Protecnil 720 SC
Proregistros Registros de Produtos Ltda - EPP
Fungicida
clorotalonil (isoftalonitrila) (720 g/L)
Informações
Número de Registro
41025
Marca Comercial
Protecnil 720 SC
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
clorotalonil (isoftalonitrila) (720 g/L)
Titular de Registro
Proregistros Registros de Produtos Ltda - EPP
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 2 Produto Altamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Ramularia areola
Falso-oídio; Ramulária
Amendoim
Cercospora arachidicola
Cercosporiose; Mancha-castanha
Amendoim
Phoma arachidicola
Mancha-barrenta; Mancha-de-Ascochyta
Amendoim
Pseudocercospora personata
Mancha-preta
Amendoim
Sphaceloma arachidis
Verrugose
Banana
Mycosphaerella musicola
Mal-de-Sigatoka; Sigatoka-amarela
Batata
Alternaria solani
Pinta-preta; Pinta-preta-grande
Batata
Phytophthora infestans
Mela; Requeima
Batata yacon
Alternaria alternata
Pinta-preta
Batata-doce
Alternaria bataticola
Queima-das-folhas
Berinjela
Phoma exigua var. exigua
Podridão-de-Ascochyta
Beterraba
Cercospora beticola
Cercosporiose; Mancha-das-folhas
Cará
Curvularia eragrostidis
Queima-das-folhas
Cebola
Alternaria porri
Crestamento; Mancha-púrpura
Cebola
Peronospora destructor
Cinza; Míldio
Cenoura
Alternaria dauci
Mancha-de-Alternaria; Queima-das-folhas
Duboisia
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Feijão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Gengibre
Phyllosticta zingiberi
Mancha-de-phyllosticta
Inhame
Curvularia eragrostidis
Queima-das-folhas
Mamão
Asperisporium caricae
Sarna; Varíola
Mandioca
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Mandioquinha-salsa
Alternaria dauci
Mancha de Alternaria
Maçã
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose; Mancha-foliar-da-gala
Maçã
Venturia inaequalis
Sarna; Sarna-da-macieira
Melancia
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Melão
Colletotrichum orbiculare
Antracnose; Podridão-amarga
Melão
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Milho
Phaeosphaeria maydis
Mancha-de-Phaeosphaeria; Mancha-foliar
Nabo
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria; Mancha-preta
Pepino
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Plantas Ornamentais
Diplocarpon rosae
Mancha-das-folhas
Rabanete
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria
Rosa
Diplocarpon rosae
Mancha-das-folhas
Soja
Microsphaera diffusa
Oídio
Soja
Peronospora manshurica
Míldio
Soja
Phakopsora pachyrhizi
Ferrugem da soja; ferrugem asiática
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose
Tomate
Alternaria solani
Mancha-de-Alternaria; Pinta-preta-grande
Tomate
Phytophthora infestans
Mela; Requeima
Tomate
Stemphylium solani
Mancha-de-Stemphylium
Trigo
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela; Mancha-bronzeada-da-folha
Trigo
Puccinia triticina
Ferrugem-da-folha
Trigo
Stagonospora nodorum
Mancha-das-glumas
Uva
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento; Podridão-da-flor
Uva
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose; Podridão-da-uva-madura
Uva
Elsinoe ampelina
Antracnose
Uva
Plasmopara viticola
Mofo; Míldio
Conteúdo da Bula
BULA ANVISA
PROTECNIL 720 SC
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 41025
COMPOSIÇÃO:
Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL).......................................................720,0 g/L (72,00% m/v)
Outros Ingredientes................................................................................................. 629,5 g/L (62,95% m/v)
GRUPO M05 FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida de contato
GRUPO QUÍMICO: Isoftalonitrila
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO(*):
PROREGISTROS REGISTROS DE PRODUTOS LTDA.
Rua Santa Catarina, 40 – Sala 502 – Santa Maria Goretti – Porto Alegre/RS – CEP 91030-330 – Fone: (51) 3342-0028 – CNPJ:
05.617.846/0001-99 – Registro na Secretaria de Agricultura – DISA/DDA/SEAPA/RS nº 263/12
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
CLOROTALONIL TÉCNICO DENONG - Registro MAPA nº 40319
⚫ JIANGSU WEUNITE FINE CHEMICAL CO., LTD.
Endereço: Jinger Road, Industry Chemical Park, Xinyi City, Jiangsu Province, 221400 – China
FORMULADOR:
⚫ SHANGHAI RUNLU CHEMICAL GROUP CO., LTD.
Endereço: No. 2 Linbao Road, South of Tinglin Industrial Park, Jinshan, Shanghai, 201505 – China.
⚫ JIANGSU WEUNITE FINE CHEMICAL CO., LTD.
Endereço: Jinger Road, Industry Chemical Park, Xinyi City, Jiangsu Province, 221400 – China.
MANIPULADORES:
⚫ TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Endereço: Av. Roberto Simonsen, nº 1459 – Poço Fundo – Paulínia/SP – 13148-030 – CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Registro na
Secretaria de Agricultura e Abastecimento/SP – nº 477
⚫ ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Endereço: Rua Bonifácio Rosso Ros, nº 260 – Cruz Alta – Indaiatuba/SP – 13348-790 – CNPJ: 50.025.469/0004-04 – Registro na
Secretaria de Agricultura e Abastecimento/SP – nº 1248
⚫ ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Endereço: Rua Alberto Guizo, nº 859 – Distrito Industrial João Narezzi – Indaiatuba/SP – 13347-402 – CNPJ: 50.025.469/0001-53 –
Registro na Secretaria de Agricultura e Abastecimento/SP – nº 466
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS
EM SEU PODER.É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 2: PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO
AMBIENTE
Rua Santa Catarina, 40 – Conjunto 502 – PORTO ALEGRE – RS – CEP 91030-330
FONE/FAX: (51) 3342-0028 –www.proregistros.com.br
Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199 C
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
MODO DE AÇÃO DO PRODUTO EM RELAÇÃO AO ALVO BIOLÓGICO:
PROTECNIL 720 SC é um fungicida protetor de aplicação foliar do grupo químico das
isoftalonitrilas, indicado para o controle preventivo de doenças nas culturas de algodão,
amendoim, banana, batata, batata-doce, batata-yacon, berinjela, beterraba, cará, cebola,
cenoura, duboisia, feijão, gengibre, inhame, maçã, mamão, mandioca, mandioquinha-salsa,
melancia, melão, milho, nabo, pepino, plantas ornamentais, rabanete, rosa, soja, tomate, trigo e
uva.
Para evitar a indução de resistência dos patógenos, intercalar as aplicações com fungicidas de
grupos químicos diferentes e/ou outro modo de ação.
CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO
DE APLICAÇÃO:
Volume
DOENÇAS DOSES De Número e Época de
CULTURAS Nome Comum Produto Calda Aplicação e Intervalo de
(Nome científico) Comercial aplicação
(L/ha)
Iniciar as aplicações
preventivamente. Se
necessário reaplicar em
intervalos de até 14 dias. Se
forem necessárias mais
aplicações, complementar
com fungicida(s) de outro(s)
grupo(s) químico(s). Utilizar as
doses mais baixas sob
Terrestre: condições de menor pressão
100 – 200 da doença e utilização de
Ramulária 1,0 a 2,0 L/ha
ALGODÃO variedades tolerantes. Já as
(Ramularia areola)
Aéreo: doses maiores, utilizar em
20 – 40 situações de maiores
pressões da doença
(utilização de variedades mais
suscetíveis e/ou histórico da
doença na região), associado
a condições climáticas
favoráveis ao
desenvolvimento do fungo.
Fazer no máximo 6 aplicações
por ciclo da cultura.
Mancha-castanha
(Cercospora Terrestre: Iniciar as aplicações logo aos
arachidicola) 300 – 500 primeiros sintomas das
AMENDOIM 1,5 a 2,0 L/ha doenças. Repetir a cada 10 –
Mancha-preta Aéreo: 14 dias. Fazer no máximo 3
(Pseudocercospora 20 – 40 aplicações por ciclo da cultura.
personata)
Rua Santa Catarina, 40 – Conjunto 502 – PORTO ALEGRE – RS – CEP 91030-330
FONE/FAX: (51) 3342-0028 –www.proregistros.com.br
Aplicar logo aos primeiros
sintomas das doenças. Manter
a lavoura monitorada e
reaplicar, dependendo da
Mancha-barrenta
evolução
(Phoma arachidicola)
da doença, a cada 10 – 14
Terrestre:
1,75 a 2,4 L/ha dias. Usar maior dose em
Verrugose 300 – 500
condições de alta incidência
(Sphaceloma
do patógeno na área e/ou
arachidis)
condições favoráveis ao
desenvolvimento da doença.
Fazer no máximo 3 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações em
novembro, logo no surgimento
dos sintomas.
Repetir a cada 15 dias até fins
de maio ou início de junho.
Mal-de-Sigatoka
0,70 a 1,35 Terrestre: Usar maior dose em condições
BANANA (Mycosphaerella
L/ha 250 – 500 de alta incidência do patógeno
musicola)
na área e/ou condições
favoráveis ao
desenvolvimento da doença.
Fazer no máximo 4 aplicações
por ciclo da cultura.
Requeima
Iniciar as aplicações logo após
(Phytophthora
a emergência da cultura.
infestans) Terrestre:
BATATA 1,75 a 2,0 L/ha Repetir a cada 7 dias. Fazer no
400 – 1000
máximo 2 aplicações por ciclo
Pinta-preta
da cultura.
(Alternaria solani)
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Queima-das-folhas
Terrestre: doença. Repetir a cada 7 dias.
BATATA-DOCE (Alternaria 300 mL/100L
800 Utilizar volume médio de 800
bataticola)
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
Mancha-de- os primeiros sintomas da
alternaria Terrestre: doença. Repetir a cada 7 dias.
BATATA-YACON 300 mL/100L
(Alternaria 800 Utilizar volume médio de 800
alternata) litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura
Iniciar as aplicações logo após
Seca-dos-ramos os primeiros sintomas da
Terrestre:
BERINJELA (Phoma exigua 300 mL/100L doença. Repetir a cada 7 dias.
800
var.exigua) Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Cercosporiose
Terrestre: doença. Repetir a cada 7 dias.
BETERRABA (Cercospora 300 mL/100L
800 Utilizar volume médio de 800
beticola)
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura
Rua Santa Catarina, 40 – Conjunto 502 – PORTO ALEGRE – RS – CEP 91030-330
FONE/FAX: (51) 3342-0028 –www.proregistros.com.br
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Queima-das-folhas
Terrestre: doença. Repetir a cada 7 dias.
CARÁ (Curvularia 300 mL/100L
800 Utilizar volume médio de 800
eragrostidis)
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Míldio Iniciar as aplicações logo após
(Peronospora os primeiros sintomas da
Terrestre:
CEBOLA destructor) 2,0 L/ha doença. Repetir a cada 7 dias.
800
Mancha-púrpura Fazer no máximo 5 aplicações
(Alternaria porri) por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações logo após
Mancha-de- os primeiros sintomas da
Terrestre:
CENOURA alternaria 300 mL/100L doença. Repetir a cada 7 dias.
800
(Alternaria dauci) Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
o transplante da cultura.
Antracnose
175 – 200 Terrestre: Repetir a cada 7 dias. Volume
DUBOISIA (Colletotrichum
mL/100L 1000 de calda: 400-1000 L/ha
gloeosporioides)
(aplicação terrestre). Fazer no
máximo 8 aplicações por ciclo
da cultura.
Terrestre: Iniciar as aplicações logo após
Antracnose 400 os primeiros sintomas da
(Colletotrichum 2,0 L/ha doença. Repetir a cada 7 dias.
lindemuthianum) Aéreo: Fazer no máximo 4 aplicações
20 – 40 por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações por volta
FEIJÃO
Terrestre: dos 20 dias após a
300 – 500 germinação, ou logo aos
Mancha-angular
1,75 a 2,0 L/ha primeiros sintomas. Repetir a
(Phaeoisariopsis
Aéreo: cada 10 dias. Fazer no
griseola)
20 – 40 máximo 4 aplicações por ciclo
da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Mancha-de-filosticta
Terrestre: doença. Repetir a cada 7 dias.
GENGIBRE (Phyllosticta 300 mL/100L
800 Utilizar volume médio de 800
zingiberi)
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Queima-das-folhas
Terrestre: doença. Repetir a cada 7 dias.
INHAME (Curvularia 300 mL/100L
800 Utilizar volume médio de 800
eragrostidis)
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Mancha-foliar-da-
Iniciar as aplicações no início
gala
200 mL/100L Terrestre: da brotação e repetir a cada 7-
(Colletotrichum
MAÇÃ 1,5 – 10 dias. Fazer no máximo 3
gloeosporioides)
2,0L/planta aplicações durante o ciclo da
Sarna-da-macieira
170 mL/100L cultura.
(Venturia inaequalis)
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Iniciar as aplicações logo após
Varíola os primeiros sintomas da
Terrestre:
MAMÃO (Asperisporium 300 mL/100L doença. Repetir a cada 14
800
caricae) dias. Fazer no máximo 5
aplicações por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Antracnose
Terrestre: doença. Repetir a cada 7 dias.
MANDIOCA (Colletotrichum 300 mL/100L
800 Utilizar volume médio de 800
gloeosporioides)
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
MANDIOQUINHA- Queima-das-folhas Terrestre: doença. Repetir a cada 7 dias.
300 mL/100L
SALSA (Alternaria dauci)i 800 Utilizar volume médio de 800
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações logo após
Míldio os primeiros sintomas da
Terrestre:
MELANCIA (Pseudoperonospora 300 mL/100L doença. Repetir a cada 7 dias.
800
cubensis) Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Antracnose Iniciar as aplicações logo aos
(Colletotrichum primeiros sintomas das
orbiculare) doenças. Manter a lavoura
Terrestre: monitorada e reaplicar,
MELÃO 278 mL/100L
Míldio 600 – 900 dependendo da evolução da
(Pseudoperonospora doença, a cada 7 – 10 dias.
cubensis) Fazer no máximo 4 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações de forma
preventiva, sendo a primeira
aplicação realizada quando a
cultura apresentar de 6 a 8
folhas (V6 a V8), a segunda
aplicação na emissão da folha
bandeira (pré pendoamento) e
a terceira até 14 dias após a
segunda aplicação. Se forem
necessárias mais aplicações,
complementar com
Terrestre:
Mancha-de- fungicida(s) de outro(s)
150
Phaeosphaeria grupo(s) químico(s). Utilizar as
MILHO 1,5 a 2,0 L/ha
(Phaeosphaeria doses mais baixas sob
Aéreo:
maydis) condições de menor pressão
20 – 40
da doença e utilização de
variedades tolerantes. Já as
doses maiores, utilizar em
situações de maiores
pressões da doença
(utilização de variedades mais
suscetíveis e/ou histórico da
doença na região), associado
a condições climáticas
favoráveis ao
desenvolvimento do fungo.
Rua Santa Catarina, 40 – Conjunto 502 – PORTO ALEGRE – RS – CEP 91030-330
FONE/FAX: (51) 3342-0028 –www.proregistros.com.br
Fazer no máximo 3 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
os primeiros sintomas da
Mancha-de-
Terrestre: doença. Repetir a cada 7 dias.
NABO alternaria 300 mL/100L
800 Utilizar volume médio de 800
(Alternaria brassicae)
litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura
Iniciar as aplicações logo após
Míldio os primeiros sintomas da
Terrestre:
PEPINO (Pseudoperonospora 300 mL/100L doença. Repetir a cada 7 dias.
800
cubensis) Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações logo após
os primeiros sintomas da
doença.
Repetir a cada 7 dias.
PLANTAS Mancha-negra Terrestre: Obs.: Produto recomendado
300 mL/100L
ORNAMENTAIS*(1) (Diplocarpon rosae) 800 para plantas ornamentais
cultivadas em ambiente aberto
ou protegido.
Realizar no máximo 4
aplicações por ciclo de cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou logo após
Mancha-de- os primeiros sintomas da
alternaria Terrestre: doença. Repetir a cada 7 dias.
RABANETE 300 mL/100L
(Alternaria 800 Utilizar volume médio de 800
brassicae) litros/ha (aplicação terrestre).
Fazer no máximo 5 aplicações
por ciclo da cultura
Iniciar as aplicações logo após
os primeiros sintomas da
doença. Repetir a cada 7 dias.
Mancha-negra Terrestre:
ROSA* 300 mL/100L Realizar no máximo 4
(Diplocarpon rosae) 800
aplicações por ciclo de cultura.
Intervalo entre aplicações:7
dias.
Iniciar as aplicações
preventivamente ou até os 65
dias após a emergência
Ferrugem asiática aproximadamente.
(Phakopsora Se necessário reaplicar em
pachyrhizi) intervalos de até 14 dias. Se
forem necessárias mais
aplicações, complementar
Terrestre: com fungicida(s) de outro(s)
150 grupo(s) químico(s).
SOJA 1,0 – 2,0 L/ha Utilizar as doses mais baixas
Aéreo: sob condições de menor
Oídio 20 – 40 pressão da doença e utilização
(Microsphaera de variedade tolerantes. Já as
diffusa) doses maiores, utilizar em
situações de maiores
pressões da doença
(utilização de variedades mais
Septoriose suscetíveis e/ou histórico da
(Septoria glycines) doença na região), associado
a condições climáticas
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favoráveis ao
desenvolvimento do fungo.
Fazer no máximo 2 aplicações
por ciclo da cultura.
Terrestre: Efetuar a primeira aplicação
Mildio 200 – 500 no florescimento e a segunda
(Peronospora 1,4 – 2,0 L/ha de 15 a 20 dias após a
manshurica) Aéreo: primeira. Fazer no máximo 2
10 – 40 aplicações por ciclo da cultura.
Requeima
Iniciar as aplicações logo após
(Phytophthora
a emergência da cultura.
infestans) 175 – 200 Terrestre:
Repetir a cada 7 dias. Fazer no
mL/100L 400 – 1000
máximo 8 aplicações por ciclo
Pinta preta
da cultura.
(Alternaria solani)
Aplicar logo após a
emergência da cultura. Manter
a lavoura monitorada e
TOMATE reaplicar, dependendo da
evolução da doença, a cada 7
Mancha-de- dias.
Terrestre:
stemphylium 300 mL/100L Usar maior dose em condições
600 – 900
(Stemphylium solani) de alta incidência do patógeno
na área e/ou condições
favoráveis ao
desenvolvimento da doença.
Fazer no máximo 4 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente à doença,
reaplicando se necessário em
intervalos de até 20 dias,
dependendo da evolução da
doença. Se forem necessárias
mais aplicações,
complementar com
fungicida(s) de outro(s)
grupo(s) químico(s).
Terrestre: Utilizar as doses mais baixas
Mancha-amarela 100 – 200 sob condições de menor
(Drechslera tritici- 1,0 – 2,0 L/ha pressão da doença e utilização
repentis) Aéreo: de variedades tolerantes. Já
20 – 40 as doses maiores, utilizar em
situações de maiores
TRIGO pressões da doença
(utilização de variedades mais
suscetíveis e/ou histórico da
doença na região), associado
a condições climáticas
favoráveis ao
desenvolvimento do fungo.
Fazer no máximo 3 aplicações
por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente na fase de
emborrachamento ou
Mancha-das-glumas
Terrestre: espigamento, quando as
(Stagonospora 1,4 L/ha
200 – 500 condições forem favoráveis ao
nodorum)
desenvolvimento das
doenças. Reaplicar em
intervalos de 7 a 10 dias. Fazer
Rua Santa Catarina, 40 – Conjunto 502 – PORTO ALEGRE – RS – CEP 91030-330
FONE/FAX: (51) 3342-0028 –www.proregistros.com.br
no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura.
Preferir realizar as aplicações
nas fases críticas da cultura –
emborrachamento e
florescimento. Em situações
Terrestre: propícias para o
200 – 300 desenvolvimento da doença e
Ferrugem-da-folha
1,5 – 2,0 L/ha em cultivares sensíveis, em
(Puccinia triticina)
Aéreo: particular
30 – 40 mancha-amarela, recomenda-
se iniciar o monitoramento e o
manejo na fase de
perfilhamento e elongação dos
colmos.
Mofo-cinzento Aplicar preventivamente no
(Botrytis cinerea) início da brotação, repetindo a
Antracnose cada 7 dias até o
(Elsinoe ampelina) florescimento,
Podridão-da-uva- principalmente em longos
Terrestre:
UVA madura 275 mL/100L períodos de chuva ou alta
1000 - 1500
(Colletotrichum umidade relativa do ar.
gloeosporioides) Reaplicar na fase de
amadurecimento das bagas.
Míldio Fazer no máximo 4 aplicações
(Plasmopara viticola) por ciclo da cultura.
Nota: - 1 litro de produto comercial contém 720 gramas de ingrediente ativo
p.c./100 L = produto comercial por 100 litros de água
*Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças indicadas
nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de
eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
(1) De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os
vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas,
arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva)
(INC nº 1, de 08/11/2019).
Caso haja necessidade de realizar mais aplicações do que o número máximo por cultura
estabelecida na tabela acima, é importante que sejam realizadas aplicações com outros produtos
registrados de modo de ação diferente.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Vide quadro acima de CULTURAS, PRAGAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO,
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
A boa cobertura dos alvos aplicados (todos os tecidos da parte aérea das plantas) é fundamental
para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou
aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura,
bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume
de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
PROTECNIL 720 SC deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as
culturas registradas.
Aplicação terrestre: A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura
foliar da cultura.
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a cultura, de acordo com a forma de
cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou
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tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou
jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano
volumétrico) entre 150 a 400 μm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20
gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão
de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado,
variando entre 100 a 1000 Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da
cultura.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem ser respeitadas condições de temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa superior a
50% e ventos de 3 a 15 km/hora, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Aplicação aérea:
A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas
citadas na bula.
Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse
tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem gotas médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa,
etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para
proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C, umidade
relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Não
aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se
utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da
cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser
flexibilizadas.
É recomendado respeitar as diretrizes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
quanto à segurança na faixa de aplicação:
a) As aplicações não deverão ser realizadas em áreas com distância inferior a 500 metros de
povoações, cidades, vilas, bairros e mananciais de captação de água para abastecimento de
população.
b) Estas restrições deverão ser válidas também para áreas com distância inferior a 250 metros
no caso de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais;
c) As aeronaves agrícolas que contenham produtos químicos deverão ser proibidas de sobrevoar
as áreas povoadas, moradias e os agrupamentos humanos.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem
os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos
a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior
que 30ºC e umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e
evaporação.
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PREPARO DA CALDA:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse
fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique
se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições
adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio
ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa
até ¾ da capacidade do tanque mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então
adicionando o produto, completando por fim o volume com água. Prepare apenas a quantidade
necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após a sua
preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto,
possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente
a calda antes de reiniciar a operação.
Aplicação Terrestre:
Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua capacidade com o
agitador em movimento e adicionar o conteúdo da (s) embalagem (ns) de PROTECNIL 720 SC.
Em seguida, complete com água até a capacidade do tanque. Se houver necessidade de
interromper a pulverização por algum tempo é aconselhável manter o agitador funcionando. Se
esta interrupção for mais longa, é necessário reagitar a calda antes de reutilizá-la. Realizar o
processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Aplicação Aérea:
No tanque de pré-mistura preparar uma calda homogênea utilizando a dose de PROTECNIL 720
SC recomendada. Fazer a transferência desta pré-mistura para o tanque da aeronave
completando o volume com água. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem
durante o preparo da calda.
Cuidados no preparo da calda:
1. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas nos
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
2. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
3. Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
4. Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Antes de cada aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado.
Imediatamente após a aplicação, proceda a completa limpeza de todo o equipamento de
aplicação para reduzir o risco de formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de
serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente tornará a limpeza mais
difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos
as culturas posteriores.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho,
observando as recomendações abaixo:
1. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxágue completamente o pulverizador e faça
circular água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos
visíveis do produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa e circule pelas mangueiras, barras e bicos.
Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15
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minutos. Após o término da aplicação em pivô central, manter a irrigação por um período
adicional de 15 minutos, a fim de evitar a deposição do produto no equipamento de irrigação.
Circule então pelas mangueiras, barra e bicos. Esvazie o tanque.
3. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com solução de limpeza.
4. Repita o passo 2.
5. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barras e bicos com água limpa
diversas vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do
tanque.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos
de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da
Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os
resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região
da aplicação.
Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas,
leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento
de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando
da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que
esse diâmetro permita uma boa cobertura.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS
NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB
CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Tipo de ponta de pulverização:
Use o modelo de ponta de pulverização (bico) apropriado para o tipo de aplicação desejada.
Considere o uso de pontas de baixa deriva. Siga sempre as boas práticas para aplicação e a
recomendação do fabricante.
Em situações adversas, considere o uso de pontas de maior vazão para aplicar o maior volume
de calda recomendado. Procure trabalhar na menor pressão recomendada para o modelo de
ponta – pressões maiores resultam em diâmetro de gota menor, mas não melhoram a
penetração através das folhas da cultura. Considere a substituição das pontas por modelos mais
adequados ao invés de aumentar a pressão de trabalho. O equipamento de aplicação deve estar
em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgastes e vazamentos.
Altura da barra:
Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme,
reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a
barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se
também a adequada sobreposição dos jatos.
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Ventos:
O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e
tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não
aplicar se houver rajadas de vento. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições sem
vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade:
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir
gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o
movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem
perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de
temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou
nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a
manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se
não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária
de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento
lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente
dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança (dias)
Algodão 30
Amendoim 14
Banana (1)
Batata 7
Batata-doce1 7
Batata-yacon1 7
Berinjela 7
Beterraba 7
Cará1 7
Cebola 7
Cenoura 7
Duboisia UNA
Feijão 14
Gengibre1 7
Inhame1 7
Maçã 14
Mamão 7
Mandioca1 7
Mandioquinha-salsa1 7
Melancia 7
Melão 7
Milho 42
Nabo1 7
Pepino 7
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Plantas Ornamentais UNA
Rabanete1 7
Rosa UNA
Soja 7
Tomate 7
Trigo 30
Uva 7
UNA = Uso não alimentar.
(1) Intervalo de segurança: sem restrição.
1
Inclusões de culturas solicitadas conforme Instrução Normativa Conjunta – INC n° 001/2014.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI’s) recomendados para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
• PROTECNIL 720 SC, não é fitotóxico para as culturas indicadas, quando aplicado conforme
instruções de uso e doses recomendadas. Não aplicar em mistura com óleos mineral e/ou
vegetal. Na cultura da soja, havendo necessidade de aplicar em mistura com óleos minerais
ou vegetais, não utilizar doses altas desses óleos, principalmente em baixos volumes de
calda. Caso aplicado nessa situação, e dependendo das condições climáticas e da
sensibilidade do cultivar, podem aparecer pequenas pontuações brancas nas folhas da
cultura – essas lesões, todavia, não afetam a produtividade.
Restrições de uso:
• O uso de PROTECNIL 720 SC está restrito ao indicado em seu rótulo e bula.
• Compatibilidade: não aplicar em mistura com óleos mineral e/ou vegetal.
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O produto fungicida PROTECNIL 720 SC é composto por clorotalonil, pertencente ao Grupo M05
(isoftalonitrila) segundo classificação do FRAC (Comitê Brasileiro de Ação à Resistência de
Fungicidas), apresentando o mecanismo de ação de contato multi-sítio.
Para manter a eficácia e longevidade do PROTECNIL 720 SC como uma ferramenta útil de manejo
de doenças agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou
reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a fungicidas, tais como:
- Realizar a alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M05.
- Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária.
- Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada
para cada região (adotar estratégia de escape).
- Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época).
- Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis.
- Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior
penetração e melhor cobertura do fungicida.
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas,
tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação
do sistema, outros controles culturais etc.
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente
causador de doenças a ser controlado.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose, no número e nos intervalos de aplicação
recomendados de acordo com a bula do produto.
- Realizar o monitoramento da doença na cultura.
- Adotar estratégia de aplicação preventiva.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
devem ser consultados e/ou encaminhados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
www.sbfito.com.br), Comitê Brasileiro de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-
br.org.br) ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
GRUPO M05 FUNGICIDA
O produto fungicida PROTECNIL 720 SC pertence ao Grupo M05 (isoftalonitrila) segundo
classificação do FRAC (Comitê Brasileiro de Ação à Resistência de Fungicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios
e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes,
rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da
irrigação e outros, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o melhor equilíbrio
do sistema.
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI’s) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das
botas; botas de borracha; avental; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança
com proteção lateral, touca árabe e luvas.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
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• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das
botas; botas de borracha; máscara facial com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de
algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente
protegida.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
PERIGO Fatal se inalado
Pode provocar reações alérgicas a pele
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou
comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis,
etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR PROTECNIL 720 SC -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Isoftalonitrila
Classe toxicológica Categoria 2: Produto Altamente Tóxico
Vias de exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória
Toxicocinética Nos estudos com animais de laboratório, o Clorotalonil administrado por via oral é
rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal. A absorção ocorre principalmente
no intestino delgado e é maior após a administração de uma menor dose do que após
a administração de uma dosagem elevada. Há uma rápida distribuição para os rins,
onde o produto é conjugado com a glutationa, formando metabólitos. O Clorotalonil
absorvido foi totalmente metabolizado e os metabólitos excretados pela urina e bile.
O armazenamento nos tecidos é menor que 1% da dose administrada. Foi observada
excreção via fezes (82 a 93%), urina (4 a 9%) e pela bile (9 a 18%), sendo que 90%
do produto absorvido foi excretado em 48 horas. Em estudos com ratos, foram
administradas doses orais de clorotalonil acima de 50 mg/Kg. Aproximadamente 30%
da dose foi absorvida após 48 horas. O Clorotalonil foi distribuído no sangue e tecidos
em 2 horas. As concentrações mais elevadas foram. encontradas no rim, seguido pelo
fígado e sangue. A maior parte da excreção ocorreu pelas fezes. A excreção biliar foi
rápida, sendo o pico atingido 2h após uma dose oral de 5 mg/Kg, e essa excreção foi
saturada em doses de 50 mg/Kg ou mais. A excreção urinária em ratos contabilizou
de 5-10% da dose. Quando o clorotalonil foi aplicado na pele de ratos,
aproximadamente 28% da dose foi absorvida em 120 h. Em torno de 18% da dose foi
encontrada nas fezes e 6% na urina em 120 h. A eliminação fecal é a principal via em
cachorros e macacos, e a excreção urinária é menor do que em ratos.
Toxicodinâmica O mecanismo exato de toxicidade nos humanos não é conhecido.
Estudos de toxicidade aguda em ratos, pela via inalatória, a exposição ao clorotalonil
resultou em mortes por asfixia, secundária ao desenvolvimento de edema pulmonar.
Os sinais de toxicidade e achados patológicos demonstraram que esta substância
pode causar irritação para o trato respiratório e para os pulmões. Em estudos em ratos
e camundongos, pela via oral, os rins foram o principal alvo da toxicidade do
clorotalonil. Estudos sobre o mecanismo da nefrotoxicidade causada por esta
substância, em ratos, pela via oral, demonstraram que os tumores ocorrem como uma
consequência ao dano sustentado ao segmento S2 dos túbulos renais. A ocorrência
dos tumores é precedida por uma citotoxicidade renal que tem como resposta uma
proliferação/hiperplasia celular regenerativa. Estudos indicam que esta citotoxicidade
ocorre devido aos metabólitos reativos, formados pela clivagem dos conjugados S de
cisteína pelas beta-liases nos rins, transportados para os túbulos renais. Devido às
βliases renais humanas apresentarem menor atividade do que as dos roedores, os
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roedores foram considerados mais sensíveis à bioativação do clorotalonil por esta via.
Em estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos rins.
Sintomas e sinais Sintomas e sinais agudos:
clínicos Nas formulações, o clorotalonil pode estar dissolvido em solventes orgânicos. Se for
ingerido um produto contendo solvente, as considerações toxicológicas primárias
devem ser tanto em relação ao solvente quanto em relação ao pronunciado potencial
irritante do clorotalonil. Concentrações de 0,1% ou mais de solventes orgânicos
causam irritações dérmicas moderadas, podem causar irritações oculares e no trato
gastrintestinal. Tem sido relatada asma ocupacional após exposição inalatória ao
clorotalonil. Há relatos de concentrações de clorotalonil de 0,01% que causaram
reações anafiláticas. Pode ocorrer pneumonia por aspiração devido aos solventes
presentes nas formulações de fungicidas.
Exposição cutânea: O clorotalonil, quando não diluído, é altamente irritante para a
pele. Pode ocorrer dermatite de contato após exposição a concentrações acima de
0,01% ou 0,001% em acetona. Reações alérgicas e de fotossensibilidade também são
possíveis. Pode ocorrer dermatite na ausência de contato direto com a pele, devido à
alta volatilidade. Principais sintomas observados são: dermatite aguda,
fotossensibilização, dermatite de contato alérgica, dermatite pigmentada, reações de
hipersensibilidade, urticária, eczema, eritema de face. É sensibilizante dérmico
produzindo reação anafilática.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório,
com dor nasal, odinofagia, sensação de aperto na faringe e no peito, asma.
Exposição ocular: Em contato com os olhos, é extremamente irritante, com dor,
conjuntivite, ceratite, edema, eritema periorbital. Produz opacidade irreversível da
córnea em animais.
Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito,
náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: Na classificação da IARC, o Clorotalonil é considerado possível
carcinogênico para humanos (Grupo 2B). Não há evidências de genotoxicidade ou
teratogenicidade em humanos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível.
Tratamento O tratamento das intoxicações por CLOROTALONIL é basicamente sintomático e de
suporte deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação, que
visam limitar a absorção (removendo as fontes de exposição e protegendo as vias
respiratórias de aspiração) e os efeitos locais, o tratamento deve ser administrado de
acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Não existe antídoto
específico.
Lavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade de água. Realizar
tratamento sintomático e medidas de suporte de acordo com os sinais clínicos
apresentados para manutenção dos sinais vitais.
Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar
orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória,
além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa.
Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas.
Avaliar estado de consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais
se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada
perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária ventilação
pulmonar assistida.
No caso de exposição oral, lave a boca com água em abundância. A indução do
vômito não é recomendada. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça
abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para
evitar aspiração do conteúdo gástrico.
OBS.: O clorotalonil não diluído é fortemente irritante. Contudo, não foram descritos
efeitos corrosivos. Os pacientes devem ser examinados quanto a sinais de danos
teciduais ou nas membranas mucosas. Exceto em circunstâncias raras,
esofagoscopia, esteroides e antibióticos não costumam ser necessários.
Lavagem gástrica: A lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar a
lavagem gástrica somente após ingestão da substância em uma quantidade
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potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora).
Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em casos de
intoxicação por clorotalonil. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado.
Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de
água/ 30 g de carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/ adolescentes, 25
a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano de idade.
Reação alérgica:
1. Leve/moderada: Anti-histamínicos com ou sem β2-agonistas via inalatória;
corticosteroides ou epinefrina via parenteral.
2. Grave: Oxigênio, suporte respiratório vigoroso, epinefrina (Adulto: 0,3-0,5 mL de
solução 1:1000 via SC; criança: 0,01 mL/kg, 0,5 mL no máximo; pode-se repetir em
20 a 30 minutos), corticosteroides, anti-histamínicos, monitoramento do ECG e fluídos
intravenosos.
No caso de exposição inalatória, após exposição pela via inalatória, remova o
paciente para um local arejado. Monitore as alterações respiratórias e perda de
consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no
trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e
auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com β2-agonistas via
inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
No caso de exposição ocular, lave os olhos expostos com quantidades copiosas de
água ou salina a 0,9%, à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a
irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.
No caso de exposição por contato, remova as roupas contaminadas e acessórios e
lave a área exposta com água e sabão (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas
e cabelos. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico. Dermatite irritante retardada pode ocorrer 48 a 72 horas após
ter cessado a exposição. Anti-histamínicos ou esteroides tópicos podem ser úteis no
tratamento da dermatite alérgica por contato.
Medidas de manutenção: Atenção especial para parada respiratória repentina,
hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar
oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no
mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
O profissional da saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.
Contraindicações Provocar vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração e
pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das
vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados;
pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
quantidade não significativa.
Efeitos das Não são conhecidos.
interações químicas
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS)
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: (51) 33420028
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide “TOXICOCINÉTICA” e Vide “TOXICODINÂMICA” no quadro de INFORMAÇÕES MÉDICAS.
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Efeitos Agudos para Animais de Laboratório:
• DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
• DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
• CL50 inalatória em ratos (4 hrs): > 0,1521 mg/L de ar em 4 h.
• Corrosão/Irritação Cutânea: Não Irritante.
• Irritação cutânea: Não Irritante.
• Corrosão/Irritação ocular: Não Irritante.
• Sensibilização cutânea: Produto sensibilizante para pele, categoria 1.
• Mutagenicidade: O produto não mutagênico.
Efeitos Crônicos para Animais de Laboratório:
Em estudo de 2 anos em ratos, os animais tratados com as maiores doses (177,5 e 183 mg/kg
p.c./dia) apresentaram redução do ganho de peso corpóreo; efeitos renais como aumento de peso,
hiperplasia epitelial tubular, nefropatia progressiva crônica, cistos corticais e tumores; aumento no
peso do fígado e hipertrofia hepatocelular; em doses elevadas os efeitos relacionados à capacidade
irritativa da substância foram hiperplasia e hiperqueratose da mucosa escamosa do esôfago; necrose
focal e ulceração da mucosa do estômago glandular e hipertrofia da mucosa do dueodeno (NOAEL:
1,8 mg/kg p.c./dia). Em estudos de carcinogenicidade em camundongos, foram vistos efeitos
semelhantes de órgãos-alvo aos observados em estudos com ratos; hiperqueratose e hiperplasia na
mucosa escamosa no estômago glandular e no esôfago e efeitos renais (aumento de peso,
degeneração tubular, hiperplasia e hipertrofia epitelial, aumento da incidência de adenomas e
carcinomas tubulares) (NOAEL: 5,4 mg/kg p.c./dia). Estudos de toxicidade aguda, subcrônica e
crônica demonstram que a toxicidade renal e a subsequente proliferação celular precedem a
formação de tumores. Uma vez que o aumento da incidência de tumores nos rins é considerado uma
consequência da hiperplasia tubular cortical, foram estabelecidos limites para a ocorrência de
alterações pré-neoplásicas e neoplásicas e foi demonstrado que o clorotalonil não é genotóxico em
ratos e camundongos in vivo. Adicionalmente, clorotalonil não apresenta efeito mutagênico em
estudos in vivo. Informações adicionais indicam que seres humanos são menos sensíveis que os
ratos no que diz respeito ao desenvolvimento de efeitos renais que podem progredir para tumores
após exposição crônica ao clorotalonil considerando-se que: i) a absorção de clorotalonil (como
conjugado clorotalonil-glutationa) do trato gastrointestinal seja menor em humanos do que em ratos;
ii) a ativação de conjugados clorotalonil-cisteína no rim pela β-liase levando a intermediários reativos
(tióis) que podem reagir com as macromoléculas celulares (proteína, DNA) seja mais acentuada em
ratos do que em humanos, pois a atividade de várias enzimas necessárias para essa ativação é maior
no rato (rim) do que em humanos. Portanto, os ratos são considerados marcadamente mais sensíveis
que humanos para alterações renais, o que faz com que a exposição crônica humana ao nível de
dose suficiente para produzir lesões renais seja improvável. No estudo de toxicidade reprodutiva de
duas gerações em ratos, observou-se redução do peso corpóreo nas maiores doses em ambos os
sexos (225 e 255 mg/kg p.c./dia) e em fêmeas F1 (124 mg/kg p.c./dia) e machos F0 (110 mg/kg
p.c./dia). Achados histopatológicos foram observados no rim (hipertrofia tubular e hiperplasia epitelial,
focos de hiperplasia de células claras, pigmentação, cariomegalia, epitélio regenerativo) em todos os
níveis de dose. Nos filhotes, o ganho de peso corpóreo durante a lactação foi reduzido no nível mais
alto de dose. O desempenho reprodutivo não foi afetado pelo tratamento (NOAEL filhotes: 110 mg/kg
p.c./dia; NOAEL reprodução: 225 mg/kg p.c./dia). Em um estudo de toxicidade no desenvolvimento
em ratos, observou-se toxicidade materna na maior dose (400 mg/kg p.c./dia) caracterizada por fezes
amolecidas/com muco/esbranquiçadas, material marrom ao redor do nariz/boca, perda de pelo/pelo
emaranhado na região urogenital, corrimento vaginal vermelho, aumento na mortalidade, redução do
peso corpóreo e consumo alimentar; aumento da perda pós-implantação e diminuição no tamanho
viável da ninhada também foram observadas na maior dose (NOAEL materno e de desenvolvimento:
100 mg/kg p.c./dia). No estudo de toxicidade para o desenvolvimento em coelhos, a toxicidade
materna foi caracterizada pelo ganho reduzido de peso corpóreo no maior nível de dose (20 mg/kg
p.c./dia). Nenhum efeito relacionado ao tratamento foi observado nos parâmetros cesarianos e fetais
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(NOAEL materno: 10 mg/kg p.c./dia; NOAEL fetal: 20 mg/kg p.c./dia). Diante dos achados, clorotalonil
não é considerado teratogênico ou tóxico para a reprodução em humanos.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
• Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
■ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto e ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas,
microcrustáceos, peixes)
• Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água
para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de
água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
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• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa PROREGISTROS
REGISTROS DE PRODUTOS LTDA
• Telefone da Empresa: (51) 33420028
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos e corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material
com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O
produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate
a empresa registrante conforme indicado.
- Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano
ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó
químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
• LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá utilizar os mesmos EPIs – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
- Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
o na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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- Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
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FONE/FAX: (51) 3342-0028 –www.proregistros.com.br
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
• TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS
• DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
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FONE/FAX: (51) 3342-0028 –www.proregistros.com.br
• PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
• TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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