Provence Duo
Bayer S.A. - São Paulo/ SP
Herbicida
isoxaflutol (isoxazol) (105 g/L) + metribuzim (triazinona) (420 g/L)

Informações

Número de Registro
24523
Marca Comercial
Provence Duo
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
isoxaflutol (isoxazol) (105 g/L) + metribuzim (triazinona) (420 g/L)
Titular de Registro
Bayer S.A. - São Paulo/ SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Mandioca
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Mandioca
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo

Conteúdo da Bula

                                    PROVENCE DUO
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 24523
COMPOSIÇÃO:
5-cyclopropyl-1,2-oxazol-4-yl a,a,a-trifluoro-2-mesyl-p-tolyl ketone
(ISOXAFLUTOLE).....................................................................................................................105,0 g/L (10,5 % m/v)
4-amino-6-tert-butyl-4,5-dihydro-3-methylthio-1,2,4-triazin-5-one (METRIBUZIM) ................. 420,0 g/L (42,0 % m/v)
Outros ingredientes...................................................................................................................625,0 g/L (62,5 % m/v)
                 GRUPO                                                       F2                                                 HERBICIDA
                 GRUPO                                                       C1                                                 HERBICIDA
CLASSE: Herbicida seletivo e sistêmico do grupo químico dos Isoxazoles (Isoxaflutole) e Triazinonas (Metribuzim)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Bayer S.A. - Rua Domingos Jorge, 1.100 - CEP: 04779-900 - São Paulo/SP - CNPJ: 18.459.628/0001-15
Registrada na Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo sob nº 663
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
ISOXAFLUTOLE: Provence Técnico - Registro MAPA Nº 03197
CABB Oy - Kemirante 1, 67900 - Kokkola – Finlândia
METRIBUZIM:
Sencor Técnico USA - Registro MAPA Nº 01788393
Bayer CropScience LP - 8400 Hawthorn Road, 64120 - Kansas City, Missouri, EUA / Jiangsu Sword Agrochemicals
Co., Ltd. - Binhai Economic Development Zone, Coastal Industrial Park, Binhai County – 224500 - Jiangsu, China
Metribuzim Técnico Rallis – Registro MAPA n° 07313: Rallis India Limited – Lote Nº Z110 e Z112, área SEZ, G.I.D.C.,
Dahej, Taluka-Vagra, Distrito - Bharuch, 392 130, Gujarat, Índia.

FORMULADOR: Bayer S.A. - Estrada da Boa Esperança, 650 – Bairro Bom Pastor - CEP: 26110-120 - Belford
Roxo/RJ - CNPJ: 18.459.628/0033-00 - Número do cadastro no INEA - LO nº IN023132 / Bayer S.A. - Camino de la
Costa Brava, s/nº - 2800 - Zarate - Buenos Aires – Argentina / Bayer S.A.S - 1 avenue Edouard Herriot, 69400,
Villefranche-Limas, França

 ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
       É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                       É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                                           AGITE ANTES DE USAR
                   Lote, Data de Fabricação, Data de Vencimento: VIDE EMBALAGEM
                                         CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
         Indústria Brasileira (Dispor esta frase quando houver processo fabril em território nacional)




             CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
    CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO
                                PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




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INSTRUÇÕES DE USO:
PROVENCE DUO é um herbicida sistêmico seletivo, do grupo químico dos Isoxazoles (Isoxaflutole) e
Triazinonas (Metribuzim), indicado para aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
conforme recomendação abaixo:
                Plantas Daninhas             Dose
                   Controladas              Produto        Nº máximo    Equipamento Volume Intervalo de
 Cultura                                                       de            de     de calda segurança
                                           comercial
              Nome          Nome                           aplicações    Aplicação   (L/ha)    (dias)
                                             (L/ha)
             Comum        Científico
             Capim        Brachiaria
                                               1,0                          Barra
            Marmelada    plantaginea
Mandioca                                                        1           Costal        200        *N.D.
              Picão                                                      Jato Dirigido
                        Bidens pilosa          0,8
              Preto
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Provence Duo, deverá ser aplicado na pré-emergência da mandioca e das plantas daninhas. A eficácia do
herbicida é dependente da existência de umidade suficiente no solo para a solubilização dos ativos herbicidas.
Não aplicar em áreas com plantas daninhas já emergidas. Número máximo de aplicação: 1 aplicação.
* N.D. = Não determinado devido à modalidade de emprego.


Preparo de Calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra,
argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do Provence Duo deve estar limpo de
resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose
recomendada do Provence Duo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água,
mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e
pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando
logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes
de reiniciar a aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO:

Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de
forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o
alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não
planejados pelo operador

Pulverizadores de Barra:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas
de tipo leque (jato plano), adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo
recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação
ao solo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada relevo da área de forma a permitir
uma perfeita cobertura do solo.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.

Jato Dirigido:
Utilizar pulverizador costal (manual ou motorizado), tratorizado de barra ou autopropelido, dotado de
ponta do tipo leque (jato plano) dirigido na entrelinha da cultura, sem atingir a cultura, sobre o solo,
adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita



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cobertura do solo. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua
extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias
a grossas.

Recomendação para evitar deriva
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de
rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura).
- Sempre que possível opte por pontas anti-deriva. O aplicador deve considerar todos estes fatores
quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.

Condições Climáticas:
Visando obter os melhores resultados com Provence Duo e reduzir ao máximo, as perdas por deriva
ou evaporação, realizar as aplicações observando as condições climáticas ideais:

- Temperatura ambiente: abaixo de 30 ºC;
- Umidade relativa do ar: mínima de 60 %;
- Velocidade de vento: acima de 3 Km/h até o máximo de 10 Km/h.

PROCEDIMENTO PARA LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
• Após utilizar o herbicida PROVENCE DUO, e com o equipamento de aplicação vazio, enxágue com
  água o pulverizador fazendo circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e filtros. A água
  utilizada nesta lavagem deverá ser pulverizada na área tratada com o respectivo produto.
• Após esta primeira limpeza com água, limpe novamente todo o equipamento de pulverização,
  incluindo tanque, bombas, mangueiras, filtros, telas e bicos fazendo circular no circuito do
  equipamento, durante 15 minutos, água juntamente com um produto específico para limpeza de
  tanque de pulverização à base de surfactante ou com uma solução de detergente doméstico a 2%
  (20 mL de detergente para cada 1 litro de água).
• Em seguida, esvazie novamente o tanque na área tratada.
• Estando o sistema do equipamento drenando, enxague novamente com água limpa todo o sistema.
• Após esta limpeza, inspecione visualmente os filtros, telas, paredes do tanque, para assegurar-se
  que não restaram resíduos do produto.
• O uso de pulverizadores com resíduos de PROVENCE DUO poderá causar danos em outras
  culturas.
• Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento
  próximo a nascentes e outros corpos de água como lagos e rios. Descarte os resíduos da limpeza
  de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Sendo o Provence Duo, um herbicida para aplicação em pré emergência das plantas daninhas, os
melhores resultados são obtidos quando estas ainda não iniciaram o processo de germinação.




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- Não aplicar o Provence Duo em períodos de seca prolongada. Não aplicar sobre solo com muitos torrões,
pois as sementes que porventura estiverem abaixo ou dentro do torrão não estarão acessíveis aos ativos
herbicidas do Provence Duo.
- Evitar aplicações em áreas sujeitas a lixiviação ou qualquer escoamento superficial.
- Para o bom funcionamento Provence Duo, devem ser preferidos os períodos chuvosos, para garantir a
umidade suficiente para a ação do herbicida.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANS-
PORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRO-
DUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
    • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo F2 (Isoxazol) e Grupo C1
        (Triazinonas) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
    • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
    • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
    • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
        regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
    • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados
        e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
        www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos
        Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
        www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência
das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de
controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de
espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada,
inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem
como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.




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           MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
   com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
   útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
   áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
   socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
   longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
   ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
   à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
   hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
   calças por cima das botas, botas de borracha com meias, avental impermeável, máscara com filtro
   mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral e luvas resistentes a produtos
   químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
   (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
   de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
   estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
   as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
   pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.




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•    Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
     hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
     calças por cima das botas, botas de borracha com meias, máscara com filtro mecânico classe P1,
     óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
   avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
   o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
   Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
   aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
   de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
   evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
   trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
   família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de
   algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das
   luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, óculos de
   segurança com proteção lateral e luvas resistentes a produtos químicos.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
   ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, máscara e luvas.
• A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.




                                      Atenção          Nocivo se ingerido




    PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
    embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
    Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
    o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
    Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
    Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante por menos 15 minutos. Evite que
    a água de lavagem entre no outro olho. Caso use lente de contato, deve-se retirá-la.
    Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
    contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
    Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
    A pessoa que ajudar dever se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
    exemplo


                              INTOXICAÇÕES POR PROVENCE DUO



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                              INFORMAÇÕES DE ORDEM MÉDICA
As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os
procedimentos descritos devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro de
saúde, etc.).
                          Isoxaflutole: Isoxazol
     Grupo químico
                          Metribuzim: Triazinona
   Classe toxicológica    CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
    Vias de exposição     Oral, dérmica, inalatória e ocular.
                          Isoxaflutol: foi absorvido rapidamente pelo trato gastrointestinal (60% da
                          dose nas primeiras 24 horas) e rapidamente e extensamente
                          metabolizado. Distribuiu-se principalmente nos rins e fígado. Mostrou
                          baixo potencial de acumulação. A excreção foi rápida, 85% da dose nas
                          primeiras 24 horas após administração, pela urina e fezes.
                          Metribuzim: Nos estudos com animais de laboratório foi rapidamente
                          absorvido após administração por via oral, e apresenta excreção urinária
                          de 27,3 a 43,4%, e fecal de 55,8 a 71,5% da dose administrada, 96 horas
      Toxicocinética      após exposição pelas vias oral e intravenosa. A excreção biliar é
                          considerada a principal via de eliminação. É amplamente distribuído, com
                          as maiores concentrações de resíduos encontradas no fígado e rins,
                          sendo que o tempo de meia-vida de eliminação, em todos os tecidos,
                          variou de 18,4 e 33,6 horas. Em geral, mais de 95% da radioatividade
                          administrada foi excretada pelas vias urinária e fecal em 72 horas. É
                          extensivamente metabolizado, sendo os principais metabólitos
                          identificados como: desamino-metribuzim, 6-terc-butil-4,5-dihidro-1,2,4-
                          triazin-5-one-3 ácido mercaptúrico e t-BuOH-desamino-metribuzim.
                          O isoxaflutol é um inibidor da 4-HPPD, em mamíferos pode interferir no
                          catabolismo da tirosina.
     Toxicodinâmica
                          O mecanismo exato de toxicidade do metribuzim nos humanos não é
                          conhecido.
                          Produto formulado
                          Exposição por via oral: os animais de experimentação (ratos)
                          apresentaram hipoatividade, respiração irregular, volume fecal reduzido,
    Sintomas e sinais     postura anormal, coloração ano-genital e / ou secreção ocular.
         clínicos         Exposição por via inalatória: os animais de experimentação (ratos)
                          exibiram respiração irregular e coloração ano-genital.
                          Exposição via ocular: os animais de experimentação (coelhos)
                          apresentaram vermelhidão da conjuntiva reversível em 24h.
                          O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e
       Diagnóstico        pela presença de sintomas e sinais clínicos compatíveis com o quadro de
                          intoxicação.
                          Não há antídoto específico.
                          Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
                          clínico para manutenção das funções vitais.
                          Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água
                          corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve
                          estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
                          As medidas iniciais deverão verificar a existência de risco eminente de
       Tratamento
                          vida e procurar contorná-lo. Deverão ser mantidas as condições
                          respiratórias do paciente através da permeabilidade das vias aéreas
                          (aspiração de secreções), a oferta de ar de boa qualidade, em ambiente
                          ventilado e a realização de respiração artificial quando necessário, desde
                          o boca a boca a utilização de ventilação assistida ao nível hospitalar.
                          As condições circulatórias devem ter atenção no combate a quadros de
                          hipotensão e choque. O paciente deve ser mantido, com os membros



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                           inferiores elevados, aquecido e com a utilização hospitalar de
                           vasopressores, se necessário.
                           Eventuais convulsões exigem medidas como proteger o paciente de
                           lesões traumáticas, mantê-lo com vias aéreas permeáveis, a
                           administração de medicamentos anticonvulsivantes por via endovenosa
                           deve ser indicação do médico.
                           O esvaziamento gástrico irá diminuir a absorção do produto em caso de
                           ingestão. Não induzir o vômito. Poderá ser realizado através de lavagem
                           gástrica até uma hora após a exposição e dependendo da severidade do
                           quadro clínico na maioria dos casos a lavagem gástrica não é necessária.
                           O material proveniente destas manobras deverá ser colhido para
                           eventuais diagnósticos laboratoriais. O carvão ativado pode ser utilizado
                           para diminuir a absorção do produto ainda presente no trato digestivo.
                           O aumento da excreção do produto já absorvido poderá ser efetivado
                           através de medidas que resultem em aumento da diurese, porém se
                           forem observados distúrbios hidroeletrolíticos, esses deverão ser
                           corrigidos com prioridade, bem como os distúrbios acidobásicos.

                           A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração,
    Contraindicações       porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.

 Efeitos das interações    Não são conhecidos.
        químicas
                           Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso
                           e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
                           Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                           RENACIAT – ANVISA/MS
       ATENÇÃO
                           Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
                           (SINAN/MS)
                           Telefone de Emergência da empresa: BAYER S.A. 0800-701-0450
                           Centro de informações toxicológicas: 0800-410148 (PR)

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 Oral em ratos: DL50 =1098 mg/kg p.c.
DL50 Cutânea em ratos: DL50 > 5000 mg/kg p.c.
CL50 Inalatória em ratos: CL50 inalatória em ratos não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação Cutânea em coelhos: nenhum efeito foi observado em coelhos.
Corrosão/Irritação Ocular em coelhos: os animais apresentaram vermelhidão da conjuntiva reversível
em 24h.
Sensibilização Cutânea em camundongos: o produto não foi sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não foi mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS:
Isoxaflutol: Nos estudos de toxicidade crônica/carcinogenicidade, os órgãos alvo foram fígado, em
ratos e camundongos e tireoide apenas nos camundongos. Os estudos de modo de ação
demonstraram que o Isoxaflutol é um indutor hepático, atuando nas enzimas de fase I e II de um modo
similar com o fenobarbital. Os efeitos na tireoide se consideraram secundários ao incremento da
atividade metabólica (indução enzimática) do fígado. Não foi genotóxico. Não mostrou evidências de
teratogenicidade.
Metribuzim: Nos estudos em longo prazo conduzidos com ratos, camundongos e cães, o fígado foi o
principal órgão-alvo identificado. Em ratos, foram observados efeitos sobre a tireoide, porém, foram



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interpretados como uma resposta espécie-específica, devido à indução das enzimas hepáticas. O
metribuzim não apresentou nenhuma evidência de possuir potencial carcinogênico. Além disso, não
apresentou potencial mutagênico nos estudos conduzidos in vitro e in vivo. Não foi considerado
teratogênico nos estudos conduzidos em ratos e coelhos. Foi observado atraso na ossificação na
avaliação do desenvolvimento, porém, apenas na presença de toxicidade materna. Não foram
observadas alterações em parâmetros de fertilidade e reprodução nos estudos conduzidos em ratos.
Não foram observados efeitos neurotóxicos específicos nos estudos de neurotoxicidade conduzidos
em ratos.



                      DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:


PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
Este produto é:
   ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
   (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
   ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
   ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

•   Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
    podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
•   Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
•   Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
•   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
•   Não utilize equipamento com vazamentos.
•   Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•   Aplique somente as doses recomendadas.
•   Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
    Evite a contaminação da água.
•   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
    da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
   outros materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para
   o recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 -1 da Associação
   Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); (Parte 1: Armazenamento em armazéns industriais, armazéns
   gerais ou centros de distribuição) demais casos, consultar a parte específica da norma (Parte 2:
   Armazenamento comercial em distribuidores e cooperativas; Parte 3: Armazenamento em propriedades
   rurais ou Parte 4: Armazenamento em laboratórios).
− Observe as disposições constantes nas legislações estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
− Isole e sinalize a área contaminada.
− Contate as autoridades locais competentes e a empresa BAYER S.A. através do telefone de
   emergência: 0800-0243334.



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− Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
  óculos protetores e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
  drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
  − Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio
      de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
      deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para
      a sua devolução e destinação final.
  − Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
      material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
      registrante conforme indicado.
  − Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
      contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
      medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
      hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO,
  ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
   posição vertical durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
− Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
− Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
− Faça esta operação três vezes;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
− Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
− Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
   a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
−  Manter    a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
   direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;



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− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Esta embalagem vazia deve ser armazenada com a sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA



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O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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