Supermix
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Herbicida
Atrazina (triazina) (450 g/kg) + Simazina (triazina) (450 g/kg)

Informações

Número de Registro
27320
Marca Comercial
Supermix
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
Atrazina (triazina) (450 g/kg) + Simazina (triazina) (450 g/kg)
Titular de Registro
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Milho
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Milho
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Milho
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Milho
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Leonurus sibiricus
chá-de-frade; cordão-de-são-francisco (2); erva-macaé
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Milho
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Milho
Triticum aestivum
trigo

Conteúdo da Bula

                                    SUPERMIX

                         Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 27320

COMPOSIÇÃO:
6-chloro-N2-ethyl-N4-isopropyl-1 ,3,5-triazine-2,4-diamine (ATRAZINA) ........ 450,0 g/Kg (45,0% m/m)
6-chloro-N2,N4-diethyl-1,3,5- triazine-2,4-diamine (SIMAZINA).......................450,0 g/Kg (45,0% m/m)
Outros ingredientes...........................................................................................100,0 g/Kg (10,0% m/m)

          GRUPO                                                 C1                                         HERBICIDA
          GRUPO                                                 C1                                         HERBICIDA


CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica do grupo químico
GRUPO QUÍMICO: Triazina
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG)

TITULAR DO REGISTRO (*):
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av Carlos Gomes, 258 - salas 1103, 1104, 1105 e 1106 - Boa Vista - Porto Alegre/RS
CEP: 90.480-000 - Fone: (51) 3237-6414 - CNPJ: 10.486.463/0001-69
Inscrição estadual: 096/3276190 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1928/09 - SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
ATRAZINA Técnico Rainbow (Registro nº 02112)
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Zone, Weifang, Shandong, 262737- China.
SIMAZINA Técnico Rainbow (Registro nº 10318)
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Zone, Weifang, Shandong, 262737- China.
ATRAZINE TÉCNICO SINO- AGRI– Registro MAPA nº TC12722
SHANDONG DEHAO CHEMICAL CO., LTD.
Lingang Chemical Park Binhai Economic 262737 Weifang - China.
SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD.
N º 518, Yongxin Road, Binbei Town 256500 Binzhou, Shandong – China
ATRAZINE TÉCNICO BINNONG – Registro MAPA nº TC15921
SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD.
N º 518, Yongxin Road, Binbei Town 256500 Binzhou, Shandong – China
FORWARD ATRAZINE TÉCNICO -Registro MAPA nº TC07122
HEBEI SHANLI CHEMICAL CO., LTD.
Eighteenth Team, Zhongjie Farm 061108– Cangzhou City, Hebei Province – China.

FORMULADORES:
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Zone, Weifang, Shandong, 262737- China
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.
Rod. Presidente Castelo Branco, Km 68,5, CEP 18120-970, Mairinque, São Paulo S/N.º
CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 31 CDA/SP
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260, Bairro Cruz Alta, CEP: 13.348-790, Indaiatuba/SP
CNPJ: 50.025.469/0004-04 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1248 CDA/SP
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Rua Alberto Guizo, 859 Distrito Industrial João Narezzi, Indaiatuba/SP, CEP 13347-402
CNPJ: 50.025.469/0001-53 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 466 CDA/SP
OURO FINO QUÍMICA S.A
Avenida Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5, Uberaba/MG, Distrito Industrial III CEP: 38044-750
CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 8.764 IMA/MG
HEBEI SHANLI CHEMICAL CO., LTD.
Eighteenth Team, Zhongjie Farm, Cangzhou City, Hebei Province, 061108, P.R.China




             REV20250205
MANIPULADORES:
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.
Rod. Presidente Castelo Branco, Km 68,5, CEP 18120-970, Mairinque, São Paulo S/N.º
CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 31 CDA/SP
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260, Bairro Cruz Alta, CEP: 13.348-790, Indaiatuba/SP
CNPJ: 50.025.469/0004-04 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1248 CDA/SP
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Rua Alberto Guizo, 859 Distrito Industrial João Narezzi, Indaiatuba/SP, CEP 13347-402
CNPJ: 50.025.469/0001-53 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 466 CDA/SP
OURO FINO QUÍMICA S.A
Avenida Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5, Uberaba/MG, Distrito Industrial III CEP: 38044-750, CNPJ sob o
n° 09.100.671/0001-07 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 8.764 IMA/MG

IMPORTADORES:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia PR-090, 5.695, km 5 - armazém 1K - Parque Industrial Nenê Favoretto - CEP: 86200-000 - Ibiporã/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20. Nº do registro do estabelecimento no estado: 1000322 - ADAPAR/PR
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Constante Pavan, 4.633 - Betel - CEP: 13148-198 - Paulínia/SP
CNPJ: 10.486.463/0004-01. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4402 - CDA/SP
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Área Rural Projetada, n° 150, Armz 1AK Anexo I - Area Rural de Cuiabá - CEP: 78.099-899 - Cuiabá/MT
CNPJ: 10.486.463/0005-92. Nº do registro do estabelecimento no estado: 29164 - INDEA/MT
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Maria Elias Lisboa Santos, s/nº Quadra 07 Lote 05 salas 09 – Parque Industrial Aparecida Vice-presidente José de
Alencar – Aparecida de Goiânia/GO - CEP:74993-530
CNPJ: 10.486.463/0006-73. Nº do registro do estabelecimento no estado: 5139/2023 – AGRODEFESA/GO
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR-050, km 185 - sala 9 - Jardim Santa Clara - CEP: 38038-050 - Uberaba/MG
CNPJ: 10.486.463/0008-35. Nº do registro do estabelecimento no estado: 19.883 - IMA/MG
PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Avenida Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj 1005 e 1006 – 8º Andar, Vila Olimpia, CEP: 04548-005 – São Paulo-SP - CNPJ:
33.824.613/0001-00
Nº do registro do estabelecimento no Estado: 4206 CDA/SP
PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Rodovia PR 090- nº 5695 – Km 5 – Armaz 1 – Parque Industrial Nenê Favoretto – Ibiporã - CEP: 86.200-000 –Londrina/PR
- CNPJ: 33.824.613/0003-64
Nº do registro do estabelecimento no Estado: 1008263 – ADAPAR/PR
PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Rua: Projetada nº 150 - Armaz 1W Distrito Industrial - Area Rural de Cuiabá – CEP: 78.099-899 – Cuiabá/MT - CNPJ:
33.824.613/0004-45.
Nº do registro do estabelecimento no Estado: 27005 INDEA/MT
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Fidencio Ramos, 308 – Conj. 91 e 94 Torre A - Bairro: Vila Olimpia - CEP: 04.551-902 São Paulo/SP
CNPJ: 88.305.859/0001-50. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 4292 CDA/SP
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia Raposo Tavares, S/Nº, Km 172 – Bairro: Centro - CEP: 18.203-340 - Itapetininga/SP
CNPJ: 88.305.859/0004-00. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 1161 CDA/SP
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Rod. BR 050 km 185, Galpão 26, Parte II, Zona Rural, Uberaba/MG, CEP 38038-050
CNPJ: 88.305.859/0054-61. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 17293 IMA/MG
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Constante Pavan, 4633, Betel, Paulínia/SP, CEP 13148-905
CNPJ: 88.305.859/0024-46. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 4438CDA/SP
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Via Secundária 08, Quadra 9, Lote 7, Distrito Agroindustrial, Morrinhos/GO, CEP 75650-000 –
CNPJ: 88.305.859/0021-01. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 2861/2020 AGRODEFESA/GO
CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA
Rua Vilagran Cabrita, 922. CEP- 76900-047. JI Paraná/RO.
CNPJ: 27.338.151/0007-04. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 5309069 IDARON/RO
CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA.
Rod. BR010, 1343 a. CEP- 65903-140. Imperatriz/MA.
CNPJ: 27.338.151/0010-00. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 12.627.046-5 AGED/MA
CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA.
Av. Antônio Mário de Azevedo, 21279. CEP- 28630-590. Nova Friburgo/RJ.
CNPJ: 27.338.151/0012-63. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 73 SEAPPA/RJ


          REV20250205
CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA.
Av. Fernando Correa da Costa, 7422, São José – Cuiabá/MT. CEP- 28630-590. Nova Friburgo/RJ.
CNPJ: 27.338.151/0008-87. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 34027 INDEA/MT
CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA.
Rua Raul Narezzi, 58 – Indaiatuba – SP
CNPJ: 27.338.151/0015-06. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 4446 CDA/SP
CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA.
RUA Alfredo Nasser – 421 – ARAGUAÍNA-TO
CNPJ: 27.338.151/0011-82. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 29.504.689-9 ADAPEC/TO
CASA DO ADUBO S.A.
Rua Vilagran Cabrita, 922. CEP- 76900-047. JI Paraná/RO.
CNPJ: 28.138.113/0014-91. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 1366157 IDARON/RO
CASA DO ADUBO S.A.
Rod. BR010, 1343. CEP- 65903-140. Imperatriz/MA.
CNPJ: 28.138.113/0030-01. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 12.628.447-4 AGED/MA
CASA DO ADUBO S.A.
Av. Antônio Mário de Azevedo, 21279. CEP- 28630-590. Nova Friburgo/RJ.
CNPJ: 28.138.113/0015-72. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 34 SEAPPA/RJ
CASA DO ADUBO S.A.
Av. Marechal Castelo Branco, 424. CEP- 45995-000. Teixeira de Freitas/BA.
CNPJ: 28.138.113/0011-49. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 17598 ADAB/BA
CASA DO ADUBO S.A.
Av. Fernando Correa da Costa, 3010, Jardim Shangri-la – Cuiabá/MT
CNPJ: 28.138.113/0007-62. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 34337 INDEA/MT
CASA DO ADUBO S.A.
Rua Antônio Moreno Perez, 554 – Mogi Mirim/SP
CNPJ: 28.138.113/0044-07. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 4454 CDA/SP
CASA DO ADUBO S.A.
Av. Bernardo Sayão – 1619 – Manoel Gomes da Cunha – Araguaína/TO
CNPJ: 28.138.113/0032-73. Nº do registro do estabelecimento no Estado: 01/0150 ADAPEC/TO




                                      Nº do lote ou da partida:
                                          Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
                                         Data de vencimento:

 ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
                                           PODER.
          É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                      É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.


                                                Produto Importado

    CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
  CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO AO

                                                 MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: azul intenso




          REV20250205
  MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

  INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:

  SUPERMIX é um herbicida seletivo de ação sistêmica e residual do grupo químico das Triazinas, indicado para pulverização na
  cultura do milho, podendo ser aplicado antes ou após a emergência da cultura e das plantas infestantes.

  CULTURAS:

  SUPERMIX é indicado para o controle de plantas infestantes nas doses e culturas abaixo indicadas:


                      PLANTAS INFESTANTES
                                                                      DOSE DO                          VOLUME DE CALDA
  CULTURAS
                            NOME COMUM                                PRODUTO COMERCIAL                           (L/ha)
                          (NOME CIENTÍFICO)
               carrapichinho; carrapichorasteiro; maroto.
                        (Acanthospermum australe)
                            carrapicho-de-carneiro;
                 espinho-de carneiro; chifre- de-veado.
                       (Acanthospermum hispidum)
                   catinga-de-bode; erva-de-são- joão;
                                      menstrato
                            (Ageratum conyzoides)
                      apaqa-foqo;periquito; corrente.
                             (Alternanthera tenella)
                    bredo; caruru-branco; caruru-roxo
                            (Amaranthus hybridus)
                       fura-capa; picão; picão-preto
                                   (Bidens Pilosa)
                    capim-marmelada; capim-papuã;
                                  capim-são-paulo
                           (Brachiaria plantaginea)
                   marianinha; mata-brasil; trapoeraba
                         (Commelina benghalensis)
                      capim-colchão; capim-de-roça;
                                     capim-milhã
                             (Digitaria horizontalis)
                   capim-da-cidade; capim-de-pomar;                                             Aplicação terrestre:
                            capim-de-pé-de-galinha                                                170 a 200 L/ha
                                  (Eleusine indica)
Milho               bela-emilia; falsa-serralha; pincel               2 a 4 Kg/ha
                                (Emilia sonchifolia)                                             Aplicação Aérea:
                     amendoim-bravo; café-do-diabo;                                                   40 L/ha
                                   Flor-de-poetas
                           (Euphorbia heterophylla)
                         botão-de-ouro; fazendeiro;
                                    picão branco
                              (Galinsoga parviflora)
                   Campanhia; corda-de-viola; corriola
                              (Ipomoea grandifolia)
                 cha-de-frade; cordão-de-são-francisco;
                                     erva-macaé
                               (Leonurus sibiricus)
                        beldroega; bredo-de-porco;
                                    ora-pro-nobis
                               (Portulaca oleracea)
                          Nabiça; nabo; nabo-bravo
                          (Raphanus raphanistrum)
                  poaia; poaia-branca; poaia-do-campo
                            (Richardia brasiliensis)
                      guanxuma; mata-pasto; relóqio
                                 (Sida rhombifolia)
               erva-de-bicho; erva-moura; maria-pretinha
                            (Solanum americanum)
                                        Trigo
                                (Triticum aestivum)
            REV20250205
                 carrapichinho; carrapichinho-rasteiro;
                                maroto
                      (Acanthospermum australe)
                carrapicho-de-carneiro; chifre-de-veado;
                          espinho-de-carneiro
                     (Acanthospermum hispidum)
                    Apaga-fogo; corrente; periquito
                       (Alternanthera tenella)

                  marianinha; mata-brasil; trapoeraba
                      (Commelina benghalensis)

                    capim-colchão; capim-de-roça;
                             capim-milhã
                        (Digitaria horizontalis)

                  capim-da-cidade; capim-de-pomar;
                       capim-de-pé-de-galinha
                          (Eleusine indica)
                      bela-emilia; falsa-serralha;
                                 pincel
                          (Emilia sonchifolia)
                    amendoim-bravo; café-do-diabo;
                            Flor-de-poetas
                       (Euphorbia heterophylla)
                                                                                                  Aplicação terrestre:
                       botão-de-ouro; fazendeiro;                                                   170 a 200 L/ha
Milho                        picão branco                              2 a 4 Kg/ha
S.P.D                    (Galinsoga parviflora)
                                                                                                   Aplicação Aérea:
                                                                                                        40 L/ha
                  Campanhia; corda-de-viola; corriola
                       (Ipomoea grandifolia)

                cha-de-frade; cordão-de-são-francisco;
                              erva-macaé
                         (Leonurus sibiricus)


                       Nabiça; nabo; nabo-bravo
                       (Raphanus raphanistrum)

                 poaia; poaia-branca; poaia-do-campo
                        (Richardia brasiliensis)


                    guanxuma; mata-pasto; relóqio
                         (Sida rhombifolia)


                      erva-de-bicho; erva-moura;
                            maria-pretinha
                        (Solanum americanum)



                                  Trigo
                          (Triticum aestivum)



  Quando aplicar em pré-emergência da cultura e das plantas infestantes, as doses deverão estar de acordo com o tipo de solo,
  teor de matéria orgânica e tipo de cultivo, se no sistema convencional com preparo do solo ou se no sistema de plantio direto,
  conforme quadro acima.


            REV20250205
Para o bom funcionamento do SUPERMIX, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar
bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a
profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação.

No sistema de plantio direto (S.P.D), deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas
dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho.

O SUPERMIX foi desenvolvido a campo, em diversas regiões, em vários tipos de solo e com grande diversidade de plantas
infestantes. Os resultados mostraram que as doses indicadas de 2,0 a 4,0Kg/ha sempre ofereceram controles eficientes e as
diferentes doses estão em função do tipo de solo, se arenoso, arena-argiloso ou argiloso; do teor de matéria orgânica, se baixo
em torno de 1 ,0% ou alto em torno de 3,0%; da densidade das plantas infestantes se baixa, considerando populações em
torno de 1 5 plantas de 1 5 plantas/m2, populações médias em torno de 50 plantas/m2 ou altas densidades, as quais são
superiores a 50 plantas/ m2, fatores esses que contribuem para o maior ou menor efeito residual do produto.

Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo
de espécie presente na área.

Para as aplicações em pós-emergência é indispensável a adição de óleo vegetal a 1 ,0Uha.

Quando aplicar na pós-emergência, sempre observar o estádio recomendado das plantas infestantes na área, observando se
as plantas não estão estressadas por estiagens prolongadas, realizando-se as aplicações nos períodos em que a temperatura
do ar seja no máximo 29ºC, umidade relativa do ar mínima de 64% e velocidade dos ventos de no máximo 4,0 Km/hora.
No entanto, para obtenção dos melhores resultados tanto em pré ou pós-emergência há mais fatores a serem considerados,
tais como: os tipos de espécies, onde algumas são extremamente sensíveis, ouras mais tolerantes, da profundidade de
germinação, onde algumas germinam em camadas superficiais e outras em camadas mais profundas, das épocas mais
apropriadas para a germinação de cada espécie, em condições climáticas, densidade populacional das espécies.

E sempre é recomendável, a realização de um diagnóstico quanto aos itens citados, para melhor adaptar as doses e as
melhores condições de aplicação. Nos casos de mais informações, consultar a empresa registrante ou o Engenheiro Agrônomo
responsável.


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

O SUPERMIX deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura do milho, podendo ser realizada uma aplicação em
pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura, no sistema de plantio convencional com preparo do solo ou no
sistema de plantio direto após a dessecação da vegetação existente.

MODO DE APLICAÇÃO:

APLICAÇÃO TERRESTRE:

O SUPERMIX pode ser aplicado via terrestre através de pulverizador tratorizado de barras, equipados com pontas do tipo jato
em leque plano das séries 1 1 0.02 a 1 1 0.04, volumes de 170 a 200 L/ha, ou pulverizador costal manual, conforme
informações disponibilizadas pelos fabricantes dos equipamentos de pulverização.

APLICAÇÃO AÉREA:

O SUPERMIX pode ser aplicado via área através de aeronaves do tipo Air Tractor AT 401 8, equipada com barra contendo 42
pontas do tipo Spraying Systems D 8, core 46, faixa de aplicação em 22,0 m, pressão de 200 kilopascal, proporcionando um
volume de 40 L/ha de calda, densidade de 40 gotas/cm2 e com diâmetro superior a 400 micra.

Parâmetros básicos para a aplicação aérea do herbicida SUPERMIX

Época de Aplicação: Pré-emergência
Volume de Calda: 40L/ha
Cobertura (Gotas/cm2): 40
Faixa de aplicação: 22,0 m

Obs.: Em aplicação aérea o produto SUPERMIX pode ser aplicado somente para controle de Brachiaria plantaginea, Bidens
pilosa, Acanthospermun hispidum e Ipomoea grandifolia, em pré-emergência (somente no plantio convencional) ou em pós-
emergência (no plantio direto e convencional).

- Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da
Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e
municipal.



          REV20250205
Preparo da Calda:

SUPERMIX deve ser adicionado ao pulverizador quando este estiver com % de sua capacidade com água limpa. Ao adicionar
a quantidade recomendada do produto, manter a calda em constante agitação, e após adicionar o produto, completar o volume
do tanque do pulverizador com água, mantendo-a sempre em agitação.
No caso da utilização de óleos vegetal 11s nas aplicações pós-emergentes, no preparo da calda proceder da seguinte maneira:
• Encher aproximadamente 3/4 do volume do tanque com água e ligar o sistema de agitação;
. Adicionar o adjuvante e esperar até que haja a perfeita homogeneização;
• Em seguida, colocar a quantidade pré-determinada do herbicida e terminar de completar o volume do tanque com água,
mantendo-se a agitação.

Lavagem do equipamento de aplicação:

Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado.
Imediatamente após a aplicação, proceder a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de
depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos.
O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.

1 . Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas
mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material
resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra
e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de
pulverização por 1 5 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área
tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100
litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa.
Circule pelo sistema de pulverização por 1 5 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores.
Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as
medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de
plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

Gerenciamento de deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de
água, criações e áreas de preservação ambiental.
Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização
(Independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes
para evitar a deriva) e as condições meterológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do
aplicador.

Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais:
Volume: Use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades
práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a
penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés
de aumentar a pressão.
Tipo de ponta: Use o modelo de ponta apropriado para tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de
aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, inseto de desgaste e vazamentos.


Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível ara dar uma boa
cobertura e controle, ou seja de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de
desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da
deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas diâmetro maior reduz o potencial de deriva, mas não previne se as
aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.

Temperatura e Umidade:
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.


          REV20250205
    Inversão Térmica:
    O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do
    ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento
    lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são
    comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao por do sol e
    frequentemente continuam ate a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do
    solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da
    fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento
    lateral indica a presença de uma inversão térmica, enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com
    movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.


    INTERVALO DE SEGURANÇA:

    Culturas           Intervalo de Segurança (dias)
               Milho                          N.D
    N.D: Não determinado devido a modalidade de emprego.


    CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
    Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto:
    • Temperatura ambiente igual ou inferior a 30ºC.
    • Umidade relativa do ar acima de 50%.
    • Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h – não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS ou ausência de ventos.
    Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa
    e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.

    INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
    Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual (EPI) por um período mínimo de
    aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade de reentrar nas
    lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPIs recomendados.

    LIMITAÇÕES DE USO:

•   Uso exclusivo para a cultura de milho.
•   Fitotoxicidade para a cultura registrada: ausente se aplicado de acordo com as recomendações.
•   Não aplicar em pós-emergência se as plantas infestantes estiverem em condições de estresse por longo período de
    estiagem.
•   A ocorrência de chuvas normais nas 2 primeiras semanas após a aplicação é benéfica para o bom funcionamento do
    produto, porém precipitações excessivas nesse período poderão vir a comprometer na atividade residual do herbicida.
•   Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 64%.
•   Não aplicar com ventos superiores a 4,0 Km/h para não promover deriva para regiões vizinhas.
•   Verificar no momento da aplicação em pré ou pós-emergência a velocidade dos ventos e a presença de cultivos sensíveis
    que não sejam o milho.

    AVISO AO USUÁRIO:
    O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações da bula/rótulo. A RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS
    LTDA. não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado
    especificamente na bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados
    ao uso não recomendado.

    INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
    VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

    INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
    Vide Modo de Aplicação.

    DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
    VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

    INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM,
    REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
    VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

    INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
    PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
    VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

               REV20250205
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o
aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do
produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas
com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo alvo, quando
apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de
resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas
daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
www.sbcpd.org ), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-
br.org ), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br ).
                      GRUPO                                    C1                              HERBICIDA
                      GRUPO                                    C1                              HERBICIDA
O produto herbicida SUPERMIX é composto por ATRAZINA e SIMAZINA, que apresenta mecanismos de ação dos
inibidores do fotossístema II, pertencentes ao Grupo C1, segundoclassificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à
Resistência de Herbicidas), respectivamente.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas
e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de
controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico
(monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle
químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.

                    MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA


                            DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
                            ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
                                         PRODUTO PERIGOSO.
                      USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de
animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
crianças e de animais.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas,
máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza,
conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Produto irritante severo para os olhos.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, avental impermeável, botas
de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3
quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar névoa.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
          REV20250205
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado
o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições
climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara
com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário), óculos
de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

• PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do
período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do
término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante
a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a
aplicação.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance
de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
óculos, botas, macacão, luvas e máscara.



                                                                            Pode ser nocivo se ingerido




                                                                      Pode ser nocivo em contato com a pele
                                  ATENÇÃO




                                                                            Pode ser nocivo se inalado




PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula,
folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
OLHOS: ATENÇÃO: PRODUTO IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo
menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a
pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.




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                               - INTOXICAÇÕES POR SUPERMIX -
                                    INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico          Triazinas
Classe toxicológica    CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição      Oral, dérmica, ocular e inalatória
                       Em animais, os principais metabólitos u rinários da atrazina e simazina foram: 2-cloro-4-
                       amino-6 (etilamino)-S_triazina, 2-cloro4-amino-6-(isopropilamino)-S-triazina e 2-cloro-4,6-
                       diamino-s-triazina.
                      A atrazina é metabolizada a seus derivados mono-dealquilados e a atrazina d i-dealquilada
                      em humanos e animais. Ela é excretada como derivados alquilados e derivados de ácido
                      mercaptúricos primariamente na urina, sendo as fezes uma via menor de excreção.
Toxicocinética        Num estudo de absorção dérmica, 1 O voluntários humanos foram expostos a uma dose
                      simples tópica de 0, 1 667 mg (dose baixa) e 1 ,9751 (dose alta) de atrazina marcada com C
                      1 4. A maioria (91 , 1 -95, 5%) da dose não absorvida foi detectada e amostras obtidas pela
                      lavagem da pele 24 horas após a administração da dose. Após 1 68 horas, apenas 5,6% da
                      dose foi a bsorvida e excretada na urina e fezes do grupo da dose baixa e apenas 1 ,2% no
                      grupo da dose elevada. Em ambos os grupos, o pico de eliminação urinária ocorreu em 24-48
                      horas e o de fecal ocorreu em 48-72 horas.
                      O aminotriazol tem mostrado ser bociogénico em várias espécies de animais.
                      O aminotriazol reduz a captação tiroideana de iodo e inibe a atividade da peroxidase
Mecanismos de         tireoidiana. A redução dos hormônios tireoideanos induz a um estímulo h ipotalâmico da
toxicidade            hipófise mediado pelo TSH. Esta estimulação prolongada parece ser responsável pela
                      indução de câncer tireoidiano em an imais tratados com altas doses de aminotriazol.
                      A toxicidade sistémica aguda costuma não ocorrer até que grandes q uantidades tenham sido
                      ingeridas. Não há dados publicados de toxicidade sistémica aguda em humanos e, apenas
                      em doses elevadas, outros mamíferos apresentaram sintomas de neurotoxicidade
                      (incoordenação
                      motora, paralisia dos membros, alterações respiratórias).
                      Ingestão: náusea, vômito, diarréia, dor abdominal e sensação de queimação na boca. A
Sintomas e sinais
                      aspiração de produtos contendo solventes orgânicos pode causar ataxia, anorexia, dispneia e
clínicos
                      espasmos musculares; sintomas estes relatados em estudos em animais.
                      Inalação: Pode ocorrer irritação pela inalação de pós finos e algumas formulações podem
                      conter solventes orgân icos.
                      Pele: Embora os herbicidas triazínicos pareçam não ser irritantes, há alguns relatos de
                      dermatites de contato na literatura.
                      Olhos: Os herbicidas triazínicos podem causar irritações oculares.
                       Histórico de exposição a herbicidas triazínicos e irritação gastrintestinal são suficiente para o
Diagnóstico           diagnostico.

                      Se o produto tiver sido ingerido em grande quantidade, lavagem gástrica deve ser realizada
                      (exceto quando o paciente estiver vomitando) seguida de administração de 50g de carvão
                      ativado. Em crianças 1 g/Kg de carvão ativado. Caso haja contato com a pele, esta deve ser
Tratamento
                      lavada com água e sabão neutro. Se o composto entrou em contato com os olhos, estes
                      devem
                      ser lavados com água corrente em abundância. Em caso de colapso, respiração artificial deve
                      ser introd uzida. Tratamento sintomático e de suporte:
                      Inalação: Remova o intoxicado para um local arejado. Administre oxigênio se necessário.
                      Pele: Lave com quantidade copiosa de água.
                      Olhos: lave com corrente ou salina durante 1 5 a 20 minutos.
                      A indução de vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração pulmonar e de
Contraindicações      pneumonite química.

                      Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue
                      para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                      Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                      (RENACIAT/ANVISA/MS)
                      As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Atenção               Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação
                      (SINAN/MS)
                      Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
                      Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450
                      Endereço Eletrônico da Empresa: http://www.rainbowagro.com.br
                      Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@rainbowagro.com




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Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Atrazina: é rapidamente absorvida pelo trato gastrointestinal. Quando uma dose única de 0,53 mg de atrazina foi
administrada a ratos por gavagem, 20% dessa dose foi excretada pelas fezes, em 72 horas. O restante, 80% da dose
administrada foi absorvida pela corrente sanguínea. Depois de 72 horas, 65% foi eliminado pela urina e 1 5% ficou retido no
tecido corporal, principalmente no fígado, rins e pulmões.
Simazina: estudos com ratos, cabras e carneiros revelaram que 60 a 70% da dose ingerida pode ser absorvida pelo trato
gastrointestinal, com aproximadamente 5 a 1 0% de distribuição sistemática pelos tecidos. O restante é eliminado via urina
com 24 horas.
Distribuição foi liberada pelos níveis de detecção em hemácias, fígado, rins, gordura, esqueleto e plasma. Quando vacas
foram alimentadas com 5 ppm por 3 dias, simazina não foi encontrada no leite destes animais durante os 3 dias que
seguiram. Relatou-se que resíduos de simazina estão presentes na urina de carneiros, 1 2 dias após a administração de
dose oral única. A concentração máxima na urina ocorreu de 2 a 6 dias após a administração.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
• DL50 oral em ratos: > 2000 mg/Kg p.c.
• DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/Kg p.c.
• CL50 inalatória em ratos (4h) = Não determinado nas condições do teste.
• Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Os animais quando expostos ao produto apresentaram sinais clínicos de
toxicidade leve como eritema entre 1 e 48 horas após a exposição. Todos os sinais de irritação voltaram a normalidade em
até 72 horas após a exposição.
• Corrosão/Irritação ocular em Coelhos: A substância-teste aplicada no olho não produziu sinais clínicos de toxicidade.
• Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante.
• Mutagenicidade: Resultados obtidos no Teste de Ames (ensaio mutagênico em células procariontes de Salmonella
enterica serovar Typhimurium) conduzido com a substância teste SUPERMIX indicam que a mesma não apresenta
potencial de atividade mutagênica para as cepas estudadas.
Um teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos foi conduzido para avaliar o potencial mutagênico da
substância teste SUPERMIX para células eucarióticas e os resultados indicam que a substância não apresentou atividade
mutagênica em camundongos.

Efeitos crônicos:

Efeitos crônicos da atrazina: 40% dos ratos que receberam 20 mg de atrazina/ Kg p.c/dia via oral, durante 6 meses,
morreram com sinais de sofrimento respiratório e paralisia dos membros do corpo. Alterações estruturais e químicas forma
observadas no cérebro, coração, fígado, pulmões, rins, ovários e órgão endócrinos. Ratos alimentados com 5 ou 25 mg de
atrazina/Kg p.c/dia por 6 meses, apresentou retardo no crescimento. Em um estudo de cães, por 2 anos com 7,5 mg de
atrazina /Kg p.c/dia, causou diminuição na ingestão de alimentos e aumento no peso do coração e do fígado. Com a
administração de 75 mg de atrazina/Kg p.c/dia, observou-se diminuição na ingestão de alimentos e ganho no peso,
aumento do peso adrenal, diminuição na contagem de células sanguíneas e tremores ocasionais.

Efeitos crônicos da simazina: por meio do estudo de 90 dias em ratos observou-se que a substância produziu toxicidade
para os rins na dose de 1 50 mg de simazina/ Kg p.c/dia. No estudo de 2 anos com ratos alimentados com 15 mg de
simazina/ Kg p.c/dia, verificou-se que as células do fígado degeneraram, durante os 3 primeiros dias, mas esta condição foi
reversível, pois o fígado adaptou-se e metabolizou a substância administrada. Outros efeitos observados incluíram
tremores, danos aos testículos, rins, fígado e tireóide, distúrbios na produção de espermatozoides e mutação gênica.
Simazina parece não provocar efeitos reprodutivos em humanos; parece não ser teratogênica; é considerada não
mutagênica ou fracamente mutagênica. Quanto aos efeitos carcinogênicos, a simazina não foi tumorogênica para
camundongos que receberam a dose máxima tolerável de 215 mg/Kg/dia pelo período de 1 8 meses em outros estudos,
doses baixas de simazina- 5mg /Kg/dia produziram excesso de tumores (tireóide e mamário) em ratas; por causa da
inconsistência dos dados, não é possível determinar o potencial carcinogênico da simazina.




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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
■ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da
água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de
povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de
produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas
Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Rainbow Defensivos Agrícolas LTDA. - telefones de emergência:
(11) 3526-3526 e SUATRANS - CECOE: 0800 117 2020.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e
máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água.
Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em
recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um
recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais
próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de cCO2, pó químico, etc., ficando a favor do vento para
evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar u􀆟lizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção
Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30
segundos;
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- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de
pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de
água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em
caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado,
ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente u􀆟lizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, ser
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos rações, animais e
pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao
abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABN T), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de
Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente u􀆟lizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado,
ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa
Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
          REV20250205
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E
RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone
indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com
câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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