Sirius 250 SC
Iharabras S.A. Indústria Químicas - Sorocaba
Herbicida
pirazossulfurom-etílico (sulfoniluréia) (250 g/L)

Informações

Número de Registro
692
Marca Comercial
Sirius 250 SC
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
pirazossulfurom-etílico (sulfoniluréia) (250 g/L)
Titular de Registro
Iharabras S.A. Indústria Químicas - Sorocaba
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Seletivo de ação sistêmica
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Arroz irrigado
Cyperus esculentus
junquinho (2); junça (1); tiririca-amarela
Arroz irrigado
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Arroz irrigado
Cyperus iria
junquinho (5); tiririca (5); tiririca-do-brejo (1)
Arroz irrigado
Fimbristylis miliacea
cabelo-de-negro; cuminho; falso-cominho
Arroz irrigado
Heteranthera reniformis
aguapé-mirim; hortelã-do-brejo; pavoa
Arroz irrigado
Sagittaria guyanensis
aguapé (4); chapéu-de-couro (2); flecha (1)

Conteúdo da Bula

                                    SIRIUS® 250 SC
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob Nº 00692

COMPOSIÇÃO:
Ethyl 5-(4,6-dimethoxypyrimidin-2-ylcarbamoyl sulfamoyl)-1-methylpyrazole-4-carboxylate
(PIRAZOSSULFUROM-ETÍLICO) ............................................................................ 250 g/L (25,0% m/v)
Monoetilenoglicol.................................................................................................109,1 g/L (10,91% m/v)
Outros ingredientes ............................................................................................. 790,9 g/L (79,09% m/v)

                   GRUPO                                             B                                 HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: HERBICIDA, seletivo, de ação sistêmica do grupo químico Sulfonilureia
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO:
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP
Fone: (15) 3235-7700 - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
SIRIUS TÉCNICO (Registro MAPA nº 00592)
NISSAN CHEMICAL CORPORATION
Onoda Plant – 6903-1, Oaza Onoda, Sanyo Onoda-shi, Yamaguchi 756-0093, Japão
JIANGSU REPONT AGROCHEMICAL CO. LTD.
No.18 Haiyou Road, Yangkou, Rudong, Jiangsu, 226407, China

FORMULADOR:
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP
Fone: (15) 3235-7700 - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5 - Dist. Industrial III - 38044-750 - Uberaba/MG
CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Cadastro Estadual IMA/MG nº 8.764

SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Cadastro Estadual IMA/MG nº 2.972
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Av. Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13140-000 - Paulínia/SP



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CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro Estadual - CDA/CFICS/SP nº 477

                     Nº do lote ou partida:
                     Data de fabricação:             VIDE EMBALAGEM
                     Data de vencimento:

                     ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO,
           A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
  É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                 É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                                    AGITE ANTES DE USAR
                                       Indústria Brasileira
  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
                                DANO AGUDO
            CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                 CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




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INSTRUÇÕES DE USO:
CULTURA, PLANTAS INFESTANTES, DOSES E RECOMENDAÇÃO DE USO:
                                                                            RECOMENDAÇÃO DE USO
                                               DOSE                                             Nº MÁXIMO VOLUME DE
CULTURA        PLANTAS INFESTANTES                           ÉPOCA E INTERVALO DE
                                             (mL p.c./ha)                                           DE      CALDA
                                                                 APLICAÇÃO
                                                                                               APLICAÇÕES    (L/ha)

                                                            Pré-emergência:                               Terrestre:
                                                            Realizar 1 aplicação em pré-                  150 a 200
             Junquinho
                                              180 - 260     emergência       total (pré-
             (Cyperus iria)
                                                            emergência da cultura e das                    Aérea:
                                                            plantas infestantes).                          10 a 40
             Junquinho                                      Pós-emergência:
             (Cyperus ferax, Cyperus iria)                  Realizar 1 aplicação em pós-
                                                            plantio do arroz e em pós-
    Arroz    Tiriricão                                      emergência      das      plantas              Terrestre:
             (Cyperus esculentus)                                                                  1
  irrigado                                                  infestantes, quando as plantas                100 a 400
                                                            infestantes se encontrarem no
             Cuminho                           60 - 80
                                                            estágio de 2 a 3 folhas. Após a
             (Fimbristylis miliacea)                        aplicação do produto, inundar                  Aérea:
                                                            uniformemente a área tratada                   10 a 40
             Aguapé ou Chapéu-de-couro
                                                            em, no máximo, 7 dias,
             (Sagittaria guyanensis)
                                                            mantendo uma lâmina de água
             Aguapé-mirim                                   em torno de 12 cm.
             (Heteranthera reniformis)
p.c.: produto comercial

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicar SIRIUS 250 SC nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme a modalidade de
aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores
costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada
cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.

As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro
Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a
especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada.

Observações para tratamento em pré-emergência:
- Em áreas com altas densidades de plantas infestantes, onde tem-se germinação em diferentes fluxos,
o tratamento pré-emergente com o herbicida SIRIUS 250 SC deverá ser complementado com herbicida
pós−emergente indicado para culturas e alvos em questão (de acordo com recomendação de bula do
produto que será utilizado).
- Períodos prolongados de seca poderão influenciar na atividade pré-emergente do herbicida SIRIUS
250 SC no solo, podendo resultar em eficácia insatisfatória no controle das plantas infestantes, para as
quais é recomendado. Neste caso, a eficácia insatisfatória também pode estar associada a reinfestação
de espécies oriundas da germinação de sementes presentes nas camadas mais profundas com a vinda
das chuvas tardias após o longo período de seca.
- Nas áreas tratadas com o herbicida SIRIUS 250 SC, as chuvas em quantidades normais e/ou irrigação
são benéficas por promover a incorporação do produto na camada superficial, favorecendo a eficácia
no controle em pré-emergência das infestantes, para as quais é recomendado.
- Preferencialmente, a aplicação do herbicida SIRIUS 250 SC deve ser realizada em solo úmido.




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- O herbicida SIRIUS 250 SC pode não controlar as plantas infestantes que germinam em fissuras
resultantes de solo seco.
- Em solos pesados e em áreas com alta densidade da espécie de planta infestante, para as quais é
indicado, ou ainda, em áreas com alta densidade de palhada sobre o solo, recomenda-se aplicar as
doses mais altas do herbicida SIRIUS 250 SC.

Preparo da Calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção
individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4
de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação
acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação
constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da
calda.

Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de
Deriva.

- APLICAÇÃO VIA TERRESTRE:
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que
devem ser rigorosamente observadas, tais como:
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com
o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas a
mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para
a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação
e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior
uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe
de gotas.

Para o sistema de aplicação “Benzedura manual” em arroz irrigado, utilizar pulverizador costal
equipado com bicos cônicos, sem core, ou outro sistema de distribuição que permita uma boa aplicação.
Empregar volume de calda em torno de 10 L/ha (1 ml/m2), com esguichadas de até 5 m de cada lado.
Obs.: O produto deve ser aplicado em condições de solo bem-preparado e boa irrigação.

- APLICAÇÃO VIA AÉREA:
A aplicação via aérea é indicada para a cultura: Arroz irrigado
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de
boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as
disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades
aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras
apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura
do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento



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utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo
sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou
modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma
largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa
cobertura.
Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.

Condições climáticas:
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para
aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante
a aplicação, e não valores instantâneos:
     • Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
     • Umidade relativa do ar acima de 50%.
     • Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de
proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos
à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na
região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
                Pré-emergência       (1)
 Arroz irrigado
                Pós-emergência       30 dias

(1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área tratada em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPI's recomendados
para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: Não há para a cultura do Arroz, nas dosagens recomendadas.
O produto deve ser utilizado única e exclusivamente conforme as recomendações de uso.
Evitar aplicações em condições de estresse hídrico, solo seco.

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.


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INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.

O produto herbicida SIRIUS 250 SC é composto por pirazossulfurom-etílico, que apresenta Mecanismo
de ação dos inibidores da ALS (Acetolactato sintase) (ou acetohidroxidoácido sintase AHAS),
pertencente ao Grupo B, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência
de Herbicidas).
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
    • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do
        mesmo alvo, quando apropriado.
    •   Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
    •   Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
    •   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
        regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).



                     DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES”

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.


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- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e
filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela preparação
da calda em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe
P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os equipamentos de proteção individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.



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  - Não reutilizar a embalagem vazia.
  - No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-
  repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
  - Os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
  touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
  - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
  - Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
  - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
  em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


                                  ATENÇÃO               - Pode ser nocivo se ingerido
                                                        - Pode ser nocivo em contato com a pele



   PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
   embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
   Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
   vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
   Olhos: Em caso de contato com os olhos, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
   Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
   Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc)
   contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
   Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
   A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
   exemplo.


                                - INTOXICAÇÕES POR SIRIUS 250 SC -
                                       (Pirazossulfurom-etílico)

                                       INFORMAÇÕES MÉDICAS

  As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os
  procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde,
  etc.).

Grupo químico          Pirazossulfurom-etílico: Sulfoniluréia
                       Monoetilenoglicol: álcool
Classe Toxicológica    CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO

Potenciais vias de     Oral, dérmica, ocular e inalatória.
exposição

Toxicocinética         Pirazossulfurom-etílico: Estudos conduzidos em animais experimentais
                       demonstraram que após a administração oral, o Pirazossulfurom-etílico radiomarcado
                       foi eliminado rapidamente em quantidades maiores que 85% na urina e nas fezes em
                       48 horas em todos os grupos de tratamento. A meia vida foi de 34 e 36 horas. Entre 3
                       a 168 horas após a administração de Pirazossulfurom-etílico a concentração de
                       radioatividade reduziu exponencialmente, sem potencial de bioacumulação. Após 168
                       horas a radioatividade estava quase completamente eliminada.




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                    Monoetilenoglicol: é rapidamente e extensamente absorvido pelo trato
                    gastrointestinal. Há informações limitadas que sugerem que é também absorvido pelo
                    trato respiratório; a absorção dérmica é aparentemente lenta.
                    Após a absorção, o monoetilenoglicol é distribuído por todo o corpo de acordo com a
                    quantidade total de água. Na maioria das espécies de mamíferos, incluindo humanos,
                    o monoetilenoglicol é inicialmente metabolizado pela enzima álcool desidrogenase,
                    que foram glicoaldeído, que é rapidamente convertido a ácido glicólico e ácido glioxal,
                    pelas enzimas aldeído oxidase e aldeído desidrogenase. Esses metabólitos são
                    oxidados a glioxilato, que posteriormente pode ser metabolizado a ácido fórmico, ácido
                    oxálico e glicina. A quebra da glicina e do ácido fórmico geram CO2, que é uma das
                    principais vias de eliminação dos produtos do etilenoglicol. Adicionalmente ao CO2
                    exalado, etilenoglicol é eliminado através da urina como composto parental e ácido
                    glicólico. A eliminação de etilenoglicol do plasma, em animais de laboratório e
                    humanos, é rápida após administração oral; as meias-vidas de eliminação estão na
                    faixa de 1 a 4 horas na maioria das espécies testadas.

Toxicodinâmica      Pirazossulfurom-etílico: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são
                    conhecidos. Em animais de laboratórios, as ureias substituídas causaram alterações
                    eritrocitárias, diminuição na produção de leucócitos, alteração do metabolismo
                    proteico, moderado enfisema e perda de peso. Não há evidências de efeitos
                    carcinogênicos, neurotóxicos, imunotóxicos ou endócrinos em humanos.

                    Monoetilenoglicol: há 3 principais efeitos responsáveis pela toxicidade do
                    etilenoglicol – aumento da osmolalidade, acidose metabólica e formação de cristais de
                    oxalato de cálcio. A princípio há um período latente antes dos sintomas da acidose
                    aparecerem; em seguida, não há correlação entre a toxicidade observada e a
                    concentração sanguínea de etilenoglicol; e por último, a inibição da oxidação do
                    etilenoglicol evita os efeitos tóxicos.

Sintomas e sinais   Pirazossulfurom-etílico: os dados de intoxicação em humanos com o
clínicos            Pirazossulfurom-etílico são muito limitados. Toxicidade sistêmica é improvável a
                    menos que grandes quantidades tenham sidos ingeridas. Com base em estudos
                    conduzidos em animais de laboratório, as ureias substituídas podem causar:
                    Via dérmica: sensibilização da pele e sintomas alérgicos.
                    Via ocular: irritação leve para os olhos (desconforto, lacrimejamento ou visão
                    borrada).
                    Via inalatória: irritação com tosse e dispneia.
                    Via oral: náuseas, vômitos, diarreia, cefaleia, confusão e depleção de eletrólitos.

                    Monoetilenoglicol: Há relatos de que o Monoetilenoglicol pode ser prejudicial se
                    ingerida e pode causar danos aos órgãos por exposição prolongada ou repetida.
Diagnóstico         O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e do quadro clínico
                    compatível.
                    Para efeito de diagnostico, observar:
                    Leve a moderada intoxicação: náusea, vômito, diarreia, dor abdominal, tontura, dores
                    de cabeça, salivação, tremores e excitabilidade.
                    Intoxicação severa: ingestão em grande quantidade pode causar agitação,
                    convulsões, acidose metabólica, hipotermia, pneumonite e depressão respiratória.
                    Monitorar eletrólitos séricos, realizar monitoramento cardíaco e realizar ECG em
                    pacientes sintomáticos.




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                      Monoetilenoglicol: numa intoxicação por etilenoglicol, os níveis séricos de creatinina
                      e de ureia nitrogenada no sangue podem estar aumentados. Se não tratado, a
                      magnitude do dano renal causado por altas doses de etilenoglicol progride e leva a
                      hematúria, proteinúria, diminuição da função renal, oligúria, anúria, e por fim, falência
                      renal. Essas alterações nos rins estão relacionadas à acidose tubular aguda, mas a
                      função renal normal pode ser recuperada se houver terapia de suporte adequada. A
                      intoxicação por etilenoglicol é acompanhada por acidose metabólica, que se manifesta
                      por diminuição do pH e conteúdo de bicarbonato no soro e em outros fluidos corpóreos
                      causados pelo acúmulo do excesso de ácido glicólico.

Tratamento            Antídoto: Não há antídoto específico conhecido para a substância. O tratamento é
                      sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para a manutenção das
                      funções vitais.

                      Exposição Oral:
                      Consultar conduta com gastroenterologista em casos de pacientes com dor ao
                      engolir, salivação excessiva ou outra evidência de injúria a fim de avaliar possível
                      dano ao esôfago.
                      Atropina deve ser considerada se o paciente estiver bradicárdico ou apresentando
                      sintomas colinérgicos. Administrar fluidos IV em casos de hipotensão e
                      vasopressores caso a hipotensão persista.
                      Exposição inalatória:
                      Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto à irritação, bronquite ou pneumonia.
                      Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com b2-
                      agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
                      Exposição ocular:
                      Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, à
                      temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem,
                      encaminhar o paciente para o especialista.
                      Exposição dérmica:
                      Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e
                      sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor
                      persistirem.

                      Monoetilenoglicol: o quadro de intoxicação deve ser reconhecido o quanto antes.
                      Grandes quantidades de bicarbonato de sódio, infusão de etanol e hemodiálise podem
                      melhorar a sobrevivência.

                      Cuidado para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração
                      boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento
                      intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A
                      pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
                      medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental
                      impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.

Contra-indicações     A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
                      pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser
                      evitado.

Efeitos das           Pirazossulfurom-etílico: Não são conhecidos
interações químicas   Monoetilenoglicol: em ratos, vitamina B6 acelera a oxidação do glioxilato a CO 2
                      ao invés de oxalato. A deficiência de vitamina B6 causa inibição da oxidação de
                      etilenoglicol a CO2 isso aumenta a toxicidade do monoetilenoglicol.




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                      Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                      tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                      Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT)
                      – ANVISA/MS.
ATENÇÃO               As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
                      de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de
                      Notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância
                      Sanitária (NOTIVISA).

                      Telefone de Emergência da empresa: 0800 774 4272
                      Endereço eletrônico da empresa: www.ihara.com.br
                      Centro de envenenamento do Paraná: 0800-410148

 Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
 Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”

 EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
 EFEITOS AGUDOS DO PRODUTO FORMULADO
 DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
 DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
 CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste (*)
 Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: não foram observados efeitos de irritação em pele de coelhos
 Corrosão/Irritação ocular em coelhos: não foram observados efeitos de irritação em olhos de coelhos.
 Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante
 Sensibilização respiratória em ratos: dado não disponível
 Mutagenicidade: o produto não é mutagênico
 *Este produto formulado não receberá classificação toxicológica para o parâmetro inalatório, tendo em
 vista que não ocorreram mortes na concentração avaliada.

 EFEITOS CRÔNICOS DOS INGREDIENTES ATIVOS E COMPONENTES PARA ANIMAIS DE
 LABORATÓRIO
 Pirazossulfurom-etílico:
 Em estudos subcrônicos conduzidos em ratos e camundongos, o principal órgão alvo foi o rim. Nos
 estudos crônicos conduzidos em cães foram observados efeitos leves em fígado e baço. Não foram
 observados efeitos teratogênicos considerados relacionados ao tratamento. No estudo para avaliar os
 efeitos reprodutivos não foram observadas alterações sobre estes parâmetros. Estudos conduzidos in
 vitro e in vivo sugerem que o Pirazossulfurom-etílico não apresenta potencial genotóxico, tampouco
 potencial carcinogênico. Para todos os efeitos observados em animais de experimentação, doses
 seguras de exposição ao Pirazossulfurom-etílico foram estabelecidas.

 Monoetilenoglicol:
 Estudos em animais, de exposição intermediária e crônica não apresentaram efeitos histopatológicos
 em ratos e camundongos. Não há relatos do monoetilenoglicol causar efeitos na reprodução e/ou no
 desenvolvimento embriofetal, de causar câncer ou de possuir potencial de desregulação endócrina.
 Estudos de genotoxicidade in vivo e in vitro não indicaram que o monoetilenoglicol seja de preocupação
 genotóxica.


                      DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
 AMBIENTE:
 - Este produto é:


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    ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
    ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
    (X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
    ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
-   Este produto é TÓXICO para organismos aquáticos (algas);

-   Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
    (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e
    de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
    animais e vegetação suscetível a danos.
-   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
    aeroagrícolas.

-   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-   Não utilize equipamento com vazamentos.
-   Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-   Aplique somente as doses recomendadas.
-   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
    Evite a contaminação da água.
-   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
    água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
   ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
   para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
   Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS
    QUÍMICAS.
- Telefone da empresa 0800-770-1760.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
    borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
    drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:

    Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
    uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
    ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua
    devolução e destinação final.


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    Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
    material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
    conforme indicado.
    Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
    o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
    serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
    questão e da quantidade do produto envolvido.
-   Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO 2, pó químico, ficando
    a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):

Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
   posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
   a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
   direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


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-   Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
    armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
    não lavadas.
-   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
    local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
    guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
  tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
  fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
  de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
  validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
  de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
  rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
  o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
  rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
  realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
  competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
  O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
  EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
  contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO




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-   Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
    pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
    como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
    medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
 OU MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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