Spireel; Rustban;
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Fungicida
Protioconazol (Triazolinthione) (175 g/L) + trifloxistrobina (estrobilurina) (150 g/L)
Informações
Número de Registro
34725
Marca Comercial
Spireel; Rustban;
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Protioconazol (Triazolinthione) (175 g/L) + trifloxistrobina (estrobilurina) (150 g/L)
Titular de Registro
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Colletotrichum gossypii cephalosporioides
Ramulose
Algodão
Corynespora cassiicola
Mancha alvo.
Algodão
Ramularia areola
Falso-oídio; Ramulária
Feijão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Feijão
Uromyces appendiculatus
Ferrugem
Milho
Cercospora zeae-maydis
Cercosporiose
Milho
Puccinia sorghi
Ferrugem; Ferrugem-comum
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Colletotrichum truncatum
Antracnose
Soja
Corynespora cassiicola
Mancha-alvo
Soja
Microsphaera diffusa
Oídio
Soja
Phakopsora pachyrhizi
Ferrugem da soja; ferrugem asiática
Soja
Rhizoctonia solani
Damping-off; Podridão-aquosa; Tombamento
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose
Trigo
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela; Mancha-bronzeada-da-folha
Trigo
Fusarium graminearum
Fusariose; Giberela
Trigo
Puccinia triticina
Ferrugem-da-folha
Conteúdo da Bula
SPIREEL
RUSTBAN
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 34725
COMPOSIÇÃO:
methyl(E)-methoxyimino-{(E)-α-[1-α,α,α-trifluoro-m-tolyl)ethylideneaminooxy]-o-tolyl}acetate
(TRIFLOXISTROBINA)....................................................................................................................150,0 g/L (15,0 % m/v)
(RS)-2-[2-(1-chlorocyclopropyl)-3-(2-chlorophenyl)-2-hydroxypropyl]-2,4-dihydro- 1,2,4-triazol e-3-thion e
(PROTIOCONAZOL). .....................................................................................................................175,0 g/L (17,5 % m/v)
1,2-Etanodiol (Etilenoglicol)..........................................................................................................................55,0 g/L (5,5% m/v)
Outros Ingredientes........................................................................................................................680,0 g/L (68,0 % m/v)
GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida mesostêmico e sistêmico.
GRUPO QUÍMICO: Trifloxistrobina: estrobilurina
Protioconazol: triazolintiona
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Carlos Gomes, 258 - salas 1103, 1104, 1105 e 1106 - Boa Vista - Porto Alegre/RS
CEP: 90.480-000 - Fone: (51) 3072-9793 - CNPJ: 10.486.463/0001-69
Inscrição estadual: 096/3276190 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1928/09 - SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
PROTIOCONAZOL TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº TC04121
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China
TRIFLOXISTROBINA TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº TC11221
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China
PROTIOCONAZOL TÉCNICO JY JBL - Registro MAPA nº TC09623
ANHUI JIUYI AGRICULTURE CO., LTD.
Hefei Circulate Economy Zone Hefei City, 231602, Anhui, China
PROTHIOCONAZOLE TÉCNICO SINO-AGRI - Registro MAPA nº TC0522
YANCHENG HUIHUANG CHEMICAL CO., LTD
Zhongshan Road (North), Binhai Economic Development Zone Coastal Industry Park Binhai 224555, Jiangsu, China
PROTHIOCONAZOLE TÉCNICO HH - Registro MAPA nº TC04923
YANCHENG HUIHUANG CHEMICAL CO., LTD.
T Zhongshan Road (North), Binhai Economic Development Zone Coastal Industrial Park, Binhai 224555, Jiangsu, China
PROTIOCONAZOL TÉCNICO VEYONG - Registro MAPA nº TC19023
HEBEI VEYONG BIO-CHEMICAL CO., LTD
No. 6, Middle Huagong Road, Circulation Chemical Shijiazhuang, Hebei, China.
TRIFLOXYSTROBIN TÉCNICO FB II - Registro MAPA nº TC18022
YONGNONG BIOSCIENCES CO., LTD.
N° 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou GulfFine Chemical Zone 312369, Shangyu, Zhejiang China
FORMULADOR:
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China
IMPORTADORES:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia PR-090, 5.695, km 5 - armazém 1K - Parque Industrial Nenê Favoretto - CEP: 86200-000 - Ibiporã/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20. Nº do registro do estabelecimento no estado: 1000322 - ADAPAR/PR
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Constante Pavan, 4.633 - Betel - CEP: 13148-198 - Paulínia/SP
CNPJ: 10.486.463/0004-01. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4402 - CDA/SP
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Área Rural Projetada, n° 150, Armz 1AK Anexo I - Area Rural de Cuiabá - CEP: 78.099-899 - Cuiabá/MT
CNPJ: 10.486.463/0005-92. Nº do registro do estabelecimento no estado: 29164 - INDEA/MT
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Maria Elias Lisboa Santos, s/nº Quadra 07 Lote 05 salas 09 – Parque Industrial Aparecida Vice-presidente José de
Alencar – Aparecida de Goiânia/GO - CEP:74993-530
CNPJ: 10.486.463/0006-73. Nº do registro do estabelecimento no estado: 5139/2023 – AGRODEFESA/GO
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR-050, km 185 - sala 9 - Jardim Santa Clara - CEP: 38038-050 - Uberaba/MG
CNPJ: 10.486.463/0008-35. Nº do registro do estabelecimento no estado: 19.883 - IMA/MG
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua C, 290, Armz Y, Ondumar Maraba - CEP: 47.852-732 - Luis Eduardo Magalhães/BA
CNPJ: 10.486.463/0007-54. Nº do registro do estabelecimento no estado: 162425 ADAB/BA
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. das Indústrias, 2020 - Armazém 8 - Ouro Preto - CEP: 99.500-000 - Carazinho/RS
CNPJ: 10.486.463/0010-50. Nº do registro do estabelecimento no estado: 101/25 SEAPA/RS
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Produto Importado
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO
AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: azul
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
SPIREEL; RUSTBAN é um fungicida mesostêmico e sistêmico, composto por Protioconazol e Trifloxistrobina e, deve ser
sempre utilizado de maneira preventiva em relação ao aparecimento das doenças, garantindo assim o maior potencial de
controle dos fungos.
O produto SPIREEL; RUSTBAN indicado para aplicação foliar para as culturas de algodão, feijão, milho, soja e trigo
conforme abaixo:
Doenças Controladas Dose Nº máximo de Volume Equipamento Intervalo de
Culturas Produto aplicações de de aplicação segurança
Nome Nome Científico Comercial calda (dias)
Comum (L/ha) (L/ha)
Ramulária Ramularia areola 0,4
Aérea Avião
Colletotrichum gossypii 20 – 40
Ramulose
Algodão var. 4
cephalosporioides 0,5
Terrestr Barra
Corynespora e 70 -
Mancha-alvo cassiicola 150
30
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para controle de ramulária, ramulose, iniciar as aplicações preventivamente ainda na fase vegetativa da cultura,
entre os 35-40 dias após emergência da cultura. Repetir a aplicação a cada 10-14 dias, utilizando o menor
intervalo em condições meteorológicas e de infecção mais favorável ao desenvolvimento dos fungos. Adicionar
óleo metilado de soja na dose de 0,25 %.
Para controle de Mancha-alvo, iniciar as aplicações preventivamente ainda na fase vegetativa da cultura,
entre os 35-40 dias após emergência da cultura e a partir daí, observar as condições meteorológicas para um
bom desenvolvimento da doença e se necessário, repetir as aplicações em intervalos médios de 14 dias.
Adicionar óleo metilado de soja na dose de 0,25 % v/v.
Uromyces
Ferrugem 0,4 Aére Avião
appendiculatus
a 20
Feijão Colletotrichum 3 – 40
Antracnose lindemuthianum 15
0,4 – Barra
Phaeoisariopsis 0,5
Mancha-angular Terrest
griseola re 100
- 200
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para o controle de antracnose, mancha-angular e ferrugem. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da
cultura, iniciando a primeira aplicação preventivamente no estádio fenológico V4 (quarta folha verdadeira), e
a partir daí, observar as condições meteorológicas para um bom desenvolvimento das doenças e se necesário,
repetir as aplicações em intervalos médios de 14 dias. Caso haja necessidade de uma quarta aplicação, utilizar
outro fungicida. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob
condições severas (clima muito favorável para o rápido desenvolvimento dos patógenos).
Adicionar óleo metilado de soja na dose de 0,25 %.
Cercospora zeae- Aére
Cercosporiose a 20
maydis Avião
Milho 0,4 – 2
– 40 Barra
0,5
Ferrugem-comum Puccinia sorghi
Terrest
re 100 15
- 200
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Realizar a primeira aplicação de maneira preventiva, quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas ou quando
aparecerem os primeiros sintomas da ferrugem-comum e ou cercosporiose, caso a doença ocorra mais cedo.
Utilizar a maior dose quando ocorrer maior pressão de qualquer uma das doenças. A partir de 15 dias após a
aplicação, continuar o monitoramento da lavoura e, em condições meteorológicas propicias ao reap arec i men
to das doenças, quando necessário, realizar uma segunda aplicação até a fase de pendoamento da cultura.
Adicionar óleo metilado de soja na dose de 0,25 %.
Doenças Controladas Dose Intervalo
Culturas Nº máximo Volume Equipamen
Nome Produto de
Nome Científico de de to de
Comum Comercial segurança
aplicações calda aplicação
(L/ha) (dias)
(L/ha)
Ferrugem- Phakopsora
asiática pachyrhizi 0,4 – 0,5
Oidio Microsphaera diffusa Aérea
Crestamento- 20 –
Soja Cercospora kikuchii Avião
foliar 40
Septoriose Septoria glycines 2 Barra
Colletotrichum 0,4
Antracnose
truncatum Terrestr
Mela Rhizoctonia solani e 70 -
Corynespora 150
Mancha -
cassiicola
alvo
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para controle de ferrugem-asiática, realizar a primeira aplicação de forma preventiva ao aparecimento da
doença, entre os estádios fenológicos Vn (fim da fase vegetativa) e R1 (início da floração) ou no pré- 30
fechamento das entrelinhas da cultura, garantindo assim que todas as folhas receber ão produto e estarão
devidamente protegidas a ocorrência da doença.
Realizar monitoramento e acompanhamento constante da cultura, observando a ocorrência de condições
meteorológicas favoráveis ao desenvolvimento e progresso da doença. Se necessário realizar uma segunda
aplicação com no máximo 14 dias de intervalo em relação à primeira.
Utilizar a maior dose quando as condições meteorológicas estiverem favoráveis ao maior desenvolvimento do
patógeno ou quando houver uma alta pressão da doença na região.
Para garantir o controle efetivo da ferrugem asiática é necessária a ad oção de um Programa de Manejo, com
aplicações complementares às de SPIREEL; RUSTBAN, rotacionando e/ou alternando os modos de ação
dos fungicidas, sejam eles de sítio de ação específico ou multissítio, respeitando sempre as estratégias de
manejo de resistência do FRAC.
Maiores informações sobre um bom manejo da ferrugem asiática devem ser observadas no
item
“Recomendações sobre o Manejo da Resistência”.
Para o controle específico de oídio, antracnose, mancha-alvo, mela, crestamento-foliar e septoriose,
realizar a primeira aplicação de forma preventiva ao aparecimento da doença, entre os estádios fenológicos
Vn (fim da fase vegetativa) e R1 (início da floração) ou no pré-fechamento das entrelinhas da cultura,
garantindo assim que todas as folhas receberão produto e estarão devidamente protegidas a ocorrência da
doença. Observar as condições meteorológicas favoráveis ao desenvolvimento das doenças e caso necessário
real i zar uma segunda aplicação com intervalo entre15 à 21 dias.
Adicionar óleo metilado de soja nas doses de 0,25 % à 0,5 %.
Ferrugem-
da- Puccinia triticina Aérea
0,4 – 0,5
folha 20 – Avião Barra
Trigo 4
Mancha- Drechslera tritici- 40
amarela repentis
Fusarium Terrestre
Giberela graminearum 0,5 100 -
200
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: 30
Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.
Mancha-amarela: começar o monitoramento da doença a partir da fase de afilhamento. A aplicação deve
ser efetuada a partir dos primeiros sintomas da doença. Observar as condições meteorológicas favoráveis
aodesenvolvimento da doença e caso necessário realizar as demais aplicações com intervalos entre 15 -20 dias.
Ferrugem-da-folha: iniciar a primeira aplicação de forma preventiva ou a partir dos primeiros sintomas, até u
m máximo de 1% de incidência foliar. Observar as condições meteorológicas favoráveis ao desen v ol vi men to d
a doença e caso necessário realizar as demais aplicações com intervalos de no máximo 20 dias.
Giberela: sob condições meteorológicas favoráveis ao fun go (temperatura alta entre 20 a 25ºC e precipitação
pluviométrica de, no mínimo, 48 horas consecutivas), realizar 1 aplicação preventiva na fase de floração,
quando se observar o maior número de flores abertas na lavoura.
Adicionar óleo metilado de soja na dose de 0,25 %.
MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo de Calda: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides
em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do SPIREEL; RUSTBAN deve estar limpo
de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose
recomendada do SPIREEL; RUSTBAN, acrescentar óleo metilado de soja na proporção recomendada
para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre
o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter
homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando
logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes
de reiniciar a aplicação.
Equipamento de aplicação: a boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é
fundamental para o sucesso do controle de doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou
aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem
como as condições ambientai s em que a aplicação é conduzida devem balizar o volume de calda, pressão
de trabalho e diâmetro de gotas a ser utilizado.
Pulverizadores de Barra:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização
hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo
fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua
extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a
permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias
a grossas.
Aplicação Aérea: Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas
hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser
considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a
velocidade de voo (km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 30
gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média
a grossa. Recomenda-se o volume de 20 - 40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura
alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15 - 18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
- Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme
com tamanhos de gotas de média a grossa;
- Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
- Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
- Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do
comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do
diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
- Utilizar sempre empresas certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS) para
realizar a aplicação aérea.
Volume Tamanho Cobertura Altura de Faixa de Distribuiçã
de de gotas mínima voo aplicação o das
calda pontas
20 - 40 L/ha Média - 30 gotas/cm² 3 metros 15 - 18 65%
Grossa metros
Condições meteorológicas para pulverização:
Temperatura Umidade do ar Velocidade do
vento
menor que maior que 55% entre 3 e 10km/h
30°C
Lavagem do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado.
Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o
risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento,
mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água
limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos
visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o
respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos.
Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos.
Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o
respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos.
Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos.
Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este
líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no
mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de
nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a
legislação Estadual ou Municipal.
Gerenciamento de deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas,
áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas
as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de
muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos
estes fatores quando da decisão de aplicar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar
uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 μm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades,
condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações
forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis.
Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais:
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas
necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e
não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão
maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos,
ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea:
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma
cobertura uniforme. Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido
para trás, paralelo a corrente de ar produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ da asa ou do comprimento do motor
- barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3,0 m acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
Altura da barra: regule a altura da barra para a menor possível para a cultura uniforme, reduzindo a
exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer
nivelada de acordo com a cultura com o mínimo de solavancos, proporcionando sobreposição homogênea
dos jatos dos bicos.
Ventos: o potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5Km/h (devido ao potencial
de inversão) ou maior que 16Km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de
equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver
rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento
para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Inversão Térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento
vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com
movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à
altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser
formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser
indicada pela neblina ao nível do solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser
identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de
fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a
fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento
vertical do ar.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a
colheita):
24 horas após aplicação. Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda
(no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: o produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas
doses e condições recomendadas.
- Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto
podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação
aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente
à utilização deste produto.
- Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula.
- É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo
ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto.
- É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de
campo), especialmente para culturas de exportação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
SPIREEL; RUSTBAN é um fungicida composto por Protioconazol, uma nova geração de DMIs (Inibidores da
Desmetilação C -14)e por Trifloxistrobina, uma estrobirulina, pertencente ao grupo dos QoIs (Inibidores da Quinona O
x i das e ) . Esta combinação de diferentes ingredientes ativos faz parte de uma estratégia de gerenciamento de
resistência.
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo p o d e
c o ntri bui r para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos C3 e G1 para o controle
do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando
disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regi
on ais s o bre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org),
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-DA-SOJA
Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da ferrugem-asiática-da-soja,
seguem algumas recomendações:
Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura rotacionando os mecanismos de ação distintos do
Grupo C3 e do Grupo G1 sempre que possível; Se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca
utilizá-lo isoladamente;
Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para
cada região (adotar estratégia de escape);
Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior
penetração e melhor cobertura do fungicida;
Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como
rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema,
outros controles culturais etc.
Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador
de doenças a ser controlado;
Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o
manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
Realizar o monitoramento da doença na cultura;
APOIO
Adotar estratégia de aplicação preventiva;
Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre
orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério
da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura,adubação
equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
MINISTÉRIO DA SAUDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de
animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure
rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas,
avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza,
conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-repelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe
P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o
produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em
contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro
combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do
período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do
término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante
a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
óculos, botas, macacão hidrorrepelente, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula,
folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem
entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-las.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, tec.) contaminados e lave
a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Pode ser nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
ATENÇÃO
Pode ser nocivo se inalado
INTOXICAÇÕES POR SPIREEL; RUSTBAN
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Estrobilurina e Triazolintiona
Grupo químico
Etilenoglicol: Álcool
Classe toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Oral, dérmica, inalatória e ocular
Trifloxistrobina: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que cerca de 55-65 %
do produto ingerido, é absorvido pelo trato gastrointestinal. O nível máximo de resíduos no sangue
foi alcançado entre 12 e 24 horas após a ingestão, não havendo diferença significativa na
biodisponibilidade entre os sexos. Os resíduos decresceram pela metade dos valores máximos
alcançados após 1 a 3 dias. O ingrediente ativo é metabolizado e excretado principalmente pelas
fezes (cerca de 80 % da dose ingerida nos machos e 65 % nas fêmeas). O produto também é
excretado pela urina (cerca de 10 % nos machos e 25 % nas fêmeas). A degradação do produto
absorvido foi quase completa e independente do sexo e dose.
Protioconazol: Em estudo realizado em animais (ratos) de laboratório que receberam 2 e 150
mg/kg p.c. (dose única) e 2 mg/kg p.c./dia (doses repetidas) foi observada rápida absorção do
material radiomarcado, sendo que após a administração da menor dose foi observada absorção
de 90 % do total administrado. O material radiomarcado apresentou circulação entero-hepática,
demonstrada pela variação da concentração do pico plasmático. Após 1 hora da administração, o
material radiomarcado foi detectado, principalmente nos órgãos responsáveis pela absorção,
degradação e excreção, como o estômago, o intestino delgado, o fígado, os rins e a bexiga
Toxicocinética urinária. Apenas 0,06 % da quantidade administrada foi encontrada no ar exalado nas primeiras
48 h (grupo 8). Em quase todos os grupos de animais, cerca de 90 % a 100 % do material
radiomarcado foi excretado através da urina, das fezes ou da bile durante as primeiras 48h,
sendo 78 % a 96 % através das fezes e apenas 4 % a 16 % através da urina em machos. Em
fêmeas, a excreção renal foi de 10 % a 16 % do total administrado. A excreção em dois grupos
de animais (machos) foi de 85 %.
Etilenoglicol: este produto não apresenta boa absorção cutânea. Da mesma forma, não é
esperada a sua evaporação, sendo o risco de intoxicação inalatória muito baixo. No entanto,
como todos os outros glicóis, é rapidamente absorvido, através da mucosa gástrica após a
ingestão oral. As concentrações máximas de álcool sérico são atingidas dentro de uma a duas
horas. O metabolismo em duas etapas via álcool desidrogenase (ADH) e aldeído desidrogenase
conduz à produção de espécies tóxicas. A eliminação de etilenoglicol na ausência de tratamento
parece seguir a cinética de primeira ordem, com uma semi-vida sérica estimada entre 3 e 9
horas. Se a oxidação hepática for inibida ("bloqueada") por um antagonista de álcool
desidrogenase, como etanol ou fomepizol, ocorrem várias alterações. Para o etilenoglicol, a
eliminação após a inibição de ADH torna-se quase inteiramente renal, com uma meia-vida de 17
a 20 horas (assumindo função renal normal).
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Etilenoglicol: O metanol e o etilenoglicol são compostos relativamente não tóxicos e causam
principalmente a sedação do sistema nervoso central (SNC). No entanto, pode ocorrer uma
toxicidade elevada quando estes álcoois são oxidados (principalmente por álcool desidrogenase e
aldeído desidrogenase). Os metabolitos de etilenoglicol (glicolato, glioxilato e oxalato) acumulam-
se após grandes ingestões. Acima dos níveis plasmáticos de aproximadamente 20 mg/dL (3
Toxicodinâmica mmol/L de etilenoglicol), esses metabólitos podem causar danos específicos ao órgão final, como o
rim, levando a lesão renal aguda, com oligúria ou anúria reversível (insuficiência renal aguda), que
por sua vez retarda a eliminação do etilenoglicol. A insuficiência renal deve-se principalmente ao
dano induzido por glicolato aos túbulos, embora a obstrução dos túbulos dos cristais de oxalato
precipitados possa contribuir. A hipocalcemia em intoxicações por etilenoglicol resulta da formação
de oxalato de cálcio. A acidose metabólica provocada pela ingestão de grandes quantidades de
etilenoglicol aumenta a capacidade dos metabolitos tóxicos para penetrar nas células, diminuindo
ainda mais a função do SNC e causa uma piora no quadro de hipoxia e acidose.
Exposição oral: em estudo realizado por via oral com animais de experimentação (ratos) foi
observada diarreia.
Exposição inalatória: Por via inalatória, os animais de experimentação (ratos) apresentaram
bradipneia, dispneia, andar descoordenado, dificuldade em respirar, respiração ruidosa,
Sintomas e sinais piloereção, pelo desarrumado, diminuição na mobilidade e nos reflexos, flacidez de perna
clínicos posterior, mancar, estridor, secreção nasal, incrustações vermelhas no focinho, hipotermia e
redução de peso corporal.
Exposição ocular: No estudo de irritação ocular em animais de experimentação (coelhos) foi
observada opacidade da córnea, vermelhidão e quemose, esses efeitos foram reversíveis em 6
dias.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição.
Não há antídoto específico. Tratamento sintomático, em função do quadro clínico. Medidas
terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e
intensificar sua eliminação.
Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para
manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca,
frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial
para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do
paciente.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e os efeitos
locais.
Tratamento Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e
1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240
mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto
(geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível
de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo
orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem aparecer vômitos
espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado paraevitar que aspire resíduos.
Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa
ou dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer adequada
ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se
necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da
pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor opaciente deve ser encaminhado
para tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução salina a 0,9%
ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca
caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar equipamento intermediário de reanimação
manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante à adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
luvas e avental impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos das
Desconhecidos.
interações químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue
para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
ATENÇÃO Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no
Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450
Endereço Eletrônico da Empresa: www.rainbowagro.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@rainbowchem.com
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
DL50 oral em ratos: > 2.000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinado nas condições do teste.
Irritação/Corrosão cutânea: Não irritante. A irritação da pele é expressa como a viabilidade celular remanescente após a
exposição ao item de teste. A viabilidade média relativa do tecido obtida após 15 minutos de tratamento com o item de
teste foi comparado com os tecidos de controle negativo. A OD570 média absoluta (densidade óptica a 570 nm) do
controle negativo tecidos e tecidos de controle positivo foram 1,0633 e 0,0283. O positivo o controle teve uma viabilidade
celular média de 2,66% após 15 minutos de exposição, indicando que o sistema de teste funcionou corretamente.
Irritação ocular (in vitro): Não irritante. O controle negativo (água destilada) foi classificado como UN GHS Nenhuma
categoria (pontuação IVIS 0,246) e o controle positivo (acetona) foi classificado na categoria 1 (pontuação IVIS 126.492).
O item de teste Protioconazol 175G/L + Trifloxistrobina 150G/L SC exibiu um IVIS pontuação de 2,671.
Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames)
nem no teste do micronúcleo em dano cromossômico em células somáticas.
Efeitos crônicos:
Trifloxistrobina: Nos estudos em longo prazo conduzidos com ratos, camundongos e cães, o fígado e os rins foram os
principais órgãos-alvo identificados. A trifloxistrobina não apresentou nenhuma evidência de possuir potencial
carcinogênico, assim como, não apresentou potencial mutagênico nos estudos conduzidos in vitro e in vivo. Não foi
considerada teratogênica nos estudos conduzidos em ratos e coelhos. Alguns efeitos adversos para a prole foram
observados nos estudos de toxicidade para a reprodução e para o desenvolvimento, porém, estes efeitos ocorreram
sempre na presença de toxicidade materna e doses seguras de exposição foram estabelecidas. Não foram observados
efeitos neurotóxicos específicos nos estudos de neurotoxicidade conduzidos em ratos.
Protioconazol: Estudos de toxicidade crónica/carcinogenicidade foram conduzidos em ratos e camundongos. Os órgãos
alvo foram fígado e rins, porém não foi observado incremento na incidência de tumores em nenhuma das duas espécies.
O protioconazol não apresentou características teratogênicas e não houve alterações dos parâmetros da reprodução.
Nos ratos, alguns efeitos fetais foram observados, porém ocorreram na presença de toxicidade materna e doses seguras
de exposição foram estabelecidas.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III)
( )Pouco perigoso ao meio ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos e peixes).
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação
da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de
povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de
produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas
Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA - Telefone de
Emergência: (51) 3237-6414 e SUATRANS - CECOE: 0800 117 2020
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e
máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos
d’água. Siga as instruções a seguir:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e
coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado.
Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do
vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção
Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa,
em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário,
ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário,
ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa
Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E
RESTOS DE PRODUTOS
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com
câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina
que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.