Rejuvra
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Herbicida
Aminociclopiraclor (ácido piridinocarboxílico) (353 g/kg) + metsulfurom-metílico (sulfoniluréia) (176 g/kg)

Informações

Número de Registro
05323
Marca Comercial
Rejuvra
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
Aminociclopiraclor (ácido piridinocarboxílico) (353 g/kg) + metsulfurom-metílico (sulfoniluréia) (176 g/kg)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico e seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Croton glandulosus
gervão (3); gervão-branco (1); malva-vermelha
Pastagens
Mimosa pudica
dormideira (1); malícia (1); não-me-toque
Pastagens
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Pastagens
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Pastagens
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pastagens
Sida santaremnensis
guanxuma (4); guanxumona; guaxima (1)
Pastagens
Waltheria indica
falsa-guaxuma; malva-branca (2); malva-sedosa

Conteúdo da Bula

                                    Rejuvra
                                              ˂logomarca do produto˃

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 05323

COMPOSIÇÃO:
6-amino-5-chloro-2-cyclopropylpyrimidine-4-carboxylic acid
(AMINOCICLOPIRACLORO) ................................................................. 353,00 g/kg (35,30% m/m)
Methyl 2-(4-methoxy-6-methyl-1,3,5-triazin-2-ylcarbamoylsulfamoyl)benzoate
(METSULFUROM-METÍLICO) ................................................................ 176,00 g/kg (17,60% m/m)
Distillates (petroleum), catalytic reformer fractionator residue, low-boiling, sulfonated, sodium salts 2
(DESTILADOS DE PETRÓLEO) ............................…………........................ 3,00 g/kg (0,30% m/m)
Outros ingredientes ............................................................................... 468,00 g/kg (46,80% m/m)

               GRUPO                                        O                                   HERBICIDA
               GRUPO                                        B                                   HERBICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Herbicida seletivo e sistêmico

GRUPO QUÍMICO:
AMINOCICLOPIRACLORO: Ácido pirimidinocarboxílico
METSULFUROM-METÍLICO: Sulfoniluréia
DESTILADOS DE PETRÓLEO: Hidrocarboneto

TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)

TITULAR DO REGISTRO(*):
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala CTVA
- Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
AMINOCICLOPIRACLOR TÉCNICO
Registro MAPA nº TC18822
Jiangsu Lianhe Chemical Technology Co., Ltd.
Weisan Road, Chenjiagang, Xiangshui, Jiangsu 224631 - China
Lianhetech Seal Sands
Seal Sands, Middlesbrough, TS2 1UB - Reino Unido
Viakem S.A. de C.V.
Av. Manuel L. Barragán Nº 701 - Zona Industrial - 66450 - San Nicolas de Los Garza - Nuevo León
- México

METSULFURON METHYL TÉCNICO
Registro MAPA nº 04706
FMC Agricultural Caribe Industries Ltd.
Highway 686, Km 2.3 - Manati Puerto Rico 00674 - Estados Unidos da América

METSULFURON-METHYL TÉCNICO RTM
Registro MAPA nº TC09420
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Jiangsu Institute of Ecomones Co., Ltd.
95 Huanyuan N. Road, Economic Development zone, Jintam 213200 ‐ Jiangsu ‐ China
FORMULADOR:
Corteva Agriscience LLC
2830 US 24 highway, EI Paso, llinois 61738 - Estados Unidos da América

MANIPULADOR:
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Dr. Roberto Moreira, 1381 - Boa Esperança - CEP: 13148-058 - Paulínia/SP
CNPJ: 47.180.625/0064-20- Registro no Estado nº 4432 - CDA/SP

                        Nº do lote ou partida:
                         Data de fabricação:             VIDE EMBALAGEM
                        Data de vencimento:

  ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                       CONSERVE-OS EM SEU PODER.

         É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                 PROTEJA-SE.

                 É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                     Indústria Brasileira
  (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e
                       273º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

                                             Irritante

 CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
                              DANO AGUDO

           CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                    III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




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INSTRUÇÕES DE USO:
REJUVRA é um herbicida pertencente ao grupo químico do ácido pirimidinocarboxílico e das
sulfoniluréias, seletivo para a cultura da pastagem, de ação sistêmica, sendo rapidamente absorvido
através de folhas e raízes, com translocação por toda a planta com dois modos de ação. O
Aminociclopiracloro age paralisando os pontos de crescimento das plantas infestantes, interferindo
no balanço hormonal necessário para o desenvolvimento normal dos ramos e raízes e o
Metsulfurom-metílico inibe a enzima acetolactato sintase (ALS), responsável pela síntese dos
aminoácidos vanila, leucina e isoleucina. A inibição desta enzima interrompe a produção de
proteínas, interferindo na divisão celular e levando a planta à morte.

REJUVRA é utilizado para controle em pós-emêrgencia das plantas infestantes de folhas largas em
áreas de pastagem de gramíneas forrageiras, conforme recomendação a seguir:

Culturas, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número e Época de Aplicação:
                                               Dose
   Cultura                  Alvo                                 Época de Aplicação
                                               (g/ha)
                         Dormideira                        REJUVRA deve ser aplicado
                                                 70
                      (Mimosa pudica)                      uma única vez, quando as
                     Fedegoso-branco                       plantas infestantes a serem
                    (Senna obtusifolia)                    controladas estiverem em
                        Malva-branca                       pleno         estádio       de
                       (Sida cordifolia)                   desenvolvimento vegetativo.
                                              70 a 100
                         Guanxuma                          Utilize a maior dosagem em
 Pastagem            (Sida rhombifolia)                    plantas     infestantes    que
                         Guanxuma                          tenham
                  (Sida santaremnensis)                    sofrido      várias    roçadas
                       Gervão-branco                       anteriores ou quando as
                                              70 a 120     plantas infestantes já tenham
                   (Croton glandulosus)
                                                           terminado seu processo de
                        Malva-veludo
                                             100 a 120     Desenvolvimento vegetativo
                     (Waltheria indica)
                                                           (final do período chuvoso).

                                Nº máximo de aplicações: 1/ano.
                                        Volume de calda:
                               - Aplicação terrestre: 200 a 300 L/ha

            * Utilizar Adjuvante na proporção de 0,2% v/v (200 mL/100 litros de água)


MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Para o controle das plantas infestantes, caso haja alta infestação, aplicar em área total, caso a
infestação seja desuniforme ou em reboleiras ou manchas, aplicar em jato dirigido.
Aplicar o produto com pulverizador costal ou tratorizado proporcionando boa cobertura das plantas
infestantes.

Aplicação Foliar Dirigida (Equipamento Costal)
Aplicar o produto com pulverizador costal diretamente sobre a folhagem das plantas infestantes.
Aplicar volume de calda necessário para promover uma boa cobertura da planta infestante.



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Aplicação Foliar em Área Total (Equipamento Tratorizado)
Aplicação tratorizada é recomendada para áreas de manutenção (limpeza de pastagem), em
infestações uniformes, plantas infestantes herbáceas e com alta densidade populacional.

Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e
número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador,
entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante
e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.

De modo geral, a recomendação de tecnologia de aplicação do REJUVRA é a pulverização do
produto através de equipamentos tratorizado com barra, equipado com pontas tipo leque com
indução a ar, por exemplo AIXR, AI, TTI, CVI, AVI, TVI, ULD, ULD MAX, MUG, STIA, ADIA, RDA
no máximo a 0,5 metro acima do alvo, com a taxa de aplicação de 200 a 300 litros/ha de calda de
pulverização por hectare, velocidade do equipamento de 2 a 10 km por hora, com gotas da classe
grossa (G) ou superior.

Para aplicação com pulverizador de Barra Curta, utilizar pontas de pulverização sem barras, com
pontas tipo leque, tais como XP, XT e MVI, com a taxa de aplicação de 200 a 300 litros/ha de calda
de pulverização por hectare, velocidade de 2 a 10 km por hora, com gotas da classe grossa (G) ou
superior.

As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico,
com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica
(deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações sob temperatura
inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média do vento entre 3 a 10 km/h,
na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de no mínimo 4 horas após a
aplicação.

O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas
é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para
se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a
cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.

A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à
tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a
orientação de um Engenheiro Agrônomo.

Preparo da Calda Herbicida:
Antes do preparo da calda, verifique se o equipamento está limpo e bem conservado. Verifique no
item “Lavagem do equipamento de aplicação” como proceder.

   o   Aplicação Costal/Tratorizada:
       Recomenda-se uma pré-diluição de REJUVRA em água, independente do tipo de
       embalagem, antes da adição ao tanque do pulverizador. Colocar água no tanque do
       pulverizador até a ½ (metade) de sua capacidade e adicionar a pré-mistura. Tanto para
       equipamento tratorizado, quanto para equipamento costal, a calda deve ser agitada para
       evitar a deposição do produto. Em seguida, adicionar mais água até ¾ (três quartos) da
       capacidade do tanque, e por último adicionar o espalhante adesivo.
       Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo é aconselhável
       manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário re-agitar a
       calda antes de reutilizá-la.

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•   Lavagem do Equipamento de Aplicação:
    Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para
    reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem
    removidos. O adiamento, mesmo que por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.

    1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça
       circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se
       necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá
       ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
    2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras,
       filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de
       pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e
       difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
    3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na
       proporção de 1% v/v (1 litro de amônia caseira/100 litros de água). Circule esta solução pelas
       mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa.
       Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras,
       filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água,
       nascentes ou plantas úteis.
    4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
    5. Repita o passo 3.
    6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água
       limpa no mínimo 2 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material
       usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias
       durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de
       plantas úteis.

Recomendações para Evitar a Deriva:
Para evitar a deriva, utilizar zona tampão de 50 metros e pontas de pulverização que proporcionem
espectro e gotas grossas, muito grossas, extremamente grossas ou ultra grossas, de baixa deriva.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos
de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições
existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de
pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da
decisão de aplicar.

EVITAR A DERIVA DURANTE A APLIÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Inversão Térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o
movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem
perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de
temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum
vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã
seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver
neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte
no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a
presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.




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RECOMENDAÇÃO PARA EVITAR ESCOAMENTO:
Utilizar 20 metros de faixa filtro vegetada a partir das bordas sem aplicação do produto afim de evitar
um acidental escorrimento superficial.
Quando houver previsão de chuva em até 48 horas, não aplicar o produto para evitar o escoamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Pastagem ................................................................................................................................. UNA
UNA: Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Não utilizar o produto em desacordo às instruções do rótulo e bula.
• Utilizar a calda imediatamente após o preparo. Nunca utilizar calda preparada no dia anterior.
• REJUVRA, em aplicação em área total ou em jato dirigido (em reboleiras ou manchas) é
   eficiente no controle das plantas infestantes indicadas, não havendo necessidade de ser
   misturado a outros herbicidas;
• Para aplicação em jato dirigido (em reboleiras ou manchas), mantenha o gatilho da lança
   fechado enquanto caminha, para evitar gotejamento do produto e consequente dano ao pasto.
• Não aplique quando houver possibilidade de chuva em até 48 horas.
• Não aplicar REJUVRA em quaisquer corpos d'água tais como lagos, reservatórios, açudes,
   represas, rios, ribeirões, criações e áreas de preservação ambiental.
• Não contaminar corpos d'água tais como lagos, reservatórios, açudes, represas, rios, ribeirões,
   criações e áreas de preservação ambiental com sobra da aplicação ou embalagem do produto
   utilizado, bem como, com o possível retorno durante o processo de re-abastecimento do tanque
   pulverizador.
• Não aplicar REJUVRA em condições de seca extrema ou em solos leves (arenoso), para
   prevenir que o produto seja carregado pelo vento ou pela água.
• Não aplicar REJUVRA em áreas onde os solos são permeáveis, particularmente quando o
   lençol freático esteja próximo à superfície.
• Em aplicação costal (jato dirigido), não aplicar o produto contra o vento, para evitar que o
   aplicador seja atingido pela névoa do produto.
• Não usar equipamento de aplicação usado para aplicar REJUVRA em outras culturas sem
   prévia realização da tríplice lavagem. É recomendado ter equipamentos específicos para
   aplicação de herbicidas em pastagem.
• Não permitir que a deriva da aplicação de REJUVRA atinja plantações vizinhas.
• Não permitir que a pulverização de REJUVRA atinja qualquer planta útil que não seja a planta
   infestante indicada nesta bula.
• Em situações onde pode ocorrer escorrimento superficial de água da área aplicada com
   REJUVRA para áreas agricultáveis pode haver danos ou em algumas situações a morte de
   culturas, como por exemplo, algodão, tomate, batata, feijão, soja, café, citros, eucalípto,
   seringueira, milho, sorgo, flores, arroz, girassol, vegetais, entre outras.
• Não aplicar em solos saturados, durante períodos de chuva intensa ou em solos cuja água da
   chuva não tenha uma rápida drenagem, porque isto pode resultar em risco de escorrimento
   superficial (enxurrada) do produto REJUVRA.
• Seletividade para pastagem: REJUVRA quando aplicado de acordo com recomendação de bula
   é seletivo para forrageiras já implantadas. Não aplicar REJUVRA em áreas de formação.
• Aconselha-se cuidado ao utilizar esse produto na pastagem com stress (hídrico, danos de
   insetos ou doenças, em solo saturado, baixa fertilidade, variação de temperatura entre o dia e a
   noite), pois podem ocorrer danos na pastagem.
• Não aplicar em plantas infestantes com "estresse" causado, por exemplo, por frio, período de

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    seca, excesso de chuvas, sequência de dias nublados, etc.
•   Evitar a aplicação de REJUVRA na zona de raiz das árvores úteis e/ou arbustos (algumas
    especíes de árvores apresentam crescimento radicular além da projeção da copa).
•   Algumas espécies de plantas não alvo podem ser sensíveis a baixas concentrações de
    REJUVRA, incluindo, mas não limitando, a família das coníferas (pinheiro e araucária).
•   Plantas não alvo (não indicadas nesta bula) podem ser afetadas pela deriva e escorrimento
    superficial (enxurrada).
•   Em algumas situações as plantas infestantes a serem controladas podem ter seu sistema
    radicular em contato com o das plantas não alvo. Quando houver esse contato, REJUVRA por
    ser um produto sistêmico com translocação radicular, pode causar danos as essas plantas não
    alvo.
•   Não há restrição para animais em lactação ou não (incluindo gado, cavalo, ovinos e caprinos)
    se alimentarem de pastagem ou feno que receberam aplicação de REJUVRA como
    recomendado.
•   Não há necessidade da retirada dos animais da área tratada antes, durante ou depois da
    aplicação com REJUVRA como recomendado.
•   Em áreas de pastagem tratadas com REJUVRA ou em áreas com esterco de animais que se
    alimentaram do pasto tratado, deve-se respeitar o período mínimo de 1 (um) ano da data de
    aplicação, antes de fazer rotação com qualquer outra cultura.
•   Não aplicar quando a temperatura estiver abaixo de 10ºC.
•   Não aplicar quando houver orvalho nas folhas, ou quando elas estiverem molhadas pela chuva.
•   Uso de esterco, feno e capim:
    O Aminociclopiracloro, ingrediente ativo do REJUVRA, passa através do trato digestivo dos
    animais e é excretado na urina e no esterco, em níveis que podem causar injúria a outras
    culturas.
    Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com REJUVRA
    para fertilizar plantas ou culturas, ou como mulch (cobertura morta) ou compostagem,
    respeitando o período mínimo de 1 (um) ano da data de aplicação.
    Não utilizar feno proveniente de área tratada com o REJUVRA para compostagem ou cobertura
    de outras culturas ou plantas úteis, respeitando o período mínimo de 1 (um) ano da data de
    aplicação.
    Não use feno, capim ou esterco como mulch (cobertura morta) ou compostagem e não utilize
    este material diretamente ou ao redor de plantas úteis. Após o período de 1 (um) ano do
    tratamento com Rejuvra, não há restrições para este uso.

    INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
    UTILIZADOS:
    VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

    INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
    VIDE MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO.

    DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
    TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
    VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

    INFORMAÇÃO SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
    TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
    VAZIAS:
    VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

    INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
    PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
    VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.


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                                                                                   Página 7 de 17
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de
ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
    • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O e Grupo B para o
        controle do mesmo alvo, quando apropriado.
    • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
    • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
    • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
        estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de
        herbicidas.
    • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
        consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
        (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
        Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária
        (MAPA: www.agricultura.gov.br).

            GRUPO                              O                          HERBICIDA
            GRUPO                              B                          HERBICIDA

O produto herbicida REJUVRA é composto por Aminociclopiracloro e Metsulfurom Metílico, que
apresentam mecanismo de ação dos mimetizadores das auxinas e inibidores da acetolactato
sintase (ALS), pertencentes ao Grupo O e ao Grupo B, segundo classificação internacional do
HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES:
Incluir outros métodos de controle de plantas infestantes (ex. controle manual, como roçadas,
capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Infestantes, quando disponível.

                  DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
  com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
  útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
  de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
  habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
  longe do alcance de crianças e animais.


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                                                                                    Página 8 de 17
•   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
    ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira, touca árabe e luvas.
•   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
    à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente;
  botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro mecânico classe P2; viseira; touca
  árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
  de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
  estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
  as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras
  pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente;
  botas de borracha; avental impermeável (quando utilizar equipamento costal); respirador com filtro
  mecânico classe P2; viseira; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
  avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
  o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
  Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a
  aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
  de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda
  vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
  trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
  família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco, luvas
  de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
  ordem: touca árabe, viseira, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso), botas,
  calça (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
• A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.


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                                                                                     Página 9 de 17
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houve indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato,
lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre
no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

                                  INTOXICAÇÕES POR REJUVRA
                                     INFORMAÇÕES MÉDICAS

                      AMINOCICLOPIRACLORO: Ácido pirimidinocarboxílico
  Grupo Químico       METSULFUROM-METÍLICO: Sulfoniluréia
                      DESTILADOS DE PETRÓLEO: Hidrocarboneto
   Classificação
                      CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
   Toxicológica
      Vias de
                      Oral, inalatória, ocular e dérmica.
    Exposição
                      Aminociclopiracloro: o Aminociclopiracloro quando administrado por única
                      dosagem por gavagem foi rapidamente absorvido e excretado sem
                      alterações. A excreção em urina e fezes teve aproximadamente proporções
                      iguais da recuperação total dentro das primeiras 24 horas após a dosagem.
                      Não foi detectado nenhum resíduo 14C no ar exalado coletado por 0-48 horas
                      ou em tecidos coletados após 168 horas, exceto por uma porcentagem
                      menor no esqueleto do rato macho. Dados definitivos para a farmacocinética
                      no plasma indicaram rápida ingestão e eliminação terminal (T1/2 = 5,6-5,7
                      horas) com picos de concentrações e valores AUCINF que foram
  Toxicocinética      proporcionais à dose. O perfil metabólico no plasma a 0,5 hora e nas
                      amostras preliminares de urina e fezes 0-24 horas após a dosagem foi
                      confirmado contendo apenas Aminociclopiracloro como composto principal.
                      Metsulfurom-metílico: em mamíferos, após administração oral, o
                      metsulfurom-metílico é excretado predominantemente inalterado. O
                      metoxicarbonil e os grupos sulfoniluréia são apenas parcialmente
                      degradados, por O-demetilação e hidroxilação.
                      A recuperação do metsulfurom-metílico nos grupos de tratamento foi de
                      91,6-103,8%. A via urinária contabilizou 71-95% da excreção em ratos,
                      sendo a rota primária de excreção. A eliminação fecal foi de 4,8-13,3%. A

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                                                                                         Página 10 de 17
                     excreção estava quase completa em 48h.
                     O acúmulo tecidual foi mínimo (geralmente < 0,1% a 1%). O trato
                     gastrintestinal, a carcaça e a pele tiveram as maiores concentrações de
                     radioatividade.
                     Destilados de petróleo: não são conhecidos os mecanismos de absorção,
                     metabolismo e excreção.
                     Aminociclopiracloro: os mecanismos de toxicidade em humanos não são
                     conhecidos.
 Toxicodinâmica      Metsulfurom-metílico: os mecanismos de toxicidade em humanos não são
                     conhecidos.
                     Destilados de petróleo: os mecanismos de toxicidade não são conhecidos.
                     Aminociclopiracloro:
                     Exposicão Aguda: o Aminociclopiracloro é pouco tóxico para mamíferos
                     por via oral, inalatória e dérmica. É levemente irritante para os olhos.
                     Exposicão Crônica: não há evidências de cacinogenicidade,
    Sintomas e       teratogenicidade, neurotoxicidade, nem de efeitos endócrinos.
  Sinais Clínicos    Metsulfurom-metílico:
                     Baseado em resultados obtidos com estudos em animais, Metsulfurom-
                     metílico parece ter baixa toxicidade sistêmica. A severidade da intoxicação
                     deve ser baseada nos achados clínicos.
                     Destilados de petróleo: não são conhecidos.
                     O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
   Diagnóstico
                     ocorrência de quadro clínico compatível.
                     Antídoto: não existe antídoto específico.
                     Tratamento: medidas de descontaminação, tratamento sintomático e de
                     suporte.
                     Aminociclopiracloro e Metsulfurom-metílico:
                     Exposição Oral:
                     • Carvão ativado: administre uma suspensão de carvão ativado em água
                        (240 mL de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos /
                        adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças
                        com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma
                        hora após a ingestão do agrotóxico;
                     • O tratamento é sintomático e de suporte.
                     Exposição Inalatória:
                     • Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações
                        respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto
    Tratamento
                        a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre
                        oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos
                        com beta-2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou
                        parenteral.
                     Exposição Ocular:
                     • Descontaminação: lave os olhos expostos com quantidades copiosas de
                        água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15
                        minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia
                        persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
                        específico.
                     Exposição Dérmica:
                     • Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave a área
                        exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para
                        tratamento específico se a irritação ou dor persistirem
                     A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração
Contraindicações
                     pulmonar.

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                                                                                      Página 11 de 17
    Efeitos das
    Interações       Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
     Químicas
                    Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre
                    diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-
                    6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
                    Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
    ATENÇÃO         As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças
                    e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
                    Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema
                    de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                     Telefone de emergência da empresa: 0800 772 2492

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Aminociclopiracloro: cerca de 72 horas após a administração única ou múltipla oral da dose, a
carga corporal (tecido + esqueleto) foi muito baixa e somou 0,030% a 0,222% da dose. Não houve
eliminação de Aminociclopiracloro ou de seus metabólitos no ar exalado pelos animais testados. A
maior parte da dose foi excretada entre a urina e as fezes de uma maneira aproximadamente
proporcional dentro de 24 horas após a administração da dose. Cerca de 72 horas, a porcentagem
média da dose na urina variou de 40% a 56,5%.
A excreção média nas fezes variou de 39,5% a 54,8%. A maior parte da dose absorvida foi
excretada na urina em ambos os níveis de dose (22,2% a 34,5%). Apenas uma pequena
porcentagem foi recuperada na bílis (0,13% a 0,25%), com a soma da dose na urina + bílis +
esqueleto (menos o conteúdo do trato gastrointestinal) totalizando 22,4% a 34,9% da dose.
Os experimentos de distribuição em tecido demonstraram absorção sistêmica de
Aminociclopiracloro com base nos resíduos quantificáveis pouco após a administração da única
dose (1 e 6 horas). Por exemplo, as absorções corporais totais médias, as quais variaram de 67%
a 81% da dose no Tmáx (1 hora), tinham declinado para 0,023% a 0,083% da dose após 72 horas
após a administração da dose única. Após a administração de múltiplas doses, as absorções
corporais totais (porcentagens) foram semelhantes nos dois sexos e caíram em relação aos valores
médios de 7,3-7,4% depois de 6 horas para 0,008-0,01% após 72 horas após a administração da
última dose. Com base na extensiva análise após a administração da dose única ou de múltiplas
doses, os dados da porcentagem da dose, da concentração e da proporção da concentração
tecido:plasma indicaram que não havia potencial para a acumulação do Aminociclopiracloro.
A análise da urina, das fezes e da bílis quanto aos potenciais metabólitos claramente demonstrou
que Aminociclopiracloro foi o único componente dos excrementos. Nenhum metabolismo ficou
evidente.

Metsulfurom-metílico: os estudos realizados com animais de laboratório demonstraram que
Metsulfurom-metílico é rapidamente absorvido, metabolizado e eliminado pelo organismo.
Aproximadamente 90% da dose radioativa administrada é excretada principalmente através das
fezes e urina, no intervalo de 72 horas após a administração, sendo que a maior parte da
radioatividade é recuperada na forma do composto original.
A avaliação após administração oral, em diferentes doses, indicou que a meia vida biológica deste
composto varia de 9 a 16 horas para o grupo de menor dose ou de 23 a 29 horas para o grupo de
maior dose. A principal via de degradação é a quebra da ponte de uréia resultando compostos
sulfonamida ou feniluréia e derivado de amina triazina. A demetilação do grupo éster no composto
sulfonamida gera sua forma ácida, que, após perda de uma molécula de água, transforma-se em
sacarina.

Destilados de petróleo: não são conhecidos os mecanismos de absorção, metabolismo e
excreção.

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                                                                                   Página 12 de 17
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: > 2.000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 2.000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: o estudo com o produto formulado não foi conduzido por este ter mais de
90% de partículas maiores que 50 µm e devido à baixa toxicidade inalatória dos ingrediente ativos,
sendo a CL50 > 5,4 mg/L (aminociclopiracloro) e > 6,2 mg/L (metsulfurom-metílico).
Corrosão/Irritação cutânea: não foram realizados estudos in vivo. Foi realizado um estudo in
vitro para avaliar o potencial de irritação dérmica (EpiDerm - OECD 439), mostrando uma
viabilidade celular de 85,45%, portanto o produto não se enquadra nas Categorias 1 ou 2.
Adicionalmente, foram realizados os cálculos para o potencial de toxicidade de irritação dérmica
do produto considerando a contribuição individual de cada componente da formulação (teoria da
adição do Sistema Globalmente Harmonizado - GHS), sendo que a porcentagem de componentes
classificados na Categoria 2 para irritação dérmica, considerando as classificações harmonizadas
e notificações, é de 2,77%. Portanto, pode-se propor Categoria 3 do GHS.
Corrosão/Irritação ocular: não foram realizados estudos in vivo. Foi realizado um estudo in vitro
para identificação de químicos que não requerem classificação para irritação ocular ou dano ocular
severo (EpiOcular - OECD 492), mostrando uma viabilidade celular de 15,9%, e um estudo em
córnea bovina para avaliação da opacidade e permeabilidade da córnea (OECD 437), que mostrou
uma pontuação de irritação in vitro (IVIS) de 8,4. Segundo o estudo EpiOcular, o produto poderia
ser Categoria 1 ou Categoria 2, mas, segundo o estudo em córnea bovina pode-se descartar a
Categoria 1. Portanto, pode-se propor Categoria 2 do GHS.
Sensibilização cutânea em camundongos: o produto não é sensibilizante à pele.
Sensibilização respiratória: o produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.

Efeitos Crônicos:
Aminociclopiracloro: não há evidências de cacinogenicidade, teratogenicidade, neurotoxicidade,
nem de efeitos endócrinos.
Metsulfurom-metílico: nenhum potencial de genotoxicidade, carcinogenicidade ou
neurotoxicidade foi atribuído à substância ativa. Não foram observados efeitos na reprodução,
fertilidade ou desenvolvimento em ratos. Nos coelhos, observou-se atraso na ossificação em
conjunto com sinais precoces de toxicidade materna, como redução do ganho de peso corpóreo,
sinais clínicos e abortos. Não foram observados efeitos desreguladores endócrinos in vivo.
Destilados de petróleo: não são conhecidos os efeitos crônicos dessa substância.

                  DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
☐ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
☒ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
☐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

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- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
  podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
  Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
  da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
    rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas
    ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
    Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda. -
    telefone da empresa: 0800 772 2492.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
    borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
    Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado
    e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso,
    consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
    Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
    material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
    registrante conforme indicado.
    Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
    contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
    medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
    hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico,
    ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.




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4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
    posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
   sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
   pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
   segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
  armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
  embalagens não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
  são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
  com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
  na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
  prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término
  do prazo de validade.

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                                                                                  Página 15 de 17
-   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
    mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
  medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
  são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
  existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
  com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
  na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
  prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término
  do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
  mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
  medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
  são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
  transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com
  lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
  com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
  na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
  prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término
  do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
  mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

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                                                                                  Página 16 de 17
TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
  medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
  transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com
  lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
-
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
  adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
  medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
  realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
  competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
  VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
  EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
  contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
  registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
  operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
  ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
    bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas,
    animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e
   federal antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o
   alvo e/ou a cultura são permitidos localmente.



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