industrial João Narezzi - CEP: 13347-402 - Indaiatuba/SP
CNPJ: 50.025.469/0001-53 - Registro no Estado nº 466 - CDA/CFICS/SP
MATIZA INDUSTRIALIZACAO AGROBIOLOGICA LTDA
Rua Antonia de Moraes Souza, 737 – Condomínio CLIP – Betel – CEP: 13.148-150 – Paulínia/SP
CNPJ: 53.639.871/0001-16 – Registro SSA/CDA/SP Nº 4447
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco,S/N.º
Mairinque/SP – CNPJ: 47.226.493/0001-46 – Registro SSA/CDA/SP Nº 31


                   Nº do lote ou partida:
                   Data de fabricação:                VIDE EMBALAGEM
                   Data de vencimento:

                  ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO E
                    A BULA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
  É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
              É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                           DISPENSA RECEITUÁRIO AGRONÔMICO

            O produto na sua embalagem original permanece estável por até 60 meses,
                  desde que seja mantido a temperatura entre (+)4ºC e (-)18ºC.

              Produto registrado para as culturas de ocorrência dos alvos biológicos
  Chrysodeixis includens (Lagarta-falsa-medideira), e Helicoverpa armigera (Lagarta-do-algodão).

  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: NÃO CLASSIFICADO – PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
      CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                    IV – POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE



                 PRODUTO MICROBIOLÓGICO
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO:
SURTIVO SOJA® é um inseticida biológico altamente específico para o controle de Chrysodeixis
includens (Lagarta-falsa-medideira) e Helicoverpa armigera (Lagarta-do-algodão). A eficácia de
SURTIVO SOJA® depende de vários fatores importantes, como o tamanho das lagartas e o seu
comportamento alimentar, bem como a qualidade da pulverização e correspondente cobertura das
plantas. As condições climáticas podem também afetar a velocidade de ação do produto. SURTIVO
SOJA® mostra-se eficaz a campo para o manejo de Chrysodeixis includens e Helicoverpa armigera,
desde que respeitadas as suas instruções de uso. A velocidade de morte após a ingestão do SURTIVO
SOJA® dependerá das condições ambientais e do comportamento alimentar das lagartas, podendo
levar de 3 a 8 dias. Porém, as lagartas normalmente diminuem a alimentação dentro de 1 a 3 dias.
Sintomas típicos de infecção vão desde mudanças comportamentais e morfológicas, como redução da
alimentação, diminuição do crescimento e do movimento, descoloração e eventual rompimento do
tegumento. Em condições de campo, lagartas infectadas por SURTIVO SOJA® ficam mais vulneráveis
às adversidades ambientais e mais susceptíveis a outras formas de controle, o que pode contribuir para
agilizar a velocidade de morte.

Mecanismo de Infecção:
SURTIVO SOJA® age por ingestão. Após a aplicação do produto sobre as folhas, as lagartas de
Chrysodeixis includens e Helicoverpa armigera que se alimentam da área tratada ingerem os corpos
de oclusão (OBs) de nucleopoliedrovírus (NPV) que estão na superfície das folhas tratadas. A condição
alcalina do trato digestivo da lagarta causa a dissolução da cobertura proteica dentro da qual se
encontram as partículas virais, iniciando o processo infectivo. As partículas virais penetram no núcleo
das células intestinais e se utilizam do metabolismo do inseto para se replicar. O vírus se propaga de
uma célula para a outra no interior do inseto, sendo transportado via hemolinfa, para invadir todos os
tecidos. A replicação do vírus causa ruptura celular, resultando na morte do hospedeiro. Após a morte,
as lagartas se liquefazem, espalhando um líquido contendo o vírus, que ao ser ingerido por outras
lagartas, causa um novo ciclo de infecção. Esta capacidade de múltiplos ciclos de infecção de NPV
permite que, em condições propícias, os vírus continuem matando lagartas por várias semanas após o
tratamento. A propagação e o controle mais significativos pelo vírus ocorrem por meio da liberação de
corpos de oclusão a partir de lagartas infectadas (infeção secundária). Além de se replicarem, os vírus
se espalham rapidamente e permanecem na lavoura, o que representa uma forma efetiva e duradoura
de controlar a população da praga. Em condições chuvosas, os Baculovírus são ainda mais virulentos
e se espalham mais eficientemente na lavoura. O benefício dos contínuos ciclos de infecção, aliado à
alta capacidade de dispersão deste vírus a campo pode levar a uma supressão expressiva da
população da praga ao longo do período de cultivo e tornar mais efetivas outras ferramentas de controle
dentro de programas de manejo integrado.

CULTURAS, PRAGAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se a seguinte faixa de doses nas culturas em que haja ocorrência do alvo biológico
indicado:
             Praga Controlada                                   Dose/ha (*)
     Nome Comum               Nome Científico          Produto Comercial         Ingrediente Ativo
   Lagarta-do-algodão       Helicoverpa armigera          50 a 200 mL             20,2 a 80,8 g.i.a.
 Lagarta-falsa-medideira Chrysodeixis includens           50 a 200 mL             20,2 a 80,8 g.i.a.

* Deve-se usar as menores doses em épocas de menor ocorrência da praga alvo e em condições de
infestação baixa e homogênea com lagartas de 1 a 6 mm de tamanho (1° a 2° ínstar). As maiores doses
devem ser utilizadas quando já for observado um complexo de lagartas de 2º e 3º ínstares (4 a 11 mm).

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Momento de Aplicação: O vírus é mais eficaz em lagartas de tamanho entre 1 - 11 mm (1° e 3° ínstar)
para a espécie Chrysodeixis includens, e entre 1-13 mm (1° a 3° ínstar) para a espécie de Helicoverpa
armigera.
Assim sendo, a aplicação deve ser realizada no início da infestação da praga e tão logo forem
observadas lagartas de primeiro a segundo ínstar (muito pequenas a pequenas, segundo o esquema
abaixo). Deve ser feito um monitoramento frequente e cuidadoso da lavoura, haja visto que acertar o
momento de aplicação é fundamental para obter os melhores resultados.
Deve-se usar as menores doses em épocas de menor ocorrência das pragas alvo e em condições de
infestação baixa e homogênea com lagartas de 1° a 2° ínstar. As maiores doses devem ser utilizadas
quando já for observado um complexo de lagartas de 2° a 3° ínstar. Recomenda-se o uso de SURTIVO
SOJA® como um componente em programas de Manejo Integrado de Pragas (MIP). Não se recomenda
o seu uso em aplicações curativas e com lagartas maiores que 3° ínstar. Opções alternativas de
controle devem ser consideradas em condições de súbita e alta pressão da praga, quando é necessário
um efeito mais rápido para evitar danos expressivos ao cultivo.

Condições de Aplicação: A primeira hora após a aplicação é muito importante pois é nesse período
que se dá a maior parte da contaminação inicial das lagartas. Em condições propícias, as lagartas
infectadas representam o inóculo e amplificam o vírus. Após a sua morte, estas lagartas liberam grande
quantidade de partículas virais no ambiente, podendo infecções secundárias prover supressão
prolongada da população da praga, em função da autorreplicação viral a campo. A faixa de temperatura
ideal para ação de SURTIVO SOJA® é de 18 a 35°C. Não se deve aplicar o produto com temperatura
abaixo de 18°C, pois nestas condições as lagartas tendem a não se alimentar e portanto, não ingerem
as partículas virais. Evitar fazer a aplicação nas horas mais quentes do dia (>35°C), com condições de
umidade relativa baixa (<          40%) e/ou quando chuvas fortes (>20 mm) estiverem previstas dentro
de uma hora após a aplicação. Chuvas mais leves e orvalho após a aplicação favorecem a multiplicação
e dispersão do vírus.

MODO DE APLICAÇÃO:
SURTIVO SOJA® é indicado para uso em aplicações foliares terrestres e aéreas. Os parâmetros de
aplicação (bicos, largura e altura de barra, pressão, velocidade etc.) devem ser definidos de forma a
garantir a melhor cobertura possível das partes das plantas a serem protegidas.

Preparo da Calda: Agitar bem a embalagem de SURTIVO SOJA® antes de usar. O equipamento usado
na aplicação de SURTIVO SOJA® deve estar limpo e sem qualquer resíduo prévio de outros defensivos.
O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até à metade da sua capacidade
com água, adicionar o produto, e por fim, completar o volume com água. Agitação constante deve ser
mantida durante todo o processo de preparo da calda e durante a sua aplicação. Deve-se preparar
somente a quantidade de calda necessária para completar um tanque de pulverização, procedendo à
aplicação o mais rápido possível após o preparo da calda. O vírus em SURTIVO SOJA® pode se tornar
inativo se a calda for deixada no pulverizador por tempo prolongado (> 10 horas). Cuidado deve ser
tomado com o pH da calda, pois pH > 8 danifica o vírus, reduzindo a eficiência de SURTIVO SOJA®.
Se o pH da calda estiver > 8, é necessário ajustar o pH para a faixa neutra, preferencialmente para pH
6 - 7, usando acidificadores registrados para esta finalidade.

Aplicação Terrestre: Utilizar um volume de calda suficiente para obter a melhor cobertura possível.
Em aplicações com pulverizadores terrestres, recomenda-se um volume mínimo de 100 litros/ha.

Aplicação Aérea: Utilizar um volume de calda suficiente para obter a melhor cobertura possível. Em
aplicações aéreas de calda misturada em água, recomenda-se um volume mínimo de 30 litros/ha. Este
tipo de aplicação é particularmente vulnerável à evaporação das gotas, principalmente em condições
de temperatura acima de 35ºC e umidade relativa abaixo de 40%. A perda por evaporação das gotas
prejudica a cobertura e pode diminuir muito a quantidade de produto que efetivamente atinge as
plantas, diminuindo a eficiência de SURTIVO SOJA®. Em condições de clima quente (>35ºC) e seco
(<40%), deve-se evitar este tipo de aplicação. Em aplicações aéreas de calda misturada em óleo
(ultrabaixo volume), recomenda-se um volume mínimo de 3 litros/ha. Neste tipo de aplicação onde o
produto e diluído em óleo, não se deve utilizar SURTIVO SOJA® com outros produtos, pois a forma não
diluída dos mesmos pode danificar o vírus e tornar SURTIVO SOJA® inativo.

Aplicação por Sistemas de Irrigação: SURTIVO SOJA® pode ser aplicado através de sistemas de
irrigação por aspersão. Como nas outras formas de aplicação, deve-se assegurar que a água esteja
limpa e que o pH esteja abaixo de 8. Manter a calda em constante agitação. Injetar a dose adequada,
de modo contínuo e homogêneo ao longo do ciclo da irrigação, de forma a obter a maior concentração
e retenção do produto sobre as folhas. Para melhores resultados com SURTIVO SOJA®, a lâmina de
água deve ser igual ou inferior a 10 mm.

Intervalo de Segurança: Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo
de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.

Intervalo de reentrada de pessoas nas culturas e áreas tratadas: Não aplicável por se tratar de
produto microbiológico. Utilizar os EPI’s indicados para uso durante a aplicação no item “DADOS
RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.

Fitotoxicidade: o produto não causa fitotoxicidade segundo as recomendações de uso indicadas na
bula.

Limitações de Uso: Evitar aplicar SURTIVO SOJA® nas seguintes condições:
- Em situações curativas com alta infestação e lagartas maiores que 13 mm (Helicoverpa armigera)
   e 11 mm (Chrysodeixis includens);
- Quando se antecipa chuva intensa (> 20 mm/hora) até 1 hora após a aplicação;
- Com temperaturas abaixo de 18°C ou acima de 35°C;
- Com umidade relativa abaixo de 40%;
- Com pH de calda acima de 8;
- Em aplicações via solo;

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA E MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:

             GRUPO                                31                           INSETICIDA

O nucleopoliedrovírus ChinNPV e HearNPV em SURTIVO SOJA®, tem um modo de ação distinto e
complexo (IRAC Grupo 31, classificação de inseticidas por modo de ação). Dentro do trato digestivo
das lagartas, o envelope proteico é dissolvido, liberando as partículas virais que atravessam a
membrana peritrófica, ligando-se a receptores específicos na membrana das células colunares do
intestino médio do hospedeiro. Um grupo de 8 proteínas codificadas por Baculovírus NPVs específicos
(PIFS, per os infectivity factors) formam um complexo de entrada macromolecular na superfície das
partículas virais, iniciando a infeção primária no intestino médio. Estas proteínas são fundamentais em
determinar a especificidade do vírus. Após a fusão, as células epiteliais do hospedeiro começam a
produzir partículas virais que infectam outros tecidos via contato célula a célula e através da hemolinfa,
levando à ruptura dos tecidos e morte do inseto. Não são relatados casos de resistência de
Chrysodeixis includens e Helicoverpa armigera ao vírus ChinNPV e HearNPV, e o risco de
desenvolvimento de resistência a SURTIVO SOJA® é considerado relativamente baixo devido ao seu
complexo modo de ação. No entanto, boas práticas de manejo de resistência devem ser sempre
seguidas para manter a eficácia e longevidade de SURTIVO SOJA® como uma ferramenta útil de
manejo de Chrysodeixis includens e Helicoverpa armigera. As aplicações de SURTIVO SOJA® devem
ser sempre direcionadas à fase mais susceptível da praga alvo, ou seja, lagartas menores que 12 mm.
SURTIVO SOJA® deve ser usado como parte de uma estratégia de manejo de resistência de pragas
que incluem a rotação de produtos eficientes e com diferentes modos de ação. Sempre que disponíveis
e eficazes, devem-se integrar múltiplos métodos de controle de Chrysodeixis includens e Helicoverpa
armigera (ex.: químico, biológico, cultural) dentro de programas de Manejo Integrado de Pragas (MIP).
Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo
desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas
- IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando
prolongar a vida útil dos mesmos:
• Utilizar somente as doses recomendadas e não utilizar inseticidas com o mesmo modo de ação em
    gerações consecutivas da mesma praga.
• Consultar um Engenheiro Agrônomo para orientações mais detalhadas sobre o Manejo de
    Resistência a Inseticidas.
• Visitar o site do IRAC (www.irac-br.org) para obter mais informações sobre o manejo de resistência
    de pragas a inseticidas.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Além dos métodos recomendados para o manejo de resistência a inseticidas, incluir outros métodos
de controle de insetos (ex.: Controle Químico, Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo
Integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis e apropriado.


          MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA


                  ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
            USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.


INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO
NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
  recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão, botas, óculos de segurança com proteção lateral, máscara e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
  mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
  botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com
  proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costal. Se utilizar trator (ou avião)
  aplique o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
  de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
  mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
   botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com
   proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” Manter os
  avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
  recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
  trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
  contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
  ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas
  utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com
  tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, touca árabe, luvas de nitrila e botas de borracha.

                    PRODUTO NÃO CLASSIFICADO QUANTO À TOXICIDADE
                   PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS
                       PRODUTO POTENCIALMENTE SENSIBILIZANTE


 PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem,
 rótulo e bula do produto.
 Ingestão: Se engolir o produto, não provoque o vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
 pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
 Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
 a água de lavagem entre no outro olho.
 Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
 neutro.
 Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
 A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
 exemplo.

ANTÍDOTO: não há antídoto específico.

            RISCOS ASSOCIADOS À EXPOSIÇÃO AO PRODUTO SURTIVO SOJA®
                                 INFORMAÇÕES MÉDICAS
                  Chrysodeixis includens Nucleopolyhedrovirus (ChinNPV) e Helicoverpa
 Nome científico
                  armigera Nucleopolyhedrovirus (HearNPV)
 Classe
                      NÃO CLASSIFICADO – PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
 toxicológica
 Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
                      O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
 Diagnóstico
                      de possível quadro clínico compatível.
                      O tratamento é sintomático. Não há antídoto específico. Deve haver
 Tratamento           monitoramento para desenvolvimento de possíveis reações
                      dehipersensibilidade. Medidas de suporte devem ser adotadas, se necessário.
                      Não administre ou introduza leite, nata ou outras substâncias contendo gordura
                      animal ou vegetal, pois estas favorecem a absorção de substâncias lipofílicas.
                      Exposição Oral
                      1) Não há antídoto específico para intoxicação por Chrysodeixis includens
                      Nucleopolyhedrovirus (ChinNPV) e Helicoverpa armigera Nucleopolyhedrovirus
                      (HearNPV). O tratamento é sintomático e inclui o monitoramento para o
                      desenvolvimento de possíveis reações de hipersensibilidade.
                      Exposição Inalatória
                      Remova o intoxicado para um local arejado.
                      2) Monitore para alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade
                      respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia.
                      Administre oxigênio e auxilie na ventilação conforme necessário.
                      Exposição Ocular
                      3) Irrigue com água corrente ou salina a 0,9% por pelo menos 10 minutos.
                      Um anestésico tópico pode ser necessário para alívio da dor.
                      Assegure que não haja partículas remanescentes na conjuntiva.
                      Se os sintomas não forem solucionados após a contaminação ou se for
                      detectada uma anormalidade significante durante o exame, encaminhe para um
                      oftalmologista.
                      Exposição Dérmica
                      4) Remova as roupas contaminadas e lave a pele exposta com água e sabão.
                      Institua tratamento sintomático e medidas de suporte conforme necessário.
                      De acordo com estudos realizados, o produto não é tóxico, não patogênico, e
                      não infectante.
 Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.
                      Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
                      informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
                      Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
 ATENÇÃO              RENACIAT-ANVISA/MS
                      Notifique o sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
                      Telefone de Emergência da empresa: 0800 14 11 49

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
SURTIVO SOJA® é específico para os seus alvos (Chrysodeixis includens e Helicoverpa armigera).
Não há registro de qualquer vertebrado que tenha sido infectado. O vírus não possui capacidade de
infectar e se replicar em células de mamíferos e em contato com temperaturas acima de 50ºC é
inativado.
Efeitos agudos:
- Toxicidade/Patogenicidade oral aguda: o produto foi classificado como não tóxico, não patogênico e
não infectante.
- DL50 Oral: Não se aplica pois o produto não é tóxico e não é patogênico
- Toxicidade/Patogenicidade Pulmonar Aguda: O produto foi classificado como não tóxico, não patogênico
e não infectante
- Toxicidade/Patogenicidade intravenosa ou intraperitoneal aguda: o produto foi classificado como não
tóxico, não patogênico e não infectante
- DL50 dermal aguda: > 4000 mg/kg. Não foram observados sinais sistêmicos de toxicidade. Não foram
observadas reações cutâneas nos animais testados
- Irritação dérmica: Não irritante para pele. Não classificado nas categorias GHS e considerado Classe
IV pela ANVISA
- Sensibilização cutânea: Não sensibilizante para a pele.
- Irritação ocular: Não irritante para olhos. Não classificado nas categorias GHS e considerado Classe IV
pela ANVISA

Efeitos crônicos:
Não carcinogênicos e não teratogênicos
  INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
   ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
   ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
   ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
   (X) POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
   Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
   água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
   (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
   e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
   de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
   aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
   ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
   para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
   Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

Para armazenar e transportar SURTIVO SOJA®, seguir as recomendações abaixo:
O produto embalado e selado deve ficar protegido da luz direta. Evitar ao máximo a exposição do
produto a temperatura acima de 4ºC. SURTIVO SOJA® pode ser armazenado por até 60 meses, desde
que a faixa de temperatura seja mantida entre (+4ºC) e (-18ºC). SURTIVO SOJA® armazenado em
freezer a temperatura de 0ºC a (-)18ºC, permanece líquido.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa AgBiTech Controles Biológicos Ltda.
    Telefone de Emergência: 0800 14 11 49.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
    borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
    drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
    Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
    uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
    deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo
    para sua devolução e destinação final.
   Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
   material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
   registrante conforme indicado acima.
   Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
   o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
   serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
   questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em
   forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
   posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
   a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
   direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda
esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito
de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone (19) 2042-4425 para sua devolução e destinação final.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
                                

Compartilhar