Pyriproxyfen Wwood 100 EC
Willowood Agriscience Representação Comercial Ltda – Campinas/SP
Inseticida
piriproxifem (éter piridiloxipropílico) (100 g/L)

Informações

Número de Registro
31224
Marca Comercial
Pyriproxyfen Wwood 100 EC
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
piriproxifem (éter piridiloxipropílico) (100 g/L)
Titular de Registro
Willowood Agriscience Representação Comercial Ltda – Campinas/SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Contato/Translaminar
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Berinjela
Thrips palmi
Tripes
Café
Leucoptera coffeella
Bicho-mineiro-do-café; Larva-minadora
Citros
Diaphorina citri
Psilídeo
Citros
Orthezia praelonga
Cochonilha-Orthezia; Cochonilha-de-placa
Citros
Parlatoria cinerea
Cochonilha-de-carapaça; Picuinha
Citros
Selenaspidus articulatus
Cochonilha-pardinha
Feijão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Gérbera
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Maçã
Grapholita molesta
Mariposa-oriental
Melancia
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Melão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Pepino
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Pepino
Thrips palmi
Tripes
Repolho
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Rosa
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Soja
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Tomate
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Tomate
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Uva
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca

Conteúdo da Bula

                                    PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC
                       Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 31224

COMPOSIÇÃO:
4-fenoxyphenyl (RS) – 2 – (2-pyridyloxy) propyl ether (PIRIPROXIFEM)...............100 g/L (10% m/v)
Solvente Nafta.........................................................................................................737 g/L (74% m/v)
Outros Ingredientes.................................................................................................163 g/L (16% m/v)

                 GRUPO                                                 7C                                         INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Inseticida de contato e translaminar
GRUPO QUÍMICO: Piriproxifem: Éter piridiloxipropílico.
Solvente Nafta: Hidrocarboneto aromático
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentração Emulsionável (EC)

TITULAR DO REGISTRO (*)
WILLOWOOD AGRISCIENCE REPRESENTAÇÃO COMERCIAL LTDA.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 214 - Sala 516 – Jardim Madalena – Campinas – SP
CEP 13091-611 - CNPJ: 40.503.635/0001-26 - Registrada na CDA/SP sob nº 4933
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
PYRIPROXYFEN TÉCNICO SINO-AGRI (Registro nº 14716)
Rudong Zhongyi Chemical Co., Ltd.,
Coastal Economic Development Zone, Rudong, Jiangsu, 226407 – China

FORMULADORES:

CHD´S Agrochemicals
La Supercarretera KM 32,5 - Campo Tacurú – Hernandarias – Paraguai

Lanlix Cropscience Co., Ltd.
No. 79, Hsiang Yang Road, Chang Chih Hsiang, Ping Tung Hsien, Taiwan, 90801

Proquimur S.A.
Rota 5 Km 35,300, Juanicó, Canelones – Uruguai

Rudong Zhongyi Chemical Co., Ltd.
The Second Haibin Road, Costal Economic Development Zone, Rudong, Jiangsu, China, 226407

Shreeji Pesticides Pvt. Ltd.
69/P, Village Manjusar, Taluka-Savli, Dist-Vadodara, Gujarat-39 - Índia

Sino-Agri Leading (Tianjin) Agrochemical Company Limited
East of Jinji Rail, South of Nonchang, Wuging District, Tianjin, China, 301700.

Tecnomyl SRL
Parque Industrial Avay, Villeta – Paraguai

MANIPULADORES:

Adama Brasil S.A.
Rua Pedro Antônio de Souza, Nº 400
Londrina – Paraná CEP 86031-610
CNPJ: 02.290.510/0001-76 – ADAPAR Nº: 003263

Adama Brasil S.A.
Av. Julio de Castilhos, Nº 2085
Taquari – Rio Grande do Sul - CEP 95860-000
CNPJ: 02.290.510/0004-19 – SEAPA/RS Nº: 1047/99
                                                                                                                                           1
Agricultores Federados Argentinos S.C.L.
Parque Industrial Comirsa, Mitre 1132, Rosario, Argentina.

Arysta Lifescience do Brasil Ind. Quím. e Agropecuária Ltda.
Rod. Sorocaba – Pilar do Sul, Km 122
CEP: 18160-000 – Largo- Salto de Pirapora-SP-
CNPJ: 62.182.092/0002-06 – CDA No:476

Iharabras S.A. Índústrias Químicas
Avenida Liberdade, 1701 CEP: 18001-970 – Sorocaba, SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - CFICS/CDA/SAA/ SP nº 008

Nortox S.A.
Rodovia BR 369, Km 197
Arapongas-PR-86700-970
CNPJ: 75.263.400/0001-99 - SEAB/PR No 466

Nortox S.A. Rodovia
BR 163, Km 116 Rondonópolis- MT-
CEP: 78740-275
CNPJ: 75.263.400/0011-60 - INDEA/MT No 183/06

Ouro Fino Química Ltda.
Avenida Filomena Cartafina, N° 22335, quadra 14, lote 5
Distrito Industrial III – Uberaba – MG – CEP: 38044-750
CNPJ: 09.100.671/0001-07 – IMA No:153

Prentiss Química Ltda.
Rodovia PR 423 Km 24,5 - Campo Largo – PR - 83603-000
CNPJ: 00.729.422/0001-00
GAT/ADAPAR/SAA/PR nº 002669

Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Avenida Roberto Simonsen, 1459 – Recanto dos Pássaros
CEP: 13148-030– Paulínia – SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81
CFICS/CDA/SAA/ SP nº 477

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Av. Maeda s/nº - Distrito Industrial – Ituverava –SP – CEP: 14500-000
CNPJ: 02.974.733/0001-52 / CDA No: 1049

                      N° do lote ou partida:
                       Data de fabricação:                      VIDE EMBALAGEM
                      Data de vencimento:

                ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
                        AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
              É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
               PROTEJA-SE. É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                                               Indústria Brasileira
     CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
                                   DANO AGUDO
        CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II -
                         MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




    Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C


                                                                                 2
INSTRUÇÕES DE USO:

PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC é um inseticida fisiológico juvenóide, análogo ao hormônio juvenil,
regulador de crescimento de insetos. O produto atua por contato e ação translaminar, principalmente
sobre os ovos e ninfas provocando distúrbios no equilíbrio hormonal, impedindo que os insetos das
formas jovens tornem-se adultos. As fêmeas que entram em contato com produto colocam ovos inviáveis
e também, diminuem a postura.

                                             DOSE
                                           Produto
                                                                                              INTERVALO
                                    Comercial: L/ha;                        NÚMERO
                                                        VOLUME DE                              ENTRE AS
CULTURAS            PRAGAS           L/100L de água                       MÁXIMO DE
                                                            CALDA                            APLICAÇÕES
                                       (Ingrediente                      APLICAÇÕES
                                                                                               (Em dias)
                                     Ativo: g/ha ou
                                    g/100L de água)
                 Mosca-branca         0,3 a 0,5 L/ha
                                                           200 - 250
                (Bemisia tabaci           (30 a 50 g                            2                  15
                                                             L/ha
                     raça B)                i.a./ha)
               INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do
               PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início
ALGODÃO
               da infestação, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas”,
               intercalando as aplicações com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a
               atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível
               populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha
               ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC.
                                     75 mL/100 L de
                      Tripes                  água        500 - 1.000
                                                                                2                7 a 10
                 (Thrips palmi)      (7,5 g i.a./100L        L/ha
                                           de água)
               INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo até 2 aplicações do PYRIPROXYFEN
BERINJELA
               WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação,
               quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as
               aplicações com outros produtos. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer
               as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa
               o estádio pupal no solo.
                 Bicho-mineiro-
                                      0,5 a 1,0 L/ha
                     do-café                               400 - 500
                                        (50 a 100 g                             2               15 a 20
                  (Leucoptera                                L/ha
                                            i.a./ha)
                    coffeella)
   CAFÉ
               INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer 2 aplicações do PYRIPROXYFEN
               WWOOD 100 EC por ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem
               constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com
               outros produtos.
                  Cochonilha-      50 a 75 mL/100 L
                    pardinha          de água (5,0 a
                 (Selenaspidus      7,5 g i.a./100L de
                   articulatus)              água)
                Cochonilha-de-       75 mL/100 L de
                      placa                   água
                    (Orthezia        (7,5 g i.a./100L
                   praelonga)              de água)        Terrestre:
                                   6,25 mL/100 L de        2000 L/ha            2                  30
                  Psilídio-dos-
  CITROS                              água (0,625 g
                      citros
                                        i.a./100L de     (máximo de
               (Diaphorina citri)
                                             água)       10 L/planta)
                   Cochonilha-
                                    100 mL/100 L de
                     parlatoria
                                              água
                    (Parlatoria
                                    (10,0 g i.a./100 L
                     cinerea)
                                           de água)
               INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do
               PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da

                                                                                                      3
           infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário,
           intercalando as aplicações com outros produtos.
               Mosca-branca
                                     250 mL/ha (25 g     200 - 250
            (Bemisia tabaci raça                                                2                  14
                                           i.a./ha)         L/ha
                      B)
           INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se iniciar a aplicação do PYRIPROXYFEN
           WWOOD 100 EC quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando
 FEIJÃO
           no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A
           pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas.
           É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar
           antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o
           PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC.
                                      75 mL/100 L de
               Mosca-branca
                                             água
            (Bemisia tabaci raça                         1.200 L/ha             3               10 a 15
                                      (7,5 g i.a./100 L
                      B)
                                          de água)
           INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Deve-se fazer de 2 a 3 aplicações do PYRIPROXYFEN
GERBERA    WWOOD 100 EC quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando
           no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A
           pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas.
           É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar
           antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o
           PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC.
                                     100 mL/100 L de
              Mariposa-oriental              água
                                                         1.000 L/ha             2                  14
            (Grapholita molesta)      (10 g i.a./100 L
 MAÇÃ
                                          de água)
           INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo 2 aplicações, sendo a primeira
           aplicação imediatamente após a florada e a segunda duas semanas após a primeira.
                                     75 a 100 mL/100
               Mosca-branca
                                     L de água (7,5 a
            (Bemisia tabaci raça                         1.000 L/ha             2                   7
                                       10 g i.a./100 L
                      B)
                                          de água)
           INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se de 1 a 2 aplicações do PYRIPROXYFEN
MELANCIA   WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e
           primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com
           outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face
           inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto,
           recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida
           aplicar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC.
                                     75 a 100 mL/100
               Mosca-branca
                                     L de água (7,5 a   600 - 1.000
            (Bemisia tabaci raça                                                2                  10
                                       10 g i.a./100 L      L/ha
                      B)
                                          de água)
           INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se de 1 a 2 aplicações do PYRIPROXYFEN
 MELÃO     WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e
           primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com
           outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face
           inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto,
           recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida
           aplicar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC.
                                      75 mL/100 L de
                    Tripes                   água       500 - 1.000
                                                                                2                  15
                (Thrips palmi)        (7,5 g i.a./100 L     L/ha
                                          de água)
 PEPINO
           INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer 2 aplicações do PYRIPROXYFEN
           WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura. Tripes: As aplicações devem ser iniciadas no
           início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário,
           intercalando as aplicações com outros produtos.
               Mosca-branca           50 a 75 mL/100
REPOLHO     (Bemisia tabaci raça     L de água (5,0 a     625 L/ha              2                   7
                      B)              7,5 g i.a./100 L
                                                                                                    4
                                             de água).
             INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se 2 aplicações do PYRIPROXYFEN
             WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e
             primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com
             outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face
             inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto,
             recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida
             aplicar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC
                                         50 a 75 mL/100
                 Mosca-branca
                                        L de água (5,0 a
              (Bemisia tabaci raça                            400 L/ha               2                10
                                         7,5 g i.a./100 L
                        B)
                                             de água)
             INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se até 2 aplicações do PYRIPROXYFEN
 ROSA        WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e
             primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com
             outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face
             inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto,
             recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida
             aplicar o do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC.
                 Mosca-branca
                                        250 mL/ha (25 g      200 - 300
              (Bemisia tabaci raça                                                   1                 -
                                               i.a./ha)         L/ha
                        B)
             INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se realizar 1 aplicação do PYRIPROXYFEN
 SOJA        WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e
             primeiras ninfas. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face
             inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto,
             recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida
             aplicar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC.
                                        50 a 100 mL/100
                 Mosca-branca           L de água (5,0 a
                (Bemisia tabaci)          10 g i.a./100 L
                                             de água)       400 - 1.000
                                                                                     3                 7
                                         75 mL/100 L de         L/ha
                 Mosca-branca
                                            água (7,5 g
              (Bemisia tabaci raça
                                           i.a./100 L de
                        B)
TOMATE                                          água)
             INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer até no máximo de 3 aplicações do
             PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas
             presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura,
             intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e
             as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e
             se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em
             seguida aplicar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC.
                                         50 a 75 mL/100
                 Mosca-branca
                                        L de água (5,0 a    500 - 1.000
              (Bemisia tabaci raça                                                   2                10
                                         7,5 g i.a./100 L       L/ha
                        B)
                                             de água)
             INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se até 2 aplicações do PYRIPROXYFEN
  UVA        WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e
             primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com
             outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face
             inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto,
             recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida
             aplicar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC.

MODO DE APLICAÇÃO:
PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água,
para as culturas registradas. Pode ser aplicado por via terrestre (equipamentos manuais e/ou
motorizados), tratorizado de barra, autopropelidos conforme recomendações para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura de gotas das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado
considerando as especificações técnicas do mesmo.
                                                                                                         5
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as
recomendações do fabricante do equipamento.

 Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no
item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o
equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para
realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Utilizar água de
boa qualidade, livre de material em suspensão, a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua
capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC de acordo com a
dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do
pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em
condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio
ambiente.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que
nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as
instruções do fabricante do último produto utilizado.

Aplicação Terrestre
Equipamento Costal
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal em boas condições de
operação, sem vazamentos, devidamente regulado e calibrado para aplicar o volume de calda e
espectro de gotas desejados. Recomenda-se o uso de válvulas reguladoras de pressão e vazão a fim
de manter esses parâmetros constantes, proporcionando uniformidade na faixa de aplicação, tamanho
de gotas e quantidade de produto em toda área pulverizada, além de evitar o gotejamento durante a
operação. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados
pelo operador.

Pontas de pulverização e classe de gotas: Utilizar pontas de pulverização de jato plano, jato plano
duplo ou jato cônico, que proporcionem classe de gotas fina ou média para obtenção de boa cobertura e
que promova o controle eficaz do inseto praga. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela
recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada,
devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos e condições meteorológicas.

Faixa de deposição: No caso de barra com duas ou mais pontas de pulverização, utilize espaçamento
entre pontas de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas de
aplicação ou sobreposição excessiva.

Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para
organismos não alvos. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.

Aplicação costal (Atomizador): Regular o equipamento com pontas restritoras para que o volume de
aplicação seja equivalente ao recomendado no quadro agronômico e que proporcione uma cobertura
adequada do alvo. Observar para que o fluxo da aplicação seja direcionado ao alvo, evitando a
ocorrência de deriva ocasionada pela ventilação gerada pelo equipamento e ou movimentos não
planejados pelo operador. A agitação da calda deverá ser mantida ligada durante toda a pulverização.

Equipamento Tratorizado

Turbo-atomizadores (turbopulverizador): Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de
arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura. As
pontas superiores e inferiores podem ser desligadas para que não seja feita a pulverização no solo ou
acima do topo da cultura, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador
deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da
cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.

Pulverizadores de barra ou autopropelidos: Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar
pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
                                                                                                         6
Pontas de pulverização e classe de gotas: Utilizar pontas de pulverização de jato plano, jato plano duplo
ou jato cônico, que proporcionem classe de gotas fina ou média. Cabe ao Engenheiro Agrônomo
responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização
mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos,
gerenciamento de deriva e condições meteorológicas.

Ajuste da barra: A altura da barra e o espaçamento entre pontas de pulverização deve permitir uma boa
sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante, não
ultrapassando 50 cm, tanto de espaçamento entre as pontas de pulverização, quanto para altura da
barra de pulverização em relação ao alvo. Todas as pontas de pulverização da barra deverão ser
mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da
barra a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.

Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior
uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para
os organismos não alvos. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do
Engenheiro Agrônomo.

As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo
responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do
equipamento e tecnologia de aplicação empregada.

Condições Climáticas/Meteorológicas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
▪ Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
▪ Umidade relativa do ar acima de 50%.
▪ Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.

Temperatura e Umidade:
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas
maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Dentre os fatores meteorológicos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser
constantemente monitorada com termo-higrômetro.

Cuidados durante a aplicação:
O sistema de agitação da calda quando aplicável e disponível deverá ser mantido em funcionamento
durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções de barra) do pulverizador durante as paradas
e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.

Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de
água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação
de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do
vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota
dentro do faixa de espectro recomendada, sem prejudicar a cobertura e eficiência.

Ventos:
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de
inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de
equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver
rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso de
anemômetro para medir a velocidade do vento no local da aplicação.



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 Inversão térmica:
 O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica, das quais ocorrem quando a temperatura
 aumenta com a altitude, reduzindo o movimento vertical do ar. São comuns em noites sem nuvens e
 vento. Durante uma inversão térmica, pequenas gotas de água formam uma nuvem suspensa perto do
 solo, movendo-se lateralmente. Elas começam ao pôr do sol e podem durar até a manhã seguinte. A
 presença de neblina no solo indica uma inversão térmica, mas também é possível identificá-las pelo
 comportamento da fumaça. Se a fumaça se acumula em camadas e se move lateralmente, há uma
 inversão térmica, enquanto a fumaça dispersa rapidamente e sobe indica bom movimento vertical do ar.

 Importância do diâmetro de gota:
 A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível dentro da
 faixa de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as instruções sobre o
 gerenciamento adequado de deriva, bem como condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão
 Térmica.

 Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas Gerais:
 •   Volume de calda de pulverização: Use pontas de pulverização de vazão maior para aplicar o
     volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas.
 •   Pressão: Prefira o uso de pressões intermediárias dentro dos limites indicados para cada ponta de
     pulverização. Quando maiores volumes de calda forem necessários, opte pela substituição por
     pontas de maior vazão, ao invés de aumentar a pressão. O uso de pressões excessivas na
     aplicação de produtos fitossanitários eleva o risco de deriva e ocasiona o desgaste
     prematuro das pontas de pulverização. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela
     aplicação.

 LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
 Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote
 todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção
 individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
 Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da
 limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

                    CULTURA                                                DIAS
                 Algodão, Tomate                                              7
                Berinjela, Melancia                                           3
                        Café                                                 15
       Citros, Feijão, Melão, Repolho, Uva                                   14
                  Gérbera, Rosa                                            U.N.A.
                        Maçã                                                 45
                       Pepino                                                 1
                        Soja                                                 30
UNA = Uso Não Alimentar


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
O intervalo de reentrada de pessoas é de 24 horas. Mantenha afastada da área de aplicação crianças,
animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas
ou se as partes tratadas estiverem úmida, use avental impermeável, luvas e botas de borracha e óculos
protetores.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Utilizar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC somente para as culturas e recomendações indicadas,
respeitando o intervalo de segurança de cada cultura.
- Fitotoxicidade: Desde que seguidas as recomendações de uso, não é esperado fitotoxicidade nas
culturas registradas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.

                                                                                                         8
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se- se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC pertence ao Grupo 7C (mímicos do hormônio juvenil –
Piriproxifem) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco
de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC como uma ferramenta útil de
manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou
reverter a evolução da resistência:

Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 7C. Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de
um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC podem ser feitas desde que o período
residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC, o período total de exposição (número de dias) a
inseticidas do Grupo 7 não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações
recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC ou outros
produtos do Grupo 7C quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o
IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se o manejo integrado envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de
controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou físico, controle biológico e controle
químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o melhor equilíbrio do sistema.


                       DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

                      ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
                                                                                                        9
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e de animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra
vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de
nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela preparação
da calda em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
                                                                                                       10
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
botas, roupa protetora, luvas, óculos e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.




                                                           Provoca moderada irritação à pele
                                                           Provoca irritação ocular grave
                                         PERIGO
                                                           Pode ser fatal se ingerido e penetrar nas
                                                           vias respiratórias




PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita
água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso
utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO DÉRMICA. Em caso de contato, tire toda a roupa e
acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água
corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.


                      INTOXICAÇÕES POR PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC
                                 INFORMAÇÕES MÉDICAS

                        PIRIPROXIFEM – Éter piridiloxipropílico
  GRUPO QUÍMICO
                        Nafta: Hidrocarboneto aromático
      CLASSE
                        Categoria 5 – Produto improvável de causar dano agudo
   TOXICOLÓGICA
                        Piriproxifem: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
VIAS DE EXPOSIÇÃO
                        Solvente Nafta: Dérmica, inalatória, oral e mucosa.
                        Piriproxifem: estudos em animais de laboratório mostraram que a principal via
                        de absorção foi oral, sendo as demais secundárias, o produto se distribuiu pela
                        maioria dos tecidos, e os maiores níveis de resíduos foram encontrados no
                        tecido adiposo. O Piriproxifem foi principalmente metabolizado através de
                        hidroxilação e conjugação e foi excretado principalmente pelas fezes quase na
  TOXICOCINÉTICA        sua totalidade, após 168 horas.
                        Solvente Nafta (aromático pesado): Estudos conduzidos com ratos mostraram
                        que os produtos são bem absorvidos através da via inalatória, atravessam
                        facilmente a membrana alveolar e, rapidamente, atingem o sistema nervoso
                        central. Em caso de ingestão, a eliminação ocorre principalmente através das
                        fezes.
                        Piriproxifem: estudos em animais de laboratório mostraram que a principal via
                        de absorção foi oral, sendo as demais secundárias. Após a administração oral a
                        absorção foi da ordem de 50% da dose administrada, o produto se distribuiu pela
  TOXICODINÂMICA
                        maioria dos tecidos e os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido
                        adiposo. O Piriproxifem foi principalmente metabolizado através de hidroxilação
                        e conjugação e foi excretado pelas fezes quase na sua totalidade, após 168
                                                                                                     11
                    horas, na forma de produtos provenientes do metabolismo oxidativo. Após a
                    administração dérmica não foram observados achados hematológicos, clínicos
                    ou histopatológicos que pudessem ser atribuídos à administração do produto
                    Solvente Nafta: Não há estudos de toxicocinética sobre este solvente
                    propriamente dito, no entanto, estudos com os constituintes da gasolina podem
                    ser utilizados para a compreensão da toxicocinética do nafta. Em roedores, a
                    principal via de exposição utilizada é a inalatória; por ela, os constituintes de
                    maior peso molecular são mais eficientemente absorvidos. Após administração
                    oral, é possível supor que aproximadamente 100% do nafta de petróleo ingerido
                    seria absorvido devido à alta absorção da maioria de seus constituintes pelo
                    trato gastrointestinal. Independentemente da via de absorção, os constituintes
                    são rapidamente metabolizados e eliminados. Por ser hidrofóbico, o nafta possui
                    maior afinidade pelo tecido adiposo, no entanto, nenhum dos componentes
                    apresenta potencial de bioacumulação. Os constituintes de baixo peso molecular
                    do nafta são excretados, principalmente, pelo ar exalado e, em menor
                    proporção, pela urina, com meia-vida na ordem de, aproximadamente, 3-12
                    horas. A excreção pela urina é mais expressiva para os constituintes de alto
                    peso molecular.
                    O PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC exibiu uma baixa toxicidade aguda
                    quando administrado por via oral, dérmica ou por inalação em animais de
                    experimentação. O PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC foi causou irritação
                    ocular grave nos olhos de coelhos e irritação moderada na pele dos animais
                    testados. O produto não foi classificado como sensibilizante dérmico.Solvente
SINTOMAS E SINAIS   Nafta: A ingestão de substâncias da classe dos hidrocarbonetos aromáticos
    CLÍNICOS        pode causar tosse, náuseas, vômito, diarreia, dor e queimação abdominal,
                    taquidisritmia cardíaca. A ingestão e a inalação podem causar depressão do
                    sistema nervoso central, caracterizada por náuseas, dor de cabeça, tontura,
                    perda da coordenação, inconsciência e coma. Pode causar irritação da pele,
                    olhos, trato respiratório e pode causar reação alérgica na pele. A aspiração aos
                    pulmões pode resultar em pneumonite química.
                    O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
                    de quadro clínico compatível. Noções de exposição ao produto e anomalias das
  DIAGNÓSTICO       funções hepáticas e renais. Conjuntivas congestionadas. Vômitos em caso de
                    ingestão. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação
                    aguda, trate o paciente imediatamente.
                    Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o
                    quadro clínico para manutenção das funções vitais. ATENÇÃO: Não provocar
                    vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem aparecer vômitos
                    espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que
                    aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente,
                    vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
                    Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
                    fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência
                    de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação
                    mecânica.
                    Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
                    descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
                    cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local
                    ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para
  TRATAMENTO
                    tratamento.
                    Exposição ocular: remover lentes de contato e lavar os olhos expostos com
                    grande quantidade de água ou solução salina 0,9%, por pelo menos 15 minutos.
                    Necessária avaliação médica caso irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia
                    persistirem.
                    Antídoto: Não há antídoto específico.
                    Solvente Nafta: o quadro de intoxicação deve ser reconhecido o quanto antes.
                    Mantenha vias aéreas abertas e aplique ventilação assistida se necessário.
                    Administrar oxigênio suplementar. Monitorar gases sanguíneos ou oximetria,
                    raio-x do peito e ECG e admitir pacientes sintomáticos ao cuidado intensivo.
                    Utilizar epinefrina e outras aminas simpatomiméticas com cautela em pacientes
                    com significante intoxicação por hidrocarboneto, visto que arritmias podem
                    ocorrer.
                    Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração
                                                                                                   12
                  boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento
                  intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A
                  pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção
                  das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas,
                  avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o
                  agente tóxico.
                  A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
CONTRAINDICAÇÕES
                  pneumonite química.
                  Não foram relatados efeitos de interações químicas sinérgicos e/ou
EFEITO SINÉRGICOS
                  potencializadores aos diferentes inertes
                          Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                          tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
                          Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
                          As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
       ATENÇÃO
                          Agravos de Notificação Compulsória.
                          Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
                          Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                          Telefone de Emergência da empresa: 0800 500 99 99 (Toxiclin)

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos > 2000 mg/kg p.c.
CL50 em ratos: Não determinada nas condições do teste, (> 5,617 mg/L)
Irritação ocular: No estudo realizado em coelhos, o produto, quando aplicado nos olhos de coelhos,
causou opacidade de córnea, hiperemia e quemose, reversíveis dentro de 14 dias. O Produto foi
considerado irritante para os olhos.
Irritação dérmica: O estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, indicou a ocorrência de eritema e
edema, reversíveis em até 7 dias. O produto foi considerado irritante.
Sensibilização dérmica em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS:
PIRIPROXIFEM: Em estudos toxicológicos de longa duração, nos quais os animais são observados
durante toda ou boa parte de suas vidas, expostos ao Piriproxifen, em diferentes concentrações, os
animais apresentaram um aumento no colesterol total e dos triglicerídios, redução na contagem dos
hematócitos e hemoglobina, redução no ganho de peso, anemia leve.

SOLVENTE NAFTA: A longo prazo ou exposição repetida pode resultar em reações hematológicas,
hepatotóxicas, renais, neuropsiquiátricas, neurológicas e cancerígenas.


                         DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

  1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
  MEIO AMBIENTE:
       Este produto é:

  ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
  ( X ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
  ( ) Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III)
  ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

   •    Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
   •    Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
   •    Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
   •    Não utilize equipamento com vazamentos.
                                                                                                     13
    •   Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
    •   Aplique somente as doses recomendadas.
    •   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
        Evite a contaminação da água.
    •   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
        água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO               DO    PRODUTO,     VISANDO      SUA   CONSERVAÇÃO         E
   PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

    •   Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
    •   O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
        rações ou outros materiais.
    •   A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
    •   O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
    •   Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
    •   Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
    •   Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
        para o recolhimento de produtos vazados.
    •   Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
        Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
    •   Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

    •   Isole e sinalize a área contaminada.
    •   Contate as autoridades locais competentes e a empresa WILLOWOOD AGRISCIENCE
        REPRESENTAÇÃO COMERCIAL LTDA.
    •   Telefone de emergência da empresa: 0800 110 8270 (Pró-Química).
    •   Utilize o equipamento de proteção individual – (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
        borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
    •   Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
        drenos ou corpos d’água. Siga as instruções seguir:

 Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá
 e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais
 utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
 destinação final.
 Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
 coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
 indicado.
 Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
 órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
 adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
 quantidade do produto envolvido.
 Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou de PÓ QUÍMICO, ficando
 a favor do vento para evitar intoxicação.

 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
 DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
 UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

 EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

 LAVAGEM DA EMBALAGEM:

 Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos
 de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

 Tríplice lavagem (lavagem manual):


                                                                                                      14
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

   •   Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
       posição vertical durante 30 segundos;
   •   Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
   •   Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
   •   Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
   •   Faça essa operação três vezes;
   •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:

   •   Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
   •   Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
   •   Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
   •   A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
   •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:

   •   Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
       a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
   •   Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
       pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
       segundos;
   •   Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
   •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
       armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
       não lavadas.
   •   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
       local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
       guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
       tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
       fiscal, emitida no ato da compra.
   •   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
       prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
       prazo de validade.
   •   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
       mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

   •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
       medicamentos, rações, animais e pessoas.




                                                                                                     15
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
       local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
       guardadas as embalagens cheias.
   •   Use luvas no manuseio dessa embalagem.
   •   Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
       existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
       tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
       fiscal, emitida no ato da compra.
   •   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
       prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término
       do prazo de validade.
   •   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
       mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

   •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
       medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
  • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
     local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
     guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
   • É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
     adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
   • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
     medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
   • A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
      realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
      competentes.
   • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
      OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
   • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
      EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
   • A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
      contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

   •   Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
       registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
   •   A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
                                                                                                     16
      operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
      ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

  •   O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
      bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
      rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:

  •   De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




                                                                                                   17
                                

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