Salander 250 EC
Cropchem Ltda - Porto Alegre
Fungicida
Protioconazol (Triazolinthione) (250 g/L)
Informações
Número de Registro
18625
Marca Comercial
Salander 250 EC
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
Protioconazol (Triazolinthione) (250 g/L)
Titular de Registro
Cropchem Ltda - Porto Alegre
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Colletotrichum gossypii cephalosporioides
Ramulose
Feijão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Feijão
Uromyces appendiculatus
Ferrugem
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Microsphaera diffusa
Oídio
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose
Conteúdo da Bula
SALANDER 250 EC – BULA Revisada em 27.11.2025
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SALANDER 250 EC
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 18625
COMPOSIÇÃO:
2-[(2RS)-2-(1cloroclclopropil)-3-(2-chlorophenil)-2-hidroxipropil]-2H-1,2,4-triazole-3(4H) thlone
(PROTIOCONAZOL).................................................................................................................................... 250,0 g/L (25,0% m/m)
Outros ingredientes .................................................................................................................................. 839,27 g/L (83,92% m/m)
GRUPO G1 FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida sistêmico
GRUPO QUÍMICO: Triazolinthione
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO: (*)
CROPCHEM LTDA. – Avenida Cristóvão Colombo, 2834, Conjuntos 803/804, Porto Alegre, RS, CEP 90550-054 – Fone: (51)
3342-1300 Fax: (51) 3343-5295 – CNPJ: 03.625.679/0001-00
Número de registro do estabelecimento no Estado: 1190/00 – SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
PRODUTO TÉCNICO:
PROTIOCONAZOL TÉCNICO CROPCHEM – Registro MAPA nº TC11523
NINGXIA YIFAN BIOTECHNOLOGY CO., LTD. – Nº 006, Guangfu Road, New Chemical Material Park, Ningdong Enegy Chemical
Industry Base, Ningxia, China.
PROTIOCONAZOL TÉCNICO CROPCHEM II – Registro no MAPA nº TC07523
YANCHENG HUIHUANG CHEMICAL CO., LTD – Zhongshan Road (North), Binhai Economic Development Zone Coastal Industrial
Park - Jiangsu – China.
SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO., LTD – Lingang Industrial Zone Coastal Economic Development Zone Weifang - Shandong –
China.
FORMULADOR:
AGROMOL BIOTECH CO., LTD. – East side, Middle section of Binhe Road, Shanxian County Chemical Industry Park, Xieji Town,
Shanxian County, Heze City, Shandong Province, China. NORTOX S.A. - Endereço: Rodovia Melo Peixoto (BR 369), km 197,
Arapongas – PR – CEP 86700-970 - CNPJ: 75.263.400/0001-99 – registro no órgão estadual: 000466 – SEAB/PR. ANHUI JIUYI
AGRICULTURE CO. LTD. - Hefei Circulate Economy Zone, Hefei City, Anhui / China JIANGSU CORECHEM CO. LTD. – 18, Shilian
Avenue, Huainan City, Jiangsu / China JIANGSU CHANQING BIOTECHNOLOGY CO., LTD. – No. 1, Jiangling Road, Puto Town,
Jiangdu District, Yangzhou City, Jiangsu, China. JIANGSU YUNFAN CHEMICAL CO, LTD. – No. 168, Jiangsu Road, Binjiang Fine
Chemical Industry Park, Qidong, Jiangsu, China SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO, LTD. – Lingang Industrial Zone, Coastal Econ,
Development Zone, Weifang, Shandong / China HANGZHOU UDRAGON CHEMICAL CO. LTD. – N° 172, Zhangjiadun Road, Tangxi.
Yhang, Hangzhou, Zhejiang / China WASION CROP SCIENCE AND TECHNOLOGY CO., LTD.- 1 Hedong Road, Xinshi Town, Deqing,
Zhejiang/ China HEBEI YETIAN AGROCHEMICALS CO. LTD – Industrial Zone, South of Yuanshi county, Shijiazhuang, Hebei / China.
ZHEJIANG KAIDE CHEMICAL CO., LTD. – Weisandong Road, Shangyu Economic and Technological Development Zone, Hanzhou,
Zhejiang, China. ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO, LTD. - Zhongshan, Xiaopu, Changxing, Zhejiang /
China RUDONG ZHONGYI CHEMICAL CO., LTD. - The Second Haibin Orad, Coastal Economic Development Zone, Rudong, Jiangsu/
China
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – Produto MUITO PERIGOSO ao meio
ambiente
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INSTRUÇÕES DE USO:
SALANDER 250 EC é um fungicida sistêmico utilizado no controle de doenças nas culturas de algodão feijão
e soja, conforme descrito abaixo:
Culturas Alvos Doses Número, Época e intervalo de aplicações
Iniciar o controle de forma preventiva no final da
fase vegetativa da cultura ou na ocorrência dos
primeiros sintomas de ramulose.
0,4 – 0,5 L
Ramulose p.c. / ha
Repetir a aplicação a cada 12 – 15 dias,
Algodão (Colletotrichum gossypii var.
utilizando o menor intervalo em condições
Cephalosporioides) 100 – 125 g
climáticas e de infecção muito favoráveis ao
i.a. / ha
fungo.
Realizar no máximo 3 aplicações.
Na cultura do feijão, para o controle de
Antracnose antracnose, mancha-angular e ferrugem, fazer 3
(Colletotrichum Lindemuthianum) aplicações, iniciando preventivamente (antes do
aparecimento dos primeiros sintomas): a primeira
aplicação deve ser feita a partir da fase de botões
florais com 35 – 40 dias após a emergência da
0,4 L cultura, e a partir daí, com intervalos de 15 dias,
p.c. / ha deve-se repetir a segunda e terceira aplicações.
Ferrugem
Feijão
(Uromyces appendiculatus)
100 g Em caso de variedades de feijão com ciclo mais
i.a. / ha longo ou da necessidade de aplicações na fase
vegetativa ou no final da fase reprodutiva da
cultura, não utilizar SALANDER 250 EC e aplicar
fungicidas não pertencentes à classe dos triazóis.
Mancha-angular
(Phaeoisariopsis griseola) Realizar no máximo 5 aplicações durante o
ciclo da cultura.
Na cultura da soja, para o controle em conjunto
Crestamento-foliar do crestamento-foliar e septoriose, realizar 2
0,3 L
(Cercospora kikuchii) aplicações preventivas, ambas na fase
p.c. / ha
reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos
estádios R2/R3 (com a presença de flores e
75 g pequenas vagens “canivetinho” nas plantas) e a
Septoriose
i.a. / ha
(Septoria glycines) segunda no estádio R5.1 (início de formação de
Soja
grãos).
0,2 L Para o controle de oídio, fazer única aplicação
p.c. / ha quando o nível de infecção atingir, no máximo,
Oídio
(Microsphaera diffusa) 20% da área foliar da planta.
50 g
i.a. / ha Realizar no máximo 2 aplicações.
p.c = Produto comercial i.a = Ingrediente ativo
MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
A dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização terrestre com
pulverizadores tratorizados com barra. Os equipamentos devem ser dotados com bicos de jato cônico vazio
da série “D” ou similar, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250
micra, e densidade acima de 200 gotas / cm². Em algodão, feijão e soja recomenda-se o volume de calda de
200 - 300 L/ha. Para pulverização com aeronaves agrícolas nas culturas do algodão, feijão e soja, utilizar
barras equipadas com bicos de jato cônico vazio da série “D” ou similar, com a combinação adequada de
difusor (core), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 80 gotas / cm². Recomenda-
se o volume de 30 – 40 L/ha de calda, altura de vôo de 2-3 m do alvo e largura de faixa de deposição efetiva
de 15-18 m.
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INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão e Soja ........................................30 dias.
Feijão........................................................14 dias.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
NÃO entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Não aplicar o produto em áreas que receberam calagens pesadas no intervalo de 90 dias.
- Para a cultura de cana-de-açúcar: não aplicar o produto em solos arenosos nos meses de maior incidência
de chuvas, ou seja, novembro a fevereiro para região Centro Sul e maio a agosto para a região Nordeste.
- Para a cultura do milho: não aplicar em cultivares, variedades de milho branco, milho pipoca e linhagens
puras.
- Utilizar somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança para cada
cultura.
- Fitotoxicidade: desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade
nas culturas registradas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Para as culturas que, durante o ciclo, exigem um elevado número de aplicações, recomenda-se : - realizar a
rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, visando prevenir o aparecimento de fungos
resistentes e prolongar a vida útil dos fungicidas na agricultura; utilizar o fungicida somente na época, na dose
e nos intervalos de aplicação recomendados na bula; - incluir outros métodos de controle de doenças (ex.
resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças
(MID) quando disponíveis e apropriados - consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das
recomendações locais para o manejo de resistência.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura,
adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para uso exclusivamente agrícola.
− O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
− Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca;
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações recomendadas pelo fabricante;
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado;
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
− Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e de animais;
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas; avental; máscara, óculos, touca árabe e luvas;
− Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
− Utilize Equipamento de Proteção Individual E(PI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e
filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila;
− Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
− Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção
de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Evite ao máximo possível o contato com a área tratada;
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
− Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe
P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
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− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇOES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
ates do térmico do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
− Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
− Lave as roupas e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
− Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
− Não reutilizar a embalagem vazia;
− No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
− A manutenção e limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
− Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
ATENÇÃO
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A
pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR SALANDER 250 EC -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Triazolintione
Classificação
A definir
toxicológica
Vias de exposição Oral e dérmica.
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Em estudo realizado em animais (ratos) de laboratório que receberam 2 e 150
mg/kg p.c. (dose única) e 2 mg/kg p.c./dia (doses repetidas) foi observada rápida absorção do
material radiomarcado, sendo que após a administração da menor dose foi observada absorção de
90% do total administrado.
O material radiomarcado apresentou circulação enteroepática, demonstrada pela variação da
concentração do pico plasmático. Após 1 hora da administração, o material radiomarcado foi
detectado, principalmente nos órgãos responsáveis pela absorção, degradação e excreção, como
Toxicocinética o estômago, o intestino delgado, o fígado, os rins e a bexiga urinária.
Apenas 0,06% da quantidade administrada foi encontrada no ar exalado nas
primeiras 48h (grupo 8). Em quase todos os grupos de animais, cerca de 90% a 100% do material
radiomarcado foi excretado através da urina, das fezes ou da bile durante as primeiras 48h, sendo
78% a 96% através das fezes e apenas 4% a 16% através da urina em machos. Em fêmeas, a
excreção renal foi de 10% a 16% do total administrado. A excreção em dois grupos de animais
(machos) foi de 85%.
Toxicodinâmica Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais Piloereção, andar descoordenado, aumento na salivação, diminuição na mobilidade e na
clínicos respiração.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição.
Não há antídoto específico. Tratamento sintomático, em função do quadro clínico. Medidas
Tratamento terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e
intensificar sua eliminação.
Contraindicações A indução do vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos das
interações Desconhecidos.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue
para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação
Compulsória.
ATENÇÃO Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300
Endereço Eletrônico da Empresa: www.cropchem.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: cropchem@cropchem.com.br
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
• DL50 oral em ratos (fêmeas) = 2500 mg/Kg
• DL50 dérmica em ratos > 2000 mg/Kg
• CL50 inalatória > 2,957 mg/L
• Irritação dérmica (coelhos): Não irritante dérmico.
• Irritação ocular (coelhos): Não irritante ocular.
• Sensibilização cutânea (cobaias): não causou sensibilização dérmica.
• Não mutagênico.
Efeitos crônicos:
Estudos com animais de laboratório (ratos e camundongos) demonstraram que a administração do ingrediente
ativo via oral por gavagem nas doses de até 500 mg/kg/dia por 106 semanas (ratos) e 750 mg/kg/dia por 53
semanas (camundongos) não indicaram qualquer potencial oncogênico. Fígado e rins foram os órgãos-alvo.
Ratos machos tratados a 50 mg/kg/dia apresentaram aumento do volume de urina excretado, aumento da
concentração plasmática de cálcio, aumento na incidência de mudanças na superfície renal e aumento na
contagem de plaquetas. Na histopatologia observou-se hipertrofia hepatocelular centrolobular e mudanças
plasmáticas. As fêmeas apresentaram aumento nas concentrações séricas de fosfatase alcalina em todos os
momentos mensurados.
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Protioconazole-destio é um metabólito mais tóxico que o protioconazole. Estudos com animais de laboratório
(ratos e camundongos) não indicaram qualquer potencial oncogênico. Fígado e rins foram os órgãos-alvo. Na
necropsia de ratos tratados por 24 meses com doses de 8 mg/kg/dia foi observada vacuolização
hepatocelular. Em estudos de teratogenicidade em ratos demonstraram o aumento da incidência de
aparecimento de 13as costelas na ausência de toxicidade materna. Em um Estudo de Neurotoxicidade de
Desenvolvimento houve um progressivo desenvolvimento de mal-oclusão e o desvio do focinho (aspecto
dorsal) com achados associados (lacrimejamento, lágrimas coloridas) a 160 ppm (01 macho e 02 fêmeas) e
500 ppm (3 machos e 7 fêmeas). As mudanças tornaram-se evidentes por volta do 32º dia de vida com mais
animais desenvolvendo as anomalias progressivamente. Aumento de tempo de latência e erros foram
observados no teste do labirinto no 60º dia de vida, em machos tratados com 160 a 500 ppm 83-67% aumento
de erros) e fêmeas a 500 ppm (54% no aumento de erros). Limitações nos dados apresentados e a alta
variação fazem com que os dados do labirinto não sejam claros. Um aumento nas lesões dos nervos
periféricos foi também observado a 500 ppm, mais pronunciada em fêmeas que machos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
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INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM LTDA. - telefone de Emergência:
(51) 3342-1300.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d’água. Siga a instrução abaixo:
o Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais
ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para
sua devolução e destinação final.
o Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado acima.
o Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
o Em caso de incêndio use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, OU PÓ QUÍMICO,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- Lavagem da embalagem:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
SALANDER 250 EC – BULA Revisada em 27.11.2025
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- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- Armazenagem da embalagem vazia:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
- Devolução da embalagem vazia:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
- Transporte:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- Armazenamento da embalagem vazia:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
- Devolução da embalagem vazia:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
- Transporte:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- Armazenamento da embalagem vazia:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
SALANDER 250 EC – BULA Revisada em 27.11.2025
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- Devolução da embalagem vazia:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- Transporte:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS
- Destinação final das embalagens vazias:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- Efeitos sobre o meio ambiente decorrentes da destinação inadequada da embalagem vazia e restos
de produto:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Produtos impróprios para utilização ou em desuso:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em , consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.