Super Suppress
Biorisk - Assessoria e Comércio de Produtos Agrícolas Ltda.
Herbicida
flumioxazina (ciclohexenodicarboximida) (480 g/L)
Informações
Número de Registro
04025
Marca Comercial
Super Suppress
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
flumioxazina (ciclohexenodicarboximida) (480 g/L)
Titular de Registro
Biorisk - Assessoria e Comércio de Produtos Agrícolas Ltda.
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Algodão
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Algodão
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Batata
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Batata
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Batata
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Batata
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Batata
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Café
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cebola
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cebola
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cebola
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cebola
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Cebola
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Citros
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Citros
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Citros
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Citros
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Eucalipto
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Eucalipto
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Eucalipto
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Eucalipto
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Eucalipto
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Eucalipto
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Eucalipto
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Eucalipto
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Eucalipto
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Eucalipto
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Feijão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Feijão
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Feijão
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Pinus
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Pinus
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Pinus
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Pinus
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Pinus
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Pinus
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Pinus
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Pinus
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Pinus
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pinus
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Conteúdo da Bula
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SUPER SUPPRESS
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 04025
COMPOSIÇÃO:
N-(7-fluoro-3,4-dihydro-3-oxo-4-prop-2-ynyl-2H-1,4-benzoxazin-6-yl)cyclohex-1-ene-1,2- dicarboxamide
(FLUMIOXAZINA)..............................................................................................................................480g/L (48% m/v)
Outros ingredientes.........................................................................................................................520g/L (52% m/v)
GRUPO E HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo de ação não sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Ciclohexenodicarboximida
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
LONGWIND CROPSCIENCE BRAZIL LTDA.
Endereço: Rua dos Andradas, 1091 - Conj. 105 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS - CEP: 90020-015 - Telefone: (51)
3093-2100 - CNPJ: 56.239.481/0001-47 - Registro na Secretaria de Agricultura - DISA/DDA/SEAPA/RS nº 55/25
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Flumioxazin Técnico YN (Registro MAPA sob n° TC17022)
Yifan Biotechnology Group Co., Ltd
No. 555 Changan Road, Yaoxi Subdistrict, Longwan District, Wenzhou City, Zhejiang, China.
Flumioxazin Técnico Lier (Registro MAPA sob n° TC01522)
LIER CHEMICAL CO., LTD.
Economic and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan Province - 621000 – China.
FORMULADOR:
Jiangsu Yunfan Chemical Co., Ltd
No.168, Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industrial Park, Qidong City, Jiangsu, China.
Yifan Biotechnology Group Co., Ltd
No. 555, Chanan Road, Yaoxi subdistrict, Logwan district, Wenzhou City, Zhejiang, China.
Ningxia Yifan Biotechnology Co. Ltd
No. 006, Guangfu Road, New Chemical Material Park, Ningdong Energy Chemical Industry Base, Ningxia, China
Lier Cropscience Co., Ltd.
No. 329 South Mianzhou Avenue, Mianyang, Sichuan, P. R. China 621000.
Zhejiang Zhongshan Chemical Industry Group Co., Ltd.
Zhongshan, Xiaopu, Changxing, Zhejiang Province, 313116 - China.
MANIPULADOR:
PRENTISS QUIMICA LTDA
Rodovia PR 423 S/N, km 24,5 CEP: 83603-000,Campo Largo - PR CNPJ: 00729.422/0001-00
Certificado de Registro nº 002669
N° do Lote e partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. É
OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira (Dispor desse termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art.
4º e 273º do Decreto nº 7212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE IV - PRODUTO
POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
SUPER SUPPRESS é um herbicida seletivo de ação de contato, pertence ao grupo químico das
Ciclohexenodicarboximida (inibidores de PROTOX).
SUPER SUPPRESS é recomendado para aplicação em pré-emergência das plantas infestantes na
semeadura da cultura da Soja, em condições de plantio direto ou solo preparado.
SUPER SUPPRESS também pode ser utilizado no manejo outonal de plantas infestantes, logo
após a colheita da cultura de verão, diminuindo o banco de sementes no solo e auxiliando o manejo
de plantas infestantes.
SUPER SUPPRESS é um herbicida seletivo, não sistêmico para aplicação em pré e pós-
emergência, destinado ao controle de plantas infestantes nas culturas de Algodão, Batata, Café,
Cana-de-açúcar, Cebola, Citros, Espécies Florestais (Eucalipto e Pinus), Feijão, Milho e Soja em
solo leve, médio e pesado.
1. Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes, antes do plantio da cultura:
Dessecação das plantas infestantes em manejo para plantio direto:
Volume de calda Número
Plantas infestantes
Dose (mL (L/ha) máximo
Cultura Nome comum
p.c./ha) Terrestre Aérea de
(Nome científico)
aplicação
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Erva-quente (Spermacoce
latifolia)
Poaia-branca (Richardia
Algodão brasiliensis) 52,1 150 a 200 30 a 40 1
Picão-preto (Bidens pilosa)
Trapoeraba (Commelina
benghalensis)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Feijão Poaia-branca (Richardia 52,1 150 a 200 30 a 40 1
brasiliensis)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Picão-branco (Galinsoga
parviflora)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Milho Poaia-branca (Richardia 52,1 ~ 83,3 150 a 200 30 a 40 1
brasiliensis)
Trapoeraba (Commelina
benghalensis)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Soja Trapoeraba (Commelina 41,7 ~ 104,2 150 a 200 30 a 40 1
benghalensis)
mL p.c./ha = mililitros do produto comercial por hectare
Nota: É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v.
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1.1. Época e número de aplicações:
Algodão, Feijão, Milho e Soja: Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas infestantes,
no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas
infestantes), sempre antes da semeadura. As plantas infestantes devem estar no estádio de 2 a 6
folhas. Em áreas com histórico de alta quantidade de plantas infestantes, fazer a dessecação
antecipada com aplicação de herbicida dessecante registrado para a cultura, anteriormente à
aplicação de SUPER SUPPRESS. O intervalo entre a aplicação de SUPER SUPPRESS e o plantio
da cultura deve ser de 1 (um) dia para as culturas Feijão, Milho e Soja; e 7 (sete) dias para a cultura
do Algodão. O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitotoxicidade. Nas doses mais
altas SUPER SUPPRESS apresenta efeito residual para o controle das plantas infestantes.
1.2. Equipamentos e modo de aplicação:
Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do SUPER SUPPRESS em
um tanque auxiliar contendo água limpa. Em seguida, encher o reservatório do pulverizador até a
metade da capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador e
completar com água limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento. É essencial a
adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v. Aplicar com pulverizador costal
manual, pulverizador tratorizado, munido de bicos adequados, procurando dar cobertura uniforme
em todas as partes das plantas infestantes, mantendo sempre o sistema de agitação do
pulverizador em funcionamento durante a aplicação. Deve-se utilizar de 150 a 200 litros de volume
de calda/ha. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 27ºC e
umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação. Para
pulverização via aérea utilizar barra/bico ou atomizador rotativo Micronair, com volume de aplicação
entre 30 - 40 L/ha de calda/ha. A altura do voo com barra deve ser de 2 a 3 m acima da cultura e
com micronair entre 3 a 4 m acima da cultura. A largura da faixa de deposição efetiva com barra de
15 m e com micronair de 18 a 20 m. O tamanho/densidade de gotas deve alcançar 100 a 200
micras, com mínimo de 20 a 30 gotas/cm2 . No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 a D12,
Discos (Core inferior a 45°). No caso do Micronair, o número de atomizadores pode variar conforme
o tipo do equipamento (AU 3000 ou AU 5000 ou outro) e tipo da aeronave. Para o ajuste da unidade
restritora variável (VRU), pressão e ângulo das pás, seguir a tabela sugerida pela fabricante. O
sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante
toda aplicação.
1.3. Limitações de uso:
Evitar o uso do SUPER SUPPRESS em condições de seca (plantas com deficiência hídrica).
2. Aplicação em pós-emergência com jato dirigido na cultura do Algodão:
Plantas infestantes Dose Volume de Número
Cultura Nome comum (mL p.c./ha) calda máximo de
(Nome científico) (L/ha) aplicação
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Erva-quente (Spermacoce
latifolia)
41,7 ~ 62,5 150 a 200 1
Algodão Picão-preto (Bidens pilosa)
Trapoeraba (Commelina
benghalensis)
Nota 1: Deve-se adicionar óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v.
Nota 2: Para plantas infestantes em estádio de crescimento mais avançado recomenda-se a dose maior.
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==
2.1. Época e Número de Aplicações:
Algodão: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas da cultura, quando o algodão estiver com 45 ou
mais dias de germinação e as plantas infestantes entre 2 a 6 folhas. Recomenda-se a dose maior
para plantas infestantes em estádio de crescimento mais avançado. Deve-se evitar que o produto
atinja as folhas das culturas, utilizando asas protetoras para evitar a deriva de calda sobre as folhas
do algodoeiro.
2.2. Equipamentos e modo de aplicação:
Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do SUPER SUPPRESS em
um tanque auxiliar contendo água limpa. Em seguida, encher o reservatório do pulverizador até a
metade da capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador, e
completar com água limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento. Aplicar com
pulverizador costal manual ou pulverizador tratorizado munido de bicos de jato Leque da série 110
ou TK, com jato dirigido para as plantas infestantes nas entre linhas de cultivo, procurando dar
cobertura uniforme, mantendo sempre o sistema de agitação do pulverizador em funcionamento.
Deve-se evitar que o produto atinja as folhas da cultura do algodão. Utilizar de 150 a 200 litros de
volume de calda/ha para o algodão. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura
acima de 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e
evaporação.
2.3. Limitações de uso:
Evitar o uso do SUPER SUPPRESS em condições de seca (plantas com deficiência hídrica).
3. Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas: Dessecação de limpeza em pomares:
Plantas infestantes Número
Cultura Dose (mL Volume de
Nome comum máximo de
p.c./ha) calda (L/ha)
(Nome científico) aplicação
Leiteira (Euphorbia heterophylla)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Café Trapoeraba (Commelina 52,1 150 a 200 1
benghalensis)
Leiteira (Euphorbia heterophylla)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Citros Trapoeraba (Commelina 52,1 150 a 200 1
benghalensis)
Nota: É imprescindível a adição do óleo mineral à calda na dose de 0,5% v/v do produto comercial para
o bom funcionamento do produto.
3.1. Época e Número de Aplicações:
Café e Citros: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas da cultura, quando as plantas daninhas
estiverem com 2 ~ 6 folhas.
3.2. Equipamentos e modo de aplicação:
Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do SUPER SUPPRESS em
um tanque auxiliar contendo água limpa. Em seguida, encher o reservatório do pulverizador até a
metade da capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador, e
completar com água limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento. É
imprescindível a adição do óleo mineral à calda na dose de 0,5% v/v do produto comercial para o
bom funcionamento do produto. Aplicar com pulverizador costal manual ou pulverizador tratorizado
munido de bicos de jato Leque da série 110 ou TK, com jato dirigido para as plantas infestantes
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nas entre linhas de cultivo, procurando dar cobertura uniforme, mantendo sempre o sistema de
agitação do pulverizador em funcionamento. Utilizar de 150 a 200 litros de volume de calda/ha.
Deve-se evitar que o produto atinja as folhas das culturas, utilizando barras laterais com asas
protetoras para evitar deriva de calda sobre as culturas. Aplicar nos horários mais frescos do dia,
evitando temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir as
perdas por deriva e evaporação.
3.3. Limitações de uso:
Evitar o uso do SUPER SUPPRESS em condições de seca (plantas com deficiência hídrica).
4. Aplicação na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas infestantes:
Plantas infestantes Dose Volume Número
Cultura Nome comum (mL p.c./ha) de calda máximo de
(Nome científico) (L/ha) aplicação
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Batata Joá-de-capote (Nicandra 52,1 ~ 72,9 150 a 200 1
physaloides)
Maria-pretinha (Solanum
americanum)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Cana-de- Picão-preto (Bidens pilosa)
açúcar Poaia-branca (Richardia 156,3 ~ 260,4 150 a 200 1
brasiliensis)
Capim-colchão (Digitaria horizontallis)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) 104,2 150 a 200 1
Soja
Picão-preto (Bidens pilosa)
Nota 1: Para Picão-preto (Bidens pilosa) e Corda-de- viola (Ipomoea grandifolia), recomenda- se fazer
aplicação em condições de baixa infestação.
Nota 2: Na cultura da Cana-de-Açúcar, usar as menores doses em solos areno-argilosos (médios) e as doses
maiores em solos argilosos (pesados).
Nota 3: Na cultura da Batata utilizar o produto somente em solos areno-argilosos (médios).
4.1. Época e número de aplicações:
Batata: Fazer 1 (uma) aplicação logo após a semeadura, podendo se estender até 2 dias após
plantio, antes da emergência das culturas e das plantas infestantes.
Cana-de-açúcar: SUPER SUPPRESS deve ser aplicado no solo, na pré-emergência das plantas
infestantes e da cultura (cana-planta ou soca). A utilização de doses crescentes, até a máxima dose
recomendada, proporcionará maior período residual no controle das plantas infestantes.
Soja: SUPER SUPPRESS deve ser aplicado no solo, próximo à semeadura da soja, na pré-
emergência da cultura e das plantas infestantes. A utilização de doses crescentes, até a máxima
dose recomendada, proporcionará maior período residual no controle das plantas infestantes.
4.2. Equipamentos e modo de aplicação:
Batata, Cana-de-açúcar e Soja: Fazer pulverização sobre solo uniformemente preparado, sem
torrões e livre de cobertura vegetal. Aplicar com pulverizador costal manual ou pulverizador
tratorizado munido de bicos de jato Leque da série 110 ou TK que produzam gotas de diâmetro
médio volumétrico entre 350 a 800 micras. É importante que se consiga uma cobertura uniforme
do solo, mantendo sempre o sistema de agitação do pulverizador em funcionamento. Utilizar de
150 a 200 litros de volume de calda. Não sobrepor as faixas de aplicação.
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4.3. Limitações de uso:
Não há desde que seguidas as recomendações de uso.
4.4. Fitotoxicidade:
Cana-de-açúcar e Soja: Quando a aplicação é realizada em pré-emergência total da cultura, não
ocorre fitotoxicidade.
Batata: Dependendo da variedade, poderão ocorrer sintomas iniciais de fitotoxicidade, que
desaparecem rapidamente sem prejudicar a produtividade. Não utilizar adjuvantes na calda de
aplicação.
5. Aplicação na pré-emergência das plantas infestantes e pós-emergência das culturas:
Plantas infestantes Dose Volume de Número
Cultura Nome comum (mL p.c./ha) calda (L/ha) máximo de
(Nome científico) aplicação
Fedegoso (Senna obtusifolia)
Nabiça (Raphanus raphanistrum)
Cebola Picão-branco (Galinsoga parviflora)
125,0 ~ 187,5 150 a 200 1
Picão-preto (Bidens pilosa)
Trapoeraba (Commelina
benghalensis)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Corda-de-viola (Ipomoea
grandifolia) 166, 7 ~ 250,0 150 a 200 1
Citros Guanxuma (Sida rhombifolia)
Leiteira (Euphorbia
heterophyla)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Capim-colchão (Digitaria
horizontalis)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Caruru-roxo (Amaranthus hibridus)
Corda-de-viola (Ipomoea
grandifolia)
Espécies Fazendeiro (Galinsoga parviflora)
Florestais Guanxuma (Sida rhombifolia) 125,0 ~ 260,4 150 a 200 1
(Eucalipto e Leiteira (Euphorbia
Pinus) heterophylla)
Maria-pretinha (Solanum
americanum)
Nabiça (Raphanus
raphanistrum)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Nota 1: Aplicar SUPER SUPPRESS sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda de
pulverização.
Nota 2: Na cultura da Cebola utilizar o produto somente em solos areno-argilosos (médios) e argilosos
(pesados), sendo que para Fedegoso (Senna obtusifolia) e Nabiça (Raphanus raphanistrum) efetuar o
controle somente em solos areno-argilosos (médios).
Nota 3: Na cultura do Citros utilizar o produto somente em solos arenosos (leves) e argilosos (pesados),
sendo que para Beldroega (Portulaca oleracea) e Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) efetuar o controle
somente em solos arenosos (leves).
Nota 4: Nas espécies florestais (Eucalipto e Pinus) utilizar o produto somente em solos arenosos (leves),
sendo que para controle de Guanxuma (Sida rhombifolia), Leiteira (Euphorbia heterophylla) e Picão-preto
(Bidens pilosa) efetuar controle em solos arenosos (leves) e argilosos (pesados).
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5.1. Época e número de aplicações:
Cebola: Fazer 1 (uma) aplicação do SUPER SUPPRESS em solos médio e argilosos, dois a três
dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas infestantes. Não aplicar em
área de semeadura direta, somente em áreas de transplantio de mudas;
Citros: Fazer 1 (uma) aplicação do SUPER SUPPRESS em solo leves e pesados, quatro a oito dias
após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas infestantes;
Eucalipto: Fazer 1 (uma) aplicação do SUPER SUPPRESS, cinco a oito dias após o transplantio
das mudas, antes da emergência das plantas infestantes;
Pinus: Fazer 1 (uma) aplicação do SUPER SUPPRESS , um a seis dias após o transplantio das
mudas, antes da emergência das plantas infestantes.
5.2. Equipamentos e modo de aplicação:
Fazer pulverização via terrestre, sobre solo uniformemente preparado, sem torrões e livre de
cobertura vegetal. Para as culturas de Citros, Eucalipto e Pinus, a aplicação poderá ser feita em
faixas (somente nas linhas de plantio) ou em área total. Para o preparo da calda, inicialmente diluir
a quantidade necessária do SUPER SUPPRESS em um tanque auxiliar contendo água limpa. Em
seguida, encher o reservatório do pulverizador até a metade da capacidade do tanque. Adicionar a
solução preparada ao tanque do pulverizador, e completar com água limpa, mantendo o agitador
do pulverizador em funcionamento. Aplicar com pulverizador costal manual ou pulverizador
tratorizado munido de bicos de jato Leque da série 110 ou TK que produzam gotas de diâmetro
médio volumétrico entre 350 a 800 micras. É importante que se consiga uma cobertura uniforme
do solo, mantendo sempre o sistema de agitação do pulverizador em funcionamento. Utilizar de
150 a 200 litros de volume de calda/ha. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando
temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir as perdas por
deriva e evaporação.
5.3. Limitações de uso:
Quando a aplicação for realizada sobre as mudas transplantadas, NÃO adicionar qualquer tipo de
adjuvante ou óleo mineral nem outros produtos fitossanitários à calda de pulverização, evitando
danos às culturas. Consultar o fabricante ou engenheiro agrônomo, caso se deseje semear outros
cultivos nas entrelinhas do Citros (quando aplicação for feita em área total).
5.4. Fitotoxicidade:
Nas aplicações realizadas sobre as culturas já instaladas, poderá ocorrer leve fitotoxicidade inicial,
caracterizada por pontos necróticos nas folhas atingidas. Os sintomas desaparecem após algum
tempo não afetando o desenvolvimento nem a produtividade das culturas.
6. Manejo Outonal (aplicação na pré-emergência da planta daninha):
O controle de plantas infestantes em pré-emergência, durante o outono-inverno, é uma das
ferramentas que devem ser utilizadas para o manejo da resistência aos herbicidas pós-
emergentes, uma vez que o sucesso deste manejo está vinculado à diminuição do banco de
sementes das invasoras.
Manejo outonal em áreas Volume de calda (L/ha) Nº máximo
agricultáveis Doses de
(mL/ha) aplicações
Nome Nome Científico Terrestre Aérea
comum
Buva Conyza 125,0 150 a 200 -- 1
bonariensis
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6.1. Época e Número de aplicações:
Fazer 1 (uma) aplicação no outono-inverno, logo após a colheita da cultura precedente (Manejo Outonal).
Caso existam plantas infestantes emergidas, aplicar herbicida pós-emergente de ação total (seguir
recomendação do fabricante), de 2 a 3 dias antes da aplicação do SUPER SUPPRESS.
6.2. Equipamentos e Modo de aplicação:
Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual, utilizando bicos de jato leque que
produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 e 800 micra.
O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado, variando entre 150 e
200 L/ha.
É importante que se consiga uma cobertura uniforme da área aplicada. O sistema de agitação do
produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Aplicar
nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a
27°C e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando diminuir as perdas por deriva e evaporação.
6.3. Limitações de uso:
Após a aplicação de SUPER SUPPRESS, aguardar um período mínimo para o plantio das culturas
subsequentes, conforme tabela abaixo:
Culturas Período mínimo entre aplicação
e semeadura
Soja Sem restrição
Milho 1 dia
Algodão 21 dias
Girassol, Sorgo e Trigo 30 dias
Algodão: entre a aplicação de SUPER SUPPRESS e a semeadura deverá ter ocorrido precipitação
mínima de 25 mm.
6.4. Informações adicionais:
Seguindo todas as instruções de uso, este produto não afeta culturas subsequentes, podendo ser
incluído no manejo anual de plantas infestantes.
O sistema de agitação, no interior do tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento
durante toda aplicação.
Outras Restrições:
Compatibilidade: não se recomenda a mistura de SUPER SUPPRESS com produtos
alcalinos. Evitar o uso do SUPER SUPPRESS em condições de seca (plantas com deficiência
hídrica).
Seletividade:
Se respeitada as recomendações o produto é seletivo à cultura.
CUIDADOS NA LIMPEZA DO PULVERIZADOR:
Antes de aplicar SUPER SUPPRESS, verifique se todo o equipamento de aplicação está limpo e
bem cuidado.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir
que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Alguns
agrotóxicos são ativos em quantidades bastante pequenas, podendo causar danos quando
aplicados às culturas sensíveis.
Antes de aplicar o SUPER SUPPRESS, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções
do fabricante do último produto utilizado.
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Se dois ou mais produtos foram utilizados antes da aplicação do SUPER SUPPRESS, deve ser
seguido o procedimento de limpeza mais restritivo.
LIMPEZA/LAVAGEM DO PULVERIZADOR:
O pulverizador, incluindo o tanque, tanque de mistura, mangueira, filtros e bicos devem ser limpos
toda vez que for aplicado o SUPER SUPPRESS.
Imediatamente após o término da aplicação do SUPER SUPPRESS, seguir as seguintes etapas
para limpar o equipamento de pulverização (não deixar para fazer a limpeza no dia seguinte):
1. Drenar completamente o tanque de pulverização, lavar o pulverizador completamente, incluindo
a parte interior e exterior do reservatório e todos os acessórios em linha.
2. Encha o tanque com água limpa e adicione amônia caseira (com 3% de amônia) na proporção
de 1%, ou seja, 1 litro para cada 100 litros de água. Acionar o pulverizador para circular a solução
no pulverizador, incluindo as mangueiras e bicos durante 5 minutos.
Remova e limpe os bicos, filtros, difusores em um balde com solução de amônia caseira a 3%,
diluído a 1%.
3. Esvazie o tanque e encha novamente com água limpa. Agite a calda do tanque por no mínimo
15 minutos, passando por todas as mangueiras, filtros, difusores e bicos. Caso esteja usando
diafragmas na barra de pulverização, afrouxe os diafragmas antes de liberar o sistema de
agitação, permitindo que a solução de limpeza passe através do diafragma aberto.
Se os bicos de pulverização possuírem tampas, estas devem ser afrouxadas antes de liberar o
sistema de agitação, para permitir que a solução de limpeza passe através das tampas soltas.
Após drenagem do tanque, repetir as operações 2 e 3.
Encher o tanque com água limpa para enxaguar todo o equipamento pulverizador, incluindo
mangueiras, filtros, difusores e bicos, várias vezes.
Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os
resíduos da limpeza de acordo com a legislação vigente.
Condições climáticas: As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de
preferência na parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 27ºC, umidade
relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de 10 km/h, para diminuir ao máximo as perdas por
deriva e/ou evaporação.
OBS: Seguir as recomendações acima indicadas e sempre consultar um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Dias
Algodão 100 dias (Pós-emergência)
Batata 75 dias (Pré-emergência)
Café 7 dias (Pós-emergência)
Cana-de-açúcar 180 dias (Pré-emergência)
Cebola 90 dias (Pré-emergência)
Citros 7 dias (Pré/Pós-emergência)
Eucalipto UNA (Pré/Pós-emergência)
Feijão 7 dias (Dessecante e Pós- emergência)
Milho 80 dias (Pós-emergência)
Pinus UNA (Pré/Pós-emergência)
Soja 10 dias (Dessecante e Pré/Pós emergência)
UNA = Uso Não Alimentar
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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de
ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
● Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
● Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas
agrícolas.
● Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
● Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de
herbicidas.
● Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
(SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e
Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO E HERBICIDA
O produto herbicida SUPER SUPPRESS é composto por flumioxazina, que apresenta mecanismo
de ação dos Inibidores da Protox (inibidores da formação do tetrapirol pertencente ao Grupo E,
segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES, PRODUTO
PERIGOSO
USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
●Produto para uso exclusivamente agrícola.
●O manuseio deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
●Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
● Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
● Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
● Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
● Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
● Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
● Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
● Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
● Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
● Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
● Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro
químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos
de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
● Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
● Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos de poeira.
● Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
● Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
● Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
● Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
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estiver sendo aplicado o produto.
● Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
● Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
● Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por
cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra
vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança
com proteção lateral; touca árabe e uvas de nitrila.
● Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
● Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada;
● Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
● Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
● Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação;
● Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
● Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
● Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
● Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação;
● Não reutilizar a embalagem vazia;
● No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
● Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
● A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizada por pessoa treinada e devidamente
protegida.
● Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
● Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada,
utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
● Em ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
● Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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Pode ser nocivo se ingerido
ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele
Pode ser nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando
a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis,
etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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- INTOXICAÇÕES POR SUPER SUPPRESS -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Ciclohexenodicarboximida
Classe toxicológica CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Flumioxazina. Estudo com animais estima-se que, após absorção sua excreção é relativamente
rápida tanto via urinária como fecal. Aproximadamente 100% do produto administrado foi
excretado do corpo dos animais, pelas fezes e urina, dentro de 7 dias após a sua administração.
Na maior dose testada (100 mg/Kg de peso vivo) houve um aumento do Flumioxazin inalterado
nas fezes, sugerindo que esta dose está acima da capacidade de absorção do produto pelo
trato gastro-intestinal. Algumas das principais reações de biotransformação foram a clivagem
da ligação imida e a clivagem da ligação amida no anel benzoxazinona. Os principais
compostos nas fezes foram os derivados sulfonados, e na urina os derivados sulfonados,
derivados alcoólicos e da acetanilida. O único metabólito encontrado em concentração maior
que 5%, nas fezes, foi 3-hidroxisulfo-flumioxazin. Em geral, o nível de resíduo encontrado nos
tecidos foi muito baixo, mas pôde ser detectado no sangue, coração, fígado e rins.
Toxicodinâmica Flumioxazina. Não há dados disponíveis para humanos
Sintomas e Sinais Não foram observados sinais de toxicidade oral ou dermal.
Clínicos
Noções de exposição ao produto e anomalias das funções hepáticas e renais. Conjuntivas
Diagnóstico
congestionadas. Vômitos em caso de ingestão
As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento
Tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
1. Remover roupas e acessórios e proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo
pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. Remover a vítima
para local ventilado.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no
mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder a lavagem gástrica.
Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar
carvão ativado na proporção de 50 - 100 g em adultos e 25 - 50 g em crianças de 1 - 12 anos,
e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para
240 mL de água.
Tratamento sintomático e de manutenção.
Antídoto: não há antídoto específico.
Controlar a função hepática e renal, hemograma e ionograma.
Contraindicações Em caso de ingestão, não provoque vômito.
Efeitos das Não conhecidos.
interações químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
ATENÇÃO As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
de Notificação Compulsória. Notifique o caso ao Sistema de Informação de Agravos
de Notificação (SINAN/MS)
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 701 0450
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MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE
LABORATÓRIO:
Efeitos Agudos:
DL50 oral: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória: 2,87 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea: Não irritante.
Corrosão/Irritação ocular: Não irritante.
Sensibilização cutânea Não sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico
Efeitos Crônicos: Em estudos de até 2 anos de duração, realizados com ratos, foram
observadas anemia e insuficiência renal.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
(X) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e
demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma
distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de
captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta)
metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais
e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal
concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de
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alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas,
principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver
embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR
9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa LONGWIND
CROPSCIENCE BRAZIL LTDA - Telefone de Emergência: 0800 701 0450.
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas
e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto
entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o
material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso,
consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não
contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e
devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano
ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de de água em forma de neblina, de CO2
ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs
- Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do
produto.
Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes
procedimentos:
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- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do
pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem,
mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical,
durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes
internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta
embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
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EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no
manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o
comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em
saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de
Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
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TRANSPORTE
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente
identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,
somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas
legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a
flora e a saúde das pessoas
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso,
consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos
destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de
gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na
legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do
produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados
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junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.