Silicon Protect
Mineração e Pesquisa Brasileira Ltda.
Inseticida
terra diatomácea (inorgânico) (912 g/kg)
Informações
Número de Registro
11617
Marca Comercial
Silicon Protect
Formulação
DP - Pó Seco
Ingrediente Ativo
terra diatomácea (inorgânico) (912 g/kg)
Titular de Registro
Mineração e Pesquisa Brasileira Ltda.
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Contato
Classe Toxicológica
Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Acanthoscelides obtectus
Caruncho-do-feijão; Gorgulho-do-feijão
Todas as culturas
Cryptolestes ferrugineus
Besouro; Escaravelho
Todas as culturas
Oryzaephilus surinamensis
Besouro
Todas as culturas
Rhizopertha dominica
Besourinho; Besouro
Todas as culturas
Sitophilus oryzae
Caruncho-do-arroz; Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-do-arroz
Todas as culturas
Sitophilus zeamais
Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-do-milho
Todas as culturas
Tribolium castaneum
Besouro-castanho
Conteúdo da Bula
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob no 11617
COMPOSIÇÃO:
Silicon dioxide (TERRA DIATOMÁCEA) ...................................................................................912g/kg (91,2 % m/m)
Outros Ingredientes..................................................................................................................88 g/kg (8,8 % m/m)
PESO LÍQUIDO: Vide Rótulo
CLASSE: Inseticida de contato
GRUPO QUÍMICO: Inorgânico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Seco – (DP)
TITULAR DO REGISTRO:
Mineração e Pesquisa Brasileira Ltda
Rodovia UR 24, nº1395, Linha Rio Deserto
CEP: 88.840-000 – Urussanga, SC
CNPJ: 79.917.597/0004-36
Número de registro do estabelecimento/Estado: CIDASC nº 1298
País: Brasil
Tel: (48) 3441-2811
Fax: (48) 3441-2815
FABRICANTE/FORMULADOR:
Mineração e Pesquisa Brasileira Ltda
Rodovia UR 24, nº1395, Linha Rio Deserto
CEP: 88.840-000 – Urussanga, SC
CNPJ: 79.917.597/0004-36
Número de registro do estabelecimento/Estado: CIDASC nº 1298
País: Brasil
Tel: (48) 3441-2811
Fax: (48) 3441-2815
No. do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira.
PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: IV – POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: IV – PRODUTO POUCO PERIGOSO
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
O SILICON PROTECT é um inseticida de contato, deve ser aplicado pulverizando o produto nos grãos,
na esteira, antes da entrada nos silos, depósitos e armazéns, após a limpeza do local.
NÚMERO E
ÉPOCA DE
CULTURA ALVO CONTROLADO DOSE APLICAÇÃO E
INTERVALO DE
APLICAÇÃO
Acanthoscelides obtectus Deve ser pulverizado
(Caruncho-do-feijão; Gorgulho-do-feijão) em toda massa dos
Rhizopertha dominica grãos na esteira,
(Besourinho; Besouro) antes da entrada
Sitophilus oryzae Durante o nos silos, depósitos e
(Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-dos-grãos- armazenamento armazéns, após a
Em todas as
armazenados; Caruncho ou Gorgulho de arroz) dos grãos limpeza do local.
culturas com
Sitophilus zeamais (esteira):
ocorrência do
(Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-do-milho) 1 kg de produto Não existe número,
alvo biológico.
Cryptolestes ferrugineus por tonelada de época e intervalo de
(Besouro; Escaravelho) grãos aplicação, o produto
Tribolium castaneum deve ser aplicado
(Besouro-castanho) sempre na entrada
Oryzaephilus surinamensis dos grãos nos silos,
(Besouro) depósitos e armazéns.
MODO DE APLICAÇÃO:
- Após a operação de limpeza do interior da unidade, aplicar o produto SILICON PROTECT com
povilhadeira para graneleiro ou através do sistema de aeração, para silos que disponham de aeração,
na dosagem de 1 kg / tonelada de grão. - Encher a unidade até faltar cerca de 30 cm para o limite. Nos
últimos 30 cm, durante o enchimento, polvilhar o produto SILICON PROTECT na massa de grãos, na
dosagem de 1 kg / tonelada de grão. - Após o enchimento total da unidade, polvilhar a superfície da
massa de grãos com SILICON PROTECT, na dosagem de: 1 kg / tonelada de grão.- Utilize os EPI
(macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara de proteção com filtro para
pós).
INTERVALO DE SEGURANÇA: Sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: “Não há necessidades
de observância de intervalo de reentrada desde que se use máscara de proteção ao reentrar nas áreas
tratadas”
LIMITAÇÕES DE USO: - Manter os armazéns secos e bem ventilados. - Usar o produto somente nas
doses e condições recomendadas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
As medidas de controle coletivas são: quando aplicável utilizar ventiladores, circuladores de ar,
exaustores; providenciar uma ventilação adequada ao local de trabalho. O operador deve sempre
utilizar um equipamento de proteção respiratória mesmo quando providenciada uma boa ventilação.
Equipamentos de proteção individual: Proteção respiratória: utilizar máscaras combinadas, com
filtro químico e filtro mecânico, (tipo ORGAN P2 – EPICON ou classe P2 – 5n11-3M), ou mascara de
borracha ou silicone com filtro para pesticidas. Proteção para as mãos: utilizar luvas de nitrila, PVC ou
outro material impermeável. Proteção para os olhos: utilizar óculos de segurança para produtos
químicos. Proteção para a pele e corpo: utilizar macacão de mangas compridas impermeáveis ou
hidro repelentes e botas de PVC. Precauções Especiais: manter os EPI’S devidamente limpos e em
condições adequadas de uso, realizando periodicamente inspeções e possíveis manutenções e/ou
substituições de equipamentos danificados.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide modo de
aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE: Conforme avaliação do IBAMA, esta embalagem não pode ser lavada.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS: (Vide recomendações aprovadas
pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (Vide recomendações aprovadas pelo órgão
responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS: Qualquer agente de controle de
inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de
resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC-BR recomenda as
seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos
mesmos: - Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser
utilizado em gerações consecutivas da mesma praga. - Utilizar somente as dosagens recomendadas no
rótulo/bula. - Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as
recomendações locais para o MRI.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Sempre que houver disponibilidade de
informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes
programas sejam implementados.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
PRECAUÇÕES GERAIS: - Produto para uso exclusivamente agrícola. - Não coma, não beba e não
fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não manuseie ou aplique o produto sem os
equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. - Não utilize equipamentos com
vazamentos ou defeitos. - Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não transporte o
produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as
orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. -
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. - Utilize equipamento de proteção
individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do
punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro
mecânico classe P1 ou P2, cobrindo nariz e boca e óculos de segurança com proteção lateral e luvas
de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: - Evite o máximo possível o contato com a área de
aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro mecânico classe P1 ou P2, cobrindo o nariz e a boca e óculos de
segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em
sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
óculos, botas, macacão, luvas e máscara. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. -
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas
utilizar luvas e avental impermeável. - Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção
após cada aplicação do produto. - Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente
as especificações do fabricante. - Não reutilize a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize
equipamentos de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas
compridas, luvas e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: Não há dados que indiquem a ocorrência de danos agudos ou crônicos
causados por Terra Diatomácea, ingrediente ativo inorgânico, de origem mineral, predominante neste
produto, portanto não oferece risco específico a seres humanos ou animais sendo os primeiros socorros
indicados de forma geral: Em caso de acidentes procure logo um serviço médico de emergência levando
a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Ingestão: Em caso de ingestão, não
provoque o vômito. Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante 15
minutos. Pele: Em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância. Inalação: Em caso
de inalação, transporte o intoxicado para um local arejado. Se o intoxicado parar de respirar, aplique
imediatamente respiração artificial. Transporte-o para assistência médica mais próxima.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Inorgânico
Classe toxicológica Classe IV – Pouco Tóxico
Mecanismos de toxicidade A Terra diatomácea não é tóxica, mas pode ser nociva. Na região
traqueobronquial a presença da poeira estimula um aumento na
produção de muco para auxiliar o trabalho dos cílios ali existentes na
remoção das partículas. A estimulação prolongada das células e das
glândulas da secreção do muco pode induzir a hipertrofia dessas
estruturas. As observações de efeitos danosos à saúde provocados
pela exposição à sílica geralmente estão associadas a indivíduos
expostos ocupacionalmente a sílica cristalina.
As células do pulmão possuem uma alta taxa de reposição ou
renovação, onde as células com a superfície parcialmente danificada
são rapidamente trocadas por células novas. Devido à rápida
regeneração das células do pulmão, há provavelmente maior
vulnerabilidade às alterações carcinogênicas pela presença da poeira.
Os mecanismos que induzem a formação do câncer provocado pela
sílica livre cristalizada ainda estão sendo estudados. Existe um número
maior de evidências demostrando que o persistente processo de
inflamação dos pulmões gera substâncias oxidantes que resultam nos
efeitos genotóxicos no parênquima pulmonar.
A sílica livre cristalina é extremamente tóxica para o macrófago
alveolar devido às suas propriedades de superfície que levam á lise
celular.
O material predominante neste produto trata-se de sílica amorfa
estando à presença de sílica cristalina limitada a menos de 1% da
composição do Silicon Protect. Assim, as informações deste quadro
médico referem-se à exposição à sílica cristalina sendo pouco provável
que a exposição ao produto de acordo com as especificações do
Silicon Protect provoque danos a saúde.
Vias de absorção Oral e Inalatória.
Sintomas e sinais clínicos Via Oral: As dados disponíveis parecem substanciar a inércia
biológica da sílica e silicatos quando absorvidos por essa via. Todo
silicato absorvido é excretado pelos rins sem evidência de acumulação
tóxica no corpo. Pele/Olhos: Pode causar irritação e inflamação.
Inalação: Exposição prolongada à sílica cristalina pode causar fibrose
pulmonar. Esse material é considerado um pó nocivo, mas não-tóxico.
Inalação prolongada de sílica cristalina pode resultar em silicose, uma
fibrose pulmonar incapacitante caracterizada por alterações fibróticas e
nódulos pulmonares, tosse seca, respiração curta, enfisema,
decréscimo da expansão peitoral e susceptibilidade à tuberculose
aumentada. Em estágios avançados pode ocorrer perda de apetite, dor
pleurítica e incapacidade total para trabalhar. A silicose avançada pode
resultar em morte devido à falência cardíaca ou destruição do tecido
pulmonar. A sílica cristalina é classificada como sendo do grupo 2A.
“Provavelmente carcinogênico para humanos” pela IARC e “evidência
suficiente” de carcinogenicidade pela NTP.
A silicose predispõe o organismo a uma série de co-morbidades,
pulmonares e extra-pulmonares, como a tuberculose, o enfisema, a
limitação crônica ao fluxo aéreo, as doenças auto-imunes e o câncer.
Toxicocinética Administração de uma dose única de 2,5 g de dióxido de sílica
polimérica a voluntários não aumentou significamente a excreção de
SiO2 na urina sugerindo uma pobre absorção do composto. A excreção
média de 24 h de SiO2 cinco machos submetidos a uma dieta regular
foi de 16,2 mg. O valor variou bastante e foi relacionado à quantidade
de SiO2 na dieta. A excreção urinária de sílica foi aumentada quando
Mg2Si3O8 n H2O foi administrado via oral.
Em experimentos com dois voluntários, foi observado que após
ingestão de 50 mg de ácido sílico monomérico, a excreção renal do
SiO2 por unidade de tempo não foi relacionada à quantidade de urina
excretada na mesma unidade de tempo. A máxima excreção ocorreu
com uma ou duas horas. Mesmo em altas concentrações (acima de
700 µg SiO2 /cm3 na urina) o ácido silícico ainda estava presente na
forma reativa de molibdato. O ácido silícico polimeriza acima de 100 –
150 gramas SiO2 /cm3 . A velocidade de polimerização é dependente
do pH e da concentração. O experimento foi realizado para excluir
danos ao trato urinário através da precipitação de proteínas pelo ácido
silícico polimérico formado pela polimerização de ácido monomérico
silícico em altas concentrações.
Diagnóstico O diagnóstico da Silicose é baseado na radiografia de tórax, em
conjunto com história clínica e ocupacional coerentes. Eventualmente,
outros procedimentos são necessários (provas de função pulmonar,
teste de exercício para estabelecimento da incapacidade funcional...)
Tratamento Não se conhece qualquer tratamento médico capaz de inverter o
processo da silicose, cabendo apenas o controle das complicações.
Por conseguinte a prevenção assume uma importância extremamente
crítica. O afastamento de situações de exposição poderá contribuir
para diminuir o ritmo de progressão da doença. Os corticosteroides
não têm mostrado eficácia na redução do progresso da doença. Caso
sejam detectadas complicações, tais como insuficiência cardíaca ou
tuberculose, deverá ser rapidamente iniciado um tratamento
adequado. Todos os indivíduos deverão ser energicamente
aconselhados a deixarem de fumar devendo ser-lhes prestado todo o
apoio e informação referente à abstenção do fumo.
Contra-indicações A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de
aspiração.
Atenção As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades
de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações
especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones
de Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: (48) 3441-2811
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: O produto se
ingerido é pouco absorvido, sendo principalmente excretado pela urina. A estimativa de quantidade de
produto no organismo torna-se difícil em virtude da já existência de seus componentes na natureza e no
próprio corpo. Não são conhecidos casos de intoxicação com terra diatomácea (dióxido de silício).
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: - Efeitos agudos: Não são
conhecidos casos de intoxicação com terra diatomácea (dióxido de silício). A exposição à substância pode causar
irritação de olhos e dificuldades respiratórias. - Efeitos crônicos: Doenças pré-existentes como asma, bronquite,
efisema, doenças do pulmão e respiratórias podem ser agravadas por exposição prolongada ao produto. Com
respeito aos efeitos crônicos e subcrônicos, o dióxido de silício cristalino tem sido associado há tempos com
silicose, uma doença pulmonar progressiva que pode resultar em câncer de pulmão para humanos. Entretanto,
dióxido de silício amorfo (utilizado em formulações inseticidas) não foi associado com a silicose. A Agência
Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC) conduziu uma avaliação profunda do potencial carcinogênico do
dióxido de silício. Eles concluíram que não há evidência adequada para relacionar sílica amorfa com efeitos
cancerígenos em humanos ou cobaias.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
X Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. –
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as
doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e
demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou
restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a
saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. – O local deve ser exclusivo para
produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção
deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso
impermeável. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças. – Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas
as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe
as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa
MINERAÇÃO E PESQUISA BRASILEIRA LTDA. Telefone de Emergência: (48) 3441-2811 – Utilize o
equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: - Piso pavimentado:
recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente.
O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. - Solo: retire as camadas de terra
contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente
lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. - Corpos
d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina,
CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua
devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada
separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo
ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a
devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido
totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a
devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar
o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
Não há restrições.
Responsável Técnico
Rosimeri Venâncio Redivo
Engª Msc. Química
CRQ 13300318 – 13ª R
CREA 250 314 974 – 0