Raster
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Herbicida
Penoxsulam (sulfonanilida triazolopirimidina) (30 g/L) + cialofope-butílico (ácido ariloxifenoxipropiônico) (214 g/L)

Informações

Número de Registro
09320
Marca Comercial
Raster
Formulação
SE - Suspo-Emulsão
Ingrediente Ativo
Penoxsulam (sulfonanilida triazolopirimidina) (30 g/L) + cialofope-butílico (ácido ariloxifenoxipropiônico) (214 g/L)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Arroz irrigado
Aeschynomene denticulata
angiquinho (2); corticeirinha (1); maricazinho (2)
Arroz irrigado
Alternanthera philoxeroides
bredo-d´água; erva-de-jacaré; perpétua (1)
Arroz irrigado
Cyperus esculentus
junquinho (2); junça (1); tiririca-amarela
Arroz irrigado
Echinochloa colona
capim-arroz (1); capim-coloninho (2); capim-jaú (1)
Arroz irrigado
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Arroz irrigado
Panicum dichotomiflorum
capim-do-banhado (1); painço (1)

Conteúdo da Bula

                                    Raster
                                             <Logomarca do produto>
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 09320
COMPOSIÇÃO:
Butyl(R)-2-[4-(4-cyano-2-fluorophenoxy)phenoxy]propionate
(CIALOFOPE BUTÍLICO).................................................................................214,00 g/L (21,40% m/v)
Equivalente ácido de Cialofope ........................................................................180,41 g/L (18,04% m/v)
3-(2,2-difluoroethoxy)-N-(5,8-dimethoxy[1,2,4] triazolo[1,5-c]pyrimidin-2-yl)-a,a,a-trifluorotoluene-2-
sulfonamide (PENOXSULAM)............................................................................30,00 g/L (3,00% m/v)
Solvente nafta (petróIeo), aromático pesado................................................152,40 g/L (15,24% m/v)
Outros ingredientes........................................................................................619,60 g/L (61,96% m/v)

                 GRUPO                                           A                                    HERBICIDA
                 GRUPO                                           B                                    HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Herbicida seletivo, de ação sistêmica

GRUPO QUÍMICO:
Cialofope butilico: Ácido ariloxifenoxipropiônico
Penoxsulam: Sulfonamida triazolopirimidina
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspoemulsão (SE)
TITULAR DO REGISTRO (*):
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus - Torre Sul - Bloco A - 8° andar - Conjunto 81-A - Sala CTVA
- Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TECNICO:
CYHALOFOP BE TÉCNICO
Registro MAPA nº 00502
Jiangsu Flag Chemical Industry Co., Ltd.
No. 309, Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industry Park, Nanjing, Jiangsu 210047 - China
Jiangsu Lianhe Chemical Technology Co., Ltd
Weisan Road, Chenjiagang, Xiangshui 224631, Jiangsu - China
Nippon Kayaku Co., LTD
6, Sunayama, Hasaki-machi, Kashima-Gun, lbaraki - Japão
Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Michigan, 48640, Midland - Estados Unidos da América
PENOXSULAM TÉCNICO
Registro MAPA nº 08305
Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Michigan, 48640, Midland - Estados Unidos da América
Huaian Glory Chemical Co., Ltd.
Nº 2, Yannan Avenue, Huai an Industrial Park, Huai an City Jiangsu Province - China
Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited
Kesavaram, Venkatanagaram Post, Payakaraopeta Mandal, Vishakapatnam District, Andhra Pradesh,
531 127 - Índia


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FABRICANTE DA PRÉ-MISTURA:
PENOXSULAM PRÉ-MISTURA
Registro MAPA nº 02806
Makhteshim Agan Of North America, Inc.
P.O. BOX 1463, GA 31793, 7745, Magnolia Industrial Blvd - Tifton - Estados Unidos da América
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da
Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP
Helena Industries, LLC
434 Fenn Road, Cordele, Georgia 31015 - Estados Unidos da América
Helena Industries, LLC
3525 Vandalia Road, Des Moines, IA 50317 - Estados Unidos da América
Platte Chemical CO.
917 Platte Road 3704-5156 Greenville/Mississipi - Estados Unidos da América
Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Michigan, 48640, Midland - Estados Unidos da América
Transbas Inc.
1525 Lockwood Road 59101 Billings/Montana - Estados Unidos da América
Van Diest Supply Company
1434 220a Street 50595-0610 Webster City/IA - Estados Unidos da América
Corteva Crop India Private Limited
A-1 MIDC, Lote Parshuram, Taluka: Khed, District: Ratanagiri, Maharashtra, 415722 - Índia

FORMULADOR:
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da
Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP

OURO FINO QUÍMICA S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5 - Dist. Industrial III - CEP: 38044-750 - Uberaba/MG
CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Certificado de Registro IMA nº 8.764

SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG

TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Avenida Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 - Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro no Estado nº 477 - CDA/CFICS/SP

VAN DIEST SUPPLY COMPANY
1434 220th Street, Webster City, Iowa 50595 - Estados Unidos da America

MANIPULADOR:
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro no Estado nº 003263 - ADAPA/PR




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ADAMA BRASIL S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro no Estado nº 00001047/99 - SEAPA/RS

IHARABRAS S.A. INDUSTRIAS QUIMICAS
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado nº 8 - CDA/SP


                    Nº do lote ou partida:

                    Data de fabricação:                 VIDE EMBALAGEM

                    Data de vencimento:


                  ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A
                  RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.

          É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                  PROTEJA-SE.

                   É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                      AGITE ANTES DE USAR

                                      Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e 273ºdo
                            Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
                               DANO AGUDO

             CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                   II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




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INSTRUÇÕES DE USO:
RASTER é um herbicida seletivo e sistêmico para a cultura do arroz, aplicado em pós-emergência,
para o controle de plantas daninhas de folhas largas, folhas estreitas e juncos.
RASTER apresenta absorção foliar e radicular pelas plantas daninhas.

CULTURAS, ALVOS, MODO DE APLICAÇÃO, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
APLICAÇÃO:
                                                               Época de Aplicação
 Cultura               Alvo                   Dose
                                                          Estádio das plantas daninhas
                   Capim-arroz             1250 - 2400
              (Echinochloa crusgalli)         mL/ha
                Capim-do-banhado
            (Panicum dichotomiflorum)
                                                          O produto deverá ser aplicado
                    Angiquinho
                                                          em área total, em pós-
           (Aeschynomene denticulata)      1250 - 1500
                                                          emergência, observando-se uma
                  Tripa-de-sapo               mL/ha
                                                          boa cobertura das plantas
           (Alternanthera phioxeroides)
                                                          daninhas.
                    Junquinho
               (Cyperus esculentus)
   Arroz
                   Capim-arroz             2100 – 2400
 irrigado
               (Echinochloa colona)           mL/ha
          Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1

             Volume de calda:
             - Aplicação terrestre: 100 - 200 L/ha
             - Aplicação aérea:
                 • Aeronave tripulada: 20 - 40 L/ha
                 • Aeronave remotamente pilotada (ARP/drones): mínimo 20 L/ha

             Recomenda-se adicionar 1,5 L/ha de adjuvante óleo vegetal à calda.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Aplicação terrestre
• Equipamento costal:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho,
entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e
as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
De modo geral, a recomendação de tecnologia de aplicação do RASTER é utilizar equipamento
pulverizador costal (manual ou motorizado) com pontas de pulverização em faixa com indução a ar, tal
como AI, capaz de gerar gotas da classe grossa (G) ou superior, calibrado para volume de calda capaz
de propiciar uma boa cobertura foliar de plantas infestantes.
• Equipamento tratorizado com barra:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número
de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros,
deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as
recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
De modo geral, a recomendação de tecnologia de aplicação do RASTER é a aplicação do produto
através de pulverizador tratorizado, equipado com pontas de jato plano com indução de ar tal como
AIXR 110.015, espaçados de 50 cm, angulados a 90º com relação ao solo, a 0,5 metro acima do alvo,
com a taxa de aplicação de 100 a 200 litros de calda de pulverização por hectare com gotas da classe
grossa (G) ou superior.


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• Condições meteorológicas:
As condições meteorológicas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelo alvo (plantas daninhas), com a menor evaporação
possível das gotas do trajeto entre a ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento
horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica ou correntes convectivas
(fenômenos meteorológicos caracterizados pela ausência de vento). Com esse objetivo recomenda-se
pulverizações sob temperatura ambiente abaixo de 30°C, umidade relativa do ar superior a 60% e
velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz solar,
evitando período de chuva de até 4 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das
gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e a meteorologia local (velocidade
do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da
decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar
com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.

Aplicação aérea:
• Aeronave tripulada:
As aplicações aéreas deverão seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos
para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS,
ajustes dos parâmetros operacionais, como ângulo de deflexão dos bicos nas barras de pulverização,
modelo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de deposição, velocidade e altura
de voo, entre outros, sempre supervisionadas por um Engenheiro Agrônomo e de acordo com os
conceitos de boas práticas para redução do risco de deriva.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola
Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva
Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea
deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e
qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do
rótulo e da bula do produto.
• Taxa de aplicação:
Para aplicações de RASTER, recomenda-se que seja utilizado volume de calda entre 20 a 40 L/ha,
com gotas das classes Médias (M), Grossas (G) ou superiores
• Parâmetros operacionais:
O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste
ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a uniformidade da aplicação.
É recomendado que a altura de voo varie entre 3,5 e 4 m, conforme características da aeronave, para
minimizar o risco de deriva e proporcionar melhor uniformidade de aplicação.
Fechar a válvula de 3 vias (by-pass) antes de subir a aeronave ao final de cada passada.
Não deve haver vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização e a disposição
dos bicos para evitar a ocorrência desse problema.
• Seleção das pontas de pulverização:
Use pontas jato plano de impacto com o menor ângulo do defletor, de pulverização adequadas para a
geração das classes de gotas recomendadas (Médias (M), Grossas (G) ou superiores), para gotas mais
grossas, ou de preferência de jato plano “simples”, com ângulo de abertura no leque menor ou igual a
40 graus e sempre com o bico voltado para trás (zero graus de deflexão). Pontas de jato sólido voltadas
para trás produzem as gotas mais grossas e o menor potencial de deriva. Caso seja usado ponta de
jato cônico, não usar core 45, e dar preferência pelo uso de core 46, e discos de maior vazão, para
minimizar o risco de deriva. É importante que as pontas sejam escolhidas em função das características
operacionais da aeronave, para que a classe do espectro de gotas fique dentro do recomendado (gotas
médias, grossas ou superiores). Não é recomendado o uso de atomizadores rotativos (de telas ou
discos) em nenhuma condição de aplicação do herbicida RASTER.


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• Condições meteorológicas:
As condições meteorológicas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelo alvo (plantas daninhas), com a menor evaporação
possível das gotas do trajeto entre a ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento
horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica ou correntes convectivas
(fenômenos meteorológicos caracterizados pela ausência de vento). Com esse objetivo recomenda-se
pulverizações sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média
do vento entre 3 km/h e 10 km/h. Estes parâmetros devem ser monitorados constantemente durante a
aplicação. As aplicações também dever ser realizadas na ausência de orvalho, na presença de luz
solar, evitando período de chuva de até 4 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das
gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e a meteorologia local (velocidade
do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da
decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar
com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.

• Aeronave remotamente pilotada (ARP/drones):
Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há
um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança
operacional.
A aplicação deste produto pode ser realizada com drones agrícolas de pulverização mantendo-se uma
altura de voo de 3 m acima dos alvos. Evite alturas de voo muito altas ou muito baixas, pois esses
procedimentos aumentam o risco de deriva. O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação
(volume de calda) mínima de 20 L/ha. A seleção das pontas ou o ajuste da rotação de bicos rotativos
deve propiciar espectro de gotas das classes de grossa a muito grossa, de forma a minimizar o risco
de deriva e proporcionar deposição adequada no alvo. É importante que as pontas sejam escolhidas
em função das características operacionais da aeronave, para que a classe do espectro de gotas fique
dentro do recomendado.
No caso das pontas hidráulicas, selecione modelos com indução de ar que propiciem gotas das classes
de grossa a muito grossa dentro de toda a faixa útil de vazões e pressões de trabalho.
Evite utilizar o drone sem que haja adequada sobreposição de passadas durante a aplicação, a
exemplo do que se faz em aplicações aéreas convencionais. A faixa de deposição ideal para os drones
deve ser calculada com as mesmas metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional.
Entretanto, na impossibilidade da realização desta avaliação, considere que os drones multirrotores
com até 30 kg de carga útil apresentam faixas de deposição ideal entre 4 e 6 m. Havendo dúvida,
consulte o fabricante do equipamento sobre o melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo de
drone.
Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para a redução da deriva. Lembre-se que o drone é uma
plataforma de aplicação aérea e requer os devidos cuidados para evitar a deriva. Não utilize pontas
hidráulicas ou ajustes de bicos rotativos que propiciem gotas finas ou muito finas.
Mantenha uma faixa de segurança de 50 m de distância dos possíveis alvos de deriva, como culturas
sensíveis ao produto.
Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de drones do RASTER com empresas que tenham
realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de
acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha
complementá-la ou substituí-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para
operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e
qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do
rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).




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Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:
   Volume de calda         Classe de gotas                                           Altura de voo                     Faixa de aplicação
                            Grossa a Muito                                                                            Ajuste de acordo com
   Mínimo de 20 L/ha                                                                          3m
                                Grossa                                                                                cada modelo de drone

Condições meterológicas para pulverização:
         Temperatura                     Umidade do ar                                                          Velocidade do vento
           < 30°C                           > 50%                                                                 entre 3 e 10 km/h

• Limpeza do tanque de pulverização:
Recomenda-se que seja realizado logo após o uso, a completa limpeza de tanque do pulverizador e
equipamentos de aplicação (barra, pontas e filtros) através da tríplice lavagem para qualquer tipo de
aplicação, sendo terrestre ou aérea. Esse procedimento é recomendado antes de utilizá-lo na aplicação
de outros produtos/culturas, observando as recomendações que seguem:
- Esgotar ao máximo a calda presente no tanque antes da lavagem do tanque;
- Encher o pulverizador com água limpa, circulando a água por todo o sistema por 20 minutos, deixando
posteriormente esgotar pela barra na pressão de trabalho. A quantidade de água deve ser a mínima
necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos
do tanque;
- Realizar novamente o segundo e o terceiro procedimento de lavagem, enchendo o tanque com água
limpa e procedendo o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de
trabalho.

INFORMAÇÕES DO ADJUVANTE:

Adjuvante óleo vegetal a 1,5 L/ha.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Arroz...............................................................................................................................................98 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• O uso de adjuvante abaixo da dose recomendada reduzirá significativamente a atividade do RASTER.
• Não aplicar adjuvante de outra classe diferente do recomendado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.


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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência
das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de
controle.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos A e B para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou
informados à Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

             GRUPO                                 A                           HERBICIDA
             GRUPO                                 B                           HERBICIDA

O produto herbicida RASTER é composto por Cialofope Butílico, que apresenta mecanismo de ação
dos inibidores da ACCase, pertencente ao Grupo A e por Penoxsulam que apresenta mecanismo de
ação dos inibidores acetolactato sintase (ALS), pertencente ao Grupo B, segundo classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente.

                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
  com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
  fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.


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• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
  áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
  do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  calça, jaleco, botas, avental, respirador, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
  forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
  PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas
  de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado classe P2; óculos de segurança
  com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
  de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
  sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
  melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras pessoas
  também entrem em contato com a névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas
  de borracha; avental impermeável (quando utilizar equipamento costal); respirador com filtro
  combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
  avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
  produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
  de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
  contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
  trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
  família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.



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• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco, luvas
  de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte
  ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso), botas,
  calça (desamarre e a deixe deslisar até o chão), luvas e respirador.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas,
  utilizar luvas e avental impermeável.
• A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.




                                                                     Pode provocar reações
                                             ATENÇÃO
                                                                       alérgicas na pele.




 PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço de emergência, levando a
 embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
 Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
 pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
 Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
 que a água de lavagem entre no outro olho.
 Pele: PODE PROVOCAR REAÇOES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire a roupa
 contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
 Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
 A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
 exemplo.


                                  INTOXICAÇÕES POR RASTER
                                    INFORMAÇÕES MÉDICAS


              Cialofope Butílico: Ácido ariloxifenoxipropiônico
Grupo químico Penoxsulam: Sulfonanilida triazolopirimidina
              Solvente nafta (petróleo), aromático pesado: Hidrocarboneto aromático.
    Classe        CATEGORIA 5 – IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
 toxicológica
   Vias de        Oral, inalatória, dérmica e mucosas
  exposição

               Cialofope Butílico
               A farmacocinética e metabolismo do cialofope butílico marcado com 14C foi estudado
               em cães e ratos Fischer após a administração de dose única de 1 mg/kg de peso
               corporal. Em ambas as espécies, o cialofope butílico foi rapidamente absorvido, a
Toxicocinética
               concentração de 14C no plasma ou sangue atingiu o pico dentro de 0,5 a 2 horas
               após a dosagem. A radioatividade no plasma de cães reduziu a meia-vida de 24
               horas, enquanto a concentração no sangue de ratos ficou abaixo do limite de
               detecção após 24-48 horas ter atingido o pico de concentração. Para cães,



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                  aproximadamente metade da radioatividade administrada foi observada na excreção
                  dentro de 24 horas após a dosagem, e 95% foi recuperado em 168 horas. Em ratos,
                  virtualmente toda a radioatividade administrada foi recuperada dentro de 24 horas
                  após a dosagem com 95% do resíduo recuperado na urina. Em um estudo separado
                  usando ratos entubados, acima de 20% da dose foi encontrada na bile. Para ambas
                  as espécies, o primeiro passo do metabolismo foi indicado como cialofope butílico
                  não alterado nas amostras de plasma, excreção ou tecidos. Em todas amostras,
                  cialofope ácido foi o resíduo primário, junto com quantidades menores de cialofope-
                  DP e cialofope di-ácido (somente em ácidos). Nenhum dos metabólitos foi conjugado
                  em nenhuma das espécies.
                  Penoxsulam
                  A farmacocinética e metabolismo mostram que penoxsulam é rapidamente, mas
                  incompletamente absorvido, que a saturação leva a redução da biodisponibilidade
                  entre as doses de 5 e 250 mg de penoxsulam/kg, que o penoxsulam absorvido é
                  metabolizado em ambos os sexos (ratos), mas grande parte da dose, em todas as
                  matrizes analisadas, foi o composto parental e que penoxsulam e/ou metabólitos são
                  rapidamente excretados em diferentes rotas de eliminação entre ratos machos e
                  fêmeas, quando penoxsulam é administrado oralmente através de suspensão.
                  Nafta
                  Absorção: atravessam as membranas celulares e barreiras biológicas. Atravessam a
                  membrana alveolar para a corrente sanguínea e são transportados dentro de poucos
                  minutos para todo o organismo, incluindo SNC. Atravessam a superfície da pele ou
                  folículos pilosos e caem na corrente sanguínea. São pobremente absorvidos pelo
                  trato gastrointestinal, mas alguma absorção sistêmica ocorre.
                  Distribuição: altamente distribuídos por sua característica lipofílica.
                  Foram encontrados no leite de todas as lactantes.
                  Eliminação: inicialmente através do trato respiratório

               A toxicidade oral e dérmica aguda para ratos foi baixa (DL50 > 5.000 mg/kg). Não é
               esperado efeito adverso pela exposição inalatória, pois o produto é incapaz de gerar
               um aerossol inalável (de 1 - 4 pm MMAD conforme definido pela USEPA, 1998). O
Toxicodinâmica produto causou irite e irritação conjuntiva nos olhos de coelhos, que foi reversível em
               24 horas. Aplicações tópicas do produto na derme dos coelhos durante 4 horas
               causaram eritemas muito leves, reversíveis em 72 horas. O produto apresenta
               sensibilização dérmica.

                Cialofope Butílico
                Em caso de ingestão pode causar sintomas de náuseas, vômitos, diarréia ou irritação
                do gastrointestinal. Pode causar leve irritação ocular. A injúria da córnea é
                improvável. Essencialmente não irritante à pele. Não causa reações alérgicas à pele
                quando testados em cobaias. Não se espera que uma única exposição inalatória
                prolongada cause efeitos adversos.
                Penoxsulam
  Sintomas e
                Em caso de ingestão pode causar sintomas de náuseas, vômitos, diarreia ou irritação
sinais clínicos
                do trato gastrointestinal. Pode causar leve irritação ocular. Não é irritante à pele. Não
                causou reações alérgicas à pele quando testados em cobaias. Não se espera que
                uma única exposição inalatória prolongada cause efeitos adversos.
                Nafta
                Efeitos agudos: pouco se conhece sobre os efeitos dessa substância em mamíferos.
                Por analogia com propriedades de substâncias similares, é esperado:
                Oral: náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal.




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               Pode causar miocardite e discretas alterações degenerativas das miofibrilas do
               coração. São sensibilizantes do miocárdio às catecolaminas.
               Causam hemólise intravascular e dano renal, que geralmente consiste de discretas
               alterações degenerativas dos túbulos renais, mas raramente pode resultar em
               necrose tubular aguda.
               São comuns os riscos de aspiração, dano pulmonar, depressão do SNC transitória
               ou excitação, e os efeitos secundários de hipóxia, formação de infecção,
               pneumatocele e disfunção crônica do pulmão. Estes hidrocarbonetos são mal
               absorvidos a partir do trato gastrointestinal e não causam sensível toxicidade
               sistêmica por esta via, a menos que ocorra aspiração.
               Dérmica: é um irritante das membranas mucosas e do trato respiratório. Pode resultar
               em queimaduras cutâneas e, ocasionalmente, efeitos sistêmicos.
               Ocular: irritação ocular de leve a moderada e lesão ocular reversível pode ocorrer
               após o contato com a maioria dos hidrocarbonetos.
               Inalatória: sintomas subjetivos provenientes do sistema nervoso central, como dor de
               cabeça, fadiga, falta de concentração, instabilidade emocional, dificuldade de
               memória e outras funções intelectuais e desempenho psicomotor prejudicado.
               Alguns efeitos são de curto ou médio prazo, outros são potencialmente persistentes.
               Em alguns estudos, relações dose-resposta foram observadas entre os sintomas e
               duração da exposição (duração e intensidade) a solventes.
               Vapor de nafta é um depressor do SNC, bem como um irritante das membranas
               mucosas e trato respiratório.
               A aspiração resulta em pneumonite química. Broncoespasmo, hiperemia, edema e
               atelectasia são notados. Alveolite hemorrágica difusa com infiltrado granulocítico
               ocorre logo após a aspiração e picos de cerca de 3 dias.
               Necrose dos tecidos dos brônquios, bronquíolos e alvéolos podem ocorrer,
               juntamente com trombose vascular e formação de microabscessos.
               Um processo proliferativo tardio com espessamento alveolar pode ocorrer em 10
               dias.
               As complicações tardias podem incluir a pneumonite bacteriana, anormalidades
               residuais de pequenas vias aéreas e pneumatoceles.
               Complicações cardíacas são raras.
               Abuso: inalação de alguns hidrocarbonetos pode resultar em morte súbita,
               encefalopatia,     residual    comprometimento       neurológico,   nefrotoxicidade,
               hepatotoxicidade, distúrbios ácido-base e rabdomiólise.Injeção de nafta resultou em
               reações febris, inflamação do tecido local, necrose e trombose com amputação
               necessária em 60 a 80% dos casos e efeitos sistêmicos, incluindo edema pulmonar,
               pneumonia e depressão leve do Sistema Nervoso Central.
               Os casos graves resultaram em síndrome de falência de múltiplos órgãos.

               O diagnóstico é estabelecido pela confirmação de exposição e pela ocorrência de
 Diagnóstico
               quadro clínico compatível.

               O tratamento médico deverá ser sintomático, de acordo com o quadro clínico e à
 Tratamento
               critério médico, em resposta às reações do paciente. Não há antídoto específico.

    Contra-    A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
  indicações   pneumonite química.

 Efeitos das   Nenhum efeito sinérgico é conhecido
 interações
  químicas




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                  Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                  tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                  Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                  (RENACIAT/ANVISA/MS).

  ATENÇÃO         As Intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
                  de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos
                  de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância
                  Sanitária (NOTIVISA).

                  Telefone de Emergência da empresa: 0800 772 2492


MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg
DL50 cutânea em ratos: > 5000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste.
Corrosão/lrritação cutânea em coelhos: os três animais tratados exibiram eritema muito leve a bem
definido e edema muito leve após uma hora. A irritação dérmica foi reversível após 72 horas em todos
os animais.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: os três animais testados apresentaram irite e vermelhidão na
conjuntiva leves. Dois dos três animais testados apresentaram leve quemose. A irritação ocular foi
totalmente revertida em todos os animais em até 24 horas.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto é sensibilizante à pele.
Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos crônicos:
Cialofope Butílico: estudos de toxicidade crônica e carcinogenicidade com o produto cialofope butílico
foram conduzidos em camundongos e ratos Fisher através da dieta. Resultados mostram que o NOEL
para camundongos é de 3 ppm. O NOEL para ratos fêmeas e machos é de 6 ppm e 24 ppm,
respectivamente. Em ambos os estudos, não ocorreram alterações em qualquer dose que sugiram
atividade carcinogênica.
Penoxsulam: estudo de toxicidade crônica e carcinogenicidade com o produto penoxsulam foram
conduzidos em camundongos. Não foi observado aumento nos neoplasmas em machos e fêmeas de
camundongos em nenhum nível de dose, indicando que o penoxsulam não tem potencial oncogênico.
O NOEL para machos foi de 10 mg/kg/dia e para fêmeas foi de 100 mg/kg/dia. Estudo de toxicidade
crônica, oncogenicidade e neurotoxicidade crônico com o produto penoxsulam foi conduzido em ratos
Fisher 344. Resultados mostram que o NOEL para fêmeas é de 50 mg/kg/dia e para machos é de 5
mg/kg/dia.




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                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
   MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
  ☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
  ☒ MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
  ☐ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
  ☐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

-   Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
    podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
-   Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-   Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos com Aeronaves Remotamente Pilotadas
    (ARP/drone) em áreas situadas a uma distância mínima de 20 (vinte) metros de povoações,
    cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação
    de água para abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação
    permanente, além de outras áreas ambientais com larguras mínimas de proteção estabelecidas em
    legislação específica, caso não sejam áreas alvos da aplicação, devendo ser respeitadas ainda,
    quando couber, as restrições de distância constantes na recomendação do produto a ser aplicado.
-   Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
    (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
    público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
    agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
    aeroagrícolas.
-   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-   Não utilize equipamento com vazamentos.
-   Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-   Aplique somente as doses recomendadas.
-   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
    Evite a contaminação da água.
-   A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
    água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
   PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
    rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas
    ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
    Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda. -
    telefone da empresa: 0800 772 2492.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
    borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
    drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
    Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
    uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não


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    deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para
    sua devolução e destinação final.
    Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
    material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
    conforme indicado.
    Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
    o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
    serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
    questão e da quantidade do produto envolvido.
-   Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico,
    ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
   DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
   UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
    posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
   a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
   pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
   segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
  armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
  não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.




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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
   tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
   fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
   de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
   de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
   de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
  separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
   tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
   fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
   de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
   de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
   de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
  transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
  que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
   tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
   fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
   de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
   de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
   de um ano após a devolução da embalagem vazia.


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TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
   Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos
   Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
   o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
   realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
   competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
   OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
   EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
   contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
   pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
   equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
   competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
    bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
    rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
   FEDERAL OU MUNICIPAL:
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e federal
    antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou
    a cultura são permitidos localmente.




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