Soyatop
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Herbicida
imazetapir (imidazolinona) (106 g/L)

Informações

Número de Registro
05521
Marca Comercial
Soyatop
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
imazetapir (imidazolinona) (106 g/L)
Titular de Registro
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Arroz irrigado
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Arroz irrigado
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Arroz irrigado
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Arroz irrigado
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Arroz irrigado
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Arroz irrigado
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Arroz irrigado
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Arroz irrigado
Cyperus iria
junquinho (5); tiririca (5); tiririca-do-brejo (1)
Arroz irrigado
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Arroz irrigado
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Arroz irrigado
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Arroz irrigado
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Arroz irrigado
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Arroz irrigado
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Arroz irrigado
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Arroz irrigado
Solanum sisymbriifolium
arrebenta-cavalo (1); joá (1); joá-bravo (1)
Arroz irrigado
Tridax procumbens
erva-de-touro
Feijão
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Feijão
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Feijão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Feijão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Feijão
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Feijão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Feijão
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Feijão
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Pastagens
Andropogon bicornis
capim-de-bezerra; capim-peba; capim-rabo-de-burro
Pastagens
Aristida longiseta
barba-de-bode; capim-barba-de-bode
Pastagens
Paspalum urvillei
capim-da-roça (1); capim-das-estradas; milhã-grande
Pastagens
Paspalum virgatum
Soja
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Soja
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Soja
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Soja
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Croton glandulosus
gervão (3); gervão-branco (1); malva-vermelha
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Soja
Echinochloa colona
capim-arroz (1); capim-coloninho (2); capim-jaú (1)
Soja
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Soja
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Hyptis lophanta
catirina; cheirosa (1); fazendeiro (3)
Soja
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Ipomoea nil
amarra-amarra (2); campainha (8); corda-de-viola (9)
Soja
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Soja
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Soja
Solanum sisymbriifolium
arrebenta-cavalo (1); joá (1); joá-bravo (1)
Soja
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Soja
Tridax procumbens
erva-de-touro

Conteúdo da Bula

                                    SOYATOP
                  Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 05521

COMPOSIÇÃO:
(RS)-5-ethyl-2-(4-isopropyl-4-methyl-5-oxo-2-imidazolin-2-yl)nicotinic acid), ammonium salt (IMAZETAPIR,
sal de amônio)............................................................................................................... 106,0 g/L (10,6% m/v)
(RS)-5-ethyl-2-(4-isopropyl-4-methyl-5-oxo-2-imidazolin-2-yl)nicotinic acid) (IMAZETAPIR, equivalente
ácido) ........................................................................................................................... 100,0 g/L (10,0% m/v)
Outros ingredientes ...................................................................................................... 923,0 g/L (92,3% m/v)
                   GRUPO                                                            B                                              HERBICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Imidazolinona
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)

TITULAR DO REGISTRO (*):
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av Carlos Gomes, 258 - salas 1103, 1104, 1105 e 1106 - Boa Vista - Porto Alegre/RS
CEP: 90.480-000 - Fone: (51) 3237-6414 - CNPJ: 10.486.463/0001-69
Inscrição estadual: 096/3276190 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1928/09 - SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
IMAZETAPIR TÉCNICO RAINBOW (Registro MAPA nº 10417)
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL Co., Ltd.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, China
IMAZETHAPYR TÉCNICO IMAZET - REGISTRO MAPA Nº 10417
JIANGSU FLAG CHEMICAL INDUSTRY CO. LTD.
N º 309 Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, 210047, Nanjing, China.

FORMULADORES:
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL Co., Ltd
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, China
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
Rod. Presidente Castelo Branco, Km 68,5, CEP 18120-970, Mairinque, São Paulo S/N.º
CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 31 CDA/SP
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260, Bairro Cruz Alta, CEP: 13.348-790, Indaiatuba/SP
CNPJ: 50.025.469/0004-04 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1248 CDA/SP
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Rua Alberto Guizo, 859 Distrito Industrial João Narezzi, Indaiatuba/SP, CEP 13347-402
CNPJ: 50.025.469/0001-53 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 466 CDA/SP
OURO FINO QUÍMICA S.A
Avenida Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5, Uberaba/MG, Distrito Industrial III CEP: 38044-750,
CNPJ sob o n° 09.100.671/0001-07 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 8.764 IMA/MG


MANIPULADORES:
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
Rod. Presidente Castelo Branco, Km 68,5, CEP 18120-970, Mairinque, São Paulo S/N.º
CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 31 CDA/SP
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260, Bairro Cruz Alta, CEP: 13.348-790, Indaiatuba/SP
CNPJ: 50.025.469/0004-04 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1248 CDA/SP
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Rua Alberto Guizo, 859 Distrito Industrial João Narezzi, Indaiatuba/SP, CEP 13347-402
CNPJ: 50.025.469/0001-53 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 466 CDA/SP
OURO FINO QUÍMICA S.A
Avenida Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5, Uberaba/MG, Distrito Industrial III CEP: 38044-750,
CNPJ sob o n° 09.100.671/0001-07 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 8.764 IMA/MG




REV20250103
IMPORTADORES:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia PR-090, 5.695, km 5 - armazém 1K - Parque Industrial Nenê Favoretto - CEP: 86200-000 - Ibiporã/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20. Nº do registro do estabelecimento no estado: 1000322 - ADAPAR/PR
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Constante Pavan, 4.633 - Betel - CEP: 13148-198 - Paulínia/SP
CNPJ: 10.486.463/0004-01. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4402 - CDA/SP
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Área Rural Projetada, n° 150, Armz 1AK Anexo I - Area Rural de Cuiabá - CEP: 78.099-899 - Cuiabá/MT
CNPJ: 10.486.463/0005-92. Nº do registro do estabelecimento no estado: 29164 - INDEA/MT
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Maria Elias Lisboa Santos, s/nº Quadra 07 Lote 05 salas 09 – Parque Industrial Aparecida Vice-presidente
José de Alencar – Aparecida de Goiânia/GO - CEP:74993-530
CNPJ: 10.486.463/0006-73. Nº do registro do estabelecimento no estado: 5139/2023 – AGRODEFESA/GO
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR-050, km 185 - sala 9 - Jardim Santa Clara - CEP: 38038-050 - Uberaba/MG
CNPJ: 10.486.463/0008-35. Nº do registro do estabelecimento no estado: 19.883 - IMA/MG




                             No do lote ou da partida :
                                 Data de fabricação :         VIDE EMBALAGEM
                                Data de vencimento :

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS
                                   EM SEU PODER.
      É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                  É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                                 Produto Importado

             CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 4 - Produto Pouco Tóxico
 CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Classe III - Produto Perigoso ao
                                    Meio Ambiente




Cor da faixa: Azul Intenso




REV20250103
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO:
SOYATOP é um herbicida sistêmico e seletivo do grupo das Imidazolinonas, indicado para aplicação em pós-
emergência precoce no controle das plantas infestantes das culturas de arroz irrigado, feijão e soja, no sistema
de plantio convencional e direto, cuja absorção se dá via foliar e radicular.

CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES E DOSES RECOMENDADAS:
SOYATOP é indicado para o controle em pós-emergência precoce das plantas infestantes nas doses abaixo
indicadas:

                                PLANTAS INFESTANTES                                  DOSES P.C.
                                                                                 VOLUME DE CALDA
   CULTURA
                       NOME COMUM                 NOME CIENTÍFICO            Variedades     Variedades
                                                                              Precoces        Tardias
                     Carrapicho-rasteiro           Acanthospermum
                        Carrapichinho                  australe                0,3 L/ha
                    Carrapicho-de-carneiro         Acanthospermum                             0,3 a 0,4 L/ha
                     Espinho-de-carneiro              hispidum
                         Caruru-roxo
                                                 Amaranthus hybridus          Volume de
                        Caruru-branco
                                                                                Calda            Volume de
                         Trapoeraba                   Commelina
                                                                           (terrestre): 100        Calda
                          Capoeraba                  benghalensis
    FEIJÃO                                                                    a 400 L/ha      (terrestre): 100
                        Falsa-serralha
                                                   Emilia sonchifolia                            a 400 L/ha
                          Bela-emilia
                      Amendoim-bravo                                          Volume de         Volume de
                                                Euphorbia heterophylla
                            Leiteira                                        Calda (aérea):    Calda (aérea):
                          Beldroega                                          20 a 40 L/ha      20 a 40 L/ha
                                                   Portulaca oleracea
                       Bredo-de-porco
                         Nabo-bravo
                                                Raphanus raphanistrum
                            Nabiça
                     Carrapicho-rasteiro           Acanthospermum
                        Carrapichinho                  australe
                    Carrapicho-de-carneiro         Acanthospermum
                     Espinho-de-carneiro              hispidum
                          Mentrasto
                                                 Ageratum conyzoides
                          Picão-roxo
                         Apaga-fogo
                                                  Alternanthera tenella
                           Periquito
                         Caruru-roxo                                                      1 L/ha
                                                 Amaranthus hybridus
                        Caruru-branco
                     Caruru-de-espinho
                                                 Amaranthus spinosus
                       Caruru-de-porco
                     Caruru-de-mancha                                       Volume de Calda (terrestre): 100
                                                   Amaranthus viridis
                         Caruru-verde                                                a 400 L/ha
                          Picão-preto
                                                     Bidens pilosa
                             Picão
                      Capim-marmelada
     SOJA                                       Brachiaria plantaginea**
                        Capim-papuã
                      Capim-carrapicho
                                                  Cenchrus echinatus
                       Capim-amoroso
                         Trapoeraba                   Commelina
                          Capoeraba                  benghalensis           Volume de Calda (aérea): 20 a
                        Gervão-branco                                                 50 L/ha
                                                  Croton glandulosus
                       Malva-vermelha
                        Capim-colchão             Digitaria horizontalis
                         Capim-milhã              Digitaria sanguinalis
                         Capim-arroz
                                                 Echinochloa crusgalli
                            Jervão
                        Falsa-serralha
                                                   Emilia sonchifolia
                          Bela-emilia
                      Amendoim-bravo
                                                Euphorbia heterophylla
                            Leiteira
                            Catirina
                                                    Hyptis lophanta
                            Hortelã
                          Bamburral                Hyptis suaveolens



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                        Betônica-brava
                        Corda-de-viola
                                                 Ipomoea grandifolia
                          Campainha
                        Corda-de-viola
                                                      Ipomoea nil
                          Campainha
                        Corda-de-viola
                                                   Ipomea purpurea
                          Campainha
                        Joá-de-capote                                                1 L/ha
                                               Nicandra physaloides
                            Quintilho
                           Beldroega
                                                  Portulaca oleracea
                        Bredo-de-porco
                          Nabo-bravo                                     Volume de Calda (terrestre): 100
                                              Raphanus raphanistrum                a 400 L/ha
                             Nabiça
                         Poaia-branca
                                               Richardia brasiliensis*
                             Poaia
                          Guanxuma
                                                   Sida rhombifolia*
                          Mata-pasto
                          Erva-moura
                                               Solanum americanum
                        Maria-pretinha
                           Joá-bravo
                                             Solanum sisymbriifolium
                       Arrebenta-cavalo
                          Erva-quente
                                                Spermacoce latifolia
                        Erva-de-lagarto
                         Erva-de-touro           Tridax procumbens
                         Capim-arroz           Echinochloa colonum
*Sida rhombifolia (Guanxuma) e *Richardia brasiliensis (Poaia-branca) – SOYATOPcontrola a Guanxuma e a
Poaia-branca quando aplicado nas seguintes condições: - Aplicado até o estágio de 2 folhas. - Soja com bom
“stand” e desenvolvimento.
**Brachiaria plantaginea (Papuã, marmelada) – SOYATOPcontrola a papuã/marmelada quando aplicado nas
seguintes condições: - Infestação de até 40 plantas/m2. – Aplicado até o estágio de 4 folhas (antes do 1º
perfilho).
 – Soja com bom “stand” e desenvolvimento.

   CULTURA                    PLANTAS INFESTANTES                                 DOSES P.C.
                     NOME COMUM             NOME CIENTÍFICO                    VOLUME DE CALDA
                Arroz-vermelho *         Oryza sativa
                Junquinho *              Cyperus iria                                 1 L/ha
                Capim-arroz *            Echinochloa crusgalli var.
                                         crusgalli                       Volume de Calda (terrestre): 100 a
                                                                                    400 L/ha

                                                                             Volume de Calda (aérea):
                                                                                   20 - 40L/ha


                Arroz-vermelho **           Oryza sativa
                Junquinho **                Cyperus iria                          0,75 – 0,5 L/ha
  ARROZ         Capim-arroz **              Echinochloa crusgalli var.
  IRRIGADO                                  crusgalli                    Volume de Calda (terrestre): 100 a
                                                                                    400 L/ha

                                                                             Volume de Calda (aérea):
                                                                                   20 - 40L/ha

                Arroz-vermelho ***          Oryza sativa
                Junquinho ***               Cyperus iria                              1 L/ha
                Capim-arroz ***             Echinochloa crusgalli var.
                                            crusgalli                    Volume de Calda (terrestre): 100 a
                                                                                    400 L/ha

                                                                             Volume de Calda (aérea):
                                                                                   20 - 40L/ha

                Amendoim-bravo              Euphorbia heterophylla
                Capim-carrapicho            Cenchrus echinatus
                Capim-colchão               Digitaria horinzotalis                    1 L/ha
                Capim-marmelada             Brachiaria plantaginea



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                 Caruru-roxo                 Amaranthus hybridus           Volume de Calda (terrestre): 200
                 Caruru-de-mancha            Amaranthus viridis                         L/ha
                 Caruru-de-espinho           Amaranthus spinosus
                 Corda-de-viola              Ipomoea grandifolia              Volume de Calda (aérea):
                 Erva-de-touro               Tridax procumbens                       20 - 40L/ha
                 Joá-bravo                   Solanum sisymbriifolium
                 Picão-preto                 Bidens pilosa
                 Poaia-branca                Richardia brasiliensis
                 Nabo-bravo                  Raphanus raphanistrum
                 Trapoeraba                  Commelina benghalensis
 *Aplicação em pré-emergência;
**Aplicação sequencial (pré e pós-emergência): primeira aplicação em pré-emergência e segunda aplicação em
pós-emergência;
***Aplicação em pós-emergência


Em condições diferentes das acima citadas, não obtendo controle satisfatório, haverá necessidade de aplicação
complementar de graminicidas recomendados após 15 dias da aplicação de SOYATOP

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ARROZ IRRIGADO:
Pré-emergência: SOYATOP deve ser aplicado em uma única vez em pré-emergência das plantas infestantes e
da cultura. Recomenda-se a aplicação em solo bem preparado, sem torrões e úmido.
Aplicação sequencial (pré e pós) – primeira em pré-emergência e a segunda em pós-emergência: SOYATOP
deve ser aplicado quando tiver alta infestação de arroz-vermelho e/ou germinação escalonada desta planta
infestante. Na primeira aplicação utilizar a dose de 0,75 L/ha em pré-emergência da cultura e das plantas
infestantes. O solo deve estar bem preparado, sem torrões, úmido e na semeadura do arroz estar livre de
vegetação. Na segunda aplicação, em pós-emergência, aplicar VEZIR 100 na dose de 0,5 L/ha, adicionando
espalhante adesivo não iônico a 0,2% v/v (0,2 L/100 L de água), quando as plantas infestantes estiverem no
estádio de até 4 folhas e a cultura até 1 perfilho. A irrigação definitiva deve ser realizada até 3 dias após a
aplicação do herbicida em pós-emergência.
Aplicação em pós-emergência:
SOYATOP deve ser aplicado em uma única vez em pós-emergência quando as plantas infestantes estiverem no
estádio de até 4 folhas e a cultura até 1 perfilho. A irrigação definitiva deve ser realizada até 3 dias após a
aplicação do herbicida em pós-emergência.
Para Oryza sativa, Cyperus iria e Echinochloa crusgalli var. crusgalli: adicionar à calda espalhante adesivo não
iônico a 0,2% v/v (0,2 L/100 L de água)


FEIJÃO: SOYATOP deve ser aplicado em pós-emergência sobre a cultura do feijão no estádio do segundo para
o terceiro trifólio, em uma única aplicação, no sistema convencional ou direto na pós-emergência das plantas
infestantes registradas com até quatro folhas. Utilizar a dose de 0,3L/ha para as variedades precoces, que
possuem ciclo de no máximo 80 dias, e as doses de 0,3 a 0,4 L/ha para as variedades tardias, com ciclo superior
a 90 dias.

SOJA: SOYATOP deve ser aplicado na dose 1,0 L/ha do produto comercial, em uma única aplicação, após a
emergência da soja e quando as plantas infestantes gramíneas e dicotiledôneas sensíveis estiverem no estádio
de até 4 folhas, em geral essa época ocorre a partir de 15 a 20 dias após a semeadura da cultura. Para as
gramíneas poderá ser necessária a realização de controle complementar. É mais aconselhável que a aplicação
seja realizada a partir do estádio de folhas cotiledonares até o segundo trifólio, no entanto, poderá ser realizada
com a cultura mais desenvolvida, observando o estádio ideal das plantas infestantes. Poderão ocorrer alguns
sintomas de fitotoxicidade os quais desaparecerão dentro do período de 20 dias após a aplicação, sem
interferências no desenvolvimento e produção de grãos. A ação residual do SOYATOP no solo não é muito
prolongada podendo em alguns casos estender-se no máximo em quarenta dias e o controle das espécies
sensíveis estará relacionado ao potencial do banco de sementes.


Observações Específicas:
SOYATOP pode ser aplicado preferencialmente nos primeiros horários da manhã, evitando-se as horas mais
quentes e retornando as aplicações nos finais de tarde, sempre quando a umidade relativa do ar for superior a
60%.
Evitar aplicar em temperaturas superiores a 30ºC, para reduzir as perdas por evaporação das gotas pequenas.
Evitar as aplicações com ventos superiores a 6 Km/hora, ou então fazer uso de equipamento que reduza
significativamente a deriva nas condições adversas, para evitar a deriva para as culturas vizinhas.
Não utilizar SOYATOP em condições climáticas desfavoráveis e, durante a aplicação, evitar sobreposições nas
faixas divisórias das pulverizações.




REV20250103
MODO DE APLICAÇÃO:
O herbicida SOYATOP é absorvido pelas folhas das plantas infestantes e desta forma transloca pelo xilema e
floema, acumulando-se nos meristemas de crescimento, inibindo a síntese da enzima acetolactato sintase (ALS)
que por sua vez participa do processo de biossíntese de três aminoácidos essenciais: valina, leucina e
isoleucina. Esta inibição interrompe a síntese protéica que, interfere na síntese do DNA e no crescimento celular.
Os primeiros sintomas da atividade herbicida se manifestam na interrupção do crescimento que ocorre dentro de
2 dias após a aplicação. Estes sintomas e a velocidade de ação nas plantas infestantes suscetíveis dependem
da aplicação, da espécie, do estágio de crescimento e das condições ambientais. Os sintomas mais comuns são
clorose foliar, morte do ponto de crescimento e por fim a morte total das plantas infestantes que pode ocorrer
entre 10 e 20 dias após a aplicação para as plantas infestantes sensíveis.
Quando SOYATOP for aplicado no estágio da cultura diferente do recomendado, o produto pode causar leve
amarelecimento e redução no porte com posterior recuperação, sem afetar a produtividade.

SOYATOP deve ser aplicado em pós-emergência precoce para que as plantas infestantes tenham seu
crescimento interrompido e morram. As plantas infestantes que germinarem posteriormente à aplicação poderão
ser controladas pela ação residual do produto que, em função do clima, do solo e do banco de sementes poderá
chegar até aos 40 dias ou até a época da colheita, a partir da aplicação. Embora aplicado em pós-emergência, é
aconselhável um bom preparo e boas condições de umidade do solo, para permitir o bom desenvolvimento da
cultura e melhor ação do SOYATOP nas plantas infestantes. No plantio convencional, é recomendável um bom
preparo do solo, com eliminação de torrões e restos culturais que podem prejudicar o desempenho do produto.
Da mesma forma no plantio direto, uma dessecação (manejo) adequada é fundamental para a obtenção de bons
resultados.

Preparo da Calda:
SOYATOP deve ser adicionado ao pulverizador quando este estiver com ¾ de sua capacidade com água limpa.
Ao adicionar a quantidade recomendada do produto, manter a calda em constante agitação, e após adicionar o
produto, completar o volume do tanque do pulverizador com água, mantendo-a sempre em agitação.

Aplicação terrestre:
Para as culturas do arroz irrigado, feijão e soja, o SOYATOP pode ser aplicado com pulverizador costal manual,
costal pressurizado, tratorizado ou autopropelido. Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão
adequada. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que
evitem a ocorrência de deriva:
- Diâmetro de gotas: usar gotas médias a grandes, acima de 300 µ (micra)
- Densidade de gotas: densidade mínima de 20 gotas/cm²
- Série dos bicos: 8001 a 8004 ou da série 11001 a 11004, sob pressões de 20 a 40 lb/pol 2
- Volume de calda: 100 a 400 L/ha
SOYATOP pode ser aplicado no sistema de plantio direto, desde que seja anteriormente realizada uma boa
aplicação de manejo ou limpeza, não devendo existir rebrotes de plantas infestantes ou plantas com controle
deficiente oriundas de uma má dessecação.

Aplicação Aérea:
Para as culturas do arroz irrigado, feijão e soja, o SOYATOP pode ser aplicado com aeronaves providas de
barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do
equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado.
Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Volume de calda: 30 a 50 L/ha.
- Seleção de pontas de pulverização: usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e
produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem
gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES
METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de
gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).Quando for necessário elevar o volume de
aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de
trabalho.
- Altura de vôo:3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada
do alvo.
- Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as
aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte
da aeronave e diâmetro das gotas. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando
tecnologia apropriada. O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação
potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos. A aplicação deve ser
interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos
na operação sejam expostos ao produto. O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma
adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser
corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que
interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.




REV20250103
- Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do
Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições
constantes na legislação estadual e municipal.


Lavagem do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após
a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de
depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas,
somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa
pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de
produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos.
Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule
então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo
produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1
litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o
tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras,
barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou
plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2
vezes.

Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome
todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes,
fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou
Municipal.

Gerenciamento de deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e
outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização
(Independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais
importantes para evitar a deriva) e as condições meterológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade
do aplicador.

Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais:
Volume: Use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas
necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não
melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas
de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de ponta: Use o modelo de ponta apropriado para tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas,
ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, inseto de desgaste e
vazamentos.


Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível ara dar uma
boa cobertura e controle, ou seja de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas,
estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o
gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas diâmetro maior reduz o potencial de deriva,
mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.

Temperatura e Umidade:
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a
evaporação.




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Inversão Térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do
ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento
lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são
comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao por do sol e
frequentemente continuam ate a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do
solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da
fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento
lateral indica a presença de uma inversão térmica, enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Arroz irrigado: ................................................................. 60 dias
Arroz irrigado (pré-emergencia): ......................................Não determinado devido à modalidade de uso
Soja:..................................................................................66 dias
Feijão:................................................................................40 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual (EPI) por um período mínimo de
aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade de
reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPIs recomendados.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando o intervalo de
segurança para cada cultura.
• Pode ocorrer fitotoxicidade inicial de leve a moderada às culturas da soja e do arroz irrigado, porém sem
causar redução no rendimento de grãos.
• O produto não é seletivo para cultivares de arroz irrigado que não sejam de arroz mutagênico.
• Não aplicar em pós-emergência se as infestantes estiverem em condições de estresse.
• Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 60%.
• Não aplicar com ventos superiores a 6,0 km/hora para não promover deriva para regiões vizinhas.
• No momento da aplicação em pós-emergência verificar a velocidade dos ventos e se há cultivos sensíveis ao
produto.
• Não aplicar a dose de 0,4 L/ha em variedades feijão precoce com ciclo inferior a 80 dias.
• ATENÇÃO: Até o presente momento, os estudos disponíveis permitem indicar que somente as culturas de
inverno e verão indicadas abaixo poderão ser feitas em rotação com a cultura da soja nas áreas tratadas com
SOYATOP. Culturas de inverno: trigo, cevada, aveia, azevém, soja, amendoim, feijão, ervilha e tremoço.
Culturas de verão: milho, soja, amendoim, feijão, ervilha e tremoço. Quando da aplicação, evite a deriva para as
culturas adjacentes.

AVISO AO USUÁRIO:
O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações da bula/rótulo. A RAINBOW DEFENSIVOS
AGRÍCOLAS LTDA. não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo
não recomendado especificamente na bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário
assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.




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INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de
eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do mesmo alvo, quando
apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o
manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org ), aos Herbicidas
(HRAC-BR: www.hrac-br.org ), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
www.agricultura.gov.br )
                 GRUPO                                    B                              HERBICIDA

O produto herbicida SOYATOP é composto por Imazetapir, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da
ALS (Acetolactato sintase) (ou acetohidroxiácido sintase AHAS), pertencente ao Grupo B, segundo classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das
plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A
integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de
cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo
mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência
com o mínimo de dano ao meio ambiente.


MINISTÉRIO DA SAUDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
    especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance
de crianças e de animais;
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão
com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2;
óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila;
macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico
classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.




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PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
  compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
  borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção
  lateral; touca árabe e luvas de nitrila;
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a respingos.


PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
 • Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
 • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
   tempo entre a última aplicação e a colheita);
 • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
   sendo aplicado o produto;
 • Não aplique o produto presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
   condições climáticas para cada região;
 • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
   também entrem em contato com a névoa do produto;
 • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
   compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
   borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e
   luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o
  final do período de reentrada;
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
  antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados para o uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a
  aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
  entre a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Aplicação Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
  evitar contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
  longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
  lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
• descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento
  hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por
  cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de
  segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila;
• Os Equipamentos de Aplicação Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
  árabe, óculos de segurança com proteção lateral, botas de borracha, macacão com tratamento
  hidrorepelente, luvas de nitrila e máscara com filtro mecânico classe P2;
• A manutenção e limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.



                                                            Pode ser nocivo se ingerido
              CUIDADO
                                                       Pode ser nocivo em contato com a pele

                                                                 Nocivo se inalado




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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis,
etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.

Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.


                                     INTOXICAÇÕES POR SOYATOP

                                        INFORMAÇÕES MÉDICAS

   Grupo químico      lmazetapir: lmidazolinona

Classe toxicológica   Categoria 4 - Produto Pouco Tóxico
 Vias de exposição    Oral, respiratória e dérmica
                      Após a administração oral em ratos, 92% da dose administrada foi excretada na urina e
   Toxicocinética     5% nas fezes dentro de 24 horas. Os níveis de resíduos no sangue, fígado, rins,
                      músculo e tecido adiposo foram < 0,01 ppm após 48 horas.
  Mecanismos de       Ainda não está claro o mecanismo exato de intoxicação para os herbicidas do grupo
    toxicidade        imidazolinona

                      A intoxicação aguda após ingestão de grande quantidade de herbicidas do grupo
                      imidazolinona resultou em: hipotensão, disfunção pulmonar, irritação da mucosa oral e
                      do trato gastrintestinal, disfunção transitória hepática e renal. É comum vômito copioso
                      logo após a ingestão. Sintomas severos incluíram a diminuição da consciência e
                      dificuldade respiratória requerendo intubação.
                      Não se sabe a extensão da influência do surfactante na toxicidade. O prognóstico
                      geralmente é bom após o tratamento sintomático.
                      Sinais vitais: Pode haver decréscimo da pressão arterial após doses excessivas. Foi
                      relatada febre em adultos após a ingestão de grandes quantidades.
                      Cardiovascular: A hipotensão é comum após ampla ingestão.
                      Respiratório: A pneumonia por aspiração é uma ocorrência clínica comum após
                      ingestão.
                      Neurológico: Os herbicidas do grupo imidazolinona são depressores do SNC,
 Sintomas e sinais    causando perda da consciência e coma em alguns casos.
      clínicos        Gastrintestinal: Náusea e vômito intenso são muito comuns logo após a ingestão.
                      Podem ocorrer diarreia e dor abdominal.
                      Hepático: Pode ocorrer disfunção hepática transitória com elevação dos níveis séricos
                      das transaminases hepáticas.
                      Geniturinário: Pode ocorrer disfunção renal transitória. Foi relatada elevação moderada
                      da creatinina sérica após a ingestão.
                      Ácido-básico: Foi relatada acidose metabólica após ingestão.
                      Hematológico: Foi relatada leucocitose após ingestão.
                      Dermatológico: Pode ocorrer irritação dérmica moderada após contato com a pele.
                      Membranas mucosas podem sofrer corrosão após ingestão ou respingos, devido à ação
                      corrosiva desses herbicidas.
    Diagnóstico        O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
                      quadro clínico compatível




REV20250103
                     Exposição Oral/Parenteral
                     Prevenção da absorção
                     A) ÊMESE - NÃO RECOMENDADA
                     A êmese não é recomendada, contudo o vômito espontâneo pode ocorrer.
                     B) DILUIÇÃO
                     O emprego de diluentes é controverso: modelos experimentais têm sugerido que a
                     diluição imediata pode diminuir os danos cáusticos, mas isso ainda não foi
                     suficientemente estudado em humanos. Os efeitos adversos potenciais incluem vômito
                     e comprometimento das vias aéreas. A diluição é contraindicada em pacientes com
                     alterações respiratórias, estado mental alterado, dor abdominal severa, náusea, vômito,
                     ou pacientes que estejam impossibilitados de engolir ou proteger as vias respiratórias.
                     No caso de ingestões de quantidades menores do agrotóxico, a irrigação oral e diluição
                     podem ser os únicos procedimentos necessários.
                     C) LAVAGEM GÁSTRICA
                     Considere a aspiração gástrica com pequeno tubo nasogástrico flexível após grandes
                     ingestões recentes. O risco de piora do dano à mucosa deve ser pesado frente ao
                     benefício potencial.
                     D) CARVÃO ATIVADO
    Tratamento       1) Administre uma suspensão de carvão ativado em água (mínimo de 240 mL de
                     água/30g de carvão). Dose usual: 25 a 100g em adultos/adolescentes, 25 a 50g em
                     crianças (1 a 12 anos) e 1 g/Kg em infantes com menos de 1 ano de idade. É mais
                     efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico.
                     2) O uso de um catártico com o carvão ativado não é recomendado uma vez que não há
                     evidência de que catárticos reduzem a absorção do produto e é sabido que eles causam
                     efeitos adversos tais como náuseas, vômitos, espasmos abdominais, desequilíbrio
                     eletrolítico e, ocasionalmente, hipotensão.
                     3) COMPLICAÇÕES: êmese, aspiração. A aspiração pode ser complicada por falência
                     respiratória aguda, síndrome da angústia respiratória do adulto ou bronquiolite
                     obliterante.
                     Tratamento
                     Pelo fato de os herbicidas do grupo imidazolinona não serem inibidores de
                     colinesterase, a atropina e pralidoxima não são indicadas. Não há tratamento específico.
                     A) ENDOSCOPIA: Observe cuidadosamente os pacientes que ingeriram a substância
                     quanto à possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou
                     trato gastrintestinal. Se houver sinais de irritação ou queimaduras, considere a
                     endoscopia para determinar a extensão dos danos.
                     B) EQU[LIBRIO HIDROELETROLÍTICO Reidrate o paciente que estiver apresentando
                     vômitos e diarreia.
                     C) DANO PULMONAR AGUDO: Os sintomas do dano pulmonar agudo após exposição
                     tóxica podem levar de 24 a 72 horas para iniciar.
                     Esteja preparado para tratar edema pulmonar e fornecer suporte respiratório. Mantenha
                     ventilação e oxigenação. Monitore através de gasometria arterial ou oximetria de pulso.
                     D HIPOTENSÃO: Proceda à infusão de 10 a 20 ml/Kg de fluido isotônico. Se a
                     hipotensão persistir, administre dopamina (5 a 20 μg/Kg/min) ou norepinefrina (Adulto:
                     comece a infusão com 0,5 a 1 μg/min; Criança: comece a infusão com O, 1 μg/Kg/min).
                     E) ACIDOSE: Trate a acidose metabólica severa (pH < 7, 1) com bicarbonato de sódio
                     intravenoso. Comece com 1 a 2 mEq/Kg em adultos e em crianças. Se necessário,
                     pode-se repetir a dose empregando-se uma quantidade não superior à metade daquela
                     inicialmente administrada. O intervalo mínimo de repetição da dose é de 10 minutos.
                     Monitore os gases sanguíneos para ajustar a dose.
                     F) HEMODIÁLISE: O papel da hemodiálise na remoção dos herbicidas do grupo
                     imidazolinona ainda não é conhecido. Contudo, a hemodiálise pode ser benéfica em
                     casos severos apresentando falência renal.

 Contra-indicações    A indução de vómito é contra indicada em razão do risco de aspiração pulmonar e de
                      pneumonite química.




REV20250103
                        Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento,
                        ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
                        Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT –
                        ANVISA/MS)
     ATENÇÃO
                        As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
                        Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
                        Notificação (SINAN / MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
                        (Notivisa).

                        Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450
                        Endereço Eletrônico da Empresa: http://www.rainbowagro.com.br
                        Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@rainbowagro.com


Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Estudos em ratos que receberam o imazetapir por via oral, revelaram que mais do que 97% da dose
administrada foi eliminada pela urina (87-94%) e pelas fezes (5-10%) em até 24 horas. A dose administrada foi
completamente eliminada pelas fezes e urina em 96 horas na forma inalterada.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
DL50 oral em ratos: >2000 mg/kgp.c.
DL50 dérmica em ratos > 2000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos (4 horas): >2,397 mg/L
Irritação cutânea (coelhos): A substância teste produziu eritema em 3/3 dos animais, sendo que todos os sinais
retornaram ao normal em até 14 dias. Descamação da pele também foi observada em 1/3 dos animais.
Irritação ocular (coelhos): A substância teste ocasionou irite, hiperemia na conjuntiva e quemose em 3/3 dos
olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 72 horas após o tratamento para
3/3 dos olhos testados.
Sensibilização cutânea: O produto foi considerado não sensibilizante em estudo realizado com cobaias.

Mutagenicidade: Resultados obtidos no Teste de Ames (ensaio mutagênico em células procariontes de
Salmonella enterica serovar Typhimurium) conduzido com a substância teste indicam que a mesma não
apresenta potencial de atividade mutagênica para as cepas estudadas. Um teste de micronúcleo em medula
óssea de camundongos foi conduzido para avaliar o potencial mutagênico da substância teste para células
eucarióticas e os resultados indicam que a mesma não apresentou atividade mutagênica em camundongos.

Efeitos crônicos:
Estudos de toxicidade de 90 dias em ratos e cães que receberam o produto técnico via oral determinaram NOEL
de 10000 ppm, a dose mais alta testada. Estudos de 1 ano em cães que receberam o imazetapir na dieta nas
concentrações de 0, 1000, 5000 ou 10000 ppm.

Sintomas de alarme: A ocorrência de irritações da pele, olhos e mucosas, associados à confirmação de
exposição ao produto, sugerem intoxicação.

Efeitos adversos: Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos
adversos

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
■ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Evite a contaminação ambiental Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do
ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.



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2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Rainbow Defensivos Agrícolas LTDA. - telefones de
emergência: (11) 3526-3526 e SUATRANS - CECOE: 0800 117 2020.
- Utilize o equipamento de proteção individual EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado
acima.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.


4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

- Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.


Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.




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Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando
o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens
cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.


TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente u􀆟lizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.




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EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.


DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.


É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.


6.RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis




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