Pyrinex 480 EC
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Inseticida
clorpirifós (organofosforado) (480 g/L)
Informações
Número de Registro
09298
Marca Comercial
Pyrinex 480 EC
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
clorpirifós (organofosforado) (480 g/L)
Titular de Registro
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Classe
Inseticida
Modo de Ação
De contato e ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Algodão
Heliothis virescens
Lagarta-das-maçãs
Algodão
Pectinophora gossypiella
Lagarta-rosada
Amendoim
Spodoptera cosmioides
Lagarta Marrom
Amendoim
Stegasta bosquella
Lagarta-do-pescoço-vermelho
Batata
Agrotis ipsilon
Lagarta-rosca
Batata
Diabrotica speciosa
Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela
Café
Hypothenemus hampei
Broca-do-café
Café
Leucoptera coffeella
Bicho-mineiro-do-café; Larva-minadora
Café
Planococcus minor
Cochonilha
Citros
Ceratitis capitata
Mosca-das-frutas; Mosca-do-mediterrâneo
Feijão
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Feijão
Empoasca kraemeri
Cigarrinha; Cigarrinha-verde
Feijão
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Maçã
Bonagota cranaodes
Lagarta-enroladeira-da-folha
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Euschistus heros
Percevejo-marrom
Soja
Nezara viridula
Fede-fede; Percevejo-verde
Soja
Piezodorus guildinii
Percevejo-pequeno; Percevejo-verde-pequeno
Tomate
Neoleucinodes elegantalis
Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do-tomateiro
Trigo
Pseudaletia adultera
Lagarta-do-trigo
Conteúdo da Bula
PYRINEX 480 EC
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 09298.
COMPOSIÇÃO:
O,O-diethyl O-3,5,6-trichloro-2-pyridylphosphorothioate (CLORPIRIFÓS) ...................480 g/L (48,00% m/v)
Outros Ingredientes ....................................................................................................587,1 g/L (58,71% m/v)
GRUPO 1B INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO.
CLASSE: Inseticida com ação de contato e ingestão do grupo químico organofosforado.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC).
TITULAR DO REGISTRO (*):
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 - Londrina/PR
Tel.: (43) 3371-9000 - Fax: (43) 3371-9017 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Inscrição Estadual 601.07287-44 - Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
CLORPIRIFÓS TÉCNICO ADA – REGISTRO MAPA nº TC03920
BHARAT RASAYAN LIMITED
Plot n°42/4, Amod Road GIDC Dahej Bharuch, District, Gujarat – Índia.
CLORPIRIFÓS TÉCNICO ADAMA – REGISTRO MAPA nº 17819
NANJING RED SUN CO., LTD.
Nº 8 Dongfeng Road, Yaxi Town, Gaochun County, 211303, Nanjing, Jiangsu – China.
CLORPIRIFÓS TÉCNICO ADAMA BRASIL – REGISTRO MAPA nº 34019
ZHEJIANG XINNONG CHEMICAL CO., LTD.
Sanlixi, Yangfu, Xianju, 317300, Zhejiang – China.
CLORPIRIFÓS TÉCNICO MILENIA – REGISTRO MAPA nº 06999
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP 86031-610 – Londrina/PR
Tel.: (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Inscrição Estadual 60.107.287-44 - Registro Estadual n° 003263 – ADAPAR/PR
ADAMA BRASIL S/A
Avenida Júlio de Castilhos, 2085, CEP 95860-000 - Taquari/RS
Tel.: (51) 3653-9400 - CNPJ: 02.290.510/0004-19
Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS
BULA_PYRINEX_480_EC_08072024_v01
RED SUN GROUP CORPORATION
269 Baota Road, Gaochun County, 211 300, Nanjing – China.
CLORPIRIFÓS TÉCNICO GHARDA - REGISTRO MAPA nº 44418
GHARDA CHEMICALS LIMITED.
B-27/29, M.I.D.C. District Thane 421203 Dombivli (E), Maharashtra State – Índia.
CLORPIRIFÓS TÉCNICO GSP - REGISTRO MAPA nº TC04821
GSP CROP SCIENCE LIMITED.
Unit-3: Plot No 1, G I D C, Estate, Nandesari, 391340, Baroda – Índia
CLORPIRIFÓS TÉCNICO RAINBOW - REGISTRO MAPA nº 19719
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, 262737, Weifang, Shandong - China.
PIRINEX AGRICUR TÉCNICO – REGISTRO MAPA nº 468698
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot-Hovav, Eco-Industrial Park, Beer Sheva – Israel.
FORMULADOR:
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 - Londrina/PR
Tel.: (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR
ADAMA BRASIL S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000
Taquari/RS - Tel.: (51) 3653-9400 -CNPJ: 02.290.510/0004-19
Inscrição Estadual: 142/0047032 - Registro Estadual nº 00001047/99 - SEAPA/RS
ADAMA ANDINA B. V. SUCURSAL COLOMBIA
Calle 1C, nº 7-53, Interior Zona Franca, Barranquilla - Colômbia.
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot Hovav, Eco-Industrial Park, Beer-Sheva – Israel.
IMPORTADOR:
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Avenida Maeda, s/nº - Distrito Industrial - CEP: 14500-000 - Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Cadastro Estadual: CDA/SAA/SP nº 1049
Rua Projetada, 150, Armazém 1F - Distrito Industrial - CEP: 78098-530 - Cuiabá/MS
CNPJ: 02.974.733/0002-33 - Cadastro Estadual: INDEA/MT: 351/2014
Rua José Ademir Zago Filho, 400 - Armazém 1D - Parque Industrial IV - CEP: 86200-000 - Ibiporã/PR
CNPJ: 02.974.733/0004-03 - Cadastro Estadual: SEAB/PR n° 003547
Avenida Euripedes Menezes, s/nº - quadra 4 - Parque Industrial
CEP: 74993-540 - Aparecida de Goiânia/GO - CNPJ: 02.974.733/0005-86
Cadastro Estadual: AGRODEFESA n° 201000066005021
Rua Alfredo Oscar Kochemborger, nº 80 - sala 5 - Distrito Industrial - CEP: 99500-000 - Carazinho/RS
CNPJ: 02.974.733/0006-67 - Cadastro Estadual: Rio Grande do Sul 1179/00
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
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ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-
OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Corrosivo ao ferro e latão.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº
7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 4: PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – CLASSE II: PRODUTO
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
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INSTRUÇÕES DE USO:
O PYRINEX 480 EC é um inseticida organofosforado com ação de contato e ingestão, recomendado para o
controle de pragas nas culturas de algodão, amendoim, batata, café, citros, feijão, maçã, milho, soja, tomate
rasteiro para fins industriais e trigo.
CULTURAS, ALVOS BIOLÓGICOS, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Alvo Biológico
Dose Número, época e intervalo de
Cultura Nome Nome
L/ha aplicação
Comum Científico
Para lavoura sem maçã aberta, ou
seja, até 110 dias da emergência da
cultura, aplicar PYRINEX 480 EC
quando encontrar uma lagarta (maior
que 1,5 cm) por planta. Para lavouras
no início da abertura das maçãs,
Curuquerê Alabama 0,7
aplicar quando encontrar 2 lagartas
argillacea
(maiores que 1,5 cm) por planta e/ou
desfolhamento de até 10% no terço
superior das plantas.
Realizar no máximo 3 aplicações
por ciclo da cultura com intervalo
de 1 a 2 semanas.
Aplicar quando houver 10% das
plantas atacadas, não permitindo que
estas desenvolvam colônia.
Pulgão-das- Principalmente, para as variedades
Aphis gossypii 0,3 - 0,5
inflorescências susceptíveis a viroses não é tolerado
a presença de pulgões na área.
Realizar no máximo 3 aplicações
por ciclo da cultura com intervalo
de 1 a 2 semanas.
ALGODÃO Quando houver 10% de infestação,
ou seja, uma lagarta pequena (menor
Lagarta-das- Heliothis
1,5 - 2,0 que 1 cm) em 10 plantas examinadas.
maçãs virescens
Realizar no máximo 3 aplicações
por ciclo da cultura com intervalo
de 1 a 2 semanas.
Em amostragem com o uso de
armadilhas, com feromônio sexual,
quando constatar 15 machos/dia.
Em lavoura só com flores (50 a 70
dias da emergência) examinar 2
flores por planta em 10 plantas
amostradas. Aplicar quando houver
Pectinophora 10% de flores com lagartas.
Lagarta-rosada
gossypiella 1,5 - 2,0 Em lavoura com maçãs pequenas
(após 70 dias da emergência)
examinar duas maçãs do
ponteiro/planta em 10 plantas.
Aplicar quando houver 5% das maçãs
atacadas.
Realizar no máximo 3 aplicações
por ciclo da cultura com intervalo
de 1 a 2 semanas.
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Alvo Biológico
Dose Número, época e intervalo de
Cultura Nome Nome
L/ha aplicação
Comum Científico
Aplicar PYRINEX 480 EC quando for
constatada a presença da praga,
principalmente no período crítico da
Lagarta do praga, que vai de 43 a 70 dias do
pescoço Stegasta bosquella ciclo da cultura.
vermelho Realizar no máximo 2 aplicações
por ciclo da cultura com intervalo
AMENDOIM 1,0 de 29 dias.
Aplicar PYRINEX 480 EC no início da
infestação da praga, com lagartas
Lagarta marrom Spodoptera pequenas de 1º e 2º instares.
cosmioides Realizar no máximo 2 aplicações
por ciclo da cultura com intervalo
de 29 dias.
Monitorar a lavoura desde o plantio,
observando também se a praga já
estava presente na cultura anterior.
Realizar a aplicação quando
150 aparecerem às primeiras plântulas
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon
mL/100 L
cortadas.
Realizar no máximo 2 aplicações
BATATA por ciclo da cultura com intervalo
de 2 semanas
A aplicação deverá ser realizada
sobre os tubérculos no sulco de
plantio e antes do fechamento do
Larva-alfinete Diabrotica speciosa 3,0 - 4,0
sulco.
Realizar 1 aplicação por ciclo da
cultura.
Aplicar quando o grau de infestação
for maior ou igual a 5% nos grãos
Hypothenemus provenientes da primeira florada.
Broca-do-café 1,0 - 1,5
hampei
Realizar no máximo 2 aplicações
por safra com intervalo de 22 dias.
Aplicar quando 20% das folhas
CAFÉ Bicho-mineiro- estiverem contaminadas.
Leucoptera coffeella 1,0 - 1,5
do-café Realizar no máximo 2 aplicações
por safra com intervalo de 22 dias.
Aplicar PYRINEX 480 EC no início da
Cochonilha- infestação.
Planococcus minor 1,5
farinhenta Realizar no máximo 2 aplicações
por safra com intervalo de 22 dias.
Realizar monitoramento de
armadilhas caça-moscas e iniciar a
aplicação quando aparecer uma
média de 1 mosca por garrafa
Mosca-das- 200 (armadilha). Reaplicar quando a
CITROS Ceratitis capitata
frutas mL/100 L praga atingir este nível populacional
novamente, principalmente na fase
de mudança de cor do fruto.
Realizar no máximo 2 aplicações
por safra com intervalo de 35 dias.
BULA_PYRINEX_480_EC_08072024_v01
Alvo Biológico Número, época e intervalo de
Dose
Cultura Nome Nome
L/ha aplicação
Comum Científico
Aplicar quando o nível de controle
atingir duas ninfas/folha em 100
folhas examinadas/ha.
Cigarrinha-verde Empoasca kraemeri 0,8
Realizar no máximo 2 aplicações
por ciclo da cultura com intervalo
FEIJÃO de 29 dias.
Aplicar PYRINEX 480 EC no início da
Mosca-branca Bemisia tabaci 1,0 infestação.
Realizar no máximo 2 aplicações
Tripes Thrips tabaci 0,8 por ciclo da cultura com intervalo
de 29 dias.
O monitoramento deve ser feito com
armadilhas de feromônio, na
Lagarta- proporção de 1 a 2 por 5 ha. Aplicar
Bonagota 100 - 150
MAÇÃ enroladeira-da- quando atingir o nível de controle: 20
cranaodes mL/100 L
folha machos/armadilha/semana.
Realizar no máximo 3 aplicações
por safra com intervalo de 10 dias.
Aplicar no início das raspagens das
folhas pelas lagartas.
Lagarta-do- Spodoptera
MILHO 0,4 - 0,6 Realizar no máximo 2 aplicações
cartucho frugiperda
por ciclo da cultura com intervalo
de 30 dias.
Aplicar quando forem encontradas
em torno de 40 lagartas grandes
(maiores que 1,5 cm) por batida de
pano ou 30% de desfolha no período
anterior à floração e quando forem
Anticarsia
Lagarta-da-soja 0,5 encontradas em torno de 40 lagartas
gemmatalis
grandes ou 15% de desfolha após a
floração.
Realizar no máximo 2 aplicações
por ciclo da cultura com intervalo
de 20 dias.
SOJA
Lavoura de produção de grãos:
Percevejo- controlar quando encontrar 4
Euschistus heros
marrom percevejos (maiores que 0,5 cm) por
batida de pano.
Percevejo-da- Lavoura de produção de sementes:
Nezara viridula 1,5 controlar quando encontrar 2
soja
percevejos (maiores que 0,5 cm) por
batida de pano.
Percevejo- Realizar no máximo 2 aplicações
Piezodorus guildinii
verde-pequeno por ciclo da cultura com intervalo
de 20 dias.
Aplicar quando os frutos estiverem
TOMATE
pequenos.
RASTEIRO Broca-pequena- Neoleucinodes 100
Realizar de 4 a 5 aplicações por
PARA FINS do-fruto elegantalis mL/100 L
ciclo da cultura com intervalo de
INDUSTRIAIS
10 dias.
Quando aparecerem os primeiros
focos de infestação.
TRIGO Lagarta-do-trigo Pseudaletia adultera 1,0 Realizar no máximo 2 aplicações
por ciclo da cultura com intervalo
de 30 dias.
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MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do inseticida PYRINEX 480 EC poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Para as culturas do algodão, amendoim, batata, feijão, milho, soja, tomate rasteiro para fins industriais
e trigo, PYRINEX 480 EC deve ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamento terrestre
(tratorizado ou autopropelido).
Para as culturas do café, citros e maçã, aplicar PYRINEX 480 EC utilizando equipamento terrestre tipo turbo
atomizador tratorizado.
Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma
vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de
trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que produzam pouca deriva:
- Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
- Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;
- Volume de calda:
• Algodão: 220 L/ha.
• Amendoim: 200 – 400 L/ha
• Café: 400 L/ha.
• Batata, citros, maçã e tomate rasteiro para fins industriais: 1000 L/ha.
• Feijão: 250 L/ha.
• Milho: 200 a 400 L/ha.
• Soja: 200 L/ha.
• Trigo: 200 L/ha.
APLICAÇÃO AÉREA:
Para a cultura de café, PYRINEX 480 EC pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas
equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos
(Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a
média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste
e vazamentos.
Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em
especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas,
em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2
a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as
aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo,
porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: 150 a 300 μ (micra) DMV. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de
evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação
geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
MODO DE PREPARO DA CALDA:
Para as aplicações terrestre e aérea, deve-se colocar água limpa no tanque até cerca de 2/3 da sua
capacidade. Em seguida, adicionar PYRINEX 480 EC na dose recomendada, completar o tanque com água,
mantendo a agitação e realizar a aplicação. É importante que o sistema de agitação do produto no tanque se
BULA_PYRINEX_480_EC_08072024_v01
mantenha em funcionamento durante toda a aplicação. Realizar o processo da tríplice lavagem das
embalagens durante o preparo da calda.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão .................................................................................................................................................. 21 dias
Batata..................................................................................................................................................... 21 dias
Batata .....................................................................................................................................................(1) .
Café ....................................................................................................................................................... 21 dias
Amendoim..............................................................................................................................................25 dias
Citros...................................................................................................................................................... 21 dias
Feijão ..................................................................................................................................................... 25 dias
Maçã ...................................................................................................................................................... 14 dias
Milho ...................................................................................................................................................... 21 dias
Soja ........................................................................................................................................................ 21 dias
Tomate (rasteiro paras fins industriais) ................................................................................................ 21 dias
Trigo ....................................................................................................................................................... 21 dias
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego - aplicação no solo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.
• Não misturar com produtos de reação alcalina, como a calda bordaleza.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
GRUPO 1B INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida PYRINEX 480 EC pertence ao Grupo 1B (antagonista de receptores muscarínicos) e o uso
repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de
populações resistentes em algumas culturas.
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Para manter a eficácia e longevidade do PYRINEX 480 EC como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução
da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1B. Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar PYRINEX 480 EC ou outro produto dos mesmos grupos químicos somente dentro de um “intervalo de
aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de PYRINEX 480 EC podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo
de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico
do PYRINEX 480 EC o período total de exposição a inseticidas do grupo químico dos organofosforado não
deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do PYRINEX 480 EC ou outros produtos do Grupo 1B,
quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas,
controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para
o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o
IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas,
época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros, visam o
melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
BULA_PYRINEX_480_EC_08072024_v01
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
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- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
Nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
ATENÇÃO Nocivo se inalado
Pode provocar reações alérgicas na pele
Provoca irritação ocular grave
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com
muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso
utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire a roupa e acessórios
(cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR PYRINEX 480 EC -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Clorpirifós: Organofosforado
Classe toxicológica CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de Exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Após absorção, são distribuídos por todos os tecidos do organismo, atingindo altas
concentrações no fígado, onde é metabolizado, e nos rins, que os excretam. A meia-
vida destes inseticidas varia muito, dependendo da natureza do composto. Alguns
metabólitos são mais tóxicos que a substância que os originou. Nas primeiras 48h
acetilcolinesterase pode ser desfosforilada pela pralidoxima, recupeando sua
atividade.
Toxicodinâmica O mecanismo de ação é por inibição da enzima acetilcolinesterase o que impede a
inativação do neurotransmissor acetilcolina (ACh), permitindo, assim, sua ação mais
intensa e prolongada nas sinapses nervosas (superestimulação colinérgica). Isso
afeta a transmissão dos estímulos nervosos causando efeitos muscarfnicos (SN
parassimpático), nicotínicos (SN simpático e motor) e no sistema nervoso central
(SNC). A duração dos efeitos é determinada pelas propriedades do produto
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(solubilidade em lipldeo, estabilidade da união à acetilcolinesterase e se o
envelhecimento da enzima já ocorreu).
A inibição da Ach é feita no início por uma ligação iônica temporária, mas a enzima
é gradativamente fosforilada por uma ligação covalente, em 24 a 48 horas
("envelhecimento da enzima") e quando isso ocorre, a enzima não mais se regenera,
desaparecendo os sintomas. Recentes estudos sugerem que a exposição à
Clorpirifós produz uma diminuição progressiva na capacidade neuronal associada à
alteração da síntese e/ou função dos microtúbulos afetando às protefnas associadas
aos microtúbulos (microtubule-associated proteins - MAP), fundamentais para a
divisão celular e manutenção da estrutura celular.
Sintomas e Sinais Os efeitos podem ocorrer minutos ou horas após a exposição.
Clínicos As manifestações agudas são classificadas como:
Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica ou
colinérgica): Vômito, diarréia, cólicas abdominais, broncoespamo, miose puntiforme
e paralítica, bradicardia, hipersecreção (sialorréia, lacrimejamento, broncorréia e
sudorese), cefaléia, incontinência urinária, visão borrada. Diaforese severa pode
provocar desidratação e hipovolemia graves, resultando em choque.
Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial,
fasciculações musculares, tremores e fraquezas, que são, em geral, indicativos de
gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória levando a morte. A
freqüência cardíaca e a pressão arterial podem estar aumentadas ou diminuídas,
devido aos efeitos muscarínicos.
Efeitos em SNC (síndrome neurológica): ansiedade, agitação, confusão mental,
ataxia, depressão de centros cardio-respiratórios, convulsões e coma.
Também podem ocorrer, mais tardiamente, os seguintes quadros:
- Síndrome intermediária: pode ocorrer entre 24-96 horas após a exposição e a
resolução da crise colinérgica aguda. É caracterizada por paresia dos músculos
respiratórios e debilidade muscular que acomete principalmente face, pescoço e
proções proximais dos membros. Também pode haver comprometimento de pares
cranianos e diminuição de reflexos tendinosos, podendo prolongar-se por meses
após a exposição.
- Neuropatia retardada induzida por Organofosforados: desencadeada por dano
aos axônios de nervos periféricos e centrais, caracterizada por paresias ou paralisias
de extremidades, sobretudo inferiores, podendo persistir durante semanas ou anos.
São casos raros, após exposições agudas e intensas, que também podem
desencadear déficit residual de natureza neuro-psiquiátrica, com comprometimento
da memória, concentração e iniciativa.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico
compatível, associados ou não a queda na atividade das colinesterases. Queda em
25% ou mais de sua atividade original indica exposição importante. Queda de 50%
é geralmente associada com exposição intensa. A pseudocolinesterase é um
indicador sensível, mas não específico. Ambas podem demorar de 3-4 meses para
se normalizar.
A identificação das substâncias e seus metabólitos em sangue e urina pode
evidenciar exposição, mas não são facilmente realizáveis. Outros controles incluem:
eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática, enzimas hepáticas, gasometria,
ECG (prolongamento de QT), RX tórax (edema pulmonar e aspiração).
Convém considerar a possibilidade de associação de organofosforado a outros
tóxicos, o que pode alterar ou potencializar o perfil clínico esperado.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente
imediatamente, não condicionando o início do tratamento a confirmação laboratorial.
Tratamento As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada
oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao
tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Descontaminação:
Visa limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
equipamentos de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
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1.Remover roupas e acessórios, e proceder a descontaminação cuidadosa da pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
Remover a vítima para local ventilado.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou
água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Administrar carvão
ativado na proporção de 50-100g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e
1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão
ativado para 240 mL de água.
4. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas pérveas, se
necessário através de entubação oro-traqueal, aspirar secreções e oxigenar.
Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória
repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência
ventilatória, se necessário.
Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar
pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo
24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Tratamento específico e antídotos:
A administração de atropina só deverá ser realizada na vigência de sintomatologia.
Não deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático.
Atropina – agente antimuscarínico – é usada para reverter os sintomas
muscarínicos, não os nicotínicos, na dose de 2,0 – 4,0 mg em dose de ataque
(adultos), e 0,05 mg/Kg em crianças, EV. Repetir se necessário a cada 5 a 10
minutos. As preparações de Atropina disponíveis no mercado, normalmente têm a
concentração de 0,25 ou 0,50 mg/ml. O parâmetro para a manutenção ou suspensão
do tratamento é clínico, e se baseia na reversão da ausculta pulmonar indicativa de
broncorréia e na constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou
sintomas de intoxicação atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas
e taquicardia). Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção
destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de taquicardia e hipertensão não
contraindica a atropinização.
Manter em observação por 72 horas, com monitorização cardio-respiratória e
oximetria de pulso. A ação letal dos organofosforados pode ser comumente atribuída
a insuficiência respiratória, pelos mecanismos de: broncoconstrição, secreção
pulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e conseqüente depressão
do centro respiratório por hipóxia. Devido a esta complicação, manter a monitoração
e tratamento sintomático.
Oximas-pralidoxima – é um antídoto específico para organofosforados. Sua ação
visa restaurar a atividade da colinesterase, o que justifica coleta de amostra de
sangue heparinizado prévia a sua administração, para estabelecimento da
efetividade do tratamento. Age em todos os sítios afetados (muscarínicos,
nicotínicos e provavelmente em SNC). Não reativa a colinesterase plasmática.
Dose de ataque:
Adultos: 1 – 2 g preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC, em doses
não maiores que 200 mg/minuto, diluídos em Soro Fisiológico, podendo ser reptida
a partir de 2 horas após a primeira administração, não ultrapassando a dose máxima
de 12g/dia.
Crianças: 20 a 40 mg/kg preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC (não
exceder 4 mg/kg/min).
Deve ser iniciada nas primeiras 24 horas, para ser mais efetiva, mas pode ser
realizada mais tarde, em especial para compostos lipossolúveis.
Se ocorrer convulsões, o paciente pode ser tratado com Benzodiazepínicos sob
orientação médica.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química
A diálise e hemoperfusão não estão indicadas.
Emese – em razão do risco potencial de aspiração.
Morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina. Aminas adrenérgicas só
devem ser usadas em indicações específicas, devido à possibilidade de hipotensão
e fibrilação cardíaca.
Efeitos das
Com outros organofosforados ou carbamatos.
interações químicas
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ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
de Notificação Compulsória.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-200-2345
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens toxicocinética e mecanismos de toxicidade no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral em ratos: 300 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: 1,85 mg/L (4h)
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: a substância aplicada causou em 2/3 dos animais leve eritema
(grau 1) nas leituras 24, 48, 72 horas e 7 dias. Todas as reações retornaram ao normal em 14 dias após o
tratamento. Além disso a substância-teste causou uma descamação leve da pele no local do teste. A
substância-teste produziu um índice de irritação de 0,67 e foi classificada como não irritante para pele de
coelhos
Corrosão/irritação ocular em coelhos: 2/3, ou 3/4, ou 3/5, ou 4/6 animais com pontuação média para:
opacidade ≥1, irite ≥1, vermelhidão ≥2, ou edema ≥2, em 24,48,72h e reversão total em até 21 dias.
Sensibilização cutânea em cobaias: resposta positiva de sensibilização cutânea em no mínimo 30% dos
animais experimentais no teste com adjuvante.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Ratos de laboratório, tratados diariamente com clorpirifós, em níveis de até 3mg/kg/dia via oral, durante dois
anos, mostraram uma moderada depressão na atividade da colinesterase, primariamente a plasmática e
secundariamente a eritrocitária. Nesse estudo os animais não apresentaram efeitos dignos de nota quanto ao
seu comportamento, aparência, crescimento apresentaram efeitos dignos de nota quanto ao seu
comportamento, aparência, crescimento, mortalidade, hematologia, análises urinárias, de química sanguínea,
histopatológicas de tecidos e órgãos ou incidência de neoplasias.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo afetar outros insetos benéficos. Não aplique
o produto no período de maior visitação das abelhas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (peixes, algas e microcrustáceos).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
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- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3.3 INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa ADAMA BRASIL S/A - Telefone da empresa:
(0800 400 7070)
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá
e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO 2, PÓ QUÍMICO ficando
a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de
Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
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Triplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada
com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
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EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as
atividades agrícolas.
Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro de
2019.
Restrição de uso temporária no estado do Paraná para Ceratitis capitata em citros e Planococcus minor em
café.
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