Siptroil
Oxon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda.
Herbicida
Atrazina (triazina) (400 g/L)

Informações

Número de Registro
10307
Marca Comercial
Siptroil
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Atrazina (triazina) (400 g/L)
Titular de Registro
Oxon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda.
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Milho
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Digitaria ciliaris
capim-colchão (3); capim-da-roça (2); capim-tinga
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Xanthium strumarium
carrapicho-bravo (2); carrapicho-de-carneiro (2); carrapicho-grande (2)

Conteúdo da Bula

                                    AGROFIT_V05
                                                                                                                                  04/01/2021
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                                                                   BULA
                                                              SIPTROIL®
           Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob no 010307

    COMPOSIÇÃO:
    6-chloro-N2-ethyl-N4-isopropyl-1,3,5-triazine-2,4-diamine (ATRAZINA) ................. .......400 g/L (40% m/v)
    Monoetilenoglicol..........................................................................................................37,2 g/L (3,72% m/v)
    Óleo mineral..............................................................................................................134,9 g/L (13,49% m/v)
    Outros ingredientes....................................................................................................477,9 g/L(47,79% m/v)

                    GRUPO                                            C1                                        HERBICIDA

    CONTEÚDO: Vide Rótulo

    CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica.

   GRUPO QUÍMICO: Atrazina: Triazina.
                  Monoetilenoglicol: Álcool glicólico.
                  Óleo mineral: Hidrocarbonetos alifáticos.

    TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC).

    TITULAR DO REGISTRO*:
    OXON BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
    Rua Tabapuã, 474 – 6º andar – cj. 64/65 – Itaim Bibi
    CEP: 04.533-001 – São Paulo/SP – Fone: (11) 2337-2007
    CNPJ: 07.224.503/0001-90 – Registro no Estado nº 727 - CDA-SP
    (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

    FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO:
    ATRAZINA TÉCNICO OXON – Registro MAPA n° 1078600
    Sipcam Oxon S.p.A.
    Strada Provinciale per Torre Beretti, km 2,6 - Mezzana Bigli (PV), Provincia di Pavia - 27030, Itália.

    Zhejiang Zhongshan Chemical Industry Group Co., Ltd.
    Zhongshan Village, Xiaopu Town, Changxing County, Zhejiang Province, 313116 – China.

    Hebei Shanli Chemical Co., Ltd.
    Eighteenth Team, Zhonqiie Farm, Cangzhou City, Hebei Province, 061108, China.

    Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd.
    Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China.

    FORMULADORES:
    SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
    Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III – Uberaba/MG – CEP 38 044-755
    CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG

    ADAMA BRASIL S/A
    Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa – Londrina/PR – CEP 86031-610
    CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Registro no Estado nº 003263 - ADAPAR-PR

    ADAMA BRASIL S/A
    Av. Júlio de Castilhos, 2085 – Taquari/RS – CEP 95860-000
    CNPJ: 02.290.510/0004-19 – Registro no Estado nº 00001047/99 - SEAPA/RS

    FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 – Mairinque/SP – CEP 18120-970
    CNPJ: 47.226.493/0001-46 – Registro no Estado nº 031 - CDA-SP

OXON BRASIL
DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Rua Tabapuã, 474 6º andar. cj. 64/65
CEP 04533-001 – Itaim Bibi
São Paulo – SP – Brasil
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                                                                                                  04/01/2021
                                                                                                    SIPTROIL




    FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA
    Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III – Uberaba/MG – CEP: 38001-970
    CNPJ: 04.136.367/0005-11 – Registro no Estado no 210 - IMA/MG

    IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
    Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul – Sorocaba/SP – CEP: 18 001-970
    CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado nº 8 - CDA-SP

    OURO FINO QUÍMICA S.A.
    Av. Filomena Cartafina, 22335, Quadra 14, lote 5 - Distrito Industrial III – Uberaba/MG – CEP 38044-750
    CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Registro Estado nº 701-4896 - IMA-MG

    TAGMA BRASIL INDUSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
    Av. Roberto Simonsem, 1459 - Bairro Recanto dos Pássaros – Paulínia/SP – CEP: 13140-000
    CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Registro Estado n° 477 - CDA-SP

    SERVATIS S.A.
    Rod. Presidente Dutra, km 300,5 – Parque Embaixador – Resende/RJ – CEP 27537-000
    CNPJ: 06.697.008/0001-35 – Licença de Operação LO nº 15/07

    TECNOMYL S.A.
    Parque Industrial Avay - Villeta - Paraguai

    TECNOMYL S.A.
    Ing. Varela 1080, Parque Industrial - Rio Grande - Província de Tierra Del Fuego - 9420 - Argentina

                                       No do lote ou partida:
                                       Data de fabricação:      VIDE EMBALAGEM
                                       Data de vencimento:

                    ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
                                    CONSERVE-OS EM SEU PODER.

                  É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                          PROTEJA-SE.

                              É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                          Indústria Brasileira
 (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4o do Decreto no
                                     7.212 de 15 de junho de 2010).

                                      CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
                       CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO

 CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: III – PRODUTO PERIGOSO AO
                                  MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C




OXON BRASIL
DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Rua Tabapuã, 474 6º andar. cj. 64/65
CEP 04533-001 – Itaim Bibi
São Paulo – SP – Brasil
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                                                                                                             04/01/2021
                                                                                                               SIPTROIL



    MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

    INSTRUÇÕES DE USO:
    SIPTROIL® é um herbicida seletivo a cultura do milho, recomendado para controle na pós-
    emergência das plantas infestantes anuais nos sistemas de plantio direto ou convencional,
    conforme abaixo:
                                       Plantas infestantes                   Dose         N° máximo       Volume de
   Culturas
                    Nome Comum                     Nome científico          (L/ha)*      de aplicações    Calda (L/ha)
                 Monocotiledôneas (estádio: 2 a 3 folhas):
                 Capim-marmelada           Brachiaria plantaginea
                 Trapoeraba                Commelina benghalensis
                 Capim-colchão             Digitaria ciliaris                                              Aplicação
                                                                                                            Aérea:
                 Dicotiledôneas (estádio: 4 a 6 folhas):
                                                                                                           150 a 400
                 Corda-de-viola            Ipomoea grandifolia
                                                                          4,0 a 6,0(1)         1
                 Caruru                    Amaranthus retroflexus                                           Aplicação
   Milho                                                                                                     Aérea:
                 Carrapichão               Xanthium strumarium
                                                                                                             40 a 60
                 Picão-preto               Bidens pilosa
                 Amendoim-bravo
                                           Euphorbia heterophylla
                 Leiteira
                 Guanxuma                  Sida rhombifolia
                 Época de aplicação: aplicar através de tratamento em área total com as plantas infestantes em
                 estádio inicial de desenvolvimento. Para maior eficácia no controle considerar de 2 a 3 folhas para
                 monocotiledôneas e 2 a 3 pares de folhas para dicotiledôneas, com boa turgescência e em pleno
                 vigor vegetativo.
    * Doses referentes ao produto comercial (p.c.).
    (1) As doses mais elevadas devem ser aplicadas em níveis de infestações mais altas, principalmente

    monocotíledoneas, em solos com maior teor de argila, matéria orgânica ou nível de palha mais elevado.

    MODO DE APLICAÇÃO:
    A dose recomendada de SIPTROIL® deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização,
    com uso de equipamentos terrestres ou aéreos, de forma que se obtenha uma boa cobertura das
    plantas infestantes.

    Aplicação terrestre:
    Para aplicações terrestres são utilizados pulverizadores costais (manual ou pressurizado) e
    pulverizadores tratorizados com barra ou autopropelido. Utilizar pontas (bicos) do tipo leque que
    proporcionem uma vazão adequada. Utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem
    tamanhos de gotas que produzam pouca deriva, recomenda-se com os seguintes parâmetros:
    Tamanho de gota: gotas médias a grandes (acima de 300 )
    Volume de cada: 150-400 L/ha de calda
    Pressão: 40-60 lb/pol2
    Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm2
    Tipo de bico: Teejet - 80.03; 80.04; 110.2,110.03; 110.04 ou similares

    Aplicação aérea:
    Para aplicações aéreas são utilizadas aeronaves agrícolas equipadas com barras contendo pontas
    (bicos) e/ou atomizador rotativo (micronair), recomenda-se os seguintes parâmetros:
    Tamanho de gota: gotas médias a grandes (acima de 300 )
    Volume de aplicação: 40-60 L/ha de calda




OXON BRASIL
DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Rua Tabapuã, 474 6º andar. cj. 64/65
CEP 04533-001 – Itaim Bibi
São Paulo – SP – Brasil
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                                                                                             04/01/2021
                                                                                               SIPTROIL



    Densidade de gota: 20 gotas/cm2
    Tipo de bico: 80.15 a 8020
    Altura de vôo: 4-6 m
    Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m

    Condições climáticas:
    Deve-se observar as condições climáticas ideais para pulverização, tais como:
    Umidade relativa do ar: mínima de 55%
    Velocidade do vento: 3 a 10 km/h
    Temperatura ambiente: máxima de 27ºC

    Fatores relacionados com a aplicação na PÓS-EMERGÊNCIA:
    - Plantas infestantes e o seu estágio de controle: para assegurar o pleno controle das
       invasoras na pós-emergência, deve-se observar rigorosamente as espécies recomendadas e os
       respectivos estádios de desenvolvimento indicados.
    - Umidade do ar: aplicar o SIPTROIL® com umidade do ar (UR) superior a 60%.
    - Horário de aplicação: recomenda-se aplicar de preferência pela manhã até as 10 horas, ou à
       tarde, a partir das 16 horas, quando as condições climáticas são as mais favoráveis para
       atividade pós-emergente, principalmente pela maior UR.
    - Orvalho/Chuvas: evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação da
       chuva ou orvalho muito forte.
    - Umidade do solo: o solo deve estar úmido durante a aplicação. Não aplicar o produto com o
       solo seco, principalmente se antecedeu um período de estiagem prolongado, que predispõe as
       plantas infestantes ao estado de estresse por deficiência hídrica, comprometendo seu controle.

    Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
    indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um
    Engenheiro Agrônomo.

    Preparo da calda:
    Para o preparo da calda de pulverização, despejar a dose recomedada do produto diretamente no
    tanque do pulverizador, com pelo menos 1/4 do volume e o sistema de agitação ligado. Em seguida,
    completar o volume com o sistema de agitação ainda em funcionamento.

    INTERVALO DE SEGURANÇA:
    Milho: não determinado devido à modalidade de emprego.

    INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
    Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
    24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos
    de (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.

    LIMITAÇÕES DE USO:
    - Aplicado nas doses recomendadas, SIPTROIL® não é fitotóxico as culturas indicadas.
    - Evitar aplicações em plantas em estado de estresse, oriundas de longo período de estiagem.
    - Evitar as horas mais quentes do dia, umidade relativa do ar baixa, e em condições de excesso de
    chuvas. Requer um período de 6 horas sem chuvas após a aplicação, para a absorção total do
    produto.
    - SIPTROIL® não deve ser recomendado para aplicações nas infestações predominantes de
    gramíneas




OXON BRASIL
DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
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                                                                                                04/01/2021
                                                                                                  SIPTROIL



    INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
    UTILIZADOS:
    (De acordo com os Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana).

    INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
    (Vide item “Modo de Aplicação”).

    DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
    EQUIVALENTE:
    (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

    INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
    TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
    (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

    INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
    PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
    (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

    INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
    O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
    contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de
    ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
    Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
    resistência, seguem algumas recomendações:
    - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do
       mesmo alvo, quando apropriado.
    - Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
    - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
    - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
       regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
    - Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados
       e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
       www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos
       Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
       (MAPA: www.agricultura.gov.br).

                    GRUPO                           C1                           HERBICIDA

    O produto herbicida SIPTROIL® é composto atrazina, que apresenta mecanismo de ação dos
    inibidores do fotossistema II, pertencente ao Grupo C1 segundo classificação internacional do
    HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

    INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
    Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.)
    dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Daninhas, quando disponível.




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                                                                                             04/01/2021
                                                                                               SIPTROIL



                   MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
   boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
   da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
   criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
   SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
   alcance de crianças e de animais.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
   macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
   forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
   com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
   botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra
   vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com
   proteção lateral, e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI)
   recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
   tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver
   sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
   melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
   também entrem em contato, com a névoa do produto
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
   com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
   botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
   mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e
   luvas de nitrila.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
   em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e manter os avisos
   até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
   produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)

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                                                                                                           04/01/2021
                                                                                                             SIPTROIL



     recomendados para o uso durante a aplicação.
•    Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo
     após a aplicação.
•    Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
     tempo entre a última aplicação e a colheita).
•    Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
     evitar contaminação.
•    Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado,
     longe do alcance de crianças e animais.
•    Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
•    Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
     Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
•    Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
•    Não reutilizar a embalagem vazia.
•    No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão
     hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
•    Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
     touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
•    A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
•    Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
     em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


                                                                   Pode ser nocivo se ingerido
                            ATENÇÃO
                                                                   Pode ser nocivo em contato com a pele


PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

                                               - INTOXICAÇÕES POR SIPTROIL –

                                                    - INFORMAÇÕES MÉDICAS -

                                       Atrazina: Triazina.
      Grupo químico                    Monoetilenoglicol: Álcool glicólico.
                                       Óleo mineral: Hidrocarbonetos alifáticos.
    Classe toxicológica                Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
    Vias de exposiçãoo                 Oral, inalatória, ocular e dérmica.
                                       Atrazina: a atrazina apresenta absorção dérmica limitada em humanos (0,3 a
                                       5,1% da dose aplicada). Em ratos, a absorção gastrointestinal foi ampla e rápida,
                                       com absorção de 82% da dose e pico de concentração plasmática entre 8 e 10
      Toxicocinética                   horas após a administração por via oral. A atrazina é amplamente distribuída no
                                       organismo. A biotransformação da atrazina em ratos e em humanos é
                                       qualitativamente similar. A quantidade desta substância na forma inalterada, na
                                       urina, foi menor que 2% em relação aos demais compostos relacionados a


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                                                                                                            04/01/2021
                                                                                                              SIPTROIL



                                       atrazina, tanto após exposição dérmica em humanos quanto após exposição oral
                                       em ratos. A atrazina foi amplamente biotransformada, com mais de 25
                                       metabólitos     identificados em ratos. As desalquilações gradativas são as
                                       principais reações de biotransformação da atrazina, provavelmente seguidas de
                                       conjugação e conversão a ácido mercaptúrico. Estudos in vitro com tecidos
                                       humanos e animais indicam que a desalquilação da atrazina é mediada por
                                       enzimas do citocromo P-450. Os principais metabólitos identificados na urina
                                       incluem os derivados mono-N-desalquilados: deisopropilatrazina (DIA) e
                                       deetilatrazina    (DEA)     e   o    derivado    completamente   desalquilado:
                                       diaminoclorotriazina (DATC), o principal metabólito. Outra via de
                                       biotransformação envolve a decloração seguida de conjugação com a glutationa.
                                       Em ratos, a excreção da atrazina foi rápida, mais de 93% da dose administrada
                                       pela via oral foi excretada dentro de 7 dias, principalmente através da urina
                                       (aproximadamente 73%), mas, também através das fezes (aproximadamente
                                       20%; 7% através da bile), com mais de 50% da dose sendo eliminada dentro das
                                       primeiras 24 horas. Não é previsto que ocorra bioconcentração.

                                       Monoetilenoglicol: o etilenoglicol é rapidamente absorvido e distribuído após
                                       administração pelas vias oral e inalatória. Em ratos, a absorção gastrointestinal
                                       foi cerca de 90-100% com pico de concentração plasmática entre 1-4 horas,
                                       enquanto a absorção pela via inalatória foi cerca de 60% com pico de
                                       concentração plasmática dentro de 1 hora. A absorção pela via dérmica foi
                                       menos extensa, em ratos (20-30%), e ocorreu mais lentamente. Em animais e em
                                       humanos, a biotransformação do etilenoglicol ocorre através de uma série de
                                       reações de oxidação sucessivas gerando, primeiramente, glicoaldeído (em uma
                                       reação catalisada pela enzima álcool-desidrogenase) e, em seguida, o ácido
                                       glicólico, que é convertido em ácido glioxílico que é transformado em ácido
                                       oxálico, o metabólito mais tóxico. O ácido glioxílico é metabolizado rapidamente
                                       em uma série de produtos como malato, ácido fórmico e glicina. A quebra da
                                       glicina e do ácido fórmico gera dióxido de carbono, que é o principal metabólito
                                       do etilenoglicol. Na urina foram identificados o etilenoglicol, ácido glicólico,
                                       oxalato de cálcio e glicina (e seus conjugados). O etilenoglicol é excretado
                                       principalmente como dióxido de carbono (no ar exalado). Na urina, é excretado
                                       como etilenoglicol inalterado, ácido glicólico e, em menor extensão, como ácido
                                       oxálico. O tempo de meia vida de eliminação, em humanos e animais, foi cerca
                                       de 1-4 horas, após administração pela via oral.

                                       Óleo mineral: óleo mineral radiomarcado foi administrado pelas vias oral e
                                       intraperitoneal em ratos na dose 0,66 mL em estudo agudo e crônico. Cinco
                                       horas após a única administração, 0,35% da dose foi encontrado no fígado e
                                       0,2% no tecido adiposo, rins, cérebro e baço. A maior concentração da dose,
                                       75% permaneceu no trato alimentar. Vinte e quatro horas após administração
                                       aguda, a substância foi excretada na sua maioria e 80% foi recuperado nas fezes
                                       dois dias após a administração. De 7 a 8% do material radiomarcado foi
                                       excretado na urina durante a semana após a adminsitração da substância. Onze
                                       por cento de óleo mineral isolado foi excretado nas fezes durante oito dias após a
                                       injeção intraperitonial. Não foram observadas diferenças significantes nas
                                       quantidades de material radimarcado excretado nas fezes em exposição aguda e
                                       crônica. A urina excretada conteve 8% do total da dose administrada. Absorção:
                                       a principal rota de absorção é pela via oral, sendo as demais vias secundárias.
                                       Distribuição: não existe tendência do produto em se acumular em tecidos.
                                       Atrazina: os mecanismos específicos de toxicidade desta substância em
                                       humanos não são conhecidos. Em ratos, a atrazina provoca efeitos
                                       neuroendócrinos, provocando alterações nos níveis hormonais. A atrazina causa
                                       um aumento na incidência de tumores mamários em ratos fêmeas através da
      Mecanismos de
                                       interferência no ciclo estral, no entanto, este aumento na incidência de tumores
        toxicidade
                                       foi considerado espécie específico e sem relevância para humanos. O aumento
                                       da incidência de tumores em ratos fêmeas, SIPTROILra-se relacionado à
                                       diminuição dos níveis de LH (hormônio luteinizante) e consequente aumento da
                                       secreção de estrogênio e prolactina, o que acelera o processo de envelhecimento

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                                                                                                            04/01/2021
                                                                                                              SIPTROIL



                                       reprodutivo normal em ratos fêmeas. Este processo ocorre de forma diferente em
                                       mulheres, que respondem a níveis reduzidos de LH através da redução dos
                                       níveis de estrógeno.

                                       Monoetilenoglicol: os efeitos tóxicos do etilenoglicol são devidos principalmente
                                       à formação de seus metabólitos. Há indícios de que os mecanismos relacionados
                                       aos efeitos de intoxicação sejam multifatoriais, como resultado o depósito de
                                       cristais de oxalato de cálcio na célula e na luz tubular, ou em consequência de
                                       acidose metabólica ou desregulação osmótica ou através de efeito citotóxico
                                       direto, com consequente insuficiência renal aguda, até comprometimento do
                                       sistema nervoso central (SNC) e de sintomas cardiopulmonares.

                                       Óleo mineral: os mecanismos de toxicidade de óleos minerais não são
                                       conhecidos em humanos e animais de experimentação.
                                       Atrazina: os herbicidas da classe das triazinas apresentam baixa toxicidade em
                                       humanos. Sintomas gerais de intoxicação podem ocorrer.
                                       Exposição ocular: em contato com os olhos, as triazinas podem causar irritação
                                       com ardência e vermelhidão.
                                       Exposição cutânea: em contato com a pele, as triazinas podem causar irritação,
                                       com ardência e vermelhidão e dermatite alérgica em indivíduos susceptíveis.
                                       Exposição respiratória: quando inaladas, as triazinas podem provocar irritação
                                       no trato respiratório, manifestada por tosse, ardência no nariz e na garganta.
                                       Exposição oral: a ingestão de grandes quantidades de herbicidas da classe das
                                       triazinas pode causar irritação no trato gastrointestinal com vômito, náuseas, dor
                                       abdominal, diarreia e sensação de queimação na boca. Em animais de
                                       experimentação, a exposição a altas doses causou ataxia, anorexia, dispneia e
                                       espasmos musculares.
                                       Exposição crônica: a atrazina não é genotóxica nem considerada cancerígena
                                       para humanos. Após exposição repetida, esta substância causa efeitos
                                       neuroendócrinos em animais de experimentação caracterizados por alterações
                                       nos níveis hormonais e efeitos no desenvolvimento do sistema reprodutivo.

                                       Monoetilenoglicol: a intoxicação sistêmica é esperada somente após exposição
                                       a grandes quantidades desta substância.
                                       Exposição oral: inicialmente (período de 1-4 horas após exposição) podem
                                       ocorrer náuseas, vômitos, depressão do SNC (ataxia, fadiga, sonolência,
    Sintomas e sinais                  vertigem, nistagmo, convulsões) e acidose metabólica leve a grave. Após 24
         clínicos                      horas podem         ocorrer sintomas cardio-pulmonares como dispneia,
                                       hiperventilação, taquicardia, elevação da pressão arterial e edema pulmonar.
                                       Após 24-36 horas podem ocorrer lesões importantes nos rins, com insuficiência
                                       renal (necrose tubular e depósito de cristais de oxalato de cálcio).
                                       Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
                                       ardência e vermelhidão.
                                       Exposição dérmica: o etilenoglicol apresenta baixo potencial irritativo para a
                                       pele, no entanto, pode ocorrer dermatite alérgica em indivíduos susceptíveis.
                                       Exposição respiratória: o risco de inalação é pequeno em função do
                                       etilenoglicol apresentar uma baixa pressão de vapor, o que previne a exposição
                                       excessiva, no entanto, se inalado, pode ocorrer irritação do trato respiratório
                                       superior, além de tosse, irritação na garganta e cefaleia. Nos casos de inalação
                                       de vapores com concentrações elevadas do produto podem ocorrer intoxicações
                                       com sintomas semelhantes aos observados por ingestão.
                                       Efeitos crônicos: o etilenoglicol pode ser potencialmente fetotóxico e
                                       embriofetotóxico com base em estudos em animais. Não foi observado potencial
                                       cancerígeno em animais.

                                       Óleo mineral: sintomas gerais de intoxicação podem ocorrer.
                                       Exposição oral: irritação no trato gastrointestinal com vômito, náuseas, dor
                                       abdominal, diarreia, tosse, confusão mental, taquicardia.
                                       Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
                                       ardência e vermelhidão.

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                                                                                                               SIPTROIL



                                       Exposição dérmica: irritação, com ardência, vermelhidão e dermatite alérgica
                                       em indivíduos susceptíveis.
                                       Exposição respiratória: irritação no trato respiratório, manifestada por tosse,
                                       ardência no nariz e na garganta.
                                       Efeitos crônicos: doses dermais de óleo mineral não produziram efeitos na
                                       reprodução e desenvolvimento em vários estudos com animais, assim como a
                                       exposição por via inalatória não afetou a morfologia dos espermatozóides. Estudo
                                       de reprodução de uma geração em ratos dosados por gavagem não apresentou
                                       efeitos adversos.
                                       O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
        Diagnóstico
                                       quadro clínico compatível.
                                       Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
                                       ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
                                       durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
                                       equipamento de segurança de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
                                       Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele
                                       (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água abundante e sabão.
                                       O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
                                       impermeáveis.
                                        ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte
                                       de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.

                                       Medidas de descontaminação:
                                       Exposição oral:
                                       - O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
                                       - Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
                                       aspiração.
                                       - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso
                                       de intoxicação por atrazina. Avaliar a necessidade de administração de carvão
                                       ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água
                                       (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g;
                                       crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
                                       - Lavagem gástrica: somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após a
         Tratamento                    ingestão de grande quantidade do produto. Neste caso, considere após ingestão
                                       recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que represente risco à vida.
                                       - Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão
                                       arterial).
                                       - Contraindicações: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco de
                                       aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de
                                       perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de
                                       consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
                                       ingestão de quantidades pouco tóxicas.
                                       Exposição inalatória:
                                       - Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
                                       respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
                                       avalie quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
                                       pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário.
                                        Exposição ocular:
                                       - Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
                                       temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
                                       lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
                                       tratamento específico.
                                       Exposição dérmica:
                                       - Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área exposta com
                                       água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado
                                       para tratamento específico.
                                       A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
    Contra- indicações                 pneumonite química.
                                       A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores


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                                                                                                           SIPTROIL



                                       das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-
                                       intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
                                       ingestão de quantidade não significativa
       Efeitos das
                                       Não são previstos efeitos sinérgicos para o produto
  interaçoes químicas
                                        Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
                                                 informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
                                            Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica –
                                                                  RENACIAT – ANVISA/MS.
         ATENÇÃO
                                          Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
                                         Telefone de Emergência da empresa: (11) 2337-2007 (Horário comercial)
                                                      OXON BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
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Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Vide item Toxicocinética” e “Vide item Mecanismos de Toxicidade”.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 2500 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: a CL50 não foi determinada nas condições do teste até a máxima concentração
atingida na atmosfera da câmara (>2,496 mg/L/4h).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: a substância teste aplicada na pele de coelhos não apresentou sinais
clínicos de irritação durante o período de avaliação.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: a substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu hiperemia e
quemose em todos os animais testados. Todos os sinais de irritação regrediram em 24 horas após a
aplicação.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste
de Ames) nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Atrazina: a atrazina não foi considerada mutagênica com base em estudos in vivo. Esta substância também
não demonstrou potencial cancerígeno em estudos em camundongos. Em estudos em ratos, foi observado
um aumento na incidência de tumores nas fêmeas, no entanto, o modo de ação pelo qual a atrazina induziu
este aumento na incidência de tumores foi considerado espécie-específico e sem relevância para o homem.
Em estudos conduzidos em animais de experimentação, por promover desregulação no eixo hipotálamo-
hipófise-gonadal, a atrazina interferiu no ciclo estral de fêmeas. Também, em consequência desta
desregulação, efeitos mediados por hormônios sexuais resultaram na diminuição da eficiência reprodutiva em
machos e em fêmeas, sem causar alterações na fertilidade. Efeitos ao desenvolvimento foram observados
somente nas doses em que houve toxicidade materna. A atrazina não foi teratogênica em ratos e coelhos. Em
animais de experimentação, o sistema endócrino foi o principal alvo da exposição à atrazina. Como
consequência, uma série de efeitos neuroendócrinos podem ocorrer, tais como: alterações nos níveis
hormonais e efeitos no desenvolvimento do sistema reprodutivo. Doses seguras foram estabelecidas, o
NOAEL de 1,8 mg/kg p.c./dia foi estabelecido com base na diminuição do hormônio luteinizante (LH) e
subsequente interrupção do ciclo estral em estudo mecanicista de 6 meses conduzido em ratos (LOAEL de
3,65 mg/kg p.c./dia) que foi considerado protetor para as consequências de efeitos neuroendócrinos e outros
efeitos adversos causados pela exposição prolongada à atrazina e seus metabólitos.
Monoetilenoglicol: em ratos, a exposição oral repetida a doses muito altas desta substância (doses
superiores a 950 mg/kg p.c. em ratos machos e 3100 mg/kg p.c. em ratos fêmeas em estudo de 90 dias)
causou efeitos nos rins (lesões microscópicas, hiperplasia, nefrite, necrose, hematúria, fibrose e deposição de
cristais em túbulos renais) e depressão do sistema nervoso central. O etilenoglicol não apresentou potencial
cancerígeno em estudos em ratos e camundongos. Em estudos conduzidos em ratos e camundongos, o
etilenoglicol causou aumento da mortalidade fetal e da incidência de malformações externas e esqueléticas.
No entanto, estes efeitos ocorreram apenas após a ingestão ou inalação de altas concentrações desta
substância [em ratos, NOAEL 250 mg/kg p.c./dia pela via oral; Em camundongos, NOAEL de 150
mg/m³/6h/dia (0,15 mg/L/6h/dia) por exposição inalatória de corpo todo e 1000 mg/m³/6h/dia (1,0 mg/L/6h/dia)
após exposição exclusivamente inalatória (nose only)]. Há indícios de que este efeito para o desenvolvimento

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pré-natal seja devido à formação do metabólito ácido glicólico.

Óleo Mineral: a partir de vários estudos de dosagem dérmica em animais, concluiu-se que o óleo mineral não
possui efeitos sobre mortalidade, sinais clínicos de toxicidade, peso corporal, consumo de alimentos, peso
absoluto de órgãos, alterações microscópicas nos órgãos reprodutivos de animais parentais, número de
corpos lúteos, locais de implantação, filhotes vivos por ninhada e peso corporal dos filhotes ou ganho de peso
dos filhotes. Em um estudo inalatório de quatro semanas, não houve efeitos relacionados ao tratamento no
que diz respeito a morfologia do esperma. Em um estudo de reprodução de uma geração, machos e fêmeas
foram dosados por gavagem, e não houve efeitos. Dois outros estudos foram relatados com óleo mineral,
ambos via doses diárias únicas de gavagem. Em um estudo, ambos os sexos foram dosados e alguns efeitos
foram observados, os quais os autores concluíram que estavam dentro do "espectro de malformações que
ocorrem espontaneamente em ratos Sprague-Dawley”. A incidência de carnicogenicidade para óleos minerais
refinados é limitada em animais experimentais e humanos, assim como não há indicios de potencial
mutagênico.

    MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS
    RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

    1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
       MEIO AMBIENTE:
    — Este produto é:
                - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
                - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
                - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
                - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
    — Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
    — Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas).
    — Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
    — Não utilize equipamento com vazamento.
    — Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
    — Aplique somente as doses recomendadas.
    — Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
        d’água. Evite contaminação da água.
    — A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
        da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
    — Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
        (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
        público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
        agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
    — Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
        atividades aeroagrícolas.
    2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
       PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
    — Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
    — O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
        rações ou outros materiais.
    — A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
    — O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
    — Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
    — Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
    — Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
        ou para o recolhimento de produtos vazados.
    — Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da

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                                                                                                 SIPTROIL



         Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
    —    Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

    3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
    — Isole e sinalize a área contaminada.
    — Contate as autoridades locais competentes e a empresa OXON BRASIL DEFENSIVOS
        AGRÍCOLAS LTDA. pelo telefone (11) 2337-2007 (Horário comercial), ou telefone de
        emergência 0800 70 10 450.
    — Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
        borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
    — Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
        drenos ou corpos d´água. Siga as instruções abaixo:
         Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio
         de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
         não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone
         indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
         Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
         material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
         registrante conforme indicado acima.
         Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal
         contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
         medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
         hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
    —    Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO 2 ou PÓ QUÍMICO,
         ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

    4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
    DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
    UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

    Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

    - LAVAGEM DA EMBALAGEM
    Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs –
    Equipamento de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

         • Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
         Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
         seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
             — Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
               a na posição vertical durante 30 segundos;
             — Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
             — Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
             — Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
             — Faça esta operação três vezes;
             — Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

         • Lavagem sob pressão:
         Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
         seguintes procedimentos:
           — Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
           — Acione o mecanismo para liberar o jato de água;


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                                                                                                 SIPTROIL



             — Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
             — A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
             — Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

           Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
           procedimentos:
           — Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
               invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
               segundos;
           — Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
               pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
               segundos;
           — Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
           — Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

    - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
    Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
    armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
    não lavadas.
    O armazenamento das embalagens vazias até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
    local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
    guardadas as embalagens cheias.

    - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
    No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
    tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
    fiscal, emitida no ato da compra.
    Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
    de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
    validade.
    O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
    de um ano após a devolução da embalagem vazia.

    - TRANSPORTE
    As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
    rações, animais e pessoas.
    Para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

    - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

    - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
    O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
    local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
    guardadas as embalagens cheias.

    - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
    É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
    local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

    - TRANSPORTE
    As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
    rações, animais e pessoas.


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                                                                                                 SIPTROIL




    - DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
    A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
    realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
    competentes.

    - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
    OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

    - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
    EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
    A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
    contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.

    - PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
    Caso este produto venha se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
    através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
    A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
    operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
    ambiental competente.

    - TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
    O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
    inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
    agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
    outros materiais.

    RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, MUNICÍPIO OU
    DISTRITO FEDERAL

   Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as
   atividades agrícolas.

    TELEFONES DE EMERGÊNCIA:                       (11) 2337-2007 (Horário comercial)
                                                   0800 701 0450 (Planitox Line)




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