Questbeauve Dry
F1rst Agbiotech Ltda.
Inseticida Microbiológico
Beauveria bassiana isolado IBCB 66* (Produto Microbiológico) (75 g/kg)
Informações
Número de Registro
23525
Marca Comercial
Questbeauve Dry
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
Beauveria bassiana isolado IBCB 66* (Produto Microbiológico) (75 g/kg)
Titular de Registro
F1rst Agbiotech Ltda.
Classe
Inseticida Microbiológico
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Bemisia tabaci raça B
Mosca branca
Todas as culturas
Cosmopolites sordidus
Moleque da bananeira
Todas as culturas
Dalbulus maidis
cigarrinha-do-milho
Todas as culturas
Hypothenemus hampei
Broca do café
Todas as culturas
Sphenophorus levis
Bicudo da cana-de-açúcar; Gorgulho-da-cana
Todas as culturas
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Conteúdo da Bula
QuestBeauve Dry
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária- MAPA sob n° 23525
COMPOSIÇÃO:
Beauveria bassiana isolado IBCB 66 (Mínimo de 7,5 x109 UFC/g) ........................................75,0 g/kg (7,5% m/m)
Outros Ingredientes...........................................................................................................925,0 g/kg (92,5% m/m)
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida e acaricida microbiológico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó molhável (WP)
TITULAR DO REGISTRO:
F1RST AGBIOTECH LTDA
Endereço: Rua Curitiba, 193 - Gleba Patrimônio Paiçandu
Paiçandu/PR, CEP: 87140-000 - Fone: (44) 3112-1300
C.N.P.J.: 46.378.518/0001-64
Número de registro do estabelecimento/Estado: ADAPAR/PR 1008332
FABRICANTE, FORMULADOR E MANIPULADOR:
TOYOBO DO BRASIL PRODUTOS BIOLÓGICOS LTDA.
Endereço: Rua Padre Bento, 858. Distrito Industrial II.
Salto/SP, CEP: 13326-400 - Fone:(11) 4602-8100
C.N.P.J.: 31.359.178/0001-57
Número de registro do estabelecimento/Estado: CDA/SP 4128
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ARMAZENAR EM TEMPERATURA DE 24 a 26°C; REFRIGERADO A 4°C OU CONGELADO DE -12 A -4ºC.
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO E A BULA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – CLASSE IV - PRODUTO
POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: branca
PRODUTO FITOSSANITÁRIO COM USO APROVADO PELA AGRICULTURA ORGÂNICA
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
QuestBeauve Dry (Beauveria bassiana, isolado IBCB 66) é um inseticida e acaricida microbiológico que atua
no controle de Bemisia tabaci raça B (Mosca-branca), Cosmopolites sordidus (Moleque-da-bananeira),
Tetranychus urticae (Ácaro-rajado), Dalbulus maidis (Cigarrinha-do-milho), Sphenophorus levis (Gorgulho-da-
cana) e Hypothenemus hampei (Broca-do-café) em todas as culturas nas quais ocorram.
CULTURAS, PRAGAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Dose
Alvo Biológico
Cultura commercial Número, época e intervalo de aplicação
(nome comum)
(p.c./ha)
A aplicação deve ser realizada com umidade
Bemisia tabaci raça
relativa acima de 70%. Realizar até 4 (quatro)
B 0,100 kg/ha
aplicações por safra da cultura em intervalos
(Mosca-branca)
de 14 dias.
A aplicação deve ser realizada espalhando 100
Cosmopolites
iscas do tipo “telha”/ha. Para cada isca,
sordidus 0,67 g/isca ou
preparar uma pasta com a dose do produto e
(Moleque-da- 0,667 kg/ha
50 mL de água; realizar até 3 (três) aplicações
bananeira)
por ano.
A aplicação deve ser realizada em baixas
0,133 kg/100L infestações da praga, em condições de
Tetranychus urticae
água umidade relativa elevada, com o jato dirigido
(Ácaro-rajado)
para a face inferior das folhas. Realizar até 6
(seis) pulverizações em intervalos de 3 a 4 dias
Dalbulus maidis
(Cigarrinha-do- 1,07 kg/ha Realizar mais de uma aplicação.
Em todas as milho)
culturas com Realizar 1 (uma) única aplicação 1 mês após a
ocorrência Sphenophorus colheita da cultura, quando constatada a
do alvo levis 0,96 kg/ha presença de adultos da praga na área, com
biológico (Gorgulho-da- umidade relativa acima de 46% Aplicar 70% da
cana-de-açúcar) calda no corte da soqueira (jato dirigido) e 30%
sobre as plantas, com bico leque.
Iniciar as aplicações quando o resultado do
monitoramento indicar nível de infestação entre
1 e 3,5% nos "focos" ou na área toda. Realizar
três pulverizações com intervalo de 25 a 30
dias entre elas: a primeira deve ser direcionada
à "saia" do cafeeiro; as demais devem ser em
Hypothenemus
Vide modo de planta inteira, com boa cobertura dos frutos.
hampei
aplicação* Aplicar no final da tarde com umidade relativa
(Broca-do-café)
acima de 60% ou à noite; em dias nublados,
com temperatura amena e umidade relativa
acima de 70%, pode ser aplicado em qualquer
horário. Em caso de ocorrência de chuva logo
após a pulverização, é necessário reaplicar o
produto.
MODO DE APLICAÇÃO:
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Utilizar volume de calda de 100L/ha ou acordo com a cultura de ocorrência da praga e tamanho das plantas, de
forma a obter uma boa cobertura da parte aérea das plantas, evitando o escorrimento excessivo da calda, após
a aplicação. Para a cultura de pastagens de capim-braquiária, o produto pode ser aplicado em volume de calda
de 300 L/ha.
Preparo da calda: antes de adicionar o produto ao tanque do pulverizador, misturar o produto com água em um
volume menor, agitar vigorosamente até obter uma solução homogênea e então adicionar ao tanque, mantendo
a agitação da calda no tanque.
Aplicar via pulverização com equipamentos terrestres (pulverizador costal ou tratorizado).
*Broca-do-café (Hypothenemus hampei): Iniciar as aplicações quando o resultado do monitoramento indicar
nível de infestação entre 1 e 3,5% nos "focos" ou na área toda. Realizar três pulverizações com intervalo de 25
a 30 dias entre elas: a primeira deve ser direcionada à "saia" do cafeeiro; as demais devem ser em planta inteira,
com boa cobertura dos frutos. Aplicar no final da tarde com umidade relativa acima de 60% ou à noite; em dias
nublados, com temperatura amena e umidade relativa acima de 70%, pode ser aplicado em qualquer horário.
Em caso de ocorrência de chuva logo após a pulverização, é necessário reaplicar o produto. Continuar com o
monitoramento, mesmo depois da terceira aplicação; se os resultados indicarem que o nível máximo de
infestação foi atingido, aplicar novamente. Para a escolha da dose, o número de plantas por hectare deve ser
levado em consideração; se o nível de infestação estiver em 3,5%, utilizar a maior dose indicada na faixa.
Número de plantas por hectare Dose por hectare Mínima Máxima
2,5 x 1012 a 4,5 x 1012
Até 5.000 0,333 kg/ha 0,600 kg/ha
conídios
4,5 x 1012 a 6,5 x 1012
Entre 5.000 e 10.000 0,600 kg /ha 0,867 kg/ha
conídios
6,5 x 1012 a 8,5 x 1012
Entre 10.000 e 15.000 0,867 kg /ha 1,133 kg/ha
conídios
8,5 x 1012 a 1,0 x 1013
Entre 15.000 e 20.000 1,133 kg /ha 1,333 kg/ha
conídios
Beauveria bassiana é um fungo indicado para a redução das populações de Hypothenemus hampei (broca-do-
café) e a sua eficiência varia em função:
a) do nível de infestação pela broca - apresenta maior eficiência quando aplicado sob níveis de infestação
baixos;
b) da dose utilizada - doses mais elevadas produzem melhores resultados (em doses mais baixas, o fungo
normalmente necessita de um número maior de dias para matar os insetos que, durante este período, podem
perfurar os novos frutos e produzir descendentes, caso encontrem as condições apropriadas para isto);
c) da distribuição dos conídios - uma boa cobertura na aplicação do fungo, sobretudo em folhas e frutos, cria
uma camada de conídios que se aderem à broca quando ela caminha em busca de um novo fruto para perfurar,
sendo esta a principal forma de contaminação do inseto;
d) das condições ambientais - o fungo é sensível à radiação solar direta, a temperaturas elevadas e à umidade
relativa do ar abaixo de 60% no momento da aplicação ou nos dias seguintes a ela (aplicações no final da tarde
ou à noite favorecem a adesão e a germinação dos conídios);
e) do tempo após a aplicação - uma redução na eficiência do fungo pode ser observada a partir dos 30 dias
após a aplicação; se as condições ambientais estiverem desfavoráveis a ele, a redução pode ocorrer antes
disso.
Informações sobre o alvo biológico:
A broca-do-café ataca tanto a espécie Coffea arabica (café arábica) quanto a espécie Coffea canephora
(café robusta, conilon), mas lavouras formadas por esta última tendem a sofrer um ataque mais severo. Frutos
remanescentes da safra anterior que ficaram aderidos às plantas ou caídos no solo servem como abrigo e para
a multiplicação do inseto na entressafra, e são a principal fonte de infestação na nova safra. Por esta razão, as
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práticas de repasse e de varrição são fortemente recomendadas como parte das estratégias de manejo
sustentável da broca.
Embora o inseto possa se deslocar a longas distâncias, sobretudo com a ajuda de correntes de vento, ele tende
a ficar próximo dos frutos de onde saiu, voando por curtas distâncias a uma altitude de 1 a 2 metros. Como o
seu comportamento é gregário ("agregado"), é comum a formação de "focos" no início da infestação, os quais
devem ser rapidamente controlados para que a broca não se reproduza e nem se dissemine por toda a área. A
velocidade de infestação tende a aumentar com o tempo pelo surgimento de novas gerações e pela maior
quantidade de frutos prontamente disponíveis para a perfuração pelo inseto.
Monitoramento do alvo biológico:
1. O monitoramento é fundamental para o manejo sustentável da broca-do-café e pode ser realizado da forma
mais adequada à situação específica de cada produtor, embora o método de amostragem/contagem de frutos
seja mais preciso. Quando feito de forma preventiva, o monitoramento torna possível identificar o "período de
trânsito" das fêmeas fundadoras e, também, se o ataque da broca está ocorrendo de maneira uniforme na área
ou se existem pontos de maior concentração ("focos"), com o objetivo de se direcionar as aplicações do fungo,
caso o nível de controle seja atingido nessas áreas.
2. O início e a duração do monitoramento podem variar de um ano para o outro, sendo influenciados por fatores
como a espécie e a cultivar de café, as variáveis climáticas, as características da lavoura e da região e a forma
de cultivo (ex.: deve ser iniciado mais cedo em cultivares com maturação precoce dos frutos e estendido por
mais tempo em cultivares com maturação tardia). A extensão do tempo de monitoramento também é necessária
quando há parcelamento da florada, pois tal situação amplia o período com frutos em estágio compatível com o
ataque da broca.
3. Para o monitoramento, recomenda-se:
- Dividir a lavoura em talhões homogêneos, considerando as cultivares, a idade das plantas, a localização dos
talhões (ex.: no topo, baixada, próximo à mata, ao terreiro de secagem), a modalidade de plantio (ex.:
convencional, adensado, sombreado), dentre outros aspectos relevantes em cada cultivo;
- Iniciá-lo a partir da ocorrência dos primeiros frutos em estágio "chumbinho" ou, no máximo, entre os estágios
"chumbinho" e "chumbão" (os da primeira florada, mesmo que seja parcelada). Os frutos "chumbinho" não são
adequados à postura de ovos pela broca, mas o monitoramento preventivo nesta fase tem como objetivo
identificar o início da infestação, quando a fêmea fundadora sai do fruto onde passou a entressafra e fica mais
exposta e vulnerável à ação do fungo, já que os frutos "chumbinho" da nova safra ainda não estão em estágio
ideal para a oviposição;
- Realizá-lo mensalmente até a colheita, mas caso seja observado um aumento no nível de infestação, realizá-
lo com periodicidade quinzenal;
- Manter um registro ano a ano dos resultados para identificar talhões que, historicamente, apresentem uma
infestação mais acentuada.
4. O nível de infestação tende a variar entre talhões com diferenças na incidência de luz solar, umidade e
ventilação. Atenção especial deve ser dada também aos talhões:
- Com histórico de "focos" ou de altos níveis de infestação;
- Limítrofes com outras lavouras, sobretudo as abandonadas ou submetidas a podas sem destruição dos restos
vegetais;
- Adjacentes ao terreiro de secagem e instalações de beneficiamento, pois as brocas deixam os frutos que estão
secando e voam para infestar novos frutos próximos;
- Nos quais, por qualquer razão, haja maior dificuldade na aplicação do fungo e na realização de uma boa
colheita (deixando-se muitos frutos nas plantas ou no solo).
5. O nível de infestação para o controle com o agente microbiológico é de 1 a 3,5%.
RECOMENDAÇÕES DE USO:
• Realizar a limpeza do pulverizador quando este estiver com algum resíduo de defensivos agrícolas.
• Aplicação deve ser realizada logo após o preparo da calda.
• Recomenda-se que as aplicações sejam realizadas de preferência no final da tarde, nas horas mais
frescas (umidade relativa ~ 60% e temperatura máxima de 30ºC).
• Não armazenar o produto em locais com temperatura acimar de 25ºC.
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• Aplicar com adjuvante siliconado.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este
ingrediente ativo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 4 horas após
a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Em pulverização recomenda-se a aplicação nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde
ou no início da noite, escolhendo os locais com alta população do inseto. Nessas condições, a exposição dos
conídios do fungo à radiação ultravioleta do sol é menor. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses
recomendadas. Não aplicar em período de chuvas intensas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -ANVISA/MS)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O uso repetido do QuestBeauve Dry ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de
desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do QuestBeauve Dry como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da
resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo
de ação efetivos para a praga alvo.
• Aplicações sucessivas de QuestBeauve Dry podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do QuestBeauve Dry ou outros produtos quando
for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para
o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
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Sempre que houver disponibilidade de informações sobre Manejo Integrado de Pragas (MIP), provenientes da
pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. O MIP envolvendo os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores
e parasitoides), controle microbiano, uso de variedades resistentes e controle químico, sempre alternando
produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto visam o melhor equilíbrio do sistema.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTORICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM
MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO.
PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.
MICRORGANISMOS PODEM TER O POTENCIAL DE PROVOCAR REAÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO.
PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO DEVEM
MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PESSOAS QUE TENHAM SIDO SUBMETIDAS À CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA,
IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VALVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM
MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado.
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
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- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de
borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PROUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que as outras pessoas
também entrem em contato com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe
e luvas de nitrila.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratado com os dizeres: ‘PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.’ e manter os avisos até
o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados
para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha
-Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendadas devem ser retirados na seguinte ordem; touca
árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.;
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- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoas treinada e devidamente protegida.
ATENÇÃO
PRIMEIROS SOCORROS: procure um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo e bula.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho. Procure um serviço médico, levando a embalagem e bula do produto.
Pele: Lave com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure um médico, levando a embalagem
e bula do produto.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
RISCOS ASSOCIADOS AO CONTATO COM O PRODUTO
QuestBeauve Dry
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Nome científico Beauveria bassiana, isolado IBCB 66*
Classe toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular, dérmica.
Beauveria bassiana é um fungo facilmente encontrado na natureza, em
Efeitos registrados em especial no solo. Não é esperado nenhum efeito toxigênico causado pela
literatura associados ao exposição ao Beauveria bassiana. Este fungo é utilizado na agricultura em todo
o mundo, há mais de cem anos, com raros relatos de casos clínicos
Beauveria bassiana confirmados. Entretanto, como qualquer outro microrganismo, Beauveria
bassiana possui potencial de ação como patógeno oportunista.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
Diagnóstico
de possível quadro clínico compatível.
Reações alérgicas, ceratite. Esses sintomas foram verificados na literatura
Sintomas e sinais clínicos disponível para a espécie e não fazem referência, necessariamente, ao isolado
utilizado neste produto.
O tratamento é de suporte e a maioria das exposições casuais requer apenas
descontaminação. Não administre ou introduza leite, nata ou outras
substâncias contendo gordura animal ou vegetal, pois estas favorecem a
absorção de substâncias lipofílicas.
Exposição oral
Não há antídoto específico para envenenamento por Beauveria bassiana.
O tratamento é sintomático e de suporte e inclui o monitoramento para o
desenvolvimento de possíveis reações de hipersensibilidade.
Exposição inalatória
Tratamento A) Remova o intoxicado para um local arejado.
B) Monitore para alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia.
Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário.
Exposição ocular
A) Irrigue com água corrente ou salina a 0,9% por pelo menos 10 minutos.
B) Um anestésico tópico pode ser necessário para alívio da dor ou no caso de
blefaroespasmos.
C) Assegure que não haja partículas remanescentes na conjuntiva.
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D) Se os sintomas não forem solucionados após a descontaminação ou se for
detectada uma anormalidade significante durante o exame, encaminhe para
um oftalmologista.
Exposição dérmica
1) Remova as roupas contaminadas e lave a pele exposta com água e sabão.
2) Institua tratamento sintomático e medidas de suporte conforme necessário.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
Contraindicações
aspiração.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
ATENÇÃO
RENACIAT – ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de
notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (44) 3112-1300.
* Beauveria bassiana, isolado IBCB 66 encontra-se armazenado na Coleção de Fungos Entomopatogênicos
“Oldemar Cardim Abreu”, no Laboratório de Controle Biológico do Centro Experimental do Instituto Biológico,
localizado na Rodovia Heitor Penteado, km 3, Jardim d Palmeiras, Campinas-SP.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Estudos não realizados de acordo com critérios da legislação vigente.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE
- Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
■ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
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• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa F1RST AGBIOTECH LTDA.
• Telefone da empresa: (44) 3112-1300.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas, botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros)
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico etc., ficando a favor
do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
• Use luvas no manuseio desta embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos
Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
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ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• Para a desativação dessas estruturas do fungo pode ser utilizado uma esterilização por calor úmido com
autoclave a 121°C, pressão 1 atm, por 1 hora, sendo que o inerte com o material do fungo completamente morto
pode ser depositado em aterros sanitários para lixo urbano. A incineração completa do material em meio de
cultivo sólido, também pode ser utilizada, restando apenas resíduos de cinzas.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos
e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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