Sonutrir
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Herbicida
S-metolacloro (cloroacetanilida) (960 g/L)

Informações

Número de Registro
17624
Marca Comercial
Sonutrir
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
S-metolacloro (cloroacetanilida) (960 g/L)
Titular de Registro
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Canola
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Canola
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Canola
Chamaecrista rotundifolia
Erva-de-coração; Fedegoso
Canola
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Canola
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Feijão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Feijão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Feijão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Feijão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Feijão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Feijão
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Feijão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Girassol
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Girassol
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Girassol
Chamaecrista rotundifolia
Erva-de-coração; Fedegoso
Girassol
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Girassol
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Cenchrus echinatus
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Milho
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Milho
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Soja
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Soja
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Soja
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)

Conteúdo da Bula

                                    SONUTRIR
                          Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 17624

COMPOSIÇÃO:
Mistura de 80-100% de 2-chloro-6'-ethyl-N-[(1S)-2-methoxy-1-methylethyl)acet-o-toluidide e 20-0% de 2-
chloro-6'-ethyl-N-[(1R)-2-methoxy-1-methylethyl)acet-o-toluidide(S-METOLACLORO)......960,0g/L (96,0%m/v)
Solvente aromático pesado de nafta (Solvente Naphta).....................................................48,3 g/L (4,83 % m/v)
Outros ingredientes ...................... ............... .................... . . . ...........................................99,7 g/L (9,97% m/v)

                  GRUPO                                              K3                                         HERBICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo pré-emergente
GRUPO QUÍMICO: Cloroacetanilida.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Carlos Gomes, 258 – salas 1103 – 1106 – Boa Vista – Porto Alegre/RS –
CEP: 90480-000. Tel. (51) 3237-6414
CNPJ: 10.486.463/0001-69 – Inscrição Estadual: 096/3276190 - Registro Estadual n° 1928/09 – SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
S-METOLACLORO TÉCNICO RAINBOW- Registro MAPA nº TC03922
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China
FORMULADORES:
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China
ADAMA S/A.
Rua Pedro Antônio de Souza 400, Parque Rui Barbosa, Londrina -PR, CEP 86031-610
CNPJ 02.290.510/0001-76. Número de registro do estabelecimento no Estado: 003263 - SEAB/PR
ADAMA S/A.
Av. Júlio de Castilhos, 2085, Taquari - RS, CEP: 95860-0001 CNPJ 02.290.510/0004-19
Número de registro do estabelecimento no Estado: 00001047/99 -SEAPA/RS
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Av. Liberdade, nº 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170
- Sorocaba/SP - CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Número de registro do estabelecimento no Estado: 8 - SEAB/CDA/SP
NUFARM INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA
Av. Parque Sul, 2138 - 1º Distrito Industrial - Maracanaú I Ceará - CEP: 61939-000 -
CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento no Estado: SEMACE nº 856/2012 -
COPAM/NUCAM

IMPORTADORES:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rod PR 090, n° 5695, Km 5 - Armz 1K, Parque Industrial Nene Favoretto, Ibiporã/PR - CEP: 86.200-000 - CNPJ n°
10.486.463/0003-20
Nº do registro do estabelecimento no estado: 1000322 Adapar/PR
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR 364, km 20, 5.788 - sala 1 - Anexo Transportes Luft - Zona Rural - CEP: 78098-970
Cuiabá/MT - CNPJ: 10.486.463/0005-92 - Cadastro estadual: 29164 - INDEA/MT
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Constante Pavan, n° 4633, bairro Betel, Paulínia/SP - CEP 13.148-198
CNPJ n° 10.486.463/0004-01. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4402 CDA/SP
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av Maria Elias Lisboa Santos, s/nº Quadra 07 Lote 05 salas 09 – Parque Industrial Aparecida Vice-presidente José de
Alencar – Aparecida de Goiânia/GO - CEP:74993-530 CNPJ: 10.486.463/0006-73 - Nº do registro do estabelecimento no
estado: 5139/2023 – AGRODEFESA/GO
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR-050, km 185 - sala 9 - Jardim Santa Clara - CEP: 38038-050 - Uberaba/MG
CNPJ: 10.486.463/0008-35 - Cadastro estadual: 19.883 - IMA/MG




REV240816
                                 No do lote ou da partida:
                                 Data de fabricação:                   VIDE EMBALAGEM
                                 Data de vencimento:


      ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
                                                PODER.

                     É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.

                                  É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                                        Produto Importado

                   CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
      CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO
                                          AO MEIO AMBIENTE

Cor da faixa: azul




      MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

      INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
      SONUTRIR é um herbicida seletivo, indicado no controle pré-emergente de plantas infestantes nas culturas de algodão,
      cana-de-açúcar, canola, feijão, girassol, milho e soja. Nas culturas da soja e milho pode ser usado nos sistemas de
      plantio-direto ou convencional.

      Modo de ação:
      SONUTRIR caracteriza-se pela ação acentuada sobre monocotiledôneas, notadamente sobre as espécies anuais, com
      forte ação sobre a trapoeraba e algumas espécies de dicotiledôneas. O ingrediente ativo S-METOLACLORO é absorvido
      através do coleóptilo das monocotiledôneas e hipocótilo das dicotiledôneas, e atua na gema terminal inibindo o
      crescimento das plantas. O sintoma do efeito herbicida sobre as plantas sensíveis caracteriza-se pelo intumescimento
      dos tecidos, e pelo enrolamento do caulículo nas monocotiledôneas e nas dicotiledôneas observa-se a clorose, necrose e
      a morte. A maioria das plantas, porém, morre antes da sua emergência.

      Área de Utilização I Objetivos dos Tratamentos:
      SONUTRIR poderá ser recomendado para aplicação no controle pré-emergente das plantas infestantes nas seguintes
      situações:
      • Nas infestações exclusivas de monocotiledôneas sensíveis;
      • Nas infestações predominantes de monocotiledôneas e/ou trapoeraba, com presença de dicotiledôneas sensíveis ao
      produto;
      • No Cerrado (região Centro-oeste) nas infestações de capim-braquiária, capim-carrapicho e trapoeraba, associados com
      dicotiledôneas sensíveis, onde a atividade do produto é favorecida pelas condições climáticas e tipos de solo;
      • Em aplicação sequencial, exclusivamente na cultura do algodão.

      1) Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas:
                                                                                    DOSES (L/ha)
       CULTURAS            PLANTAS INFESTANTES
                                                                Solo arenoso          Solo médio            Solo pesado
                         Capim-marmelada, capim-papuã,
                                    marmelada
                             Brachiaria plantaginea
                           Capim-carrapicho, timbete*
                               Cenchrus echinatus
                                                             NÃO APLICAR EM           1,25 - 1,50L p.c./ha (1.200 - 1.440g
      ALGODÃO                 Capim-colchão, milhã
                                                             SOLO ARENOSO                           i.a./ha)
                               Digitaria horizontalis
                              Capim-pé-de-galinha*
                                 Eleusine indica
                                   Trapoeraba*
                            Commelina benghalensis



      REV240816
                Caruru-roxo, caruru-branco
                  Amaranthus hybridus




                                                               DOSES (L/ha)
 CULTURAS      PLANTAS INFESTANTES
                                               Solo arenoso      Solo médio           Solo pesado
                  Capim-colchão, milhã
                  Digitaria horizontalis
             Capim-pé-de-galinha*Eleusine
                          indica
                      Trapoeraba*
                Commelina benghalensis                                  1,50 - 1,75L p.c./ha
                Caruru-de-mancha, caruru                              (1.440 - 1.680g. i.a./ha)
                   Amaranthus viridis
               Caruru-roxo, caruru-branco
                  Amaranthus hybridus
                       Beldroega
 CANA-DE-          Portulaca oleracea
 AÇUCAR       Capim-braquiaria, braquiaria*
                 Brachiaria decumbens
              Capim-marmelada, capim-
             papuã, marmelada Brachiaria                        1,50 - 2,00L p.c./ha (1.440 - 1.920g
                      plantaginea                                             i.a./ha)
               Fazendeiro, picão-branco
                  Galinsonga parviflora
                   Capim-carrapicho
                 Cenchrus echinatus                             2,50 - 3,00L p.c./ha (2.400 - 2.880g
                    Capim-colonião                                            i.a./ha)
                  Panicum maximum
                Caruru-rasteiro, caruru
                 Amaranthus deflexus
              Capim-marmelada, capim-
             papuã, marmelada Brachiaria
                      plantaginea                                   1,00L p.c./ha (960g i.a./ha)
  CANOLA         Capim-colchão, milhã
                                              NÃO APLICAR EM
                  Digitaria horizontalis
                                              SOLO ARENOSO
                 Capim-pé-de-galinha*
                    Eleusine indica
              Erva-de-coração, Fedegoso
                                                                  1,25 L p.c./ha (1.200 g i.a./ha)
               Chamaecrista rotundifolia
                  Capim-colchão, milhã
                  Digitaria horizontalis
              Capim-marmelada, capim-
             papuã, marmelada Brachiaria
                      plantaginea
                 Capim-pé-de-galinha*
                    Eleusine indica
 FEIJÃO**/
             Capim-arroz, capim-canevão*                          1,25 L p.c./ha (1.200 g i.a./ha)
    ***
                 Echinochloa crusgalli
                Caruru-de-mancha, caruru
                   Amaranthus viridis
                   Caruru-roxo, caruru
                  Amaranthus hybridus
                      Trapoeraba*
                Commelina benghalensis
                Caruru-rasteiro, caruru
                 Amaranthus deflexus
              Capim-marmelada, capim-
             papuã, marmelada Brachiaria
                                                                           1,00L p.c./ha
                      plantaginea
                                                                           (960g i.a./ha)
 GIRASSOL         Capim-colchão, milhã
                  Digitaria horizontalis
                 Capim-pé-de-galinha*
                    Eleusine indica
               Erva-de-coração, fedegoso                                   1,25L p.c./ha
                Chamaecrista rotundifolia                                 (1.200g i.a./ha)




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                                                                   DOSES (L/ha)
 CULTURAS      PLANTAS INFESTANTES
                                               Solo arenoso          Solo médio             Solo Pesado
                 Capim-colchão, milhã
                                                    1,25 – 1,75 L p.c./ha (1.200 – 1.680 g i.a./ha)
                  Digitaria horizontalis
            Capim-marmelada, capim-papuã,
                       marmelada
                 Brachiaria plantaginea
             Capim-braquiaria, braquiaria*
                 Brachiaria decumbens
              Capim-carrapicho, timbete*
                  Cenchrus echinatus
                 Capim-pé-de-galinha*
                    Eleusine indica
            Capim-custódio, capim-oferecido*
                 Pennisetum setosum
                                                                 1,50 - 1, 75L p.c./ha
                      Trapoeraba*
                                                               (1.440 - 1.680g. i.a./ha)
    MILHO      Commelina benghalensis
               Caruru-de-mancha, caruru
                   Amaranthus viridis
                       Beldroega
                  Portulaca oleracea
                    Joá-de-capote*
                 Nicandra physaloides
                    Maria-pretinha*
                 Solanum americanum
              Caruru-roxo, caruru-branco
                 Amaranthus hybridus
               Fazendeiro, picão-branco
                  Galinsoqa parviflora                               1,75L p.c./ha
                      Erva-quente                                  (1.680g. i.a./ha)
                  Spermacoce latifolia
             Capim-arroz, capim-canevão*
                 Echinochloa crusgalli                           1,50 - 1, 75L p.c./ha
                 Capim-pé-de-galinha*                          (1.440 - 1.680g. i.a./ha)
                    Eleusine indica
                      Trapoeraba*
               Commelina benghalensis
                 Capim-colchão, milhã
                  Digitaria horizontalis                         1,50 - 2,00 L p.c./ha
               Caruru-de-mancha, caruru                        (1.440 - 1.920g. i.a./ha)
                   Amaranthus viridis
              Caruru-roxo, caruru-branco
                 Amaranthus hybridus
            Capim-marmelada, capim-papuã,
                       marmelada
                 Brachiaria plantaqinea
              Capim-carrapicho, timbete*
    SOJA          Cenchrus echinatus
             Capim-braquiária, braquiária*
                 Brachiaria decumbens

            Capim-custódio, capim-oferecido*
                 Pennisetum setosum
                                                                 1,75 - 2,00L p.c./ha
                    Joá-de-capote*                            (1.680 - 1. 920g. i.a. /ha)
                Nicandra physaloides
                    Maria-pretinha*
                Solanum americanum
               Fazendeiro, picão-branco
                 Galinsoga parviflora
                 Poaia, poaia-branca
                 Richardia brasiliensis
                     Erva-quente
                 Spermacoce latifolia

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Observações:
• * - não indicado para o sistema de plantio-direto.
• ** - o tratamento deve ser complementado com herbicidas pós-emergentes, dependendo das condições de infestação
das plantas infestantes.
• *** - Na cultura do feijão, o SONUTRIR é recomendado para as seguintes variedades: Carioquinha, IAPAR 44, IAPAR
14, Minuano e ltaporé.
• Aplicar as maiores doses em solos mais pesados ou em situações de infestações mais altas das espécies indicadas.

2) Aplicação sequencial em área total na cultura do algodão, com uma aplicação em pré-emergência da cultura,
seguida por uma aplicação em pós-emergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas
infestantes sempre em pré-emergência:

                                                                    DOSAGEM (L/ha) APLICAÇÃO SEQUENCIAL

                                                                                                POS-EMERGENCIA
                                 PLANTA INFESTANTE
         CULTURA                                                                                     INICIAL
                                    CONTROLADA                  PRÉ-EMERGÊNCIA DO
                                                                                               ALGODÃO COM 1 A 2
                                                                    ALGODÃO*
                                                                                                    FOLHAS
                                                                                                 VERDADEIRAS*

                                  Capim-colchão, milhã
                                  Digitaria horizontalis
        ALGODÃO                                                       0,60L p.c. /ha             1,00 - 1,25L p.c. /ha
                                    Trapoeraba                       (576 g i.a. /ha)           (960 - 1.200g i.a./ha)
                                Commelina benghalensis

Observações:
• Não efetuar a aplicação sequencial em solos arenosos.
• * - aplicação efetuada sempre com as plantas infestantes em pré-emergência, nos dois momentos de aplicação.


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

SONUTRIR deve ser aplicado logo após o plantio, na pré-emergência das culturas indicadas e das plantas infestantes.

Culturas de algodão, canola, feijão e girassol: Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois,
sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais
de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto.

Obs: na cultura de algodão poderá ser aplicado também após 4 a 5 semanas do plantio com a cultura desenvolvida e
porte aproximado de 40 a 50cm, em jato dirigido, como tratamento complementar, após o último cultivo mecânico das
entrelinhas e as plantas infestantes na pré-emergência.

Cultura do algodão - Aplicação sequencial: o SONUTRIR também pode ser aplicado em esquema de aplicação
sequencial, exclusivamente na cultura do algodão, em área total, que consiste numa aplicação em pré-emergência da
cultura, seguida por uma aplicação em pós-emergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas
infestantes sempre em pré-emergência.

Cultura da cana-de-açúcar: Aplicar na pré-emergência das plantas infestantes através de tratamento em área total, na
cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana.
O produto poderá ser aplicado sobre a cultura emergida desde que observada a condição de pré-emergência
das plantas infestantes no momento da aplicação.
Cultura do milho: Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém, as plantas infestantes sempre na pré-
emergência.
Na cultura do milho o tratamento poderá ser feito também em faixas de aproximadamente 50cm, ao longo do sulco de
plantio, utilizando-se o pulverizador costal nas pequenas propriedades ou com equipamento tratorizado nas áreas
maiores, com o sistema 3 em 1, no qual numa única operação se aduba, planta e aplica o herbicida. Neste caso, o
controle das plantas infestantes nas entrelinhas da cultura deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas
pós-emergentes em aplicação dirigida.

Cultura da soja: Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados).

Início da Aplicação:
Deve-se iniciar a aplicação do SONUTRIR após o restabelecimento do "déficit hídrico".
Não aplicar nos plantios precoces quando o solo estiver ainda com "déficit hídrico", pois o seu funcionamento poderá vir a
ser comprometido.

Número de Aplicações:
Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma
aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas.
Nas altas infestações de capim-marmelada, capim-carrapicho, capim-braquiária e trapoeraba, cujas espécies germinam
em diferentes camadas, o tratamento pré-emergente poderá eventualmente necessitar de complemento com um
herbicida pós-emergente. Isto poderá ocorrer particularmente nas culturas de FEIJÃO e ALGODÃO, em que se aplicam
doses menores do produto para assegurar maior seletividade.


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No caso específico do ALGODÃO, o uso de aplicação sequencial pode ser uma boa opção para se obter maior período
de controle das plantas infestantes.

Modo de Aplicação:
SONUTRIR deve ser aplicado na forma de pulverização, nas respectivas culturas recomendadas, através de tratamento
em área total, com a utilização de pulverizadores costais, manual ou pressurizado e pulverizadores tratorizados
adaptados de barras.
Nas áreas extensivas, SONUTRIR poderá ser aplicado também via aérea, com a utilização de aviões agrícolas ou
helicópteros. Neste caso, os parâmetros normais para este tipo de aplicação devem ser observados.

Preparo da calda:
O produto, na quantidade pré-determinada, deve ser despejado diretamente no tanque do pulverizador parcialmente
cheio (1/4 do volume) e com o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida completar o volume de água.

Pulverizadores terrestres - parâmetros de aplicação:

Bicos recomendados: Utilizar bicos leque tipo Teejet - 80.02, 80.03, 80.04, 1 10. 02, 1 10.03, 110.04 ou similares.
Pressão da bomba: 30 a 60 libras por polegada quadrada.
Vazão: 150 a 300 litros de calda por hectare.

Observações:
• Nos pulverizadores costais, os bicos mais recomendados são os leque: 80.02, 80.03 ou 110.02 e 110.03.
• Nas regiões sujeitas a ventos acentuados, as aplicações na pré-emergência poderão ser feitas com uso de bicos anti-
deriva do tipo FULLJ ET, como o FL5, FL6, FL8 à pressão de 20 a 25 libras por polegada quadrada.

Aplicação aérea - parâmetros para avião Ipanema:
Bicos: 80. 10, 80. 15 e 80.20
Volume da calda: 40 a 50 litros/ha.
Altura do vôo: 3 a 4 metros.
Temperatura ambiente: até 27ºC.
Umidade relativa do ar: mínimo de 55%
Velocidade do vento: máxima de 1 O km/h.
Faixa de aplicação: 15 metros.
Diâmetro das gotas: maiores que 400 micrômetros.

Nota: nas operações com aeronaves, atender às legislações vigentes do local da aplicação. Em caso de dúvida ou, na
necessidade de esclarecimentos adicionais ou específicos quanto à utilização do produto, contatar o Engenheiro
Agrônomo responsável e a empresa responsável pelo equipamento aéreo a ser utilizado.
Fatores relacionados com a aplicação na pré-emergência:
Para assegurar o pleno funcionamento e eficiente controle das plantas infestantes, é importante que sejam observados
alguns pontos ressaltados a seguir:

A) Preparo do solo:
A.1) Sistema de plantio convencional:
1. Culturas de algodão, cana-de-açúcar (cana-planta), feijão, girassol, milho e soja:
O solo deve estar bem preparado com as operações usuais de aração, gradagem e nivelamento superficial, de modo a
obter a camada de solo livre de torrões, cujas condições são as mais apropriadas para a semeadura e aplicação dos
herbicidas.
Nas áreas com altas infestações de espécies que germinam nas camadas mais profundas como:
capim-marmelada, capim-carrapicho, capim-braquiária e trapoeraba, a última gradagem que antecede o plantio deverá
ser feita no máximo 3 dias antes da semeadura e da aplicação do herbicida.
2. Cana-de-açúcar (Cana-soca): As operações de preparo de solo, antes da aplicação do herbicida, consistem no
enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira, efetuados após o corte da cana.

A.2) Sistema de plantio-direto:
Culturas de milho e soja: as operações de preparo de solo consistem no manejo e dessecação das plantas infestantes
ou das culturas de inverno.

A condição fundamental é assegurar a total pré-emergência da área destinada ao cultivo no momento da semeadura e da
aplicação.

A.3) Sistema de cultivo mínimo:
Sistema de cultivo recomendado nas altas infestações de monocotiledôneas:
Após as operações normais de preparo do solo ou dessecação, aguardar a germinação plena do primeiro fluxo de
plantas daninhas até que atinja o estádio de pós-emergência inicial (4 folhas e no máximo início de perfilhamento). Em
seguida, efetuar o plantio e aplicar SONUTRIR 24 horas após, associado a um dessecante sem efetuar mistura em
tanque no momento da aplicação dos produtos.
A outra alternativa consiste em dessecar as invasoras germinadas antes, aguardar 3 a 4 dias para plantar e aplicar o
herbicida.

B) Umidade do solo:
• Solo deve estar úmido durante a aplicação do herbicida.
• Não aplicar em solo seco.
A presença de umidade é fundamental para ativação do herbicida através da incorporação e distribuição do produto no
perfil do solo, de modo a assegurar o pleno funcionamento, proporcionando uma melhor atividade sobre espécies com
hábito de germinação nas diferentes profundidades no solo (0 - 12cm).

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C) Densidade de infestação das plantas infestantes:
Nas altas densidades de infestação de plantas infestantes, o pleno controle está sujeito a fatores como dose, condições
climáticas, fechamento da cultura, dentre outros. Por vezes, poderá necessitar de tratamento complementar.

D) Ocorrência de chuvas:
Chuvas normais após a aplicação ou a irrigação da área tratada com o SONUTRIR são benéficas por promover a
incorporação do produto na camada superficial, favorecendo sua pronta ação. Sobretudo no sistema de plantio-direto,
proporciona o rápido carreamento e distribuição do produto no perfil do solo.

A ocorrência de chuvas excessivas e contínuas após a aplicação, entretanto, poderá causar rápida lixiviação abaixo do
banco de sementes acarretando redução no período de controle e reinfestação precoce da área tratada.

E) Ocorrência de veranico:
A ocorrência de veranico poderá influenciar na atividade do herbicida no solo acarretando:
• Comprometimento do resultado no controle e reinfestação de espécies que germinam nas camadas mais profundas
como: capim-marmelada e trapoeraba.
• Degradação acelerada do produto (fotodegradação): quando da exposição às condições de seca por mais de 2 a 3
semanas e consequente redução da atividade biológica.

F) Ventos:
Não realizar aplicações com ventos superiores a 10 km/hora devido aos problemas de forte deriva.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na
área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Os efeitos de fitotoxicidade são pouco frequentes e podem acontecer em situações que favoreçam sua ocorrência, tais
como: chuvas fortes, plantios rasos, dentre outros.
Ressalta-se, porém, que os efeitos abaixo mencionados são temporários e as plantas retomam ao seu crescimento
normal sem causar prejuízos na produtividade final.

Sintomas dos efeitos de SONUTRIR:
• Na cultura de milho, estes sintomas se manifestam pelo enrolamento das plântulas, por vezes forte enrugamento e
inibição no crescimento.
• Nas culturas de feijão, algodão girassol e canola, estes sintomas se manifestam através de clorose, necrose das folhas
cotiledonares, encarquilhamento das folhas e inibição temporária no crescimento.
• Na cultura da soja a fitotoxicidade somente ocorre em situações drásticas, altas doses aliadas à alta pluviosidade e,
nestes casos, manifesta-se pelo encarquilhamento das folhas e inibição temporária no crescimento.
• Na cultura da cana-de-açúcar a eventual fitotoxicidade se manifesta somente se aplicado sobre a cana emergida e,
nestas circunstâncias, através da necrose das pontas das folhas que estavam presentes durante a aplicação.

Outras restrições a serem observadas:
• Não aplicar SONUTRIR em solos mal preparados, com torrões ou em solos secos.
• No sistema de plantio-direto, não aplicar nas áreas mal dessecadas ou nas áreas com reinfestações de plantas
infestantes. Deve-se efetuar aplicação com operação de manejo (dessecação).
• Na cultura de feijão, girassol e canola, não ultrapassar a dose do SONUTRIR de 1,25L de produto comercial/ha.
• Na cultura de feijão, efetuar testes prévios de seletividade antes da aplicação sobre variedades não relacionadas na
recomendação e citadas anteriormente.
• SONUTRIR não é recomendado nos campos de produção de sementes de milho, devido à maior sensibilidade destes
materiais (híbrido simples e linhagens). Sua utilização será viável somente através de testes prévios.
• Nas altas densidades de infestação de algumas monocotiledôneas que germinam em diferentes fluxos (capim-
marmelada, capim-carrapicho e capim-braquiária), os tratamentos pré-emergentes com SONUTRIR poderão vir a
requerer um complemento com herbicidas pós-emergentes, dependendo das condições climáticas após aplicação.
• SONUTRIR é fortemente absorvido pelos colóides de matéria orgânica, portanto, nos solos com alto teor de matéria
orgânica deve-se aplicar doses maiores. Nos solos turfosos não deve ser usado o produto.

TOLERÂNCIA DA CULTURA/SELETIVIDADE:
SONUTRIR mostra-se bastante seletivo às culturas indicadas, nas respectivas doses e sistemas de cultivo
recomendados.
Deve-se atentar, entretanto, para os aspectos relacionados com a profundidade de plantio das culturas. Eventualmente,
falha na seletividade poderá ocorrer como consequência de plantios rasos (superficiais). Atentar também para as
variedades indicadas e o tipo de solo, de forma a assegurar a seletividade do produto.
Nas culturas de algodão e feijão, aplicar SONUTRIR logo após a semeadura, ou no máximo 1 dia depois, de forma a
obter maior segurança na sua utilização. Ainda, no caso da cultura de algodão, a aplicação pode ser feita em pré-
emergência da cultura ou no esquema sequencial.
A planta de milho é tolerante ao produto até a fase de charuto e a soja até o estádio de palito de fósforo (com os
cotilédones fechados).
A planta da cana-de-açúcar, todavia, apresenta boa tolerância mesmo após emergida em qualquer estádio de
desenvolvimento.


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SONUTRIR não pode ser aplicado sobre plantas germinadas de feijão, girassol, canola e algodão (exceto no caso
da aplicação sequencial), devido à maior sensibilidade destas espécies, principalmente na fase inicial e logo
após a emergência.

AVISO AO USUÁRIO:
O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações da bula/rótulo. A RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS
LTDA. não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado
especificamente na bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos
associados ao uso não recomendado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,                                  DESTINAÇÃO,      TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de
plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas com diferentes
mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a
rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores
esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

                 GRUPO                                       K3                             HERBICIDA

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual ou mecânico, como roçadas, capinas, etc.)
dentro do programa de manejo integrado de plantas daninhas, quando disponível.


MINISTÉRIO DA SAUDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de
animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.


- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure
rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas,
avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza,
conservação e descarte do EPI danificado.


PRECAUÇÕES NO PREPARO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-repelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe

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P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.



PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o
produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em
contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro
combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do
período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do
término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante
a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
óculos, botas, macacão hidrorrepelente, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula,
folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo
menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-las.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, tec.) contaminados e lave
a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o intoxicado parar de
respirar, aplique imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.




                                                                 Pode ser fatal se ingerido e penetrar nas vias
                                        PERIGO
                                                                                  respiratórias




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                                                                Pode ser nocivo em contato com a pele


                                                                     Provoca irritação ocular grave




                                        INTOXICAÇÕES POR SONUTRIR

                                            INFORMAÇÕES MÉDICAS


                      S-metolacloro: CLOROACETANILIDA
  Grupo químico
                      Solvente Nafta: Hidrocarboneto Aromático

Classe toxicológica   CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO


Vias de exposição     Oral e dérmica



                      S-metolacloro: S-Metolachlor é absorvido extensamente após ser administrado via oral. Estudos
                      de laboratórios em ratos indicam que a absorção através da pele é moderada. As principais vias
                      de excreção são a urina e fezes.

                      Solvente Nafta: Estudos conduzidos com ratos mostraram que os produtos derivados do
  Toxicocinética      petróleo, por serem extremamente lipossolúveis, atravessam as membranas celulares.
                      Apresentam boa absorção pela via inalatória, atravessando a membrana alveolar e atingindo a
                      corrente sanguínea, sendo difundido para todo o organismo, incluindo o Sistema Nervoso Central.
                      A absorção pelo trato gastrintestinal é pequena. Os hidrocarbonetos aromáticos são
                      metabolizados no fígado por oxidação e posteriormente conjugados com a glicina. Os derivados
                      conjugados são eliminados pela urina e pelas fezes.



                      S-metolacloro: Desconhece-se o mecanismo de toxicidade em humanos.
 Toxicodinâmica
                      Solvente Nafta: Depressor do sistema nervoso central.



                      S-metolacloro: O contato do produto com os olhos ou pele pode resultar em irritação. Não há
                      dados de toxicidade aguda em humanos após a ingestão do produto, portanto desconhecem-se os
                      sintomas clínicos de toxicidade.

Sintomas e sinais     Solvente Nafta: Irritação da pele e mucosas, causando vermelhidão, ressecamento e dermatite de
                      contato. Em contato com os olhos, pode causar irritação e dor. A inalação de vapores pode causar
     clínicos
                      irritação do trato respiratório, tosse, dispneia, tontura e dores de cabeça. A ingestão pode causar
                      irritação do trato gastrointestinal, dor abdominal, náusea, vômito e diarreia. A aspiração pode
                      causar pneumonite química. Exposição crônica pode desenvolver reações hematológicas,
                      hepatológicas, renais, neuropsiquiátricas e neurológicas. Podem causar depressão do Sistema
                      Nervoso Central em caso de exposições agudas.



                      Devido à ausência de sintomatologia específica, o diagnóstico deve estar baseado somente na
   Diagnóstico        história da ingestão do produto. Não foram desenvolvidos métodos analíticos para determinar a
                      presença de produtos metabólicos em fluidos biológicos humanos para obter diagnósticos
                      definitivos.




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                       Antídoto: não existe antídoto específico.

                       As medidas gerais de tratamento devem estar orientadas a interromper/suspender a fonte de
                       exposição ao produto, descontaminação gastrointestinal e proteção das vias respiratórias, para
                       evitar aspiração de conteúdo gástrico.

                       Exposição Oral:
                       A) O tratamento é sintomático e de suporte.
                       B) Lavagem gástrica: considere após a ingestão de uma grande quantidade do produto
                       potencialmente perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente
                       dentro de 1 hora). Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível
                       diminuindo de consciência em pacientes não intubados, após ingestão de produtos corrosivos,
                       hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou
                       perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
                       C) Carvão ativado
                       1) O carvão ativado se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica
                       deles, se administrado logo após a ingestão.
                       2) O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes.
                       O benefício do carvão ativado também não é comprovado em pacientes que inoeriram
                       substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o
                       procedimento é necessário.
                       3) Carvão ativado: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240mL de água/30g
    Tratamento         de carvão). Dose usual: 25 a 1 OOg em adultos/adolescentes; 25 a 50g em crianças de 1 a 1 2
                       anos; e 1 g/Kg em crianças com menos de 1 ano. E mais efetivo quando administrado dentro de
                       uma hora após a ingestão do agrotóxico.
                       D) Irritação
                       Observe os pacientes que ingeriram a substância quanto a possibilidade de desenvolvimento de
                       irritação ou queimadura gastrintestinal ou esofágica. Se estiverem presentes sinais ou sintomas
                       de irritação ou queimadura esofágica, considere a endoscopia para determinar a extensão do
                       dano.

                       Exposição inalatória:
                       Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto às alterações respiratórias. Se ocorrer
                       tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto à irritação no trato respiratório, bronquite ou
                       pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos
                       com 2 - agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.

                       Exposição Ocular:
                       Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina ao 0,9%
                       à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento
                       ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

                       Exposição Dérmica:
                       Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O
                       paciente deve ser encaminhado para tratamento específico, se a irritação ou dor persistirem.


Contraindicações      A indução de vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração pulmonar e de pneumonite
                      química.


                         Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue
                                                  para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                         Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)



                             As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
    ATENÇÃO                                                Notificação Compulsória.
                        Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no
                                           Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).


                                            Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450
                                          Endereço Eletrônico da Empresa: www.rainbowagro.com
                                       Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@rainbowagro.com


Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
DL50 oral em ratos: > 300 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinado nas condições do teste
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Irritação/Corrosão cutânea: Não irritante. O item de teste aplicado a pele de coelho causou eritema em todos os animais
tratados. Esse sinal foi revertido no Dia 7 após o tratamento em todos os animais. Não foi observado sinais de edema em
nenhum dos animais tratados.
Irritação ocular (coelhos): Levemente irritante. O item de teste aplicado no olho de coelhos causou sinais de vermelhidão
conjuntival, quemose e leve opacidade da córnea. Todos os sinais clínicos observados foram revertidos em 14 dias em
todos os animais tratados.
Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames)
nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:
- Toxicidade crônica em animais de laboratório: para o produto técnico administrado, em várias doses, em ratos, cães e
camundongos, em diversos experimentos, foi possível o estabelecimento de dose de não efeito tóxico observado.
- Resultados de estudos de longo prazo com animais de laboratório (camundongos) não revelaram efeitos crônicos
adversos, quando administrado nos níveis de 1 .000 ppm (1 mg/Kg) de peso corpóreo.


INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( x ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III)
( )Pouco perigoso ao meio ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
principalmente águas subterrâneas;
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas).

- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de
povoação e de mananciais de capitação de água para abastecimento público e 250 (duzentos e cinqüenta) metros de
mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos animais e vegetação susceptível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento
de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
- Telefones de emergência: (11) 3526-3526 e SUATRANS - CECOE: 0800 117 2020.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e
máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos
d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em
recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um
recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental
mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções

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do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2, ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção
Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
          Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante
30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
          Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para a lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de
pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de
água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa,
em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local aberto, ventilado,
ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado,
ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e

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pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO

O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado,
ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de
Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data de compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário do
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
 As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado,
ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa
Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E
RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone
indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com
câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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