Sniper Prime
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Maracanaú/CE
Herbicida
Fluroxipir-meptílico (ácido piridiniloxialcanóico) (115 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (129.42 g/L)
Informações
Número de Registro
03222
Marca Comercial
Sniper Prime
Formulação
ME - Micro Emulsão
Ingrediente Ativo
Fluroxipir-meptílico (ácido piridiniloxialcanóico) (115 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (129.42 g/L)
Titular de Registro
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Maracanaú/CE
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico e Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Barnadesia rosea
espinho-agulha
Pastagens
Bauhinia variegata
unha-de-vaca (3)
Pastagens
Croton glandulosus
gervão (3); gervão-branco (1); malva-vermelha
Pastagens
Eupatorium maximilianii
mata-pasto (8)
Pastagens
Eupatorium squalidum
cambará-roxo; casadinha; chilca (2)
Pastagens
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Pastagens
Mansoa difficilis
cipó-alho; cipó-de-cobra; cipó-de-sino
Pastagens
Peschiera fuchsiaefolia
leiteira (2); leiteiro
Pastagens
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Pastagens
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Pastagens
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Pastagens
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pastagens
Solanum sisymbriifolium
arrebenta-cavalo (1); joá (1); joá-bravo (1)
Pastagens
Tecoma stans
amarelinho; bignonia-amarela; guarã-guarã
Pastagens
Vernonia polyanthes
assa-peixe (2); assa-peixe-branco; cambará-açú
Pastagens
Vernonia scabra
assa-peixe (5); erva-preá; pau-de-moquem
Pastagens
Vernonia westiniana
assa-peixe (3); assa-peixe-roxo (2); chamarrita (1)
Pastagens
Zanthoxylum hasslerianum
mamica-de-porca; maminha; maminha-de-porca
Conteúdo da Bula
SNIPER PRIME
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob nº 03222
COMPOSIÇÃO:
1-methylheptyl-[(4-amino-3,5-dichloro-6-fluoro-2pyridinyl)oxy]acetate...............115,00 g/L (11,50% m/v
Equivalente Ácido de Fluroxypir ................................................................................80,00 g/L (8,00% m/v)
tris(2-hydroxethyl)ammonium 4-amino-3,5,6-trichloropyridine-2-carboxylate…..129,50 g/L (12,95% m/v)
Equivalente Ácido de Picloram ..................................................................................80,00 g/L (8,00% m/v)
2-Butoxyethanol (ÉTER MONOBUTÍLICO DE ETILENOGLICOL)...................................94,65 g/L (9,47% m/v)
Outros ingredientes ...............................................................................................764,35 g/L (76,43% m/v)
GRUPO O HERBICIDA
GRUPO O HERBICIDA
CONTEÚDO: Vide rótulo
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Fluroxipir: Ácido piridiniloxicanoico
Picloram: Ácido piridinocarboxílico
Éter monobutílico de etilenoglicol: Éter glicol
TIPO DE FORMULAÇÃO: Microemulsão (ME)
TITULAR DO REGISTRO:
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.
Avenida Wilson Camurça, 2138 – Distrito Industrial I - Maracanaú/CE - CEP 61939-000 - Fone: (85) 4011-
1000 - SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011 - www.sumitomochemical.com - CNPJ:
07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Fluroxipir-meptílico Técnico Sumitomo - Registro MAPA nº 3615
Hebei Wanquan Lihua Chemicals Co. Ltd. – Kongjiazhuang, 076250, Wanquan, Hebei, China
Picloram Técnico Sumitomo - Registro MAPA nº 001707
Nufarm Australia Limited – 103-105 Pipe Road, Laverton North, 3026, Victoria, Austrália
FORMULADOR:
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Avenida Wilson Camurça, 2138 – Distrito Industrial I
– CEP 61.939-000 - Maracanaú/CE – CNPJ 07.467.822/0001-26 – Número de registro do
estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM
SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
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Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273° do
Decreto N˚ 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO:
SNIPER PRIME é um herbicida seletivo e sistêmico, recomendado para o controle de plantas infestantes
de folhas largas, de porte herbáceo, semi-arbustivo e arbustivo em áreas de pastagens de gramíneas
forrageiras.
CULTURA, PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS E DOSES DE APLICAÇÃO:
INDICAÇÕES DE USO EM PULVERIZAÇÃO LOCALIZADA SOBRE AS PLANTAS INFESTANTES.
PLANTAS INFESTANTES VOLUME DE
DOSES NÚMERO DE
CULTURA Nome comum CALDA
PRODUTO COMERCIAL APLICAÇÕES
Nome científico (L/ha)
Assa-peixe
Vernonia polyanthes
Cheirosa
Hyptis suaveolens 0,5 a 1,0%
Gervão-branco (Misturar 0,5 a 1,0 litro
Croton glandulosus de SNIPER PRIME em 99,5
Joá ou 99,0 L de água) 01
Solanum sisymbriifolium
Pastagens (Aplicação em
de Fedegoso-branco Tratorizado: 100 Reforma da
gramíneas Senna obtusifolia
Pastagem ou
forrageiras Costal: 100 em
Malva-branca 0,75 a 1,0%
Manutenção/
Sida cordifolia
(Misturar 0,75 a 1,0 litro Limpeza)
de SNIPER PRIME em
99,25 ou 99,0 L de água).
Guanxuma
Sida rhombifolia Para Guanxuma, (Sida
rhombifolia), adicionar
Assa-peixe-roxo espalhante adesivo na
Vernonia westiniana dose de 0,3 v/v.
Amarelinho 1,0%
Tecoma stans
(Misturar 1,0 litro de
Casadinha SNIPER PRIME em 99,0 L
Eupatorium squalidum de água)
1,0 a 1,25%
(Misturar 1,0 a 1,25 litros
Guanxuma-branca de SNIPER PRIME em 99,0
Sida glaziovii ou 98,75 L de água).
Adicionar espalhante
adesivo na dose de 0,3
v/v.
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PLANTAS INFESTANTES VOLUME DE
DOSES NÚMERO DE
CULTURA Nome comum CALDA
PRODUTO COMERCIAL APLICAÇÕES
Nome científico (L/ha)
1,5 a 2,5%
Tratorizado: 100
(Misturar 1,5 a 2,5 litros
Unha-de-vaca de SNIPER PRIME em 98,5
Pastagens Costal: 100 01
Bauhinia variegata ou 97,5 L de água).
de
gramíneas (Aplicação em
Adicionar espalhante
forrageiras Reforma da
adesivo na dose de 0,3
Pastagem ou
v/v.
em
Espinho-agulha 2,0 a 2,5% Manutenção/
Barnadesia rosea Limpeza)
(Misturar 2,0 a 2,5 litros
de SNIPER PRIME em 98,0
Leiteiro ou 97,5 L de água).
Peschiera fuchsiaefolia
Adicionar espalhante
Mamica-de-porca adesivo na dose de 0,3
Zanthoxylum v/v.
hasslerianum
2,5%
(Misturar 2,5 litros de
Cipó-de-cobra SNIPER PRIME em 97,5 L
Mansoa difficilis de água).
Adicionar espalhante
adesivo na dose de 0,3
v/v.
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INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Aplicar na época quente e com boa umidade no solo, quando as plantas daninhas a
serem controladas estiverem em intenso processo de desenvolvimento vegetativo, com
pulverizador costal manual ou tratorizado diretamente sobre a folhagem das plantas
infestantes até atingir o ponto de escorrimento.
Utilize as maiores doses em plantas infestantes adultas que já tenham sido roçadas ou
que já tenham terminado o processo de desenvolvimento vegetativo e já iniciaram o
florescimento.
Amarelinho (Tecoma stans): A dose recomendada se refere somente para plantas novas
ou com rebrotes de até 30cm.
Reforma de pastagens:
Para se obter melhores resultados com SNIPER PRIME em reforma de pastagens, deve-
se aplicar o produto antes do florescimento das plantas infestantes e após a pastagem
ter iniciado o perfilhamento. Isto ocorre geralmente entre os 35 a 45 dias após o plantio
do capim. Nesta fase as plantas infestantes encontram-se em estágios mais apropriados
para serem controladas.
Manutenção (limpeza) de pastagens:
A aplicação de SNIPER PRIME deve ser realizada quando as plantas infestantes estiverem
crescendo ativamente, bem enfolhadas e antes do florescimento. Se as mesmas
estiverem adultas, de grande porte ou florescidas, deve-se roçá-las e aplicar o produto
quando estiverem novamente bem enfolhadas. Plantas infestantes adultas ou espécies
lenhosas necessitam das maiores doses de SNIPER PRIME.
INDICAÇÕES DE USO PARA PULVERIZAÇÃO EM ÁREA TOTAL SOBRE A PASTAGEM E PLANTAS
INFESTANTES:
DOSES
PLANTAS INFESTANTES
PRODUTO VOLUME DE CALDA NÚMERO DE
CULTURAS Nome comum
COMERCIAL (L/ha) APLICAÇÕES
Nome científico
(L / ha)
Assa-peixe-branco
Vernonia polyanthes
Mata-pasto 1,5 a 2,5 L/ha
Eupatorium maximilianii (Adicionar Tratorizado (Turbina
Casadinha espalhante adesivo de fluxo de ar -
Eupatorium squalidum na dose de 0,3 v/v). 01
“Jatão”):
Guanxuma 200 – 250
Pastagens Sida rhombifolia (Aplicação em
de Assa-peixe-roxo Reforma da
2,0 a 2,5 L/ha Tratorizado
gramíneas Vernonia westiniana Pastagem ou
(Pulverizador de
forrageiras (Adicionar em
Fedegoso-branco Barra): 200 - 400
espalhante adesivo Manutenção/
Senna obtusifolia na dose de 0,3 v/v). Limpeza)
Aérea:
2,5 L/ha 50
Assa-peixe
(Adicionar
Vernonia scabra
espalhante adesivo
na dose de 0,3 v/v).
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INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Aplicar na época quente e com boa umidade no solo, quando as plantas daninhas a serem
controladas estiverem em intenso processo de desenvolvimento vegetativo, com
equipamentos de pulverização tratorizados ou aéreos, pulverizando a calda sobre a
folhagem das plantas infestantes de maneira uniforme em toda a área.
Utilize as maiores doses em plantas infestantes adultas que já tenham sido roçadas ou
que já tenham terminado o processo de desenvolvimento vegetativo e já iniciaram o
florescimento.
Reforma de pastagens:
Para se obter melhores resultados com SNIPER PRIME em reforma de pastagens, deve-se
aplicar o produto antes do florescimento das plantas infestantes e após a pastagem ter
iniciado o perfilhamento. Isto ocorre geralmente entre os 35 a 45 dias após o plantio do
capim. Nesta fase as plantas infestantes encontram-se em estágios mais apropriados para
serem controladas.
Manutenção (limpeza) de pastagens:
A aplicação de SNIPER PRIME deve ser realizada quando as plantas infestantes estiverem
crescendo ativamente, bem enfolhadas e antes do florescimento. Se as mesmas
estiverem adultas, de grande porte ou florescidas, deve-se roçá-las e aplicar o produto
quando estiverem novamente bem enfolhadas. Plantas infestantes adultas ou espécies
lenhosas necessitam das maiores doses de SNIPER PRIME.
Cada litro (L) do SNIPER PRIME contém 115,0 g/L de Fluroxypir Mepthyl que corresponde a 80,0 g/L do
equivalente ácido de Fluroxypir + 129,5 g/L de Picloram em sal de trietanolamina que corresponde a
80,0 g/L do equivalente ácido de Picloram.
Quantidade de ingrediente ativo e equivalente ácido de produto comercial:
Abaixo a relação de dose do produto comercial/ha em equivalente sal e ácido:
Ingrediente Ativo (Kg/ha) Equivalente Ácido (Kg/ha)
Produto Comercial
Picloram em sal de
(L/ha) Fluroxypir Mepthyl Fluroxypir Picloram
trietanolamina
0,50 0,058 0,065 0,040 0,040
0,75 0,086 0,097 0,060 0,060
1,00 0,115 0,130 0,080 0,080
1,25 0,144 0,162 0,100 0,100
1,50 0,173 0,194 0,120 0,120
2,00 0,230 0,259 0,160 0,160
2,50 0,288 0,324 0,200 0,200
MODO DE APLICAÇÃO:
SNIPER PRIME pode ser utilizado através de aplicação terrestre localizada ou em área total e aérea
conforme as recomendações descritas para cada situação, sendo que o volume de calda pode variar em
função da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras, bem como do
equipamento e tecnologia utilizada.
Aplicação localizada:
Aplicar o produto com pulverizador costal manual ou tratorizado munido de lança, diretamente sobre a
folhagem das plantas infestantes até atingir o ponto de escorrimento.
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Aplicação Terrestre:
Utilizar equipamentos de pulverização tratorizados, como os pulverizadores de turbina de fluxo de ar
(Jatão) ou os pulverizadores de barra, aplicando a calda sobre a folhagem das plantas infestantes de
maneira uniforme em toda a área.
A aplicação tratorizada é recomendada para áreas de reforma e manutenção (limpeza de pastagens),
em infestações uniformes, plantas infestantes de pequeno e médio portes e com alta densidade
populacional.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de
Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com
o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas a
mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a
menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e
ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior
uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de
gotas.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas
práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições
constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e
sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras
apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do
alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de
Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do vôo: de 10 metros em relação do topo da pastagem, garantindo sempre a devida segurança
ao vôo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou
modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma
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largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa
cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 50L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Condições Climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante
os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro
Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo
responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do
equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote
todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção
individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da
limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Utilizar o SNIPER PRIME somente para a cultura e recomendações indicadas, respeitando o intervalo
de segurança.
Fitotoxicidade para a cultura indicada:
SNIPER PRIME quando usado nas doses recomendadas não causará danos às pastagens de gramíneas.
Outras restrições a serem observadas:
- Utilize somente água limpa para o preparo da calda;
- São sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como algodão, tomate, batata, feijão, soja,
café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies dicotiledôneas úteis e sensíveis a herbicidas
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hormonais. Caso SNIPER PRIME seja usado no controle de invasoras em área total, o plantio de espécies
susceptíveis ao produto nessas áreas só deverá ser feito 2 a 3 anos após a última aplicação;
- No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere antes do pasto
ser aberto ao gado. Essa medida evita também que os animais comam plantas tóxicas que
possivelmente existam na pastagem e se tornam mais atrativas após a aplicação do produto;
- Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis sensíveis ao herbicida.
- Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas sensíveis o equipamento que foi usado para
aplicação de SNIPER PRIME;
- Não utilizar esterco de curral de animais que tenham se alimentado da pastagem tratada com SNIPER
PRIME em área total e imediatamente após o tratamento, para adubar plantas ou culturas úteis
sensíveis ao produto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÃO SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-
br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO O HERBICIDA
GRUPO O HERBICIDA
O produto SNIPER PRIME é composto por Fluroxypir e Picloram, que apresentam mecanismo de ação
dos mimetizadores de auxina, ambos pertencentes ao Grupo O, segundo classificação internacional do
HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
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INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES:
Deve-se sempre utilizar as técnicas de manejo integrado das plantas infestantes. Como exemplo, a
adoção da rotação de culturas, a qual permite a utilização de diferentes métodos de controle além do
uso de herbicidas. Outros métodos também devem ser utilizados dentro de um manejo integrado, como
o controle mecânico, manual ou através de roçadas e a limpeza de máquinas.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para uso exclusivamente agrícola.
− O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
− Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
− Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e de animais.
− Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão ou calça e blusa com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental
impermeável, máscara facial ou respirador, viseira facial ou óculos de segurança com proteção
lateral, touca ou boné árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
− Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NO PREPARO DA CALDA:
− Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara facial ou respirador,
viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral, touca ou boné árabe e luvas de proteção
contra produtos químicos.
− Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança
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PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
− Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara facial ou respirador,
viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral, touca ou boné árabe e luvas de proteção
contra produtos químicos.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
− Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
até o final do período de reentrada.
− Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas
logo após a aplicação.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
− Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
− Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
− Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
− Não reutilizar a embalagem vazia.
− No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de proteção contra produtos
químicos e botas de borracha
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
− A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
− Em ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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Pode ser nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
ATENÇÃO
Nocivo se inalado
Provoca irritação ocular grave
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com
muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico
INTOXICAÇÕES POR SNIPER PRIME
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Fluroxipir: Ácido piridiniloxicanoico
Grupo químico Picloram: Ácido piridinocarboxílico
Éter monobutílico de etilenoglicol: Éter glicol
Classe toxicológica Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Vias de exposição Dérmica, inalatória, oral e ocular.
Fluroxipir: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que
Fluroxipir é rapidamente excretado, principalmente através da urina, sendo a
eliminação fecal a via secundária de excreção. O estudo realizado com o produto
Fluroxipir marcado demonstrou que a absorção da radioatividade é rápida e a
excreção urinária é a responsável pela eliminação de 90% do composto, em 24
horas. Não se observou acumulação em nenhum tecido. A hidrólise de Fluroxipir-
meptílico para Fluroxipir ácido foi a única biotransformação significativa
observada.
Toxicocinética
Picloram: O Picloram é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal (t1/2
vida = 20 minutos). É lentamente absorvido pela pele e em pequena quantidade
– cerca de 0,2%. Sua excreção é majoritariamente realizada através da urina
(80%), sendo apenas uma pequena parte do composto excretada através das
fezes e bile. O tempo de excreção é de 24 a 48 horas. Estudos demonstram que o
Picloram não se acumula nos tecidos adiposos e quantidades insignificantes de
resíduos podem ser encontradas no leite de vacas alimentadas com grandes
quantidades do herbicida presente na dieta.
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Éter monobutílico de etilenoglicol: Em humanos, o produto químico é
metabolizado via álcool e aldeído desidrogenases, com a formação de 2-
butoxiacetaldeído e ácido 2-butoxiacético, o principal metabólito, embora outras
vias metabólicas também tenham sido identificadas. O conjugado de glutamina
do BAA foi relatado como um metabólito urinário. Nenhum conjugado de glicina
Toxicocinética ou glutamina semelhante foi identificado em roedores. Em humanos expostos a
2-butoxietanol em concentração de 200ppm (96,6 mg/m3) por 2h por inalação, a
concentração de 2-butoxietanol no sangue atingiu um platô de 7,4 mol/L entre 1
a 2 horas, e o produto químico não pôde mais ser detectado no sangue de 2 a 4
horas após a exposição. O tempo médio de eliminação foi de 40 minutos. Menos
de 0,03% da captação total de 2-butoxietanol foi excretada na urina, enquanto a
excreção urinária como ácido 2-butoxiacético variou de 17% a 55%. Da mesma
forma, após a absorção percutânea de 2-butoxietanol, a excreção urinária de
ácido 2-butoxiacético atingiu o pico de 3 horas após a exposição e
posteriormente diminuiu, com uma meia-vida média de 3,1 horas. A excreção
acumulada de ácido 2-butoxiacético variou de 8,7 a 313 mol, correspondendo a
2,5–39% da captação.
Fluroxipir: O fluroxipir é um herbicida pertencente ao grupo dos ácidos
piridiniloxialcanóicos, que atua através da mimetização da auxina, hormônio de
crescimento presente exclusivamente em plantas. Uma vez absorvido pela
planta, o fluroxipir se acumula nos tecidos em crescimento a concentrações mais
altas do que a auxina nativa e se degrada mais lentamente, promovendo
desregulação do crescimento, o que interrompe o processo metabólico essencial
e resulta na morte da planta. O mecanismo de toxicidade do fluroxipir não é bem
caracterizado para mamíferos, porém, por ser um ácido fraco e, portanto,
Toxicodinâmica facilmente excretado pelos rins através dos processos ativos de transporte, esse
composto é absorvido e concentrado nesse órgão, o que pode gerar insuficiência
renal.
Picloram: O Picloram é um herbicida que atua através da mimetização da auxina,
hormônio de crescimento presente exclusivamente em plantas. Os mecanismos
de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Éter monobutílico de etilenoglicol: O efeito tóxico mais característico do 2-
butoxietanol em modelos animais está no sistema hematológico e inclui
fragilidade osmótica elevada de eritrócitos, hemólise, diminuição do
hematócrito, hemoglobinúria, hemoglobinemia e anemia hemolítica. Também
foram observadas evidências dos estágios iniciais da hemólise, caracterizadas por
edema eritrocítico e detectadas como aumento do volume celular médio,
aumento do hematócrito e diminuição da concentração média da hemoglobina
celular após a exposição ao 2-butoxietanol. Os mecanismos de toxicidade em
humanos não são conhecidos.
Fluroxipir: Em casos de exposição ocular pode ocorrer irritação nos olhos com
injúria da córnea. A ingestão repetida em grandes quantidades pode provocar
efeitos mínimos no trato gastrointestinal e no fígado.
Sintomas e sinais Picloram: A exposição de animais de experimentação ao ativo produziu rash
clínicos cutâneo, perda de pelo, taquicardia, ataxia, diarreia, leucopenia, sangramento
vaginal, prostração, epilepsia e lesões do fígado e dos rins. Os sintomas
potenciais da exposição exagerada são irritação dos olhos, da pele, do sistema
respiratório e náuseas.
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Éter monobutílico de etilenoglicol: O principal efeito exercido pelo 2-
butoxietanol e seu metabolito ácido 2-butoxiacético é a hematotoxicidade,
sendo o rato a espécie mais sensível. Em ratos, efeitos adversos no sistema
nervoso central, rins e fígado ocorrem em concentrações de exposição mais altas
do que os efeitos hemolíticos. Possui toxicidade aguda moderada e é irritante
Sintomas e sinais para os olhos e pele; não é um sensibilizador da pele.
clínicos As informações abaixo detalhadas foram obtidas através de estudos agudos com
animais de experimentação, tratados com a formulação à base de Fluroxipir e
Picloram, SNIPER PRIME:
Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos, os animais foram
expostos à dose de 2000 mg/kg de p.c. da substância de teste. Não foi observada
mortalidade ou sinais clínicos indicativos de toxicidade sistêmica.
Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade inalatória em ratos, os animais
foram expostos à concentração de 2,448 mg/L da substância de teste. Dois
animais morreram no decorrer do estudo e sinais clínicos como prostração e
dispneia foram observados nos demais animais, completamente revertidos até o
final do período de observação.
Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dermal em ratos, os animais
foram expostos à dose de 4000 mg/kg de p.c. da substância de teste. Não foi
observada mortalidade ou sinais clínicos indicativos de toxicidade sistêmica. Em
estudo de irritação cutânea realizado em coelhos todos os animais apresentaram
eritema leve, completamente revertido na observação de 72 horas. O produto
não foi considerado irritante para a pele de coelhos. O produto não foi
considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo Método de Buehler.
Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, todos os
animais testados apresentaram efeitos conjuntivais que consistiram em:
opacidade, irite, hiperemia e quemose, totalmente revertidos até o final do
estudo. O produto foi considerado irritante ocular para coelhos.
Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos”, abaixo.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
Diagnóstico
quadro clínico compatível.
Antídoto: não existe antídoto específico.
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico
para manutenção das funções vitais. As ocorrências clínicas devem ser tratadas
segundo seu surgimento e gravidade. O profissional de saúde deve estar
protegido, utilizando principalmente luvas. Demais recomendações devem seguir
protocolos de atendimento ao intoxicado do estabelecimento de saúde e/ou
Tratamento orientações da Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT).
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
Evitar aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão de produto, usar
equipamento de reanimação manual.
Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e
inalatória com o produto.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e
pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
Contraindicações
abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das
Não são conhecidos efeitos de interações químicas com outras substâncias.
interações químicas
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Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT) -
ANVISA/MS
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
ATENÇÃO
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (NOTIVISA)
Telefones de Emergência da empresa:
Toxiclin (emergência toxicológica): 0800-014-1149
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.: (85) 4011-1000
SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011
Endereço Eletrônico da Empresa: www.sumitomochemical.com
Correio Eletrônico da Empresa: sac@sumitomochemical.com
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide item “Toxicocinética” descrito acima.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: > 2,448 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, todos os
animais apresentaram eritema leve, completamente revertido na observação de 72 horas. O produto não foi
considerado irritante para a pele de coelhos.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, todos os animais
apresentaram efeitos conjuntivais que consistiram em: opacidade, irite, hiperemia e quemose, totalmente
revertidos até o final do estudo. O produto foi considerado irritante ocular para coelhos.
Sensibilização cutânea em cobaias (Método de Buehler): O produto não foi considerado sensibilizante dérmico
em cobaias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana ou
ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Equivalente ácido do Fluroxipir: Estudos subcrônicos em ratos mostraram diminuição do consumo de
alimento, danos renais, aumento no peso dos rins, diminuição na concentração de proteínas plasmáticas
totais. Estudos crônicos com camundongos mostraram aumento na incidência de necrose papilar renal e
nefrose em fêmeas tratadas com doses elevadas. Estudos crônicos em ratos mostraram que o rim é o
órgão alvo em ambos os sexos, porém, machos parecem ser mais sensíveis. Além disso, foram
observados: diminuição no ganho de peso corpóreo, aumento no peso do rim.
Picloram: em animais os órgãos-alvo foram os olhos, tireoide, rins, adrenais, gônadas e fígado. Em altas
doses, os animais exibiram: diminuição do peso corporal, do ganho de peso, do consumo de alimentos e
dos níveis de TGP e incremento dos níveis de fosfatase alcalina e peso do fígado; depressão, prostração,
ataxia, tremores e convulsões precederam a morte. Toxicidade hepática em sido relatada após exposição
dérmica repetida de altas doses.
Éter monobutílico de etilenoglicol: Este produto químico tem toxicidade aguda moderada e é irritante
para os olhos e pele; não é um sensibilizador da pele. O principal efeito exercido pelo 2-butoxietanol e
seu metabolito ácido 2-butoxiacético é a hematotoxicidade, sendo o rato a espécie mais sensível. Em
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ratos, efeitos adversos no sistema nervoso central, rins e fígado ocorrem em concentrações de
exposição mais altas do que os efeitos hemolíticos. Nos animais, não foram observados efeitos adversos
na reprodução e desenvolvimento em doses inferiores a tóxicas. A ausência de alertas estruturais e os
resultados negativos de estudos in vivo indicam que o 2-butoxietanol não é mutagênico. Atualmente,
não há estudos epidemiológicos em humanos que abordem a potencial carcinogenicidade do EGBE.
Sinais clínicos de neurotoxicidade foram observados em animais após exposição oral aguda ao 2-
butoxietanol. Os ratos que morreram após uma dose única oral ≥ 530 mg/kg exibiram lentidão,
prostração e narcose. Outros pesquisadores relataram sonolência, lentidão, letargia, flacidez muscular
e/ou ataxia após exposição aguda de ratos a 252-9000 mg/kg/dia.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( X ) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir, principalmente, águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite
a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e
de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para
recolhimento de produtos vazados.
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- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR- 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA
QUÍMICA S.A. - Telefones de emergência: Empresa - (85) 4011-1000 ou AMBIPAR: 0800-720-8000.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtro).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais
ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua
devolução e destinação final.
Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado acima.
Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas e serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
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- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não possam ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL E
MUNICIPAL:
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes
as atividades agrícolas.
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