Silverado
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Herbicida
picloram (ácido piridinocarboxílico) (388 g/L)

Informações

Número de Registro
8111
Marca Comercial
Silverado
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
picloram (ácido piridinocarboxílico) (388 g/L)
Titular de Registro
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Classe
Herbicida
Modo de Ação
seletivo de ação sistêmica
Classe Toxicológica
Categoria 3 – Produto Moderadamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Ipomoea triloba
Corda de viola; Corriola
Cana-de-açúcar
Mucuna aterrima
Cana-de-açúcar
Ricinus communis
mamona
Pastagens
Acacia plumosa
acacia-de-espinho; arranha-gato (2); unha-de-gato (1)
Pastagens
Bauhinia variegata
unha-de-vaca (3)
Pastagens
Memora peregrina
ciganinha; cipó-arame
Pastagens
Peschiera fuchsiaefolia
leiteira (2); leiteiro
Pastagens
Schinus terebinthifolius
aroeira-mansa; aroeira-pimenteira; aroeira-vermelha
Pastagens
Tecoma stans
amarelinho; bignonia-amarela; guarã-guarã

Conteúdo da Bula

                                    SILVERADO
                                                                HERBICIDA

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob n° 08111

COMPOSIÇÃO:
PICLORAM, SAL DE TRIETANOLAMINA
(4-amino-3,5,6-trichloropyridine-2-carboxylic acid).............................................................388 g/L (38,8% m/v)
PICLORAM (Equivalente ácido).................…......................................................................240 g/L (24,0% m/v)
VIOLETA DE GENCIANA.......................................................................................................50 g/L (5,0% m/v)
Outros ingredientes...........................................................................................................731 g/L (73,10% m/v)

                    GRUPO                                                  O                                       HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Herbicida

GRUPO QUÍMICO: PICLORAM: Ácido Piridinocarboxílico
               VIOLETA DE GENCIANA: Triarilmetano

TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado solúvel (SL)

TITULAR DO REGISTRO:
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR.
Tel.: (43) 3371-9000 CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Inscrição Estadual: 601.07287-44
Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
PICLORAM TÉCNICO ADA - REGISTRO MAPA nº TC03222
HUNAN BIDE BIOCHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD
Ruxi Chemical Industrial Zone, Linxiang, Yueyang, 414300, Hunan Province – China.

PICLORAM TÉCNICO ADAMA - REGISTRO MAPA nº 13319
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Mianyang Economic and Technical Development Zone, Mianyang City, Sichuan Province – China

PICLORAM TÉCNICO ADAMA 2 – Registro MAPA nº TC09523
LIANYUNGANG AVILIVE CHEMICAL CO., LTD
Duigou port Chemical Industry Park, Guannan County, Lianyungang City, Jiangsu Province, 222520, China

PICLORAM TÉCNICO MILENIA - REGISTRO MAPA nº 0110
ADAMA AGAN LTD
Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 7710201, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel
CORTEVA AGRISCIENCE LLC
2301, N Brazosport Boulevard, 77541-3257, Freeport, Texas – EUA
HEBEI WANQUAN LIHUA CHEMICALS CO., LTD.
Kongjiazhuang Town, Wanquan County, 076250, Zhagjiakou City, Hebei Province – China




                                                                                                               BULA_SILVERADO_28082025_v00

                                                                                                                                   Página 1 de 14
PICLORAM TÉCNICO RB – Registro MAPA nº TC06120
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD
Mianyang Economic and Technical Development Zone, Mianyang City, Sichuan Province, China

PICLORAM TÉCNICO YN - REGISTRO MAPA nº 02611
ZHEJIANG YONGNONG CHEM. IND. CO., LTD.
Lantian, Yongqiang, 325024 Wenzhou City, Zhejiang Province – China

FORMULADOR:
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR.
Tel.: (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR

ADAMA BRASIL S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085, CEP: 95860-000 – Taquari/RS.
Tel.: (51) 3653-9400 - CNPJ: 02.290.510/0004-19
Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS


                            No do lote ou da partida:
                                Data de fabricação:      VIDE EMBALAGEM
                               Data de vencimento:

        ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA
                            E CONSERVE-OS EM SEU PODER.

É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.

                      É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                      Indústria Brasileira
 (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº
                                     7.212, de 15 de junho de 2010)

               CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO

                CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                          CLASSE III – PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C




                                                                                  BULA_SILVERADO_28082025_v00

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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO:
SILVERADO é um herbicida seletivo de ação sistêmica, com corante na formulação, recomendado para o
controle de plantas daninhas dicotiledôneas de porte arbóreo, arbustivo e subarbustivo em áreas de
pastagem, específico para aplicações no toco (imediatamente após o corte da planta daninha), e utilizado na
pré-emergência da cultura da cana-de-açúcar.

CULTURA, ALVO, DOSE, CALDA, MODALIDADE, ÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO DE APLICAÇÕES:

                           ALVO BIOLÓGICO                                                      Número e
                                                                 Dose          Volume de
    Cultura                                                                                   Intervalo de
                Nome Comum           Nome Científico                             Calda
                                                                                               Aplicação

                 Corda-de-viola   Ipomoea triloba
                                                                                              Realizar no
                                                                                              máximo     1
 CANA-DE-                                                                       Terrestre:
                 Mucuna-Preta     Mucuna aterrima            0,6 a 1,0 L/ha                   aplicação
 AÇÚCAR                                                                         150 L/ha
                                                                                              por ciclo da
                                                                                              cultura.
                 Mamona           Ricinus communis

 ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
 Aplicar SILVERADO na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas.

 Utilizar doses mais baixas em solos classificados como de textura arenosa e doses mais altas em solos
 classificados como de textura argilosa.



                           ALVO BIOLÓGICO                                                      Número e
                                                                 Dose          Volume de
    Cultura                                                                                   Intervalo de
                Nome Comum           Nome Científico                             Calda
                                                                                               Aplicação
                 Arranha-gato     Acacia plumosa
                 Unha-de-vaca     Bauhinia variegata                                          Realizar no
                                                              1,0 a 2,0 L/
                 Cipó-arame       Memora peregrina                                            máximo     1
                                                             100 L de água      Terrestre:
 PASTAGEM        Leiteiro         Peschiera fuchsiaefolia                                     aplicação
                 Aroeira-mansa    Schinus terebinthifolius                      200 L/ha
                                                                                              por ciclo da
                                                                 2,0 L/                       cultura.
                 Amarelinho       Tecoma stans
                                                             100 L de água
 ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
 Aplicar SILVERADO sobre o toco/colo das plantas daninhas imediatamente após o corte antes que se inicie
 o processo de cicatrização.
 Utilizar as maiores doses para plantas mais resistentes ou de cerrado devido às roçadas, e, eventualmente,
 um repasse poderá ser necessário nessas áreas.

 O produto não necessita de chuvas para agir por ser aplicado diretamente na planta roçada, podendo ser
 utilizado durante o ano todo. Não utilizar adjuvante.

MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do produto SILVERADO poderá ser efetuada através de pulverização terrestre.

APLICAÇÃO TERRESTRE:
Cana-de-açúcar:
Para a aplicação na cultura da cana-de-açúcar, SILVERADO pode ser aplicado com pulverizar costal,
pulverizador de barras e pulverizador autopropelido. Somente aplique o produto SILVERADO com
equipamentos de aplicação tecnicamente adequados ao relevo do local, corretamente regulados e calibrados,
conforme a recomendação do fabricante do equipamento e do responsável técnico pela aplicação.
Para escolha da ponta de pulverização deve-se considerar as características técnicas do equipamento
operacional e da aplicação, como os ângulos de formação de jato em função do espaçamento entre pontas da

                                                                                  BULA_SILVERADO_28082025_v00

                                                                                                 Página 3 de 14
barra de pulverização, também o formato do jato, vazão de líquido e espectro de gotas, além das características
do alvo, da cobertura desejada e das recomendações técnicas da bula e do fabricante do equipamento. Observe
as prescrições conforme a receita agronômica e utilize equipamentos adequados que proporcionem redução da
possibilidade de deriva.
Para redução do risco de deriva recomenda-se a utilização de pontas de pulverização com tecnologia de indução
de ar, capazes de gerar gotas grossas a extremamente grossas.
A altura da barra de pulverização e espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e
cobertura uniforme no alvo.

Pastagem:
Para a aplicação na cultura da pastagem, SILVERADO pode ser aplicado com pulverizador costal manual ou
roçadeira tracionada por trator associada com equipamento de aplicação simultâneo (roça e aplica), utilizando-
se pontas de pulverização com indução a ar capazes de gerar gotas grossas ou extremamente grossas, de
acordo com as seguintes recomendações:
- Roçada das plantas daninhas: Roçar com foice a planta daninha o mais rente possível ao solo. Em plantas
com roçadas anteriores, refaça o corte abaixo da nova brotação ou do engrossamento da raiz (nó) da última
roçada. Em caules mais grossos, rache em cruz o toco cortado, para uma maior absorção do produto.
- Aplicação do produto: Após roçar a planta daninha, aplique o produto imediatamente após o corte, com o bico
do pulverizador encostado o mais próximo possível do toco, molhando bem até atingir o ponto de escorrimento.
O trabalho deve ser feito em dupla ou trio, com um ou dois cortando a planta e o outro aplicando o herbicida.
- Plantas que apresentam um engrossamento do caule abaixo do nível do solo: corte a planta com enxadão
abaixo do nível do solo e aplique o produto nas pontas dos caules e raízes decepadas ou onde o solo foi
removido, até o encharcamento.
- Plantas com tocos muito finos (menos de 3 cm de diâmetro): corte a planta, pulverize sobre os tocos cortados
até o ponto de escorrimento, encoste o bico do pulverizador rente ao colo da planta, molhe esta região e o
solo ao redor do toco para que o produto entre em contato com as raízes.
- Áreas onde ocorreu fogo e as plantas estão secas: aguarde a nova rebrota de folhas, roce e depois aplique
SILVERADO. Nas áreas já tratadas com o produto evite fogo por no mínimo 30 dias.
- Áreas encharcadas em certos períodos do ano: aguarde abaixar a água para efetuar o tratamento (período
mais seco do ano).
- Manejo da área antes da aplicação: faça um levantamento das espécies de plantas daninhas para definir a
dosagem. Se a gramínea forrageira estiver muito alta na época de aplicação, solte os animais na área para
rebaixar o capim, facilitando a visualização das plantas a serem tratadas.
- Manejo da área após a aplicação: se a gramínea forrageira estiver muito pastejada (baixa) ou degradada,
faça vedação dos pastos por 60 a 90 dias para facilitar sua recuperação.

Siga sempre as orientações do Engenheiro Agrônomo e/ou profissional responsável pela aplicação, que poderá
conciliar o modelo de bico, o tamanho da gota adequada à tecnologia de aplicação e técnicas para redução de
deriva, a altura da barra e outras características do equipamento de aplicação, parâmetros técnicos operacionais
e de segurança para aplicação, a topografia do terreno, bem como, as doses e recomendações de uso prescritas
na bula do produto para os respectivos alvos e culturas.

CALIBRAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Antes de toda pulverização, deve-se calibrar e regular o equipamento, verificando a vazão das pontas, assim
determinando o volume de aplicação e a quantidade de produto a ser colocada no tanque, como também ajustar
os componentes da máquina às características da cultura e produtos a serem utilizados de acordo com as
recomendações do fabricante (equipamento). Em caso de não calibração e regulagem, ou má realização desse
processo, pode ocorrer perdas significativas do produto e eficiência.

MODO DE PREPARO DA CALDA:
Encher o tanque do pulverizador com cerca de 2/3 da sua capacidade com água limpa. Em seguida, adicionar
SILVERADO nas doses recomendadas e completar com o restante da água sempre sob agitação e aplicar
em seguida. É importante que o sistema de agitação do produto no tanque se mantenha em funcionamento
durante toda a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.




                                                                                     BULA_SILVERADO_28082025_v00

                                                                                                     Página 4 de 14
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
- Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
- Umidade relativa do ar superior a 55%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.

Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto SILVERADO, pois pode haver risco
de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.

Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto SILVERADO, devido ao potencial
de deriva pelo movimento do ar.

Não aplique o produto SILVERADO se o vento estiver no sentido das culturas sensíveis.

OBS: o potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
aplicação e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento de aplicação,
o relevo, a altura da barra de pulverização, altura do voo da aeronave, a cultura e, especialmente, as
condições climáticas (temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do vento) são aspectos relevantes
que devem ser considerados para reduzir a possibilidade de deriva. O responsável pela aplicação deve
considerar todos estes fatores para tomar a decisão de quando aplicar o produto.

Toda a pulverização com o produto SILVERADO feita fora das condições operacionais e meteorológicas
adequadas, pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis.

LIMPEZA DE EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com SILVERADO.
Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros
produtos, ocorrendo contaminação cruzada. Estes resíduos também podem gerar problemas de
contaminação de áreas vizinhas, caso ocorra deriva de gotas pelo vento.
Para limpeza e descontaminação dos pulverizadores recomenda-se consultar os fabricantes para realização
correta do processo de limpeza do tanque e sistema hidráulico.
Recomenda-se a realização do processo de tríplice lavagem do sistema, buscando na primeira lavagem retirar
o máximo de resíduos, na segunda lavagem deve-se proceder com a remoção e limpeza dos filtros e a terceira
lavagem recomenda-se considerar a adição de produtos específicos para limpeza de tanque, após prosseguir
com o enxague seguindo a recomendação do fabricante.
Recomenda-se, diariamente, após a utilização do pulverizador proceder a extração/retirada de toda a calda
remanescente do produto de dentro do equipamento de aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

CULTURA                                                DIAS
Cana-de-açúcar                                          230
 Pastagem                                              UNA
U.N.A - Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivo para culturas agrícolas.
- Não aplicar o produto quando for observadas condições operacionais e meteorológicas inadequadas que
resultam na formação de deriva e atingimento de cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis.
- Em aplicações próximas a culturas sensíveis, tais como, algodão, banana, batata, maçã, oliva, pepino, tabaco,
tomate, uva, entre outras, manter atenção redobrada com a tecnologia de aplicação, adotando as práticas
agrícolas recomendadas para o produto, para minimizar a possibilidade de deriva.
- A deriva de pequenas quantidades do produto SILVERADO pode causar danos às culturas sensíveis.
- O produto em contato com sementes pode inibir a sua germinação.

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- Não adicionar adjuvante ou espalhante adesivo a calda do produto.
- Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, por um período
mínimo de 60 dias após o tratamento, para adubar plantas ou culturas sensíveis ao produto.
- O pulverizador usado para a aplicação de SILVERADO deve ser rigorosamente limpo e descontaminado,
realizando-se a tríplice lavagem (tanque, barra, filtros em geral e pontas de pulverização), antes da aplicação
de qualquer outro produto. Observar os detalhes no item Limpeza do Equipamento de Aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado ou logo após a aplicação do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo,
     quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
     para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério
da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

               GRUPO                                     O                             HERBICIDA

O produto herbicida SILVERADO é composto pelo ingrediente ativo PICLORAM, que apresenta mecanismo
de ação como mimetizadores da auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do
HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).




                                                                                     BULA_SILVERADO_28082025_v00

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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas de borracha, avental impermeável, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P3; óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P3; óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.




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PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.



                                       PERIGO           Nocivo se inalado
                                                        Suspeito de provocar câncer

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

• Olhos: Em caso de contato lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

• Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

                                   - INTOXICAÇÕES POR SILVERADO -

                                         INFORMAÇÕES MÉDICAS

 Grupo químico            Picloram: piridinacarboxilatos
 Classe toxicológica      CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
 Vias de exposição        Oral, inalatória, ocular e dérmica.
                          Picloram: O Picloram foi rapidamente absorvido do trato gastrointestinal (meia-
                          vida de 0,5 horas) e rapidamente excretado não modificado pela urina; mais que
 Toxicocinética           76 % do produto aplicado oralmente foi excretado na urina durante as primeiras 6
                          horas e, mais que 87% foi excretado na urina em 72 horas. Por comparação,
                          Picloram foi levemente absorvido através da pele (meia-vida de 12 horas) e,

                                                                                    BULA_SILVERADO_28082025_v00

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                        baseando-se na quantidade de Picloram excretado na urina, somente uma
                        pequena fração (0,18%) do Picloram aplicado à pele foi absorvido.
                        Em resumo, estes dados demonstram que Picloram é rapidamente excretado
                        tendo um baixo potencial para acumular no homem durante exposições repetidas
                        ou prolongadas.
Toxicodinâmica          Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
                        Picloram:
                        Exposição Aguda:
                        Dados de exposição de humanos a doses elevadas são limitados. Pode ocorrer
                        náusea após exposição a grande quantidade. A sua baixa pressão de vapor torna
                        a toxicidade por via inalatória improvável. O picloram não é descrito como sendo
                        um sensibilizante. O seu pó pode ser irritante aos olhos, pele, nariz, garganta e
                        trato respiratório. É improvável que ocorra dano à córnea.
                        Respiratório:
                        O pó do picloram é irritante para o trato respiratório.
Sintomas     e   sinais Neurológico:
clínicos                Embora não tenham sido relatados ataques epilépticos em humanos, eles
                        ocorreram em animais expostos a doses fatais.
                        Gastrintestinal:
                        Pode ocorrer náusea após ingestão de grande quantidade de picloram. O picloram
                        é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal.
                        Hematológico:
                        Os níveis de leucócitos podem diminuir.
                        Dermatológico:
                        O picloram é moderadamente irritante para a pele. O picloram é absorvido
                        lentamente através da pele.
                        O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição
Diagnóstico
                        e pela ocorrência do quadro clínico compatível.
                        Tratamento geral: as medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do
                        paciente com avaliação de sinais vitais e do "status mental", a efetividade da
                        respiração e circulação, manutenção de vias aéreas patentes e adequada
                        oxigenação, remoção da fonte de exposição ao produto com a descontaminação
                        do paciente, administração de antídotos, medidas para aumentar a eliminação do
                        tóxico do organismo, medidas sintomáticas e de manutenção.
                        Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência
                        cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via
                        endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
                        arritmias cardíacas. Usar vasopressores na hipotensão severa (evitar adrenalina
                        pelo risco de fibrilação). Avaliar estado de consciência do paciente.
                        Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente.
                        Sucção de secreções orais se necessário. lntubação e ventilação conforme
                        necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou
                        comprometimento neurológico.
Tratamento              Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão
                        tecidual. Se intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar
                        assistida.
                        Medidas de descontaminação:
                        Exposição oral: Tratamento de suporte vital, monitorização cardíaca e
                        respiratória. Controlar convulsões anteriormente a qualquer método de
                        descontaminação gastrintestinal. A lavagem gástrica deve ser indicada se a dose
                        ingerida for acima de 40 mg/Kg de ingrediente ativo (adulto), seguido de carvão
                        ativado.
                        - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade
                        do produto (geralmente dentro de 1 hora).
                        Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração
                        com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral
                        esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
                        Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou
                        alteração de consciência em pacientes não-intubados; pacientes com risco de

                                                                                 BULA_SILVERADO_28082025_v00

                                                                                                Página 9 de 14
                      hemorragia (alterações prévias de coagulação) ou perfuração gastrintestinal; e
                      ingestão de quantidade não significativa do produto.
                      Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a sua
                      absorção sistêmica, se administrado logo após a ingestão (1 h).
                      Dose: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/30
                      g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g (ou 0,5
                      a 1,0 g/Kg) em crianças de 1 a 12 anos e 10 a 25g (ou 0,5 a 1,0 g/Kg) em crianças
                      com menos de 1 ano.
                      Contraindicações: pacientes neurologicamente comprometidos e com as vias
                      aéreas desprotegidas, perfuração do trato gastrintestinal e quando o carvão
                      ativado pode aumentar o risco de aspiração.
                      Na presença de vômito, pode ser administrado através de um tubo orogástrico ou
                      tubo nasogástrico. Nos casos moderados a severos, a administração repetida de
                      carvão ativado a cada 2-4 horas pode ser benéfica na tentativa de diminuir a
                      absorção e a circulação entero-hepática, mas o uso de formulações contendo
                      sorbitol (um catártico) deve ser evitada após a primeira dose.
                      - Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses desse composto, podem
                      aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado
                      para evitar que aspire resíduos.
                      ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando,
                      com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
                      Exposição Ocular: Lave os olhos expostos abundantemente com água ou
                      solução salina 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30 minutos.
                      Assegure que não fiquem partículas na conjuntiva. Evitar que a água da lavagem
                      contamine o outro olho. Pode-se utilizar colírio anestésico no início da
                      descontaminação ocular. Realizar avaliação oftalmológica de urgência.
                      Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta, não
                      negligenciando unhas e dobras cutâneas, com água abundante e sabão por cerca
                      de 20 a 30 minutos para remover resíduos de agrotóxicos da pele e cabelo. Muitos
                      agrotóxicos são corrosivos e irritantes e causam processo inflamatório local que
                      pode se intensificar com a exposição ao sol. Podem ocorrer queimaduras
                      químicas. Tratamento dos sintomas de acordo com as manifestações clínicas.
                      Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado e fornecer
                      adequadas ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos possuem solventes
                      derivados de petróleo e outras substâncias, como surfactantes, agravando a
                      irritação de mucosas e os efeitos da intoxicação, podendo causar pneumonite e
                      pneumonia química. Administrar oxigênio, corticoides, broncodilatadores,
                      antagonistas H1, antibioticoterapia conforme indicação clínica.
                      Antídoto: não há antídoto específico conhecido para a substância.

                      CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
                      EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto;
                      e utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para
                      realizar o procedimento.
                      A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção
                      das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental
                      impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.

                      Não aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto.
                      Utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual para realizar o
Contraindicações
                      procedimento. A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial
                      de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos das
                      Não são conhecidos efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores.
interações químicas
                          -   Ligue para o Disque – Intoxicação: 0800 722 6001, para notificar o
                              caso e obter informações especializadas sobre Diagnóstico e Tratamento
ATENÇÃO                       - Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                              (RENACIAT/ANVISA/MS).



                                                                               BULA_SILVERADO_28082025_v00

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                              -   As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças
                                  e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
                                  Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema
                                  de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).


                                  Telefone de Emergência ADAMA BRASIL S/A: 0800 200 2345
                                                         (43) 3371-9330
                                             https://www.adama.com/brasil/pt/contato


MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg de p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: 3,330 mg/L (4h).
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Produto não irritante para a pele. A substância teste não causou
nenhuma irritação cutânea.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Produto não irritante para os olhos. Foi observada quemose no
animal 1, com total reversibilidade em 24 horas. Os animais 2 e 3 apresentaram irite, hiperemia e quemose,
com total reversibilidade em 72 horas.
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS:
Picloram: Um estudo crônico realizado em ratos durante 2 anos apresentou NOEL de 20 mg/kg/dia. O
principal efeito relacionado ao tratamento foi o aumento dos pesos absoluto e relativo do fígado e
propriedades tintoriais dos hepatócitos centrilobulares. Não houve mortalidade ou incidência de tumores
durante o estudo (EPA RED, 1995). Em estudos reprodutivos em ratos e em camundongos o picloram não
apresentou efeitos na gestação e na fertilidade dos animais.
Em estudos em animais o picloram também não apresentou efeitos teratogênicos (EXTOXNET, 1996). Estudos
de 12 meses em cães, os efeitos observados foram aumento no tamanho e peso do fígado. O NOEL foi de 35
mg/kg/dia. Em um estudo em ratos de 2 gerações, os efeitos observados foram toxicidade renal nos machos e
fêmeas F0 e F1 da maior dose administrada; nenhum efeito foi observado sobre a fertilidade ou desenvolvimento
neonatal. O NOEL foi de 200 mg/kg/dia e o NOEL para fertilidade e desenvolvimento neonatal foi de 1000
mg/kg/dia.


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:

-   Este produto é:
    ( ) Altamente Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE I)
    ( ) Muito perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
    (X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
    ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

-   Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-   Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
    atingir, principalmente, águas subterrâneas.
-   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-   Não utilize equipamentos com vazamentos.
-   Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-   Aplique somente as doses recomendadas.



                                                                                   BULA_SILVERADO_28082025_v00

                                                                                                 Página 11 de 14
-       Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
        contaminação da água.
-       A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
        e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
   outros materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
   recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
   Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
− Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
− - Isole e sinalize a área contaminada.
− Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: ADAMA BRASIL S/A.
− Telefone da empresa: 0800 400 7070.
− Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
   óculos protetor e máscara com filtros).

    -    Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
         ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
        - Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
            uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
            ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua
            devolução e destinação final.
        - Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
            material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
            conforme indicado.
        - Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
            o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
            adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
            da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico ficando a favor
do vento para evitar intoxicação

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:



                                                                                     BULA_SILVERADO_28082025_v00

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−   Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
    vertical durante 30 segundos;
−   Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
−   Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
−   Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
−   Faça essa operação três vezes;
−   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
  com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
  coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
  embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
   pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
   no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
   validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
   um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
  coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
  as embalagens cheias.
− Use luvas no manuseio dessa embalagem.
− Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
  separadamente das embalagens lavadas.




                                                                                   BULA_SILVERADO_28082025_v00

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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
   pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
   no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
   validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
   validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalizacão, pelo prazo mínimo de
   um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local
  coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
  embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
   produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
− A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
   pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
− É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
   FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO
− EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
   EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
− A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
   contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
− Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
   telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
− A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
   equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
− O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
   como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
   medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:

Rio Grande do Sul: aplicação de agrotóxicos hormonais somente poderá ser realizada por aplicador pessoa
física devidamente cadastrado no Cadastro Estadual de Aplicadores de Agrotóxicos ou por pessoas jurídicas
com o registro ativo como prestador de serviço na aplicação de agrotóxicos junto à SEAPDR.



                                                                                   BULA_SILVERADO_28082025_v00

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