Spring WG
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Uberaba/MG
Fungicida
tiofanato-metílico (benzimidazol (precursor de)) (850 g/kg)
Informações
Número de Registro
8207
Marca Comercial
Spring WG
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
tiofanato-metílico (benzimidazol (precursor de)) (850 g/kg)
Titular de Registro
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Uberaba/MG
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacate
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Abacaxi
Fusarium subglutinans
Fusariose; Podridão-por-Fusarium
Aveia
Fusarium graminearum
Fusariose; Giberela
Cacau
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Café
Cercospora coffeicola
Cercosporiose; Mancha-de-olho-pardo
Café
Phoma costaricensis
Mancha-de-Phoma; Seca-de-ponteiros
Centeio
Fusarium graminearum
Fusariose; Giberela
Cevada
Bipolaris sorokiniana
Mancha-marrom; Podridão-comum-da-raiz
Cevada
Fusarium graminearum
Fusariose; Giberela
Citros
Elsinoe australis
Verrugose; Verrugose-da-laranja-doce
Citros
Guignardia citricarpa
Pinta-preta
Cupuaçu
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Feijão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Guaraná
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Kiwi
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento
Kiwi
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Mamão
Asperisporium caricae
Sarna; Varíola
Manga
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Maracujá
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Maçã
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose; Mancha-foliar-da-gala
Milho
Exserohilum turcicum
Helminthosporium; Mancha-foliar
Milho
Phaeosphaeria maydis
Mancha-de-Phaeosphaeria; Mancha-foliar
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Corynespora cassiicola
Mancha-alvo
Soja
Microsphaera diffusa
Oídio
Soja
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose
Sorgo
Calletatrichum sublinealum
Antracnose
Sorgo
Exserohilum turcicum
Helminthosporium; Mancha-foliar
Tomate
Septoria lycopersici
Pinta-preta-pequena; Septoriose
Trigo
Fusarium graminearum
Fusariose; Giberela
Triticale
Fusarium graminearum
Fusariose; Giberela
Uva
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento; Podridão-da-flor
Conteúdo da Bula
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
SPRING WG
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária– MAPA sob n°08207
COMPOSIÇÃO:
Dimethyl 4,4’-(o-phenylene)bis(3-thioallophanate)
(TIOFANATO-METÍLICO) ...........................................................................850 g/kg (85% m/m)
Outros ingredientes.....................................................................................150 g/kg (15% m/m)
GRUPO B1 FUNGICIDA
CONTEÚDO: Vide rótulo
CLASSE: Fungicida Sistêmico
GRUPO QUÍMICO: Benzimidazol
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)
TITULAR DO REGISTRO:
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, CEP: 38044-755 - Uberaba / MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972
Fone: (34) 3319-5550 - Fax: (34) 3319-5570 – Email: contato@snbrasil.com.br
FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO:
THIOPHANATE METHYL TÉCNICO – Registro MAPA n° 01400
Rallis India Limited.
Plot nº 3301, GIDC Industrial Estate, Ankleshwar, 393002, District Bharuch, Gujarat, Índia.
Farm Hannong Co., Ltd.
131, Haean-ro, Danwon - gu, Ansan-si, Gyeonggi-do, Coreia do Sul.
Anhui Guangxin Agrochemical Co. Ltd
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, P.R – China
Jiangsu Lanfeng Biochemical Co. Ltd
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, 221400 – Xinyi - Jiangsu -China
TIOFANATO METILICO TÉCNICO SUP – Registro MAPA n° 2619
Anhui Guangxi Agrochemical Co. Ltd.
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, P.R – China
Jiangsu Lanfeng Biochemical Co. Ltd.
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone Xinyi, Jiangsu, China
TIOFANATO METILICO TÉCNICO MEGA – Registro MAPA no 18418
Meghmani Industries Ltd.
Plot no Z-6, Dahej SEZ, Dahej TA - Vagra, Bharuch, 392130 Gujarat, Índia
FORMULADOR:
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, CEP: 38044-755 - Uberaba / MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972
Fone: (34) 3319-5550 - Fax: (34) 3319-5570 – Email: contato@snbrasil.com.br
Na do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
1
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PERIGOSO
AO MEIO AMBIENTE
2
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
INSTRUÇÕES DE USO:
SPRING® WG é um fungicida sistêmico, do grupo químico benzimidazol (precursor de) (Tiofanato-
metílico) apresentado na formulação Grânulos dispersível em água – WG empregado em pulverizações
foliares para o controle de inúmeras doenças fúngicas que causam danos econômicos nas culturas de
Abacate, Abacaxi, Aveia, Cacau, Café, Centeio, Cevada, Citros, Cupuaçu, Feijão, Guaraná, Kiwi (Quivi),
Maçã, Mamão, Manga, Maracujá, Milho, Soja, Sorgo, Tomate, Trigo, Triticale e Uva.
CULTURAS, DOENÇAS, DOSE, INÍCIO, EPOCA, INTERVALO, NÚMERO E VOLUME DE
APLICAÇÃO
DOSES (p.c.) Número Início, época, intervalo e volume de
Doenças
Máximo de aplicação.
CULTURA Nome comum g/100 L
g/ha Aplicações
(Nome científico) água
por safra
Iniciar as aplicações no início do
aparecimento dos sintomas da doença.
Em condições climáticas favoráveis,
Antracnose
repetir com intervalo de 14 dias,
Abacate (Colletotrichum 72 – 92 - 5
sempre em rotação com fungicidas de
gloeosporioides)
diferentes modos de ação.
Utilizar volume de calda de 500 a 600
L/ha.
Iniciar as aplicações no início do
Furasiose aparecimento dos sintomas da doença.
(Fusarium Em condições climáticas favoráveis,
Abacaxi 72-92 - 5
subglutinans repetir com intervalo de 14 dias.
f.sp.ananas) Utilizar volume de calda de 500 a 600
L/ha.
Iniciar as aplicações preventivamente
ao surgimento dos sintomas da
doença, conforme monitoramento
Giberela
climático e sistema de alerta. Reaplicar
Aveia (Fusarium - 926 2
dentro do intervalo de 15 dias, sempre
graminearum)
em rotação com fungicidas de
diferentes modos de ação.
Utilizar volume de calda de 200 L/ha.
Iniciar as aplicações quando do
aparecimento dos sintomas da doença.
Em condições climáticas favoráveis,
Antracnose
repetir com intervalo de 14 dias,
Cacau (Colletotrichum 72-92 - 5
sempre em rotação com fungicidas de
gloeosporioides)
diferentes modos de ação.
Utilizar volume de calda de 500 a 600
L/ha.
Cercosporiose: Iniciar as aplicações
com no máximo 2% de incidência.
Cercosporiose Reaplicar em intervalos de 30 dias
(Cercospora caso as condições climáticas
coffeicola) continuem favoráveis para o
desenvolvimento da doença.
- 515 - 720
Café 3 Seca-de-ponteiros: Iniciar as
aplicações na pré-florada e repetir
Seca-de-ponteiros aplicação com intervalos de 30 dias.
(Phoma
costaricensis) Utilizar volume de calda de 500-1000
L/ha. Recomenda-se adicionar óleo
mineral a 0,5%v/v.
3
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
DOSES (p.c.) Número Início, época, intervalo e volume de
Doenças
Máximo de aplicação.
CULTURA Nome comum g/100 L
g/ha Aplicações
(Nome científico) água
por safra
Iniciar as aplicações preventivamente
ao surgimento dos sintomas da
doença, conforme monitoramento
Giberela
climático e sistema de alerta. Reaplicar
Centeio (Fusarium - 926 2
dentro do intervalo de 15 dias, sempre
graminearum)
em rotação com fungicidas de
diferentes modos de ação.
Utilizar volume de calda de 200 L/ha.
Helmintosporiose: Realizar a primeira
aplicação no início da inflorescência.
Helmintosporiose Reaplicar em intervalo de 20 dias ou
(Bipolaris na fase de enchimento dos grãos.
515 - 720
sorokiniana) Giberela: Iniciar as aplicações
preventivamente ao surgimento dos
Cevada - 2 sintomas da doença, conforme
monitoramento climático e sistema de
Giberela alerta. Reaplicar dentro do intervalo de
926
(Fusarium 15 dias, sempre em rotação com
graminearum) fungicidas de diferentes modos de
ação.
Utilizar volume de calda de 200 L/ha.
Mancha-negra-dos-citros: Iniciar as
aplicações quando os frutos estiverem
na fase de “pingue-pongue” e realizar
nova aplicação no intervalo de 30 dias,
Mancha-negra-dos- sempre em rotação com fungicidas de
citros diferentes modos de ação. Volume de
(Guignardia calda: 1000 a 3000 L/ha
citricarpa) Recomenda-se adicionar óleo mineral
Citros - 5 a 0,5% v/v.
52 - 92
Verrugose: Iniciar as aplicações de
forma preventiva na fase da “queda-
Verrugose da-pétala”. Repetir com intervalos de
(Elsinoe australlis) 30 dias, sempre em rotação com
fungicidas de diferentes modos de
ação.
Utilizar volume de calda de 750-2000
L/ha.
Realizar as pulverizações no início do
aparecimento dos sintomas da doença.
Em condições climáticas favoráveis,
Antracnose
repetir com intervalos de 14 dias,
Cupuaçu (Colletotrichum 72 - 92 – 5
sempre em rotação com fungicidas de
gloeosporioides)
diferentes modos de ação.
Utilizar o volume de calda de 500-600
L/ha.
Realizar a primeira aplicação
aproximadamente 20 dias após a
Antracnose emergência da cultura. Reaplicar em
(Colletotrichum intervalo mínimo de 10 dias entre as
Feijão - 720 2
lindemuthianum) aplicações, sempre rotacionando com
fungicidas de diferentes modos de
ação.
Utilizar o volume de calda de 200 L/ha.
4
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
DOSES (p.c.) Número Início, época, intervalo e volume de
Doenças
Máximo de aplicação.
CULTURA Nome comum g/100 L
g/ha Aplicações
(Nome científico) água
por safra
Efetuar as aplicações no início do
aparecimento dos sintomas da doença.
Em condições climáticas favoráveis,
Antracnose
repetir com intervalo de 14 dias,
Guaraná (Colletotrichum 72-92 - 5
sempre rotacionando com fungicidas
gloeosporioides)
de diferentes modos de ação.
Utilizar o volume de calda de 500 –
600 L/ha.
Realizar as aplicações no início do
Podridao-cinzenta
aparecimento dos sintomas das
(Botrytis cinerea)
doenças. Em condições climáticas
favoráveis, repetir com intervalo de 14
Kiwi 72-92 - 5 dias, sempre rotacionando com
Podridão-de
fungicidas de diferentes modos de
Sclerotinia
ação.
(Sclerotinia
Utilizar o volume de calda de 500-600
sclerotiorum)
L/ha.
Iniciar as aplicações preventivamente
de acordo com monitoramento
climático (molhamento foliar de 10h e
Macha-foliar-da-
temperatura mínima de 15 ºC). Repetir
gala
Maçã 62-72 - 3 as aplicações em intervalos de 7 dias,
(Colletotrichum
sempre em rotação com fungicidas de
gloeosporioides)
diferentes modos de ação.
Utilizar o volume de calda de 1000
L/ha.
Realizar as aplicações no início do
aparecimento dos sintomas da doença.
Em condições climáticas favoráveis
Variola
repetir com intervalo de 14 dias,
Mamão (Asperisporium 72-92 - 5
sempre rotacionando com fungicidas
caricae)
de diferentes modos de ação.
Utilizar o volume de calda de 500-600
L/ha.
Realizar as aplicações no início do
aparecimento dos sintomas da doença.
Em condições climáticas favoráveis,
Antracnose
repetir com intervalos de 14 dias,
Manga (Colletotrichum 72-92 - 3
sempre rotacionando com fungicidas
gloeosporioides)
de diferentes modos de ação.
Utilizar o volume de calda de 500 - 600
L/ha.
Efetuar as aplicações no início do
aparecimento dos sintomas da doença.
Antracnose Em condições climáticas favoráveis,
(Colletotrichum repetir com intervalo de 14 dias,
Maracujá 72-92 - 5 sempre em rotação com fungicidas de
gloeosporioides)
diferentes modos de ação.
Utilizar o volume de calda de 500-600
L/ha.
Macha-de- Mancha-de-Phaeosphaeria: Iniciar as
Phaeosphaeria aplicações em V4 e reaplicar na fase
(Phaeosphaeria de Pré-pendoamento.
maydis) Helmintosporiose: Realizar a primeira
Milho - 720 2 aplicação na fase de Pré-pendoamento
e reaplicar na fase de “grãos leitosos”.
Helmintosporiose Respeitar o intervalo de mínimo de 10
(Exserohilum dias entre as aplicações.
turcicum) Utilizar o volume de calda de 200 L/ha.
5
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
DOSES (p.c.) Número Início, época, intervalo e volume de
Doenças
Máximo de aplicação.
CULTURA Nome comum g/100 L
g/ha Aplicações
(Nome científico) água
por safra
Oídio 500-700 Oídio, Mancha-parda e Crestamento-
(Microsphaera foliar: As aplicações deverão ser
diffusa) iniciadas no surgimento dos primeiros
sintomas. Reaplicar se necessário
Mancha-parda ou respeitando o intervalo mínimo de 15
Septoriose 300-700 dias entre as aplicações.
(Septoria glycines) Mofo-branco: Realizar a primeira
- aplicação no estádio de R.1 e a
Crestamento-foliar segunda em 10 dias após a primeira
Soja (Cercospora kikuchii) 2 aplicação.
300-700
Mancha-alvo: Realizar a primeira
Mofo-branco aplicação no estádio de R.1 e a
(Sclerotinia segunda em R.5.1.
sclerotiorum) 720 Para todos os alvos acima, rotacionar
as aplicações com fungicidas de
Mancha-alvo diferentes modos de ação.
(Corynespora Utilizar o volume de calda de 150- 200
cassiicola) 720 L/ha.
Antracnose Iniciar as aplicações em V4 e reaplicar
(Colletotrichum na fase de Pré-pendoamento.
sublineolum) Respeitar o intervalo mínimo de 10
Sorgo - 720 2 dias entre as aplicações e sempre
Mancha-foliar rotacionando com fungicidas de
(Exserohilum diferentes modos de ação.
turcicum) Utilizar o volume de calda de 200 L/ha.
Realizar no máximo 4 aplicações com
intervalo de 7 dias, começando no
Pinta-preta- início do aparecimento dos sintomas
pequena da doença.
Tomate 92 - 4
(Septoria lycopersici) No intervalo das aplicações rotacionar
sempre com fungicidas de diferentes
modos de ação.
Utilizar o volume de calda de 600 L/ha.
Iniciar as aplicações preventivamente
ao surgimento dos sintomas da
doença, conforme monitoramento
Giberela
climático e sistema de alerta. Reaplicar
Trigo (Fusarium - 926 2
dentro do intervalo de 15 dias, sempre
graminearum)
em rotação com fungicidas de
diferentes modos de ação.
Utilizar o volume de calda de 200 L/ha.
Iniciar as aplicações preventivamente
ao surgimento dos sintomas da
doença, conforme monitoramento
Giberela
climático e sistema de alerta. Reaplicar
Triticale (Fusarium - 926 2
dentro do intervalo de 15 dias, sempre
graminearum)
em rotação com fungicidas de
diferentes modos de ação.
Utilizar o volume de calda de 200 L/ha.
Realizar 3 aplicações com intervalo de
7 dias. Efetuar as aplicações no início
do fechamento dos cachos.
Nos intervalos das aplicações, sempre
Mofo-cinzeto rotacionar com fungicidas de diferentes
Uva 52 - 72 - 3
(Botrytis cinerea) modos de ação.
Utilizar o volume de calda de 500-1000
L/ha.
Número Máximo de aplicações por
safra: 3.
®
OBS.: 1 quilo do produto comercial (p.c.) SPRING WG equivale a 850 g do ingrediente ativo (a.i) tiofanato metílico.
6
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
SPRING® WG é aplicado nas doses recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este
fungicida pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais
ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendações de uso para cada cultura. Utilize
sempre tecnologias de aplicação que proporcionam boa cobertura do alvo desejado.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo
responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do
fabricante do equipamento e tecnologia empregada.
PREPARO DA CALDA:
Preencher metade do volume de água a ser aplicado no tanque de pulverização. Adicionar SPRING®
WG na quantidade desejada e completar com água até o volume desejado. Manter agitação moderada e
constante no tanque de pulverização durante o preparo da calda e a aplicação. Aplicar o produto
imediatamente após preparo da calda.
APLICAÇÃO VIA TERRESTRE:
SPRING® WG é aplicado através de equipamentos terrestres dos tipos costal (manual, pressurizado ou
motorizado) ou pulverizadores tratorizados providos de barra, dotados de bicos de jato cônico vazio da
série JA ou D, utilizando nesta serie o difusor 23 ou 25 de acordo com as variações da umidade relativa
do ar nas áreas de aplicação, de forma a se obter um diâmetro de gotas de 110 a 200 µm e uma
densidade de 50 a 80 gotas gotas/cm2 e tamanho de gotas com 100 - 200 micra, de forma que se
obtenha um perfeita cobertura da parte aérea da planta visando as faces superior e inferior das folhas.
Observar volume de calda indicado para cada cultura no quadro das recomendações de uso supracitado.
A pressão de trabalho para os bicos recomendados deverá ser de 80 a 120 libras. Utilizar turbo
atomizador conforme regulagem dito acima, e procurar através de volume de calda e tamanho de gotas,
obter uma aplicação com cobertura uniforme de toda a tarde aérea da planta.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante
toda a aplicação.
Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea da
planta.
APLICAÇÃO VIA AÉREA: Uso de barra e atomizador rotativo Micronair AU 3.000/5000 Indicada para
as culturas: Aveia, Café, Cevada, Citros, Feijão, Mamão, Milho, Soja, Sorgo, Tomate, Trigo e
Triticale.
- Volume de aplicação: 20 – 30 L/ha de calda com barra e no máximo 18 L/Micronair/minuto, procurando
assegurar as dosagens do SPRING® WG recomendada para cada cultura supra.
- Altura de voo: com barra ou Micronair: 4-5 m em relação ao topo das plantas.
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15 - 20 m
- Tamanho/densidade da gota: 110 –140 micrômetros com mínimo de 40 gotas/cm2.
- No caso de barra, usar bicos cônicos da série D com disco (core) 45o. Manter a angulação das barras
entre 90o (para a umidade do ar acima de 80%), ajustando-a durante a aplicação de acordo com a
variação da umidade relativa do ar, até a angulação máxima de 180o em relação à direção do vôo do
avião.
- Usando Micronair, o número de atomizadores deve ser 4, onde, para o ajuste do regulador de
vazão/VRU, pressão e ângulo da pá, seguir a tabela sugerida pelo fabricante.
OBS.: Seguir sempre as recomendações de ajuste do avião sob orientação de um Engenheiro Agrônomo
Coordenador em Aviação Agrícola, credenciado através de cursos especializados pelo Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
7
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (litro de calda/ha) para
proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 8 km/h, temperatura inferior a
32oC e umidade relativa acima de 55%, visando reduzir perdas por deriva e evaporação. Em se tratando
de aplicação aérea, obedecer ao teor de umidade relativa do ar não inferior a 70%.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante
toda aplicação.
Seguir as recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo de Segurança
Abacate, Cacau, Cupuaçu, Guaraná, Maracujá, Kiwi
3 dias
(Quivi), Mamão, Milho e Sorgo.
Maçã 7 dias
Abacaxi, Aveia, Centeio, Citros, Feijão, Manga, Tomate,
14 dias
Trigo, Triticale e Uva
Soja 21 dias
Café 28 dias
Cevada 30 dias
INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes do período, utilize os EPIs recomendados para o
uso durante a aplicação.
LIMITAÇOES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- É obrigatório o uso do produto somente nas indicações constantes na bula.
- Evitar aplicação durante as horas mais quentes do dia. Evitar aplicação sob prenuncio de chuva.
- Não aplicar em plantas sob condição de estresse hídrico ou fitotoxicidade.
- Respeitar um período mínimo de 24 horas para realização da irrigação.
- Fitotoxicidade: Não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses recomendadas.
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante
para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso
de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de
resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem
ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida,
consulte o seu exportador e/ou importador.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana ANVISA/MS.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item "Modo de Aplicação".
8
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO EINUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÂO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B1 para o controle do
mesmo alvo, sempre que possível;
Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência
quando disponíveis, etc;
Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
fungicidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
(SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-
br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO B1 FUNGICIDA
O produto fungicida SPRING WG é composto por tiofanato-metílico, que apresenta mecanismo de ação
Montagem de ß-tubulina na mitose, pertencente ao Grupo B1, segundo classificação internacional do
FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS E DOENÇAS:
Para o manejo integrado de doenças, recomenda-se a utilização de todas as técnicas apropriadas e
disponíveis para a condução das culturas, no intuito de manter abaixo do nível de dano econômico a
população de organismos nocivos aos cultivos, visando ainda, minimizar os efeitos colaterais deletérios
ao meio ambiente. Dessa forma, dentre as técnicas disponíveis para o manejo integrado de doenças em
culturas, tem-se: O Controle biológico; O uso de cultivares/variedades adequados para a região e
quando possível o uso de cultivares/variedades com tolerância e/ou resistência a determinadas doenças;
O Controle cultural (através do uso de rotação de culturas, época de semeadura adequada para o
cultivo, uso de sementes de alta qualidade sanitária, destruição de restos culturais após a colheita,
manter o cultivo livre de plantas daninhas, condução da lavoura através de adubação adequada e
equilibrada, dentre outros); e Controle químico (através do uso de fungicidas devidamente registrados e
recomendados para o controle de patógenos).
9
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca;
Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais;
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental impermeável, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila;
Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO / PREPARAÇÃO DA CALDA:
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos
e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas nitrila;
Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados;
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico
classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
10
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
após a aplicação;
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação;
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
Não reutilizar a embalagem vazia;
No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com
tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
Pode ser perigoso se ingerido
ATENÇÃO Pode ser perigoso em contato com a pele
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
11
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
INTOXICAÇAO POR TIOFANATO-METÍLICO
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico: Benzimidazol
Classe
CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
toxicológica:
Vias de Oral, inalatória, ocular e dérmica.
exposição:
Em ratos, a absorção gastrointestinal do tiofanato-metílico após a
Toxicocinética: administração de doses de 14 mg/kg p.c. foi rápida e quase completa (88-89%
da dose administrada). Uma diminuição da absorção gastrointestinal foi
observada com o aumento da dose, após a administração de doses de 170
mg/kg p.c.
O tiofanato-metílico é amplamente distribuído no organismo. Em ratos, as
maiores concentrações da substância foram detectadas no fígado, na tireoide e
nos rins. Já em camundongos, as maiores concentrações foram detectadas no
fígado e nos rins. Esta substância é amplamente biotransformada no
organismo. O principal metabólito identificado na urina de ratos foi o sulfato de
5-hidroxicarbendazim (até 42%) e uma menor proporção dos metabólitos 5-
hidroxi-tiofanato-metílico e 4-hidroxi-tiofanato-metílico (cerca de 2% cada)
também foi identificada.
Já nas fezes, os principais metabólitos identificados foram o 4-hidroxi-tiofanato-
metílico (6-10%), sulfato de 5-hidroxicarbendazim (2–5%) e o carbendazim (2–
3%).
O tiofanato-metílico foi identificado na forma inalterada na excreta em uma
proporção de 20-24% após a administração repetida de baixas doses e de 50%
após a administração de altas doses.
Em um estudo de metabolismo humano in vitro, os principais componentes
identificados no sangue e no plasma após 2 horas de exposição foram o
tiofanato-metílico, o carbendazim e o 5-hidroxicarbendazim.
Em ratos, após a administração de baixas doses, o tiofanato-metílico foi
rapidamente excretado do organismo. Cerca de 96% da dose administrada foi
eliminada dentro de 48h, principalmente através da urina (47%) e da bile (40%)
e uma pequena porção através das fezes (7%). Um aumento na excreção
através da via fecal foi observado após a administração de altas doses.
A meia-vida plasmática após a administração de baixas doses foi de 1,6 a 2,8
horas após administração da dose de 13 mg/kg p.c. Após administração de
altas doses (140 – 170 mg/kg p.c.), a meia-vida plasmática foi de 2,4 a 7,8
horas.
Não foram observadas diferenças significativas entre o perfil toxicocinético de
ratos machos e fêmeas.
Não houve evidências de bioacumulação da substância.
Os efeitos genotóxicos do tiofanato-metílico são considerados como um
Toxicodinâmica fenômeno de limiar e estão relacionados a produção do metabólito
carbendazim. O carbendazim causa alterações no número de cromossomos
(aneuplodia) tanto in vitro quanto in vivo (em células somáticas e germinativas)
como um resultado de sua interferência no fuso mitótico, através da inibição da
polimerização da tubulina, que é uma proteína essencial para a segregação
dos cromossomos durante a divisão celular. Assim como o tiofanato- metílico,
o metabólito carbendazim também não causa mutações gênicas ou aberrações
cromossômicas estruturais.
12
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
Efeitos na tireoide (hipertrofia, hiperplasia, aumento de peso, alteração nos
níveis hormonais) observados em estudos em ratos e cães são provavelmente
devidos à inibição da enzima tireoperoxidase, que é uma enzima envolvida na
síntese de hormônios tireoidianos, em combinação com a indução da enzima
uridina difosfato glucuronosiltransferase (UDPGT), que é uma enzima que tem
uma função importante na depuração do hormônio T4 no fígado. Foi observado
que a suplementação de T4 neutralizou a hipertrofia da tireoide e a resposta ao
hormônio tireoestimulante (TSH), indicando que o tiofanato-metílico causa
hipertrofia através de um mecanismo de feedback.
A indução de adenomas hepatocelulares pelo tiofanato-metílico em ratos e
camundongos pode ser uma consequência da ativação dos receptores
nucleares envolvidos no sistema de metabolização do citocromo P450. Outro
modo de ação possível para o efeito carcinogênico no fígado pode ser a
interferência do metabólito carbendazim com as proteínas do fuso mitótico
levando a aneuploidia.
Não são conhecidos sintomas específicos do tiofanato-metílico em humanos
Sintomas e ou animais.
sinais clínicos Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão
Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão. O tiofanato-metílico é considerado sensibilizante
dérmico, podendo causar reações alérgicas na pele caracterizadas por ardor,
queimação, prurido e erupção cutânea.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Exposição crônica: O tiofanato-metílico causou alteração no número de
cromossomos (aneuploidia) tanto in vitro quanto in vivo. Em estudos de
carcinogenicidade, pela via oral, foi observado um aumento na incidência de
tumores hepáticos em camundongos e tumores na tireoide de ratos. O fígado
(aumento do peso do órgão, hipertrofia hepatocelular) e a tireoide (aumento do
peso do órgão, hipertrofia das células foliculares, alterações dos níveis dos
hormônios tireoidianos) foram identificados como os principais órgãos-alvo de
toxicidade do tiofanato-metílico em ratos e cães. Também foram observadas
alterações hematológicas indicativas de uma anemia leve em ratos e
camundongos.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
Diagnóstico:
de quadro clínico compatível.
Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
Tratamento:
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá
estar protegida por equipamento de segurança de forma a não se contaminar
com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
cabelos com água abundante e sabão.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de
suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
13
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
Exposição Oral:
- O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
- Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso
de intoxicação por clorotalonil e tiofanato-metílico. Avaliar a necessidade de
administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão
de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg
(menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após a
ingestão de grande quantidade produto. Neste caso, considerar após ingestão
recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que represente risco à
vida.
- Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão
arterial).
- Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco de
aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de
perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de
consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidades pouco tóxicas.
Exposição Inalatória:
- Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar,
bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação,
conforme necessário.
Exposição Dérmica:
- Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área exposta
com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.
- Avaliar o uso de adrenalina, anti-histamínicos e corticoides em casos de
reações de hipersensibilidade, de acordo com a intensidade dos sintomas.
Exposição ocular:
- Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Procurar atendimento
médico especializado imediatamente. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
Contraindicações: pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-
intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das
interações químicas Não são conhecidos.
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Atenção: Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o DISQUE-INTOXICAÇÃO: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT-ANVISA/MS).
14
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e Sistema de Notificação em
Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: (34) 3319-5568 (Horário Comercial) -
PlanitoxLine: 0800-701-0450.
Endereço Eletrônico da Empresa: www.sipcamnichino.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: contato@snbrasil.com.br
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: A substância teste aplicada na pele causou um leve eritema na
leitura em 1 hora em apenas 1 coelho que retornou ao normal em 24 horas.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: A substância teste aplicada nos olhos dos coelhos causou leves
alterações, como hiperemia e edema, sendo totalmente reversíveis em 72 horas.
Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante.
Sensibilização respiratória: Não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de
experimentação.
Mutagenicidade: A substância teste não apresentou potencial mutagênico em teste de mutação gênica
reversa em Salmonella typhimurium (Teste de Ames) e não apresentou evidência de atividade
mutagênica no teste do micronúcleo em células da medula óssea de camundongos
EFEITOS CRÔNICOS
O tiofanato-metílico não causa mutações gênicas ou aberrações cromossômicas estruturais, entretanto,
a substância causa alteração no número de cromossomos (aneuploidia) tanto in vitro quanto in vivo.
Indução de formação de micronúcleo em camundongos também foi observada após a exposição a altas
doses iguais ou maiores do que 500 mg/kg p.c., mas a resposta foi fraca quando comparada ao
metabólito carbendazim. Os efeitos genotóxicos do tiofanato-metílico são considerados como um
fenômeno de limiar e estão relacionados a produção do metabólito carbendazim.
Nos estudos conduzidos com o tiofanato-metílico para avaliar o potencial carcinogênico, pela via oral, foi
observado um aumento na incidência de adenomas hepatocelulares em camundongos e adenomas na
tireoide de ratos. Os tumores na tireoide foram, porém, considerados secundários aos efeitos hepáticos e
improváveis de ocorrerem no homem em doses que não alteram a homeostase dos hormônios
tireoideanos. Os tumores no fígado foram, em sua maioria, benignos e considerados de relevância
desconhecida para o homem. Em ratos, o NOAEL de carcinogenicidade estabelecido no estudo de
toxicidade de 2 anos foi de 8,8 mg/kg p.c./dia e o LOAEL foi de 54 mg/kg p.c./dia. Em camundongos, o
NOAEL de carcinogenicidade estabelecido no estudo de 18 meses foi de 29 mg/kg p.c./dia e o LOAEL
foi de 123 mg/kg p.c./dia.
Em estudos em ratos pela via oral, não foram observados efeitos tóxicos para a reprodução ou para o
desenvolvimento. Em estudos em coelhos pela via oral, foi observado aumento na incidência de
variações esqueléticas fetais somente em doses que causaram toxicidade materna. O tiofanato-metílico
não foi considerado teratogênico.
Em estudos de toxicidade subcrônica e crônica em ratos e cães pela via oral, foram observadas
alterações na tireoide caracterizadas por aumento do peso do órgão, hipertrofia das células foliculares,
alterações dos níveis dos hormônios tireoidianos. Em ratos e camundongos, foram observados efeitos no
fígado caracterizados por aumento de peso no órgão e hipertrofia hepatocelular. Também foram
observadas alterações hematológicas indicativas de uma anemia leve em ratos. Em ratos, o NOAEL
15
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
estabelecido no estudo de toxicidade de 2 anos foi de 8,8 mg/kg p.c./dia baseado na redução de peso
corporal, alterações bioquímicas e alterações histopatológicas nos rins, tireoide, fígado e adrenais e o
LOAEL foi de 54 mg/kg p.c./dia. Em camundongos, o NOAEL estabelecido no estudo de 18 meses foi de
29 mg/kg p.c./dia baseado na indução de hipertrofia hepatocelular e o LOAEL foi de 123 mg/kg p.c./dia.
Em cães, o LOAEL estabelecido no estudo de 1 ano foi de 8 mg/kg p.c./dia baseado no efeito do peso da
tireoide em ambos os sexos e na moderada hipertrofia das células epiteliais foliculares.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE
- Este produto é:
[ ] - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
[ ] - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
[X] - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
[ ]- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água, para abastecimento público e
de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para
o recolhimento de produtos vazados.
- Em casos de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SIPCAM NICHINO BRASIL S.A., pelo
telefone (34) 3319-5568, ou telefone de emergência 0800 701 0450.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetores e máscara com filtros).
16
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado - recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a
empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave
o local com grande quantidade de água.
Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha este material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
Corpos d’água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, e contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, C02 0U PÓ QUÍMICO, ficando
a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- INSTRUÇÕES PARA EMBALAGENS FLEXÍVEIS
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual
deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de Distribuição.
-INSTRUÇÕES PARA EMBALAGENS RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
17
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampa bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
18
Bula AGROFIT_Set 2023_Rev 06
- INSTRUÇÕES PARA EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS):
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
-É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúda das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados a este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovado pelo órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha da emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
Restrições para aplicação aérea de acordo com as legislações estaduais e municipais
19