Soprano 125 SC
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Fungicida
epoxiconazol (triazol) (125 g/L)

Informações

Número de Registro
01504
Marca Comercial
Soprano 125 SC
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
epoxiconazol (triazol) (125 g/L)
Titular de Registro
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Ramularia areola
Falso-oídio; Ramulária
Banana
Mycosphaerella fijiensis
Sigatoka-negra
Banana
Mycosphaerella musicola
Mal-de-Sigatoka; Sigatoka-amarela
Café
Hemileia vastatrix
Ferrugem; Ferrugem-do-cafeeiro
Cevada
Bipolaris sorokiniana
Mancha-marrom; Podridão-comum-da-raiz
Cevada
Drechslera teres
Mancha-em-rede-da-cevada; Mancha-reticular
Cevada
Puccinia hordei
Ferrugem-da-folha
Trigo
Bipolaris sorokiniana
Helminthosporiose; Podridão-comum-da-raiz
Trigo
Blumeria graminis f.sp. tritici
Cinza; Oídio
Trigo
Puccinia triticina
Ferrugem-da-folha

Conteúdo da Bula

                                    SOPRANO 125 SC
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 01504

COMPOSIÇÃO:
(2RS,3SR)-1-[3-(2-chlorophenyl)-2,3-epoxy-2-(4-fluorophenyl)propyl]-1H-1,2,4- triazole
(EPOXICONAZOL) ............................................................................................................. 125 g/L (12,5% m/v)
Outros Ingredientes ............................................................................................................ 910 g/L (91,0% m/v)

                 GRUPO                                                  G1                                          FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Fungicida sistêmico do grupo químico Triazol

TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
Tel.: (43) 3371-9000 - Fax: (43) 3371-9017 - CNPJ: 02 290.510/0001-76
Inscrição Estadual 601.07287-44 - Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
SOPRANO AGRICUR TÉCNICO – REGISTRO MAPA nº 00304
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
Tel.: (43) 3371-9000 - Fax: (43) 3371-9017 - CNPJ: 02 290.510/0001-76
Inscrição Estadual 601.07287-44 - Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR
ADAMA BRASIL S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS - Tel.: (51) 3653 9400 - Fax: (51) 3653-1697
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Inscrição Estadual: 142/0047032 - Registro Estadual nº 00001047/99 - SEAPA/RS


EPOXICONAZOL TÉCNICO MILENIA - REGISTRO MAPA nº 01712
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot Hovav, Eco-Industrial Park, Beer-Sheva - Israel

FORMULADOR:
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
Tel.: (43) 3371-9000 - Fax: (43) 3371-9017 - CNPJ: 02 290.510/0001-76
Inscrição Estadual 601.07287-44 - Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR




                                                                        1
                                                                                                    BULA_SOPRANO_125_SC_08072024_v00
  ADAMA BRASIL S/A
  Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS
  Tel.: (51) 3653-9400 - Fax: (51) 3653-1697 - CNPJ: 02.290.510/0004-19
  Inscrição Estadual: 142/0047032 - Registro Estadual nº 00001047/99 - SEAPA/RS
  ADAMA ANDINA B.V. SUCURSAL COLOMBIA
  Calle 1C, nº 7-53, Interior Zona Franca, Barranquilla – Colômbia

  ADAMA MAKHTESHIM LTD.
  Neot Hovav, Eco-Industrial Park, Beer-Sheva – Israel
  OURO FINO QUÍMICA LTDA.
  Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5 - Dist. Industrial III - CEP: 38044-750
  Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Tel.: (16) 3518-2000]
  Fax: (16) 3518-2251 - Registro Estadual nº 701-4896/2012 – IMA/MG
  UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
  Avenida Maeda, s/nº - Distrito Industrial - CEP: 14500-000 - Ituverava/SP
  CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Registro Estadual nº 1049 – CDA/SP

                              No do lote ou partida:
                              Data de fabricação:            VIDE EMBALAGEM
                              Data de vencimento:

   ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS
                                     EM SEU PODER.
      É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                         É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                                             Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212,
                                          de 15 de junho de 2010)

        CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
                                          AGUDO

         CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO
                              MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




  Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C




                                                         2
                                                                             BULA_SOPRANO_125_SC_08072024_v00
   INSTRUÇÕES DE USO:
SOPRANO 125 SC é um fungicida com modo de ação sistêmico, do grupo químico triazol, inibidor da biossíntese
de ergosterol no processo metabólico dos fungos. É rapidamente absorvido pelas folhas e translocado no sentido
acropétalo. O produto é recomendado para o controle preventivo e curativo das doenças nas culturas de algodão,
banana, café, cevada e trigo.
  CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
   Culturas          Doenças              Dose               Época, número e intervalo de Aplicação
                                                     Iniciar aplicações quando ocorrer condições climáticas
                                                     de alta temperatura e umidade, favoráveis ao
                    Ramularia                        desenvolvimento das doenças ou no surgimento dos
   Algodão                              400 mL/ha
                 (Ramularia areola)                  primeiros sinais da doença.
                                                     Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da
                                                     cultura com intervalo de 14 dias.
                                                     Iniciar as aplicações quando ocorrerem condições
                                                     climáticas de alta temperatura e umidade, propícias ao
                                                     desenvolvimento do fungo. As aplicações devem ser
                                                     realizadas a cada 30 dias protegendo, assim, as folhas
                  Sigatoka-amarela                   novas emitidas neste período. O número de aplicações
                                        400 a 500
                  (Mycosphaerella                    deve ser o necessário para proteger as folhas novas.
                                         mL/ha
                     musicola)                       Se ocorrer emissão de folhas novas apenas no período
                                                     do verão, as aplicações deverão ser realizadas neste
                                                     período.
                                                     Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da
                                                     cultura com intervalo de 30 dias.
    Banana
                                                     Iniciar as aplicações quando ocorrerem condições
                                                     climáticas de alta temperatura e umidade, propícias ao
                                                     desenvolvimento do fungo. As aplicações devem ser
                                                     realizadas a cada 14 dias protegendo, assim, as folhas
                   Sigatoka-negra                    novas emitidas neste período. O número de aplicações
                                        400 a 500
                  (Mycosphaerella                    deve ser o necessário para proteger as folhas novas.
                                          mL/ha
                      fijiensis)                     Se ocorrer emissão de folhas novas apenas no período
                                                     do verão, as aplicações deverão ser realizadas neste
                                                     período.
                                                     Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da
                                                     cultura com intervalo de 14 dias.
                                                     A primeira aplicação com a dose de 600 mL/ha de
                                                     SOPRANO 125 SC deverá ser realizada em
                                                     dezembro/janeiro e a segunda aplicação deverá ser
                                                     realizada 90 dias após a primeira, e assim aplicando
                                                     somente a dose de 400 mL/ha de SOPRANO 125 SC.
                                                     Iniciar a aplicação, quando for constatado 5% de tolhas
                                                     infectadas. A área pulverizada deve ser monitorada e
               Ferrugem-do-cafeeiro     600 + 400    reaplicar somente quando a infecção atingir o nível
     Café
                (Hemileia vastatrix)      mL/ha      acima descrito. A avaliação das folhas do cafeeiro
                                                     infectadas por ferrugem, para determinar o momento
                                                     da aplicação do SOPRANO 125 SC, deve ser realizada
                                                     através da coleta de 100 folhas/talhão do 3° par de
                                                     folhas da ponta para a base do ramo, na altura de 70 a
                                                     90 cm do solo.
                                                     Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da
                                                     cultura com intervalo de 90 dias.
                                                     O controle da ferrugem com SOPRANO 125 SC deve
                                                     ser iniciado quando for constatada uma incidência de
                                                     30 a 40% das plantas com qualquer sintoma (pústulas)
                                                     de ferrugem das folhas.
                 Ferrugem-da-folha      500 a 750
    Cevada                                           A reaplicação deverá ser realizada sempre que
                  (Puccinia hordei)      mL/ha
                                                     necessária para manter a doença em níveis baixos de
                                                     infecção.
                                                     Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da
                                                     cultura.


                                                      3
                                                                          BULA_SOPRANO_125_SC_08072024_v00
                                                    Aplicar o SOPRANO 125 SC quando forem
                Mancha-reticular                    constatados, nas plantas da lavoura, níveis de
               (Drechslera teres)                   severidade entre 4 e 5% (severidade = % da área foliar
                                                    infectada) sendo que a incidência não deve ser
                                        500 a 750
                                                    superior a 60%.
                                         mL/ha
                                                    Reaplicar o produto quando os sintomas atingirem
                Mancha-marrom                       novamente os níveis acima especificados.
             (Bipolaris sorokiniana)                Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da
                                                    cultura.
                                                    O controle da ferrugem com SOPRANO 125 SC deve
                                                    ser iniciado quando for constatada uma incidência de
                                                    30 a 40% das plantas com qualquer sintoma (pústulas)
                                                    de ferrugem nas folhas. A reaplicação deverá ser
              Ferrugem-da-folha                     realizada sempre que necessária para manter a doença
                                        750 mL/ha
              (Puccinia triticina)                  em níveis baixos de infecção.
                                                    Reaplicar o produto quando os níveis de infecção
                                                    atingirem novamente os índices acima estabelecidos.
                                                    Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da
                                                    cultura.
                                                    Iniciar a pulverização para o controle quando for
                                                    constatado de 15 a 20% das folhas com sintomas de
  Trigo                                             mancha foliar com lesão maior que 2 mm a partir do
               Helmintosporiose                     estádio do alongamento.
                                        750 mL/ha
             (Bipolaris sorokiniana)                Reaplicar o produto quando os níveis de infecção
                                                    atingirem novamente os índices acima estabelecidos.
                                                    Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da
                                                    cultura.
                                                    O controle deverá ser iniciado quando houver uma
                                                    incidência de oídio em 20 a 25% das plantas a partir do
                     Oídio                          estádio de alongamento.
                                        500 a 750
            (Blumeria graminis f. sp.               Reaplicar o produto quando os níveis de infecção
                                         mL/ha
                     tritici)                       atingirem novamente os índices acima estabelecidos.
                                                    Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da
                                                    cultura.


OBSERVAÇÕES: Por INCIDÊNCIA, entende-se que é a porcentagem de plantas da lavoura com sintomas
da doença e por SEVERIDADE a porcentagem da área foliar atacada. As amostragens para avaliação da
infecção em trigo e cevada deverão seguir o seguinte procedimento:
    a) iniciar o monitoramento do desenvolvimento das doenças a partir do afilhamento em caso de ter
        utilizado sementes tratadas, caso contrário, avaliar desde o início da emergência;
    b) amostrar a lavoura, percorrendo vários pontos representativos. Consideram-se como situações
        diferenciais de lavouras, cultivares, épocas de plantio, tratamento de sementes ou não, rotação de
        culturas ou monocultura; uma amostra deve conter, no mínimo, 50 plantas;
    c) determinar a incidência das doenças em todas as folhas verdes, completamente expandidas,
        descartando as senescentes e as em expansão.

MODO DE APLICAÇÃO:
O SOPRANO 125 SC pode ser aplicado através de pulverizadores tratorizados, nas culturas de cevada,
trigo, banana e algodão, equipados com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque,
proporcionando uma vazão apropriada para cada cultura.
Para a cultura da banana e algodão pode também ser pulverizado através de aplicação aérea utilizando
aeronaves apropriadas para pulverização agrícola providas de bicos ou micronair; atomizador costal
motorizado e atomizador tratorizado.
Quando aplicado na cultura de café, poderão ser utilizados pulverizadores costais e tratorizados, equipados
preferencialmente com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico permitindo uma vazão adequada para
cada cultura.
Em café poderá ser também utilizado atomizador costal motorizado ou atomizador tratorizado com
regulagem para alto volume de calda/ha.
Os equipamentos devem ser estar providos de dispositivo para realizar a tríplice lavagem.

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A autorização da utilização de pulverizador costal para a cultura de BANANA deverá ser restrita àquelas
situações onde outras formas de aplicação mais seguras ao trabalhador, não possam ser implementadas.
A utilização do equipamento de proteção individual para aplicação costal na cultura da BANANA, deve ser
observada rigorosamente, conforme pictogramas indicados no rótulo e no texto da bula.

VOLUME DE CALDA:
Para culturas de banana, utilizar 15 litros de óleo mineral/ha ou em caso de utilizar água como veículo,
fazer uma mistura de 5 litros de óleo mineral + 15 litros de água e adicionar adjuvante para proporcionar
uma mistura homogênea das três fases (SOPRANO 125 SC, água e óleo). Para a cultura de café, utilizar
500 a 1000 litros de calda/ha, dependendo do porte das plantas. Para as culturas de cevada e trigo, utilizar
até 150 litros de calda/ha, e para a cultura do algodão utilizar 300 litros de calda/ha. Para outros parâmetros
referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou
assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

A regulagem do pulverizador deve ser aferida diariamente. Poderá ser utilizada a seguinte fórmula para
calibragem do pulverizador:

Litros/hectare = 60.000 x litros/minuto
                         km /h x E

E = espaçamento entre bicos na barra (cm); Litros/minuto= vazão do bico; Km/h = velocidade do
pulverizador.

Ao esvaziar a embalagem, é obrigatório realizar a TRÍPLICE LAVAGEM, sempre vertendo no pulverizador,
a calda resultante da tríplice lavagem.

Preparação da calda:
• Agitar a embalagem do produto antes de usar.
• Colocar 1/3 do volume do pulverizador com água;
• Colocar a dose recomendada do SOPRANO 125 SC;
• Completar com água até o volume desejado de calda;
• Manter sempre a calda em agitação durante o preparo e aplicação do produto, devido ás características
    da formulação (Suspensão Concentrada).

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
 Algodão…………… 14 dias
 Banana……………. 3 dias
 Café………………… 45 dias
 Cevada……………. 30 dias
 Trigo………………… 30 dias


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.


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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao
desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR)
recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no
   rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.)
   dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o
   manejo de resistência.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungos devem ser encaminhados para o FRAC-BR
   (www.frac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
   (www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de
culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas, manejo da irrigação
e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.




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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

 PRECAUÇÕES GERAIS:
 - Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
-       Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
-       Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
-       Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
-       Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
        boca;
-       Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
        da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
-       Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
        de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
-       Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
        socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
-       Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
        alcance de crianças e animais;
-        Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
        macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
-       Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
        forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

     PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA:
    - Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento
       hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
       por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2;
       óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
    - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
       recomendados;
    - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
    - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
       socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
    -   Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
        manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
        segurança.

  PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
-   Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
-   Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
    tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
    sendo aplicado o produto;
-   Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
    melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
    também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
    compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
    borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
    proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrile;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
    manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
    segurança.
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    PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
      até o final do período de reentrada;
-     Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
      produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
      recomendados para o uso durante a aplicação;
  -   Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
  - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
      tempo entre a última aplicação e a colheita);
  - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
      contaminação;
  -   Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
      trancado, longe do alcance de crianças e animais;
  - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
  - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
      família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
  - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
 -   Não reutilizar a embalagem vazia;
 -   No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
     hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
 -   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
     touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
 -   A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
 -   Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
     manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
     segurança.


                      ATENÇÃO                Pode ser nocivo em contato com a pele


PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados
e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.




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                             - INTOXICAÇÕES POR SOPRANO 125 SC -

                                       INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico         Epoxiconazol:Triazol
Classe toxicológica   CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSA DANO AGUDO
Vias de exposição     Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética        Epoxiconazol: Absorção: o produto é absorvido através das vias digestivas,
                      respiratória e dérmica. Excreção: o produto é rapidamente excretado pelas fezes.
                      Não há um metabólito principal, porém uma série de metabólitos menores foram
                      identificados. As reações mais importantes são clivagem do anel oxirane,
                      hidroxilação do anel aril fenil e conjugação. Dados de metabolismo em ratos
                      mostram que epoxiconazol é extensivamente metabolizado após dosagens únicas
                      de 3 mg/Kg (dose baixa) ou 100 mg/Kg (dose alta) ou dosagem múltipla (3
                      mg/Kg/dia por 14 dias). Aproximadamente 30 diferentes metabólitos foram
                      identificados e a via predominante de excreção foram fezes, seguido por excreção
                      biliar e urinária. Dados farmacocinéticos em ratos, usando o mesmo regime de
                      dosagem identificado acima, mostram que a meia-vida para epoxiconazol em
                      plasma é aproximadamente 5h para a dose baixa e aproximadamente 30 h para a
                      dose alta, sugerindo alguma possível saturação de absorção em níveis mais altos
                      de dose.
                      Estes experimentos envolveram C14 radiomarcado no primeiro carbono do anel
                      oxirane de epoxiconazol. Portanto, não foi determinado se o triazol livre foi um
                      metabólito. Epoxiconazol é considerado um potente indutor do sistema enzimático
                      hepático citocromo P450, tendo sido observado em estudos de exposições variadas
                      (dose, tempo) o fígado como principal órgão-alvo.
Toxicodinâmica        Epoxiconazol: é um potente indutor do sistema enzimático hepático citocromo
                      P450. Estudos especiais in vitro em culturas de células de ratos, suínos e humanos
                      e estudos in vivo em ratos mostraram que o Epoxiconazol é um potente inibidor de
                      atividade aromatase (enzima responsável pela conversão da testosterona e
                      androestenediona em esteróides sexuais femininos como o estradiol) e também um
                      moderado inibidor da atividade da 17-hidroxilase (responsável pela produção de
                      cortisol). Estas ações levariam a diminuição dos níveis de estrogênio e prolactina e
                      ao incremento dos níveis de testosterona e androestenediona. Como consequência
                      da redução do estradiol, as concentrações de LH e FSH seriam ligeiramente
                      incrementadas (mecanismo que levaria a proliferação celular contínua nos ovários e
                      a indução de tumores). Similarmente, a redução do cortisol elevaria os níveis de
                      ACTH, o que explicaria o incremento de tumores nas adrenais.
Sintomas e sinais     Epoxiconazol: Exposição aguda: ainda não foi preparada uma publicação
clínicos              específica acerca dos efeitos clínicos de indivíduos expostos a esses agentes. As
                      recomendações seguintes pertencem à avaliação geral de indivíduos expostos a
                      compostos químicos potencialmente tóxicos. Avaliação Geral: A) Indivíduos
                      expostos devem ser submetidos a uma avaliação minuciosa do histórico clínico e
                      exames físicos que identifiquem qualquer anormalidade. B) A exposição a
                      substâncias químicas com odor forte freqüentemente resulta em sintomas não
                      específicos: dor de cabeça, vertigem, fraqueza e náusea. C) Irritação: muitas
                      substâncias químicas causam irritação dos olhos, pele e trato respiratório. Também
                      é possível a ocorrência de irritação ou queimaduras do esôfago ou trato
                      gastrintestinal após ingestão de compostos irritantes ou cáusticos.               D)
                      Hipersensibilidade:     vários   agentes    químicos     produzem     reações     de
                      hipersensibilidade alérgica: dermatite ou asma com broncoespasmo e respiração
                      ruidosa após exposição crônica.




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Diagnóstico        O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
                   quadro clínico compatível.
Tratamento         CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração
                   boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta
                   atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
                   descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma
                   a não se contaminar com o agente tóxico.
                   Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar
                   orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
                   sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e
                   respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
                   endovenosa. Avaliar estado de consciência.
                   Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
                   orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter
                   adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária
                   ventilação pulmonar assistida.
                   Medidas de Descontaminação e tratamento:
                   O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
                   impermeáveis.
                   Exposição Oral:
                   - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
                   - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha
                   a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver
                   deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
                   - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar a
                   lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade potencialmente
                   perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de
                   1 hora).
                   - Carvão ativado: Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se
                   necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de
                   água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a
                   50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
                   Exposição Inalatória:
                   Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
                   respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
                   avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
                   pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
                   Exposição Dérmica:
                   Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
                   cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar
                   a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem,
                   o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
                   Exposição ocular:
                   Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água ou soro fisiológico à
                   temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
                   lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
                   tratamento específico.
                   ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e de
                   suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Contraindicações   A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração,
                   porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris
                   ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do
                   conteúdo gástrico.




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Efeitos das
interações químicas    Não são conhecidos efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores.
ATENÇÃO                Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                       tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                       Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                       (RENACIAT/ANVISA/MS).
                       As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
                       de Notificação Compulsória.
                       Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
                       Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                       Telefone de Emergência da empresa: 0800-200 2345

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg pc.
DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg.
CL50 inalatória em ratos: > 5,17 mg/L (4h). Não houve mortalidade no estudo.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Produto não irritante.
Corrosão/Irritação dérmica em coelhos: Produto não irritante.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
bactérias (in vitro) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos (in vivo).

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Epoxiconazol: Em estudos de longo prazo realizados em ratos foi observado retardo no ganho de peso,
aumento do peso do fígado, diminuição do peso dos rins nas doses mais altas testadas. Em estudos
crônicos com camundongos foi observado aumento do peso do fígado nas maiores doses testadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
- ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
  metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250
  (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e
  vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
  aeroagrícolas.




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INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
  recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
  Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: ADAMA BRASIL S/A - Telefone da empresa:
  0800-400-7070.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos
  protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e
  coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
  utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua
  devolução e destinação final.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
  coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
  indicado acima.
. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
  órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
  adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
  quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 , PÓ QUÍMICO, ficando
  a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

•    Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
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 vertical durante 30 segundos;
 - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
 - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
 - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
 - Faça esta operação três vezes;
 - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

 •     Lavagem sob Pressão:
 Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
 procedimentos:
 - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
 - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
 - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
 - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
 - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

  Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
  do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
  direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

 ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
 Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada
 com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
 O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
 coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
 embalagens cheias.

 DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
 No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
 pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
 ato da compra.
 Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade,
 será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
 O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
 ano após a devolução da embalagem vazia.

 EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

 ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

 ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
 O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
 coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
 embalagens cheias.
 Use luvas no manuseio dessa embalagem.
 Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
 separadamente das embalagens lavadas.



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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.


A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.




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RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro
de 2019.




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