STM-R1
Stoller do Brasil Ltda.
Regulador de Crescimento
ácido 4-indol-3-ilbutírico (ácido indolalcanóico) (.05 g/L) + ácido giberélico (giberelina) (.05 g/L) + cinetina (citocinina) (.09 g/L)

Informações

Número de Registro
06722
Marca Comercial
STM-R1
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
ácido 4-indol-3-ilbutírico (ácido indolalcanóico) (.05 g/L) + ácido giberélico (giberelina) (.05 g/L) + cinetina (citocinina) (.09 g/L)
Titular de Registro
Stoller do Brasil Ltda.
Classe
Regulador de Crescimento
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Não Classificado - Produto Não Classificado
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Alface
Algodão
Arroz
Batata
Café
Cana-de-açúcar
Cebola
Cevada
Citros
Feijão
Mamão
Melão
Milho
Soja
Tomate
Trigo
Uva

Conteúdo da Bula

                                    STM-R1
                        Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob o no 06722

COMPOSIÇÃO:
N6-furfuryladenine (CINETINA) ..............................................................................................................0,09 g/ L (0,009 % m/v)
(3S,3aS,4S,4aS,7S,9aR,9bR,12S) – 7,12-dihydroxy- 3-methyl-6-methylene-2-oxoperhydro-4a,7-methano-9b,3 propenoazuleno
[1,2-b] furan-4-carboxylic acid (ÁCIDO GIBERÉLICO, GA3)...............................................................0,05 g/ L (0,005 % m/v)
4-(indol-3-yl)butyric acid (ÁCIDO 4-INDOL-3ILBUTÍRICO) ...................................................................0,05 g/ L (0,005 % m/v)
Outros Ingredientes.........................................................................................................................1034,81 g/ L (103,481 % m/v)

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Regulador de Crescimento Vegetal do grupo químico Citocinina + Giberelina + Ácido Indolalcanóico.

TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Stoller do Brasil Ltda.
Estrada Municipal CMS-470, 300 - Itapavussu
CEP: 13151-352 – Cosmópolis - SP
CNPJ: 54.995.261/0001-18      I.E: 276.024.729.118
Fone: (19) 3872-8288      -   Fax: (19) 3872-1200
Cadastro CDA/SP nº 319
Site: www.stoller.com.br - e-mail: info@stoller.com.br
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE
CINETINA
Xinghua Mingwei chemical Co., Ltd.
Endereço: ZhouZhuang Tow Industrial Park Xinghua Jiangsu
225711 - China.

ÁCIDO INDOL BUTÍRICO
Xinghua Mingwei chemical Co., Ltd.
Endereço: ZhouZhuang Tow Industrial Park Xinghua Jiangsu
225711 - China.

ÁCIDO GIBERÉLICO (GA3)
Jiangsu Fengyuan Biochemical Co., Ltd.
Endereço: No. 6 Hongqi Rd. Sheyang,
Jiangsu Province, China

FORMULADORES:
Stoller Enterprises, Inc.
10551 Fisher Road
Houston, TX 77041 - USA

Stoller do Brasil Ltda.
Estrada Municipal CMS-470, 300 - Itapavussu
CEP: 13151-352 – Cosmópolis - SP
CNPJ: 54.995.261/0001-18      I.E: 276.024.729.118
Fone: (19) 3872-8288      -   Fax: (19) 3872-1200
Cadastro CDA/SP nº 319
Site: www.stoller.com.br - e-mail: info@stoller.com.br

                                      Nº do Lote ou Partida:
                                      Data de Fabricação:                                 VIDE EMBALAGEM
                                      Data de Vencimento:

         ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
                                                                                                                                                                       1
               É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                           É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                                    Indústria Brasileira

 (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e 273º do Decreto nº 7.212, de
                                                       15 de junho de 2010)

    CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – NÃO CLASSIFICADO – Produto não classificado
  CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL - CLASSE IV - Pouco
                          Perigoso Ao Meio Ambiente.


Cor da faixa: verde




INSTRUÇÕES DE USO:

STM-R1 é regulador de crescimento vegetal, cujos ingredientes ativos ocorrem naturalmente na
planta: CINETINA, ÁCIDO GIBERÉLICO e ÁCIDO 4-INDOL-3-ILBUTÍRICO.

Com as aplicações de STM-R1, o resultado prático esperado para as culturas de alface, algodão,
arroz, batata, café, cana-de-açúcar, cebola, cevada, citros, feijão, melão, milho, soja, tomate, trigo e
uva é:
- incremento no crescimento e no desenvolvimento vegetal;
- maior enraizamento;
- maior produtividade.
Isto porque os efeitos isolados dos reguladores são:

CINETINA:
- induz o crescimento não somente através da divisão celular, mas através de alongamento celular;
- promove o crescimento das gemas laterais e, portanto, interfere na dominância apical.

ÁCIDO GIBERÉLICO:
- determina o tamanho dos frutos;
- promove a germinação, em algumas espécies, quebrando a dormência.

ÁCIDO 4-INDOL-3-ILBUTÍRICO:
- participa do crescimento, principalmente pelo alongamento celular;
- retarda a abscisão de flores;
- estimula o pegamento de flores sem fecundação;
- participa efetivamente no estabelecimento dos frutos;
- retarda a abscisão foliar;
- induz a formação de primórdios radiculares.

CULTURAS / DOSES / NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO E MODO DE APLICAÇÃO:
                                                                                  ÉPOCA OU ESTÁDIO
                                            DOSES              VOLUME
                      FORMA DE                                              FENOLÓGICO DA CULTURA EM              NÚMERO DE
  CULTURA                                 (PRODUTO               DE
                      APLICAÇÃO                                             QUE O PRODUTO DEVERÁ SER              APLICAÇÕES
                                         COMERCIAL)             CALDA
                                                                                        APLICADO
                                                                            Aplicado a cada 4 dias, no período          8
                      Pulverização    100-150 mL/100L de       300-400
   ALFACE                                                                   entre o transplante das mudas e a
                         Foliar              água                L/ha
                                                                                         colheita
  ALGODÃO             Pulverização       250-375 mL/ha         100-200       Estádio V3 (3º nó vegetativo) ou           1

                                                                                                                            2
                   Foliar                                L/ha          estádio R1 (1º botão floral)
                                                       100-200
   ARROZ     Pulverização foliar   250 – 500 mL/ha                          No perfilhamento             1
                                                         L/ha
              Sulco de plantio        500 mL/ha        600 L/ha    Aplicar no sulco, antes do plantio    1
                                                                   Primeira pulverização no início da
  BATATA       Pulverização
                                        250 mL         400 L/ha     tuberização e segunda 15 dias        2
                  Foliar
                                                                       após a aplicação anterior
               Pulverização        100-200 mL/100 L    400-500
                                                                               Pré-florada               1
                   Foliar               de água          L/ha
               Pulverização        100-200 mL/100 L    400-500
                                                                           Queda das pétalas             1
                   Foliar               de água          L/ha
   CAFÉ
               Pulverização        100-200 mL/ 100 L   400-500     30 dias após Queda das pétalas
                                                                                                         1
                   Foliar               de água          L/ha               (“chumbinho”)
               Pulverização         100 mL/100 L de    400-500     3 aplicações: Pré-florada, Queda
                                                                                                         3
                   Foliar                água            L/ha         das pétalas e “Chumbinho”
               Pulverização                                          No sulco do plantio, antes da
                                    500-750 mL/ha      100 L/ha                                          1
 CANA-DE-     sobre os toletes                                                 cobrição
 AÇUCAR        Pulverização                            100-200
                                    500-750 mL/ha                  60 dias após o inicio da brotação     1
                   Foliar                                L/ha
                                                                    Primeira pulverização aos 7 dias
               Pulverização
  CEBOLA                           350 a 450 mL/ha     500 L/ha    após o transplantio; as demais em     4
                  Foliar
                                                                         intervalos de 10 dias
               Pulverização                            100-200
  CEVADA                            250 - 500 mL/ha                         No perfilhamento             1
                  Foliar                                 L/ha
               Pulverização                                          3 aplicações nos períodos de
  CITROS                              1000 mL/ha       2000 L/ha                                         3
                  Foliar                                                    maior vegetação
               Pulverização                            100-200      Estádio V4 (3ª folha trifoliolada
  FEIJÃO                            250 - 500 mL/ha                                                      1
                  Foliar                                 L/ha                    aberta)
                                                                    Iniciar as pulverizações após o
               Pulverização
  MAMÃO                               750 mL/ha        200 L/ha1   estabelecimento das plantas nas       10
                  Foliar
                                                                   covas e reaplicar a cada 30 dias.
                                                                   Primeira pulverização aos 7 dias
               Pulverização
  MELÃO                            600 – 1000 mL/ha    200L/ha     após o transplantio, e as demais      7
                  Foliar
                                                                        em intervalos de 7 dias.
                                                       100-200
   MILHO     Pulverização foliar   250 – 500 mL/ha                  Estádio V4 (4ª folha expandida)      1
                                                         L/ha
               Pulverização                            100-200     Entre os estádios V5 e V6 (4ª e 5ª
                                   250 – 500 mL/ha                                                       1
                  Foliar                                 L/ha          folha trifoliada expandidas)
               Pulverização                            100-200                   Estádio R1
   SOJA                            250 – 500 mL/ha                                                       1
                  Foliar                                 L/ha            (início do florescimento)
               Pulverização                            100-200                   Estádio R3
                                   250 – 500 mL/ha                                                       1
                  Foliar                                 L/ha              (início da frutificação)
                                                                   5 aplicações, iniciando aos 25 dias
                                                         400 a
  TOMATE     Pulverização foliar    500-750 mL/ha                      após o transplantio; demais       5
                                                       1000 L/ha
                                                                   aplicações a intervalos de 25 dias.
               Pulverização                            100-200
   TRIGO                            250 - 500 mL/ha                         No perfilhamento             1
                  Foliar                                 L/ha
                                                                     3 aplicações após a poda de
               Pulverização        150 mL/100 L de                  produção: 1ª) brotação com 20
    UVA                                                800 L/ha                                          3
                  Foliar                água                       cm; 2ª) bagas com 6 a 8 mm; 3ª) 7
                                                                    dias após a segunda aplicação


Considerações sobre os intervalos das doses para aplicação:

– No Sulco de Plantio (Culturas de Batata e Cana-de-açúcar):
Doses maiores em cada cultura deverão ser utilizadas:
- Quanto menor for o espaçamento entre linhas;
- Quanto maior for o nível de tecnologia de produção adotado e, consequentemente, a produtividade
esperada.

 – Nas Pulverizações Foliares (Culturas de Alface, Algodão, Arroz, Batata, Café, Cana-de-açúcar,
Cebola, Cevada, Citros, Feijão, Mamão, Melão, Milho, Soja, Tomate, Trigo e Uva):
Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura:
- À medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível
    tecnológico de produção adotado.
- Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada.
- Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo.

                                                                                                              3
Equipamentos e Modo de Aplicação:

- NO SULCO DE PLANTIO: aplicar o produto, diluído em água, através de pulverização, no sulco de
plantio, utilizando-se pulverizadores com bicos tipo leque (ângulo de 80° ou menor) fixados nas linhas
de plantio das semeadoras (Cultura da Batata e) ou das cobridoras e/ou plantadoras, no caso da
Cana-de-açúcar. O volume de calda a ser utilizado dependerá da vazão dos bicos e da velocidade do
trator. Para isso seguir as orientações do Engenheiro Agrônomo responsável.

- PULVERIZAÇÃO FOLIAR:

a)       APLICAÇÃO TERRESTRE (Culturas de Alface, Algodão, Arroz, Batata, Cana-de-açúcar,
Cebola, Cevada, Feijão, Melão, Milho, Soja, Tomate, Trigo e Uva): utilizar pulverizadores manuais ou
tratorizados dotados de bicos tipo leque ou cônicos. O volume de calda a ser utilizado dependerá do
índice de enfolhamento e da altura das plantas no momento da aplicação, bem como da vazão dos
bicos e velocidade de trabalho. Para isso, seguir as orientações do Engenheiro Agrônomo.

b)       APLICAÇÃO TERRESTRE (Cultura de Café, Citros e Uva): utilizar pulverizadores
tratorizados munidos de pistolas ou turbo-pulverizadores. Para a cultura do Café também pode-se
utilizar pulverizadores manuais. O volume de calda a ser utilizado, dependerá do diâmetro ou
tamanho da copa das plantas no momento da pulverização. Neste caso, seguir as orientações do
Engenheiro Agrônomo.

c)       APLICAÇÃO AÉREA: por meio de aeronaves agrícolas, equipadas com atomizadores de tela
rotativa (“Micronair”) ou com barras dotadas de bicos adequados à cultura-alvo e/ou às condições
climáticas no momento da pulverização.

Volume de calda: o produto poderá ser aplicado tanto a baixo volume (5-50 L/ha) como a ultra baixo
volume – UBV (< 5 L/ha).
Outros parâmetros:
- Altura de vôo: 3 – 4 metros do alvo a ser pulverizado;
- Temperatura do ar: até 27° C
- Umidade relativa do ar: mínimo de 55 %
- Velocidade do vento: máxima de 10 km/h e mínima de 3 km/h.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Não determinado em função da não necessidade de estipular o
limite máximo de resíduo (LRM) para estes ingredientes ativos.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Aplicação Foliar: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da
calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

Aplicação no solo: Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, produto destinado
à aplicação em sulcos de plantio.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: o produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses e épocas recomendadas.
Outras restrições: Não há.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA: Não se aplica por se tratar de um
regulador de crescimento vegetal.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Não se aplica por se tratar de um
regulador de crescimento vegetal.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:

                                                                                                    4
VIDE “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide “MODO DE APLICAÇÃO”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.


                  DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

                  ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUCÕES.
                  PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.

            USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O Manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
áreas de criação de animais. Siga orientações técnicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3,
quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.



                                                                                                    5
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos
de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível de contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendado para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entra a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, na
temperatura recomendada e em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as suas roupas e os equipamentos de proteção individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, máscara com filtro, luvas de nitrila e botas de
borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.


PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, o
rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
Ingestão:. Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave com muita água corrente e sabão neutro.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.




                                                                                                  6
              RISCOS ASSOCIADOS AO CONTATO COM O PRODUTO STM-R1

                                     - INFORMAÇÕES MÉDICAS -

Grupo químico          Citocinina + Giberelina + Ácido Indolalcanóico
Classe Toxicológica    Não classificado – Produto não classificado
Potenciais Vias de
                       Oral, inalatória, ocular e dérmica.
exposição
Efeitos registrados    Não existe, na literatura, relatos de dados a humanos ou outros mamíferos. Não
em literatura          é esperado qualquer efeito nocivo a humanos.
                       Não se tem informações sobre os sintomas de intoxicação em seres humanos.
Sintomas e sinais
clínicos


Diagnóstico            O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
                       de quadro clínico compatível.
                       Se ingerido, não provoque vômito.
                       Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com água, por no mínimo
                       15 minutos.
Tratamento             Se houver contato com a pele, lavar com água em abundância e sabão neutro.
                       Se for inalado, remova a vítima para local arejado.

                      Não há antídoto disponível. O tratamento deve ser sintomático e de suporte de
                      acordo com o quadro clínico. Manter o paciente sob observação.
Contraindicações      A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.
Efeito das interações Não conhecidos.
Químicas
                            TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
                      Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico
                           e tratamento, ligue para o DISQUE-INTOXICAÇÃO: 0800-722-6001.
                           REDE NACIONAL DE CENTROS DE INFORMAÇÃO E ASSISTÊNCIA
                                        TOXICOLÓGICA (RENACIAT-ANVISA/MS),
                          AS INTOXICAÇÕES POR AGROTÓXICOS E AFINS ESTÃO INCLUÍDAS
ATENÇÃO                   ENTRE AS DOENÇAS E AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA.
                         NOTIFIQUE O CASO NO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE AGRAVOS DE
                       NOTIFICAÇÃO (SINAN/MS). NOTIFIQUE NO SISTEMA DE NOTIFICAÇÃO EM
                                            VIGILÂNCIA SANITÁRIA (Notivisa).

                       Telefone de Emergência da Empresa: (19) 3872-8288



 MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
 Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos em seres humanos.

 EFEITOS AGUDOS:
 - DL50 oral em ratos: superior a 5000 mg/kg de peso corpóreo.
 - DL50 dérmica, em ratos: superior a 5.000 mg/kg de peso corpóreo.
 - CL50 inalatória em ratos: superior a 5,05 mg/L.
 - Irritação dérmica em coelhos: nas condições do estudo, o produto foi classificado como “não
 irritante” para coelhos.
 - Irritação ocular em coelhos: nas condições do estudo, o produto foi classificado como “não irritante”
 ocular para coelhos.
 - Sensibilização cutânea em cobaias: Nas condições do teste, o produto foi considerado não
 sensibilizante para cobaias
 - Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.

                                                                                                      7
EFEITOS CRÔNICOS:
De acordo com critérios da legislação vigente, devido à ausência de toxicidade nos estudos
toxicológicos agudos, não foram realizados estudos crônicos.


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:

- Este produto é:

    - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
    - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
    - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
X   - POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV)

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.


INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Stoller do Brasil Ltda., através do
telefone de emergência: (19) 3872-8288.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiro,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:


                                                                                               8
   Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia ou vermiculita expandida ou
material similar, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser utilizado. Neste caso, consulte o
registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
   Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado; recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
Registrante, conforme indicado acima.
   Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas
a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá utilizar os mesmos EPI´s – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

-Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

- Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
                                                                                               9
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim
do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTE EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente
causam contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o Registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros
materiais.
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RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:

OBSERVE AS RESTRIÇÕES E/OU DISPOSIÇÕES CONSTANTES NA LEGISLAÇÃO
ESTADUAL E/OU MUNICIPAL CONCERNENTES AS ATIVIDADES AGRÍCOLAS.




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