Support
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Uberaba/MG
Fungicida
tiofanato-metílico (benzimidazol (precursor de)) (500 g/L)

Informações

Número de Registro
238904
Marca Comercial
Support
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
tiofanato-metílico (benzimidazol (precursor de)) (500 g/L)
Titular de Registro
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Uberaba/MG
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides
Ramulose; Tombamento
Algodão
Ramularia areola
Falso-oídio; Ramulária
Banana
Mycosphaerella musicola
Mal-de-Sigatoka; Sigatoka-amarela
Citros
Elsinoe australis
Verrugose; Verrugose-da-laranja-doce
Citros
Phyllosticta citricarpa
Mancha-preta; Pinta-preta
Ervilha
Ascochyta pinodes
Mancha-de-Ascochyta
Ervilha
Ascochyta pisi
Mancha-de-Ascochyta
Ervilha
Erysiphe pisi
Oídio
Ervilha
Erysiphe polygoni
Oídio
Feijão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão
Erysiphe polygoni
Oídio
Manga
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Maçã
Cladosporium carpophilum
Sarna
Maçã
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose; Mancha-foliar-da-gala
Maçã
Neonectria galligena
CANCRO EUROPEU
Maçã
Schizothyrium pomi
Sujeira-de-mosca
Maçã
Venturia inaequalis
Sarna; Sarna-da-macieira
Melão
Colletotrichum orbiculare
Antracnose; Podridão-amarga
Milho
Phaeosphaeria maydis
Mancha-de-Phaeosphaeria; Mancha-foliar
Morango
Diplocarpon earlianum
Mancha-de-Diplocarpon; Mancha-foliar
Pinhão manso
Oidium spp.
Oídio
Rosa
Diplocarpon rosae
Mancha-das-folhas
Soja
Aspergillus spp.
Fungo-de-armazenamento; Tombamento
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Colletotrichum dematium
Antracnose
Soja
Colletotrichum truncatum
Antracnose
Soja
Fusarium oxysporum
Murcha; Murcha-de-Fusarium
Soja
Fusarium pallidoroseum
Podridão-da-semente; Podridão-de-Fusarium
Soja
Microsphaera diffusa
Oídio
Soja
Phomopsis sojae
Phomopsis-da-semente
Soja
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose
Tomate
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Tomate
Septoria lycopersici
Pinta-preta-pequena; Septoriose
Trigo
Fusarium graminearum
Fusariose; Giberela

Conteúdo da Bula

                                    BULA Agrofit_Mar 2022_Rev. 06


                                                            SUPPORT®
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob o nº 00238904

COMPOSIÇÃO:
dimethyl 4,4’-(o-phenylene)bis(3-thioallophanate)
TIOFANATO METÍLICO........................................................................................500 g/L (50% m/v)
Outros ingredientes ..............................................................................................660 g/L (66% m/v)

              GRUPO                                          B1                                    FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida sistêmico
GRUPO QUÍMICO: Benzimidazol
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada – SC

TITULAR DO REGISTRO (*):
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, CEP: 38044-755 - Uberaba / MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972
Fone: (34) 3319-5550 - Fax: (34) 3319-5570 – Email: contato@snbrasil.com.br
(*) Importador do produto formulado

FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO:
THIOPHANATE METHYL TÉCNICO – Registro MAPA nº 01400
Anhui Guangxin Agrochemical Co., Ltd
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, P.R – China

FarmHannong Co., Ltd.
131, Haean-ro, Danwon - gu, Ansan-si, Gyeonggi-do, Coreia do Sul.

Jiangsu Lanfeng Biochemical Co., Ltd
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, 221400, Xinyi, Jiangsu, China

Rallis Índia Limited
3301, GIDC Industrial Estate, Ankleshwar, 393002 - District Bharuch, Gujarat, Índia

TIOFANATO METILICO TÉCNICO SUP – Registro MAPA n° 2619
Anhui Guangxi Agrochemical Co. Ltd.
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, P.R – China
Jiangsu Lanfeng Biochemical Co. Ltd.
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone Xinyi, Jiangsu, China
TIOFANATO METILICO TÉCNICO MEGA – Registro MAPA no 18418
Meghmani Industries Ltd.
Plot no Z-6, Dahej SEZ, Dahej TA - Vagra, Bharuch, 392130 Gujarat, Índia

FORMULADORES:
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, CEP: 38044-755 - Uberaba / MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972
Fone: (34) 3319-5550 - Fax: (34) 3319-5570 – Email: contato@snbrasil.com.br

FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - D. Industrial III - CEP: 38044-760 - Uberaba / MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Registro no IMA-MG nº 210 - Fone: (34) 3319-3000



                                                                                                                                           1
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IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Av. Liberdade, 1701 - Cajuru do Sul, CEP: 18087-170 – Sorocaba-SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no CDA-SP n° 008 - Fone: (15) 3235-7700

ADAMA BRASIL S.A.
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR - Brasil
CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro Estadual ADAPAR/PR nº 003263 – Fone: (43) 3371 9000
ADAMA BRASIL S.A.
Avenida Júlio de Castilhos, 2085 – Coqueiros - CEP: 95860-000 - Taquari/RS - Brasil
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro Estadual SEAPA/RS nº 00001047/99 – Fone: (51) 3653 9400

OURO FINO QUÍMICA S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 - Distrito Industrial III - Cep: 38044-750 - Uberaba/MG
CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Registro IMA nº 8.764 - Fone: (16) 3518-2000

SERVATIS S.A.
Rod. Presidente Dutra, km 300,5 - Parque Embaixador - CEP: 27537-000 - Resende/RJ - Brasil
CNPJ: 06.697.008/0001-35 - Registro CDSV/RJ-0015/17 – Fone: (24) 3358-1000

TAGMA BRASIL INDUSTRIA E COMÉRIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Av. Roberto Simonsem, 1459 - Bairro Recanto dos Pássaros - Paulínia / SP - CEP: 13148-030
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro no CDA-SP n° 477 - Fone: (19) 3874-7000

TECNOMYL S.A.
Ing. Varela, 1080 - Parque Industrial - 9420 - Rio Grande, Província de Tierra Del Fuego – Argentina
Fone: Tel. (+54) 02964 436650

TECNOMYL S.A.
Parque Industrial Avay - Villeta – Paraguai - Fone: +595 21 614401/3


                   No do lote ou da partida:
                   Data de fabricação:                      VIDE EMBALAGEM
                   Data de vencimento:

      ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                                     CONSERVE-OS EM SEU PODER.
     É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                      É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
       Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril em território nacional).
 CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
                                    AGUDO
      CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –
                      PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




                                                                                                               2
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  INSTRUÇÕES DE USO:

  SUPPORT® é um fungicida sistêmico, do grupo químico benzimidazol (precursor de) (Tiofanato-metílico)
  apresentado na formulação Suspensão Concentrada, empregado no controle de inúmeras doenças
  fúngicas que causam danos econômicos em várias culturas tais como Algodão, Banana, Citros, Ervilha,
  Feijão, Maçã, Manga, Melão, Milho, Morango, Pinhão Manso, Rosa, Soja, Tomate e Trigo.

  CULTURAS, DOENÇAS, DOSE, INÍCIO, EPOCA, INTERVALO, NÚMERO E VOLUME APLICAÇÃO.

   1-      APLICAÇÃO EM PULVERIZAÇÃO FOLIAR


                                              DOSES
                  Doenças                                        Número           Início, época, intervalo e volume de
CULTURA         Nome comum                                      máximo de                      aplicação.
                                    mL p.c./100 L       mL
              (Nome científico)                                 aplicação
                                        água          p.c./ha


                                                                              Iniciar preventivamente as aplicações antes
                                                                              do fechamento da cultura, repetindo-se a
                 Ramulária                                                    cada 10 a 15 dias, sempre em rotação com
 ALGODÃO                                  -         600 - 800       4
              (Ramularia areola)                                              fungicidas de diferentes modos de ação.
                                                                              Utilizar volume de calda de 200 L/ha.


                                                                              Iniciar as pulverizações logo após a detecção
                                                                              dos primeiros sintomas da doença. Repetir se
              Mal-de-singatoka                                                necessário com intervalo de 10 a 15 dias,
 BANANA       (Mycosphaerella           100         700-1000        4         sempre em rotação com fungicidas de
                 musicola)                                                    diferentes modos de ação.
                                                                              Utilizar o volume de calda de 700 – 1000
                                                                              L/ha.


                                                                              Verrugose: Iniciar as pulverizações no estágio
                                                                              de florescimento, onde a primeira aplicação
                                                                              deve ser realizada no estágio “palito de
                                                                              fósforo” e a segunda aplicação deve ser
                                                                              realizada com “2/3 das pétalas caídas” em
                                                                              intervalo de 30 dias.
                   Verrugose
              (Elsinoe australis)                                             Mancha-preta ou Pinta-preta: Iniciar o
                                       50 – 70           -      2 por safra   tratamento a partir de frutos com 1,5 cm de
  CITROS                                                                      diâmetro, com intervalos de 40 dias, sempre
                Mancha-preta
                                        100              -      4 por safra   intercalando a aplicação com produtos de
                ou Pinta-preta
                                                                              outros grupos químicos. Volume de calda:
                 (Phyllosticta
                                                                              Variável     conforme     o    estágio   de
                  citricarpa)
                                                                              desenvolvimento da planta, utilizar em média
                                                                              10 litros por planta.
                                                                              Adicionar sempre à calda de pulverização,
                                                                              Óleo Mineral ou vegetal à 0,5%.
                                                                              Utilizar o volume de calda de 700 – 1000
                                                                              L/ha.



                                                                                                                       3
                                                                                          BULA Agrofit_Mar 2022_Rev. 06



                                            DOSES
                 Doenças                                       Número           Início, época, intervalo e volume de
CULTURA        Nome comum                                     máximo de                      aplicação.
                                  mL p.c./100 L       mL
             (Nome científico)                                aplicação
                                      água          p.c./ha

               Mancha-de-                                                   Iniciar as pulverizações logo quando do
                Ascochyta                                                   aparecimento dos primeiros sintomas das
             (Ascochyta pisi;                                               doenças, repetindo em intervalos de 7 a 10
  ERVILHA   Ascochyta pinodes)        100         700-1000        3         dias, sempre em rotação com fungicidas de
                   Oidio                                                    diferentes modos de ação.
            (Erysiphe polygoni)                                             Utilizar o volume de calda de 700 – 1000
              (Erysiphe psisi)                                              L/ha.
                                                                            Realizar as aplicações de forma preventiva
                 Antracnose                                                 sendo, a 1ª pulverização aos 20 dias após a
               Colletotrichum                                               emergência e as demais em pré e pós florada
  FEIJÃO     lindemuthianum)                      500 - 750       3         com intervalos de 15 dias, sempre
                   Oídio                                                    rotacionando com fungicidas de diferentes
            (Erysiphe polygoni)                                             modos de ação.
                                                                            Utilizar o volume de calda de 200 – 400 L/ha.
            Podridão-amarga                                                 Iniciar as aplicações preventivamente,
              (Colletotrichum                                               quando as condições climáticas estiverem
             gloeosporioides)                                               propícias para a ocorrência da doença, ou
                                                                            iniciar as aplicações imediatamente após o
            Cancro Europeu *                                                aparecimento dos primeiros sintomas da
               (Neonectria                                                  doença. É indicado concentrar as aplicações
                galligena)                                                  no período Chuvoso (de novembro a janeiro)
                                                                            com intervalos de 10 dias, sempre em
  MAÇÃ      Sarna da macieira         100         700-1000    3 por safra
                                                                            rotação com fungicidas de diferentes modos
                 (Venturia
                                                                            de ação.
               inaequalis);
                                                                            Utilizar o volume de calda de 700 – 1000
             (Clasdosporium
              carpophilum)                                                  L/ha.

            Sujeira de mosca
             (Schizothyrium
                  pomi)
                                                                            A primeira aplicação deverá ocorrer quando
                                                                            os frutos estiverem formados. Repetir as
               Antracnose                                                   aplicações com intervalo de 10 dias, sempre
  MANGA      (Colletotrichum        100-150       700-1500    2 por safra   rotacionando com fungicidas de diferentes
             gloeosporioides)                                               modos de ação.
                                                                            Utilizar o volume de calda de 700 – 1000
                                                                            L/ha.
                                                                            Realizar as aplicações iniciando-se no início
                                                                            da frutificação e repetindo com intervalos de
               Antracnose
                                                                            7 a 10 dias, sempre em rotação com
  MELÃO       (Colletotrichum         100         700-1000        3
                                                                            fungicidas de diferentes modos de ação.
                orbiculare)
                                                                            Utilizar o volume de calda de 700 – 1000
                                                                            L/ha.
                                                                            Realizar a primeira aplicação no 4º par de
               Mancha-de-                                                   folhas, e a segunda no início da florada. Entre
             Phaeosphaeria                                                  as aplicações rotacionar com fungicidas de
  MILHO                                           800-1000        2
              (Phaeosphaeria                                                diferentes modos de ação.
                  maydis)                                                   Utilizar o volume de calda de 200 L/ha.



                                                                                                                     4
                                                                                       BULA Agrofit_Mar 2022_Rev. 06



                                           DOSES
                Doenças                                       Número         Início, época, intervalo e volume de
CULTURA       Nome comum                                     máximo de                    aplicação.
                                 mL p.c./100 L       mL
            (Nome científico)                                aplicação
                                     água          p.c./ha

             Mancha Foliar                                               Realizar uma aplicação a cada período de
            (Mycosphaerella                                              florescimento ou frutificação, totalizando 4
               fragariae)                                                pulverizações. Nos intervalos das aplicações
 MORANGO                             100         700-1000        4       sempre rotacionar com fungicidas de
             Mancha-de-                                                  diferentes modos de ação.
             Diplocarpon                                                 Utilizar o volume de calda de 700 - 1000 L/ha.
             (Diplocarpon
              earlianum)
                                                                         Iniciar aplicação ao detectar os primeiros
                                                                         sintomas, ou em condições favoráveis da
  PINHÃO         Oídio                                                   doença. Repetir em intervalos de 7 dias,
                                   100-150       1250-1875       4
  MANSO       (Oidium sp.)                                               sempre em rotação com fungicidas de
                                                                         diferentes modos de ação.
                                                                         Utilizar o volume de calda de 1250 L/ha.
                                                                         Realizar aplicações anuais (iniciando-se logo
                                                                         após a primeira poda) com intervalos de 7 a
             Mancha-negra                                                10 dias. Nos intervalos das aplicações
   ROSA                              100         700-1000        5
           (Diplocarpon rosae)                                           rotacionar com fungicidas de diferentes
                                                                         modos de ação.
                                                                         Utilizar o volume de calda de 700 - 1000 L/ha.
                                                                         Crestamento-foliar e Oídio: As aplicações
                                                                         deverão ser iniciadas de preferência
                                                                         preventivamente, quando a cultura da soja
             Crestamento-                                                estiver no estádio entre o florescimento e o
           foliar (Cercospora                       900          3
                                                                         enchimento de grãos (R5) ou iniciar as
                 kikuchii)                                               aplicações logo após a detecção do primeiro
                                                                         sintoma da doença. Repetir as aplicações
                 Oídio                                                   com intervalo entre 15 a 20 dias, sempre
             (Microsphaera                          900          3
                                                                         rotacionando com fungicidas de diferentes
                 difusa)
                                                                         modos de ação.
   SOJA
                                                                         Mancha-parda: Efetuar a primeira aplicação
             Mancha-parda
           (Septoria glycines)                                           no Estágio R5.1 (início da formação dos
                                                 600 – 800       2
                                                                         grãos) e a segunda 10 dias após a primeira
             Mofo-branco                                                 aplicação
              (Sclerotinia                                               Mofo-branco: Efetuar a primeira aplicação no
                                                    1000         2
             sclerotiorum)                                               início da floração (R1) e a segunda aplicação
                                                                         na floração plena (R2).
                                                                         Nos intervalos das aplicações rotacionar com
                                                                         fungicidas de diferentes modos de ação.
                                                                         Utilizar o volume de calda de 200 L/ha.
                                                                         A 1ª pulverização deve ser feita nos primeiros
              Septoriose                                                 sintomas e a 2ª, 10 dias após. Para Podridão
                (Septoria                                                de sclerotinia o controle deverá ser realizado
              lycopersici)
                                                                         preventivamente, sendo a 1ª aplicação aos
 TOMATE                              100         700-1000        2       55 dias do transplante e a 2ª, 10 dias após.
             Podridão de
              Sclerotinia                                                Nos intervalos das aplicações rotacionar com
              (Sclerotinia                                               fungicidas de diferentes modos de ação.
             sclerotiorum)                                               Utilizar o volume de calda de 700 – 1000
                                                                         L/ha.



                                                                                                                  5
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                                                  DOSES
                      Doenças                                          Número         Início, época, intervalo e volume de
 CULTURA            Nome comum                                        máximo de                    aplicação.
                                       mL p.c./100   mL
                  (Nome científico)                                   aplicação
                                         L água    p.c./ha

                                                                                  Efetuar a 1ª aplicação na fase de
                                                                                  emborrachamento e a 2ª no início do
                    Fusariose                                                     florescimento. Nos intervalos das aplicações
   TRIGO             (Fusarium              100       700-1000            2       rotacionar com fungicidas de diferentes
                   graminearum)                                                   modos de ação.
                                                                                  Utilizar o volume de calda de 700 – 1000
                                                                                  L/ha.


  2) APLICAÇÃO EM TRAMENTO DE SEMENTES

                                                   DOSES
                      Doenças                                       Número            Início, época, intervalo e volume de
 CULTURA            Nome comum            g i.a/100    mL p.c./100 máximo de                       aplicação.
                  (Nome científico)         Kg de         Kg de    aplicação
                                         sementes       sementes
               Ramulose                                                           O tratamento de sementes de algodão deve
               (Colletotrichum                                                    ser realizado imediatamente antes da
                                            150
ALGODÃO        gossypii var.                                300               1   semeadura.
               cephalosporioides)                                                 Utilizar volume de calda de 600 mL/100 Kg de
                                                                                  sementes.
               Podridão-do-colo
               (Fusarium
               pallidoroseum)

               Antracnose
               (Colletotrichum
               truncatum)

               Phomopsis-da-
                                                                              1
               semente
               (Phomopsis sojae)                                                  O tratamento de sementes de soja deve ser
                                                                                  realizado imediatamente antes da
               Mancha-púrpura-          50 - 75           100 - 150
                                                                                  semeadura.
               da-semente
                                                                                  Utilizar volume de calda de 600 mL/100 kg de
               (Cercospora
SOJA                                                                              Sementes
               kikuchii)

               Fungo-do-
               armazenamento
               (Aspergillus spp)

               Murcha-de-
               Fusarium (Fusarium
               oxysporum)

               Antracnose
               (Colletotrichum           62,5 –75,0       125 – 150
               dematium)

  OBS.: 1 litro do produto comercial (p.c.) SUPPORT® equivale a 500 g do ingrediente ativo (i.a.) tiofanato metílico.


                                                                                                                           6
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MODO DE APLICAÇÃO:

PREPARO DA CALDA
Primeiramente agitar vigorosamente o produto em sua embalagem original. Em seguida, diluir o
SUPPORT® diretamente na quantidade de água previamente estabelecida, até obter uma calda
homogênea. Aplicar o produto imediatamente após o preparo da calda
Para aplicação da parte aérea (uso foliar):
As pulverizações aéreas ou terrestres deverão ser uniformes, procurando dar completa cobertura às
partes foliares das plantas.

Via Terrestre:

Banana: As aplicações devem ser feitas em ultrabaixo volume, por meio de atomizador costal motorizado
ou atomizador canhão modelo AF 427 bananeiro, observando sempre para que seja feita uma cobertura
total das folhas, utilizando-se as seguintes opções:
1) Adicionar um emulsionante na dose especificada pelo fabricante e mais 15 L de óleo mineral por
hectare junto à quantidade recomendada de SUPPORT® ou;
2) Adicionar um emulsionante na dose especificada pelo fabricante, mais 15 L de água e 5 L de óleo
mineral por hectare junto à quantidade recomendada de SUPPORT®.
Algodão, Ervilha, Feijão, Melão, Milho, Morango, Rosa, Soja, Tomate e Trigo:
Usar pulverizadores tratorizados, dotados de bicos cônicos da série D ou similar que apresentem
densidade mínima de 50-70 gotas/cm2 com 250 micra e pressão de trabalho entre 80 e 120 lb pol2
observando o volume de calda indicado para cada cultura no quadro supracitado.
No caso da cultura de Citros, Maçã, Manga e Pinhão-manso, usar pulverizadores tratorizados equipados
com bicos cônicos ou pistola apropriados para aplicação de fungicidas bem como equipamento turbo
atomizador. Respeitar a velocidade do trator em torno de 6 km/hora, à uma pressão de trabalho entre 200
a 300 lb/pol2, com tamanho de gotas entre 200 a 400 mica e densidade em torno de 60 gotas/cm2.
O volume de calda de estar de acordo com a idade da planta, variedade e espaçamento, de modo atingir
toda a parte da planta proporcionando uma cobertura homogênea da calda.

Via aérea (Uso de barra e atomizador rotativo Micronair):

Algodão, Feijão, Melão, Milho, Soja e Trigo
Para aeronaves do tipo Ipanema, utilizar barras dotadas de bicos cônicos série D ou com disco (core) com
ângulo a 45º. Usando Micronair, o número de atomizadores deve ser 4. Para o ajuste do regulador de
vazão/VRU, pressão e ângulo da pá, seguir a tabela sugerida pelo fabricante.
- Volume de aplicação: 30 – 40 L/ha de calda.
- Altura de voo com barra: 2 – 3 m
- Altura de voo com Micronair: 3 - 4 m.
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m.
- Tamanho/densidade da gota: 180 – 220 micra, com mínimo de 60 gotas/cm2.
- No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 e D12 – disco(core) inferior a 45o.

Banana:
Para aplicação aérea com utilização de barra e bicos:
Usar bicos de jato vazio, do tipo 05, com disco (core) nunca maior que 45º, espaçados a cada 20 cm.
- Volume de aplicação: 20 – 40 L/ha de calda.
- Pressão da barra: por volta de 30 libras.
- Altura do voo: 2 – 3 m sobre a cultura. Em locais onde essa altura não possível, fazer arremates com
pulverizações transversais paralelas aos obstáculos.
- Ventos: de 15 Km/h, sem ventos de rajada.

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Para aplicação aérea com utilização de atomizadores rotativos (Micronair AU 3000):
Usar 4 atomizadores. Angulo das de 25 a 35º, ajustado segundo as condições de vento, temperatura e
umidade relativa, para reduzir ao mínimo as perdas por deriva e evaporação.
- Largura da faixa de pulverizações: deve ser estabelecida por teste.
- Altura de voo: 3 – 4 m sobre a cultura.
- Pressão: conforme a vazão, seguindo a tabela do fabricante.

Condições Climáticas
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (litro de calda/ha) para
proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 8 km/h, temperatura e umidade
relativa, visando reduzir perdas por deriva e evaporação.
Em se tratando de aplicação aérea, obedecer a umidade relativa do ar não inferior a 70%.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda
aplicação.
Seguir as recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.

Para tratamento de Sementes:
O tratamento pode ser feito em tratadores de sementes na unidade de beneficiamento (Máquinas de tratar
sementes) ou utilizando um tambor giratório excêntrico. Não se aconselha o tratamento de sementes
diretamente na caixa semeadora e na lona. Para melhor homogeneização do SUPPORT® nas sementes,
o aludido fungicida deverá ser misturado com água perfazendo um total máximo de 600 mL de calda para
tratar 100 Kg de sementes.
Para aplicação de SUPPORT® em tratamento de sementes adicionar corante.
OBS.: Seguir as recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.

INSTURUÇÕES DE USO PARA CONTROLE ESPECIFCAMENTE DE MOFO-BRANCO NA CULTURA
DA SOJA:

Plantio de sementes sadias: O uso de sementes sadias e tratadas com fungicidas registrados
representa a melhor forma de se evitar a introdução do patógeno na área, uma vez que esta representa
uma das principais formas de disseminação. O fungo pode ser disseminado via semente na fase de
micélio dormente. Desta forma, a análise sanitária da semente é de extrema importância para o agricultor.
Sementes multiplicadas pelo próprio agricultor representam um risco ainda maior à sustentabilidade do
negócio.

Limpeza de implementos agrícolas: Outra forma importante de disseminação do fungo é através de
escleródios que podem ser levados por implementos agrícolas infestados. Para evitar o problema, o
agricultor deverá realizar uma desinfestação dos implementos, para isso poderá utilizar apenas água sob
pressão.

Rotação de culturas: A rotação de culturas representa a principal alternativa para o desenvolvimento da
agricultura sustentável, melhorando as características químicas, físicas e biológicas do solo. A
manutenção do sistema de plantio direto só é possível com a rotação de culturas. Entretanto, no caso
específico do mofo-branco, a rotação de culturas deve ser essencialmente com gramíneas, as quais não
são hospedeiras do fungo. O agricultor deve dar preferência para aquelas gramíneas que formam maior
quantidade de palha. O cultivo consorciado de milho e Brachiaria spp tem se destacado em programas de
rotação, uma vez que forma ampla palhada sobre o solo e ainda apresenta retorno econômico para o
agricultor.




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Integração lavoura-pecuária: A integração lavoura-pecuária é outra importante opção para áreas
altamente infestadas, isso se deve principalmente pelo uso de gramíneas (planta não hospedeira) e pela
erradicação de muitas plantas daninhas tidas como hospedeira. Entretanto, plantas infestantes comuns
nas lavouras de soja como o leiteiro, o picão-preto e o joá-de-capote devem ser erradicadas, uma vez que
estas também são hospedeiras do mofo-branco. O maior período sem plantas hospedeiras proporcionado
pela integração lavoura-pecuária pode reduzir significativamente a fonte de inóculo.

Escolha de cultivares: Principalmente para as áreas infestadas, o agricultor ou técnico deve optar por
cultivares de ciclo determinado, com período de floração concentrado e por cultivares que apresentam
arquitetura de folhas eretas e porte baixo.
-Porte e arquitetura de folhas – plantas de porte baixo com folhas menores e eretas são menos
favoráveis à ocorrência da doença, ou seja, não proporcionam um microclima favorável à infecção e ao
desenvolvimento do patógeno.
- Período de floração concentrada – como os esporos do fungo Sclerotinia sclerotiorum, ao germinarem,
encontram dificuldades em penetrar diretamente nos tecidos das hastes dos hospedeiros, o mesmo
necessita da flor em senescência para melhor infectar as plantas. Assim sendo, quanto menor o período
de floração, menor a probabilidade de infecção. Cultivares de ciclo indeterminado, as quais apresentam
flores por maior período de tempo estão mais sujeitas à infecção.
Formação ampla de palha: A palha oriunda do plantio direto, diferentemente do que havia se pensando
em um passado recente, tem contribuído sobremaneira no controle da doença. Além de aumentar a
matéria orgânica do solo, permitindo a proliferação e manutenção de micro-organismos antagonistas, a
palha funciona como uma barreira física impedindo a liberação dos ascósporos (esporos) pelos apotécios.
Quanto mais densa e uniforme for a palha sobre o solo, maior o impedimento físico imposto à
disseminação do patógeno e, consequentemente, melhor controle da doença.
Manejo do solo: Entende-se por manejo do solo, a conservação química, física e biológica do mesmo. No
caso do mofo-branco, quanto maior a percentagem de matéria orgânica, maior será a quantidade e a
diversidade de micro-organismos antagonistas, como o Trichoderma spp.
Em relação a qualidade química, podemos inferir que solos adubados, conforme necessidade da cultura,
maior será a capacidade da planta resistir à infecção e/ou colonização pelo patógeno, ou seja, plantas
bem nutridas são naturalmente mais resistentes. O potássio, por exemplo, está envolvido na maior
lignificação do tecido vegetal e, consequentemente, menor possibilidade de acamamento. Plantas
acamadas significam maior pressão de doença, principalmente pelo microclima formado. Em relação à
física, recomenda-se não revolver o solo. Quando se revolve o solo pela primeira vez, os escleródios
produzidos pelo fungo são enterrados na camada abaixo de 20 cm. Entretanto, quando essa prática é
repetida, tais escleródios são novamente trazidos à superfície ficando o solo infestado nos perfis de 0-20
cm, formando um banco de escleródios.

Controle biológico: Para o controle biológico utiliza-se de um organismo vivo no controle de outro
organismo vivo, que pode ocorrer a partir de diferentes processos (antibiose, competição, parasitismo,
etc). No caso específico do mofo-branco, o controle biológico mais conhecido é através do uso de fungos
do gênero Trichoderma. Trata-se de um micro-organismo vivo, é necessário que o mesmo se estabeleça e
encontre condições para sobreviver e controlar o agente patogênico.

Controle químico com o fungicida SUPPORT®:
Dose recomendada: 1000 mL/ha em um volume de calda de 200 L/ha quando utilizado equipamento
tratorizado ou 40 L/ha em aplicações aéreas. Recomenda-se sempre utilizar a tecnologia mais adequada
para o atingimento do alvo. Aplicar o SUPPORT® de forma preventiva no início da floração (R1). Se for
necessário reaplicar o produto, a aplicação deverá ser com intervalos de 10 dias em relação à primeira, no
estágio fenológico de floração plena (R2) e também deverá ser de caráter preventivo. É recomendado que
o produto seja usado sempre em rotação com fungicidas de outros grupos químicos.



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INTERVALO DE SEGURANÇA


Cultura                                                        Intervalo de Segurança
Algodão, Banana, Citros, Ervilha, Feijão, Manga, Melão,
                                                                               14 dias
Tomate e Trigo
Milho e Morango                                                                3 dias

Maçã                                                                           7 dias

Soja                                                                           21 dias

Pinhão Manso e Rosa                                                            U.N.A

Algodão e Soja (Tratamento de Sementes)                                          (1)
U.N.A – Uso Não Alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.


LIMITAÇÕES DE USO:

Uso exclusivamente agrícola.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
É obrigatório o uso do produto somente nas indicações constantes na bula. Evitar aplicação durante as
horas mais quentes do dia.
Evitar aplicação sob prenuncio de chuva.
Não aplicar em plantas sob condição de estresse hídrico ou fitotoxicidade.
Respeitar um período mínimo de 24 horas para realização da irrigação.
- Fitotoxicidade:
Não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses recomendadas.
- Outras restrições a serem observadas: Não aplicar com produtos de reação fortemente alcalina, bem
como com qualquer outro agrotóxico.
- Agitar bem a embalagem antes da preparação da calda e uso.
- O tratamento de Sementes com SUPPORT® deve ser feito antes da inoculação como micro-organismos
fixadores de Nitrogênio.

Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para
obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o
produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de
resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem
ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida,
consulte o seu exportador e/ou importador.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não deve ocorrer reentrada nas culturas, antes de 24 horas após a aplicação. Se houver necessidade de
reentrar, utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas, luvas e botas de borracha).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA




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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DE EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIAS:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo
de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
       Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B1 para o controle do
        mesmo alvo, sempre que possível;
       Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
        agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência
        quando disponíveis, etc;
       Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
       Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
        regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
        fungicidas;
       Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
        patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
        (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-
        br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

O produto fungicida SUPPORT® é composto por tiofanato-metílico, que apresenta mecanismo de ação
Montagem de ß-tubulina na mitose, pertencente ao Grupo B1, segundo classificação internacional do
FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Para o manejo integrado de doenças, recomenda-se a utilização de todas as técnicas apropriadas e
disponíveis para a condução das culturas, no intuito de manter abaixo do nível de dano econômico a
população de organismos nocivos aos cultivos, visando ainda, minimizar os efeitos colaterais deletérios ao
meio ambiente. Dessa forma, dentre as técnicas disponíveis para o manejo integrado de doenças em
culturas, tem-se: O Controle biológico; O uso de cultivares/variedades adequados para a região e quando
possível o uso de cultivares/variedades com tolerância e/ou resistência a determinadas doenças; O
Controle cultural (através do uso de rotação de culturas, época de semeadura adequada para o cultivo,
uso de sementes ou mudas de alta qualidade sanitária, destruição de restos culturais após a colheita,
manter o cultivo livre de plantas daninhas, condução da lavoura através de adubação adequada e
equilibrada, dentre outros); e Controle químico (através do uso de fungicidas devidamente registrados e
recomendados para o controle de patógenos).


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                       DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRECAUÇÕES GERAIS:
 Produto para uso exclusivamente agrícola.
 O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
 Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
 Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
 Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
 Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
  a boca;
 Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
  fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
 Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
  áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
 Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
 Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
  alcance de crianças e animais;
 Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão, botas, avental impermeável, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila;
 Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
  forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO/ PREPARAÇÃO DA CALDA:
  Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
   compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
   borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e
   filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas nitrila;
  Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados;
  Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES:
• Evite ao máximo possível o contato com as sementes tratadas.;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas.;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que
estiverem sendo tratadas as sementes, ou após a aplicação;
• Utilize adequadamente todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados nas atividades
que envolvam o tratamento das sementes.; e
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2);
óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
  Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
   tempo entre a última aplicação e a colheita);
  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
   sendo aplicado o produto;
  Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
   melhores condições climáticas para cada região;


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    Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
     também entrem em contato, com a névoa do produto;
    Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
     compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
     borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe
     P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos
   até o final do período de reentrada;
  Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
   produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados para o uso durante a aplicação;
  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
   após a aplicação;
  Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
   tempo entre a última aplicação e a colheita);
  Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
   evitar contaminação;
  Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
   trancado, longe do alcance de crianças e animais;
  Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
  Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
   família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
  Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
  Não reutilizar a embalagem vazia;
  No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com
   tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
  Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
   touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
  A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.



                                                          Pode ser nocivo em contato com a pele
                                   ATENÇÃO                Pode provocar reações alérgicas na pele




PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo


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                            INTOXICAÇÕES POR TIOFANATO-METÍLICO
                                    INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico         Benzimidazol
Classe toxicológica   CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição     Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética        Em ratos, a absorção gastrointestinal do tiofanato-metílico após a administração
                      de doses de 14 mg/kg p.c. foi rápida e quase completa (88-89% da dose
                      administrada). Uma diminuição da absorção gastrointestinal foi observada com o
                      aumento da dose, após a administração de doses de 170 mg/kg p.c.
                      O tiofanato-metílico é amplamente distribuído no organismo. Em ratos, as maiores
                      concentrações da substância foram detectadas no fígado, na tireoide e nos rins.
                      Já em camundongos, as maiores concentrações foram detectadas no fígado e
                      nos rins.
                      Esta substância é amplamente biotransformada no organismo. O principal
                      metabólito identificado na urina de ratos foi o sulfato de 5-hidroxicarbendazim (até
                      42%) e uma menor proporção dos metabólitos 5-hidroxi-tiofanato-metílico e 4-
                      hidroxi-tiofanato-metílico (cerca de 2% cada) também foi identificada. Já nas
                      fezes, os principais metabólitos identificados foram o 4-hidroxi-tiofanato-metílico
                      (6-10%), sulfato de 5-hidroxicarbendazim (2–5%) e o carbendazim (2–3%). O
                      tiofanato-metílico foi identificado na forma inalterada na excreta em uma
                      proporção de 20-24% após a administração repetida de baixas doses e de 50%
                      após a administração de altas doses.
                      Em um estudo de metabolismo humano in vitro, os principais componentes
                      identificados no sangue e no plasma após 2 horas de exposição foram o tiofanato-
                      metílico, o carbendazim e o 5-hidroxicarbendazim.
                      Em ratos, após a administração de baixas doses, o tiofanato-metílico foi
                      rapidamente excretado do organismo. Cerca de 96% da dose administrada foi
                      eliminada dentro de 48h, principalmente através da urina (47%) e da bile (40%) e
                      uma pequena porção através das fezes (7%). Um aumento na excreção através
                      da via fecal foi observada após a administração de altas doses.
                      A meia-vida plasmática após a administração de baixas doses foi de 1,6 a 2,8
                      horas após administração da dose de 13 mg/kg p.c. Após administração de altas
                      doses (140 – 170 mg/kg p.c.), a meia-vida plasmática foi de 2,4 a 7,8 horas.
                      Não foram observadas diferenças significativas entre o perfil toxicocinético de
                      ratos machos e fêmeas. Não houve evidências de bioacumulação da substância.
Toxicodinâmica        Os efeitos genotóxicos do tiofanato-metílico são considerados como um fenômeno
                      de limiar e estão relacionados a produção do metabólito carbendazim. O
                      carbendazim causa alterações no número de cromossomos (aneuplodia) tanto in
                      vitro quanto in vivo (em células somáticas e germinativas) como um resultado de
                      sua interferência no fuso mitótico, através da inibição da polimerização da
                      tubulina, que é uma proteína essencial para a segregação dos cromossomos
                      durante a divisão celular. Assim como o tiofanato-metílico, o metabólito
                      carbendazim também não causa mutações gênicas ou aberrações
                      cromossômicas estruturais.
                      Efeitos na tireoide (hipertrofia, hiperplasia, aumento de peso, alteração nos níveis
                      hormonais) observados em estudos em ratos e cães são provavelmente devidos à
                      inibição da enzima tireoperoxidase, que é uma enzima envolvida na síntese de
                      hormônios tireoidianos, em combinação com a indução da enzima uridina
                      difosfato glucuronosiltransferase (UDPGT), que é uma enzima que tem uma
                      função importante na depuração do hormônio T4 no fígado. Foi observado que a
                      suplementação de T4 neutralizou a hipertrofia da tireoide e a resposta ao hormônio
                      tireoestimulante (TSH), indicando que o tiofanato-metílico causa hipertrofia
                      através de um mecanismo de feedback.



                                                                                                            14
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                    A indução de adenomas hepatocelulares pelo tiofanato-metílico em ratos e
                    camundongos pode ser uma consequência da ativação dos receptores nucleares
                    envolvidos no sistema de metabolização do citocromo P450. Outro modo de ação
                    possível para o efeito carcinogênico no fígado pode ser a interferência do
                    metabólito carbendazim com as proteínas do fuso mitótico levando a aneuploidia.
Sintomas e sinais   Não são conhecidos sintomas específicos do tiofanato-metílico em humanos ou
clínicos            animais.
                    Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência
                    e vermelhidão.
                    Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência
                    e vermelhidão. O tiofanato-metílico é considerado sensibilizante dérmico, podendo
                    causar reações alérgicas na pele caracterizadas por ardor, queimação, prurido e
                    erupção cutânea.
                    Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
                    respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
                    Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
                    vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
                    Exposição crônica: O tiofanato-metílico causou alteração no número de
                    cromossomos (aneuploidia) tanto in vitro quanto in vivo. Em estudos de
                    carcinogenicidade, pela via oral, foi observado um aumento na incidência de
                    tumores hepáticos em camundongos e tumores na tireoide de ratos. O fígado
                    (aumento do peso do órgão, hipertrofia hepatocelular) e a tireoide (aumento do
                    peso do órgão, hipertrofia das células foliculares, alterações dos níveis dos
                    hormônios tireoidianos) foram identificados como os principais órgãos-alvo de
                    toxicidade do tiofanato-metílico em ratos e cães. Também foram observadas
                    alterações hematológicas indicativas de uma anemia leve em ratos e
                    camundongos.
Diagnóstico         O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
                    quadro clínico compatível.

Tratamento          Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
                    ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
                    durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
                    equipamento de segurança de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
                    Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele
                    (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água abundante e sabão.
                    O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
                    impermeáveis.
                    ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte
                    de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
                    Exposição Oral:
                    - O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
                    - Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração.
                    - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de
                    intoxicação por clorotalonil e tiofanato-metílico. Avaliar a necessidade de
                    administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de
                    carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
                    adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg
                    (menos de 1 ano de idade).
                    - Lavagem gástrica: somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após a
                    ingestão de grande quantidade produto. Neste caso, considerar após ingestão
                    recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que represente risco à vida.
                    - Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão
                    arterial).



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                      - Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco de
                      aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de
                      perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de
                      consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
                      ingestão de quantidades pouco tóxicas.
                      Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar
                      quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou
                      dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema
                      pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação,
                      conforme necessário.
                      Exposição Dérmica: Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave
                      a área exposta com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve
                      ser encaminhado para tratamento específico.
                      Avaliar o uso de adrenalina, anti-histamínicos e corticoides em casos de reações
                      de hipersensibilidade, de acordo com a intensidade dos sintomas.
                      Exposição ocular: Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande
                      quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos.
                      Procurar atendimento médico especializado imediatamente. Se irritação, dor,
                      inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
                      encaminhado para tratamento específico.
Contraindicações      A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
                      pneumonite química.
                      A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
                      das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-
                      intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
                      ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das
interações químicas   Não são conhecidos.
ATENÇÃO               TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
                      Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                      tratamento, ligue para o DISQUE-INTOXICAÇÃO: 0800-722-6001.
                      Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                      (RENACIAT-ANVISA/MS).
                      As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
                      Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação
                      de Agravos de Notificação (SINAN) e Sistema de Notificação em Vigilância
                      Sanitária (Notivisa).
                      Telefone de Emergência da Empresa: (34) 3319-5568 (Horário Comercial) -
                      PlanitoxLine: 0800-701-0450.
                      Endereço Eletrônico da Empresa: www.sipcamnichino.com.br
                      Correio Eletrônico da Empresa: contato@snbrasil.com.br

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: > 3000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: A substância teste aplicada na pele não causou irritação.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: A substância teste aplicada nos olhos dos coelhos causou leves
alterações nas conjuntivas até 72 horas.
Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante.


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Sensibilização respiratória: Não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de
experimentação.
Mutagenicidade: A substância teste não apresentou potencial mutagênico em teste de mutação gênica
reversa em Salmonella typhimurium (Teste de Ames) e não apresentou evidência de atividade mutagênica
no teste do micronúcleo em células da medula óssea de camundongos

EFEITOS CRÔNICOS:
Em estudos toxicológicos crônicos de laboratório, nos quais ocorrem a exposição e observação dos
animais durante toda ou boa parte de suas vidas, com administração de diferentes concentrações de
Tiofanato Metílico, foram estabelecidas doses de não efeito tóxico por exposição crônica à substância, as
quais são respeitadas. Entretanto, em dosagens superiores para ratos e cães, ocorreu queda no
crescimento, sendo observados efeitos sobre o fígado e tireóide. O produto não apresentou características
carcinogênica, teratogênica ou mutagênica em testes com animais de laboratório.

                      DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE

- Este produto é:
[ ] - Altamente perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
[ ] - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
[x] – PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
[ ] - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos do solo.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite
a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produto ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de
250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais
e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.



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- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em casos de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SIPCAM NICHINO BRASIL S.A., pelo telefone
(34) 3319-5568 ou telefone de emergência 0800 701 0450.
- Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos
protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado - absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá
e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto derramado não deverá mais ser
utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local
com grande quantidade de água.
Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha este material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
Corpos d’água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTO S IMPRÓPRIOS PARA A
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.




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Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a
tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

PARA EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.


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DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO
A desativação do produto é feita em incinerador rotativo com temperatura variando de 800 a 1200o C. O
incinerador de resíduos possui um sistema de combustão composto de um forno rotativo, uma câmara de
pós combustão e três queimadores. O forno rotativo trabalha à temperatura de 600 a 1200o C que é
mantida através de uma alimentação equilibrada de resíduos líquidos e sólidos. O tempo de resistência
dos resíduos sólidos no forno rotativo varia de 30 a 60 minutos.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui
o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não
podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:

Restrição de uso no Estado do Paraná para Ascochyta pisi, Ascochyta pinodes, Erysiphe polygoni na
cultura da Ervilha; Erysiphe polygoni na cultura do Feijão; Venturia inaequaelis, Clasdosporium
corpophilum, Schizothyrium pomi, Neonectria galligena na cultura da Maçã; Colletotrichum orbiculare na
cultura do Melão; Mycosphaerella fragariae, Diplocarpon earlianum na cultura do Morango e Septoria
lycopersici, Sclerotinia sclerotiorum na cultura do Tomate.

Restrições para aplicação aérea de acordo com as legislações estaduais e municipais




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