Selefen
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Herbicida
cletodim (oxima ciclohexanodiona) (50 g/L) + fenoxaprope-P-etílico (ácido ariloxifenoxipropiônico) (50 g/L)

Informações

Número de Registro
2497
Marca Comercial
Selefen
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
cletodim (oxima ciclohexanodiona) (50 g/L) + fenoxaprope-P-etílico (ácido ariloxifenoxipropiônico) (50 g/L)
Titular de Registro
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Feijão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Feijão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)

Conteúdo da Bula

                                    V2025 04 17
                                                                                      UPL
                                                                                      Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                      Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                      w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                      e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                      t: (19) 3794-5600




                                                     SELEFEN

                 Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 02497

COMPOSIÇÃO:
(RS)-2-[(E)-1-[(E)-3-chloroallyloxyimino]propyl]-5-[2-(ethylthio) propyl]-3-hydroxycyclohex-2-enone
(CLETODIM)............................................................................................50,00 g/L (5,00% m/v)
( R )-2-[4-(6-chloro-1,3-benzoxazol-2yloxy)phenoxy]propionic acid
(FENOXAPROPE-P-ETÍLICO)................................................................... 50,00 g/L (5,00% m/v)
Solvente nafta de petróleo aromático........................................................723,30 g/L (72,33% m/v)
Outros Ingredientes ...................................................................................91,80 g/L (9,18% m/v)

                 GRUPO                                       A                                  HERBICIDA
                 GRUPO                                       A                                  HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: ácido ariloxifenoxipropiônico (fenoxaprope-p-etílico); oxima ciclohexanodiona (cletodim)
e hidrocarboneto aromático (Solventes nafta de petróleo aromático)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Avenida Maeda, s/n - Prédio Comercial - Térreo - Distrito Industrial -
CEP: 14500-000 - Ituverava/SP - CNPJ: 02.974.733/0001-52 -
Telefone: (19) 3794-5600 - Cadastro no Estado (CDA/SP) no 1050
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
CLETHODIM TÉCNICO - REGISTRO MAPA N° 0459008
ARYSTA LIFESCIENCE CORPORATION
8-1, Akashi-cho, Chuo-ku, Tóquio, 104-601 - Japão
FUTURE FUEL CHEMICAL COMPANY
2800 Gap Road Highway 394 South, Batesville, Arkansas - 72501 - Estados Unidos da América
DECCAN FINE CHEMICALS (INDIA) PRIVATE LIMITED
Kesavaram, Venkatanagaram Post, Payakaraopeta Mandal, Visakhapatnam District, Andhra Pradesh, 531
127 - Índia
SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED
Plot Nº 746/750, G.I.D.C., Jhagadia, 393110, District Bharuch, Gujarat – Índia

CLETODIM TÉCNICO UPL - REGISTRO MAPA N° 23216
SHANDONG CYNDA CHEMICAL CO., LTD.
Economic Development Area - 256500 Boxing County Shandong - China

PODIUM TÉCNICO - REGISTRO MAPA N° 0348999
BAYER AG.
Industriepark Höchst – Gebäude k-607 65926 Frankfurt – Alemanha
JIANGSU FLAG CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD.
Nº 309, Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industry Park, Nanjing, 210047 - China




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Bula – SELEFEN                                                                                                  1


                                                                                                                                Public
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                                                                         Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                         w: www.upl-ltd.com/br
                                                                         e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                         t: (19) 3794-5600




FORMULADOR:
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122 – CEP: 18160-000 – Salto de Pirapora/SP
CNPJ: 02.974.733/0010-43 – Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153

                            Nº do lote ou partida:
                            Data de fabricação:                    VIDE EMBALAGEM
                            Data de vencimento:

                    ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
                                  E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
                 É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                          PROTEJA-SE.
                        É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                        Indústria Brasileira
 (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto
                                  nº 7.212 de 15 de junho de 2010)

                                                  Inflamável 1 B

            CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
           CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III
                          - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da Faixa: Azul PMS Blue 293 C




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Bula – SELEFEN                                                                                     2


                                                                                                                   Public
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                                                                            Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                            Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                            w: www.upl-ltd.com/br
                                                                            e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                            t: (19) 3794-5600




INSTRUÇÕES DE USO:
                                                                                           N°
                                                                                         Máximo           Volume
Culturas         Doses    Gramíneas Controladas              Época de Aplicação
                                                                                            de            de calda
                                                                                        Aplicação
                                                Aplicar no intervalo dos 15 aos
                                                40 dias após a germinação da
                    Capim marmelada, papuã
                                                soja, observando o estágio de
                    (Brachiaria plantaginea)
                                                desenvolvimento              das
                                                gramíneas.
          0,8 – 1,0                             Utilizar a dose de 0,8 L/ha em
            L /ha                               pós-emergência da cultura e
                    Capim colchão
                                                das gramíneas, desde a
                    (Digitaria horizontalis)                                                               80 a 300
  Soja                                          emergência até 2 perfilhos e a
                                                                                                             L/ha
                                                dose de 1,0 L/ha em pós-
                    Capim carrapicho                                                                      (Terrestre)
                                                emergência, com gramíneas
                    (Cenchrus echinatus)
                                                invasoras no estágio de 3 a 6
                                                perfilhos.
                                                Em       condições    climáticas              1
             1,0    Capim pé-de-galinha         menos favoráveis ao controle,
                                                                                                           30 a 40
            L/ha    (Eleusine indica)           utilizar   sempre     a   maior
                                                                                                            L/ha
                                                dosagem.
                                                                                                           (Aérea)
                                                Aplicar quando o feijão estiver
                                                com 15 a 20 cm, respeitando o
                                                período de carência de 60 dias.
                    Capim marmelada, papuã
                                                As aplicações devem ser feitas
                    (Brachiaria plantaginea)
             1,0                                depois      da   maioria     das
 Feijão
            L/ha                                gramíneas terem emergido,
                    Capim colchão
                                                mas antes da cultura ser
                    (Digitaria horizontalis)
                                                prejudicada pela concorrência
                                                das gramíneas no estágio de
                                                2-4 perfilhos.
OBS: O SELEFEN deve ser utilizado com Óleo Mineral na dosagem de 1,0 L/ha

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Vide quadro de “instruções de uso”

MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre:
Recomenda-se utilizar equipamento costal manual ou motorizado, bem como tração motorizada;
O volume de calda indicado é de 80 a 300 L/ha, utilizando-se bicos Teejet XR80015, XR8002, Teejet 80.02,
80.03, Teejet XR 110.015, XR 110.02, 110.03, APG 110 R, APG 110 G (preferencialmente utilizar bicos com
ângulos de 100º), com uma pressão de 40 a 80 libras/pol2;
Tamanho de gotas de 200 a 400 micras;
Densidade de no mínimo 40 gotas/cm2
Velocidade de trabalho do trator está em torno de 6 km/hora;
Altura das barras dos pulverizadores em relação ao alvo, deve ser 40 cm para bicos 110º e 50cm para bicos
80º;
Na cultura da soja com pouco sombreamento ou em condições climáticas menos favoráveis ao controle,
utilizar a dosagem de 1,0 L/ha, visando o controle de gramíneas indicadas;
Promover sempre boa cobertura das gramíneas e evitar aplicação sob condição de seca.




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Bula – SELEFEN                                                                                        3


                                                                                                                        Public
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                                                                           Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                           Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                           w: www.upl-ltd.com/br
                                                                           e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                           t: (19) 3794-5600




Aplicação aérea:
Deve-se utilizar barras, atendendo as seguintes especificações:
Volume de Aplicação: 30 a 40 litros de calda/ha
Altura de vôo (com barra): 2-4 m
Largura da faixa de deposição efetiva: 13 a 15 m
Tamanho da gota: 250-350 micras
Densidade de gotas: 40 gotas /cm2
Pressão de trabalho da barra: 30 a 50 libras/pol2
Barra dotada de bicos preferencialmente da série D (D6 a D10) ou bico leque. Não variar o tipo de bico na
mesma barra.
Condições climáticas: Aplicar com ventos na velocidade de até 10 km/hora e nas horas mais frescas do dia,
visando reduzir ao máximo, as perdas por deriva ou evaporação.

SELEFEN é resistente às chuvas que ocorrem a partir de 1 hora após sua aplicação, sem afetar o resultado.
Evitar aplicações em períodos de seca prolongada, de baixa umidade relativa do ar e em ervas que estejam
sofrendo “stress” por baixas temperaturas ou ervas fora do estágio indicado.
Utilizando-se de outros tipos de equipamento de aplicação não mencionados aqui, procurar sempre obter
uma cobertura uniforme da parte tratada, seguindo estas instruções, SELEFEN deve ser utilizado com óleos
minerais na dose de 1,0 L/ha (aplicação terrestre).

INTERVALO DE SEGURANÇA:
 Cultura     Intervalo de Segurança
 Soja        60 dias
 Feijão      60 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada de pessoas na cultura só deve ser permitida após a completa secagem da calda de pulverização
aplicada (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes deste período, é obrigatório utilizar
os mesmos equipamentos de proteção individual (EPI) usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
SELEFEN é um herbicida que deve ser utilizado somente para as culturas para as quais está registrado,
observando-se atentamente as instruções de uso do produto. SELEFEN para as culturas de soja e feijão,
nas doses recomendadas, não provoca nenhum efeito fitotóxico, que cause prejuízos à produção.
SELEFEN incompatível com produtos à base de dinitro e herbicidas hormonais, devendo-se observar um
intervalo entre aplicações de 6 dias. (Ex. Butachlor e Propanil)

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente -IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente -IBAMA/MMA)




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Bula – SELEFEN                                                                                       4


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                                                                           Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                           Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                           w: www.upl-ltd.com/br
                                                                           e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                           t: (19) 3794-5600




INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente -IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas
daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo A para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério
da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

                 GRUPO                                   A                          HERBICIDA
                 GRUPO                                   A                          HERBICIDA

O produto herbicida SELEFEN é composto por Cletodim e Fenoxaprope-p-etílico, que apresenta mecanismo
de ação dos inibidores da síntese de lipídeos (inibidores da ACCase), pertencentes ao Grupo A, segundo
classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).


                          DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

             ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
  boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
  da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
  criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
  e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
  alcance de crianças e animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;

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                                                                           Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                           Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                           w: www.upl-ltd.com/br
                                                                           e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                           t: (19) 3794-5600




• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
  de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
  compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
  borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção
  lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
   e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
   tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
   sendo aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
   melhores condições climáticas para cada região;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
   também entrem em contato, com a névoa do produto;
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
  compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
  borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção
  lateral; touca árabe e luvas de nitrila;
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
  função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até
  o final do período de reentrada;
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
  antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados para o uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
  contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
  longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
  Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
• No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
  hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
  touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
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                                                                             Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                             Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                             w: www.upl-ltd.com/br
                                                                             e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                             t: (19) 3794-5600




• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
  função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


                                                  Pode ser nocivo se ingerido
                                                  Pode ser nocivo em contato com a pele
                            ATENÇÃO
                                                  Nocivo se inalado
                                                  Provoca irritação ocular grave


PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, o folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita
água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso
utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.


                                             INTOXICAÇÕES POR
                                                 - SELEFEN -

                                         INFORMAÇÕES MÉDICAS

                              CLETODIM: Oxima ciclohexanodiona.
Grupo químico                 FENOXAPROPE-P-ETÍLICO: Ácido ariloxifenoxipropiônico;
                              SOLVENTES NAFTA DE PETRÓLEO AROMÁTICO): hidrocarboneto aromático.
Classe toxicológica           Categoria 4 - Produto pouco tóxico.
                              Dérmica e inalatória.
Vias de exposição             Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
                              considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
                              Cletodim: a absorção através da via oral foi rápida e ampla em estudos em ratos
                              (88-95% da dose administrada). Após a absorção, a substância foi amplamente
                              distribuída no organismo de ratos, com as maiores concentrações sendo
                              detectadas nas glândulas adrenais, no fígado e nos rins.
                              A biotransformação da substância, em ratos, foi ampla (>99% da dose
                              administrada), sendo que a principal via metabólica envolveu a oxidação do
                              cletodim a sulfóxido de cletodim, o principal metabólito identificado na urina e
Toxicocinética                nas fezes.
                              O cletodim foi rapidamente eliminado (ratos). Dentro de 24 horas após a
                              administração, cerca de 80-86% da dose administrada foi eliminada através da
                              urina e uma menor proporção através das fezes (8,5-14% da dose administrada)
                              e como CO2 através do ar exalado (0,5-1%).
                              Não foi observado potencial de bioacumulação em ratos.
                              Fenoxaprope-P-etílico: Em ratos a substância foi rapidamente absorvida pela via
                              oral (>90% de absorção da dose administrada). A distribuição pelo organismo


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                                                                             Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

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                              foi ampla com as maiores concentrações detectadas nos rins, sangue, tecido
                              adiposo e fígado, no entanto, sem evidência de bioacumulação (após 7 dias
                              apenas 0,7-2% da dose administrada permaneceu retida nos tecidos).
                              A biotransformação da substância foi ampla em ratos e ocorreu principalmente
                              através da hidrólise a ácido livre e conjugação com a glutationa, resultando em
                              ácido mercaptúrico. A substância em sua forma inalterada foi detectada nas
                              fezes, mas não na urina.
                              A excreção foi rápida com mais de 75% da dose administrada sendo eliminada
                              nas primeiras 48 horas. O perfil de excreção foi diferente entre ratos machos e
                              fêmeas sendo que os machos apresentaram uma menor excreção pela via
                              urinária. Em fêmeas, a excreção via urina foi de 51-65% enquanto que via fezes
                              foi de 33-42%. Machos apresentaram uma eliminação via urina de 35-54% e
                              41-54% via fezes.
                              Solventes nafta de petróleo: os hidrocarbonetos aromáticos são absorvidos pela
                              via oral, via inalatória e, em menor extensão, pela via dérmica. A distribuição
                              ocorre amplamente nos tecidos, de acordo com a lipofilicidade e a constituição
                              do organismo, com alta afinidade pelo tecido adiposo e podendo atravessar
                              barreiras biológicas como a barreira hematoencefálica. Por qualquer via que
                              sejam absorvidos, são rapidamente metabolizados e eliminados. Os
                              hidrocarbonetos aromáticos são biotransformados por oxidação via enzimas do
                              sistema citocromo P-450, e os intermediários metabólicos podem ser conjugados
                              com glucuronídeos, sulfatos, glutationa ou, ainda, aminoácidos como cisteína
                              e/ou glicina.
                              A eliminação destas substâncias pode ocorrer através da via pulmonar (ar
                              exalado). Os metabólitos resultantes da oxidação ou conjugação são mais
                              hidrossolúveis do que seus compostos precursores e são, assim, sujeitos à
                              excreção urinária, ou, em alguns casos, à excreção biliar. Solventes
                              hidrocarbonetos podem ser secretados no leite em lactantes expostas.
                              Apesar dos hidrocarbonetos serem excretados rapidamente, um leve potencial
                              de bioacumulação em tecidos como rins, fígado, cérebro e tecido adiposo pode
                              ser observado.
                              Cletodim: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade desta
                              substância em humanos nem em outras espécies de mamíferos.
                              Fenoxaprope-P-etílico: Não são conhecidos os mecanismos específicos de
                              toxicidade desta substância em humanos. A substância é um proliferador de
                              peroxissomos em algumas espécies de animais, porém este mecanismo não
                              apresenta relevância para o homem.
                              Solventes nafta de petróleo: Sistema nervoso central (SNC) - A exposição aguda
                              a hidrocarbonetos aromáticos possibilita a absorção destes solventes para a
                              corrente sanguínea e possibilita que atravessem a barreira hematoencefálica,
Toxicodinâmica
                              podendo levar à depressão do SNC. Devido à característica lipofílica, dissolve a
                              porção lipídica das membranas das células nervosas e interrompe a função das
                              proteínas de membrana, seja por alterar a bicamada lipídica, seja por alterar a
                              conformação proteica. Pulmões - A irritação pulmonar e pneumonite após
                              inalação e exposição oral a hidrocarbonetos aromáticos pode envolver interação
                              direta com as membranas das células nervosas, o que pode causar
                              broncoconstrição e dissolução das membranas do parênquima pulmonar,
                              resultando em uma exsudação hemorrágica de proteínas, células e fibrina nos
                              alvéolos.
                              Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
Sintomas e sinais
                              Com base em estudos em animais, o produto é nocivo se inalado e pode ser
clínicos
                              nocivo se ingerido. Em coelhos, o produto foi considerado irritante para os olhos


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                              e para a pele. O produto não apresentou potencial de sensibilização dérmica em
                              cobaias.

                              Cletodim: não são conhecidos sintomas específicos do cletodim em humanos. O
                              contato com a substância pode causar sensibilização dérmica em indivíduos
                              susceptíveis, com base em estudos em animais. A substância pode ser nociva se
                              ingerida, de acordo com estudos em animais de experimentação.
                              Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com
                              ardência e vermelhidão e reações alérgicas em indivíduos susceptíveis.
                              Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
                              respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
                              Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
                              ardência e vermelhidão.
                              Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
                              vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Em estudos de toxicidade aguda em
                              animais, a exposição causou sinais clínicos como salivação, diminuição da
                              atividade motora, hiper-reatividade, lacrimação e convulsões clônicas.
                              Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
                              crônica em humanos.

                              Fenoxaprope-P-etílico: não são conhecidos sintomas específicos desta
                              substância em humanos ou animais. O fenoxaprope-P-etílico apresentou baixa
                              toxicidade aguda em estudos em animais. Sintomas inespecíficos decorrentes
                              da exposição a produtos químicos podem ocorrer, como:
                              Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com
                              ardência e vermelhidão. Podem ocorrer reações alérgicas na pele de indivíduos
                              susceptíveis.
                              Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
                              respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
                              Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
                              ardência e vermelhidão.
                              Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
                              vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
                              Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
                              crônica em humanos.

                              Solventes nafta de petróleo: pode causar irritação da pele, olhos e trato
                              respiratório. A ingestão pode causar efeitos no sistema nervoso central e a
                              aspiração aos pulmões pode resultar em pneumonite química.
                              Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com
                              ardência e vermelhidão.
                              Exposição respiratória: a inalação pode provocar irritação no trato respiratório
                              superior com tosse, ardência do nariz boca e garganta e também pode causar a
                              depressão do sistema nervoso central com sintomas como sedação, sonolência,
                              tontura, perda de concentração, dores de cabeça, ataxia, convulsões e coma.
                              Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
                              ardência e vermelhidão.
                              Exposição oral: a ingestão pode ocasionar irritação do trato gastrointestinal,
                              manifestada por desconforto epigástrico, náusea, vômito e diarreia. A ingestão
                              pode causar depressão do sistema nervoso central, com sintomas semelhantes
                              aos descritos em “exposição respiratória”. A aspiração para os pulmões pode
                              causar pneumonite química.


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                              Efeitos crônicos: o contato repetido com a pele pode causar irritação. Em ratos,
                              a exposição repetida e prolongada pela via inalatória causou alterações na
                              atividade motora e na acuidade visual.
Diagnóstico                   O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
                              quadro clínico compatível.
                              CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
                              respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que
                              presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas
                              de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de
                              forma a não se contaminar com o agente tóxico.

                              Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem
                              estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e
                              medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca
                              e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
                              endovenosa. Avaliar estado de consciência.

                              Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
                              secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para
                              manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser
                              necessário ventilação pulmonar assistida.

                              Medidas de descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve
                              estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.

                              Exposição Oral:
                              - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
                              Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma
Tratamento
                              espontânea em pacientes intoxicados.
                              - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
                              mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
                              indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
                              - Lavagem gástrica é contraindicada devido ao risco de aspiração.
                              - A administração de carvão ativado é contraindicada.

                              Exposição Inalatória:
                              Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
                              respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
                              avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
                              pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.

                              Exposição Dérmica:
                              Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
                              cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
                              Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
                              persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

                              Exposição Ocular:
                              Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
                              temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
                              lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
                              tratamento específico.


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                                                                              Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                              w: www.upl-ltd.com/br
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                              ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de
                              suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
                              A indução do vômito e a realização de lavagem gástrica são contraindicadas em
                              casos de intoxicação por hidrocarbonetos aromáticos devido ao aumento do risco
                              de aspiração e consequente desenvolvimento de pneumonite química.
Contraindicações
                              A administração de carvão ativado é contraindicada em casos de intoxicação por
                              hidrocarbonetos aromáticos, pois ele não adsorve hidrocarbonetos e aumenta a
                              probabilidade de vômito e aspiração.
Efeitos das interações
                              Não disponível.
químicas
                                Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                              tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação 0800-722-6001. Rede Nacional de
                                 Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
                                  As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
                                                     Agravos de Notificação Compulsória.
                                    Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
ATENÇÃO                                                         (SINAN/MS).
                                    Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
                                     Centro de Informação Toxicológica - Curitiba/PR: 0800 041 0148
                                Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 - (19) 3518-5465
                                        Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br
                                    Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com


Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): > 2,758 mg/L.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos produziu eritema e edema que
foram completamente revertidos dentro de 14 dias. Nas condições de teste, o produto foi classificado como
irritante para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos produziu opacidade da
córnea, irite, hiperemia na conjuntiva, quemose e secreção. Todos os sinais de irritação regrediram em 14
dias após a aplicação. Nas condições de teste, o produto foi classificado como irritante para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:
Cletodim: em estudos de toxicidade repetida em camundongos, ratos e cães pela via oral, os principais alvos
da toxicidade do cletodim foram o fígado (aumento de peso e hipertrofia centrilobular) e as células
sanguíneas (alterações indicativas de anemia). Com base nas alterações no fígado e nas células sanguíneas,
foi estabelecido o NOAEL de 25 mg/kg/p.c./dia em estudo de 90 dias em ratos; NOAEL de 21 mg/kg/p.c./dia
em estudo de 90 dias e de um ano em cães e NOAEL de 74 mg/kg/p.c./dia em estudo de 4 semanas em
camundongos.
O cletodim não apresentou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo e também não demonstrou
potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos pela via oral. Em estudos de toxicidade para a

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                                                                          Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                          w: www.upl-ltd.com/br
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reprodução, em ratos, não foram observados efeitos sobre a fertilidade ou sobre o desempenho reprodutivo.
O cletodim também não apresentou potencial teratogênico em ratos e coelhos.

Fenoxaprope-P-etílico: em estudo de toxicidade repetida, em ratos, camundongos e cães, os principais
órgãos-alvo foram o fígado e os rins, sendo os ratos a espécie mais sensível, com NOAEL de 0,7 mg/kg
p.c./dia em estudo de 13 semanas. O fenoxaprope-P-etílico não apresentou potencial genotóxico em estudos
in vitro e in vivo, nem apresentou potencial cancerígeno em estudos em ratos e cães. Em camundongos, foi
observado um aumento da incidência de adenomas no fígado, que ocorreu por um mecanismo conhecido
(proliferação de peroxissomos) e sem relevância para humanos. Em estudo de toxicidade para a reprodução,
em ratos, não foram observados efeitos em relação aos parâmetros reprodutivos. Não foram observados
efeitos teratogênicos em estudos de toxicidade para o desenvolvimento, em ratos e coelhos. No entanto,
foram observadas alterações na ossificação em ratos com NOAEL de 10 mg/kg p.c./dia.

Solventes nafta de petróleo: Em estudos conduzidos em animais de experimentação, após exposição
inalatória repetida à nafta leve, foram observados aumento do tamanho do fígado e dos rins em altas doses,
porém, sem alterações histopatológicas. Em estudos subcrônicos (90 dias) com exposição pela via inalatória
aos isômeros do trimetilbenzeno, que constituem a nafta, demonstrou-se irritação das vias respiratórias em
ratos, sem efeitos sistêmicos. Em estudo neurocomportamental, conduzido em ratos com solvente nafta de
petróleo aromático pesado, pela via inalatória, foram observados efeitos leves e reversíveis no sistema
nervoso central (SNC), evidenciados pela alteração na atividade motora e acuidade visual na concentração
de 2000 mg/m³. Já no estudo de irritação respiratória em camundongos, os efeitos de irritação e redução
da frequência respiratória foram observados na concentração de 20,3 mg/m³. O potencial carcinogênico de
solventes contendo a nafta foi investigado em estudos de exposição inalatória de 2 anos, e foram observados
aumento na incidência de tumores renais em ratos machos e aumento na incidência de tumores hepáticos
em camundongos fêmeas. Os tumores foram considerados sexo e espécie específicos e não foram
considerados relevantes para os seres humanos. Em estudos de toxicidade para a reprodução conduzidos
em ratos, não foram observados efeitos adversos sobre os parâmetros reprodutivos. Em estudos de
toxicidade ao desenvolvimento, pela via inalatória, não foram observados efeitos teratogênicos. Foram
observados potenciais efeitos adversos (redução do peso fetal e de ganho de peso), mas somente em doses
associadas à toxicidade materna (LOAEC 495 ppm).

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Sedação, sonolência, tontura, perda de concentração, dor de cabeça, náuseas, vômitos, diarreia.


                          DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
   AMBIENTE
•   Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.



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                                                                          Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                          w: www.upl-ltd.com/br
                                                                          e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                          t: (19) 3794-5600




• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2.   INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO                    DO    PRODUTO,   VISANDO     SUA     CONSERVAÇÃO           E
     PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE
INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-5465.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá
e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais
utilizado.
Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico etc., ficando a
favor do vento, para evitar intoxicação.




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                                                                         Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                         w: www.upl-ltd.com/br
                                                                         e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                         t: (19) 3794-5600




4. PROCEDIMENTOS DE     LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
   DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
   UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):

Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:

• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:

•   Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
•   Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
•   Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
•   A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
•   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:

• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.



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Bula – SELEFEN                                                                                    14


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                                                                           Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                           Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                           w: www.upl-ltd.com/br
                                                                           e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                           t: (19) 3794-5600




DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA
E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.



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                                                                         Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                         w: www.upl-ltd.com/br
                                                                         e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                         t: (19) 3794-5600




5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:

• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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