Rustop
FMC Química do Brasil Ltda. - Campinas/SP
Fungicida
Azoxistrobina (estrobilurina) (240 g/L) + Fluindapyr (pirazol carboxamida) (240 g/L)
Informações
Número de Registro
21823
Marca Comercial
Rustop
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Azoxistrobina (estrobilurina) (240 g/L) + Fluindapyr (pirazol carboxamida) (240 g/L)
Titular de Registro
FMC Química do Brasil Ltda. - Campinas/SP
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Café
Cercospora coffeicola
Cercosporiose; Mancha-de-olho-pardo
Café
Hemileia vastatrix
Ferrugem; Ferrugem-do-cafeeiro
Milho
Cercospora zeae-maydis
Cercosporiose
Milho
Exserohilum turcicum
Helminthosporium; Mancha-foliar
Milho
Puccinia polysora
Ferrugem; Ferrugem-polisora
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Microsphaera diffusa
Oídio
Soja
Phakopsora pachyrhizi
Ferrugem da soja; ferrugem asiática
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose
Conteúdo da Bula
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
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RUSTOP®
Fungicida
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 21823
COMPOSIÇÃO:
(RS)-3-(difluoromethyl)-N-(7-fluoro-2,3-dihydro-1,1,3-trimethyl-1H-inden-4-yl) -1-methyl-1H-pyrazole-4-
carboxamide
(FLUINDAPIR)...................................................................................................................... 240,0 g/L (24,0% m/v)
Methyl(E)-2-{2-[6-(2-cyanophenoxy)pyrimidin-4-yloxy]phenyl}-3-methoxyacrylate
(AZOXISTROBINA)…………………………………………………......................................... 240,0 g/L (24,0% m/v)
Outros ingredientes............................................................................................................. 612,5 g/L (61,25% m/v)
GRUPO C2 FUNGICIDA
GRUPO C3 FUNGICIDA
CONTEÚDO: Vide rótulo.
CLASSE: Fungicida
GRUPO QUÍMICO: Fluindapir: pirazol-4-carboxamida
Azoxistrobina: estrobilurina
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
FMC QUIMICA DO BRASIL LTDA.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150 - 1o andar
CEP: 13091-611 - Campinas/SP - CNPJ: 04.136.367/0001-98
Fone/Fax: (19) 2042-4500
Registro no Estado nº 423 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Fluindapyr Técnico FMC - Registro MAPA nº TC06123
Cheminova Índia Limited - Plot No 27 + 28/A, G.I.D.C., Ind Est Panoli, Dist. Bharuch, 394116, Gujarat – Índia
PI Industries Ltd. - 640, G.I.D.C., Panoli 394116 - Dist. Bharuch, Gujarat – Índia
Fluindapir Técnico ISAGRO - Registro MAPA nº TC09223
Cheminova Índia Limited - Plot No 27 + 28/A, G.I.D.C., Ind Est Panoli, Dist. Bharuch, 394116, Gujarat – Índia
PI Industries Ltd. - 640, G.I.D.C., Panoli 394116 - Dist. Bharuch, Gujarat – Índia
Azoxistrobin Técnico Cheminova - Registro MAPA nº 12011
Cheminova Índia Limited - Plot No 241-242, G.I.D.C., Dist. Bharuch, 394116, Panoli, Gujarat – Índia
Azoxystrobin Técnico - Registro MAPA nº 01598
Syngenta Limited - Grangemouth Manufacturing Centre, Earls Road, Grangemouth, Stirlingshire FK3 8XG - Reino
Unido
Saltigo GmbH - Chempark Leverkusen 51369 Leverkusen – Alemanha
Azoxistrobina Técnico Agrisor - Registro MAPA nº 31319
CAC Nantong Chemical Co., Ltd. - Fourth Huanghai Road – Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong Country,
226407, Nantong, Jiangsu – China
Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. - Binhai Economic Development Area 262737, Weifang,
Shandong – China
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FORMULADOR:
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38001-970 - Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Registro no Estado nº 210 - IMA/MG
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 - Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro no Estado nº 477 - CDA/SP
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º
do Decreto nº 7.212 de 15 de junho de 2010).
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO.
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE.
Cor da faixa: azul
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INSTRUÇÕES DE USO:
O fungicida Rustop® atua de forma sistêmica, local e de contato, e apresenta dois modos de ação, através dos
ingredientes ativos azoxistrobina (estrobilurina), que atua na inibição extracelular de quinona, e fluindapir (pirazol
carboxamida), que inibe a enzima SDHI (succinato desidrogenase) impedindo a síntese de ATP, que é essencial
nos processos metabólicos dos fungos.
No
Dose de máximo
Doenças Volume de
produto de
Culturas Nome comum / calda Época e Intervalo de aplicação
comercial aplicações
científico (L/ha)**
(mL p.c./ha)* por ciclo
da cultura
Iniciar as aplicações de forma preventiva
(antes do aparecimento dos primeiros
Ferrugem do sintomas), entre os meses de novembro e
cafeeiro dezembro. Reaplicar aos 60 dias. Utilizar as
(Hemileia doses mais baixas sob condições de menor
vastatrix) pressão da doença, e as doses mais altas
200 - 400 sob condições de maior pressão da doença
(terrestre) (clima muito favorável, início de surgimento
CAFÉ 350 - 520 de sintomas na área). Recomenda-se a 2
10 - 40 alternância de produtos com modo de ação
(aéreo) distintos de forma a evitar a resistência do
Cercosporiose patógeno. É necessário realizar o
(Cercospora monitoramento e, se necessário, utilizar
coffeicola) fungicidas de outros grupos químicos para
controle de ferrugem remanescente.
Utilizar 0,5% v/v de óleo mineral no preparo
da calda como adjuvante.
Iniciar as aplicações de forma preventiva
(antes do aparecimento dos primeiros
Ferrugem-polisora sintomas), preferencialmente no estágio
(Puccinia fenológico de V6 a V8 (6 a 8 folhas).
polysora) Reaplicar, se necessário, na fase de pré-
pendão, com intervalo máximo de 20 dias,
dependendo das condições climáticas e
evolução da doença. Utilizar as doses mais
100 - 200 altas para cultivares mais suscetíveis e
Cercosporiose (terrestre) regiões ou épocas de plantio com histórico
MILHO (Cercospora 250 - 300 de epidemias frequentes, associadas a 2
zeae-maydis) 10 - 40 condições climáticas favoráveis à
(aéreo) ocorrência da doença. Recomenda-se a
alternância de produtos com modo de ação
distintos de forma a evitar a resistência do
patógeno. É necessário realizar o
Helmintosporiose monitoramento e, se necessário, utilizar
(Exserohilum fungicidas de outros grupos químicos para
turcicum) controle de ferrugem remanescente.
Utilizar 0,5% v/v de óleo mineral no preparo
da calda como adjuvante.
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No
Dose de máximo
Doenças Volume de
produto de
Culturas Nome comum / calda Época e Intervalo de aplicação
comercial aplicações
científico (L/ha)**
(mL p.c./ha)* por ciclo
da cultura
Iniciar as aplicações de forma preventiva
(antes do aparecimento dos primeiros
sintomas), no período vegetativo ou no
máximo até o início do florescimento
(estádio fenológico R1), preferencialmente
antes do fechamento das entrelinhas.
Reaplicar, se necessário, com intervalo
máximo de 14 dias, dependendo das
condições climáticas e evolução da doença.
Utilizar as doses mais baixas sob condições
de menor pressão da doença, e as doses
mais altas sob condições de maior pressão
da doença (clima muito favorável, início de
100 - 200 surgimento de sintomas na área).
Ferrugem asiática (terrestre) Recomenda-se a alternância de produtos
(Phakopsora 250 - 300 com modo de ação distintos de forma a 2
pachyrhizi) 10 - 40 evitar a resistência do patógeno.
(aéreo) Utilizar 0,5% v/v de óleo mineral no preparo
da calda como adjuvante.
IMPORTANTE: é necessário realizar o
monitoramento das áreas logo após a
germinação da soja, sendo intensificada a
observação quando as condições climáticas
forem favoráveis ao patógeno (temperatura,
umidade e molhamento foliar). Para a
SOJA
amostragem de monitoramento, devem ser
coletadas folhas do terço médio e inferior
das plantas e procurar o sintoma da
ferrugem asiática da soja.
ATENÇÃO: vide manejo de resistência para
Phakopsora pachyrhizi (ferrugem asiática).
Iniciar as aplicações de forma preventiva
(antes do aparecimento dos primeiros
sintomas), no período vegetativo ou no
Crestamento-foliar máximo até o início do florescimento
(Cercospora (estádio fenológico R1), preferencialmente
kikuchii) antes do fechamento das entrelinhas.
Reaplicar, se necessário, com intervalo
100 - 200 máximo de 14 dias, dependendo das
(terrestre) condições climáticas e evolução da doença.
250 - 300 Utilizar as doses mais baixas sob condições 2
10 - 40 de menor pressão da doença, e as doses
(aéreo) mais altas sob condições de maior pressão
da doença (clima muito favorável, início de
Mancha Parda surgimento de sintomas na área).
(Setoria glycines) Recomenda-se a alternância de produtos
com modo de ação distintos de forma a
evitar a resistência do patógeno.
Utilizar 0,5% v/v de óleo mineral no preparo
da calda como adjuvante.
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No
Dose de máximo
Doenças Volume de
produto de
Culturas Nome comum / calda Época e Intervalo de aplicação
comercial aplicações
científico (L/ha)**
(mL p.c./ha)* por ciclo
da cultura
Para controle de oídio, iniciar as aplicações
de forma preventiva (antes do aparecimento
dos primeiros sintomas). Reaplicar, se
necessário, com intervalo máximo de 14
dias, dependendo das condições climáticas
e evolução da doença. Utilizar as doses
100 - 200
mais baixas sob condições de menor
Oídio (terrestre)
pressão da doença, e as doses mais altas
SOJA (Microsphaera 250 - 350 2
sob condições de maior pressão da doença
difusa) 10 - 40
(clima muito favorável, início de surgimento
(aéreo)
de sintomas na área). Recomenda-se a
alternância de produtos com modo de ação
distintos de forma a evitar a resistência do
patógeno.
Utilizar 0,5% v/v de óleo mineral no preparo
da calda como adjuvante.
*mL p.c./ha: mililitros de produto comercial por hectare.
**L/ha: litros por hectare. O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de
aplicação.
MODO DE APLICAÇÃO
O produto pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais e tratorizados, e por via aérea,
conforme recomendações para cada cultura.
O monitoramento deve ser realizado desde o período vegetativo, intensificando-se a observação quando as
condições climáticas forem favoráveis ao patógeno (temperatura, umidade e molhamento foliar). Maior atenção
deve ser dispensada em regiões com histórico de ocorrência da doença.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea é fundamental para o sucesso de controle das doenças,
independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento,
estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida,
devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Consulte sempre o engenheiro agrônomo responsável.
Preparo da calda
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados
Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em
condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade
preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com
água até atingir o volume de calda recomendado.
Para melhoria das características da aplicação (espalhamento, distribuição da calda e redução de evaporação),
recomenda-se a adição de adjuvante óleo mineral a 0,5% v/v.
Procedimentos para adição de adjuvantes, no preparo da calda
O adjuvante deve ser adicionado como último componente à calda de pulverização, após a dissolução completa
do fungicida Rustop®, com o tanque quase cheio, mantendo-se a agitação.
Cuidados durante a aplicação
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser
mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
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Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de
forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Gerenciamento de deriva
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações
e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e
ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das
gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível,
sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Inversão térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar,
formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites
com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente
continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não
houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte
no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma
inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação
de um bom movimento vertical do ar.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO
Aplicação terrestre
Classe de gotas
A escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação.
Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva
e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um engenheiro agrônomo e as
orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização
A seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a
classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use
a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra
Ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos
geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas a mesma altura em relação ao topo das plantas
ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e
reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição
Utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas,
sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança
Durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o
engenheiro agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão
Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.
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Condições climáticas
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30 °C.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento 3 a 10 km/h.
• As aplicações pela manhã (até às 10h) e à tarde (a partir das 15h às 16h) são as mais recomendadas.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do engenheiro agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do engenheiro agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de
aplicação empregada.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas
agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação
municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o engenheiro agrônomo
responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas.
Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a
falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas
A escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação.
Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva
e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um engenheiro agrônomo e as
orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização
A seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a
classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use
a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra
Ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos
geradores de gotas.
Altura do voo
De 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança
ao voo e à eficiência da aplicação. Evite excessos de altura na aplicação.
Faixa de deposição
A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um
fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de
acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança
Durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o
engenheiro agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão
Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Evite
excessos de pressão na aplicação.
Condições climáticas
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30 °C.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento 3 a 10 km/h.
• As aplicações pela manhã (até às 10h) e à tarde (a partir das 15h às 16h) são as mais recomendadas.
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Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de engenheiro agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do engenheiro agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de
aplicação empregada.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as
medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual
recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da
aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA (intervalo entre a última aplicação e a colheita)
Culturas Intervalo de segurança (dias)
Café 30
Milho 30
Soja 21
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 12 horas após
a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um engenheiro agrônomo.
- O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de
segurança para cada cultura.
- Fitotoxicidade: desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas
culturas registradas.
- Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido
estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores
estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste
produto.
- É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único
responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida,
consulte seu exportador, importador ou a FMC Química do Brasil Ltda. antes de aplicar este produto.
- É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo),
especialmente para culturas de exportação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para
o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a
perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem
algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos C3 (azoxistrobina) e C2 (fluindapir)
para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como
rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre
orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê
de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária
(MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto fungicida Rustop® é composto por azoxistrobina e fluindapir, que apresentam mecanismos de ação QoI-
fungicidas (inibidores extracelulares de quinona) e SDHI (inibidores de succinato desidrogenase), pertencentes
aos Grupos C3 e C2, respectivamente, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à
Resistência de Fungicidas).
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-DA-SOJA:
Como medidas de manejo de resistência de Phakopsora pachyrhizi aos fungicidas recomendam-se as seguintes
ações:
• Realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, sejam eles de sítio de ação específico
e/ou multissítio, respeitando sempre as estratégias de manejo de resistência do FRAC. Se o produto tiver
apenas um mecanismo de ação, nunca o utilizar isoladamente;
• Respeitar o vazio sanitário, eliminar plantas de soja voluntária e plantas hospedeiras;
• Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada
região (adotar estratégia de escape);
• Evitar semeaduras em várias épocas e as cultivares tardias. Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
• Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
• Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arranjamento foliar e maior penetração/cobertura
do fungicida;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como
rotação de culturas, controle biológico, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação
do sistema, outros controles culturais etc.;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de
doenças a ser controlado;
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para
o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
• Realizar o monitoramento da doença na cultura;
• Adotar estratégia de aplicação preventiva;
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• Respeitar intervalo máximo de 14 dias entre aplicações;
• Realizar, no máximo, duas aplicações do mesmo produto no ciclo da cultura.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e
viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou físico, controle biológico e controle
químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI) recomendado: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por
cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado; óculos de segurança
com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila;
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
máscara com filtro combinado; botas de borracha; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e
luvas de nitrila.
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Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até
o final do período de reentrada;
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
• No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
Nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
Pode ser nocivo se inalado
Pode provocar danos ao fígado e a tireoide
ATENÇÃO
Suspeito de interferir com os
níveis circulantes de hormônios da tireoide
Suspeito de provocar câncer
Suspeita-se que prejudique a fertilidade ou o feto
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando tiver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em
abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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INTOXICAÇÕES POR
- Rustop® -
Fungicida
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico FLUINDAPIR: Pirazol carboxamida; AZOXISTROBINA: Estrobirulina;
Classe toxicológica Categoria 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposição Dérmica e inalatória.
Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Toxicocinética Fluindapir: Em ratos, o fluindapir foi rapidamente absorvido pelo trato
gastrointestinal, com pico de concentração plasmática de 4 horas, e amplamente
distribuído pelo organismo, com as maiores concentrações detectadas nos rins,
fígado, trato gastrointestinal e tecido adiposo.
Foi amplamente biotransformado com indícios de um alto metabolismo hepático
de primeira passagem, em ratos. O fluindapir, em sua forma inalterada, foi
detectado quase exclusivamente nas fezes, cerca de 11% da dose administrada
nas doses mais baixas (50 mg/kg) e doses repetidas e, cerca de 6% nas doses
mais altas (1000 mg/kg).
As principais reações de biotransformação foram a N-desmetilação, hidroxilação
e carboxilação dos grupos metílicos. Em menor extensão também foi observada a
biotransformação através da dupla hidroxilação, de-hidrogenação e conjugação
com o ácido glucurônico. Os principais metabólitos identificados foram: 1-carboxi-
N-desmetil-fluindapir (dois diastereoisômeros); 1-hidroximetil-N-desmetil-fluindapir
(dois diastereoisômeros); trans-1-carboxi-fluindapir; N-desmetil-fluindapir; e N-
hidroxi-fluindapir.
A excreção desta substância, em ratos, ocorreu principalmente através das fezes
(56-70%), enquanto 20-38% foi eliminada através da urina. A eliminação foi rápida,
cerca de 90% da dose administrada foi excretada nas primeiras 48 horas. O
fluindapir não apresentou potencial de bioacumulação em ratos.
Azoxistrobina: A azoxistrobina foi rapidamente absorvida (74–81%) e amplamente
distribuída após a administração por via oral em ratos, sendo as maiores
concentrações desta substância encontradas nos rins e no fígado.
Em ratos, a azoxistrobina foi amplamente biotransformada. A biotransformação
ocorreu principalmente por hidrólise, seguida de conjugação com glucuronídeo. A
azoxistrobina pode, também, ser biotransformada através da hidroxilação na
posição 8 e 10 no anel cianofenil, seguida de conjugação com glucuronídeo ou,
ainda, através de uma via menos comum que envolve a clivagem da ligação éter.
A principal via de eliminação foi através das fezes (73–89%), com excreção biliar
(57-74%), seguida pela via urinária (9–18%). A excreção da substância se deu nas
primeiras 48 horas (entre 82 e 96% da dose administrada). Os perfis de absorção,
distribuição e excreção foram essencialmente similares entre machos e fêmeas,
mas diferenças relacionadas ao sexo foram observadas na biotransformação
deste ativo. O número de metabólitos produzidos foi maior em fêmeas do que em
machos.
Não houve evidência de bioacumulação, menos de 1% da dose administrada foi
encontrada nos tecidos após 7 dias de administração.
Toxicodinâmica Fluindapir/Azoxistrobina: Não são conhecidos os mecanismos específicos de
toxicidade destas substâncias em humanos nem em outras espécies de
mamíferos.
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Sintomas e sinais Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
clínicos Com base em estudos em animais de experimentação, o produto é nocivo se
ingerido e pode ser nocivo se inalado e em contato com a pele. O produto não
provocou irritação dérmica e ocular em coelhos, tampouco provocou
sensibilização dérmica em camundongos.
Fluindapir: Não são conhecidos sintomas específicos do fluindapir em humanos
ou animais. Em estudos de toxicidade em ratos esta substância demonstrou baixa
toxicidade aguda. Sintomas gerais de intoxicação após exposição a produtos
químicos podem ocorrer como:
Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência
e vermelhidão.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência
e vermelhidão.
Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos.
Azoxistrobina: Não são conhecidos sintomas específicos da azoxistrobina em
humanos ou animais. A exposição inalatória e/ou oral a grandes quantidades de
fungicidas à base de estrobirulinas pode causar tontura e fraqueza.
Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência
e vermelhidão.
Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência
e vermelhidão.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. A inalação de grandes
quantidades de fungicidas à base de estrobirulinas pode causar tontura e
fraqueza.
Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. A ingestão de grandes quantidades de
fungicidas à base de estrobirulinas pode causar tontura e fraqueza.
Exposição crônica: Em estudos de toxicidade crônica em ratos e cães, os
principais alvos da toxicidade da azoxistrobina foram o fígado e o ducto do
colédoco, os efeitos adversos incluem alteração do peso do fígado com alteração
dos parâmetros bioquímicos e, nas doses mais altas, alterações histopatológicas,
assim como alterações na função biliar.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando
sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, tratar o paciente
imediatamente.
Tratamento CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto.
A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante à adoção
das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental
impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar
orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e
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Tratamento respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
endovenosa. Avaliar estado de consciência.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter
adequada perfusão tecidual. Se intoxicação severa, pode ser necessária
ventilação pulmonar assistida.
Medidas de descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar
protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Lavagem gástrica: Lavagem gástrica geralmente não é recomendada.
Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade
potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora).
- Carvão ativado: Os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso
de intoxicação por fluindapir ou azoxistrobina. Avaliar a necessidade de
administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de
carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos
de 1 ano de idade).
Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente
por pelo menos 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e
de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Contraindicações A indução do vômito e a administração de carvão ativado são contraindicados em
razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das
vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados;
pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
quantidade não significativa.
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Efeitos das Não há relatos sobre efeitos de interações químicas de fluindapir e azoxistrobina
interações em humanos.
químicas
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-7226001. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de emergência da empresa: 0800-3435450 (24 horas).
Endereço eletrônico da empresa: www.fmcagricola.com.br
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 1098 mg/kg p.c. (valor estimado).
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): > 5,15 mg/L/4h.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: a substância teste aplicada na pele dos coelhos produziu descamação,
edema e eritema leves. Todos os sinais de irritação foram completamente revertidos dentro do período de 10 dias
após a aplicação. Nas condições do teste, o produto não foi classificado como irritante à pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: a substância teste aplicada nos olhos dos coelhos produziu hiperemia na
conjuntiva, secreção e quemose. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal em até 48 horas após o
tratamento. Não foram observadas alterações na córnea ou na íris. Nas condições do teste, o produto não foi
classificado como irritante ocular.
Sensibilização cutânea em camundongos: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
bactérias (Teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Azoxistrobina: a azoxistrobina não apresentou potencial mutagênico em estudos in vivo. Esta substância também
não demonstrou potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos. Em estudos de toxicidade para a
reprodução em ratos, não foram observados efeitos sobre a fertilidade ou sobre o desempenho reprodutivo. A
azoxistrobina não apresentou potencial teratogênico em ratos e coelhos. Em estudos de toxicidade repetida em
ratos e cães, os principais alvos da toxicidade da azoxistrobina foram o fígado e o ducto do colédoco. Em estudo
de toxicidade de 90 dias, pela via oral, os efeitos tóxicos incluíram alteração do peso do fígado com alteração dos
parâmetros bioquímicos e, nas doses mais altas (em cães 250 mg/kg p.c./dia; em ratos 443,8 mg/kg p.c./dia),
alterações histopatológicas, assim como alterações na função biliar. Em cães, o NOAEL estabelecido foi de 50
mg/kg p.c./dia e em ratos o NOAEL foi de 21 mg/kg p.c./dia.
Fluindapir: o principal alvo da toxicidade em ratos, camundongos e cães, após exposições repetidas ao fluindapir,
foi o fígado (mínima a leve hipertrofia hepatocelular e indução de enzimas hepáticas). Em estudo de toxicidade de
90 dias, pela via oral, em cães, o NOAEL estabelecido foi de 40 mg/kg p.c./dia em machos e 10 mg/kg p.c./dia em
fêmeas e em ratos o NOAEL foi de 6000 ppm (330 mg/kg p.c./dia) para machos e 2000 ppm (139 mg/kg p.c./dia)
para fêmeas. O fluindapir não apresentou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo. Não foi observado
potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos. O fluindapir não apresentou efeitos sobre os
parâmetros reprodutivos ou efeitos teratogênicos em ratos ou coelhos. O NOAEL estabelecido foi de 750 mg/kg
p.c. Não foi observado potencial neurotóxico em estudos em ratos. Foram detectados níveis claros de doses
seguras para a proteção da saúde humana.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE lI)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IlI)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas/microcrustáceos).
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível
a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a
contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do
ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA.
• Telefone de emergência da empresa: 0800-3435450.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e
coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste
caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
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FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
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Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem
das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto
envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO 2 ou pó químico, ficando a favor do
vento para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando
o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida no ato da
compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio desta embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido
nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
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TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados
com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos
e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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