Strike
Iharabras S.A. Indústria Químicas - Sorocaba
Herbicida
Metamifop (triazolinona) (300 g/L)
Informações
Número de Registro
29522
Marca Comercial
Strike
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
Metamifop (triazolinona) (300 g/L)
Titular de Registro
Iharabras S.A. Indústria Químicas - Sorocaba
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Arroz irrigado
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Arroz irrigado
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Arroz irrigado
Echinochloa colona
capim-arroz (1); capim-coloninho (2); capim-jaú (1)
Arroz irrigado
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Arroz irrigado
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Arroz irrigado
Leersia hexandra
Boiadeira
Arroz irrigado
Panicum dichotomiflorum
capim-do-banhado (1); painço (1)
Trigo
Avena strigosa
aveia-brasileira; aveia-preta; aveia-voluntária
Conteúdo da Bula
Strike®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob Nº 29522
COMPOSIÇÃO:
- (R)-2-[4-(6-chloro-1,3-benzoxazol-2-yloxy)phenoxy]-2'-fluoro-N-methylpropionanilide
(METAMIFOPE) ................................................................................................ 300 g/L (30,0% m/v)
Hidrocarboneto aromático naftênico...................................................................458 g/L (45,8% m/v)
- Outros Ingredientes ........................................................................................ 307 g/L (30,7% m/v)
GRUPO A HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida, seletivo de ação sistêmica, do grupo químico Ariloxifenoxipropionato
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO:
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Avenida Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP
Fone: (15) 3235-7700 - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
METAMIFOP TÉCNICO (Registro MAPA nº TC14122)
FARM HANNONG CO., LTD.
131, Haean-Ro, Danwon-Gu, Ansan-Si,Gyeonggi-Do - Coreia do Sul
FORMULADOR:
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Avenida Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP
Fone: (15) 3235-7700 - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA- SE.
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É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –
PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor-da-faixa: AZUL INTENSO (Azul PMS Blue 293 C)
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INSTRUÇÕES DE USO:
O produto STRIKE é um herbicida seletivo e de ação sistêmica, recomendado para o controle em
pós-emergência de plantas infestantes de folhas estreitas (gramíneas) na cultura do Arroz, Arroz
irrigado e Trigo. É efetivo contra ampla faixa de gramíneas anuais e perenes, apresentando pouca
ou nenhuma atividade sobre as plantas infestantes de folhas largas e ciperáceas.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, RECOMENDAÇÕES DE USO:
RECOMENDAÇÕES DE USO
DOSES NÚMERO
CULTURAS PLANTAS INFESTANTES MÁXIMO
(p.c.) VOLUME DE
ÉPOCA DE APLICAÇÃO DE
CALDA
APLICAÇÕ
ES
Capim-arroz
(Echinochloa crusgalli) Realizar 1 aplicação em
Capim-colchão área total, em pós-
(Digitaria horizontalis) emergência da cultura e
Terrestre:
Capim-coloninho das plantas infestantes,
150 a 200 L/ha
Arroz (Echinochloa colona) 0,8 a 1,0 quando estas
Capim-do-banhado L/ha apresentarem o estágio
1
Arroz (Panicum dichotomiflorum) de 2 a 4 folhas. Deve-se
irrigado Capim-marmelada adicionar adjuvante à
Aérea:
(Brachiaria plantaginea) base de óleo mineral na
10 a 40 L/ha
Capim-pé-de-galinha dose de 0,25 a 0,5% v/v
(Eleusine indica) ou, na dose recomendada
Grama-boiadeira pelo fabricante.
1,0 L/ha
(Leersia hexandra)
Realizar 1 aplicação em
área total, em pós-
emergência da cultura e
Terrestre:
das plantas infestantes,
150 a 200 L/ha
quando estas
Aveia-preta 0,75 a 1,0 apresentarem o estágio
Trigo 1
(Avena strigosa) L/ha de 2 a 4 folhas. Deve-se
adicionar adjuvante à
Aérea:
base de óleo mineral na
10 a 40 L/ha
dose de 0,25 a 0,5% v/v
ou, na dose recomendada
pelo fabricante.
p.c.: produto comercial
MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicar STRIKE nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este
produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais
(manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada
cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do
Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da
aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação
empregada.
- PREPARO DA CALDA:
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI)
indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua
capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação
acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação
constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da
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calda.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento
de Deriva.
- APLICAÇÃO VIA TERRESTRE:
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações
que devem ser rigorosamente observadas, tais como:
. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de
equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas
é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho
de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador
de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os
parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o
tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de
acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão
ser mantidas a mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a
altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição
das gotas à evaporação e ao vento.
. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir
maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da
classe de gotas.
- APLICAÇÃO VIA AÉREA:
A aplicação via aérea é indicada para as culturas: Arroz, Arroz irrigado e Trigo.
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de
boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as
disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades
aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras
apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa
cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de
equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas
é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho
de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador
de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os
parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o
tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
. Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com
o desempenho dos elementos geradores de gotas.
. Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição,
garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
. Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo
ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação.
Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a
proporcionar uma boa cobertura.
. Volume de calda: 10 a 40 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para
aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias
durante a aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
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• Nebulosidade: preferir por aplicar em dias com poucas nuvens.
- Cuidados na Limpeza do Equipamento de Aplicação:
. Antes de aplicar STRIKE, verifique se todo o equipamento de aplicação está limpo e bem
cuidado.
. O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para
garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Alguns agrotóxicos são ativos em quantidades bastante pequenas, podendo causar danos quando
aplicados às culturas sensíveis.
. Antes de aplicar o STRIKE, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do
fabricante do último produto utilizado.
. Se dois ou mais produtos foram utilizados antes da aplicação do STRIKE, deve ser seguido o
procedimento de limpeza mais restritivo.
. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos
de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados
Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Arroz e Arroz irrigado: 75 dias
Trigo: 80 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos
de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- O produto deve ser utilizado única e exclusivamente conforme as recomendações de uso.
- Por ser seletivo às culturas do Arroz, Arroz irrigado e Trigo, quando aplicado em outras culturas
se torna altamente fitotóxico podendo provocar danos irreversíveis, devendo-se evitar que haja
deriva nas aplicações.
- Evitar aplicações em condições de estresse hídrico, solo seco, quando as plantas se encontram
murchas durante o dia, sob pena de baixa eficácia.
- Para a cultura do Arroz irrigado, a aplicação deve ocorrer antes que a área esteja inundada, de
modo que a pulverização atinja diretamente o alvo. Recomenda-se inundar a área até 3 dias após
a aplicação.
- Em áreas com ocorrência de outras plantas infestantes além daquelas controladas pelo produto
STRIKE, é recomendável a utilização de outros herbicidas aprovados para as indicações de uso
com o objetivo de manter a cultura livre da interferência de quaisquer plantas infestantes.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRIPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta infestante alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
O produto herbicida STRIKE é composto por Metamifope, que apresenta mecanismo de ação
Inibidores da ACCase (Acetil CoA carboxilase), pertencente ao Grupo A, segundo classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo A para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultadas e,
ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas
(HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.”
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
- Não utilize equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamentos de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico
contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e
luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
preparação da calda em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e
filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de
nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
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avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas
logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de
algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão hidrorrepelente, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
- Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para
casa.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
- Pode ser nocivo se ingerido
- Pode ser nocivo em contato com a pele
- Pode ser nocivo se inalado
ATENÇÃO
- Provoca irritação à pele
- Provoca danos aos órgãos por exposição repetida ou
prolongada
- Pode ser fatal se ingerido e penetrar nas vias respiratórias
- Pode provocar irritação das vias respiratórias, sonolência ou
vertigem
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: ATENÇÃO: PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE. Em caso de contato, tire toda a
roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc) contaminados e lave a pele com
muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR STRIKE -
(Metamifope)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
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As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de
saúde, etc.).
Grupo químico METAMIFOPE: Ariloxifenoxipropionato
Hidrocarboneto aromático: Solvente nafta
Classe toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Toxicocinética METAMIFOPE: Em animais de laboratório, a excreção, após
administração repetida, ocorreu quase que completamente dentro de 72
horas, principalmente através da urina. A radioatividade excretada através
das fezes foi aproximadamente 7-16% da radioatividade administrada.
Após 96 ou 198 horas da administração, os valores sanguíneos eram
maiores que os plasmáticos, indicando ligação da substância teste e/ou
seus metabólitos com as células sanguíneas.
As meias-vidas de eliminação no sangue e no plasma foram curtas,
indicando rápida eliminação do metamifop, variando de 11 a 17 horas.
Os metabólitos detectados na urina foram: HPFMPA, Met.1, Met. 2, Met. 3
e Met. 4. Nas fezes: HPFMPA, Met.1, Met. 3 e Met. 5.
Hidrocarboneto aromático: Estudos conduzidos com ratos mostraram
que os produtos pertencentes ao grupo dos hidrocarbonetos aromáticos
são bem absorvidos através da via inalatória, atravessam facilmente a
membrana alveolar e, rapidamente, atingem o sistema nervoso central. Em
caso de ingestão, a eliminação ocorre principalmente através das fezes.
Toxicodinâmica METAMIFOPE: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são
conhecidos.
Em animais de laboratório, estudos mecanicistas mostraram que o
metamifop induz a proliferação de hepatócitos em camundongos e ratos;
induz a atividade das enzimas hepáticas, agindo como proliferador de
peroxissomos, baseando-se nos aumentos das enzimas Acil-CoA oxidase
e CYP4A.
Hidrocarboneto aromático: Sistema nervoso central (SNC) – A
exposição aguda a hidrocarbonetos aromáticos possibilita a absorção
destes solventes para a corrente sanguínea e possibilita que atravessem a
barreira hematoencefálica, podendo levar à depressão do SNC. Devido à
característica lipofílica, dissolve a porção lipídica das membranas das
células nervosas e interrompe a função das proteínas de membrana, seja
por alterar a bicamada lipídica, seja por alterar a conformação proteica.
Pulmões - A irritação pulmonar e pneumonite após inalação e exposição
oral a hidrocarbonetos aromáticos pode envolver interação direta com as
membranas das células nervosas, o que pode causar broncoconstrição e
dissolução das membranas do parênquima pulmonar, resultando em uma
exsudação hemorrágica de proteínas, células e fibrina nos alvéolos.
Sintomas e sinais METAMIFOPE: Em humanos, pode causar leve irritação ocular e danos se
clínicos ingerido.
Efeitos agudos do ingrediente ativo metamifop, em animais: DL 50 oral >
2000 mg/kg p.c. (ratos); DL50 dérmica > 2000 mg/kg p.c. (ratos); CL50
inalatória > 2,61 mg/L (ratos); não irritante dérmico; irritante leve para os
olhos e foi sensibilizante dérmico (teste de maximização).
Efeitos crônicos em animais: alterações nos pesos da tireoide e do fígado,
aumento de enzimas hepáticas a atividade de enzimas hepáticas.
Hidrocarboneto aromático: A ingestão de substâncias da classe dos
hidrocarbonetos aromáticos pode causar tosse, náuseas, vômito, diarreia,
dor e queimação abdominal, taquidisritmia cardíaca. A ingestão e a
inalação podem causar depressão do sistema nervoso central,
caracterizada por náuseas, dor de cabeça, tontura, perda da coordenação,
inconsciência e coma. Pode causar irritação da pele, olhos e trato
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respiratório. A aspiração aos pulmões pode resultar em pneumonite
química.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clínico compatível.
Para efeito de diagnostico, observar:
Leve a moderada intoxicação: náusea, vômito, diarreia, dor abdominal,
tontura, dores de cabeça, salivação, tremores e excitabilidade.
Intoxicação severa: ingestão em grande quantidade pode causar agitação,
convulsões, acidose metabólica, hipotermia, pneumonite e depressão
respiratória.
Monitorar eletrólitos séricos, realizar monitoramento cardíaco e realizar
ECG em pacientes sintomáticos.
Tratamento Antídoto: Não existe antídoto especifico conhecido para a substância.
As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a
adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas
concomitantemente ao tratamento medicamentoso e à descontaminação.
Esses agentes costumam apresentar baixa toxicidade sistêmica. A
severidade da intoxicação deve ser baseada nos achados clínicos.
Exposição Oral: geralmente não é esperada toxicidade significante após
exposição à herbicidas ureia-substituídos. A administração de carvão
ativado somente deve ser considerada após ingestão de grande
quantidade do produto químico.
Exposição Inalatória: Remova o paciente para um local arejado. Cheque
quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário.
Trate broncoespasmos com agonistas beta2 via inalatória e
corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição Dérmica: Descontaminação: Remova as roupas contaminadas
e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistirem.
Exposição Ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente
com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato
com a pele e mucosas.
Hidrocarboneto aromático: o quadro de intoxicação deve ser
reconhecido o quanto antes. Mantenha vias aéreas abertas e aplique
ventilação assistida se necessário. Administrar oxigênio suplementar.
Monitorar gases sanguíneos ou oximetria, raio-x do peito e ECG e admitir
pacientes sintomáticos ao cuidado intensivo. Utilizar epinefrina e outras
aminas simpatomiméticas com cautela em pacientes com significante
intoxicação por hidrocarboneto, visto que arritmias podem ocorrer.
Cuidado para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; e utilizar
um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar
o procedimento.
A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a
adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
luvas e avental impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente
tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não
deve ser evitado, e nesse caso deite a pessoa de lado.
Efeitos das Não são conhecidos.
interações
químicas
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico
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e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT – ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação
de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique ao Sistema de
Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa
Telefone de Emergência da empresa: 0800 774 4272
Endereço Eletrônico da Empresa: www.ihara.com.br
Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
EFEITOS AGUDOS DO PRODUTO FORMULADO:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/Kg
DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/Kg
CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste (*)
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: causou eritema e edema em pele de coelhos, regredindo
totalmente após 14 dias.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: causou moderada alteração nas conjuntivas (irite, hiperemia,
edema e quemose), retornando completamente a normalidade após 72 horas.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Sensibilização respiratória em ratos: dado não disponível
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico
(*) Este produto formulado não receberá classificação toxicológica para o parâmetro inalatório,
tendo em vista que não ocorreram mortes na concentração avaliada.
EFEITOS CRÔNICOS DOS INGREDIENTES ATIVOS
METAMIFOPE: Em estudos crônicos, conduzidos com camundongos, identificou o fígado como
órgão-alvo, apenas na maior dose de tratamento, que extrapolou a máxima dose tolerada (MDT)
pelos animais, consequentes de um mecanismo de ação não relevante aos humanos.
Em estudos de reprodução, não foram observados efeitos nos parâmetros reprodutivos avaliados.
Em estudos que avaliam o potencial de causar efeitos no desenvolvimento pré-natal, não foi
identificado como composto teratogênico.
Hidrocarboneto aromático: Vapor de nafta de petróleo é irritante para membranas mucosas do
trato respiratório. Estudos em animais mostram que hidrocarbonetos de petróleo causam mínimo
ou nenhum dano aos olhos. Estudos de genotoxicidade in vivo e in vitro apontam que seus
constituintes também não apresentam potencial mutagênico ou genotóxico. Não há efeitos
adversos observados em estudos para o desenvolvimento em ratos. Há evidência inadequada
quanto a carcinogenicidade de solventes de petróleo em humanos, de maneira geral, não são
classificados quanto à carcinogenicidade á humanos.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
( ) Pouco perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas e microcrustáceos)
- Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS
QUÍMICAS.
- Telefone da empresa 0800-770-1760.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
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Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo,
para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO 2, pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
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- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
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- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas,
animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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