Sumifog 70
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Maracanaú/CE
Inseticida
fenitrotiona (organofosforado) (70 g/kg)

Informações

Número de Registro
418904
Marca Comercial
Sumifog 70
Formulação
UL - Ultra Baixo Volume
Ingrediente Ativo
fenitrotiona (organofosforado) (70 g/kg)
Titular de Registro
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Maracanaú/CE
Classe
Inseticida
Modo de Ação
De contato e ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Não Atrelado a Cultura
Atta sexdens rubropilosa
Saúva-limão; Saúva-vermelha

Conteúdo da Bula

                                    SUMIFOG 70
        Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob n.º 00418904

COMPOSIÇÃO:
O,O-dimethyl O-4-nitro-m-tolyl phosphorothioate
(FENITROTIONA)...............................................................................................................70 g/L (07,0% m/v)
XILENO............................................................................................................................470 g/L (47,0% m/v)
Outros ingredientes........................................................................................................359 g/L (35,9% m/v)

                    GRUPO                                               1B                                          INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida de contato e ingestão.
GRUPO QUÍMICO: Organofosforados
TIPO DE FORMULAÇÃO: Líquido de ultrabaixo volume (UL)

TITULAR DO REGISTRO:
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.
Av. Wilson Camurça, 2138 – Distrito Industrial I – Maracanaú/CE – CEP: 61939-000 - Fone: (85) 4011-1000
SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011, www.sumitomochemical.com – CNPJ: 07.467.822/0001-26
Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Sumithion Técnico - Registro MAPA nº 0628798
Sumitomo Chemical Co., Ltd. - Oita Works, 2200, Tsurusaki, Oita-shi, Oita – 870-0106 – Japão

FORMULADOR:
Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 -
Sorocaba/SP – Brasil, CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Número de registro do estabelecimento/Estado -
CDA/CFICS/SP nº 008
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Av. Wilson Camurça, 2138 – Distrito Industrial I - CEP
61939-000 - Maracanaú/CE – Brasil, CNPJ 07.467.822/0001-26 - Número de registro do
estabelecimento/Estado - SEMACE nº 358/2021 -DICOP

MANIPULADOR:
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Av. Wilson Camurça, 2138 – Distrito Industrial I - CEP
61939-000 - Maracanaú/CE – Brasil, CNPJ 07.467.822/0001-26 - Número de registro do
estabelecimento/Estado - SEMACE nº 358/2021 -DICOP

                                Nº do lote ou partida:
                                Data de fabricação:                                VIDE EMBALAGEM
                                Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM
                                     SEU PODER.
       É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.

                                    É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                                          AGITE ANTES DE USAR
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                                                         Indústria Brasileira

  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO

     CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO
                                PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




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INSTRUÇOES DE USO
O SUMIFOG 70 trata-se de um inseticida (formicida), empregado em termonebulização no controle de
formigas.

Saúva cabeça de vidro...............................Atta laevigata
Saúva limão..............................Atta sexdens rubropilosa

DOSE DE APLICAÇÃO:
Aplicar “SUMIFOG 70” até saturação completa do sauveiro, o que equivale a cerca de 4,0 mL do produto
               2
comercial por m de superfície de sauveiro, em termonebulização.

FORMA DE APLICAÇÃO:
“SUMIFOG 70” não pode ser misturado com água por ser uma formulação Ultra Baixo Volume.
É aplicado na forma de termonebulização, diretamente nos “olheiros” ativos dos formigueiros (sauveiros),
injetando fumaça produzida através de aparelhos próprios, (sistema “FOG”), fechando os outros, à
medida que a fumaça saia bastante densa, indicando a saturação do sauveiro. Terminada a operação,
fechar imediatamente o “olheiro” principal.

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCA OU INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Efetuar a aplicação, sempre que forem observados formigueiros ativos.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não estabelecida, devido à forma de uso.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Sem
restrições desde que esteja usando os Equipamentos de Proteção Individual.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: Não há, para os alvos indicados e nas dosagens recomendadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide "Dados relativos à Proteção da Saúde Humana".

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide “Dados relativos à Proteção do Meio Ambiente”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide “Dados relativos à Proteção do Meio Ambiente”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide “Dados relativos à Proteção do Meio Ambiente”.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:


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A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O inseticida SUMIFOG 70 pertence ao Grupo 1B (inibidores da acetilcolinesterase Organofosforados)
e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de
desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do SUMIFOG 70 como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a
evolução da resistência:

Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1B. Sempre rotacionar com
  produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar SUMIFOG 70 ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo
  de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de SUMIFOG 70 podem ser feitas desde que o período residual total do
  “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
  específico do SUMIFOG 70, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do Grupo
  1B não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas
  na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do SUMIFOG 70 ou outros produtos do Grupo
  1B quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
  serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
  culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e
  apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
  regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
  para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
  (www.agricultura.gov.br).




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                                     DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

                    ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
  a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
  fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
  áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
  do alcance de crianças e de animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
  forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
  mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
  botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
  orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3, quando necessário); óculos de segurança com proteção
  lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
  sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
  melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
  pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
  mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
  botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
  mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe
  e luvas de nitrila.

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PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
  até o final do período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
  produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
  após a aplicação.
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
  contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
  trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
  Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: macacão com
  tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
  touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada,
  utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.



                                ATENÇÃO                  “Pode ser nocivo se ingerido”




                                                         Xileno
                                                         “Pode prejudicar a fertilidade ou o feto”
                                 PERIGO                  “Provoca danos aos órgãos (sistema respiratório, SNC)
                                                         por exposição repetida ou prolongada”
                                                         “Pode provocar sonolência ou vertigem”



 PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
 embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
 Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
 pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
 Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
 água de lavagem entre no outro olho.
 Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis,
 etc.) contaminado e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
 ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
 medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não
 se contaminar com o agente tóxico.


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                                                    INTOXICAÇÕES POR “SUMIFOG 70”
                                                        INFORMAÇÕES MÉDICAS

 Grupo químico:                   Fenitrotiona - Organofosforado
                                  Xileno: Hidrocarboneto aromático
 Classe toxicológica:             CATEGORIA 3 - PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO
 Vias de exposição:               Oral, Inalatória e Dérmica.
 Toxicocinética:                  Fenitrotiona: Após absorção, os Organofosforados são distribuídos por todos os tecidos
                                  do organismo, atingindo altas concentrações no fígado, onde são metabolizados, e nos
                                  rins, que os excretam. A meia-vida destes inseticidas varia muito, dependendo da
                                  natureza do composto. Alguns metabólitos são mais tóxicos que a substância que os
                                  originou. Testes realizados em animais de laboratório mostram que o Fenitrotiona é
                                  rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, distribuído e metabolizado. A reação
                                  de biotransformação ocorre pela mudança da Fenitrotiona para derivados contendo o
                                  grupo P=O, e após estas outras degradações ocorrerem através da ruptura da ligação P-
                                  O-CH3, a qual é rapidamente metabolizada no fígado. A excreção dos metabólitos da
                                  Fenitrotiona ocorre nas primeiras 24 horas após sua absorção, não havendo indicações
                                  de bioacumulação. A excreção é feita principalmente via urina (88 - 94%).
                                  Xileno: É um hidrocarboneto aromático conhecido pelos efeitos sistêmicos e narcóticos
                                  produzidos pela intoxicação, especialmente através da exposição inalatória. Devido a suas
                                  propriedades lipofílicas, é rapidamente absorvido por todas as vias de exposição,
                                  rapidamente distribuído pelo corpo e, se não metabolizado, é eliminado pelo trato
                                  respiratório. Em humanos, estima-se que a absorção seja superior a 50% pelo trato
                                  respiratório e de 90% pela via oral. A absorção dérmica é menor, de aproximadamente 1-
                                  2% da quantidade absorvida pelos pulmões. Após exposição humana inalatória, a
                                  retenção nos pulmões é de aproximadamente 60% da dose inalada. É eficientemente
                                  metabolizado no fígado por oxidação do grupo metil e conjugação com glicina resultando
                                  em ácido metilhipúrico. Mais de 99% do xileno foi excretado na urina nas primeiras 24
                                  horas como ácido metilhipúrico. Apenas pequena parte do xileno se converte em xilenol
                                  por hidroxilação aromática. Xileno não apresenta bioacumulação significativa no ser
                                  humano, porém, pela sua propriedade lipofílica, pode ser retido brevemente nos tecidos
                                  graxos e sua eliminação é mais lenta nos obesos.
 Toxicodinâmica                   Fenitrotiona: inibem permanentemente a enzima acetilcolinesterase através de sua
                                  fosforilação, causando acúmulo de acetilcolina e consequente superestimulação das
                                  terminações nervosas, tornando inadequada a transmissão de seus estímulos às células
                                  musculares, glandulares, ganglionares e do Sistema Nervoso Central (SNC).
                                  Xileno: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são bem conhecidos. Devido à
                                  propriedade lipofílica, o xileno interfere com a integridade da membrana celular,
                                  responsável pelos efeitos irritantes e alteração das funções neuronais. Os efeitos
                                  anestésicos não são bem entendidos, mas provavelmente são associados à intercalação
                                  do xileno nas membranas celulares, alterando suas propriedades e assim, afetando a
                                  transmissão dos impulsos nervosos. O mecanismo poderia ser por alteração do ambiente
                                  lipofílico onde as proteínas da membrana funcionam ou por interação direta da
                                  conformação hidrofóbica/hidrofílica das proteínas na membrana neuronal. Outro
                                  mecanismo proposto é que altas concentrações de xileno no cerebelo poderiam
                                  incrementar a liberação de GABA e/ou estimular a função do receptor do GABA, o que
                                  poderia explicar os efeitos sobre a coordenação motora. Exposição aguda e subaguda de
                                  ratos a p-xileno (não para outros isômeros) pela via inalatória causou a morte das células
                                  ciliadas cocleares e perda da audição. Em outros estudos observou-se alteração nos níveis
                                  de neurotransmissores e na composição lipídica no cérebro. Não se sabe se esses efeitos
                                  são produzidos diretamente pela substância ou são secundários à depressão do sistema
                                  nervoso central (SNC). Alguns experimentos demonstraram inibição das enzimas
                                  microssomiais pulmonares, mas não se conhece o mecanismo que leva a esse efeito.
                                  Xileno é tóxico ciliar e coagulante do muco do trato respiratório.
 Sintomas e sinais                Fenitrotiona: Os efeitos podem ocorrer minutos ou horas após exposição. As
 clínicos:                        manifestações agudas são classificadas como:

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                                                                                                                Página 7 de 16
                                  Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica ou colinérgica): vômito,
                                  diarreia, cólicas abdominais, broncoespasmos, miose puntiforme e paralítica, bradicardia,
                                  hipersecreção (sialorreia, lacrimejamento, broncorreia e sudorese), cefaleia,
                                  incontinência urinária, visão borrada. Diaforese severa pode provocar desidratação e
                                  hipovolemia graves, resultando em choque.
                                  Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial, fasciculações
                                  musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode haver
                                  paralisia de musculatura respiratória levando à morte. Taquicardia e hipertensão arterial
                                  podem manifestar-se, e serem alteradas pelo efeito muscarínico.
                                  Efeitos em SNC (síndrome neurológica): ansiedade, agitação, confusão mental, ataxia,
                                  depressão de centros cardiorrespiratórios, convulsões e coma.
                                  Também podem ocorrer manifestações tardias:
                                  Síndrome intermediária: aparece 1-4 dias após a exposição e a resolução da crise
                                  colinérgica aguda. É caracterizada por paresia dos músculos respiratórios e debilidade
                                  muscular que acomete principalmente a face, o pescoço e as porções próximas dos
                                  membros. Também pode haver comprometimento de pares cranianos e diminuição de
                                  reflexos tendinosos. A crise cede após 4-21 dias de assistência ventilatória adequada, mas
                                  pode prolongar-se, às vezes, por meses após a exposição.
                                  Neuropatia retardada induzida por Organofosforados: ela aparece em 14 a 28 dias após a
                                  exposição e é desencadeada por dano aos axônios de nervos periféricos e centrais. A crise
                                  se caracteriza por paresias ou paralisias simétricas de extremidades, sobretudo inferiores,
                                  podendo persistir durante semanas ou anos. São casos raros, após exposição agudas e
                                  intensas.
                                  Outros efeitos sobre o Sistema Nervoso Central: um déficit residual de natureza
                                  neuropsiquiátrica, com depressão, ansiedade, irritabilidade, comprometimento da
                                  memória, concentração e iniciativas podem observar-se.
                                  Xileno:
                                  Toxicidade aguda
                                  Inalatória: Irritação nas vias aéreas e ocular, pneumonia, edema e hemorragia pulmonar
                                  e efeitos sistêmicos (via mais frequente de intoxicação).
                                  Oral: Irritação das mucosas e odinofagia.
                                  Ocular: Irritação, queimadura e conjuntivite.
                                  Dérmica: Dermatite, exantema, queimaduras e bolhas {especialmente quando a
                                  exposição é prolongada) (crianças são mais vulneráveis).
                                  Toxicidade sistêmica: Exposição aguda a altas concentrações de xileno pode causar
                                  efeitos no SNC. Em estudos em voluntários humanos, causou leve deterioração da visão,
                                  da função sensorial, motora, vestibular e do processamento de informação após níveis de
                                  exposição de 200 a 300 ppm, durante 4 horas. Intoxicações pesadas podem causar efeitos
                                  no SNC (alterações do EEG, confusão, ataxia, tremores, coma, nistagmo, amnésia,
                                  convulsões), arritmias ventriculares, edema pulmonar, desequilíbrio hidroeletrolítico,
                                  alterações gastrointestinais com ou sem hemorragia, anemia, insuficiência respiratória,
                                  hepática e renal. Pode ocorrer óbito. A recuperação é completa nos casos não fatais. Tem-
                                  se relatado caso de tentativa de suicídio com injeção de xileno via intravenosa que causou
                                  graves lesões, mas a recuperação foi total.
                                  Toxicidade crônica: Há evidências que sugerem que a exposição moderada a xileno cause
                                  efeitos crônicos no SNC (tonturas, perda de memória, cefaleia, tremores, irritabilidade),
                                  fraqueza, anorexia, náusea, sede, alterações hepáticas, bronquite crônica, insuficiência
                                  renal e anemia.
                                  Em trabalhadores de laboratórios expostos repetidas vezes foram descritos: cefaleia, dor
                                  torácica, anormalidades eletrocardiográficas, dispneia, cianose de mãos, leucopenia, mal-
                                  estar, deterioração da função pulmonar e confusão. Têm sido reportadas alterações no
                                  EEG, amnésia, confusão e nistagmo nos sobreviventes de intoxicação aguda. As mulheres
                                  podem sofrer alterações nos ciclos menstruais. Trabalhadoras expostas ao xileno
                                  (frequentemente em combinação com outros solventes), em concentrações que
                                  periodicamente ultrapassem os limites de exposição, também se viram afetadas por
                                  alterações durante a gravidez, hemorragia durante o parto e infertilidade. Xileno não é


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Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000                                            Sumifog-70_BL-Agrofit_2023-05-15_Rev06

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                                  genotóxico ou mutagênico. Não é considerado carcinogênico para humanos. é suspeito
                                  de causar efeitos reprodutivos e sobre o desenvolvimento.
 Diagnóstico:                     Fenitrotiona: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro
                                  clínico compatível, associados ou não à queda na atividade das colinesterases. Queda em
                                  25% ou mais de sua atividade original indica exposição importante. Queda de 50% é
                                  geralmente associada com exposição intensa. A pseudocolinesterase é um indicador
                                  sensível, mas não específico. Ambas podem demorar de 3-4 meses para se normalizar.
                                  A identificação das substâncias e seus metabólitos em sangue e urina pode evidenciar
                                  exposição, mas não são facilmente realizáveis. Outros controles incluem: eletrólitos,
                                  glicemia, creatinina, amilase pancreática, enzimas hepáticas, gasometria, ECG
                                  (prolongamento de QT), RX do tórax (edema pulmonar e aspiração).
                                  Convém considerar a possibilidade de associação do organofosforado a outros tóxicos, o
                                  que pode alterar ou potencializar o perfil clínico esperado.
                                  Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente
                                  imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial.
                                  Xileno: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
                                  quadro clínico compatível.
                                  Para intoxicações por xileno, o teste de dosagem do ácido metilhipúrico na urina
                                  (biomarcador) é importante para avaliar a exposição ao composto.
 Tratamento:                      Fenitrotiona: as medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a
                                  adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao
                                  tratamento medicamentoso e à descontaminação.
                                  Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
                                  1. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e
                                  orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
                                  2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por
                                  no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
                                  3. Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de
                                  consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na
                                  proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em
                                  menores de 1 ano, diluído em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL
                                  de água.
                                  4. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas permeáveis, se
                                  necessário através de entubação oro-traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção
                                  especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina,
                                  hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se
                                  necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria, ECG, amilase sérica). Tratar
                                  pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observações por no mínimo 24
                                  horas após o desaparecimento dos sintomas.
                                  Específico e antídotos: A administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência
                                  de sintomatologia. Não deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático.
                                  Xileno: As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada
                                  oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento
                                  medicamentoso e à descontaminação. Utilizar luvas e avental durante a
                                  descontaminação.
                                  1. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e
                                  orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
                                  2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por
                                  no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
                                  3. Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de
                                  consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na
                                  proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em
                                  menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL
                                  de água.
                                  4. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas permeáveis, se
                                  necessário através de intubação orotraqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção
                                  especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina,
Avenida Wilson Camurça nº 2138 - Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000                                          Sumifog-70_BL-Agrofit_2023-05-15_Rev06

                                                                                                              Página 9 de 16
                                  hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se
                                  necessário.
                                  Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite,
                                  convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o
                                  desaparecimento dos sintomas.
                                  Específico e antídotos: a administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência de
                                  sintomatologia. Não deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático.
                                  Atropina - agente antimuscarínico - é usada para reverter os sintomas muscarínicos, não
                                  os nicotínicos, na dose de 2,0 - 4,0 mg em dose de ataque (adultos), e 0,05 mg/kg em
                                  crianças, EV. Repetir se necessário a cada 5 a 10 minutos. As preparações de Atropina
                                  disponíveis no mercado, normalmente têm a concentração de 0,25 ou 0,50 mg/mL. O
                                  parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico, e se baseia na
                                  reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorreia e na constatação do
                                  desaparecimento da fase hipersecretora, ou sintomas de intoxicação atropínica
                                  (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados sinais de
                                  atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais.
                                  A presença de taquicardia e hipertensão não contraindica a atropinização. Manter em
                                  observação por 72 horas, com monitorização cardiorrespiratória e oximetria de pulso. A
                                  ação letal dos organofosforados pode ser comumente atribuída à insuficiência
                                  respiratória, pelos mecanismos de: broncoconstrição, secreção pulmonar excessiva,
                                  falência da musculatura respiratória e consequente depressão do centro respiratório por
                                  hipóxia. Devido a esta complicação, manter a monitoração e tratamento sintomático. É
                                  indicado supervisão do paciente por pelo menos 48 horas.
                                  Oximas-Pralidoxima: é um antídoto específico para organofosforados. Sua ação visa
                                  restaurar a atividade da colinesterase, o que justifica coleta de amostra de sangue
                                  heparinizado prévia à sua administração, para estabelecimento da efetividade do
                                  tratamento. Age em todos os sítios afetados (muscarínicos, nicotínicos e provavelmente
                                  em SNC). Não reativa a colinesterase plasmática. Dose de ataque - Adultos: 1-2 g
                                  preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC em doses não maiores que 200
                                  mg/minuto, diluídos em Soro Fisiológico, podendo ser repetida a partir de 2 horas após a
                                  primeira administração, não ultrapassando a dose máxima de 12 g/dia. Crianças: 20 a 40
                                  mg/Kg preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC (não exceder 4 mg/Kg/min).
                                  Deve ser iniciada nas primeiras 24 h, para ser mais efetiva, mas pode ser realizada mais
                                  tarde, em especial para compostos lipossolúveis. Se ocorrerem convulsões, o paciente
                                  pode ser tratado com Benzodiazepínicos sob orientação médica.
 Contraindicações:                Fenitrotiona / Xileno: A diálise e a hemoperfusão são contraindicadas. Provocar vômito
                                  é contraindicado em razão da presença de grande quantidade de xileno que aumenta o
                                  risco de aspiração e pneumonite química grave. Aminas adrenérgicas só devem ser usadas
                                  em indicações específicas, devido à possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca
                                  (morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina).
 Efeitos sinérgicos:              Com outros organofosforados ou carbamatos.
                                        Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                                                  tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
                                              Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                                                     (RENACIAT/ANVISA/MS)
                                    As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
                                                                    Notificação Compulsória.
                                      Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
 ATENÇÃO
                                             Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                                                             Telefones de Emergência da empresa:
                                                       Toxiclin (emergência toxicológica): 0800-014-1149
                                               Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.: (85) 4011-1000
                                                          SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011
                                                Endereço Eletrônico da Empresa: www.sumitomochemical.com
                                                 Correio Eletrônico da Empresa: sac@sumitomochemical.com

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Avenida Wilson Camurça nº 2138 - Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000                                            Sumifog-70_BL-Agrofit_2023-05-15_Rev06

                                                                                                              Página 10 de 16
Testes realizados em animais de laboratório mostram que a Fenitrotiona é rapidamente absorvida pelo
trato gastrointestinal, distribuído e metabolizado.
A reação de biotransformação ocorre pela mudança da Fenitrotiona para derivados contendo o grupo
P=O, e após estas outras degradações ocorrem através da ruptura da ligação P-O-CH3 a qual é
rapidamente metabolizada no fígado. A excreção dos metabólitos da Fenitrotiona ocorre nas primeiras
24 horas após sua absorção, não havendo indicações de bioacumulação. A excreção é feita principalmente
via urina (88 - 94%).

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
• DL50 oral em ratos: 4.650 mg/Kg
• DL50 dérmica em ratos: maior que 5.000 mg/Kg
• CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste.
• Corrosão/irritação cutânea em coelhos: Não classificado. Em contato com a pele íntegra de coelhos
  foi observado eritema definido com edema pouco perceptível, reversíveis em 72 horas.
• Corrosão/irritação ocular em coelhos: Não classificado. Causou irritação leve, reversível em 7 dias.
• Sensibilização cutânea em cobaias: dado não disponível
• Sensibilização respiratória: dado não disponível
• Mutagenicidade: O produto não é mutagênico

Efeitos crônicos:
Fenitrotiona: Em estudos toxicológicos de longa duração, nos quais os animais são observados durante
toda ou boa parte de suas vidas, expostos à Fenitrotiona em diferentes concentrações, os animais
apresentaram redução no peso.
Xileno: A toxicidade crônica em animais é baixa. Entretanto, há evidências que sugerem que a exposição
moderada a xileno cause efeitos crônicos no SNC (tonturas, perda de memória, cefaleia, tremores,
irritabilidade), fraqueza, anorexia, náusea, sede, alterações hepáticas, bronquite crônica, insuficiência
renal e anemia. Testes para genotoxicidade e mutagenicidade foram negativos. Os estudos sobre
carcinogenicidade em animais foram inconclusivos, portanto, mais estudos são requeridos.
O ponto crítico da toxicidade crônica do xileno são os efeitos sobre a reprodução e o desenvolvimento.
Em animais, o xileno produziu incremento na frequência de abortos a doses não tóxicas maternas e foi
embriotóxico, fetotóxico e possivelmente teratogênico a doses tóxicas maternas produzindo: incremento
no peso hepático materno, abortos, malformações e diminuição do peso fetal, incremento na incidência
de fenda palatina nos filhotes e óbitos a altas doses.




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Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000                           Sumifog-70_BL-Agrofit_2023-05-15_Rev06

                                                                                             Página 11 de 16
                                      DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
        Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
    X       MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
            Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
       Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Microcrustáceos e peixes).
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite
  a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
  água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas raçoes ou
   outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
   recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
   Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize o equipamento de proteção individual EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
    óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
    ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química
    S.A. - Telefone de Emergência: (85) 4011-1000 ou AMBIPAR: 0800-720-8000.
 • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
      pá e colocaque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá
      ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante ou através do telefone indicado no rótulo para
      sua devolução e destinação final.
 • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
      material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
      registrante conforme indicado acima.
 • Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate
      o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem

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Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000                              Sumifog-70_BL-Agrofit_2023-05-15_Rev06

                                                                                                Página 12 de 16
   adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão
   e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor
  do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPl 's - Equipamentos
de Proteção Individual recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição
   vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes:
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


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No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um uno após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
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Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000                            Sumifog-70_BL-Agrofit_2023-05-15_Rev06

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No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebida, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de
distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas. medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.



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5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICO, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui
o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não
podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




Avenida Wilson Camurça nº 2138 - Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000                            Sumifog-70_BL-Agrofit_2023-05-15_Rev06

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