Surpass
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Herbicida
Acetocloro (cloroacetanilida) (768 g/L)
Informações
Número de Registro
8596
Marca Comercial
Surpass
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
Acetocloro (cloroacetanilida) (768 g/L)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Seletivo de ação sistêmica
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Altamente Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Conteúdo da Bula
®
Surpass
<logomarca do produto>
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 08596
COMPOSIÇÃO:
2-chloro-N-ethoxymethyl-6'-ethylaceto-o-toluidide (ACETOCLORO)............768,0 g/L (76,8% m/v)
Solvent naphtha (petroleum), light aromatic (NAFTA AROMÁTICA).....................99,89 g/L (9,98% m/v)
Outros Ingredientes..................................................................................223,11 g/L (22,31% m/v)
GRUPO K3 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo sistêmico
GRUPO QUÍMICO:
ACETOCLORO: Cloroacetanilida
NAFTA AROMÁTICA: Hidrocarbonetos aromáticos
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala CTVA
- Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO
ACETOCHLOR TÉCNICO
Registro MAPA nº 08696
Bayer CropScience LP
Muscatine Plant - 2.500 Wiggins Road - Muscatine - Iowa - 52.761 - Estados Unidos da América
FORMULADOR
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da
Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Av. Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, 3200 Parte - Rio Abaixo - CEP: 12321-150
Jacareí/SP - CNPJ: 47.180.625/0020-09 - Registro no Estado nº 679 - CDA/SP
Corteva Agriscience Argentina S.R.L.
Hipolito Irigoyen 2900, Santa Fe, Puerto General San Martin, S2202DRA - Argentina
Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Michigan, 48640, Midland - Estados Unidos da América
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito industrial III - CEP: 38001-970 - Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Registro no Estado nº 210 - IMA/MG
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Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado nº 8 CDA/SP
Ouro Fino Química S.A.
Av Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14, lote 5 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-750
Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Registro no Estado nº 8.764 IMA/MG
Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº - km 127,5 - Bairro Santa Terezinha - CEP: 13148-
915 - Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Registro no Estado nº 453 - SAA/CDA/SP
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° e
273° do Decreto N° 7.212, de 15 de junho de 2010)
Combustível e irritante
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE I -
PRODUTO ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO:
SURPASS é um herbicida seletivo, para aplicação em pré-emergência, para o controle de plantas
infestantes em área total nas culturas de milho e cana-de-açúcar.
Culturas, Pragas, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:
Cultura Alvo Dose Época de Aplicação
Na cultura do MILHO, em solos com teor de
Capim-carrapicho matéria orgânica acima de 5% ou com altas
(Cenchrus echinatus) infestações de Brachiaria plantaginea e
plantas infestantes de folhas largas, utilizar até
5,2 litros de SURPASS por hectare (4,0 kg de
ingrediente ativo/ha); solos com altos teores
de argila requerem doses mais elevadas.
Capim-colchão
(Digitaria horizontalis) SURPASS deve ser aplicado em pré-
emergência da cultura do milho e das plantas
daninhas. A aplicação deve ser realizada logo
após o plantio, antes de emergência da
Solo cultura e das plantas daninhas, ou
Capim-marmelada
Milho argiloso simultaneamente ao plantio no sistema 3 x 1
(Brachiaria plantaginea)
2,6 - 5,2 L/ha (plantio, adubação e aplicação de herbicida).
PLANTIO DIRETO: no sistema de plantio
direto (semeadura direta), SURPASS deve
ser aplicado após a fase de dessecação das
Trapoeraba
plantas daninhas.
(Commelina benghalensis)
PRÉ-PLANTIO INCORPORADO: quando da
não ocorrência de chuvas regulares após
aplicação de SURPASS, o sistema de pré-
plantio incorporado aumenta a eficiência no
Picão-preto
controle de plantas daninhas. A incorporação
(Bidens pilosa)
do produto deve ser superficial, com
aproximadamente 5 cm de profundidade.
Capim-braquiaria
(Brachiaria decumbens)
Capim-colchão
Solo SURPASS deve ser aplicado em pré-
(Digitaria horizontalis) argiloso
Capim-colonião emergência da cultura da cana-de-
4,0 L/ha açúcar e das plantas daninhas.
(Panicum maximum)
Cana-de- Capim-marmelada
açúcar (Brachiaria plantaginea)
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 (uma única vez por ano).
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 200 - 400 L/ha
- Aplicação aérea: 30 - 40 L/ha
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MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
SURPASS pode ser utilizado em aplicação com equipamentos terrestres e por via aérea:
- Pulverizador de Barra Tratorizado:
Utilizar bico leque da série 80 ou 110, compressão de 30 a 60 Ib/pol². Garantir que esteja
ocorrendo uma boa distribuição da calda.
- C.D.A.:
Utilizar 80 litros de água por hectare, observando-se as regulagens próprias do sistema C.D.A.
- Pulverização Aérea:
A aplicação poderá ser com avião acoplado de barra aplicadora.
Barra:
Pressão de 25 Ib/pol², com bicos cônicos, pontas D6 a D12, providos de caracóis e placas com
orifício, ângulo de 90º. A altura do voo é de 2 a 3 metros com faixa de deposição de 12 a 15
metros.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola
Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela
Corteva Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a
aplicação aérea deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante
ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir
as recomendações do rótulo e da bula do produto.
A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o
produto SURPASS por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
- O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação, para adequar a
densidade.
- Observações locais devem ser feitas, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou
evaporação.
- No caso de pulverizações aéreas, é necessário observar as condições climáticas
predominantes no momento da aplicação, a fim de obter a melhor deposição possível.
- Ventos: Idealmente, inferiores a 10 km/hora, sendo tolerável velocidade entre 10-15 km,
desde que outros fatores climáticos não estejam desfavoráveis.
- Temperatura: Ideal que esteja abaixo de 28ºC, sendo tolerável temperatura na faixa de 28-
35ºC, nunca superiores a 35ºC.
- Umidade Relativa do Ar: Deve ser igual ou superior a 55%, nos casos em que a
temperatura estiver abaixo de 28ºC. Deve ser igual ou superior a 80%, nos casos em que a
temperatura estiver na faixa de 28-35ºC.
- A ocorrência de chuvas normais após a aplicação é favorável a bom funcionamento do
produto, pois garante uma boa distribuição do mesmo no solo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Milho...............................................................................................................................................(1)
Cana-de-açúcar..............................................................................................................................(1)
(1) Não determinado devido à modalidade de aplicação.
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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- SURPASS não deve ser aplicado em condições de solo seco. Caso haja plantio feito nestas
condições, deve-se esperar a ocorrência de chuvas para aplicação do produto, sempre
respeitando as recomendações de época de aplicação.
- A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o
produto SURPASS por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide dados relativos à proteção da saúde humana.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide modo de aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide dados relativos à proteção do meio ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
Vide dados relativos à proteção do meio ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide dados relativos à proteção do meio ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com
a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo K3 para o controle
do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas
agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de
herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
(SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e
Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
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GRUPO K3 HERBICIDA
O produto herbicida SURPASS é composto por Acetocloro, que apresenta mecanismo de
ação dos inibidores da divisão celular por bloquear a síntese de proteínas (Inibidor da
VLCFAs), pertencente ao Grupo K3, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê
de Ação à Resistência de Herbicidas).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento
hidrorrepelente; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado
classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• É proibida a aplicação com equipamento costal ou manual.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
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estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente;
botas de borracha; respirador com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a
aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco,
luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do
avesso), botas, calça (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
• A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente
protegida.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência, levando a
embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite
a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de
contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho.
Pele: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE. PODE PROVOCAR REAÇÕES
ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita
água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (‘respirado’), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável,
por exemplo.
- INTOXICAÇÃO POR Surpass -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
ACETOCLORO: Cloroacetanilida
Grupo Químico
NAFTA AROMÁTICA: Hidrocarbonetos aromáticos
Classe CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
Toxicológica AGUDO
Vias de Exposição Oral, inalatória, dérmica e ocular.
ACETOCLORO: Acetoclor é rapidamente e quase completamente
absorvido (acima de 80% em 48 horas). E amplamente distribuído para
órgãos bem perfundidos e mostra baixo potencial de bioacumulação. Há
alguma acumulação nas conchas nasais em ratos, mas não em
camundongos. A eliminação ocorre principalmente através da urina (66-
72% em 48 horas) e nas fezes (12-21% em 48 horas, de 80- 85% é
eliminado através da bile). A principal via de metabolismo é a conjugação
com a glutationa e ainda pela via do ácido mercaptúrico e por
glucuronidação. Na urina, é encontrado acetocloro não alterado.
Toxicocinética Nafta aromática:
Absorção: atravessam as membranas celulares e barreiras biológicas.
Atravessam a membrana alveolar para a corrente sanguínea e são
transportados dentro de poucos minutos para todo o organismo, incluindo
SNC. Atravessam a superfície da pele ou folículos pilosos e caem na
corrente sanguínea. São pobremente absorvidos pelo trato gastrointestinal,
mas alguma absorção sistêmica ocorre.
Distribuição: altamente distribuídos por sua característica lipofílica. Foram
encontrados no leite de todas as lactantes.
Eliminação: principalmente através do trato respiratório.
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ACETOCLORO: Com base em estudos mecanísticos sobre acetocloro
(e o seu análogo alacloro), parece que os adenomas nasais em ratos
estão relacionados com a formação de um metabólito ativo (DABQI,
dialkylbenzoquinoneimine), acrescida de uma enzima específica do
epitélio nasal do rato. Embora seja improvável que concentrações
suficientes do metabólito ativo possam ser alcançadas para iniciar este
evento, o modo de ação pode ser relevante para os seres humanos.
Nafta aromática:
Toxicodinâmica Os solventes aromáticos são rapidamente absorvidos e em torno de 10%
é eliminado intacto pelo ar expirado. O resto passa pelo fígado, onde uma
parte é catabolizada, e pelos tecidos gordurosos de todo o organismo
onde se fixam graças à sua alta lipossolubilidade. A fixação é lábil, mas
causadora de distúrbios permanentes nas exposições agudas graves e
nas exposições crônicas, principalmente no cérebro. A eliminação se dá
por todas as vias de excreção, principalmente pela urina.
Os emulsionantes utilizados na composição do produto são irritantes para
a pele e o trato digestivo, aumentando a absorção do ingrediente ativo e
do solvente.
ACETOCLORO: As manifestações clínicas decorrentes da exposição
são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do
produto, assim como ao tempo de exposição às formulações de
acetocloro. Em casos de exposição:
Cutânea: contatos podem causar dermatite de contato (eritema e
queimação). Contatos repetidos podem resultar em absorção de grande
quantidade, podendo levar a morte. Exposições prolongadas e repetidas
podem causar alergias dérmicas. Oral: podem ocorrer lesões corrosivas
das mucosas, oral, esofágica, gástrica, duodenal, disfagia, epigastralgia,
náusea, vômitos, cólicas e diarreia.
Inalatória: pode ocorrer irritação das vias respiratórias. Pode ocorrer
aspiração, resultando em pneumonite química e efeitos adversos.
Ocular: pode resultar em irritação, dor, queimação, conjuntivite e edema
Sintomas e sinais palpebral.
clínicos Nafta aromática:
Efeitos agudos: pouco se conhece sobre os efeitos dessa substância em
mamíferos. Por analogia com propriedades de substâncias similares, é
esperado:
Oral: Náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal. Pode causar miocardite e
discretas alterações degenerativas das miofibrilas do coração. São
sensibilizantes do miocárdio às catecolaminas. Causam hemólise
intravascular e dano renal, que geralmente consiste de discretas alterações
degenerativas dos túbulos renais, mas raramente pode resultar em necrose
tubular aguda. São comuns os riscos de aspiração, dano pulmonar,
depressão do SNC transitória ou excitação, e os efeitos secundários de
hipóxia, formação de infecção, pneumatocele e disfunção crônica do
pulmão. Estes hidrocarbonetos são mal absorvidos a partir do trato
gastrointestinal e não causam sensível toxicidade sistêmica por esta via, a
menos que aspiração ocorra.
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Dérmica: é um irritante das membranas mucosas e do trato respiratório.
Pode resultar em queimaduras cutâneas e, ocasionalmente, efeitos
sistêmicos.
Ocular: irritação ocular de leve a moderada e lesão ocular reversível pode
ocorrer após o contato com a maioria dos hidrocarbonetos.
Inalatória: Sintomas subjetivos provenientes do sistema nervoso central,
como dor de cabeça, fadiga, falta de concentração, instabilidade emocional,
dificuldade de memória e outras funções intelectuais e desempenho
psicomotor prejudicado. Alguns efeitos são de curto ou médio prazo, outros
são potencial-mente persistentes. Em alguns estudos, relações dose-
resposta foram obser-vadas entre os sintomas e duração da exposição
(duração e intensidade) a solventes. Vapor de nafta é um depressor do SNC,
bem como um irritante das membranas mucosas e trato respiratório. A
aspiração resulta em pneumonite química. Broncoespasmo, hiperemia,
edema e atelectasia são notados. Alveolite hemorrágica difusa com infiltrado
granulocítico ocorre logo após a aspiração e picos de cerca de 3 dias.
Necrose dos tecidos dos brônquios, bronquíolos e alvéolos podem ocorrer,
juntamente com trombose vascular e formação de microabscessos. Um
processo proliferativo tardio com espessamento alveolar pode ocorrer em 10
dias. As complicações tardias podem incluir a pneumonite bacteriana,
anormalidades residuais de pequenas vias aéreas e pneumatoceles.
Complicações cardíacas são raras.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
Diagnóstico ocorrência de quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no
exame clínico e informações disponíveis.
Antídoto: Não existem antídotos específicos conhecidos.
O tratamento das intoxicações por Acetocloro é basicamente sintomático
e deve ser implementado paralelamente às medidas de
descontaminação, que visam limitar a absorção aos efeitos locais.
DESCONTAMINAÇÃO:
• Cutânea: remover roupas e acessórios. Proceder descontaminação
cuidadosa (incluindo pregas, cavidades, orifícios e pelos) com água fria
abundante e sabão, por no mínimo, 15 minutos.
• Ocular: irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no
mínimo, 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a
utilização de lentes de contato, remover nos primeiros 5 minutos e depois
Tratamento
continue irrigar os olhos.
• Ingestão: é necessário considerar o volume, a concentração da solução
ingerida e o tempo transcorrido desde a ingestão. Ingestão recente: caso
não tenha ocorrido vômito espontâneo, proceder à lavagem gástrica o
mais precocemente possível. Ponderar a conveniência de administrar
carvão ativado em função da necessidade de endoscopia digestiva nas
primeiras 24 horas. Atentar para o nível de consciência e proteger vias
aéreas do risco de aspiração.
- Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas
desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O2 a 100%). Observar
atentamente ocorrência de insuficiência respiratória e atentar para a
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necessidade de entubação.
Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos nos casos
em que ocorrer hipotensão, se necessário, associar vasopressores.
Monitorar arritmias cardíacas, através de Eletrocardiograma (ECG) e
verificar se há a necessidade de ofertar tratamento específico. Tratar a
possível ocorrência de insuficiência renal e de acidose metabólica.
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico. Nas
ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 ou bloqueadores de
bomba de próton.
Monitorar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos,
elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência
de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter
observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos
sintomas.
E conveniente o controle ambulatorial subsequente.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que este atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação,
deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não
se contaminar com o agente tóxico.
Provocar vômito é contraindicado em razão do risco potencial de
aspiração.
A diluição do conteúdo gastrintestinal é contraindicada em razão do
Contraindicações aumento da superfície de contato.
Evitar a utilização de drogas que possam comprometer a pressão
arterial e deprimir a função cardiorrespiratória.
Efeitos das Hidrocarboneto aromático: O consumo de bebidas alcoólicas aumenta
interações os efeitos nocivos causados pela substância alquibenzeno 9.
químicas
Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico
e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede
Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão
ATENÇÃO incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique
o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800 772 2492
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE
LABORATÓRIO:
Vide itens “Toxicocinética” e “Mecanismos de toxicidade” no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: > 2500 mg/kg
DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: os três animais tratados apresentaram eritema bem
definido e grave completamente reversível até 14 dias. Entretanto, o eritema leve reapareceu
entre 18 e 27 dias. Verificou-se edema entre leve a grave que foi reversível em até 9 dias.
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Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os três animais tratados apresentaram opacidade da
córnea reversível em até 7 dias. Apresentaram irite, vermelhidão da conjuntiva, quemose de leve
a moderada e secreção entre leve e excessiva.
Sensibilização cutânea em camundongos: O produto é sensibilizante à pele.
Sensibilização respiratória: Não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
Efeitos Crônicos:
Acetocloro:
Genotoxicidade: resultados positivos e negativos são relatados in vivo e in vitro a depender do
grau de pureza do produto. Muitos estudos in vitro mostraram resultados positivos. O teste de
síntese de DNA não programada (UDS) mostrou resultados positivos com doses tóxicas e
resultados claramente negativos foram encontrados no teste do micronúcleo e em estudos de
letalidade dominante.
Carcinogenicidade e toxicidade crônica: é considerado um provável carcinógeno para humanos
pela Agência de Proteção Ambiental Norte-Americana (EPA); baseado no incremento de
carcinomas em animais, mas não pela Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer
(IARC). Além do sistema nervoso, os principais órgãos-alvo afetados nos estudos subcrônicos
e crônicos em ratos, cachorros e camundongos expostos ao acetocloro foram fígado, tireoide
(secundária ao fígado), rins, testículos e eritrócitos. Órgãos-alvo específicos para determinadas
espécies incluem o epitélio olfativo nasal em ratos e os pulmões em camundongos.
Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento: não há nenhuma evidência de aumento da
susceptibilidade qualitativa ou quantitativa de fetos ou da ninhada expostos a acetocloro nos
estudos de toxicidade reprodutiva e do desenvolvimento em ratos e coelhos. Toxicidade na
ninhada foi observada com doses iguais ou maiores do que aquelas que causam toxicidade
materna ou toxicidade parental (dos pais).
Toxicidade do sistema endócrino: estudos indicaram que o acetocloro pode interferir com a
desregulação da homeostasia tireoide-pituitária.
Imunotoxicidade: não houve evidência de imunotoxicidade.
Neurotoxicidade: evidência de neurotoxicidade foi observada em estudos de triagem de
neurotoxicidade aguda e subcrônica em ratos, estudos de toxicidade sobre o desenvolvimento
em ratos e estudos sub- crônicos e crônicos em cães.
Nafta aromática:
A repetida exposição dérmica pode produzir deslipidificação cutânea com ressecamento e
rachaduras. A exposição crônica pode causar alterações comportamentais; bronquite crônica com
tosse produtiva e dificuldade de respiração severa; danos hepáticos (hepatomegalia) e renais;
deterioração dos nervos periféricos resultando em dormência e formigamento nas extremidades.
Alguns hidrocarbonetos com cadeias ramificadas encontrados em nafta causam danos renais em
ratos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE
- Este produto é:
(X) ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
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- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos: (algas e peixes).
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
atividades aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda. -
telefone da empresa: 0800 772 2492.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo,
para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
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4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término
do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
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TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término
do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas,
animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e federal
antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo
e/ou a cultura são permitidos localmente.
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