Sun-Diuron 800 WG
Wynca do Brasil Ltda São Paulo
Herbicida
diurom (uréia) (800 g/kg)
Informações
Número de Registro
32222
Marca Comercial
Sun-Diuron 800 WG
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
diurom (uréia) (800 g/kg)
Titular de Registro
Wynca do Brasil Ltda São Paulo
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Abacaxi
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Abacaxi
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Abacaxi
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Abacaxi
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Abacaxi
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Abacaxi
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Abacaxi
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Abacaxi
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Abacaxi
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Abacaxi
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Abacaxi
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Abacaxi
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Abacaxi
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Abacaxi
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Abacaxi
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Alfafa
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Alfafa
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Alfafa
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Alfafa
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Alfafa
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Alfafa
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Alfafa
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Alfafa
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Alfafa
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Alfafa
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Alfafa
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Alfafa
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Alfafa
Cyperus esculentus
junquinho (2); junça (1); tiririca-amarela
Alfafa
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Alfafa
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Alfafa
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Alfafa
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Alfafa
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Alfafa
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Alfafa
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Alfafa
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Alfafa
Melinis minutiflora
capim-catingueiro; capim-gordo; capim-gordura
Alfafa
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Alfafa
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Alfafa
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Alfafa
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Alfafa
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Algodão
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Algodão
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Algodão
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Algodão
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Algodão
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Algodão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Banana
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Banana
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Banana
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Banana
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Banana
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Banana
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Banana
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Banana
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Banana
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Banana
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Banana
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Banana
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Banana
Cyperus esculentus
junquinho (2); junça (1); tiririca-amarela
Banana
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Banana
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Banana
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Banana
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Banana
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Banana
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Banana
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Banana
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Banana
Melinis minutiflora
capim-catingueiro; capim-gordo; capim-gordura
Banana
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Banana
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Banana
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Banana
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Banana
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Cacau
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Cacau
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cacau
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cacau
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cacau
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cacau
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cacau
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cacau
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cacau
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cacau
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Cacau
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cacau
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cacau
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cacau
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cacau
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cacau
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Café
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Café
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Café
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Café
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Café
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Citros
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Citros
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Citros
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Citros
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Citros
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Citros
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Citros
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Seringueira
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Seringueira
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Seringueira
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Seringueira
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Seringueira
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Seringueira
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Seringueira
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Seringueira
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Seringueira
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Seringueira
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Seringueira
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Seringueira
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Seringueira
Cyperus esculentus
junquinho (2); junça (1); tiririca-amarela
Seringueira
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Seringueira
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Seringueira
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Seringueira
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Seringueira
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Seringueira
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Seringueira
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Seringueira
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Seringueira
Melinis minutiflora
capim-catingueiro; capim-gordo; capim-gordura
Seringueira
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Seringueira
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Seringueira
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Seringueira
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Seringueira
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Uva
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Uva
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Uva
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Uva
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Uva
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Uva
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Uva
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Uva
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Uva
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Uva
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Uva
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Uva
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Uva
Cyperus esculentus
junquinho (2); junça (1); tiririca-amarela
Uva
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Uva
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Uva
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Uva
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Uva
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Uva
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Uva
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Uva
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Uva
Melinis minutiflora
capim-catingueiro; capim-gordo; capim-gordura
Uva
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Uva
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Uva
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Uva
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Uva
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Conteúdo da Bula
SUN-DIURON 800 WG
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o n° 32222
COMPOSIÇÃO:
3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea (DIUROM).................................. 800 g/kg (80% m/m)
Outros ingredientes ................................................................................... 200 g/kg (20% m/m)
GRUPO C2 HERBICIDA
CONTEÚDO: vide rótulo
CLASSE: herbicida seletivo, de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: uréia.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
WYNCA DO BRASIL LTDA.
Rua Cachoeira do Campo, nº 274 - Jardim Paraguaçú
CEP: 03938-130 - São Paulo/ SP.
CNPJ: 41.515.908/0001-15 - Registro CDA/SP nº 4338.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Ningxia Wynca Technology Co., Ltd. Taisha Industrial Park, Pingluo, Ningxia,753401. China.
Produto técnico: DIUROM TÉCNICO WYNCA. Registro no MAPA n° 11615
FORMULADOR:
Ningxia Wynca Technology Co., Ltd. Taisha Industrial Park, Pingluo, Ningxia, 753401. China.
MANIPULADOR:
PRENTISS Química Ltda.
Rodovia PR 423, Km 24,5
CEP: 83603-000 - Campo Largo / PR
CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Registro ADAPAR/PR nº 002669
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, nº 1459 - Recanto dos Pássaros
CEP: 13148-030 - Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro CDA/SP nº 477.
IMPORTADOR:
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
Av. Cristóvão Colombo, nº 2955 - sala 703 e 704 - Bairro Floresta
CEP: 90.560-003 - Porto Alegre/ RS.
CNPJ: 05.625.220/0001-24 - Registro SEAPA/RS nº 1448/04.
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
Rodovia BR 386, Km 173,5, s/nº - sala 5 - Bairro Boa Vista
CEP: 99.500-000 - Carazinho/ RS.
CNPJ: 05.625.220/0009-81 - Registro SEAPA/RS nº 42/18.
BULA
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
Rua Adolfo Zieppe Filho, s/nº, quadra 17, setor 13, anexo 01, módulo G
Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz
CEP: 99.500-000 - Carazinho/ RS.
CNPJ: 05.625.220/0013-68 - Registro SEAPA/RS nº 65/20.
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
Rodovia PR 090, Km 374, s/nº - lote 44-C-2, módulo I - Parque Industrial Nenê Favoretto
CEP: 86.200-000 - Ibiporã/ PR.
CNPJ: 05.625.220/0005-58 - Registro ADAPAR/PR nº 1000021.
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 11100, Km 30,5, módulo 2N,
Jardim Maria Cristina, 06.421-400 - Barueri/ SP.
CNPJ: 05.625.220/0012-87 - Registro CDA/SP nº 4252.
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
Rodovia BR 163, Km 116, s/nº, armazém 2, sala 06 - Parque Industrial Vetorasso
CEP: 78.746-055 - Rondonópolis/ MT.
CNPJ: 05.625.220/0011-04 - Registro INDEA/MT nº 23445
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
Rodovia BR-050, km 185, galpão 31 - Jardim Santa Clara
CEP: 38038-050 - Uberaba/ MG.
CNPJ: 05.625.220/0015-20 - Registro IMA/MG nº 17.470.
ALAMOS DO BRASIL LTDA.
Rua Industrial 01, Parque Industrial
CEP: 85.525-000 - Mariópolis/ PR
CNPJ:07.118.931/0003-08 - Registro ADAPAR/PR nº 1007936
ALAMOS DO BRASIL LTDA.
AV. Senador Tarso Dutra, 565/Torre 2 - Sala 1407 - Petrópolis
CEP: 90.690-140 - Porto Alegre/RS
CNPJ:07.118.931/0001-38 - Registro SEAPA/RS nº 1788/08
ALAMOS DO BRASIL LTDA.
AV Brasília, 3100, Sala 01 - Fundos - Nova Divineia,
CEP: 89.870-000 - Pinhalzinho/RS
CNPJ:07.118.931/0002-19 - Registro SEAPA/RS nº 1716
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA.
Rodovia BR 364, Km 20, s/nº, Zona Rural - Cuiabá/ MT.
CNPJ: 77.294.254/0050-72 - Registro INDEA/MT nº 20435.
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA.
Rodovia BR 163, nº 2461, Expansão Urbana - Sorriso/ MT.
CNPJ: 77.294.254/0077-92 - Registro INDEA/MT nº 22956
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA.
Rodovia PA 125, quadra 03, lote 15, 68628-557 - Paragominas/ PA.
CNPJ: 77.294.254/0083-30 - Registro ADEPARA/PA nº 004.23.
BULA
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA.
Rodovia-RO 435, Km 113, Zona Rural - Cerejeiras/ RO.
CNPJ: 77.294.254/0022-19 - Registro IDARON/RO nº 0001655.
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA.
Avenida Ville Roy, n° 7492, quadra 54, São Vicente
CEP: 69301-000 - Boa Vista/ RR.
CNPJ: 77.294.254/0079-54 - Registro ADERR/RR nº 1420025.
DKBR TRADING S.A.
Av. Miguel Sutil, 6559 - Anexo A, Sala 03 – Alvorada
CEP: 78048-000 - Cuiabá/ MT.
CNPJ: 33.744.380/0002-09 - Registro INDEA/MT nº 22058.
DKBR TRADING S.A.
Av. Ayrton Senna da Silva, 600 - Cond. Torre Siena - andar 17 - Sala 1704, Gleba Fazenda Palhano
CEP: 86.050-460 - Londrina/PR
CNPJ: 33.744.380/0001-28 - Registro ADAPAR/PR nº 1007743.
DKBR TRADING S.A.
Rodovia SPA 008/457, Km 500 m, s/nº, sala 01, Zona Rural
CEP: 19.640-000 - Iepê/ SP.
CNPJ: 33.744.380/0003-90 - Registro CDA/SP nº 4303.
FIAGRIL LTDA.
Av. da Produção, 2330-W, Quadra 999, Lote 26, Sala 01
CEP: 78.455-000 - Lucas do Rio Verde/ MT
CNPJ: 02.734.023/0013-99 - Registro INDEA/MT nº 18426
LONGPING HIGH TECH BIOTECNOLOGIA LTDA.
Rod. MG 188, Km 158, s/nº, Distrito Industrial - Paracatu/ MG.
CNPJ: 08.864.422/0010-08 - Registro IMA/MG nº 16.657.
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA. - MATRIZ
Rua Fidêncio Ramos, n° 308, torre A, cjs 91 a 94 - Vila Olímpia
CEP: 04551-902 - São Paulo/ SP.
CNPJ: 88.305.859/0001-50 - Registro CDA/SP nº 4292
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA - FILIAL
Rodovia Raposo Tavares, Km 172, s/nº - Centro
CEP: 18203-340 - Itapetininga/ SP.
CNPJ: 88.305.859/0004-00 - Registro CDA/SP nº 1161.
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA
CNPJ: 88.305.859/0054-61
Endereço: Rod. BR 050 km 185, Galpão 26, Parte II, Zona Rural, Uberaba/MG
CEP 38038-050
Registro no órgão estadual: 17293 IMA/MG
BULA
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA
CNPJ: 88.305.859/0024-46
Endereço: Av. Constante Pavan, 4633, Betel, Paulínia/SP
CEP 13148-905
Registro no órgão estadual: 4438 - CDA/SP
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA
CNPJ: 88.305.859/0004-00
Endereço: Rod. Raposo Tavares, km 172, s/n, Itapetininga/SP
CEP 18203-340
Registro no órgão estadual: 1161 - CDA/SP
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA
CNPJ: 88.305.859/0021-01
Endereço: Via Secundária 08, Quadra 9, Lote 7, Distrito Agroindustrial, Morrinhos/GO,
CEP 75650-000
Registro no órgão estadual: 2861/2020 AGRODEFESA/GO
SOLUS INDÚSTRIA QUÍMICA LTDA.
Rod BR 376 - Parque Industrial Zona Oeste II, sala S5 e S6, nº 1441
CEP: 86.800-762 - Apucarana/PR
CNPJ n º 21.203.489/0001-79 - Registro ADAPAR/PR nº 1007610.
SOLUS INDÚSTRIA QUÍMICA LTDA.
Rod Gov. Leonel de Moura Brizola, nº 386, sala 8
CEP: 99500-000 - Carazinho/ RS.
CNPJ: 21.203.489/0002-50. Registro SEAPA/RS nº 10/20.
SOLUS INDÚSTRIA QUÍMICA LTDA.
Avenida dos Canários, nº 416 S, Comercial Jose Aparecido Ribeiro
CEP: 78450-000 - Nova Mutum/ MT.
CNPJ: 21.203.489/0003-30 - Registro INDEA/MT nº 26218.
SOMAX AGRO DO BRASIL LTDA.
Rua Jorge Sanwais, 3409 – Panorama - Foz do Iguaçu/PR
CNPJ: 45.923.627/0001-52 - Registro ADAPAR/PR nº 1008194
PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. (Matriz)
Avenida Dr. Cardoso de Melo, nº 1470, salas 1005-1006 - Vila Olímpia
CEP: 04548-005 - São Paulo/ SP.
CNPJ: 33.824.613/0001-00 - Registro CDA/SP no 4206
PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. (Filial 1)
Rodovia PR 090, Km 5, nº 5695, armaz. 1 - Parque Industrial Nenê Favoreto,
CEP: 86.200-000 - Ibiporã/ PR.
CNPJ: 33.824.613/0003-64 - Registro ADAPAR/PR nº 1008263.
PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. (Filial 2)
Rua Projetada, nº 150, armaz. 1W - Distrito Industrial - Area Rural de Cuiabá
CEP: 78.099-899 - Cuiabá/ MT.
CNPJ: 33.824.613/0004-45 - Registro INDEA/MT nº 29329.
BULA
PIONEIRA INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Tancredo Neves, nº 45 – Bairro Centro-Sul.
CEP: 78.896-062 - Sorriso/MT
CNPJ: 24.718.942/0001-78 - Registro INDEA/MT nº 27515.
AGRÍCOLA ONLINE TRADING S.A.
Rodovia Anhanguera, Km 296, s/n - Bairro Distrito Industrial
CEP: 14.140-000 - Cravinhos/SP
CNPJ: 47.257.997/0001-23 - Registro CDA/SP nº 4396.
R AGRO NEGÓCIOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Dr. Pedro de Toledo, 411 - Bairro Várzea
CEP: 13.770-000, Caconde/SP
CNPJ: 48.938.877/0001-54 – Registro CDA/SP nº 4405.
CHD’S do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA.
Rua Antônio Amboni, 323 - Quadra 03, Lote 06. Parque Industrial
CEP: 85877-000 - São Miguel do Iguaçu/PR.
CNPJ: 18.858.234/0001-30 - Registro ADAPAR/PR nº 004001.
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA.
Rua I, n°557- Distrito Industrial - setor A - Módulo 2 - Galpão Argal - Sala 03
CEP: 78098-350 – Cuiabá/MT.
CNPJ: 18.858.234/0003-00 - Registro INDEA/MT nº 14748.
.
CHD’S do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA.
Rod. BR 20, Km 207 s/nº - Armazém 01 - sala 01 - Módulo F - Alto da Lagoa.
CEP: 47.850-000 - Luís Eduardo Magalhães/BA.
CNPJ: 18.858.234/0004-82 - Registro ADAB/BA nº 102518.
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA.
Rod. BR 230, km 411,5, s/nº - sala 03, Zona Rural
CEP: 65.800-000 - Balsas/MA.
CNPJ: 18.858.234/0005-63 - Registro AGED/MA nº 757.
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA.
Via Expressa Anel Viário s/nº - quadra área - lote 05 B - galpão 02, módulo C - Jardim Paraíso Acréscimo
CEP: 74.984-321 - Aparecida de Goiânia/GO
CNPJ: 18.858.234/0006-44 - Registro AGRODEFESA/GO n° 2183/2018.
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA.
Rua Adolfo Zieppe Filho, s/nº – quadra 17 - setor 13 - Anexo 1 - Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz.
CEP: 99.500-000 - Carazinho/RS
CNPJ: 18.858.234/0007-25 - Registro SEAPA/RS nº 79/20.
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA.
Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 11.100 - Km 30,5, P.36, Módulo 4N
Bairro Jardim Maria Cristina - CEP: 06421-300 - Barueri/SP
CNPJ: 18.858.234/0008-06 - Registro CDA/SP nº 4300.
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA.
Rodovia BR-050, Km 185 – Galpão 25 - Jardim Santa Clara
CEP: 38038-050 - Uberaba/MG
CNPJ: 18.858.234/0010-20 - Registro IMA/MG n°16.049.
BULA
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA.
Rodovia MS 156, km 7,5, s/n - Lado Esquerdo
CEP: 79.849-899 - Dourados/MS
CNPJ: 18.858.234/0009-97 – Certificado de Registro - 1935/2023-R.
Registro IAGRO/MS nº 03.01.131-2023
GOPLAN S/A
Rua Antonio Lapa nº 606
CEP: 13.025-241 - Campinas/ SP.
CNPJ: 37.422.096/0001-96 – Registro CDA/SP nº 4296.
NOVACHEM IMPORTAÇÃO E COMÉRCIO LTDA.
Rua Princesa Isabel, nº 298, sala 705 – Centro-Histórico
CEP: 83.203-200 - Paranaguá/PR.
CNPJ: 48.054.057/0001-08 - Registro ADAPAR/PR nº 1008435.
LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A
CNPJ: Nº 47.067.525/0081-92
Av. Jose Jorge Estevam nº 100, Barra Funda, CEP 19.707-090, Paraguaçu Paulista/SP.
Registro - CFICS / GDSV / CDA nº 4315.
LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A
CNPJ: Nº 47.067.525/0214-58
Rua Z, nº 150, Distrito Industrial, Projetada Chácara São José Sala A.
CEP 78.098-530, Cuiabá/MT.
Registro - INDEA/MT nº 28467.
LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A
CNPJ: Nº 47.067.525/0216-10
Av Maria Elias Lisboa Santos, s/n, Quadra 07 Lote 05 Sala 05,
Parque Industrial Aparecida Vice-Presidente José de Alencar,
CEP 74.993-530, Aparecida de Goiânia/GO.
Registro - AFRODEFESA/GO nº 3380/2021.
CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA
Endereço: Rua Vilagran Cabrita, 922. CEP- 76900-047. JI Paraná/RO.
CNPJ: 27.338.151/0007-04
Registro no órgão estadual: 0042120 - IDARON/RO
CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA
Endereço: Rod. BR010, 1343 A, Bairro Maranhão Novo. CEP- 65.903-140. Imperatriz/MA.
CNPJ: 27.338.151/0010-00
Registro no órgão estadual: 889 - AGED/MA
CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA
Endereço: Av. Antônio Mário de Azevedo, 21279. CEP- 28630-590. Nova Friburgo/RJ.
CNPJ: 27.338.151/0012-63
Registro no órgão estadual: 73 - SDA/RJ
CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA
Endereço: Av. Fernando Correa da Costa, 7422, São José – Ciuabá/MT.
CEP- 28630-590.
CNPJ: 27.338.151/0008-87
Registro no órgão estadual: 34027 – INDEA/MT
BULA
CASA DO ADUBO S.A.
Endereço: Rua Vilagran Cabrita, 922, Centro, CEP- 76900-047. JI Paraná/RO.
CNPJ: 28.138.113/0014-91
Registro no órgão estadual: 000704 - IDARON/RO
CASA DO ADUBO S.A.
Endereço: Rod. BR010, 1343, Bairro Maranhão Novo - CEP- 65903-140. Imperatriz/MA.
CNPJ: 28.138.113/0030-01
Registro no órgão estadual: 875 - AGED/MA
CASA DO ADUBO S.A.
Endereço: Av. Antônio Mário de Azevedo, 21279. CEP- 28630-590. Nova Friburgo/RJ.
CNPJ: 28.138.113/0015-72
Registro no órgão estadual: 34 - SDA/RJ
CASA DO ADUBO S.A.
Endereço: Av. Marechal Castelo Branco, 424, Centro. CEP- 45995-000.
Teixeira de Freitas/BA.
CNPJ: 28.138.113/0011-49
Registro no órgão estadual: 17598 - ADAB/BA
CASA DO ADUBO S.A.
Endereço: Av. Fernando Correa da Costa, 3010, Jardim Shangri-la – Cuiaba/MT
CNPJ: 28.138.113/0007-62
Registro no órgão estadual: 34337 - INDEA/MT
AGROQUIMA PRODUTOS AGROPECUÁRIOS LTDA.
Av. Castelo Branco, nº 6348, QD. 47, LT. 01 A 05 E 12.
Bairro Ipiranga, Goiânia/GO
Cep: 74.453-383 - CNPJ: 01.626.951/0001-33
Registro no órgão estadual: nº 0111/2018 AGRODEFESA/GO.
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no
Art. 4° Decreto n° 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II-
PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
cor da faixa: Azul PMS Blue 293C
BULA
INSTRUÇÕES DE USO:
SUN-DIURON 800 WG é um herbicida para aplicação em pré e pós-emergência, seletivo, de ação
sistêmica, do grupo químico da ureia, que contém o ingrediente ativo diurom, 800 g/kg, grânulos
dispersíveis em água, indicado para o controle de plantas infestantes em pré e pós- emergência inicial
nas culturas de abacaxi, alfafa, algodão, cacau, café, cana-de-açúcar, citros e seringueira.
PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS E VOLUME DE CALDA:
ALVO BIOLÓGICO Volume de calda (L/ha)
Pulverização Pulverização
Nome comum Nome científico
terrestre aérea
Digitaria horizontalis
Capim-colchão ou capim-de-roça
Digitaria sanguinalis
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea
Capim pé-de-galinha Eleusine indica
Trapoeraba Commelina benghalensis
Acanthospermum hispidum
Carrapicho-de-carneiro
Acanthospermum australe
Picão-Preto Bidens pilosa
350 – 800 30 – 50
Caruru Amaranthus hybridus
Poaia-branca Richardia brasiliensis
Beldroega Portulaca oleracea
Corda-de-viola Ipomoea purpurea
Falsa-serralha Emilia sonchifolia
Guanxuma Sida rhombifolia
Capim-braquiária Brachiaria decumbens
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus
INÍCIO, NÚMERO, DOSES, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:
Aplicar 2 a 4 kg/ha do produto após o plantio, em pré-emergência das plantas
infestantes. Se necessário realizar mais uma ou duas aplicações nas doses de 1
a 2 kg/ha, antes da diferenciação floral, nas entrelinhas ou em área total, com
intervalo mínimo de 2 meses entre as aplicações. Caso seja necessário, realizar
Abacaxi uma aplicação adicional após a diferenciação floral, na dose de 1 a 2 kg/ha nas
entrelinhas. Nunca aplicar mais que 10 kg/ha por ciclo da cultura. Áreas tratadas
poderão ser plantadas com abacaxi ou cana-de-açúcar um ano após a última
aplicação.
Número de aplicações: até 4.
BULA
Aplicar 1,5 a 3 kg/ha do produto após o plantio, em pré-emergência das plantas
Alfafa
infestantes. Aplicar após o corte em alfafal com mais de um ano de idade; evitar
aplicação quando a lavoura estiver em fase de crescimento.
Número de aplicações: até 1.
Aplicar 1,5 a 2,5 kg/ha do produto em pré-emergência imediatamente após a
semeadura. A aplicação em uma única safra não deve exceder 1,5 kg/ha em
solos leves, 2 kg/ha em solos médios, e 2,5 kg/ha em solos pesados. Aplicar 1 a
2 kg/ha em pós-emergência inicial, em jato dirigido quando as plantas infestantes
Algodão
tiverem no máximo 2 a 4 folhas, e o algodão no mínimo 30 cm de altura. Evitar
aplicações sobre a cultura, bem como o plantio de outras culturas 1 ano após a
última aplicação.
Número de aplicações: até 2.
Aplicar 3 a 3,5 kg/ha do produto em pré-emergência, 4 semanas após o transplante
das mudas para local definitivo ou em pós-emergência, sem atingir a folhagem
Cacau da cultura. Não deve ser aplicado em solo arenoso ou com menos de 1% de
matéria orgânica. Não aplicar mais que 3,5 kg/ha por ciclo da cultura.
Número de aplicações: até 1.
Realizar 2 aplicações na dose de 2 a 4 kg/ha do produto por ano, sendo a
primeira após a arruação e a segunda após a esparramação, respeitando-se um
período mínimo de 150 dias entre as aplicações. As doses recomendadas
referem-se a hectare tratado e deve-se descontar a área ocupada pelas saias
Café
dos cafeeiros. Aplicar em cafezais a partir de 2 anos, evitando-se o plantio de
cultura intercalar (ex.: feijão, arroz), salvo recomendação especial. Não aplicar
mais que 8 kg/ha por ciclo da cultura.
Número de aplicações: até 2 por safra da cultura.
Aplicar 2 a 4 kg/ha do produto em pré-emergência das plantas infestantes, na
cana planta e cana soca. O produto também pode ser aplicado em pós-
emergência inicial da cultura e das plantas infestantes, quando as plantas
infestantes estiverem em pleno desenvolvimento, sob condições de alta umidade e
temperatura acima de 21ºC. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura, até o
Cana-de- estádio de “esporão” (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem
açúcar estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o
porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes ou
do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido afim de se evitar o efeito
“guarda-chuva”. Não aplicar mais que 4 kg/ha por ciclo da cultura.
Número de aplicações: até 2.
Aplicar 2 a 4 kg/ha do produto em pré ou pós-emergência inicial em pomar a
partir de um ano de idade, evitando-se atingir folhas e frutos das plantas. Não
Citros
aplicar mais que 4 kg/ha de produto por um período de 12 meses.
Número de aplicações: até 2.
Aplicar 3 a 4 kg/ha do produto em pré ou pós-emergência inicial em viveiro
através de jato dirigido um mês após o plantio das mudas ou no local definitivo
Seringueira
um mês e meio após o transplante
Número de aplicações: até 1.
Nota: 1 kg de produto comercial contém 800 g/kg do ingrediente ativo diurom.
MODO DE APLICAÇÃO:
SUN-DIURON 800 WG deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, através
BULA
de pulverizador costal; tratorizado com barra; ou através de aeronaves agrícolas.
Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de
bico.
SUN-DIURON 800 WG pode ser aplicado ao solo em pré-emergência das plantas infestantes. O
grau de controle e a duração do efeito variam de acordo com a dose aplicada, chuvas,
temperatura e textura do solo e micro-organismos. A umidade é necessária para uma boa ação do
produto.
- Em pós-emergência usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante e aplicar
logo após a germinação das plantas infestantes para o controle de gramíneas ou até o primeiro
par de folhas para o controle de folhas largas. As plantas infestantes devem estar em pleno
desenvolvimento, sob condições de alta umidade e temperatura acima de 21º C.
- As doses descritas são expressas para aplicação em área total. Para tratamento em faixas use
proporcionalmente menos.
- Usar doses menores para aplicações em solos leves e doses maiores para solos pesados. Em
pós-emergência usar doses mais baixas para plantas infestantes menores e doses mais altas para
plantas infestantes maiores.
- Sob ameaça de chuva suspender as aplicações. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas
após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir.
- Manter uniformidade da calda de pulverização e a boa cobertura das plantas infestantes e/ou do
solo.
- Nas aplicações em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido.
Equipamentos de aplicação:
APLICAÇÃO TERRESTRE:
• equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol2).
• altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas infestantes. Observar que a
barra em toda sua extensão esteja na mesma altura.
• tipos de bico: na pré e pós-emergência usar bicos de jato plano (ex.: Teejet, XR Teejet, TK, DG ou
Twinjet); ou de jato cônico (ex.: Fulljet, Conejet), de acordo com as recomendações do fabricante.
• volume de aplicação: 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência e 350 a 800 L de calda/ha
em pós-emergência.
Obs.: Manter agitação contínua no tanque de pulverização e fechar o registro do pulverizador
durante as paradas e manobras do equipamento de pulverização para evitar a sobreposição nas
faixas de aplicação.
APLICAÇÃO AÉREA:
SUN-DIURON 800 WG somente poderá ser aplicado via aérea na cultura da cana-de- açúcar em
pré-emergência da cultura.
• equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
• tipo de bico: cônico D8, D10 ou D12, core 45.
• volume de aplicação: 30 a 50 L de calda/ha.
• ângulo dos bicos em relação à direção de voo: 135º.
• altura de voo: 2 a 4 metros sobre o solo.
• largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma
boa cobertura.
• evitar a sobreposição das faixas de aplicação.
Condições atmosféricas:
BULA
Temperatura: inferior a 25ºC; umidade relativa do ar superior a 70%; velocidade do vento inferior a
10 km/h.
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por
volatilização ou deriva.
- Preparo da calda:
O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 3/4 da sua
capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o
produto previamente misturado com água em um balde, completando por fim o volume com água.
Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado à calda. A agitação deve
ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade
necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após sua
preparação. Caso a c o n t e ç a a l g u m imprevisto que interrompa a agitação do produto
possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente
a calda antes de reiniciar a operação.
Obs.: Antes da aplicação do produto o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem
conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta
pulverização do produto.
- Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos
de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições
existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de
aplicar.
Lavagem do equipamento de pulverização:
Antes da aplicação, comece com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a
aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação
de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por
poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem
inadequada do pulverizador pode resultar em danos às culturas posteriores.
1. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxague completamente o pulverizador e faça circular
água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis
de produtos.
2. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AJAX AMONÍACO OU
SIMILAR COM 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água).
Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água
limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra e
bicos. Esvazie o tanque.
3. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4. Repita o passo 2.
5. Enxague completamente o pulverizador, mangueiras, barra e bicos com água limpa diversas
vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento
de tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o
equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da
limpeza de acordo com a legislação local.
BULA
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacaxi:140 dias; Alfafa: 30 dias; Algodão: 120 dias; Cacau: 60 dias; Café: 30 dias; Cana-de-açúcar:
150 dias; Citros: 160 dias. Seringueira: Uso não alimentar (UNA)
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilizar os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Somente utilizar as doses
recomendadas.
Culturas tratadas com SUN-DIURON 800 WG não devem ser usadas para alimentação animal.
Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido.
A tolerância de novas variedades ou novos porta-enxertos no caso de citros deve ser
determinada antes de se adotar SUN-DIURON 800 WG como prática.
Para rotação de cultura observar o período mínimo de 1 ano após a última aplicação para o plantio
das culturas para as quais o produto está registrado.
Não aplicar através de sistemas de irrigação.
Não se recomenda o plantio de culturas intercalares em áreas tratadas com SUN- DIURON 800 WG.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana –
ANVISA/MS)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TÉCNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕE SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
BULA
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou
informados à Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C2 HERBICIDA
O produto herbicida SUN-DIURON 800 WG é composto por Diurom, que apresenta mecanismo de
ação dos inibidores do fotossistema II, pertencente ao Grupo C2 segundo classificação internacional do
HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência
das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de
controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de
espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada,
inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem
como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Não utilize equi pa men to s com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios
e válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional
habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
BULA
ordem: macacão de algodão hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável,
máscara com filtro, viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas de nitrila e as pernas das calças por
cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado classe
P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela aplicação/ manuseio em função do método utilizado ou da adoção de
medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato e não permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas de nitrila e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado classe P2 ou P3, óculos de segurança
com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre em áreas tratadas
logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
BULA
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão
com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
- É vetado aos trabalhadores levarem EPI para casa;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
BULA
ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo se inalado
Pode ser nocivo em contato com a pele
PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE IMEDIATAMENTE UM SERVIÇO MÉDICO
DE EMERGÊNCIA levando a embalagem, rótulo, bula e/ou a receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente,
deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
INFORMAÇÕES MÉDICAS – DIUROM
Grupo químico Uréia
Classe
CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
toxicológica
Vias de Oral, dérmica, inalatória e ocular
exposição
A excreção ocorre através das fezes e da urina em animais de experimentação.
O principal metabólito em cães foi o 3,4-dichlorophenyl urea. A degradação do
composto é similar em animais, plantas e no solo. Primeiramente os
grupamentos metila (CH3) são removidos, e então a estrutura é degradada. Em
vacas alimentadas com doses muito baixas de Diurom na dieta houve pequenas
Toxicocinética quantidades de resíduos presentes no leite. Em bovinos alimentados com baixas
doses do ativo, pequenas quantidades acumularam-se na gordura e músculos,
fígado e rins. Um armazenamento muito pequeno é esperado nas condições de
uso. Outros metabólitos também presentes na urina além do N-(3,4-
Dichlorophenyl) mas em menores quantidades foram N-(3,4- Dichlorophenyl )-N'-
Methylurea, 3,4-Dichloroaniline e 3,4-Dichloropheno.
O mecanismo de toxicidade do Diurom para seres humanos não é bem
estabelecido. Em doses muito elevadas a formação de metabólitos hidroxilados,
Toxicodinâmica sobretudo a 3,4-dicloroanilina, tem grande atividade oxidante sobre a
hemoglobina, e podem ser responsáveis pela formação de metahemoglobina
(HSDB)
O contato direto com os olhos, pele e mucosas pode produzir irritação com sinais
inflamatórios. Em casos de ingestão pode ocorrer náusea, vômito, diarréia, dor
de cabeça. A inalação de grandes concentrações pode provocar tosse e
Sintomas e dispnéia. Estudos em animais alimentados com altas doses demonstraram
sinais clínicos diminuição da contagem de hemácias, aumento da metahemoglobina e de
transaminases. Cães alimentados com doses muito elevadas por 1 ou 2 anos,
apresentaram aumento do peso relativo e absoluto do fígado e baço. O contato
direto e excessivo com a pele pode causar edema e eritema discretos.
BULA
O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da
exposição e pela ocorrência do quadro clínico compatível. Para a confirmação
Diagnóstico
em casos de exposições crônicas ou ocupacionais a análise de Diurom ou de
seus metabólitos em material biológico embora difícil pode ser útil. Em casos
com presença de cianose a dosagem de metahemoglobina deve ser solicitada.
A descontaminação do paciente como em casos de derramamento onde existe o
risco de contaminação do profissional da saúde deve ser realizada
preferencialmente utilizando-se avental, botas impermeáveis e luvas de borracha
nitrílica.
Tratamento
Não há antídoto específico. Em caso de ingestão recente de grandes
quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem
gástrica poderão ser realizados desde que em tempo hábil. Carvão ativado e
laxantes salinos poderão ser utilizados devido a provável adsorção do princípio
ativo pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá compreender,
sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e
metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções
hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder à
lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftalmológica.
Em caso de cianose, dosar metahemoglobina e caso esteja elevada proceder a
administração de solução de azul de metileno estéril via endovenosa para
correção.
Contra-
O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
indicações
Efeitos das
interações Não são conhecidos efeitos sinérgicos.
químicas
Ligue para Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obtenha
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT
ATENÇÃO – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/ MS)
Telefone de Emergência da empresa:
WYNCA DO BRASIL LTDA. – 0800 222 9300 (Toxiclin).
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
O Mecanismo de ação tóxica do Diurom para seres humanos não está bem estabelecido. Após a
administração oral à ratos, o Diurom foi rápida e extensamente absorvido (Tmax 1,7-1,9 h) e uma
circulação entero-hepática foi evidenciada através da técnica de fístula biliar. A eliminação do
Diurom e seus metabolitos foram completos, com a maioria excretada dentro das primeiras 24
h, principalmente na urina, e, em menor quantidade nas fezes (proporção 1: 5 a 10 fezes:
urina). Os maiores níveis de resíduos foram geralmente encontrados no sangue, fígado e rins,
quatro dias após a administração. Não houve acúmulo significativo evidenciado nos tecidos após
doses repetidas. O metabolismo do Diurom foi extenso, com apenas uma pequena quantidade (<
2%) do composto pai presente nas fezes.
Oito metabólitos na urina e quatro nas fezes foram caracterizados, bem como alguns
metabolitos desconhecidos.
A biotransformação do Diurom consistiu em N-desmetilação, oxidação, hidroxilação e
conjugação.
BULA
Os principais metabolitos, 3 - (3,4-diclorofenil)-1-metil uréia e 3 - (3,4-uréia diclorofenil), bem
como 3,4-dicloroanilina, também foram detectados no material excretado após a inalação de
Diurom.
Em envenenamentos por ingestão acidental de Diurom, os metabolitos 3 - (3,4- diclorofenil)-1-
metil uréia, 3 - (3,4-uréia) diclorofenil e / ou 3,4-dicloroanilina foram detectados no sangue e / ou
urina. Com base nas informações, a via metabólica no ser humano é semelhante à do rato.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - produto formulado):
DL50 oral aguda (ratos) > 5000 mg/kg
CL50 inalatória em 4 hrs (ratos) > 6,875 mg/L
DL50 dérmica (ratos) > 2.000 mg/kg
Irritação cutânea em coelhos: A substância-teste aplicada na pele dos coelhos não
apresentou sinais clínicos de irritação dermal durante o período de avaliação, e o teste foi concluído
na leitura de 72 horas após a remoção da bandagem semi-oclusiva.. Nenhuma alteração
comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi observada durante o período de
observação. O produto não foi classificado.
Irritação ocular em coelhos: A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu: irite,
hiperemia na conjuntiva, secreção e quemose em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação
retomaram ao normal na leitura em 72 horas após o tratamento para 3/3 dos olhos testados.
Nenhuma alteração relacionada ao tratamento foi observada na córnea. O produto não foi
classificado.
Sensibilização dérmica em cobaias: não sensibilizante.
Sensibilização respiratória: não há informações disponíveis sobre sensibilização respiratória.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica
reversa em bactérias (teste de Ames) e não apresentou atividade mutagênica em células de
camundongos
Efeitos crônicos:
Os órgãos mais afetados são o sistema hematopoiético, a bexiga urinária e a pelve renal. Danos
aos eritrócitos resultam em anemia hemolítica e hematopoiese compensatória, que é manifestada
por um decréscimo na contagem de eritrócitos, hemoglobina e hematócrito, aumento do volume
corpuscular médio e hemoglobina corpuscular média, presença de formas anormais de eritrócitos
e contagens anormais de reticulócitos e leucócitos. Foram feitas observações de regeneração
eritrocitária em estudos crônicos em ratos, camundongos e cães. Foi observado em
estudos crônicos em ratos e camundongos recebendo altas dosagens o aumento da incidência de
edema e espessamento da parede da bexiga urinária. Avaliações macroscópicas revelaram
aumento dose-relacionado na severidade de hiperplasia epitelial focal da bexiga urinária e pélvis
renal em ambos os sexos. Os dados disponíveis não revelam qualquer indício de toxicidade
reprodutiva. Existem evidências limitadas para efeito carcinogênico, relacionadas ao aparecimento
de carcinomas em ratos e camundongos.
BULA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
atividades aeroagrícolas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d´água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
BULA
Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: WYNCA DO BRASIL LTDA.
Telefone de emergência da empresa: 0800 110 8270 (Pró-química).
Utilize equipamento de proteção individual – (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
BULA
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato d´água;
Direcione o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo
de validade.
BULA
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
BULA
Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio
local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos
órgãos competentes.
BULA
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fomos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
PARANÁ: o produto se encontra liberado para comércio e uso no Estado do Paraná, ficando
com restrição para alfafa, e para os alvos Acanthospermum australe para todas as culturas;
Digitaria sanguinalis para algodão, café, cana-de-açúcar, citros; Amaranthus hybridus, Brachiaria
decumbens, Digitaria sanguinalis, Emilia sonchifolia, Ipomoea purpurea, Sida rhombifoliaem
cacau; Amaranthus hybridus, Brachiaria decumbens, Commelina benghalensis, Digitaria
sanguinalis, Emilia sonchifolia, Richardia brasiliensis, Sida rhombifolia em seringueira.
CEARÁ: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos, conforme Lei no 16.820, de 08 de
janeiro de 2019.
BULA