Resyd
Genica Inovação Biotecnologica S.A.. - Planta 2/Piracicaba/SP
Inseticida Microbiológico
Bacillus thuringiensis var. kurstaki isolado HD-1 (S1450) (Produto Microbiológico) (942 g/L)
Informações
Número de Registro
01425
Marca Comercial
Resyd
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Bacillus thuringiensis var. kurstaki isolado HD-1 (S1450) (Produto Microbiológico) (942 g/L)
Titular de Registro
Genica Inovação Biotecnologica S.A.. - Planta 2/Piracicaba/SP
Classe
Inseticida Microbiológico
Modo de Ação
Ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Alabama argillacea
Curuquerê
Todas as culturas
Anticarsia gemmatalis
Lagarta da soja
Todas as culturas
Chrysodeixis includens
Lagarta-falsa-medideira.
Todas as culturas
Spodoptera frugiperda
Lagarta-militar
Conteúdo da Bula
RESYD®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 01425
COMPOSIÇÃO:
Bacillus thuringiensis var. kurstaki isolado HD-1 (S1450) (Mínimo de 1 x 1010 esporos viáveis/mL) ........ 942 g/L
(94,2 % m/v)
Outros Ingredientes...................................................................................................................... 63 g/L (6,3% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida microbiológico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO:
GÊNICA INOVAÇÃO BIOTECNOLÓGICA S.A.
Rua Antonio Degaspari, 1514 (Ind. Uninorte II), Bairro Água Santa
CEP: 13.413-652- Piracicaba/SP - Fone:(19) 4102-9924 - CNPJ: 23.255.514/0002-74
Número de registro do estabelecimento/Estado: CDA/SP 1262
FABRICANTE/FORMULADOR:
GÊNICA INOVAÇÃO BIOTECNOLÓGICA S.A.
Rua Antonio Degaspari, 1514 (Ind. Uninorte II), Bairro Água Santa
CEP: 13.413-652- Piracicaba/SP - Fone:(19) 4102-9924 - CNPJ: 23.255.514/0002-74
Número de registro do estabelecimento/Estado: CDA/SP 1262
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO: ARMAZENAR A 20±1ºC.
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO E A BULA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS.
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – CLASSE IV –
PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: branca
PRODUTO FITOSSANITÁRIO COM USO APROVADO PELA AGRICULTURA ORGÂNICA
INSTRUÇÕES DE USO:
RESYD (Bacillus thuringiensis var. kurstaki, isolado HD-1 S1450) é um agente microbiológico de controle utilizado
no controle do curuquerê; curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argillacea), Lagarta-militar; lagarta-do-cartucho
(Spodoptera frugiperda), Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) e Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis
includens; sinonímia: Pseudoplusia includens).
Alvo biológico
Cultura Nome comum Dose (p.c./ha) Época de aplicação
(Nome científico)
O produto deve ser utilizado
quando for constatada a
Curuquerê;
presença de lagartas com
Curuquerê-do-algodoeiro 1,3 L/ha
tamanho em torno de 15 mm em
(Alabama argillacea)*
20% das plantas. Vide
amostragem.
A aplicação do produto deve ser
realizada quando forem
constatadas 20% de plantas
atacadas (sintoma de “folhas
Lagarta do cartucho;
raspadas”). Já na safrinha, o
Lagarta militar 1,3 L/ha
controle dever ser efetuado
(Spodoptera frugiperda)**
quando 10% das plantas
apresentarem o cartucho com
sintoma de ataque. Vide
Em todas as culturas com
amostragem.
ocorrência do alvo
biológico A aplicação do produto deve ser
realizada quando forem
constatadas, em média, 20
Lagarta-da-soja lagartas grandes por pano-de-
0,75 a 1,25 L/ha
(Anticarsia gemmatalis)*** batida, ou se a desfolha atingir
30% antes da floração, ou 15%,
tão logo apareçam as primeiras
folhas. Vide amostragem.
A aplicação do produto deve ser
realizada quando forem
Lagarta-falsa-medideira constatadas, em média, 20
(Chrysodeixis includens; lagartas grandes por pano-de-
0,75 a 1,25 L/ha
sinonímia: batida, ou se a desfolha atingir
Pseudoplusia includens)*** 30% antes da floração, ou 15%,
tão logo apareçam as primeiras
folhas. Vide amostragem.
(*) Eficiência agronômica comprovada para a cultura do algodão.
(**) Eficiência agronômica comprovada para a cultura do milho.
(***) Eficiência agronômica comprovada para a cultura da soja.
AMOSTRAGEM:
Curuquerê; curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argilacea): as amostragens para verificar a população do
inseto deverão ser feitas em intervalo de cinco dias, tomando-se aleatoriamente 100 plantas em talhões
com até 100 ha, área homogênea, através do caminhamento em ziguezague, dentro do cultivo de tal
maneira que se observem plantas que estejam bem distribuídas na área. Para amostrar o curuquerê em
cada planta deve-se examinar a terceira folha, contada a partir do ápice para a base.
Largarta-militar (Spodoptera frugiperda): a amostragem deve ser feita percorrendo a área na diagonal,
iniciando-se quando as plantas tiverem de uma a duas folhas, observando-se um total de 25 plantas/ha e
mais seis plantas por cada hectare adicional. É importante observar todas as folhas de cada planta,
contando o número de massas de ovos e larvas de diferentes instares.
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis): o procedimento de amostragem indicado é o método de pano-
de-batida com 1 metro de comprimento por 1,5 m de largura que deve ser usado em uma fileira de soja em
cada ponto amostral. Indica-se realizar de 3 a 6 batidas por ponto de amostragem para obter uma melhor
retirada das lagartas presentes na parte aérea.
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens (sinonímia: Pseudoplusia includens)): O procedimento de
amostragem indicado é o método de pano-de-batida com 1 metro de comprimento por 1,5 m de largura
que deve ser usado em uma fileira de soja em cada ponto amostral. Indica-se realizar de 3 a 6 batidas por
ponto de amostragem para obter uma melhor retirada das lagartas presentes na parte aérea.
MODO DE PREPARO DA CALDA:
- Preparar a calda imediatamente antes da aplicação. Sob agitação constante e lenta, adicionar a dose
recomendada aos poucos, até formar uma calda homogênea.
- Recomenda-se usar calda no volume de 200 a 300 L/ha.
MODO DE APLICAÇÃO:
- A aplicação poderá ser executada com pulverizador costal manual ou motorizado ou equipamento
tratorizado.
- Usar bicos apropriados para aplicação de inseticida de ingestão, que proporcionem gotas finas a médias
(diâmetros de 100 a 200 micra), procurando-se obter uma densidade média de 60 gotas/cm². Caso sejam
utilizados pulverizadores autopropelidos, obedeça a pressão e bicos indicados pelo fabricante para
aplicação de inseticidas de ingestão.
- Durante a aplicação, manter a calda em agitação constante, independentemente do tipo de equipamento
de aplicação.
- Calibrar o pulverizador previamente à aplicação, conforme as recomendações do fabricante.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não-necessidade de estipular o LMR para este produto.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 4 horas para reentrada na lavoura
ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada, antes deste período, utilize
os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO:
Aplicar somente com umidade acima de 80% na ausência de raios ultravioletas, ou seja, em dias nublados
ou à noite. O pH ideal é menor que 7. Manter o produto sob refrigeração, ou na temperatura máxima para
armazenamento em 27ºC.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O uso repetido do RESYD ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de
desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do RESYD como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas,
é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da
resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Aplicações sucessivas de RESYD podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo
de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do RESYD ou outros produtos quando for
necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária
(www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou
privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA)
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.
MICRORGANISMOS PODEM TER O POTENCIAL DE PROVOCAR REAÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO.
INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO
DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO.
PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO DEVEM
MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PESSOAS QUE TENHAM SIDO SUBMETIDAS À CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA,
IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VÁLVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM
MANIPULAR O PRODUTO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado.
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara com filtro P2 ou P3, óculos com proteção lateral, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de
borracha, avental impermeável, máscara com filtro P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral e luvas
de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PROUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que as outras pessoas
também entrem em contato com a névoa do produto.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de
borracha, máscara com filtro P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: ‘PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA’ e manter os avisos até o
final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados
para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após
a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
impermeável com mangas compridas, botas de borracha e luvas de nitrila.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendadas devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, óculos com proteção lateral, botas, macacão, luvas e máscara com filtro P2 ou P3.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
ATENÇÃO
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, o rótulo,
a bula ou o folheto informativo do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
RISCOS ASSOCIADOS AO CONTATO COM O PRODUTO RESYD
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Nome técnico RESYD
Nome científico Bacillus thuringiensis var. kurstaki, isolado HD-1 (S1450 Btk)
Classe toxicológica CATEGORIA 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular, dérmica.
Essas informações têm a finalidade de possibilitar o tratamento médico, em
casos de acidentes, informando todas as ocorrências registradas para a
espécie, não para o isolado utilizado no produto, considerando sempre o pior
cenário. Algumas linhagens de B. thuringiensis produzem uma toxina
relevante para humanos, a b-exotoxina, cuja presença deve ser monitorada no
Efeitos registrados em processo produtivo dos fabricantes, pois não é permitida sua presença em
literatura associados ao produtos comerciais. B. thuringiensis é uma bactéria do grupo do B. cereus
Bacillus thuringiensis e que pode causar quadros de intoxicação alimentar. Pela proximidade genética
espécies correlatas entre as duas espécies, há a possibilidade de algumas linhagens de B.
thuringiensis produzirem enterotoxinas diarreicas sendo possível quadros de
diarreia em caso de ingestão acidental de produtos agrotóxicos que tenham B.
thuringiensis como ingrediente ativo. Há registro de sensibilização cutânea e
respiratória e irritação ocular causadas por B. thuringiensis. Indivíduos
imunossuprimidos podem ser susceptíveis à essa bactéria.
O diagnóstico pode ser feito com a confirmação da exposição e com o
isolamento e identificação microscópica ou molecular a partir de cultura
Diagnóstico microbiana. Ao diagnóstico pode ser acrescentado o hemograma do paciente.
O diagnóstico também pode ser estabelecido pela ocorrência de possível
quadro clínico compatível.
Podem ocorrer sintomas similares aos verificados em quadros de intoxicação
alimentar por B. cereus. Náuseas, diarreia e cólicas abdominais. Pode haver
Sintomas e sinais clínicos quadros de irritação ocular e sensibilização dérmica. Tais sintomas foram
verificados na literatura disponível para a espécie e não para o isolado utilizado
na formulação.
O tratamento é sintomático. Não há antídoto específico para Bacillus
thuringiensis.
Exposição Oral: Quadros de diarreia podem ser observados, se necessária,
hidratação endovenosa deve ser aplicada.
Exposição Inalatória: Não é esperado. Caso seja verificada alguma
sintomatologia do trato respiratório, o paciente deve ser monitorado e receber
Tratamento auxílio para ventilação, se necessário.
Exposição Ocular: Irrigue com água corrente ou salina a 0,9% por pelo
menos 15 minutos. Assegure que não haja partículas remanescentes na
conjuntiva. Avalie para a ocorrência de alterações na conjuntiva e córnea.
Encaminhar para um oftalmologista, se necessário.
Exposição dérmica: Lave a pele exposta com água e sabão. Monitore para
possíveis reações de sensibilização.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
Contraindicações aspiração.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
ATENÇÃO (RENACIAT – ANVISA/MS).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800-110-8270 (PRÓ-QUÍMICA).
Endereço eletrônico da empresa: www.genica.com.br
Correio eletrônico da empresa: contato@genica.com.br
*Bacillus thuringiensis kurstaki S1450 Btk encontra-se armazenado na Coleção de Bactérias Entomopatogênicas da Embrapa Recursos Genéticos e
Biotecnológicos. Parque Estação Biológica, PqEB, Av. W5 Norte (final) Caixa Postal 02372 – Brasília, DF – CEP 70770-917 Fone: +55 (61) 3448-4700 |
Fax:+55 (61) 3340-3624
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Estudos não realizados de acordo com critérios da legislação vigente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
■ POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV).
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do
ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa GÊNICA INOVAÇÃO BIOTECNOLÓGICA S.A.,
Telefone da empresa: (19) 4102-9924.
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e
coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado.
Neste caso, consulte a empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para sua devolução e destinação
final. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado
acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento
para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens
cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido
nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto pode ser feita por incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhmento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.