Rikali
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Fungicida
ciproconazol (triazol) (80 g/L) + Isopirazam (pirazol carboxamida) (125 g/L)

Informações

Número de Registro
41625
Marca Comercial
Rikali
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
ciproconazol (triazol) (80 g/L) + Isopirazam (pirazol carboxamida) (125 g/L)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Soja
Phakopsora pachyrhizi
Ferrugem da soja; ferrugem asiática

Conteúdo da Bula

                                    RIKALI – Produto Formulado
                                                                            Bula Completa – 30/10/2025


Logotipo Syngenta                                                              Logomarca do produto

                                                RIKALI
      Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 41625

COMPOSIÇÃO:
Mistura     de     3-(difluoromethyl)-1-methyl-N-[(1RS,4SR,9RS)-1,2,3,4-tetrahydro-9-
isopropyl-1,4-methanonaphthalen-5-yl]pyrazole-4-carboxamide (syn-isomers) e 3-
(difluoromethyl)-1-methyl-N-[(1RS,4SR,9SR)-1,2,3,4-tetrahydro-9-isopropyl-1,4
methanonaphthalen-5-yl]pyrazole-4-carboxamide (anti-isomers)
(ISOPIRAZAM)................................................................................125 g/L (12,5 % m/v)
(2RS,3RS;2RS,3SR)-2-(4-chlorophenyl)-3-cyclopropyl-1-(1H-1,2,4-triazol-1-yl)butan-2-
ol (CIPROCONAZOL) ........................................................................80 g/L (8,0 % m/v)
Outros ingredientes:.....................................................................865 g/L (86,5 % m/v)

             GRUPO                                   C2                              FUNGICIDA
             GRUPO                                   G1                              FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: FUNGICIDA TRANSLAMINAR SISTÊMICO
GRUPO QUÍMICO: ISOPIRAZAM (PIRAZOL-4-CARBOXAMIDA) e CIPROCONAZOL
(TRIAZOL)
TIPO DE FORMULAÇÃO: SUSPENSÃO CONCENTRADA (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e
13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP,
Fone: (11) 5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº
001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
ISOPYRAZAM TÉCNICO – Registro MAPA nº TC08425:
Syngenta Nantong Crop Protection Co., Ltd. - No. 1 Zhongyang Road, Nantong
Economic and Technological Development Area, 226009, Nantong, Jiangsu, China.
Deccan Fine Chemicals (India) Pvt Ltd - Plot- 3501 to 3515, 6301 to 6313 & 16 Meter
Road / B1 & Plot No. 6008 to 6010, GIDC, Industrial Estate, District Bharuch,
Ankleshwar, 393002, Gujarat, Índia.
Syngenta Crop Protection AG - Rue de l'lle-au-Bois, CH-1870, Monthey – Suíça.
Youjia Crop Protection Co. Ltd. - Fih TongHai Road, Rudong Coastal Economic
Development Zone, Nantong, Jiangsu, China.

CIPROCONAZOL TÉCNICO SYN – Registro MAPA nº 01407:
Bayer CropScience Schweiz AG - Rothausstrasse 61 - Ch-4132 - Muttenz – Suíça.
Saltigo GmbH - Operations ChemPark Leverkusen, 51369 - Leverkusen – Alemanha.
Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited - Kesavaram, Venkatanagaram Post,
Payakaraopeta Mandal, Visakhapatnam District, Andhra Pradesh, 531 127, Índia.


                                                       1
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                                                              Bula Completa – 30/10/2025


CYPROCONAZOLE TÉCNICO – Registro MAPA nº 001191:
Bayer CropScience Schweiz AG - Rothausstrasse 61, CH-4132, Muttenz – Suíça.

FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº,
km 127,5, Bairro Santa Terezinha, CEP: 13148-915, Paulínia/SP – Brasil, CNPJ:
60.744.463/0010-80 – Cadastro SAA/CDA/SP sob nº 453.
Syngenta S/A - Carretera Via Mamonal, km 6, Cartagena – Colômbia.

   “O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo
                                   Syngenta.”

               Nº do Lote ou da Partida:
               Data de Fabricação:              VIDE EMBALAGEM
               Data de Vencimento:

     ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
             AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
   É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                            PROTEJA-SE.
          É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

   Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil,
        conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO.

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II
           - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C




                                            2
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                                                           Bula Completa – 30/10/2025


INSTRUÇÕES DE USO:
                              DOSES
               DOENÇAS
                               (p.c.)
                                             NÚMERO
                 NOME                                   VOLUME       ÉPOCA,     NÚMERO      E
 CULTURAS                                   MÁXIMO DE
                COMUM                                     DE         INTERVALO DE APLICAÇÃO
                             mL p.c./ha    APLICAÇÕES
                 NOME                                    CALDA
              CIENTÍFICO
                                                                     Iniciar       as       aplicações
                                                                     preventivamente. Se necessário
                                                                     reaplicar em intervalos de até 14
                                                                     dias. Realizar no máximo 2
                                                                     aplicações por ciclo da cultura.
                                                                     Se forem necessárias mais
                                                        Aplicação
                              400-600                                aplicações, complementar com
                                                        Terrestre:
                                                                     fungicida(s) de outro(s) grupo(s)
               Ferrugem-                                100 a 200
                                Utilizar                             químico(s). Utilizar as doses
                asiática                                  L/ha
                              adjuvante                              mais baixas sob condições de
   SOJA                                         2
              (Phakopsora    específico,                             menor pressão da doença e
               Pachyrhizi)   recomenda                               utilização      de    variedades
                                                        Aplicação
                                do pelo                              tolerantes. Já as doses maiores,
                                                         Aérea:
                              fabricante                             utilizar em situações de maiores
                                                         20 a 40
                                                                     pressões da doença (utilização
                                                          L/ha
                                                                     de variedades mais suscetíveis
                                                                     e/ou histórico da doença na
                                                                     região), associado a condições
                                                                     climáticas      favoráveis     ao
                                                                     desenvolvimento do fungo.


MODO DE APLICAÇÃO:

RIKALI deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as
culturas registradas.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o
sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou
aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da
cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem
balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.

Aplicação terrestre:
Aplicação foliar: A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa
cobertura foliar da cultura. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a
cultura, de acordo com a forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal
manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os
tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem
um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm
(micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator
deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de
acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a
1000 Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte
tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte
aérea da cultura.

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                                                             Bula Completa – 30/10/2025


Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de
50% e ventos de 3 a 15 km/hora.

Aplicação aérea:
A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das
culturas citadas na bula.
Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados
para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem
gotas finas a médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de
faixa, etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas finas a médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha,
para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C,
umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou
evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5
metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte
tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na
parte aérea da cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser
flexibilizadas.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto
deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas.

Aplicação via drones agrícolas: O produto RIKALI pode ser aplicado através de drones
agrícolas em todas as culturas recomendadas, devendo estes ser adequados para cada
tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho
corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma
boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas
condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as
orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter
média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da
faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave
e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com
equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas
com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de
operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento
brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do
Ministério da Agricultura (MAPA).

Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade
e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso);

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                                                           RIKALI – Produto Formulado
                                                            Bula Completa – 30/10/2025


- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de
acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

Modo de preparo de calda:

  1.   Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem.
  2.   O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque
       até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em
       funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada do fungicida e em
       seguida adicionar o adjuvante recomendado pelo fabricante, caso necessário.
       Após isso, proceder a homogeneização e completar o volume do tanque com
       água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do
       produto.
  3.   Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação,
       pulverizando logo após a sua preparação.
  4.   Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto
       possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador,
       agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

INTERVALO DE SEGURANÇA PARA CADA CULTURA (DIAS):

                         Cultura                 Dias
                          Soja                    30

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não permitir o ingresso dos trabalhadores à área tratada antes da secagem do produto
na cultura, que em geral, em condições normais de temperatura, ocorre em um período
de 24 horas. Caso seja necessário o ingresso antes deste período, deve-se utilizar
equipamento de proteção individual padrão recomendados em rotulagem para a
atividade de aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma
ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência:
monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de
exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de
destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser
diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso
de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de
Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles
definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos
d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E
utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a
adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.


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Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Quando utilizado de acordo com as recomendações da bula, RIKALI não causa
fitotoxicidade para as culturas indicadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A
SEREM UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE
HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO
AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,
DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO
DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO
AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo
alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças
resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e
consequente prejuízo.

Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos
fungicidas, seguem algumas recomendações:

   •   Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 e do
       Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
   •   Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas
       práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares
       com gene de resistência quando disponíveis, etc;
   •   Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
       produto;
   •   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
       estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e
       manutenção da eficácia dos fungicidas;
   •   Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de
       fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade
       Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à

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                                                          RIKALI – Produto Formulado
                                                           Bula Completa – 30/10/2025


       Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura
       e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

           GRUPO                          C2                     FUNGICIDA
           GRUPO                          G1                     FUNGICIDA

O produto fungicida RIKALI é composto por isopirazam e ciproconazol, que apresentam
mecanismos de ação no complexo II: succinato-desidrogenase e no sítio C14-
desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencentes aos Grupo C2 e G1,
segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Fungicidas), respectivamente.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A
FERRUGEM-DA-SOJA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo
alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças
resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e
consequente prejuízo.

Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da
ferrugem-asiática-da-soja, seguem algumas recomendações:

   •   Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura rotacionando os
       mecanismos de ação distintos do Grupo C2 e do Grupo G1 sempre que possível;
       Se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo isoladamente;
   •   Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
   •   Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época
       recomendada para cada região (adotar estratégia de escape);
   •   Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
   •   Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
   •   Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o
       que permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
   •   Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas
       práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias,
       adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais
       etc.
   •   Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais
       suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado;
   •   Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação
       recomendados;
   •   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
       estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da
       aplicação de fungicidas;
   •   Realizar o monitoramento da doença na cultura;


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   •   Adotar estratégia de aplicação preventiva;
   •   Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
   •   Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em
       bula;
   •   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
       estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e
       manutenção da eficácia dos fungicidas;
   •   Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de
       fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade
       Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à
       Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura
       e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br.

           GRUPO                         C2                     FUNGICIDA
           GRUPO                         G1                     FUNGICIDA

O produto fungicida RIKALI é composto por isopirazam e ciproconazol, que apresentam
mecanismos de ação no complexo II: succinato-desidrogenase e no sítio C14-
desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencentes aos Grupo C2 e G1,
segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Fungicidas), respectivamente.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos
os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias,
variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação
equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visando o melhor equilíbrio do
sistema.

            DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais
  e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
  orifícios e válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos
  ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
  fabricante.



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                                                            RIKALI – Produto Formulado
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• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência
  de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas
  específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
  descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
  emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
  trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
  seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças
  compridas, botas de borracha, avental impermeável, equipamento de proteção
  respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2, viseira facial, touca árabe e luvas
  de proteção para produtos químicos.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
  com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): Macacão com tratamento
   hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, avental
   impermeável, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou
   PFF2, viseira facial, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
   Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de
medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
   segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na
   área em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
   respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir
   que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): Macacão com tratamento
   hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, equipamento
   de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2, viseira facial, touca
   árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA”
  e manter os avisos até o final do período de reentrada.


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                                                          RIKALI – Produto Formulado
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• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na
   área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
   Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
   aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em
   áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
   segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
   ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
   original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
   demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos
   de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
   macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de
   proteção para produtos químicos e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados
   na seguinte ordem: touca árabe, viseira facial, botas de borracha, macacão com
   tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção para
   produtos químicos e equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe
   P2 ou PFF2.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
   devidamente protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.




                                                Nocivo se inalado
                                                Pode provocar reações alérgicas na pele
                              ATENÇÃO
                                                Suspeita-se que prejudique a fertilidade ou o
                                                feto




                                          10
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                                                             Bula Completa – 30/10/2025



PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de
emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário
agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver
indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não
dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de
contato, deve-se retirá-la.

Pele: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato,
tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos
15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto
e ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.

                            INTOXICAÇÕES POR RIKALI
                              INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico             Isopirazam: Pirazol-4-Carboxamida

                          Ciproconazol: Triazol
Classe
                          Categoria 4: Produto Pouco Tóxico
toxicológica
Vias de exposição
                          Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética            Isopirazam: Estima-se que mais de 85% da dose
                          administrada, por via oral, seja absorvida no rato. O
                          Isopirazam é amplamente e uniformemente distribuído nos
                          tecidos do rato, sendo as concentrações plasmáticas
                          máximas atingidas entre 3-6 horas após a administração
                          oral. Sem evidência de acúmulo em qualquer tecido
                          específico, os maiores níveis residuais são encontrados
                          nos fígados e rins. A principal via de excreção do
                          Isopirazam é pelas fezes (77-83%), que deriva
                          principalmente da excreção biliar (48-58%) sendo que, 20-
                          27% da dose aplicada é excretada na urina.

                          Ciproconazol: Estudos em ratos demonstraram que o
                          ciproconazol é altamente absorvido pela via oral (≥ 86%).
                          Sua eliminação ocorre de forma rápida nos tecidos, sem
                          sinais de bioacumulação, após cinética monofásica de 7

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Toxicocinética      dias. A depleção é rápida, com meia-vida de 1 a 3 dias. Os
                    maiores níveis de resíduos foram identificados no fígado e
                    glândula adrenal. O ciproconazol é excretado
                    principalmente pela bile (60-76%) e urina (33% e 39% em
                    machos e fêmeas, respectivamente) já nas primeiras 168
                    horas após a dosagem. As principais vias metabólicas no
                    rato são a) eliminação oxidativa do anel triazólico, b)
                    hidroxilação do carbono contendo o grupo metila, c)
                    oxidação do grupo metila ao carbinol e posteriormente ao
                    ácido carboxílico e d) eliminação redutora do carbono
                    contendo o grupo metila.
Toxicodinâmica      Isopirazam:        Fungicida    inibidor    da     succinato
                    desidrogenase (SDHI) que impede especificamente a
                    respiração fúngica ao bloquear os locais de ligação da
                    ubiquinona, no Complexo II da cadeia transportadora de
                    elétrons na mitocôndria de fungos. Esse complexo é um
                    componente essencial da cadeia respiratória e do ciclo de
                    ácido tricarboxílico (ou Krebs) que interfere nas atividades
                    vitais da célula fúngica levando esses organismos a morte.
                    Sendo esse complexo um componente universal das
                    mitocôndrias de organismos vivos, não é possível excluir
                    que o seu modo de ação seja relevante para humanos.
                    Ciproconazol: Atua como inibidor da desmetilação da
                    enzima esterol 14α-desmetilase (CYP51, pertencente à
                    superfamília citocromo P450), responsável pela
                    biossíntese do ergosterol em fungos. Tal inibição afeta a
                    integridade das membranas celulares, acarretando morte
                    fúngica. Este modo de ação é conservado para seres
                    humanos, uma vez que estes também possuem a enzima
                    CYP51, envolvida na síntese de esteróis importantes como
                    o colesterol. O colesterol está envolvido na estruturação
                    das membranas celulares e síntese de hormônios sexuais;
                    no entanto, não há na literatura dados que comprovem a
                    inibição da síntese de colesterol em humanos em
                    decorrência da exposição ao ciproconazol.
Sintomas e sinais   Isopirazam: Não há dados de toxicidade do isopirazam em
clínicos            humanos.

                    Ciproconazol: Não há          dados    de   toxicidade   do
                    ciproconazol em humanos.

                    As informações detalhadas abaixo foram obtidas de
                    estudos agudos com animais de experimentação tratados
                    com a formulação à base de isopirazam e ciproconazol,
                    RIKALI:
                    Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral
                    realizado em ratos, não foi observada mortalidade ou
                    quaisquer sinais de toxicidade sistêmica entre os animais
                    expostos à dose 2000 mg/kg p.c.


                                    12
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Sintomas e sinais   Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda
clínicos            inalatória realizado em ratos, foi observada mortalidade de
                    todos os quatro animais testados a 5,27 mg/L (teste
                    preliminar). Não ocorreram mortes nos estudos de
                    exposição, preliminar e principal, conduzidos com a dose de
                    1,15 mg/L. No estudo principal, entre machos e fêmeas,
                    observou-se atividade reduzida, dificuldade respiratória,
                    respiração ruidosa. Além disso, espirros, respiração
                    ofegante, postura curvada, condição de fraqueza e perda de
                    peso foram registrados durante o período de observação.
                    Os animais expostos se recuperaram e todos os sinais
                    clínicos significativos cessaram a partir do dia 10, no
                    entanto, a perda de pelos foi observada em duas fêmeas do
                    dia 12 ao 14.
                    Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda
                    dérmica realizado em ratos, não foi observada mortalidade
                    ou quaisquer sinais clínicos de toxicidade sistêmica entre
                    os animais expostos à dose de 2000 mg/kg p.c. Em estudo
                    de irritação cutânea realizado em coelhos, nenhum dos
                    animais apresentaram sinais de irritação na pele. O
                    produto foi considerado sensibilizante cutâneo pelo ensaio
                    de linfonodo local em camundongos.
                    Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular realizado
                    em coelhos, os animais apresentaram sinais fracos de
                    irritação ocular, completamente reversíveis em um período
                    de 2 semanas de observação e insuficientes para
                    classificar o produto como irritante ocular.

                    Exposição crônica: Os ingredientes ativos dessa
                    formulação não são considerados mutagênicos,
                    teratogênicos ou carcinogênicos para seres humanos. À
                    luz dos conhecimentos atuais, não são considerados
                    desreguladores endócrinos. O ciproconazol também não é
                    considerado tóxico para a reprodução. Nos estudos de
                    toxicidade para a reprodução conduzidos com isopirazam,
                    foram estabelecidos níveis de dose segura para os efeitos
                    observados. Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
Diagnóstico         O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de
                    confirmação de exposição ao produto e pela presença de
                    sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando sinais
                    e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o
                    paciente imediatamente.




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Tratamento   Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte
             de acordo com o quadro clínico para manutenção das
             funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte
             respiratório.

             Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais
             (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência
             respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via
             endovenosa.       Atenção    especial    para  parada
             cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas.
             Avaliar estado de consciência do paciente.

             Medidas       de     descontaminação:        Realizar     a
             descontaminação para limitar a absorção e os efeitos
             locais.
             Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes
             quantidades do produto proceder com:
             - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos
             e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores
             de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão
             ativado para 240 ml de água. É mais efetivo quando
             administrado dentro de uma hora após a ingestão.
             - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de
             uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de
             1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária.
             Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas
             do risco de aspiração com a disposição correta do tubo
             orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por
             intubação endotraqueal com cuff.
             ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas
             doses do produto, podem aparecer vômitos espontâneos,
             não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para
             evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para
             uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal
             severa ou dificuldade de deglutição.
             Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local
             seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e
             oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de
             insuficiência respiratória. Se necessário, administrar
             oxigênio e ventilação mecânica.
             Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios,
             proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo
             pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria
             abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado.
             Se houver irritação ou dor o paciente deve ser
             encaminhado para tratamento.
             Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar
             abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por
             no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e
             mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou


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Tratamento               fotofobia persistirem,   encaminhar     o   paciente   para
                         tratamento específico.

                         Antídoto: Não há antídoto específico.

                         Cuidados para os prestadores de primeiros socorros:
                         EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente
                         tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento
                         intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar
                         o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao
                         intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas
                         de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como
                         luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma
                         a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações         A indução do vômito é contraindicada em razão do risco
                         potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se
                         ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do
                         nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo
                         estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das interações   Não foram relatadas interações químicas entre o
químicas                 isopirazam e o ciproconazol e medicamentos
                         possivelmente utilizados no tratamento de intoxicação por
                         isopirazam ou o ciproconazol em humanos.
ATENÇÃO                   Para notificar o caso e obter informações especializadas
                             sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-
                           Intoxicação: 0800 722 6001 Rede Nacional de Centros
                                   de Informação e Assistência Toxicológica
                                           (RENACIAT/ANVISA/MS)
                           As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas
                          entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
                              Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de
                                           Notificação (SINAN / MS).
                              Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância
                                              Sanitária (Notivisa)
                                   Telefone de Emergência da empresa:
                                         0800-704 4304 (24 horas)
                                     Endereço Eletrônico da Empresa:
                                          www.syngenta.com.br
                                       Correio Eletrônico da Empresa:
                                    faleconosco.casa@syngenta.com

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
Vide quadro anterior, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.




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Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos agudos:

DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: > 1,04 mg/L.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: não irritante.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não irritante.
Sensibilização cutânea em camundongos (linfonodo local): sensibilizante dérmico.
Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para
as vias respiratórias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação
genética bacteriana ou ensaio de micronúcleo in vitro com linfócitos humanos.

Efeitos crônicos:

Isopirazam: Em estudo de toxicidade crônica em ratos por 2 anos, o Isopirazam
provocou aumento do peso hepático, associado ao aumento da incidência de hipertrofia
e vacuolização hepatocelular, focos eosinofílicos de hepatócitos alterados, alterações
nas enzimas hepáticas do sangue, assim como hiperplasia e fibrose de ductos biliares,
triglicerídeos reduzidos e colesterol aumentado. Adicionalmente, observou-se redução
no ganho de peso corpóreo e, em fêmeas tratadas com a maior dose (232,8
mg/kg/p.c./dia), alterações nos parâmetros hematológicos, aumento da incidência de
adenocarcinoma do endométrio uterino, adenoma hepatocelular e diminuição do
fibroadenoma mamário. Esses achados são considerados não representativos de
potencial carcinogênico relevante do Isopirazam (NOAEL: 5,5 mg/kg/p.c./dia). A fim de
avaliar o modo de ação do potencial tumoral do isopirazam, realizou-se um estudo de
18 meses em ratas fêmeas. A exposição à maior dose de isopirazam (194
mg/kg/p.c./dia) causou redução de peso corpóreo, consumo de ração, gordura corporal,
alteração nos níveis de prolactina e leptina e aumento de dopamina e ácido di-
hidroxifenilacético. Além disso, as fêmeas expostas a maior dose apresentaram
diminuição da duração do ciclo estral, senescência reprodutiva retardada, maior
incidência de animais em estado estrogênico e estro persistente (NOAEL: 28
mg/kg/p.c./dia). No estudo crônico em camundongos com isopirazam, observou-se
redução de peso corpóreo e consumo de ração, aumento do peso hepático associado
a aumento da incidência de hipertrofia hepatocelular. Outras alterações histopatológicas
(não neoplásicas) foram identificadas em animais expostos a maior dose de isopirazam,
como epitélio da vesícula biliar com gotículas eosinofílicas e inflamação/exsudatos no
ducto      nasolacrimal    (NOAEL:      7,8   mg/kg/p.c./dia).     Na    ausência     de
genotoxicidade/mutagenicidade in vivo e in vitro e considerando que a ocorrência de
lesões neoplásicas se deu apenas em altas doses, em um único sexo (fêmeas) e única
espécie (ratos), esses achados não foram considerados relevantes, portanto, o
isopirazam não é considerado carcinogênico para humanos. Em estudo da reprodução
de duas gerações, ratos tratados pela dieta contendo isopirazam apresentaram redução
de peso corpóreo e consumo de ração, em ambas gerações, quando expostos à maior
dose (279 mg/kg/p.c./dia). Associado a redução do ganho de peso corpóreo, ocorreu
um ligeiro atraso na separação prepucial e na abertura vaginal em filhotes (F2) expostos
a maior dose. Além disso, foi observado aumento do peso do fígado (F1 e F2) e
hipertrofia dos hepatócitos (F1) (NOAEL parental e fetal: 8,3 mg/kg/p.c./dia; NOAEL


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reprodução: 279 mg/kg/p.c./dia). O desempenho reprodutivo, parâmetros gestacionais
e da prole (sobrevivência, sexo), ciclo estral e parâmetros dos espermas não foram
afetados pelo tratamento. Em dois estudos do desenvolvimento em ratos, o isopirazam
provocou evidências de toxicidade materna (redução do peso corpóreo), bem como
sinais clínicos (incluindo mortalidade) em níveis de doses elevadas. Relacionado à essa
toxicidade materna, observou-se redução do peso fetal, ligeiro atraso na ossificação dos
fetos, aumento do número de perdas pós-implantação e, portanto, um número reduzido
de fetos vivos. Os NOAELs maternos e de desenvolvimento foram 75 (primeiro estudo)
e 20 (segundo estudo) mg/kg/p.c./dia. Não houve indicação de teratogenicidade do
isopirazam em ratos. Foram realizados estudos de toxicidade do desenvolvimento e de
determinação de doses, em coelhos da Nova Zelandia e Himalaia. Observou-se indícios
de toxicidade materna em níveis de doses elevadas de isopirazam, incluindo perda de
peso corpóreo, redução do consumo de ração, redução de defecação, aumento do peso
do fígado associado a hipertrofia e vacuolização hepatocelular e mortalidade ou abortos.
Os efeitos da exposição aos fetos foram aumento de perda pós-implantação, redução
do número de fetos viáveis e redução do ganho de peso fetal. Adicionalmente, houve
incidência aumentada de microftalmia associada com anel hemorrágico ao redor da íris
ou áreas avermelhadas nos olhos (NOAEL materno e desenvolvimento: 30 e 150
mg/kg/p.c./dia, respectivamente). A relação com o tratamento foi considerada incerta
em alguns achados fetais externos e esqueléticos observados em coelhos Himalaia
devido ao tamanho limitado do grupo. Uma vez que estes achados não foram
reproduzidos em coelhos NZW tratados com doses igualmente altas, a relação com o
tratamento também é considerada improvável. Não se pode descartar relação com o
tratamento para o aumento na incidência de olhos pequenos/ microftalmia nos coelhos
expostos a altas doses, que ocorreram também em doses de toxicidade materna
acentuada (excessiva).

Ciproconazol: Estudos de toxicidade crônica foram realizados em ratos e
camundongos e, para ambas as espécies, o tratamento induziu alterações no peso
corpóreo e toxicidade hepática nas maiores doses (NOAEL ratos: 2,2 mg/kg p.c./dia).
Em camundongos, foram observadas neoplasias benignas (adenomas) e malignas
(carcinomas) no fígado. O potencial cancerígeno do ciproconazol foi investigado
adicionalmente por estudos mecanísticos, nos quais ficou indicado que ele é um
cancerígeno não-genotóxico para camundongos, sendo a formação de tumores
consequente à indução enzimática prolongada. Tal modo de ação é similar ao do
fenobarbital e, portanto, não relevante para seres humanos (NOAEL efeitos crônicos e
carcinogênicos 1,8 mg/kg p.c./dia). Portanto, o ciproconazol não apresenta potencial
carcinogênico para o homem, além de não apresentar potencial mutagênico ou
genotóxico pelos estudos de mutagenicidade in vivo e in vitro. No estudo de duas
gerações em ratos, o tratamento produziu sinais de toxicidade parental na maior dose
(machos: 9,6 mg/kg p.c.; fêmeas: 11,6 mg/kg p.c.) e o aumento no peso relativo do
fígado foi associado à esteatose hepática em F0. Um pequeno aumento na mortalidade
perinatal em filhotes F1 e pós-natal em filhotes F1 e F2 foi observado nas maiores doses
(machos: 9,6 mg/kg p.c.; fêmeas: 11,6 mg/kg p.c.; NOAEL 1,6 mg/kg p.c./dia). No estudo
do desenvolvimento em ratos, houve redução de peso corpóreo materno nas maiores
doses durante os dias 6 a 11 (NOAEL materno 6 mg/kg p.c./dia e desenvolvimento 12
mg/kg p.c./dia). No estudo de desenvolvimento em chinchilas, houve perda de peso
corpóreo materno e redução do consumo de ração (dose 50 mg/kg p.c.), bem como
ligeiro aumento de perdas pós-implantação (doses 20 e 50 mg/kg p.c.; NOAEL materno
10 mg/kg p.c./dia e desenvolvimento 50 mg/kg p.c./dia); já no estudo em coelhos Nova


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 Zelândia, foram observadas duas mortes entre as mães (doses 10 e 50 mg/kg p.c.). A
 maior dose resultou em toxicidade materna na forma de perda de peso corpóreo e
 redução do consumo de ração no início do tratamento, além de alterações esqueléticas
 nos fetos (NOAEL materno e desenvolvimento 10 mg/kg p.c./dia). Pelos estudos acima
 descritos, o ciproconazol não é considerado teratogênico ou tóxico para a reprodução
 nas doses recomendadas para aplicação no campo.

                  DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
 PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
        - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).

     X     - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).

           - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).

           - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

 •       Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento
         no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
 •       Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
 •       Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos
         e peixes).
 •       Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
         inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de
         água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
         mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
         suscetível a danos.
 •       Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal,
         concernentes às atividades aeroagrícolas.
 •       Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
 •       Não utilize equipamento com vazamentos.
 •       Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
 •       Aplique somente as doses recomendadas.
 •       Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
         corpos d’água. Evite a contaminação da água.
 •       A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
         contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
         pessoas.

 2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
 CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
 • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
 • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
    bebidas, rações ou outros materiais.


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•    A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
•    O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•    Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
•    Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
     crianças.
•    Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
     rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
•    Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843
     da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
•    Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3.   INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
•    Isole e sinalize a área contaminada.
•    Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO
     DE CULTIVOS LTDA.
•    Telefone da empresa: 0800 704 4304.
•    Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e
     botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
•    Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre
     em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
•    Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material
     com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
     devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso,
     consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
     destinação final.
•    Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
     recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado.
     Contate a empresa registrante conforme indicado.
•    Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
     animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
     empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
     acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
     produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de
     neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs
– Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do
produto.


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Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
    • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
       mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
    • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
    • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
    • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
    • Faça essa operação três vezes;
    • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

 Lavagem sob pressão:
 Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão,
 seguir os seguintes procedimentos:
    • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no
        pulverizador;
    • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
    • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
        segundos;
    • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
    • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

  Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
  seguintes procedimentos:
    • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem,
       mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical,
       durante 30 segundos;
    • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
       lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes
       internas da embalagem, por 30 segundos;
    • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
    • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem
       deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente,
       separadamente das embalagens não lavadas.
   •   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário,
       deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
       impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
       embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
       adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.




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   •   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
       dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
       até 6 meses após o término do prazo de validade.
   •   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
       pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

   •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
       bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário,
       deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
       impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
   •   Use luvas no manuseio dessa embalagem.
   •   Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva,
       quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
       embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
       adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
   •   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
       dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
       até seis meses após o término do prazo de validade.
   •   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
       pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
       TRANSPORTE

   •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
       bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
  • O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve
    ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
    impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
  • Use luvas no manuseio desta embalagem.
  • Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em
    saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),

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       devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de
       Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
       embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
       adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
   •   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
       dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
       até 6 meses após o término do prazo de validade.
   •   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
       pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

   •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
   •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
       bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas
       em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
       devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de
       Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário,
       deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
       impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento
       onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo
       estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

   •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
       bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
  • A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,
     somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas
     legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.



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                                                         Bula Completa – 30/10/2025


   •   É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
       EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
       PRODUTO.
   •   EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
       INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
   •   A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
       ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a
       flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
  • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso,
     consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
     destinação final.
  • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para
     este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes
     e aprovados por órgão ambiental competente.

   5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
   • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na
      legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
      transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros
      materiais.

   6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
   DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
   • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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