Surcozole
Red Surcos do Brasil Comércio Agropecuário Ltda
Fungicida
tebuconazol (triazol) (200 g/L)
Informações
Número de Registro
10709
Marca Comercial
Surcozole
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
tebuconazol (triazol) (200 g/L)
Titular de Registro
Red Surcos do Brasil Comércio Agropecuário Ltda
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Batata
Alternaria solani
Pinta-preta; Pinta-preta-grande
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Feijão
Uromyces appendiculatus
Ferrugem
Soja
Microsphaera diffusa
Oídio
Tomate
Alternaria solani
Mancha-de-Alternaria; Pinta-preta-grande
Trigo
Bipolaris sorokiniana
Helminthosporiose; Podridão-comum-da-raiz
Trigo
Blumeria graminis f.sp. tritici
Cinza; Oídio
Trigo
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela; Mancha-bronzeada-da-folha
Trigo
Fusarium graminearum
Fusariose; Giberela
Trigo
Puccinia triticina
Ferrugem-da-folha
Conteúdo da Bula
BULA_AGROFIT_SURCOZOLE_03-05-2024
SURCOZOLE®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 010709
COMPOSIÇÃO:
Nome Químico: (RS)-1-p-chlorophenyl-4,4-dimethyl-3-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)pentan-3 ol
(Tebuconazole)............................................................................................... 200 g/L (20% m/v)
Solvent Naphta (petroleum), light arom. (Nafta de Petróleo)........................425 g/L (42,5 % m/v)
Outros Ingredientes.....................................................................................375 g/L (70,7% m/v)
GRUPO G1 FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida sistêmico.
GRUPO QUÍMICO: Triazóis.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC).
TITULAR DO REGISTRO (*):
SURCOS DO BRASIL LTDA.
Rua Adelaide Daniel de Almeida, 170 – Edif. São Paulo, sala 231,
Loteamento Center Santa Genebra, CEP: 13080-661, Campinas/SP
C.N.P.J.: 12.795.710/0001-34
Registro do Estabelecimento/Estado (CDA/SP) - Número 970.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
SURCOZOLE TÉCNICO – Registro MAPA nº 03608
SINON CORPORATION
111, Chung Shan Road, Ta-Tu Hsiang, Taichung Hsien, Taiwan, ROC
FORMULADOR:
FENASOL S.A.
Camino de Lãs Holandesas, 1018 B – Florida - Uruguai
FUTURE AGROCHEMICAL INC SOCIEDAD ANÔNIMA
Zabala 1276 – Montevidéu – Uruguai
TAMPA S.A
Guaycuru 2722 (C.P. 11800) – Montevidéu – Uruguai
TECNOMYL S.R.L.
Parque Industrial Avay – Villeta – Paraguai
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S/A
Rodovia Presidente Castello Branco Km 68,5, s/nº - Mairinque-SP
CNPJ 47.226.493/0001-46
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Registro do estabelecimento no Estado - Número 031 - SAA/CDA/SP
INDÚSTRIAS QUÍMICAS LORENA LTDA
Rua 01, esquina com a Rua 06 s/nº - Distrito Industrial – Nova Roseira-SP – CEP 12580-000
CNPJ: 48.284.749/0001-34
Registro do estabelecimento no Estado – Número 266 - SAA/CDA/SP
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PROD. QUÍMICOS LTDA
Av. Roberto Simonsem, 1459 – Paulínia-SP – CEP 13140-000
CNPJ: 03.855.423/0001-81
Registro do estabelecimento no Estado – Número 477 - SAA/CDA/SP
Pilarquim (Shanghai) Co. Ltd.
1500 Hang-Tang Road, Jin-hui Town Feng Xian District – Shanghai – China
Chimagro S.A.
Calle la Carolina nº 517 – Barrio Rotonda – Florêncio Varela, Província de Buenos Aires
Argentina
Indusquim SRL
Ruta Nacional 11 km. 487, Zona Rural de Recreo, localidade de Recreo, Provincia de Santa Fe
Argentina
Arysta Lifescience do Brasil Ind. Quim. e Agropec. Ltda.
Estrada Sorocaba-Pilar do Sul, Km 122 SP 264 – Salto de Pirapora – São Paulo-SP
CNPJ: 62.182.092/0012-88
Registro do estabelecimento no Estado – Número 476 - SAA/CDA/SP
IMPORTADOR:
ARYSTA LIFESCIENCE DO BRASIL IND. QUIM. E AGROPEC. LTDA.
Estrada Sorocaba-Pilar do Sul, Km 122 SP 264 – Salto de Pirapora – São Paulo-SP
CEP: 18160-000 - CNPJ: 62.182.092/0012-88
Registro do estabelecimento no Estado – Número 476 - SAA/CDA/SP
PILARQUIM BR COMERCIAL LTDA.
Alameda Rio Negro, 585 – sala 145 – Alphaville, Barueri/SP - CEP: 06454-000
CNPJ: 00.642.795/0001-31
Registro do estabelecimento no Estado – Número 257 - SAA/CDA/SP
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
Av. Cristovão Colombo, 2360, conj. 502 – Porto Alegre/RS - CEP: 90560-002
CNPJ: 05.625.220/0001-24
Registro do estabelecimento no Estado - Número 00001753/07 - SEAPPA/DPV
N° do Lote ou da partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
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ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS
EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no
Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7212, de 15 de junho de 2010).
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – Produto Pouco Tóxico
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE
II – MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: FAIXA AZUL – PMS Blue 293 C
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO: O produto SURCOZOLE é um fungicida sistêmico, de distribuição
acropetal (via xilema, da base para o ápice), com ação preventiva e curativa, inibidor da
biossíntese de ergosterol, do grupo químico dos triazóis, indicado para aplicação foliar com
pulverização terrestre motorizada e costal nas seguintes culturas: batata, feijão, soja, tomate e
trigo.
Dose Dose Volume
Pragas/ Plantas Número de
Cultura (produto (ingrediente ativo) de calda
infestantes/ Doenças aplicação
commercial) (L/ha)
1 L/ha ou 200 g/ha ou
Pinta preta 500 –
Batata 100 mL/100 L de 20 g/100 L de 3 aplicações
(Alternaria solani) 1000 L/ha
água* água*
Mancha angular 1 L/ha 200 g/ha
(Phaeoisariopsis
griseola) 200 – 300
Feijão 2 aplicações
Ferrugem 0,75 L/ha 150 g/ha L/ha
(Uromyces
appendiculatus)
Oídio 0,5 L/ha 100 g/ha 200 – 300
Soja 3 aplicações
(Microsphaera diffusa) L/ha
1 L/ha ou 200 g/ha ou
Pinta Preta 500 –
Tomate 100 mL/100 L de 20 g/100 L de 4 aplicações
(Alternaria solani) 1000 L/ha
água* água*
Helmintosporiose 0,6 – 1,0 L/ha 120 – 200 g/ha
(Bipolaris sorokiniana)
Mancha amarela 0,6 – 1,0 L/ha 120 – 200 g/ha
(Drechslera trittici
repentis)
Oídio 0,6 – 1,0 L/ha 120 – 200 g/ha
200 – 300
Trigo (Blumeria graminis f.sp 2 aplicações
L/ha.
tritici)
Giberela 0,6 – 1,0 L/ha 120 – 200 g/ha
(Fusarium
graminearum)
Ferrugem da folha 0,6 L/ha 120 g/ha
(Puccinia triticina)
* As doses em mL/100L de água indicadas para aplicações via pulverizadores costais manuais.
As doses em L/ha são indicadas para aplicações via equipamento terrestre motorizado.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
BATATA:
O controle deve ser feito no aparecimento dos primeiros sintomas a partir do final do
desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do
desenvolvimento dos tubérculos. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura
com intervalos de 7 dias. Volume de calda: 500 – 1000 L/ha, variando conforme o estádio de
desenvolvimento das plantas.
FEIJÃO:
Mancha-angular: A doença pode ocorrer com alta intensidade mesmo nos estádios iniciais da
cultura, desta forma se aos 30-35 dias após o plantio, 20% dos folíolos apresentarem sintomas
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da doença, deve se iniciar a aplicação. Recomenda-se no máximo 2 aplicações com intervalos
de 15 a 20 dias.
Ferrugem: aplicar no início do florescimento quando do aparecimento inicial da doença. Efetuar
no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 15 dias. Volume de calda:
200 – 300 L/ha.
SOJA:
Iniciar a aplicação quando 50% da área foliar apresentar sintomas. Reaplicar sempre quando
este índice for atingido novamente. Recomenda-se no máximo 3 aplicações do produto por
ciclo da cultura com intervalos de 18 a 21 dias. Volume de calda: 200 – 300 L/ha.
TOMATE:
O controle pode ser iniciado a partir do estádio do florescimento, no aparecimento dos
primeiros sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 14
dias. Volume de calda: 500 – 1000 L/ha, variando conforme o estádio de desenvolvimento das
plantas.
TRIGO:
Realizar no máximo 2 aplicações para a cultura do trigo com intervalos de 10 a 12 dias.
Ferrugem da folha, Helmintosporiose e Mancha amarela: iniciar o controle a partir do estádio de
alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de
incidência.
Oídio: o controle deve ser iniciado quando a incidência em folhas, durante o estádio de
afilhamento, situar-se entre 10 – 15%.
Giberela: pulverizações preventivas devem ser realizadas quando se observar o maior número
de flores abertas. Reaplicar caso haja reincidência da doença.
Volume de calda: 200 – 300 L/ha.
MODO DE APLICAÇÃO:
PREPARO DA CALDA TERRESTRE MOTORIZADA:
Colocar no tanque pulverizador ¼ (25%) de sua capacidade com água limpa, adicionar a
quantidade recomendada do produto e completar o volume com água, mantendo a calda sob
contínua agitação. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.
Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais
rápido possível após o seu preparo. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a
agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do
pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
PREPARO DA CALDA TERRESTRE COSTAL:
Colocar 1/3 do volume do pulverizador com água, depois colocar a dose recomendada do
produto e em seguida completar com água até o volume desejado de calda. Manter sempre a
calda em agitação.
APLICAÇÃO TERRESTRE MOTORIZADA:
O produto deve ser emulsionado em água e aplicado na forma de pulverização utilizando
pulverizadores tratorizados equipados com barra de pulverização com bicos cônicos, com
pressão de 80 a 100 lb/pol2. Devido à sua formulação, necessita ser agitado antes do preparo
da calda. A calda deve ser mantida em agitação durante a pulverização.
APLICAÇÃO TERRESTRE COSTAL:
O produto deve ser emulsionado em água e aplicado na forma de pulverização utilizando
pulverizador costal manual com tanque de 20 L, com bicos cônicos, com pressão de 80 a 100
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lb/pol2, devendo proporcionar gotas de 110 a 250 micras de diâmetro com densidade mínima
de 40 gotas/cm2. Devido à sua formulação, necessita ser agitado antes do preparo da calda. A
calda deve ser mantida em agitação durante a pulverização.
Evitar aplicar na presença de ventos fortes, nas horas mais quentes do dia e umidade relativa
do ar abaixo de 50%. Caso ocorram chuvas logo após a pulverização, repetir a aplicação do
fungicida.
Limpeza do Equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verificar se o equipamento está
limpo e bem conservado. Após a utilização, o equipamento de aplicação deverá ser lavado
imediatamente, para evitar a formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de
serem removidos. Este procedimento deverá ser feito longe de nascentes, fontes de água e de
plantas úteis.
Para a sua realização, siga os seguintes passos:
1. Esvaziar o equipamento de pulverização. Enxaguar completamente o pulverizador e fazer
circular água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. No caso da existência de depósitos do
produto, os mesmos devem ser soltos e removidos.
2. Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
3. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra e bicos com água corrente.
4. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d´água. Evite a contaminação da água.
5. Para reutilizar a água armazenada, observar se mantém a qualidade adequada para
aplicação e, caso contrário, descartar conforme item 4.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Dias
Banana 30
Feijão 14
Soja 30
Tomate 07
Trigo 35
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Uso exclusivo para culturas agrícolas. Observar os intervalos de segurança e reentrada na
cultura. Evitar aplicação na presença de ventos fortes, nas horas mais quentes do dia e
umidade relativa do ar abaixo de 50%. Caso ocorram chuvas logo após a pulverização, repetir
a aplicação do fungicida. Para maiores informações, consulte um Engenheiro Agrônomo.
O SURCOZOLE não é fitotóxico para as culturas quando utilizado nas doses recomendadas.
Não aplicar o produto na cultura de feijão e tomate antes da floração. Na cultura da batata, não
aplicar o produto antes da fase final de desenvolvimento foliar, fase que coincide com o
fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos. Na cultura da soja, há risco
de fitotoxicidade quando a pulverização da cultura ocorrer sob condições de estresse hídrico e
temperaturas elevadas acima de 30ºC. Portanto, nestas condições, deve ser evitada a
aplicação do produto.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana –
ANVISA/MS).
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a
esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos
fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle
do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de
resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da
eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de
Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas
(FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
GRUPO G1 FUNGICIDA
O produto fungicida SURCOZOLE é composto por Tebuconazol, que apresenta mecanismo de
ação C14 – desmetilase na biossíntese de esterol (erg 11/ cyp 51), pertencente ao Grupo G1,
segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Não aplicável, trata-se de um FUNGICIDA.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios
e válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoa s e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Produto extremamente irritante para os olhos.
• Produto moderadamente irritante para a pele.
• Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS
ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS
ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES
DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
máscara com filtro contra vapores orgânicos; óculos de segurança com proteção lateral;
luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
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PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPl: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro contra
vapores orgânicos; óculos de proteção; touca árabe; luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de
reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPl) recomendados para o
uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPl) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do
produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão
de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e
botas de borracha.
Nocivo se ingerido
Pode ser perigoso em
contato com a pele
ATENÇÃO
Provoca irritaçoes na pele
Provoca lesões oculares
graves
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PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite
a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Triazol
Classe Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
toxicológica
Vias de Oral, inalatória, ocular e dérmica.
exposição
Após a administração oral do tebuconazol em ratos, 65-80% da dose foi eliminada
pela via biliar e fecal. A eliminação pela via urinária atingiu aproximadamente 16-
35% da dose administrada. Os machos apresentaram eliminação biliar e fecal
maior do que das fêmeas. A biotransformação ocorreu por reações de oxidação,
tendo como resultado metabólitos hidróxi, carboxi, triol, cetoácidos e conjugados
como o triazol A permeabilidade cutânea do Tebuconazol foi testada in vitra, 37%
da dose administrada foi absorvida ela ele humana.
N-metil-2-pirrolidona – Penetra por todas as vias e é rapidamente eliminado pela
urina.
Toxicocinética
Solvente aromático:
Xileno – promove a deslipidificação de pele e mucosas; deprime o sistema
nervoso central.
Benzeno;
Absorção: O benzeno é rapidamente, mas incompletamente absorvido por
humanos e animais, em exposição por via respiratória. Estudos demonstram que
a média de absorção respiratória em seres humanos é de aproximadamente 50%.
Com relação a absorção oral, não existem dados para seres humanos, mas
estudos com animais de laboratório demonstram que cerca de 90% do produto
ingerido é absorvido por esta via. A absorção dérmica do benzeno é baixa em
seres humanos e animais. Estudos em animais de laboratório demonstram uma
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absorção de menos de 1% por esta via.
Distribuição – É altamente lipossolúvel, o que faz com que se distribua atingindo
altos níveis no tecido adiposo e sistema nervoso central.
Metabolização: é metabolizado em uma variedade de vias principais e
secundárias. No fígado o benzeno é oxidado a fenol (hidroxibenzeno), a catecol
(1,2-dihidroxibenzeno), ou a quinol (1,4-dihidroxibenzeno). Sua biotransformação
é fundamental para o desenvolvimento de sua toxicidade sobre a medula óssea e
está relacionada com os seus metabólitos. Estes são eliminados
predominantemente pela urina. Geralmente ocorre excreção completa dos
metabolitos em 24 a 48 horas.
Excreção – A excreção do benzeno não metabolizado, após exposição única,
ocorre em três fases distintas: a primeira fase corresponde a eliminação do
solvente presente nos pulmões e no sangue (meia-vida de 90 minutos), a segunda
corresponde a eliminação do benzeno dos tecidos moles e ocorre de 3 a 7h após
a exposição e a terceira, com meia vida de 25 horas, corresponde a eliminação do
solvente depositado no tecido adiposo. Cerca de 4% a 27,8% do benzeno
absorvido pode ser excretado sob sua forma inalterada através do ar exalado.
Meia vida – A meia – vida de eliminação do benzeno é de 9 a 24 horas em
humanos.
A toxicidade do benzeno, tanto em experimentos com animais como em estudos
de seres humanos resulta da biotransformação da substância inicial em
espécimes reativas. Estudos indicam que mielotoxicidade e a genotoxicidade
induzidas pelo benzeno resultam de uma combinação sinérgica do fenol com a
hidroquinona, o muconaldeido ou o catocol, e revelam a importância do citocromo
P-450 2E1 no metabolismo e na toxicidade do benzeno Fenol, hidroquinona,
catecol e ácido trans, transmucônico são os principais metabolitos produzidos em
experimentos animais e estudos em seres humanos.
Alquilbenzeno (dodecilbenzeno) sulfonato de cálcio – rapidamente absorvido
pela pele e trato digestivo, metabolizado e excretado pelas fezes (via mais
importante) e pela urina. Em torno de 5% acumula-se nos tecidos e são
eliminados em alguns dias.
Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para o ingrediente
ativo.
N-metil-2-pirrolidona – pouco irritante para a pele e mucosa. Irritante para os
olhos.
Solvente aromático:
Xileno – absorção rápida, 90% dele se liga as proteínas plasmáticas, se
depositam no tecido adiposo (onde permanecem por algumas horas após o fim da
exposição), no fígado, rins, pulmões, miocárdio, sistema nervoso central, 95% do
xileno absorvido é metabolizado no fígado por oxidação e conjugado com glicina
para formar o ácido metil hipúrico. 90 a 95% do xileno absorvido são eliminados
Mecanismos de
na urina sob a forma de ácido metil hipúrico e uma parte é eliminada pela
toxicidade
respiração sem modificação.
Benzeno – Dado que o benzeno é carcinogênico para humanos, a Organização
Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a exposição deva ser limitada ao menor
nível de exposição tecnicamente possível.
Na intoxicação aguda o benzeno pode causar depressão do sistema nervoso
central, dependendo da dose de exposição, e, em exposições crônicas, depressão
da medula óssea.
O benzeno é um irritante moderado para as mucosas e sua aspiração em altas
concentrações pode provocar edema pulmonar. Os vapores também são irritantes
para as mucosas oculares e respiratórias.
A absorção do benzeno provoca efeitos tóxicos para o sistema nervoso central
causando, de acordo com a quantidade absorvida, narcose e excitação,
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sonolência, tonturas, cefaleia, náuseas, vômitos, taquicardia, arritmias, dificuldade
respiratória, tremores, convulsões, perda da consciência e morte.
O alquilbenzeno (dodecilbenzeno) sulfonato de cálcio é irritante para a pele e
mucosas e sensibilizante cutâneo. Ele dissolve o filme hidrolipídico cutâneo,
desnatura as proteínas das camadas mais superficiais da pele e aumenta a
absorção de várias substâncias por essa via.
Em humanos há irritação dérmica leve. Pode ocorrer irritação ocular após
exposição ao triazol. Baseado nos estudos de toxicidade animal do ingrediente
ativo tebuconazol, pode haver efeitos tóxicos nos seguintes órgãos: baço, fígado,
adrenal e cristalino dos olhos. O produto é irritante em contato com os olhos e
com a pele. Os sinais observados em ratos após administração de doses agudas
de tebuconazol foram: sedação, incoordenação motora e emagrecimento.
N-metil-2-pirrolidona – conjuntivite, irite e opacificação de córnea.
Solvente aromático:
Xileno – pode produzir dores de cabeça, náusea, vômitos, ansiedade, perda de
memória, dificuldade de concentração, retardo do tempo de reação a estímulos,
falta de coordenação motora, alteração do equilíbrio e tontura, confusão.
Localmente, pode causar irritação da pele, dos olhos, do nariz e da garganta. A
inalação causa irritação respiratória, podendo chegar ao edema pulmonar nos
casos mais graves. Possivelmente alterações do fígado e dos rins.
Níveis de xileno muito altos (abertura de embalagens em local fechado e/ou mal
ventidos) podem levar a perda de consciência e ao óbito. Estudos em animais de
laboratório mostraram que concentrações altas de xileno podem causar retardo do
crescimento e desenvolvimento do feto e morte fetal. Estas concentrações
também podem ser prejudiciais para as mães.
Benzeno – A intoxicação por ingestão maciça pode ser mortal, causando irritação
gastrintestinal e diarreia, vômitos e dores abdominais. Ulcerações severas da
Sintomas e
mucosa podem ser vistas em caso de ingestão maciça. Se a mistura for aspirada,
Sinais Clínicos
pneumonite química com opacidades flocosas nas áreas dos lóbulos mediano e
inferior do pulmão direito, tosse, dispneia, febre, que regridem em 2 a 3 dias se
não houver infecção secundária. Sintomas após inalação: irritação da árvore
respiratória. Na pele, tem efeito desidratante e desengordurante, provocando
descamação e dermite. É irritante para os olhos (lacrimejamento e blefaro-
conjuntivite, às vezes importantes, mas reversíveis) e o trato respiratório (irritação
nasal e dispneia). O efeito depressor sobre o SNC é consecutivo tanto à ingestão,
como à inalação e a contaminação cutânea, e causa euforia, ataxia, cefaleias,
vertigens e náuseas, seguidas de fadiga, incoordenação motora, tremores e
confusão. Em um estado mais avançado, encontra-se coma e risco de morte.
Benzeno – O benzenismo é definido como um conjunto de sinais, sintomas e
complicações, decorrentes da exposição ocupacional aguda ou crônica ao
hidrocarboneto aromático, benzeno.
Os principais efeitos da exposição crônica ao benzeno estão relacionados com
sua ação mielotóxica e carcinogênica. Vários tipos de alteração sanguíneas,
isoladas ou associadas, são decorrentes da lesão do tecido da medula óssea e
correspondem, sobretudo, à hipoplasia, à displasia e à aplasia. A hipoplasia
rnedular pode ocasionar urna citopenia no sangue periférico. A leucopenia com
neutropenia corresponde à principal repercussão hematológica da hipoplasia
secundária à ação do benzeno e, com menor frequência, aparecem a
plaquetopenia isolada ou associada a uma neutropenia.
A aplasia rnedular também pode ocorrer, correspondendo a depressão de todas
as linhagens hematológicas e que se expressa no sangue periférico através de
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pancitopenia (leucopenia, plaquetopenia e anemia).
O caráter leucemogênico do benzeno é amplamente reconhecido. As
transformações leucêmicas, precedidas ou não de alterações displásicas do
mielograma, são objeto de diversas publicações, sendo que a leucemia rnielóide
aguda é a mais frequente, ainda que outras variantes tenham sido observadas.
Além de leucemogênica, a toxicidade do benzeno também ocasiona outras
doenças onco-hematológicas, como o linfoma não-Hodgkin, 0 rnieloma múltiplo e
a mielofibrose, embora com rnenor frequência.
Foram observadas alterações cromossômicas numéricas e estruturais em
linfócitos e células da medula óssea de trabalhadores expostos ao benzeno. Os
efeitos imunológicos observados em animais estão relacionados com os efeitos
medulares, resultando em alterações na imunidade humoral e celular.
Podem, ainda, ocorrer alterações dermatológicas, tais como eritema e dermatite
irritativa de contato, nas exposições ocupacionais repetidas e prolongadas ao
benzeno.
Alterações neuropsicológicas e neurológicas são encontradas, associando
distúrbios da atenção e da percepção e déficit da memória, da habilidade motora,
viso-espacial, viso-construtiva, da função executiva, do raciocínio lógico, da
linguagem, da aprendizagem e do humor. Além dessas disfunções cognitivas,
surgem outras alterações como astenia, cefaléia, depressão, insônia, agitação e
alterações de comportamento. São também descritos quadros de polineuropatias
periféricas e mielites transversas.
O alquilbenzeno (dodecilbenzeno) sulfonato de cálcio pode causar eczema,
conjuntivite, rinite, laringite, faringite e bronquite. Em caso de ingestão, pode
provocar náusea, vômitos e diarréia. Há registro de teratogênese e toxicidade
materna em animais.
O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição
e pela ocorrência do quadro clínico compatível. Para a confirmação em casos de
Diagnóstico
exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas não específicos sugere-se a
pesquisa dos metabólitos ou do ingrediente ativo em material biológico.
Lavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade de água. Realizar
tratamento sintomático e medidas de suporte de acordo com os sinais clínicos
apresentados para manutenção dos sinais vitais. Lave a boca com leite ou água.
No caso de ingestões menores, a irrigação oral e diluição podem ser os únicos
procedimentos necessários. Considere a descontaminação gastrointestinal
apenas após ingestões consideráveis. A êmese não é recomendada, contudo o
vômito espontâneo pode ocorrer. Carvão ativado: administre carvão ativado (240
mL de água/ 30 g de carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/
adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com
menos de 1 ano de idade. Pacientes com intoxicação por via oral devem ser
observados cuidado quanto ao possível desenvolvimento de irritação ou
queimaduras no esôfago ou trato gastrointestinal. Se estiverem presentes sinais
ou sintomas de irritação ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para
Tratamento
determinar a extensão do dano. Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos
através de vômito e diarreia. Após exposição pela via inalatória, remova o
paciente para um local arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer
tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório,
bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se
necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 vias inalatórias e
corticosteroides via oral ou parenteral. Em caso de exposição pela via ocular, lave
os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9%, à
temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico. Em caso de exposição pela via dérmica, remova as roupas
contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O profissional da saúde
deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis
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Contra - A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração pulmonar.
indicações
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obtenha
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT-
Atenção
ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (11) 3032 2090.
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 Oral em ratos: < 2.000 mg/kg
DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg
CL50 Inalatória em ratos: CL50 5 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: produto não irritante à pele.
Corrosão/Irritação Ocular em coelhos: Risco de lesões oculares graves.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante à pele.
Mutagenicidade: Não mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS:
Não apresentou efeitos crônicos relevantes para os humanos considerando-se exposição às
doses recomendadas nesta bula. Nos estudos de longo prazo, o fígado foi o órgão alvo em
ratos e camundongos. Nos ratos não foram observados tumores, nos camundongos os tumores
de fígado não relevantes para os humanos. Não foram observados efeitos na reprodução no
estudo de multigerações.
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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamentos com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver
embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa SURCOS DO BRASIL LTDA. -
Telefone da empresa: (11) 3032 2090.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (calça e jaleco com tratamento
hidrorrepelente; botas de borracha; respirador com filtro mecânico classe P2; viseira e luvas de
nitrila).
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• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
- Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo
para sua devolução e destinação final.
- Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado.
- Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 OU PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem, o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
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Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
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TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
7. PICTOGRAMAS:
- Incluir, à direita da faixa de pictogramas, os relativos ao meio ambiente.
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