Success 002 CB
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Inseticida
Espinosade (espinosinas) (.24 g/L)
Informações
Número de Registro
5606
Marca Comercial
Success 002 CB
Formulação
CB - Isca Concentrada
Ingrediente Ativo
Espinosade (espinosinas) (.24 g/L)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacate
Anastrepha fraterculus
Mosca - sul- americana
Abacate
Anastrepha obliqua
Mosca - sul- americana
Abacate
Bactrocera carambolae
Mosca da carambola
Abacate
Ceratitis capitata
Mosca do mediterâneo
Anonáceas
Anastrepha fraterculus
Mosca - sul- americana
Anonáceas
Anastrepha obliqua
Mosca - das indias- ocidentais
Anonáceas
Bactrocera carambolae
Mosca da carambola
Anonáceas
Ceratitis capitata
Mosca do mediterâneo
Cacau
Anastrepha fraterculus
Mosca - sul- americana
Cacau
Anastrepha obliqua
Mosca - das indias- ocidentais
Cacau
Bactrocera carambolae
Mosca da carambola
Cacau
Ceratitis capitata
Mosca do mediterâneo
Citros
Anastrepha obliqua
Mosca-das-frutas
Citros
Bactrocera carambolae
Mosca-da-carambola
Citros
Ceratitis capitata
Mosca-das-frutas; Mosca-do-mediterrâneo
Kiwi
Anastrepha fraterculus
Mosca - sul- americana
Kiwi
Anastrepha obliqua
Mosca - das indias- ocidentais
Kiwi
Bactrocera carambolae
Mosca da carambola
Kiwi
Ceratitis capitata
Mosca do mediterâneo
Mamão
Anastrepha fraterculus
Mosca - sul- americana
Mamão
Anastrepha obliqua
Mosca - das indias- ocidentais
Mamão
Bactrocera carambolae
Mosca da carambola
Mamão
Ceratitis capitata
Mosca-das-frutas; Mosca-do-mediterrâneo
Manga
Anastrepha obliqua
Mosca-das-frutas
Manga
Bactrocera carambolae
Mosca-da-carambola
Manga
Ceratitis capitata
Mosca-das-frutas; Mosca-do-mediterrâneo
Maracujá
Anastrepha fraterculus
Mosca - sul- americana
Maracujá
Anastrepha obliqua
Mosca - das indias- ocidentais
Maracujá
Bactrocera carambolae
Mosca da carambola
Maracujá
Ceratitis capitata
Mosca-das-frutas; Mosca-do-mediterrâneo
Maçã
Anastrepha fraterculus
Mosca-das-frutas; Mosca-sul-americana
Romã
Anastrepha fraterculus
Mosca - sul- americana
Romã
Anastrepha obliqua
mosca-das-indias-ocidentais
Romã
Bactrocera carambolae
Mosca da carambola
Romã
Ceratitis capitata
Mosca do mediterâneo
Conteúdo da Bula
Success® 0,02 CB
<logomarca do produto>
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA, sob nº 05606
COMPOSIÇÃO:
Mixture of (2R,3aR,5aR,5bS,9S,13S,14R,16aS,16bR)-2-(6-deoxy-2,3,4-tri-O-methyl-α-L-
mannopyranosyloxy)-13-(4-dimethylamino-2,3,4,6-tetradeoxy-ß-D-erythropyranosyloxy)-9-ethyl-
2,3,3a,5a,5b,6,7,9,10,11,12,13,14,15,16a,16b-hexadecahydro-14-methyl-1H-8-oxacyclododeca[b]as-
indacene-7,15-dione and (2S,3aR,5aS,5bS,9S,13S,14R,16aS,16bR)-2-(6-deoxy-2,3,4-tri-O-methyl-α-
L-mannopyranosyloxy)-13-(4-dimethylamino-2,3,4,6-tetradeoxy-ß-D-erythropyranosyloxy)-9-ethyl-
2,3,3a,5a,5b,6,7,9,10,11,12,13,14,15,16a,16b-hexadecahydro-4,14-dimethyl-1H-8-oxacyclo
dodeca[b]as-indacene-7,15-dione in the proportion 50-95% to 50-5%
(ESPINOSADE).......................................................................................................0,24 g/L (0,02% m/v)
Outros ingredientes.....................................................................................1199,76 g/L (119,98% m/v)
GRUPO 5 INSETICIDA
CONTEÚDO: Vide rótulo.
CLASSE: Inseticida não sistêmico de origem biológica.
GRUPO QUÍMICO:
ESPINOSADE: Espinosinas.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Isca Concentrada (CB)
TITULAR DO REGISTRO (*):
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala CTVA -
Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
SPINOSAD TÉCNICO
Registro MAPA nº 07498
Corteva Agriscience LLC
305 N. Huron Avenue, Michigan, 48441, Harbor Beach - Estados Unidos da América
FORMULADOR:
Adama Brasil S.A.
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro no Estado nº 003263 - ADAPAR/PR
Adama Brasil S.A.
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro no Estado nº 00001047/99 - SEAPA/RS
BASF S.A.
Av. Brasil, 791 - Bairro Eng. Neiva - CEP: 12521-900 - Guaratinguetá/SP
CNPJ 48.539.407/0002-07 - Registro no Estado nº 487 - CDA/SAA/SP
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Bayer S.A.
Estrada da Boa Esperança, 650 - Bairro Bom Pastor - CEP: 26110-120 - Belford Roxo/RJ
CNPJ: 18.459.628/0033-00 - Número do cadastro no INEA - LO nº IN023132
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da
Rocha/SP - CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Av. Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, 3200 - Parte - Rio Abaixo - CEP: 12321-150 - Jacareí/SP
CNPJ: 47.180.625/0020-09 - Registro no Estado nº 679 - CDA/SP
Corteva Agriscience Argentina S.R.L.
Hipolito Irigoyen 2900, Santa Fe, Puerto General San Martin, S2202DRA - Argentina
Corteva Agriscience de Colombia S.A.S.
Mamonal, Km 14, Bolivar Apartado, 2888, Cartagena - Colômbia
Corteva Agriscience LLC
305 N. Huron Avenue, Michigan, 48441, Harbor Beach - Estados Unidos da América
Corteva Agriscience LLC
2509 Rocky Ford Road, Valdosta, Georgia 31601 - Estados Unidos da América
Helena Industries, LLC
434 Fenn Road, Cordele, Georgia 31015 - Estados Unidos da América
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado nº 8 - CDA/SP
Indústrias Química Lorena Ltda. - EPP
Rua 01 esquina com Rua 06, s/nº - Lote Industrial Nova Roseira - CEP: 12580-000 - Roseira/SP
CNPJ: 48.284.749/0001-34 - Registro no Estado nº 266 - CDA/SP
Nortox S.A.
Rodovia BR 369, km 197 - Aricanduva - CEP: 86700-970 - Arapongas/PR
CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Registro no Estado nº 466 - ADAPAR/PR
Nortox S.A.
Rodovia BR 163, km 116 - Parque Industrial Vetorasso - CEP: 78740-275 - Rondonópolis/MT
CNPJ: 75.263.400/0011-60 - Registro no Estado nº 183/06 - INDEA/MT
Ouro Fino Química S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5 - Dist. Industrial III - CEP: 38044-750 - Uberaba/MG
CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Certificado de Registro IMA nº 8.764
Prentiss Química Ltda.
Rodovia PR - 423 s/nº - km 24,5 - Jardim das Acácias - CEP: 83603-000 - Campo Largo/PR
CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Registro no Estado nº 002669 - ADAPAR/PR
Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG
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Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Avenida Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 - Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro no Estado nº 477 - CDA/CFICS/SP
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122 - CEP: 18160-000 - Salto de Pirapora/SP
CNPJ: 02.974.733/0010-43 - Registro no Estado nº 476 - CDA/CFICS/SP
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e 273º
do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: III - PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO:
SUCCESS 0,02 CB é uma isca inseticida indicada para o controle de pragas nas culturas de Abacate,
Anonáceas, Cacau, Citros, Kiwi, Maçã, Mamão, Manga, Maracujá e Romã.
Culturas, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:
Cultura Alvo Dose Época de Aplicação
Mosca-sul-americana
(Anastrepha fraterculus)
Iniciar as aplicações assim que o
Mosca-das-índias-ocidentais monitoramento através de
(Anastrepha obliqua) armadilhas indicar a presença de
1 - 1,6 L/ha
Mosca-do-mediterrâneo adultos da mosca ou 2 a 3 semanas
(Ceratitis capitata) antes do início do amadurecimento
dos frutos.
Mosca-da-carambola
Abacate
(Bactrocera carambolae)
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6
Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos
e no período de amadurecimento dos frutos.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha
- Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha
Mosca-sul-americana
(Anastrepha fraterculus)
Iniciar as aplicações assim que o
Mosca-das-índias-ocidentais monitoramento através de
(Anastrepha obliqua) armadilhas indicar a presença de
1 - 1,6 L/ha
Mosca-do-mediterrâneo adultos da mosca ou 2 a 3 semanas
(Ceratitis capitata) antes do início do amadurecimento
dos frutos.
Mosca-da-carambola
Anonáceas
(Bactrocera carambolae)
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6
Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos
e no período de amadurecimento dos frutos.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha
- Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha
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Cultura Alvo Dose Época de Aplicação
Mosca-sul-americana
(Anastrepha fraterculus)
Iniciar as aplicações assim que o
Mosca-das-índias-ocidentais monitoramento através de
(Anastrepha obliqua) armadilhas indicar a presença de
1 - 1,6 L/ha
Mosca-do-mediterrâneo adultos da mosca ou 2 a 3 semanas
(Ceratitis capitata) antes do início do amadurecimento
dos frutos.
Mosca-da-carambola
Cacau
(Bactrocera carambolae)
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6
Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos
e no período de amadurecimento dos frutos.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha
- Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha
Mosca-das-índias-ocidentais
Iniciar as aplicações assim que o
(Anastrepha obliqua)
monitoramento através de
Mosca-do-mediterrâneo armadilhas indicar a presença de
1 - 1,6 L/ha
(Ceratitis capitata) adultos da mosca ou 2 a 3 semanas
antes do início do amadurecimento
Mosca-da-carambola
dos frutos.
(Bactrocera carambolae)
Citros
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6
Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos
e no período de amadurecimento dos frutos.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha
- Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha
Mosca-sul-americana
(Anastrepha fraterculus)
Iniciar as aplicações assim que o
Mosca-das-índias-ocidentais monitoramento através de
(Anastrepha obliqua) armadilhas indicar a presença de
1 - 1,6 L/ha
Mosca-do-mediterrâneo adultos da mosca ou 2 a 3 semanas
(Ceratitis capitata) antes do início do amadurecimento
dos frutos.
Mosca-da-carambola
Kiwi
(Bactrocera carambolae)
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6
Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos
e no período de amadurecimento dos frutos.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha
- Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha
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Cultura Alvo Dose Época de Aplicação
Iniciar as aplicações assim que o
monitoramento através de
Mosca-sul-americana armadilhas indicar a presença de
0,8 - 1,6 L/ha
(Anastrepha fraterculus) adultos da mosca ou 2 a 3 semanas
antes do início do amadurecimento
dos frutos.
Maçã N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6
Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos
e no período de amadurecimento dos frutos.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 2,0 - 4,0 L/ha
- Aplicação aérea: 2,0 - 4,0 L/ha
Mosca-sul-americana
(Anastrepha fraterculus)
Iniciar as aplicações assim que o
Mosca-das-índias-ocidentais
monitoramento através de
(Anastrepha obliqua)
armadilhas indicar a presença de
1 - 1,6 L/ha
adultos da mosca ou 2 a 3 semanas
Mosca-do-mediterrâneo
antes do início do amadurecimento
(Ceratitis capitata)
dos frutos.
Mamão Mosca-da-carambola
(Bactrocera carambolae)
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6
Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos
e no período de amadurecimento dos frutos.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha
- Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha
Mosca-das-índias-ocidentais
Iniciar as aplicações assim que o
(Anastrepha obliqua)
monitoramento através de
Mosca-do-mediterrâneo armadilhas indicar a presença de
1 - 1,6 L/ha
(Ceratitis capitata) adultos da mosca ou 2 a 3 semanas
antes do início do amadurecimento
Mosca-da-carambola dos frutos.
(Bactrocera carambolae)
Manga
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6
Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos
e no período de amadurecimento dos frutos.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha
- Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha
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Cultura Alvo Dose Época de Aplicação
Mosca-sul-americana
(Anastrepha fraterculus)
Iniciar as aplicações assim que o
Mosca-das-índias-ocidentais monitoramento através de
(Anastrepha obliqua) armadilhas indicar a presença de
1 - 1,6 L/ha
adultos da mosca ou 2 a 3 semanas
Mosca-do-mediterrâneo
antes do início do amadurecimento
(Ceratitis capitata)
dos frutos.
Mosca-da-carambola
Maracujá
(Bactrocera carambolae)
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6
Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos
e no período de amadurecimento dos frutos.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha
- Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha
Mosca-sul-americana
(Anastrepha fraterculus)
Iniciar as aplicações assim que o
Mosca-das-índias-ocidentais
monitoramento através de
(Anastrepha obliqua)
armadilhas indicar a presença de
1 - 1,6 L/ha
Mosca-do-mediterrâneo adultos da mosca ou 2 a 3 semanas
(Ceratitis capitata) antes do início do amadurecimento
dos frutos.
Mosca-da-carambola
Romã
(Bactrocera carambolae)
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6
Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos
e no período de amadurecimento dos frutos.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha
- Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha
A escolha da dose a ser utilizada para o controle do alvo deve considerar o nível de infestação,
condições ideais para o desenvolvimento da praga e o histórico do local, adotando-se a maior dose em
altas infestações. Success 0,02 CB é um produto resistente à lavagem, porém poderá perder sua
atratividade/efetividade se exposto à chuva ou irrigação. As maiores doses promovem um período de
controle mais longo. As condições climáticas, principalmente chuvas, podem afetar a duração do
período de controle do produto necessitando reaplicações.
MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Success 0,02 CB é uma isca concentrada que deve ser misturada com água na proporção de 1 parte
de produto para 1,5 partes de água. Primeiramente, adicionar metade do volume de água, o volume
total de Success 0,02 CB e então o restante da água. Fazer agitação constante da solução para
assegurar uniformidade na aplicação. Após a diluição, Success 0,02 CB deve ser utilizado em no
máximo 24 horas.
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- Aplicação terrestre: pulverizar 1 metro quadrado de copa por planta em um dos lados da mesma. O
espaçamento entre os pontos de aplicação deve considerar o raio limite de atratividade da isca que é
de até 3,5 metros (7 metros entre os pontos de aplicação). A aplicação pode ser realizada com
equipamento costal ou tratorizado. Para a aplicação com equipamento costal deve-se utilizar pistola de
pulverização. Para otimização da utilização da isca deve-se trabalhar com gotas de 4 a 6 mm e 60 a
80 gotas/m2.
- Aplicação aérea: utilizar pontas que produzam gotas grandes e atinjam a densidade de 20 a 80
gotas/m2. Utilizar bicos e ajustar a altura de voo para que se obtenham gotas com tamanho de 4 a 6
mm.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola
Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva
Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea
deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e
qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do
rótulo e da bula do produto.
• Aeronave Remotamente Pilotada (ARP/drones):
Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há
um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança
operacional.
A aplicação deste produto pode ser realizada com drones agrícolas de pulverização, mantendo-se uma
altura de voo de 2 a 3 m acima dos alvos. Evite alturas de voo muito altas ou muito baixas, pois esses
procedimentos aumentam o risco de deriva. O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação
(volume de calda) mínima de 2,5 a 4,0 L/ha. A seleção das pontas ou o ajuste da rotação de bicos
rotativos deve propiciar espectro de gotas das classes grossa, de forma a minimizar o risco de deriva
e proporcionar deposição adequada no alvo. É importante que as pontas sejam escolhidas em função
das características operacionais da aeronave, para que a classe do espectro de gotas fique dentro do
recomendado.
No caso das pontas hidráulicas, selecione modelos com indução de ar que propiciem gotas das classes
grossa, dentro de toda a faixa útil de vazões e pressões de trabalho.
Evite utilizar o drone sem que haja adequada sobreposição de passadas durante a aplicação, a
exemplo do que se faz em aplicações aéreas convencionais. A faixa de deposição ideal para os drones
deve ser calculada com as mesmas metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional.
Entretanto, na impossibilidade da realização desta avaliação, considere que os drones multirrotores
com até 30 kg de carga útil apresentam faixas de deposição ideal entre 4 e 6 m. Havendo dúvida,
consulte o fabricante do equipamento sobre o melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo de
drone.
Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para a redução da deriva. Lembre-se que o drone é uma
plataforma de aplicação aérea e requer os devidos cuidados para evitar a deriva. Não utilize pontas
hidráulicas ou ajustes de bicos rotativos que propiciem gotas finas ou muito finas.
Mantenha uma faixa de segurança de 20 m de distância dos possíveis alvos de deriva, como culturas
sensíveis ao produto.
Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de drones do Success 0,02 CB com empresas
que tenham realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas
(drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra
que venha complementá-la ou substituí-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes
para operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que
toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as
recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA,
ANAC e ANATEL).
Bula_AGROFIT_Success0,02CB_2024_12_04
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Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:
Volume de calda Classe de gotas Altura de voo Faixa de aplicação
Grossa (de 4 a 6
Ajuste de acordo com cada modelo
2,5 a 4,0 L/ha mm densidade de 2a3m
de drone
20 a 80 gotas/m2)
Condições meterológicas para pulverização:
Temperatura Umidade do ar Velocidade do vento
< 30°C > 50% entre 3 e 10 km/h
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
- Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30ºC.
- Umidade relativa do ar: acima de 50%.
- Velocidade do vento: calmo (entre 2 e 10 km/h).
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro
agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacate............................................................................................................................................... 1 dia
Anonáceas .......................................................................................................................................... 1 dia
Cacau ................................................................................................................................................. 1 dia
Citros .............................................................................................................................................. 14 dias
Kiwi ..................................................................................................................................................... 1 dia
Maçã ................................................................................................................................................. 3 dias
Mamão ................................................................................................................................................ 1 dia
Manga ................................................................................................................................................. 1 dia
Maracujá ............................................................................................................................................. 1 dia
Romã .................................................................................................................................................. 1 dia
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Para a cultura da Maçã podem ocorrer leves sintomas de fitotoxicidade, que não causam nenhum
prejuízo fisiológico à planta, devendo-se evitar a aplicação sobre os frutos.
• Não aplique na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia.
• Success 0,02 CB é um produto resistente à lavagem, porém poderá perder sua
atratividade/efetividade se exposto à chuva ou irrigação.
• Não utilizar águas turvas ou com presença de argilas (barrentas), pois a eficiência do produto poderá
ser prejudicada.
• Para maiores informações consulte um Engenheiro Agrônomo.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO.
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DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÃO SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
GRUPO 5 INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida Success 0,02 CB pertence ao grupo 5 (Moduladores alostéricos de receptores nicotínicos
da acetilcolina - Espinosinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode
aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do Success 0,02 CB como uma ferramenta útil de manejo de
pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a
evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 5. Sempre rotacionar com
produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar Success 0,02 CB ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um
“intervalo de aplicação” (janela) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de Success 0,02 CB podem ser feitas desde que o período residual total
do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do Success 0,02 CB, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do
grupo químico das Espinosinas não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total
de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Success 0,02 CB ou outros produtos do
Grupo 5 quando for necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento, etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações de dose e modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária
(www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa
de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente,
botas de borracha, avental impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2, viseira, touca
árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente,
botas de borracha, avental impermeável (quando utilizar equipamento costal), respirador com filtro
mecânico classe P2, viseira, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
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• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco, luvas
de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, viseira, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso), botas,
calça (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
• A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros dos respiradores, seguindo corretamente as especificações
do fabricante.
ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência, levando a embalagem,
o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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INTOXICAÇÕES POR SUCCESS 0,02 CB
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Espinosade: Espinosinas
Classificação
CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
toxicológica
Vias de exposição Oral, dérmica e mucosa.
Após absorção o produto é rapidamente metabolizado e eliminado pelas fezes
e pela urina.
Em estudos com ratos, o produto radiomarcado administrado oralmente em
doses de até 100 mg/kg de peso vivo foi rapidamente absorvido,
metabolizado e excretado. A rota de absorção foi ingestão e a principal rota
de excreção foi fecal para ambos os fatores (A e D). Cerca de 80% do fator
Toxicocinética A e 66% do fator D foram absorvidos, sendo que 20% do fator A e 34% do
fator D foram excretados sem absorção.
Após 48 horas da administração da dose, 60% e 80% dos fatores A e D,
respectivamente, foram recuperados na urina e fezes. A maior rota de
metabolismo e excreção aparentemente foi a conjugação com glutathione,
posterior secreção pela bile e excreção através das fezes. A meia vida variou
de 25-42 horas.
Estimulação dos receptores nicotínicos da acetilcolina das células pós-
Toxicodinâmica sinápticas, com possível atuação no sistema GABA; susceptível de causar
excitação dos motoneuronas.
Irritação e dor ocular. Irritação cutânea.
Em caso de grande absorção, pode aparecer uma síndrome nicotínica:
midríase, mialgia, fasciculações musculares, tremores e fraqueza. Pode haver
Sintomas e Sinais
paralisia de musculatura respiratória levando à morte. Taquicardia e
Clínicos
hipertensão arterial podem manifestar-se.
Exposição crônica ou repetida: possibilidade de lesões renais e hepáticas -
vacuolização intracitoplasmática, com acumulação de fosfolipídios.
O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da
exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Para a
Diagnóstico confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com
sintomas inespecíficos sugere-se a pesquisa do ingrediente ativo no sangue
e urina.
Antídoto: Não há antídoto específico. Tratamento sintomático
• Utilizar luvas e avental durante a descontaminação:
As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas
concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais.
• Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa
da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria
abundante e sabão. Remover vítima para local ventilado.
Tratamento
• Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico
ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
• Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder
à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas
do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100
g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de
1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240
mL de água.
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Suporte e tratamento sintomático: Manter vias aéreas permeáveis, se
necessário através de intubação orotraqueal, aspirar secreções e oxigenar.
Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada
respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de
assistência ventilatória, se necessário, e controlar função renal e hepática.
Contraindicações O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos das
Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
Interações Químicas
Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico
e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede
Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão
ATENÇÃO incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique
o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 772 2492
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens de Toxicocinética e Toxicodinâmica.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg
DL50 cutânea em coelhos: > 5000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Foi observado eritema leve em quatro dos seis animais
testados em 30 minutos e eritema em um dos animais testados em 24 horas. Não foi observado edema
em nenhum dos animais testados. Os efeitos foram totalmente revertidos em até 48 horas.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Foi observada vermelhidão da conjuntiva em todos os animais
testados em 1 hora. Esta foi revertida em 24 horas. Não foi observada opacidade da córnea, irite,
edema e secreção da conjuntiva em nenhum dos animais testados.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante à pele.
Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: Não mutagênico.
Efeitos crônicos:
Em estudo crônico realizado por dois anos com ratos recebendo administração diária, o grupo de animais
que recebeu doses superiores às máximas toleradas apresentou diminuição de peso e aumento na
mortalidade
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
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- Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos com Aeronaves Remotamente Pilotadas
(ARP/drone) em áreas situadas a uma distância mínima de 20 (vinte) metros de povoações, cidades,
vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água
para abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente,
além de outras áreas ambientais com larguras mínimas de proteção estabelecidas em legislação
específica, caso não sejam áreas alvos da aplicação, devendo ser respeitadas ainda, quando
couber, as restrições de distância constantes na recomendação do produto a ser aplicado.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda. -
telefone da empresa: 0800 772 2492.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo, para a
sua devolução e destinação final.
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- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICÍPIO:
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e federal
antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou a
cultura são permitidos localmente.
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