Siptroil
Oxon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda.
Herbicida
Atrazina (triazina) (400 g/L)
Informações
Número de Registro
10307
Marca Comercial
Siptroil
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Atrazina (triazina) (400 g/L)
Titular de Registro
Oxon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda.
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Milho
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Digitaria ciliaris
capim-colchão (3); capim-da-roça (2); capim-tinga
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Xanthium strumarium
carrapicho-bravo (2); carrapicho-de-carneiro (2); carrapicho-grande (2)
Conteúdo da Bula
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SIPTROIL
BULA
SIPTROIL®
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob no 010307
COMPOSIÇÃO:
6-chloro-N2-ethyl-N4-isopropyl-1,3,5-triazine-2,4-diamine (ATRAZINA) ................. .......400 g/L (40% m/v)
Monoetilenoglicol..........................................................................................................37,2 g/L (3,72% m/v)
Óleo mineral..............................................................................................................134,9 g/L (13,49% m/v)
Outros ingredientes....................................................................................................477,9 g/L(47,79% m/v)
GRUPO C1 HERBICIDA
CONTEÚDO: Vide Rótulo
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica.
GRUPO QUÍMICO: Atrazina: Triazina.
Monoetilenoglicol: Álcool glicólico.
Óleo mineral: Hidrocarbonetos alifáticos.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC).
TITULAR DO REGISTRO*:
OXON BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Tabapuã, 474 – 6º andar – cj. 64/65 – Itaim Bibi
CEP: 04.533-001 – São Paulo/SP – Fone: (11) 2337-2007
CNPJ: 07.224.503/0001-90 – Registro no Estado nº 727 - CDA-SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO:
ATRAZINA TÉCNICO OXON – Registro MAPA n° 1078600
Sipcam Oxon S.p.A.
Strada Provinciale per Torre Beretti, km 2,6 - Mezzana Bigli (PV), Provincia di Pavia - 27030, Itália.
Zhejiang Zhongshan Chemical Industry Group Co., Ltd.
Zhongshan Village, Xiaopu Town, Changxing County, Zhejiang Province, 313116 – China.
Hebei Shanli Chemical Co., Ltd.
Eighteenth Team, Zhonqiie Farm, Cangzhou City, Hebei Province, 061108, China.
Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China.
FORMULADORES:
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III – Uberaba/MG – CEP 38 044-755
CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa – Londrina/PR – CEP 86031-610
CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Registro no Estado nº 003263 - ADAPAR-PR
ADAMA BRASIL S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 – Taquari/RS – CEP 95860-000
CNPJ: 02.290.510/0004-19 – Registro no Estado nº 00001047/99 - SEAPA/RS
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 – Mairinque/SP – CEP 18120-970
CNPJ: 47.226.493/0001-46 – Registro no Estado nº 031 - CDA-SP
OXON BRASIL
DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Rua Tabapuã, 474 6º andar. cj. 64/65
CEP 04533-001 – Itaim Bibi
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SIPTROIL
FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III – Uberaba/MG – CEP: 38001-970
CNPJ: 04.136.367/0005-11 – Registro no Estado no 210 - IMA/MG
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul – Sorocaba/SP – CEP: 18 001-970
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado nº 8 - CDA-SP
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335, Quadra 14, lote 5 - Distrito Industrial III – Uberaba/MG – CEP 38044-750
CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Registro Estado nº 701-4896 - IMA-MG
TAGMA BRASIL INDUSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Av. Roberto Simonsem, 1459 - Bairro Recanto dos Pássaros – Paulínia/SP – CEP: 13140-000
CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Registro Estado n° 477 - CDA-SP
SERVATIS S.A.
Rod. Presidente Dutra, km 300,5 – Parque Embaixador – Resende/RJ – CEP 27537-000
CNPJ: 06.697.008/0001-35 – Licença de Operação LO nº 15/07
TECNOMYL S.A.
Parque Industrial Avay - Villeta - Paraguai
TECNOMYL S.A.
Ing. Varela 1080, Parque Industrial - Rio Grande - Província de Tierra Del Fuego - 9420 - Argentina
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4o do Decreto no
7.212 de 15 de junho de 2010).
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: III – PRODUTO PERIGOSO AO
MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
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SIPTROIL
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO
INSTRUÇÕES DE USO:
SIPTROIL® é um herbicida seletivo a cultura do milho, recomendado para controle na pós-
emergência das plantas infestantes anuais nos sistemas de plantio direto ou convencional,
conforme abaixo:
Plantas infestantes Dose N° máximo Volume de
Culturas
Nome Comum Nome científico (L/ha)* de aplicações Calda (L/ha)
Monocotiledôneas (estádio: 2 a 3 folhas):
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea
Trapoeraba Commelina benghalensis
Capim-colchão Digitaria ciliaris Aplicação
Aérea:
Dicotiledôneas (estádio: 4 a 6 folhas):
150 a 400
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia
4,0 a 6,0(1) 1
Caruru Amaranthus retroflexus Aplicação
Milho Aérea:
Carrapichão Xanthium strumarium
40 a 60
Picão-preto Bidens pilosa
Amendoim-bravo
Euphorbia heterophylla
Leiteira
Guanxuma Sida rhombifolia
Época de aplicação: aplicar através de tratamento em área total com as plantas infestantes em
estádio inicial de desenvolvimento. Para maior eficácia no controle considerar de 2 a 3 folhas para
monocotiledôneas e 2 a 3 pares de folhas para dicotiledôneas, com boa turgescência e em pleno
vigor vegetativo.
* Doses referentes ao produto comercial (p.c.).
(1) As doses mais elevadas devem ser aplicadas em níveis de infestações mais altas, principalmente
monocotíledoneas, em solos com maior teor de argila, matéria orgânica ou nível de palha mais elevado.
MODO DE APLICAÇÃO:
A dose recomendada de SIPTROIL® deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização,
com uso de equipamentos terrestres ou aéreos, de forma que se obtenha uma boa cobertura das
plantas infestantes.
Aplicação terrestre:
Para aplicações terrestres são utilizados pulverizadores costais (manual ou pressurizado) e
pulverizadores tratorizados com barra ou autopropelido. Utilizar pontas (bicos) do tipo leque que
proporcionem uma vazão adequada. Utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem
tamanhos de gotas que produzam pouca deriva, recomenda-se com os seguintes parâmetros:
Tamanho de gota: gotas médias a grandes (acima de 300 )
Volume de cada: 150-400 L/ha de calda
Pressão: 40-60 lb/pol2
Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm2
Tipo de bico: Teejet - 80.03; 80.04; 110.2,110.03; 110.04 ou similares
Aplicação aérea:
Para aplicações aéreas são utilizadas aeronaves agrícolas equipadas com barras contendo pontas
(bicos) e/ou atomizador rotativo (micronair), recomenda-se os seguintes parâmetros:
Tamanho de gota: gotas médias a grandes (acima de 300 )
Volume de aplicação: 40-60 L/ha de calda
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SIPTROIL
Densidade de gota: 20 gotas/cm2
Tipo de bico: 80.15 a 8020
Altura de vôo: 4-6 m
Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m
Condições climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para pulverização, tais como:
Umidade relativa do ar: mínima de 55%
Velocidade do vento: 3 a 10 km/h
Temperatura ambiente: máxima de 27ºC
Fatores relacionados com a aplicação na PÓS-EMERGÊNCIA:
- Plantas infestantes e o seu estágio de controle: para assegurar o pleno controle das
invasoras na pós-emergência, deve-se observar rigorosamente as espécies recomendadas e os
respectivos estádios de desenvolvimento indicados.
- Umidade do ar: aplicar o SIPTROIL® com umidade do ar (UR) superior a 60%.
- Horário de aplicação: recomenda-se aplicar de preferência pela manhã até as 10 horas, ou à
tarde, a partir das 16 horas, quando as condições climáticas são as mais favoráveis para
atividade pós-emergente, principalmente pela maior UR.
- Orvalho/Chuvas: evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação da
chuva ou orvalho muito forte.
- Umidade do solo: o solo deve estar úmido durante a aplicação. Não aplicar o produto com o
solo seco, principalmente se antecedeu um período de estiagem prolongado, que predispõe as
plantas infestantes ao estado de estresse por deficiência hídrica, comprometendo seu controle.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um
Engenheiro Agrônomo.
Preparo da calda:
Para o preparo da calda de pulverização, despejar a dose recomedada do produto diretamente no
tanque do pulverizador, com pelo menos 1/4 do volume e o sistema de agitação ligado. Em seguida,
completar o volume com o sistema de agitação ainda em funcionamento.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Milho: não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos
de (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Aplicado nas doses recomendadas, SIPTROIL® não é fitotóxico as culturas indicadas.
- Evitar aplicações em plantas em estado de estresse, oriundas de longo período de estiagem.
- Evitar as horas mais quentes do dia, umidade relativa do ar baixa, e em condições de excesso de
chuvas. Requer um período de 6 horas sem chuvas após a aplicação, para a absorção total do
produto.
- SIPTROIL® não deve ser recomendado para aplicações nas infestações predominantes de
gramíneas
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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
(De acordo com os Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana).
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
(Vide item “Modo de Aplicação”).
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de
ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados
e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos
Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C1 HERBICIDA
O produto herbicida SIPTROIL® é composto atrazina, que apresenta mecanismo de ação dos
inibidores do fotossistema II, pertencente ao Grupo C1 segundo classificação internacional do
HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.)
dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Daninhas, quando disponível.
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e de animais.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra
vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com
proteção lateral, e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e
luvas de nitrila.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e manter os avisos
até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
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recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo
após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
ATENÇÃO
Pode ser nocivo em contato com a pele
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR SIPTROIL –
- INFORMAÇÕES MÉDICAS -
Atrazina: Triazina.
Grupo químico Monoetilenoglicol: Álcool glicólico.
Óleo mineral: Hidrocarbonetos alifáticos.
Classe toxicológica Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposiçãoo Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Atrazina: a atrazina apresenta absorção dérmica limitada em humanos (0,3 a
5,1% da dose aplicada). Em ratos, a absorção gastrointestinal foi ampla e rápida,
com absorção de 82% da dose e pico de concentração plasmática entre 8 e 10
Toxicocinética horas após a administração por via oral. A atrazina é amplamente distribuída no
organismo. A biotransformação da atrazina em ratos e em humanos é
qualitativamente similar. A quantidade desta substância na forma inalterada, na
urina, foi menor que 2% em relação aos demais compostos relacionados a
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atrazina, tanto após exposição dérmica em humanos quanto após exposição oral
em ratos. A atrazina foi amplamente biotransformada, com mais de 25
metabólitos identificados em ratos. As desalquilações gradativas são as
principais reações de biotransformação da atrazina, provavelmente seguidas de
conjugação e conversão a ácido mercaptúrico. Estudos in vitro com tecidos
humanos e animais indicam que a desalquilação da atrazina é mediada por
enzimas do citocromo P-450. Os principais metabólitos identificados na urina
incluem os derivados mono-N-desalquilados: deisopropilatrazina (DIA) e
deetilatrazina (DEA) e o derivado completamente desalquilado:
diaminoclorotriazina (DATC), o principal metabólito. Outra via de
biotransformação envolve a decloração seguida de conjugação com a glutationa.
Em ratos, a excreção da atrazina foi rápida, mais de 93% da dose administrada
pela via oral foi excretada dentro de 7 dias, principalmente através da urina
(aproximadamente 73%), mas, também através das fezes (aproximadamente
20%; 7% através da bile), com mais de 50% da dose sendo eliminada dentro das
primeiras 24 horas. Não é previsto que ocorra bioconcentração.
Monoetilenoglicol: o etilenoglicol é rapidamente absorvido e distribuído após
administração pelas vias oral e inalatória. Em ratos, a absorção gastrointestinal
foi cerca de 90-100% com pico de concentração plasmática entre 1-4 horas,
enquanto a absorção pela via inalatória foi cerca de 60% com pico de
concentração plasmática dentro de 1 hora. A absorção pela via dérmica foi
menos extensa, em ratos (20-30%), e ocorreu mais lentamente. Em animais e em
humanos, a biotransformação do etilenoglicol ocorre através de uma série de
reações de oxidação sucessivas gerando, primeiramente, glicoaldeído (em uma
reação catalisada pela enzima álcool-desidrogenase) e, em seguida, o ácido
glicólico, que é convertido em ácido glioxílico que é transformado em ácido
oxálico, o metabólito mais tóxico. O ácido glioxílico é metabolizado rapidamente
em uma série de produtos como malato, ácido fórmico e glicina. A quebra da
glicina e do ácido fórmico gera dióxido de carbono, que é o principal metabólito
do etilenoglicol. Na urina foram identificados o etilenoglicol, ácido glicólico,
oxalato de cálcio e glicina (e seus conjugados). O etilenoglicol é excretado
principalmente como dióxido de carbono (no ar exalado). Na urina, é excretado
como etilenoglicol inalterado, ácido glicólico e, em menor extensão, como ácido
oxálico. O tempo de meia vida de eliminação, em humanos e animais, foi cerca
de 1-4 horas, após administração pela via oral.
Óleo mineral: óleo mineral radiomarcado foi administrado pelas vias oral e
intraperitoneal em ratos na dose 0,66 mL em estudo agudo e crônico. Cinco
horas após a única administração, 0,35% da dose foi encontrado no fígado e
0,2% no tecido adiposo, rins, cérebro e baço. A maior concentração da dose,
75% permaneceu no trato alimentar. Vinte e quatro horas após administração
aguda, a substância foi excretada na sua maioria e 80% foi recuperado nas fezes
dois dias após a administração. De 7 a 8% do material radiomarcado foi
excretado na urina durante a semana após a adminsitração da substância. Onze
por cento de óleo mineral isolado foi excretado nas fezes durante oito dias após a
injeção intraperitonial. Não foram observadas diferenças significantes nas
quantidades de material radimarcado excretado nas fezes em exposição aguda e
crônica. A urina excretada conteve 8% do total da dose administrada. Absorção:
a principal rota de absorção é pela via oral, sendo as demais vias secundárias.
Distribuição: não existe tendência do produto em se acumular em tecidos.
Atrazina: os mecanismos específicos de toxicidade desta substância em
humanos não são conhecidos. Em ratos, a atrazina provoca efeitos
neuroendócrinos, provocando alterações nos níveis hormonais. A atrazina causa
um aumento na incidência de tumores mamários em ratos fêmeas através da
Mecanismos de
interferência no ciclo estral, no entanto, este aumento na incidência de tumores
toxicidade
foi considerado espécie específico e sem relevância para humanos. O aumento
da incidência de tumores em ratos fêmeas, SIPTROILra-se relacionado à
diminuição dos níveis de LH (hormônio luteinizante) e consequente aumento da
secreção de estrogênio e prolactina, o que acelera o processo de envelhecimento
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reprodutivo normal em ratos fêmeas. Este processo ocorre de forma diferente em
mulheres, que respondem a níveis reduzidos de LH através da redução dos
níveis de estrógeno.
Monoetilenoglicol: os efeitos tóxicos do etilenoglicol são devidos principalmente
à formação de seus metabólitos. Há indícios de que os mecanismos relacionados
aos efeitos de intoxicação sejam multifatoriais, como resultado o depósito de
cristais de oxalato de cálcio na célula e na luz tubular, ou em consequência de
acidose metabólica ou desregulação osmótica ou através de efeito citotóxico
direto, com consequente insuficiência renal aguda, até comprometimento do
sistema nervoso central (SNC) e de sintomas cardiopulmonares.
Óleo mineral: os mecanismos de toxicidade de óleos minerais não são
conhecidos em humanos e animais de experimentação.
Atrazina: os herbicidas da classe das triazinas apresentam baixa toxicidade em
humanos. Sintomas gerais de intoxicação podem ocorrer.
Exposição ocular: em contato com os olhos, as triazinas podem causar irritação
com ardência e vermelhidão.
Exposição cutânea: em contato com a pele, as triazinas podem causar irritação,
com ardência e vermelhidão e dermatite alérgica em indivíduos susceptíveis.
Exposição respiratória: quando inaladas, as triazinas podem provocar irritação
no trato respiratório, manifestada por tosse, ardência no nariz e na garganta.
Exposição oral: a ingestão de grandes quantidades de herbicidas da classe das
triazinas pode causar irritação no trato gastrointestinal com vômito, náuseas, dor
abdominal, diarreia e sensação de queimação na boca. Em animais de
experimentação, a exposição a altas doses causou ataxia, anorexia, dispneia e
espasmos musculares.
Exposição crônica: a atrazina não é genotóxica nem considerada cancerígena
para humanos. Após exposição repetida, esta substância causa efeitos
neuroendócrinos em animais de experimentação caracterizados por alterações
nos níveis hormonais e efeitos no desenvolvimento do sistema reprodutivo.
Monoetilenoglicol: a intoxicação sistêmica é esperada somente após exposição
a grandes quantidades desta substância.
Exposição oral: inicialmente (período de 1-4 horas após exposição) podem
ocorrer náuseas, vômitos, depressão do SNC (ataxia, fadiga, sonolência,
Sintomas e sinais vertigem, nistagmo, convulsões) e acidose metabólica leve a grave. Após 24
clínicos horas podem ocorrer sintomas cardio-pulmonares como dispneia,
hiperventilação, taquicardia, elevação da pressão arterial e edema pulmonar.
Após 24-36 horas podem ocorrer lesões importantes nos rins, com insuficiência
renal (necrose tubular e depósito de cristais de oxalato de cálcio).
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição dérmica: o etilenoglicol apresenta baixo potencial irritativo para a
pele, no entanto, pode ocorrer dermatite alérgica em indivíduos susceptíveis.
Exposição respiratória: o risco de inalação é pequeno em função do
etilenoglicol apresentar uma baixa pressão de vapor, o que previne a exposição
excessiva, no entanto, se inalado, pode ocorrer irritação do trato respiratório
superior, além de tosse, irritação na garganta e cefaleia. Nos casos de inalação
de vapores com concentrações elevadas do produto podem ocorrer intoxicações
com sintomas semelhantes aos observados por ingestão.
Efeitos crônicos: o etilenoglicol pode ser potencialmente fetotóxico e
embriofetotóxico com base em estudos em animais. Não foi observado potencial
cancerígeno em animais.
Óleo mineral: sintomas gerais de intoxicação podem ocorrer.
Exposição oral: irritação no trato gastrointestinal com vômito, náuseas, dor
abdominal, diarreia, tosse, confusão mental, taquicardia.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
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Exposição dérmica: irritação, com ardência, vermelhidão e dermatite alérgica
em indivíduos susceptíveis.
Exposição respiratória: irritação no trato respiratório, manifestada por tosse,
ardência no nariz e na garganta.
Efeitos crônicos: doses dermais de óleo mineral não produziram efeitos na
reprodução e desenvolvimento em vários estudos com animais, assim como a
exposição por via inalatória não afetou a morfologia dos espermatozóides. Estudo
de reprodução de uma geração em ratos dosados por gavagem não apresentou
efeitos adversos.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
Diagnóstico
quadro clínico compatível.
Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
equipamento de segurança de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água abundante e sabão.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte
de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Medidas de descontaminação:
Exposição oral:
- O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
- Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso
de intoxicação por atrazina. Avaliar a necessidade de administração de carvão
ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água
(240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g;
crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após a
Tratamento ingestão de grande quantidade do produto. Neste caso, considere após ingestão
recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que represente risco à vida.
- Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão
arterial).
- Contraindicações: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco de
aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de
perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de
consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidades pouco tóxicas.
Exposição inalatória:
- Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avalie quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário.
Exposição ocular:
- Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
Exposição dérmica:
- Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área exposta com
água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado
para tratamento específico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
Contra- indicações pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
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das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-
intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa
Efeitos das
Não são previstos efeitos sinérgicos para o produto
interaçoes químicas
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica –
RENACIAT – ANVISA/MS.
ATENÇÃO
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (11) 2337-2007 (Horário comercial)
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Planitox Line: 0800 701 0450
Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Vide item Toxicocinética” e “Vide item Mecanismos de Toxicidade”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 2500 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: a CL50 não foi determinada nas condições do teste até a máxima concentração
atingida na atmosfera da câmara (>2,496 mg/L/4h).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: a substância teste aplicada na pele de coelhos não apresentou sinais
clínicos de irritação durante o período de avaliação.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: a substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu hiperemia e
quemose em todos os animais testados. Todos os sinais de irritação regrediram em 24 horas após a
aplicação.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste
de Ames) nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Atrazina: a atrazina não foi considerada mutagênica com base em estudos in vivo. Esta substância também
não demonstrou potencial cancerígeno em estudos em camundongos. Em estudos em ratos, foi observado
um aumento na incidência de tumores nas fêmeas, no entanto, o modo de ação pelo qual a atrazina induziu
este aumento na incidência de tumores foi considerado espécie-específico e sem relevância para o homem.
Em estudos conduzidos em animais de experimentação, por promover desregulação no eixo hipotálamo-
hipófise-gonadal, a atrazina interferiu no ciclo estral de fêmeas. Também, em consequência desta
desregulação, efeitos mediados por hormônios sexuais resultaram na diminuição da eficiência reprodutiva em
machos e em fêmeas, sem causar alterações na fertilidade. Efeitos ao desenvolvimento foram observados
somente nas doses em que houve toxicidade materna. A atrazina não foi teratogênica em ratos e coelhos. Em
animais de experimentação, o sistema endócrino foi o principal alvo da exposição à atrazina. Como
consequência, uma série de efeitos neuroendócrinos podem ocorrer, tais como: alterações nos níveis
hormonais e efeitos no desenvolvimento do sistema reprodutivo. Doses seguras foram estabelecidas, o
NOAEL de 1,8 mg/kg p.c./dia foi estabelecido com base na diminuição do hormônio luteinizante (LH) e
subsequente interrupção do ciclo estral em estudo mecanicista de 6 meses conduzido em ratos (LOAEL de
3,65 mg/kg p.c./dia) que foi considerado protetor para as consequências de efeitos neuroendócrinos e outros
efeitos adversos causados pela exposição prolongada à atrazina e seus metabólitos.
Monoetilenoglicol: em ratos, a exposição oral repetida a doses muito altas desta substância (doses
superiores a 950 mg/kg p.c. em ratos machos e 3100 mg/kg p.c. em ratos fêmeas em estudo de 90 dias)
causou efeitos nos rins (lesões microscópicas, hiperplasia, nefrite, necrose, hematúria, fibrose e deposição de
cristais em túbulos renais) e depressão do sistema nervoso central. O etilenoglicol não apresentou potencial
cancerígeno em estudos em ratos e camundongos. Em estudos conduzidos em ratos e camundongos, o
etilenoglicol causou aumento da mortalidade fetal e da incidência de malformações externas e esqueléticas.
No entanto, estes efeitos ocorreram apenas após a ingestão ou inalação de altas concentrações desta
substância [em ratos, NOAEL 250 mg/kg p.c./dia pela via oral; Em camundongos, NOAEL de 150
mg/m³/6h/dia (0,15 mg/L/6h/dia) por exposição inalatória de corpo todo e 1000 mg/m³/6h/dia (1,0 mg/L/6h/dia)
após exposição exclusivamente inalatória (nose only)]. Há indícios de que este efeito para o desenvolvimento
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pré-natal seja devido à formação do metabólito ácido glicólico.
Óleo Mineral: a partir de vários estudos de dosagem dérmica em animais, concluiu-se que o óleo mineral não
possui efeitos sobre mortalidade, sinais clínicos de toxicidade, peso corporal, consumo de alimentos, peso
absoluto de órgãos, alterações microscópicas nos órgãos reprodutivos de animais parentais, número de
corpos lúteos, locais de implantação, filhotes vivos por ninhada e peso corporal dos filhotes ou ganho de peso
dos filhotes. Em um estudo inalatório de quatro semanas, não houve efeitos relacionados ao tratamento no
que diz respeito a morfologia do esperma. Em um estudo de reprodução de uma geração, machos e fêmeas
foram dosados por gavagem, e não houve efeitos. Dois outros estudos foram relatados com óleo mineral,
ambos via doses diárias únicas de gavagem. Em um estudo, ambos os sexos foram dosados e alguns efeitos
foram observados, os quais os autores concluíram que estavam dentro do "espectro de malformações que
ocorrem espontaneamente em ratos Sprague-Dawley”. A incidência de carnicogenicidade para óleos minerais
refinados é limitada em animais experimentais e humanos, assim como não há indicios de potencial
mutagênico.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS
RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
— Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
— Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
— Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas).
— Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
— Não utilize equipamento com vazamento.
— Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
— Aplique somente as doses recomendadas.
— Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite contaminação da água.
— A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
— Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
— Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
— Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
— O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
— A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
— O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
— Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
— Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
— Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
— Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
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Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
— Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
— Isole e sinalize a área contaminada.
— Contate as autoridades locais competentes e a empresa OXON BRASIL DEFENSIVOS
AGRÍCOLAS LTDA. pelo telefone (11) 2337-2007 (Horário comercial), ou telefone de
emergência 0800 70 10 450.
— Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
— Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d´água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone
indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
— Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO 2 ou PÓ QUÍMICO,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamento de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
— Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
a na posição vertical durante 30 segundos;
— Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
— Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
— Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
— Faça esta operação três vezes;
— Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
— Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
— Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
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— Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
— A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
— Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
— Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
— Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
— Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
— Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
Para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, MUNICÍPIO OU
DISTRITO FEDERAL
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as
atividades agrícolas.
TELEFONES DE EMERGÊNCIA: (11) 2337-2007 (Horário comercial)
0800 701 0450 (Planitox Line)
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