Sócio
Ascenza Brasil Ltda - Hortolândia/SP
Inseticida
tiacloprido (neonicotinóide) (480 g/L)
Informações
Número de Registro
15122
Marca Comercial
Sócio
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
tiacloprido (neonicotinóide) (480 g/L)
Titular de Registro
Ascenza Brasil Ltda - Hortolândia/SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Alface
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Alface
Thrips tabaci
Tripes do fumo
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Algodão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Algodão
Frankliniella schultzei
Tripes
Alho
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Banana
Caliothrips bicinctus
Ferrugem-dos-frutos; Tripes-da-ferrugem-das-frutas
Batata
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Berinjela
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Berinjela
Thrips palmi
Tripes
Cebola
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Citros
Dilobopterus costalimai
Cigarrinha-da-cvc
Citros
Oncometopia facialis
Cigarrinha-da-cvc
Citros
Phyllocnistis citrella
Larva-minadora-das-folhas; Minadora-das-folhas
Couve
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Crisântemo
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Crisântemo
Thrips palmi
Tripes
Feijão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Feijão
Empoasca kraemeri
Cigarrinha; Cigarrinha-verde
Gérbera
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Mamão
Empoasca kraemeri
Cigarrinha
Mamão
Thrips palmi
Tripes
Melancia
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Melão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Melão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Pepino
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Pimentão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Pimentão
Thrips palmi
Tripes
Poinsétia
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Soja
Sternechus subsignatus
Gorgulho-da-soja; Tamanduá-da-soja
Tomate
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Tomate
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Tomate
Macrosiphum euphorbiae
Pulgão-das-solanáceas; Pulgão-verde-escuro
Tomate
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Conteúdo da Bula
Bula Agrofit
11 de setembro de 2024
SÓCIO
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 15122
COMPOSIÇÃO:
(Z)-3-(6-chloro-3-pyridylmethyl)-1,3-thiazolidin-2-ylidenecyanamide
(TIACLOPRIDO).....................................................................................................480 g/L (48,00% m/v)
Outros ingredientes................................................................................................690 g/L (69,00% m/v)
GRUPO 4A INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: inseticida sistêmico
GRUPO QUÍMICO: neonicotinóide
TIPO DE FORMULAÇÃO: suspensão concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO(*):
ASCENZA BRASIL LTDA.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, unidade autônoma 30, sala B
Condomínio Tech Town, Chácaras Assay, CEP: 13186-904, Hortolândia/SP.
CNPJ: 53.875.432/0001-02 – Telefone: (19) 2137-8100 – nº do Registro no Estado: 4455 CDA/SAA/SP
(*) Importador do produto formulado
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
TIACLOPRIDO ASCENZA TÉCNICO – Registro no MAPA n° TC11220
Shandong United Pesticide Industry Co., Ltd.
Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin village, Fan Town, Daiyue District, Taian, 250100, China
FORMULADORES:
Ascenza Agro, S.A.
Avenida do Rio Tejo, Herdade das Praias, Setubal, Portugal, 2910-440
Shandong United Pesticide Industry Co., Ltd.
Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin village, Fan Town, Daiyue District, Taian, 250100, China
Fersol Indústria e Comércio S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco, s/n, km 68,5, Olhos D’água
CEP: 18120-970, Mairinque/SP
CNPJ: 47.226.493/0001-46
N° do Registro no Estado: 31 CDA/SAA/SP
Kubix Agroindustrial Ltda.
Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Cruz Alta
CEP: 13348-780, Indaiatuba/SP
CNPJ: 47.754.052/0001-17
N° do Registro no Estado: 1248 CDA/SAA/SP
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
Chácaras Assay - Hortolândia/SP
CEP: 13186-904
Tel.: +55 19 2137-8100
Bula Agrofit
11 de setembro de 2024
Ouro Fino Química S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22.335, Quadra 14, Lote 5, Distrito Industrial III
CEP: 38044-750, Uberaba/MG
CNPJ: 09.100.671/0001-07
N° do Registro no Estado: 8764 IMA/MG
Prentiss Química Ltda.
Rodovia PR 423, s/nº, km 24,5, Jardim das Acácias
CEP: 83603-000, Campo Largo/PR
CNPJ: 00.729.422/0001-00
N° do Registro no Estado: 002669 ADAPAR/PR
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1459, Bairro Recanto dos Pássaros
CEP: 13148-030, Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81
N° do Registro no Estado: 477 CDA/SAA/SP
MANIPULADORES:
Arcad Industrialização Química Ltda.
Av. Dr. Roberto Moreira, 4500, Condomínio CLIP, Betel
CEP: 13148-150, Paulínia/SP
CNPJ: 40.726.678/0001-70
N° do Registro no Estado: 4327 CDA/SAA/SP
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Avenida Liberdade, 1701
CEP: 18001-970, Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30
N° do Registro no Estado: 008 CDA/SAA/SP
Nortox S.A.
Rod. BR 369 s/n Km 197
CEP: 86.700-970, Arapongas/PR
CNPJ: 75.263.400/0001-99
N° do Registro no Estado: 466 SEAB/PR
Nortox S.A.
Rod. BR 163 s/n Km 116
CEP: 78.740-275, Rondonópolis/MT
CNPJ: 75.263.400/0011-60
N° do Registro no Estado: 183-06 INDEA/MT
Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III
CEP: 38044-755, Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79
N° do Registro no Estado: 2.972/2014 IMA/MG
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
Chácaras Assay - Hortolândia/SP
CEP: 13186-904
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Bula Agrofit
11 de setembro de 2024
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Av. Maeda, s/n°, Distrito Industrial
CEP: 14500-000, Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0003-14
N° do Registro no Estado: 1049 CDA/SAA/SP
No do lote ou da partida:
VIDE
Data de fabricação:
EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil,
conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7212, de 15 de junho de 2010)
AGITE ANTES DE USAR
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
INSTRUÇÃO DE USO:
NÚMERO
DOENÇAS DOSE DO MÁXIMO DE
VOLUME DE
CULTURAS NOME COMUM PRODUTO APLICAÇÃO/
CALDA
NOME CIENTÍFICO COMERCIAL CICLO DE
CULTURA
Tripes do fumo
Thrips tabaci 20 mL/100 L Aplicação terrestre
03
Pulgão-verde de água 500-800 L/ha
Alface Myzus persicae
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
O produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo as
aplicações com intervalo de 7-10 dias quando necessário.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
Chácaras Assay - Hortolândia/SP
CEP: 13186-904
Tel.: +55 19 2137-8100
Bula Agrofit
11 de setembro de 2024
Pulgão das
Aplicação terrestre
inflorescências 400-600 mL/ha 01
100-200 L/ha
Aphis gossypii
Tripes
100-200 mL/ha
Frankliniella schultzei Aplicação terrestre
03
Mosca branca 100-300 L/ha
200 mL/ha
Bemisia tabaci raça B
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Pulgão das inflorescências: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando, em
70% das plantas examinadas em variedades tolerantes e 10% em plantas suscetíveis à
Algodão viroses, as folhas estiverem começando a se deformar, presença de fumagina e existirem
pulgões. Em caso de reinfestação, utilizar produtos de diferentes modos-de-ação.
Tripes: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando forem encontrados 6
insetos/plantas e antes do engruvinhamento das folhas. Utilizar a dose de 100ml/ha para
aplicações em jato dirigido e 200ml/ha para aplicações em área total. Em caso de
reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.
Mosca branca: as aplicações devem ser realizadas no início da infestação, quando forem
constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através
do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas
primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.
Tripes do fumo 20 mL/100 L Aplicação terrestre
03
Thrips tabaci de água 500-800 L/ha
Alho ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
O produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo-se a
aplicação a cada 7-10 dias, quando necessário.
Tripes-da-ferrugem-das-
40 mL/100 L de Aplicação terrestre
frutas 03
água 200 L/ha
Caliothrips bicinctus
Banana ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
O produto deve ser aplicado nos cachos logo após o aparecimento das pragas, repetindo
a aplicação com intervalo de 7-10 dias quando necessário.
Pulgão-verde Aplicação terrestre
100 mL/ha 04
Myzus persicae 200-300 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Batata Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando, em 70% das plantas
examinadas em variedades tolerantes e 10% em plantas suscetíveis à viroses, as folhas
estiverem começando a se deformar, presença de fumagina e existirem
pulgões. Em caso de reinfestação, repetir a aplicação com intervalo de 7-10 dias.
Mosca branca
Bemisia tabaci raça B 200 mL/ha
Aplicação terrestre
Berinjela 04
Tripes 300-1000 L/ha
Thrips palmi 150 mL/ha
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
Chácaras Assay - Hortolândia/SP
CEP: 13186-904
Tel.: +55 19 2137-8100
Bula Agrofit
11 de setembro de 2024
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Mosca branca: as aplicações devem ser realizadas no início da infestação, quando forem
constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através
do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas
primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, repetir a aplicação com intervalo de 7-
10 dias quando necessário.
Tripes: o produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo a
aplicação com intervalo de 7-10 dias quando necessário.
Tripes do fumo 20 mL/100 L de Aplicação terrestre
04
Thrips tabaci água 500-800 L/ha
Cebola ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
O produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas repetindo a aplicação
com intervalo de 7-10 dias quando necessário.
Minador das folhas
Phyllocnistis citrella
Cigarrinha-da-cvc 10 mL/100 L de Aplicação terrestre
Dilobopterus costalimai 03
água 2000 L/ha
Cigarrinha
Oncometopia facialis
Citros ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação. Em caso de
reinfestação, reaplicar com intervalo de 15 dias.
Minador das folhas: realizar monitoramento e realizar as aplicações quando 50% das
plantas estiverem em brotação, dirigido às lagartas em fase inicial de
desenvolvimento (1° e 2° instar). Realizar as aplicações com intervalo de 15 dias.
Pulgão-da-couve 20 mL/100 L de Aplicação terrestre
03
Brevicoryne brassicae água 500-800 L/ha
Couve ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
O produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo-se a
aplicação a cada 7 a 10 dias, quando necessário.
Mosca branca 20 mL/100 L de
Bemisia tabaci raça B água Aplicação terrestre
04
Tripes 15 mL/100 L de 1000 L/ha
Thrips palmi água
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Mosca branca: as aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem
Crisântemo constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através
do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas
primeiras horas do dia.
Tripes: deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas. Repetir a aplicação a
cada 7-10 dias, quando necessário.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
Chácaras Assay - Hortolândia/SP
CEP: 13186-904
Tel.: +55 19 2137-8100
Bula Agrofit
11 de setembro de 2024
Mosca branca
Bemisia tabaci raça B Aplicação terrestre
200 mL/ha 04
Cigarrinha verde 100-300 L/ha
Empoasca kraemeri
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Mosca branca: as aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem
Feijão constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através
do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas
primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.
Cigarrinha verde: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação,
quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura. Em
caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.
Mosca branca 20 mL/100 L de Aplicação terrestre
04
Bemisia tabaci raça B água 1000 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Gérbera
As aplicações devem ser realizadas no início da infestação, quando forem constatadas a
presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens
através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado
nas primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.
Tripes
Thrips palmii 10 mL/100 L de Aplicação terrestre
02
Cigarrinha água 1000 L/ha
Mamão Empoasca kraemeri
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
O produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo-se a
aplicação a cada 7-10 dias, quando necessário.
Mosca branca Aplicação terrestre
200 mL/ha 04
Bemisia tabaci raça B 300-1000 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Melancia As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a
presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do
monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas
primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.
Mosca branca
200 mL/ha
Bemisia tabaci raça B Aplicação terrestre
03
Pulgão 300-1000 L/ha
150 mL/ha
Aphis gossypii
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Melão Mosca branca: as aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem
constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através
do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas
primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.
Pulgão: o produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo-se
a aplicação a cada 7-10 dias, quando necessário.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
Chácaras Assay - Hortolândia/SP
CEP: 13186-904
Tel.: +55 19 2137-8100
Bula Agrofit
11 de setembro de 2024
Mosca branca 20 mL/ 100 L de Aplicação terrestre
04
Bemisia tabaci raça B água 800-1000 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Pepino As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a
presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do
monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas
primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.
Mosca branca
Bemisia tabaci raça B 200 mL/ha
Aplicação terrestre
04
Tripes 300-1000 L/ha
150 mL/ha
Thrips palmi
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Pimentão Mosca branca: as aplicações devem ser realizadas no início da infestação, quando forem
constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através
do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas
primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 - 10 dias,
Tripes: o produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo-se
a aplicação a cada 7 a 10 dias, quando necessário.
Mosca branca 20 mL/ 100 L de Aplicação terrestre
04
Bemisia tabaci raça B água 1000 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Poinsétia As aplicações devem ser realizadas no início da infestação, quando forem constatadas a
presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do
monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas
primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.
Tamanduá-da-soja Aplicação terrestre
200 mL/ha 03
Sternechus subsignatus 100-300 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Soja Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando encontrar 1 adulto por metro
(até estádio de desenvolvimento da planta V3) ou 2 adultos por metro (estádio V4 a V6)
Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. O
volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura.
Pulgão das solanáceas
Macrosiphum Euphorbiae
100 mL/ha
Pulgão-verde
Aplicação terrestre
Myzus persicae 03
300-1000 L/ha
Mosca branca
Bemisia tabaci raça B 200 mL/ha
Bemisia tabaci
Tomate ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
O produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo-se a
aplicação a cada 7-10 dias, quando necessário
Mosca branca: as aplicações devem ser realizadas no início da infestação, quando forem
constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através
do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas
primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.
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Bula Agrofit
11 de setembro de 2024
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser aplicado, na forma de pulverização, com equipamentos terrestres (pulverizador
costal manual, motorizado ou tratorizado). As gotas devem ter de 100 a 200 micra de diâmetro e
densidade de 20 a 30 gotas/cm 2.
Quando se emprega pulverizadores de barra, recomenda- se usar bicos cônicos D2 e D3; pressão de
80 – 100lb/pol 2 e 200 a 300L de calda/ha.
Na cultura do algodão, a dose de 100ml /ha é recomendada para aplicação na forma de jato dirigido,
empregando- se 100L de calda/ha, enquanto que a dose de 200ml /ha é para pulverização em área
total, enquanto a cultura está mais desenvolvida.
Na cultura de citros o produto é aplicado, empregando- se turbo- atomizadores, com volume de 2000L
de calda/há, ou ainda, de 5 a 10L de calda/planta, evitando o escorrimento.
Recomendações gerais para evitar deriva:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de
rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura)
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva
objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e,
consequentemente, a eficiência do produto.
Diâmetro das gotas:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível
para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições
climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores
que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro
maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira
imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
- Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas
necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
- Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas
e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem
necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria
das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de
baixa deriva.
Ventos:
- A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não
ultrapassar 10 km/h.
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Bula Agrofit
11 de setembro de 2024
Temperatura e Umidade:
- Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa
do ar for superior à 55%.
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de
evitar a evaporação.
Inversão térmica:
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento
vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e
com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com
relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas
começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua
presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as
inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo.
A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma
inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente,
há indicação de um bom movimento vertical de ar.
MODO DE PREPARO DE CALDA:
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade,
após estar regulado com a correta vazão. Adicionar SÓCIO na dose previamente determinada. Acionar
o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário
usar o agitador continuamente durante a pulverização.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança
Alface, couve 5 dias
Algodão 28 dias
Alho, batata, cebola, citros, melancia e soja 21 dias
Banana, berinjela, mamão, pepino, pimentão e tomate 07 dias
Crisântemo, gérbera e poinsétia UNA*
Feijão 31 dias
Melão 14 dias
* Uso não alimentar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entrar nas áreas tratadas por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda
pulverizada nas plantas esteja seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período,
é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a
aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
O PRODUTO NÃO É FITOTÓXICO PARA AS CULTURAS INDICADAS NAS DOSES E CONDIÇÕES
RECOMENDADAS.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
Chácaras Assay - Hortolândia/SP
CEP: 13186-904
Tel.: +55 19 2137-8100
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11 de setembro de 2024
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
GRUPO 4A INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O inseticida SÓCIO pertence ao Grupo 4A (moduladores competitivos de receptores nicotínicos da
acetilcolina – Neonicotinoides), e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo
pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do SÓCIO como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a
evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A. Sempre rotacionar com
produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar SÓCIO ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de
aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de SÓCIO podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do SÓCIO, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo
químico dos 4A não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações
recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do SÓCIO ou outros produtos do Grupo 4A
quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas
a serem controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação
de culturas, controle biológico, controle por comportamento e etc., sempre que disponível e
apropriado.
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
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• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES PARA MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
Quando houver recomendação/informações sobre MIP oriundas de pesquisa pública ou privada, as
mesmas devem ser implementadas.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE OS ESQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora das especificações. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos ou viseira facial, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado
(filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com
proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados; e
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- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas
de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- EVITE O MÁXIMO POSSÍVEL O CONTATO COM A ÁREA TRATADA.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra
vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira
facial, touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas
de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Evitar ao máximo o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação
de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
- Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
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- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos ou viseira facial, avental impermeável, botas, macacão, luvas e
máscara; e
- A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por uma pessoa treinada e devidamente
protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas
de segurança.
- Nocivo se ingerido;
ATENÇÃO - Nocivo se inalado.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por
exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR SÓCIO -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Neonicotinoide.
Classe Toxicológica CATEGORIA 4 – Produto Pouco Tóxico
Vias de Exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Em ratos, o produto após administração via oral, foi absorvido pelo trato
gastrointestinal, sendo que a concentração máxima no plasma foi
Toxicocinética
encontrada entre 1 e 1,5 horas após a administração. O produto é
prontamente distribuído do plasma para os órgãos periféricos e tecidos.
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É rapidamente metabolizado através da hidroxilação, oxidação e
metilação do anel tiazolidina. Dentro de 48 horas após a administração,
91,3 % a 93,4 % do produto foi eliminado via fezes e urina, sendo a
excreção predominante pela via renal, após passar por processos
metabólicos, apresentando pouco acúmulo nos tecidos. Os processos
metabólicos resumem-se em: 1) hidroxilação do anel da tiazolidina e
subsequente glucoronidação; 2) hidroxilação da cianamida; 3) abertura do
anel tiazolidina; 4) formação do anel oxazol; 5) oxidação e subsequente
metilação do anel da tiazolidina; e 6) clivagem oxidativa das ligações do
metileno.
inseticidas neonicotinoides são relativamente pouco tóxicos para
humanos, porque eles interagem menos com os receptores nicotínicos
humanos quando comparado aos insetos, e eles não atravessam
prontamente a barreira hemato-encefálica.
Devido à pouca penetração através da barreira hemato-encefálica, os
efeitos mediados pelo sistema nervoso central não são espe-rados em
Toxicodinâmica baixos níveis de exposição.
A toxicidade aguda dos diversos neonicotinoides em mamíferos está
predominantemente relacionada ao receptor nicotínico do subtipo 7-alfa,
seguido dos subtipos 4-alfa, 2-beta, 3-alfa e 1- alfa. Ações nesses
receptores envolvem uma combinação de efeitos agonistas e
antagonistas. Os efeitos tóxicos, in vivo, variam dependendo do inseticida
neonicotinoide.
Produto Formulado:
Exposição Oral: em estudo realizado em animais de experimentação
(ratos) foram observados redução de motilidade e reatividade, estado de
espasmo, respiração difícil, tremores e posição lateral.
Exposição Inalatória: em estudo realizado em animais de
experimentação (ratos) foram observados redução de motilidade e
reatividade, estado de espasmo, respiração difícil, tremores, prostração,
midríase, apatia e blefaroespasmo,
Sintomas e Sinais
Exposição dérmica: em estudo realizado em animais de experimentação
Clínicos
(coelhos), foram observados eritema em pele, reversíveis em 24 horas.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
Diagnóstico
ocorrência de quadro clínico compatível.
Lavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade de água. Não
existem antídotos conhecidos para exposições a inseticidas
neonicotinoides. O tratamento é sintomático e de suporte de acordo com
os sinais clínicos apresentados para manutenção dos sinais vitais.
A toxicidade é mínima. O principal efeito clínico esperado é depressão do
sistema nervoso central, que deve ser monitorada em todos os casos de
exposição. A ingestão de formulações de inseticidas neonicotinoides pode
Tratamento resultar em sintomas clínicos relacionados aos surfactantes, solventes ou
outros ingredientes, alguns dos quais podem ser corrosivos. Deve-se
tratar os sintomas. Lave a boca com leite ou água.
No caso de ingestões menores, a irrigação oral e diluição podem ser os
únicos procedimentos necessários. Considere a descontaminação
gastrointestinal apenas após ingestões consideráveis. A êmese não é
recomendada, contudo o vômito espontâneo pode ocorrer devido à
presença de surfactantes ou solventes na formulação.
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Carvão ativado: administre carvão ativado (240 mL de água/ 30 g de
carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/ adolescentes, 25 a
50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano
de idade. Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados com
cuidado quanto ao possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras
no esôfago ou trato gastrointestinal. Se estiverem presentes sinais ou
sintomas de irritação ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia
para determinar a extensão do dano. Reidrate o paciente que estiver
perdendo fluidos através de vômito e diarreia.
Após exposição pela via inalatória, remova o paciente para um local
arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou
dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório,
bronquite ou pneumonia.
Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate
broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteroides via
oral ou parenteral.
Em caso de exposição pela via ocular, lave os olhos expostos com
quantidades copiosas de água ou salina a 0,9%, à temperatura ambiente
por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento
ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
Em caso de exposição pela via dérmica, remova as roupas contaminadas
e lave a área exposta com água e sabão.
O profissional da saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e
avental impermeáveis.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e
Contraindicações de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não
deve ser evitado.
Efeitos das
Não conhecidos
Interações Químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas
sobre diagnósticos e tratamento, ligue para o
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre
ATENÇÃO
as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS). Notifique o Sistema de Notificação
em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa:
0800 70 10 450.
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
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EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: >300-2000mg/Kg p.c.
DL50 dérmica em ratos:> 2000 mg/Kg.
CL50 inalatória em ratos: 2,02 mg/L.
Irritação dérmica em coelhos: Não irritante. Nas primeiras 24h foi observado em todos os coelhos leve
edema e eritema, revertidos dentro de 24 e 48 horas, respectivamente.
Irritação ocular em coelhos: Não irritante para os olhos. Na primeira hora foi observada nos animais
tratados uma leve irritação na conjuntiva com vermelhidão e quemose, revertidas em 24 horas. Não
houve sinais de opacidade córnea e irite.
Sensibilização cutânea em porquiho-da-índia: Não sensibilizante a pele das cobaias.
Mutagenicidade: Não mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS:
O Tiacloprido foi administrado por via oral na dieta de ratos durante um período de 24 meses em
diferentes concentrações. Nas maiores doses, entre outras alterações, houve hepatotoxicidade e
hipertrofia do epitélio folicular da tireóide. O produto também foi testado por um período de 18 meses
em camundongos, em diferentes concentrações e foram relatadas alterações significantes como:
toxicidade hepática, alterações dos linfonodos em ambos os sexos e aumento de vacuolização das
glândulas adrenais de fêmeas.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE II)
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Tradecorp do Brasil Comércio
de Insumos Agrícolas Ltda. – Telefone: 0800 70 10 450.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado, e identificado devidamente. O produto
derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
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4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL (0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 5,0; 10,0 e 20,0 L)
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA - (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
Chácaras Assay - Hortolândia/SP
CEP: 13186-904
Tel.: +55 19 2137-8100
Bula Agrofit
11 de setembro de 2024
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
• (De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis)
Hortolândia/SP, 11 de setembro de 2024.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n,
unidade autônoma 30, sala B, Condomínio Tech Town
Chácaras Assay - Hortolândia/SP
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