Ricer
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Herbicida
Penoxsulam (sulfonanilida triazolopirimidina) (240 g/L)
Informações
Número de Registro
8205
Marca Comercial
Ricer
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Penoxsulam (sulfonanilida triazolopirimidina) (240 g/L)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Arroz
Aeschynomene denticulata
angiquinho (2); corticeirinha (1); maricazinho (2)
Arroz
Cyperus iria
junquinho (5); tiririca (5); tiririca-do-brejo (1)
Arroz
Echinochloa colona
capim-arroz (1); capim-coloninho (2); capim-jaú (1)
Arroz
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Conteúdo da Bula
Ricer ®
<logomarca do produto>
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 08205
COMPOSIÇÃO:
3-(2,2-difluoroethoxy)-N-(5,8-dimethoxy[1,2,4] triazolo[1,5-c]pyrimidin-2-yl)-α,α,αtrifluorotoluene-2-
sulfonamide
(PENOXSULAM) ...................................................................................................... 240 g/L (24,0% m/v)
Outros Ingredientes................................................................................................ 870 g/L (87,0% m/v)
GRUPO B HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo, de ação sistêmica.
GRUPO QUÍMICO:
PENOXSULAM: Sulfonamida triazolopirimidina
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala CTVA - Tamboré
- CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO
PENOXSULAM TÉCNICO
Registrado no MAPA sob nº 08305.
Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Michigan, 48640, Midland - Estados Unidos da América
Huaian Glory Chemical Co., Ltd.
Nº 2, Yannan Avenue, Huai an Industrial Park, Huai an City Jiangsu Province - China
Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited
Kesavaram, Venkatanagaram Post, Payakaraopeta Mandal, Vishakapatnam District, Andhra Pradesh, 531
127 - India
FABRICANTE DA PRÉ-MISTURA:
PENOXSULAM PRÉ-MISTURA
Registrado no MAPA sob nº 02806
Makhteshim Agan Of North America, Inc.
P.O. BOX 1463, GA 31793, 7745, Magnolia Industrial Blvd - Tifton - Estados Unidos da América
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP
Helena Industries, LLC
434 Fenn Road, Cordele, Georgia 31015 - Estados Unidos da América
Helena Industries, LLC
3525 Vandalia Road, Des Moines, IA 50317 - Estados Unidos da América
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Platte Chemical CO.
917 Platte Road 3704-5156 Greenville/Mississipi - Estados Unidos da América
Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Michigan, 48640, Midland - Estados Unidos da América
Transbas Inc.
1525 Lockwood Road 59101 Billings/Montana - Estados Unidos da América
Van Diest Supply Company
1434 220a Street 50595-0610 Webster City/IA - Estados Unidos da América
Corteva Crop India Private Limited
A-1 MIDC, Lote Parshuram, Taluka: Khed, District: Ratanagiri, Maharashtra, 415722 - Índia
FORMULADOR
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-760 - Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Cadastro Estadual nº 210 - IMA/MG
Sipcam Nichino Brasil S/A
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG
Adama Brasil S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa
CEP: 86031-610 - Londrina/PR - Tel.: (43) 3371-9000 - Fax: (43) 3371-9017
CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro no Estado nº 003263 - ADAPAR/PR
Adama Brasil S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS
Tel.: (51) 3653-9400 - Fax: (51) 3653-1697
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro no Estado nº 00001047/99 - SEAPA/RS
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado nº 8 - CDA/SP
Nortox S.A.
Rodovia BR 369, km 197 - Aricanduva - CEP: 86700-970 - Arapongas/PR
CNPJ: 75.263.400/0001-99, Tel.: (43) 3274-8585 - Fax: (43) 3274-8585
Regstro no Estado nº 466 - ADAPAR/PR
Nortox S.A.
Rodovia BR 163, km 116 - Parque Industrial Vetorasso - CEP: 78740-275 - Rondonópolis/MT
CNPJ: 75.263.400/0011-60, Tel.: (66) 3493-3700 - Fax: (66) 3439-3715
Registro no Estado nº 183/06 - INDEA/MT
Ouro Fino Química S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5 - Dist. Industrial III - CEP: 38044-750
Uberaba/MG, CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Tel.: (16) 3518-2000 - Fax: (16) 3518-2251
Certificado de Registro IMA nº 8.764
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Avenida Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 - Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro no Estado nº 477 - CDA/CFICS/SP
Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Michigan, 48640, Midland - Estados Unidos da América
Helena Industries, LLC
3525 Vandalia Road, Des Moines, IA 50317 - Estados Unidos da América
Helena Industries, LLC
434 Fenn Road, Cordele, Georgia 31015 - Estados Unidos da América
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Van Diest Supply Company
1434 220th Street, Webster City, IA 50595-0610 - Estados Unidos da América
Transbas Inc.
1525 Lockwood Road, Billings, Montana 59101 - Estados Unidos da América
Bold Corporation
7745 Magnolia Industrial Boulevard, Tifton, GA 31793 - Estados Unidos da América
Platte Chemical Co.
917 Platte Rd, Greenville, Missisippi 3704-5156 - Estados Unidos da América
Corteva Agriscience LLC
305 N. Huron Avenue, Michigan, 48441, Harbor Beach - Estados Unidos da América
Corteva Agriscience LLC
2301 N. Brazosport Boulevard, Texas, 77541-3257, Freeport - Estados Unidos da América
Corteva Agriscience France S.A.S.
BP-20 Zone Industrielle, F-67410, Drusenheim - França
Corteva Agriscience Argentina S.R.L.
Hipolito Irigoyen 2900, Santa Fe, Puerto General San Martin, S2202DRA - Argentina
Corteva Agriscience de Colombia S.A.S.
Mamonal, km 14, Bolivar Apartado, 2888, Cartagena - Colômbia
Corteva Agriscience de Colombia S.A.S.
Carrera 50, 13-209, Atlántico, 083002, Soledad - Colômbia
Corteva Agriscience Italia S.r.l.
Strada Statale 11, km 190.2, Bergamo, 24050, Mozzanica - Itália
PT Corteva Agriscience Manufacturing Indonesia
Sisingamangaraja Street, km 9.5, North Sumatera, 20148, Medan - Indonésia
Tessenderlo Kerley, Inc.
5427, East Central Avenue 93725 Fresno, Califórnia - Estados Unidos da América
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-
OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273° do
Decreto N˚ 7.212, de 15 de junho de 2010)
Inflamável
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO:
RICER é um herbicida seletivo recomendado para o controle de plantas infestantes de folhas estreitas
(gramíneas), ciperáceas e folhas largas na cultura de arroz irrigado, em aplicação em pré-emergência, pós-
emergência inicial ou pós-emergência da cultura e da planta daninha conforme recomendações na tabela
abaixo.
Culturas, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:
Cultura Alvo Dose Época de Aplicação
Junco
125 mL/ha Pré-emergência da
(Cyperus iria)
cultura e da planta
Capim-arroz
300 mL/ha daninha
(Echinochloa crus-galli)
Junco
100 - 125 mL/ha
(Cyperus iria)*
Angiquinho
125 -150 mL/ha Pós-emergência inicial
(Aeschynomene denticulata)*
da cultura (2 - 3 folhas)
Capim-coloninho
e da planta daninha
(Echinochloa colona)*
150 - 200 mL/ha
Capim-arroz
(Echinochloa crus-galli)*
Junco
125 - 150 mL/ha
(Cyperus iria)*
Angiquinho Pós-emergência da
150 - 175 mL/ha
(Aeschynomene denticulata)* cultura (4 folhas - 1
Arroz Capim-coloninho perfilho) e da planta
(Echinochloa colona)* daninha
200 - 250 mL/ha
Capim-arroz
(Echinochloa crus-galli)*
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 80-200 L/ha
- Aplicação aérea:
• Aeronave tripulada: 30-50 L/ha
• Aeronave remotamente pilotada (ARP/drones): mínimo 20 L/ha
* A adição de adjuvante à calda é obrigatória, para possibilitar melhor distribuição
das gotículas na superfície foliar, melhor absorção e penetração do produto na
planta infestante. Os adjuvantes recomendados são Óleo Vegetal ou Alquil Ester
Etoxilado de Ácido Fosfórico na dose de 1 L/ha. Não usar adjuvantes da classe
dos organosiliconados.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
A aplicação deverá ser feita em área total, em pré ou pós-emergência, observando-se uma boa cobertura das
plantas infestantes ou do solo.
RICER pode ser aplicado através de pulverizações terrestre (pulverizador tratorizado) ou através de
pulverizações aéreas (aviões agrícolas).
É importante ressaltar que a definição dos equipamentos de pulverização e dos parâmetros mais adequados
à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de
um Engenheiro Agrônomo.
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Aplicação terrestre
• Equipamento tratorizado com barra:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de
pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão
seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do
Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
De modo geral, a recomendação de tecnologia de aplicação do RICER é a aplicação do produto através de
pulverizador tratorizado, equipado com pontas de jato plano com indução de ar tal como AIXR 110.015,
espaçados de 50 cm, angulados a 90º com relação ao solo, a 0,5 metro acima do alvo, com a taxa de aplicação
de 80 a 200 litros de calda de pulverização por hectare com gotas da classe grossa (G) ou superior.
• Condições meteorológicas:
As condições meteorológicas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelo alvo (plantas daninhas), com a menor evaporação possível das
gotas do trajeto entre a ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível
(deriva) e evitando condições de inversão térmica ou correntes convectivas (fenômenos meteorológicos
caracterizados pela ausência de vento). Com esse objetivo recomenda-se pulverizações sob temperatura
ambiente abaixo de 27°C, umidade relativa do ar superior a 55% e velocidade média do vento entre 3 e 10
Km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 4 horas após a
aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e a meteorologia local (velocidade do vento,
umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de
aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior
tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
Aplicação aérea:
• Aeronave tripulada:
As aplicações aéreas deverão seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para
essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS, ajustes dos
parâmetros operacionais, como ângulo de deflexão dos bicos nas barras de pulverização, modelo e número
de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de deposição, velocidade e altura de voo, entre outros,
sempre supervisionadas por um Engenheiro Agrônomo e de acordo com os conceitos de boas práticas para
redução do risco de deriva.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável
(CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva Agriscience, através
do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea deste produto.
Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea
é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto.
• Taxa de aplicação:
Para aplicações de RICER, recomenda-se que seja utilizado volume de calda de no mínimo 30 L/ha, com
gotas das classes Médias (M), Grossas (G) ou superiores.
• Parâmetros operacionais:
O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste ou
vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a uniformidade da aplicação.
É recomendado que a altura de voo varie entre 3,5 e 4 m, conforme características da aeronave, para
minimizar o risco de deriva e proporcionar melhor uniformidade de aplicação.
Fechar a válvula de 3 vias (by-pass) antes de subir a aeronave ao final de cada passada.
Não deve haver vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização e a disposição dos
bicos para evitar a ocorrência desse problema.
• Seleção das pontas de pulverização:
Use pontas jato plano de impacto com o menor ângulo do defletor, de pulverização adequadas para a geração
das classes de gotas recomendadas (Médias (M), Grossas (G) ou superiores), para gotas mais grossas, ou
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de preferência de jato plano “simples”, com ângulo de abertura no leque menor ou igual a 40 graus e sempre
com o bico voltado para trás (zero graus de deflexão). Pontas de jato sólido voltadas para trás produzem as
gotas mais grossas e o menor potencial de deriva. Caso seja usado ponta de jato cônico, não usar core 45, e
dar preferência pelo uso de core 46, e discos de maior vazão, para minimizar o risco de deriva. É importante
que as pontas sejam escolhidas em função das características operacionais da aeronave, para que a classe
do espectro de gotas fique dentro do recomendado (gotas médias, grossas ou superiores). Não é
recomendado o uso de atomizadores rotativos (de telas ou discos) em nenhuma condição de aplicação do
herbicida RICER.
• Condições meteorológicas:
As condições meteorológicas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelo alvo (plantas daninhas), com a menor evaporação possível das
gotas do trajeto entre a ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível
(deriva) e evitando condições de inversão térmica ou correntes convectivas (fenômenos meteorológicos
caracterizados pela ausência de vento). Com esse objetivo recomenda-se pulverizações sob temperatura
inferior a 27ºC, umidade relativa do ar acima de 55%, velocidade média do vento entre 3 Km/h e 10 Km/h.
Estes parâmetros devem ser monitorados constantemente durante a aplicação. As aplicações também dever
ser realizadas na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 4 horas
após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e a meteorologia local (velocidade do vento,
umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de
aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior
tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
• Aeronave remotamente pilotada (ARP/drones):
Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há um
planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança operacional.
A aplicação deste produto pode ser realizada com drones agrícolas de pulverização mantendo-se uma altura
de voo de 3 m acima dos alvos. Evite alturas de voo muito altas ou muito baixas, pois esses procedimentos
aumentam o risco de deriva. O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação (volume de calda) mínima
de 20 L/ha. A seleção das pontas ou o ajuste da rotação de bicos rotativos deve propiciar espectro de gotas
das classes de grossa a muito grossa, de forma a minimizar o risco de deriva e proporcionar deposição
adequada no alvo. É importante que as pontas sejam escolhidas em função das características operacionais
da aeronave, para que a classe do espectro de gotas fique dentro do recomendado.
No caso das pontas hidráulicas, selecione modelos com indução de ar que propiciem gotas das classes de
grossa a muito grossa dentro de toda a faixa útil de vazões e pressões de trabalho.
Evite utilizar o drone sem que haja adequada sobreposição de passadas durante a aplicação, a exemplo do
que se faz em aplicações aéreas convencionais. A faixa de deposição ideal para os drones deve ser calculada
com as mesmas metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional. Entretanto, na impossibilidade
da realização desta avaliação, considere que os drones multirrotores com até 30 kg de carga útil apresentam
faixas de deposição ideal entre 4 e 6 m. Havendo dúvida, consulte o fabricante do equipamento sobre o
melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo de drone.
Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para a redução da deriva. Lembre-se que o drone é uma plataforma
de aplicação aérea e requer os devidos cuidados para evitar a deriva. Não utilize pontas hidráulicas ou ajustes
de bicos rotativos que propiciem gotas finas ou muito finas.
Ao pulverizar com drones, mantenha uma faixa de segurança de 50 m de distância dos possíveis alvos de
deriva, como culturas sensíveis ao produto.
Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de drones do RICER com empresas que tenham realizado
os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a
Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-
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la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do
treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade
do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas
vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:
Volume de calda Classe de gotas Altura de voo Faixa de aplicação
Ajuste de acordo com
Mínimo de 20 L/ha Grossa a Muito Grossa 3m
cada modelo de drone
Condições meterológicas para pulverização:
Temperatura Umidade do ar Velocidade do vento
< 30°C > 50% entre 3 e 10 km/h
• Limpeza do tanque de pulverização:
Recomenda-se que seja realizado logo após o uso, a completa limpeza de tanque do pulverizador e
equipamentos de aplicação (barra, pontas e filtros) através da tríplice lavagem para qualquer tipo de
aplicação, sendo terrestre ou aérea. Esse procedimento é recomendado antes de utilizá-lo na aplicação de
outros produtos/culturas, observando as recomendações que seguem:
- Esgotar ao máximo a calda presente no tanque antes da lavagem do tanque;
- Encher o pulverizador com água limpa, circulando a água por todo o sistema por 20 minutos, deixando
posteriormente esgotar pela barra na pressão de trabalho. A quantidade de água deve ser a mínima
necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do
tanque;
- Realizar novamente o segundo e o terceiro procedimento de lavagem, enchendo o tanque com água limpa
e procedendo o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho.
RICER poderá ser utilizado em ação complementar a outros herbicidas, tanto pré como pós emergentes.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Arroz ............................................................................................................................................... 98 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após
a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
A eficiência do RICER pode ser reduzida se ocorrerem chuvas até o período de 4 horas após a aplicação.
Não armazenar a calda de pulverização em quaisquer recipientes, ou mesmo, para aplicação no dia
subsequente.
Não aplicar sobre plantas daninhas cobertas com poeira ou qualquer barreira que impeça a penetração do
herbicida nas plantas daninhas alvo.
Não utilizar águas turvas ou com presença de argilas (barrentas), pois a eficiência do produto poderá ser
prejudicada.
Evitar aplicação em períodos de “stress” hídrico. Para a modalidade de aplicação em pré-emergência, evitar a
aplicação em condição de solo muito seco. Para a modalidade de aplicação em pós emergência, entrar com
água na lavoura e logo que o solo estiver em condição normal de umidade e as plantas infestantes em pleno
vigor vegetativo, aplicar RICER, voltando a inundar até 3 dias após aplicação.
Não aplicar RICER em plantas infestantes estressadas. Caso ocorra esta situação, aguardar o momento
adequado, até que as plantas infestantes apresentem pleno vigor vegetativo.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODOS E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO B HERBICIDA
O produto herbicida RICER é composto por Penoxsulam, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores
da acetolactato sintase (ALS), pertencente ao Grupo B, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê
de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
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• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: calça,
jaleco, botas, avental, respirador, viseira, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
• Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e SIGA AS
ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DES-CRITAS
EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com água corrente e sabão e SIGA AS
ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas de
borracha; avental impermeável; respirador com filtro mecânico classe P2; viseira; touca árabe e luvas de
nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas de
borracha; respirador mecânico classe P2; viseira; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
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• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco, luvas de
nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, viseira, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso), botas, calça
(desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
• A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência, levando a embalagem, o
rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Em caso de ingestão, não provoque vômito.
OLHOS: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos.
PELE: Em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR RICER
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico PENOXSULAM: Sulfonamida triazolopirimidina
Classe Toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de Exposição Oral, inalatória, dérmica e ocular.
Toxicocinética Estudo com 14C-PENOXSULAM radiomarcado foi realizado para gerar
informações de absorção, distribuição nos tecidos, metabolismo e eliminação.
A meia vida para fase de eliminação plasmática foi de 2,6 e 2,9 h (machos) e
3,0 e 5,6 h (fêmeas) para as doses de 5 e 250 mg/kg de peso corporal,
respectivamente. Na Cmax, > que 90% da dose administrada foi recuperada nos
tecidos e carcaça, para ambos grupos de doses, primeiramente no trato
gastrointestinal (GI/ingestão). A ½ Cmax (3,0 h e ~6,0 h para as doses de 5 e
250 mg/kg, respectivamente), tecidos e carcaça totalizaram 70-88% da dose
mais baixa e 86-95% da dose mais alta, principalmente na GI/ingestão.
Fezes e urina representaram a maior rota de eliminação de 14C-PENOXSULAM
com o PENOXSULAM derivado de radioatividade recuperado primeiramente em
urina das fêmeas e fezes dos machos. A meia vida para excreção urinária foi 10,2
e 10,8 horas após a dose mais baixa e 10,9 e 13,8 horas após a dose mais alta,
para machos e fêmeas, respectivamente. A meia vida para excreção fecal foi 14,7
e 16,7 horas após a dose mais baixa e 9,4 e 9,9 horas após a dose mais alta,
para machos e fêmeas, respectivamente.
PENOXSULAM foi metabolizado com o total de 36 picos de radioatividade
(baseado nas comparações de tempos de retenção) detectados na urina, fezes,
fígado, rins e plasma. Entretanto, nenhuma das matrizes analisadas, em qualquer
tempo, continha todos os picos de radioatividade.
O pico que contabilizou a maior porção das doses em todas as matrizes foi o
composto parental PENOXSULAM. Estes dados demonstram que
PENOXSULAM é rapidamente, mas incompletamente absorvido; que a
saturação leve à redução da biodisponibilidade entre as doses de 5 e 250 mg/kg
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de PENOXSULAM; que o PENOXSULAM absorvido é metabolizado em ambos
os sexos, mas que, grande parte da dose em todas as matrizes analisadas foi o
composto parental PENOXSULAM.
Toxicodinâmica O mecanismo de toxicidade não é conhecido para humanos.
Sintomas e Em animais de laboratório, o Penoxsulam mostrou-se não irritante à pele e
Sinais Clínicos levemente irritante aos olhos. A DL50 oral do RICER é maior que 5.000 mg/kg
para ratos machos e fêmeas; a DL50 dérmica para ratos é maior que 5.000 mg/kg
e a CL50-4 horas é maior que 0,74 mg/L.
Diagnóstico O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da
exposição e pela ocorrência do quadro clínico compatível. Para a confirmação em
casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas não específicos
sugere-se a pesquisa dos metabólitos ou do ingrediente ativo em material
biológico.
Tratamento ANTÍDOTOS: Não específico.
TRATAMENTO: Tratamento sintomático a critério do médico, em resposta às
reações do paciente.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração pulmonar.
Efeitos das Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
interações químicas
Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As
intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
ATENÇÃO de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de
Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em
Vigilância Sanitária (Notivisa).
TELEFONE DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA: 0800 772 2492
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg
DL50 cutânea em ratos: > 5000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não foi observado eritema ou edema em nenhum dos animais
tratados durante o período de observação de 72 horas.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: os três animais testados apresentaram leve vermelhidão da
conjuntiva na primeira hora de observação que foi totalmente reversível em até 72 horas. Um dos animais
também apresentou quemose e secreção leves na primeira hora de observação totalmente reversível em
24 horas. Não foram observados efeitos na córnea e na íris de nenhum dos animais tratados.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante à pele.
Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
Efeitos crônicos:
Em estudo em longo prazo, pelo período de dois anos, realizado com ratos Fischer 344, com exposições diárias
a doses de Penoxsulam de até 250 mg/kg peso corporal/dia; os animais testados do grupo de dose mais alta
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de 250 mg/kg/dia apresentaram redução do ganho de peso corporal. Foi observada redução de 3-4% dos
parâmetros das células sanguíneas vermelhas, efeitos nos rins nos machos e efeitos na bexiga para ambos os
sexos. A dose sem efeitos observáveis (NOEL) para ratos, foi de 5 mg/kg/dia.
Penoxsulam também foi testado em camundongos pelo período de dezoito meses a doses de até 759 mg/kg
peso corporal/dia em fêmeas. Os efeitos relacionados ao tratamento foram: 1) aumento dos pesos relativos e
absolutos do fígado nos machos das doses de 100 ou 375 mg/kg/dia, 2) hipertrofia com alteração da mancha
citoplasmática dos hepatócitos nos machos das doses de 100 ou 375 mg/kg/dia e fêmeas do grupo de 750
mg/kg/dia, e 3) preenchimento da lacuna do parênquima com sangue no fígado em poucos machos da dose de
375 mg/kg/dia. O NOEL estabelecido foi 10 mg/kg/dia para camundongos.
A Ingestão Diária Aceitável (IDA) do Penoxsulam é 0,05 mg/kg/dia, baseado no NOEL de 5 mg/kg/dia
encontrado no estudo de toxicidade crônica e oncogenicidade em ratos de 2 anos e no fator de segurança de
100.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVAVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
☐ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
☒ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
☐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos com Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP/drone)
em áreas situadas a uma distância mínima de 20 (vinte) metros de povoações, cidades, vilas, bairros,
moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para abastecimento
de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente, além de outras áreas
ambientais com larguras mínimas de proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam
áreas alvos da aplicação, devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância
constantes na recomendação do produto a ser aplicado.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250
(duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e
vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas ou para
o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda. - telefone da
empresa: 0800 772 2492.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINA-ÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de
Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
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Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais
de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial .
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e federal antes
de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou a cultura são
permitidos localmente.
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