Solusol Extra
AllierBrasil Agro Ltda.
Herbicida
Dibrometo de diquate (bipiridílio) (200 g/L)
Informações
Número de Registro
08824
Marca Comercial
Solusol Extra
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
Dibrometo de diquate (bipiridílio) (200 g/L)
Titular de Registro
AllierBrasil Agro Ltda.
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Batata
Café
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Café
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Café
Leonotis nepetifolia
carda-de-leão; cordão-de-frade; cordão-de-são-francisco (1)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Euphorbia heterophylla
Leiteiro
Citros
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Citros
Leonotis nepetifolia
carda-de-leão; cordão-de-frade; cordão-de-são-francisco (1)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Feijão
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Feijão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Feijão
Euphorbia heterophylla
Leiteiro
Feijão
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Feijão
Leonotis nepetifolia
carda-de-leão; cordão-de-frade; cordão-de-são-francisco (1)
Feijão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Feijão
Soja
Conteúdo da Bula
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AllierBrasil Agro Ltda.
SOLUSOL EXTRA
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o n° 08824.
COMPOSIÇÃO:
9, 10−dihydro−8a, 10a−diazoniaphenanthrene (DIQUATE) ....... 200 g/L (20% m/v)
Outros ingredientes ..................................................................... 906 g/L (90,6% m/v)
GRUPO D HERBICIDA
CONTEÚDO: vide rótulo
CLASSE: herbicida não seletivo e dessecante de ação de contato
GRUPO QUÍMICO: bipiridílio
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado solúvel (SL)
TITULAR DO REGISTRO (*):
AllierBrasil Agro Ltda. Rua Dona Antônia de Queiros, 504, sala 123.
São Paulo, SP. CEP 01307-010. CNPJ 02.850.049/0001-69. Telefone: (11)3151-4360
Registro da empresa no Estado (CDA/SP) n° 597.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Dezhou Luba Fine Chemical Co., Ltd. Nº 288, Hengdong Road, Dezhou, Shandong, China.
Produto técnico: DIQUATE TÉCNICO LA. Registro no MAPA n° TC14020
FORMULADOR:
CHD’s Agrochemicals SAIC. - Supercarretera km 32,5, Campo Tacuru, Hernandarias, Alto
Paraná, Paraguai.
Dezhou Luba Fine Chemical Co., Ltd. - Nº 288, Hengdong Road, Dezhou, Shandong.
China. CEP 253035
Jinan Luba Pesticides Co., Ltd. - West Yuhuang Avenue, South Keyuan Street, Shanghe
Economic Development Zone, Jinan, Shangdong, China. CEP 250118
No do lote ou partida :
Data de fabricação : VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento :
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE BEM ANTES DE USAR
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art.
4° Decreto n° 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
BULA
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Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO:
SOLUSOL EXTRA é um herbicida não seletivo e dessecante de ação de contato, do
grupo químico bipiridílio, na formulação Concentrado Solúvel.
INDICAÇÃO DE USO:
Dessecante nas culturas de batata, feijão e da soja; e herbicida nas culturas de café,
citros e feijão.
ERVAS DANINHAS CONTROLADAS E DOSES DE APLICAÇÃO:
ERVAS DANINHA
Nome comum Nome científico
Carrapichinho Acanthospermum australe
Caruru-roxo, caruru Amaranthus hybridus
Amaranto, bredo, caruru-manso Amaranthus viridis
Picão−preto Bidens pilosa
Amendoim−bravo, leiteira Euphorbia heterophylla
Corda−de−viola Ipomoea aristolochiaefolia
Cordão−de−frade Leonotis nepetifolia
Guanxuma Sida rhombifolia
Dessecação de Saco-de-padre na pré−colheita da soja Cardiospermum halicacabum
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:
Dessecante:
Batata, feijão e soja: Uma aplicação por ciclo da cultura.
Herbicida:
Café, citros e feijão: Até duas aplicações por ciclo da cultura.
Dose de aplicação Ingrediente
Cultura Produto comercial ativo/ha Época de aplicação e recomendação
L/ha (gramas)
DESSECANTE
Batata 1,5 a 2,5 300 a 500 Aplicar no mínimo 7 dias antes da colheita.
Aplicar quando o feijão estiver fisiologicamente
Feijão 1,5 a 2 300 a 400
maduro. Utilizar espalhante adesivo a 0,1% v/v.
Aplicar quando a soja estiver fisiologicamente madura.
Soja 1a2 200 a 400
Utilizar espalhante adesivo a 0,1% v/v.
HERBICIDA
Aplicar o produto nas fases iniciais de crescimento da
Café
planta infestante (5 - 15 cm) para o controle de plantas
1,5 a 2,5 300 a 500
infestantes nas entrelinhas. Reaplicar se ocorrer
Citros
infestação. Utilizar espalhante adesivo a 0,1% v/v.
Aplicação antes do plantio, nas fases iniciais de
crescimento da planta infestante (5 - 15 cm). Reaplicar
Feijão 1,5 a 2,0 300 a 400
se ocorrer infestação. Utilizar espalhante adesivo a
0,1% v/v.
BULA
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Nota: 1 L de SOLUSOL EXTRA contém 200 g do íon diquate
MODO DE APLICAÇÃO:
SOLUSOL EXTRA deve ser aplicado somente nas dosagens recomendadas, diluído em
água, em pulverização com jato dirigido ou em área total (antes do plantio ou antes da
emergência da cultura).
Equipamentos de aplicação:
SOLUSOL EXTRA pode será aplicado através de pulverizadores costal manual ou costal
pressurizado, pulverizador tratorizado convencional e através de aeronave agrícola. Os
equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de
bico.
- Pulverizador de barra tratorizado:
Bico tipo leque, série 80 ou 110, pressão entre 30 a 40 lb/pol², volume de calda: 200 a 300
L de água/há.
Para pulverização nas entrelinhas, através de jato dirigido, utilizar protetores de bicos.
Evitar a deriva na cultura.
- Pulverizador costal:
Bico tipo leque, série 80 ou 110, pressão entre 15 a 20 lb/pol², volume de calda mínimo:
200 L de água/há.
- Aplicação através de aeronave agrícola (avião acoplado de barra aplicadora):
Bico tipo cônico, pontas D6 e D12 provido de caracóis e placas com orifícios (ângulo de
90°), pressão: 25 lb/pol², volume de calda: 30 a 40 L de água/há. Altura do vôo: 2 a 3 m,
faixa de deposição: 12 a 15 m. Tamanho de gotas entre 250 a 300 micras, e 30 a 40
gotas/cm². O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de pulverização
para adequar a densidade. Evitar as perdas por deriva e evaporação.
- Condições climáticas: temperatura máxima: 28ºC; umidade relativa (mínimo): 55%;
velocidade do vento (máximo): 10 km/h
Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar
SOLUSOL EXTRA. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e
completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua
durante o seu preparo.
Lavagem do equipamento de pulverização:
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do
produto, realizar lavagem completa do equipamento.
INTERVALO DE SEGURANÇA (dias):
Batata 7, Café 16, Citros 14, Feijão 7, Soja 7.
INTERVALO DE RE-ENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
De acordo com o aprovado pela ANVISA/MS.
LIMITAÇÕES DE USO:
O uso do produto está restrito ao indicado no rótulo e bula.
Utilizar somente as doses recomendadas.
BULA
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Durante a aplicação do produto evitar que a deriva atinja outras áreas e/ou culturas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TÉCNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS
EMBALAGENS VAZIAS:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão federal competente – MAPA.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um
profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais;
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- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão de algodão hidrorrepelente, botas de borracha, avental
impermeável, máscara com filtro, viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas de nitrila e as pernas das
calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro
combinado classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e
luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação/ manuseio em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em
que estiver sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato e não permitir
que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas de nitrila e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado classe P2 ou
P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos
de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre em áreas
tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original,
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
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- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas
de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizada por pessoa treinada e
devidamente protegida.
- É vetado aos trabalhadores levarem EPI para casa;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
Nocivo se ingerido
ATENÇÃO Nocivo se inalado
Pode ser perigoso em contato com a pele
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou a receita agronômica do produto.
Ingestão: Se engolir o produto NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente,
deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entro no olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar dever proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR DIBROMETO DE DIQUATE (SOLUSOL EXTRA)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Bipiridílio
Classe toxicológica CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposição Oral, ocular e dérmica.
Após administração oral a ratos, diquate demonstrou baixa absorção
oral (4%), sendo a maior parte da dose administrada excretada
rapidamente pelas fezes. A excreção biliar representou <5% da dose
administrada. Os níveis máximos da substância nos tecidos e sangue
foram observados aproximadamente 2-4 horas após a administração.
Os níveis mais altos de resíduos foram observados no fígado, rim e
Toxicocinética
pulmão e diminuíram acentuadamente em 48 horas. Não houve
evidência de bioacumulação. Administração de uma dose baixa de
diquate apresentou excreção pelas fezes (83-102%) e urina (3-9%)
dentro de 48h, enquanto uma alta dose de diquate apresentou
excreção pelas fezes (44%) e urina (7%) porém com ocorrência de
29% da dose ainda presente no trato gastrointestinal. Em 168h os
BULA
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níveis de diquate encontrados nos tecidos, órgãos e fluídos corporais
foram mínimos ou praticamente nulos. O metabolismo foi limitado,
com >60% de diquate excretado inalterado. Cerca de 5% da dose foi
excretada como diquate monopiridona, principalmente nas fezes. Os
resíduos urinários foram <20% (<1% da dose administrada) e
consistiam nos metabólitos ácido picolínico, diquate dipiridona e
diquate monopiridona.
Diquate é um herbicida de contato do grupo químico bipiridílico que
atua como aceptores de elétrons no Fotossistema I (FSI). A
interrupção do fluxo de elétrons na cadeia respiratória leva à inibição
da redução de NADP+ e à produção do radical diquat reduzido, que
na presença de oxigênio produz peróxido de hidrogênio e outros
produtos da redução/oxidação, que depois peroxidam lipídios nas
membranas. Essa peroxidação, por sua vez, causa ruptura nas
membranas e, consequentemente, a morte rápida das plantas. Essa
Toxicodinâmica
aceitação dos elétrons pelos bipiridilios não é exclusiva das plantas.
Os herbicidas do grupo químico bipiridílico também podem aceitar
elétrons da via de elétrons nas mitocôndrias e, em seguida, formarem
espécies reativas de oxigênio que peroxidam as membranas. Em
mamíferos, esses herbicidas parecem atingir os pulmões onde a
substância se acumula no epitélio alveolar. Uma vez nesses tecidos,
esses herbicidas geram espécies reativas de oxigênio que parecem
induzir apoptose nessas células.
As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos
com animais de experimentação tratados com a formulação à base de
diquate, GOPAN:
Exposição oral: Todas as ratas fêmeas tratadas com a substância-
teste nas doses de 150, 300, 600 e 1200 mg/kg p.c. apresentaram
piloereção e apatia nas primeiras 12 horas de experimento. Não
houve mortalidade dentre os animais tratados com 150 mg/kg p.c.; os
demais grupos registraram mortalidade dentro de 48 horas do
experimento (1 animal na dose de 300 mg/kg p.c.; 2 animais na dose
de 600 mg/kg p.c. e todos os 5 animais na dose de 1200 mg/kg p.c.).
Exposição inalatória: Os ratos expostos à substância-teste nas
concentrações de 0,16; 1,13 e 3,86 mg/L apresentaram salivação,
secreção vermelha nos olhos e focinhos, respiração dificultada,
Sintomas e aumento na taxa respiratória, ruídos respiratórios anormais, redução
Sinais clínicos do consumo alimentar, redução nas fezes, diarreia, ataxia, ferida ou
alopecia na região do pescoço, secreção ano-genital amarelada e
aparência descuidada. Não houve mortalidade na dose de 0,16 mg/L,
porém foram registradas 5 mortes na dose de 1,13 mg/L e todos os
10 animais expostos a 3,86 mg/L foram a óbito.
Exposição cutânea: No estudo de toxicidade cutânea em ratas
fêmeas tratadas com as doses de 500, 1000, 2000 e 4000 mg/kg p.c.
foram observados os efeitos de piloereção e apatia nas primeiras 12
horas; após esse período os animais se recuperaram e
permaneceram livres de sintomas até o final do experimento. Não
foram observados efeitos no estudo de irritação cutânea em coelhos.
O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo
método de Buehler.
Exposição ocular: As três coelhas tratadas com a substância-teste
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apresentaram congestão vascular na conjuntiva e edema palpebral
discreto, com reversão total dos sintomas em 24 horas.
Exposição crônica: O ingrediente ativo dessa formulação não foi
considerado mutagênico, teratogênico ou carcinogênico para seres
humanos.
O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e
Diagnóstico pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis.
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Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo
com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção
especial deve ser dada ao suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão
sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura
corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada
cardiorespiratória, hipotensão e arritimias cardíacas. Avaliar estado de
consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção
de secreções orais se necessário. Intubação e ventilação conforme
necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória
ou comprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme
necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro de
intoxicação for severo, pode ser necessária ventilação pulmonar
assistida.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para
limitar a absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do
produto proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g
em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em
água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É
mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a
ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na
Tratamento
maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível de
consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a
disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral
esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do
produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser
evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando,
com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e
arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar
atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário,
administrar oxigênio e ventilação mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a
vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve
ser encaminhado para tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar
abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo
de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a
irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o
paciente para tratamento específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR
aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o
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produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual
(Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta
atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas,
avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito
Contraindicações espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em
posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do
conteúdo gástrico.
Não foram relatados efeitos de interações químicas para diquate em
Efeitos sinérgicos
humanos.
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN
ATENÇÃO / MS)
Telefone de Emergência da empresa: AllierBrasil Agro Ltda.: (11)
31514360
Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Vide quadro acima, item “Toxicocinética”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - produto formulado):
DL50 oral aguda (ratas fêmeas): 500 mg/kg
CL50 inalatória, 4 horas, (ratos): 13,45 mg/L de ar
DL50 dérmica (ratos) > 2.000 mg/kg
Irritação cutânea em coelhos: Não irritante.
Irritação ocular em coelhos: Não irritante.
Sensibilização dérmica em cobaias: não sensibilizante.
Sensibilização respiratória: não há informações disponíveis sobre sensibilização
respiratória.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico.
Efeitos crônicos:
O diquate administrado na dieta de animais de laboratório, não foi detectado efeitos no
sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos.
Em estudos de teratogenicidade com coelhos, não houve evidências que diquate tenha
sido teratogênico, em nenhum dos níveis de dosagem testados no estudo. Na dose
testada de 10 mg e Diquate/kg/dia foram observados fetos com fígados manchados ou
friáveis. A dose de 3 mg/Kg/dia foi considerada o nível sem efeito para o desenvolvimento
embriônico e fetal.
Para ratos não foram encontradas evidências de que Diquate seja teratogênico nas doses
testadas. Em estudos realizados com esta espécie, verificou−se toxicidade materna
temporária leve tanto a 4 como a 12 mg/kg/dia. O nível de dose de 12 mg/Kg/dia foi
estabelecido como o NOEL para desenvolvimento fetal. Grupos de ratos, machos e
fêmeas, receberam rações contendo 0, 20, 100 ou 500 ppm de Diquate durante um
período de 90 dias. Na dose mais alta de 500 ppm foram observados alterações nos olhos,
redução no aumento do peso do corpo, associada a uma diminuição no consumo e
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assimilação de alimentos.O nível sem efeito foi de 100 ppm, equivalente a 8,5 ou 9,2
mg/kg de diquate para ratos machos e fêmeas, respectivamente.
Em estudos de longo prazo com ratos, a administração na dieta a níveis de 0, 5, 15, 75 e
375 ppm de diquate, não demonstraram evidências de efeito carcinogênico de diquate a
qualquer nível.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE.
- Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
atividades aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
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3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa AllierBrasil Agro Ltda. -
Telefone da empresa (11) 3151-4360.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deve ser mais utilizado.
Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico
etc., ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do
produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão,
seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
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- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem,
por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve
ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde
foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.
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TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a
saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto
de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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