Prostore 25 EC
FMC Química do Brasil Ltda. - Campinas/SP
Inseticida
bifentrina (piretróide) (25 g/L)

Informações

Número de Registro
4098
Marca Comercial
Prostore 25 EC
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
bifentrina (piretróide) (25 g/L)
Titular de Registro
FMC Química do Brasil Ltda. - Campinas/SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
De contato e ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Arroz
Rhizopertha dominica
Besourinho
Arroz - Armazenado
Sitophilus zeamais
Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-do-milho
Cevada
Sitotroga cerealella
Traça-dos-cereais
Milho
Rhizopertha dominica
Besourinho
Milho - Armazenado
Sitophilus zeamais
Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-do-milho
Trigo
Rhizopertha dominica
Besourinho
Trigo - Armazenado
Sitophilus zeamais
Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-do-milho

Conteúdo da Bula

                                    FMC Química do Brasil Ltda.
                                                                                           Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                                           1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                                           13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                                           + 55 19 2042 4500
                                                                                           fmc.com
                                                                                           fmcagricola.com.br



                                                PROSTORE 25 EC
                                                             Inseticida

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o no 04098

COMPOSIÇÃO:
2-methylbiphenyl-3-ylmethyl (Z)-(1RS,3RS) -3-(2-chloro-3,3,3-trifluoroprop-1-enyl) -2,2-
dimethylcyclopropanecarboxylate
(BIFENTRINA) .................................................................................................... 25,00 g/L (2,500% m/v)
Solvent Naphtha (Petroleum), Light Aromatic..................................................775,79 g/L (77,579% m/v)
Outros ingredientes ............................................................................................ 79,21 g/L (7,921% m/v)

                 GRUPO                                           3A                                     INSETICIDA

CONTEÚDO: Vide rótulo.
CLASSE: Inseticida de contato e ingestão
GRUPO QUÍMICO: Bifentrina: Piretroide.
                  Solvent Naphtha (Petroleum), Light Aromatic: Hidrocarboneto aromático
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150 - 1º andar - CEP: 13091-611 - Campinas/SP
CNPJ: 04.136.367/0001-98 - Fone/Fax: (19) 2042-4500
Registro no Estado nº 423 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Talstar Técnico FMC – Registro MAPA nº 18998
FMC Corporation
1701 East Patapsco Avenue, Baltimore, Maryland 21226 – Estados Unidos da América

Bifenthrin Técnico FMC – Registro MAPA nº 7506
Adama Huifeng (Jiangsu) Ltd.
Weier Road, South Area of Ocean Economic Development Zone Dafeng, Jiangsu 224145 - P.R.
China
Jiangsu Lianhe Chemical Technology Co., Ltd.
Weisan RD – Chenjiagang, Xiangshui, Jiangsu – China
Viakem S.A. de C.V.
Unidad Químicos Finos - Av. Manuel L. Barragán y Lerdo de Tejada, Zona Industrial – 66450, San
Nicolás de los Garza - Nuevo León - México
Youjia Crop Protection Co., Ltd.
Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic Development Zone, Nantong, Jiangsu,
China 226407
Zhejiang Lianhe Chemical Technology Co., Ltd.
Sanjiang RD - Huangyan, Zhejiang – China

Bifentrin Técnico MEGA - Registro MAPA nº 29419
Meghmani Organics Limited
Plot Nº 5001/B, 5027 to 5034, 5037, 4707/B & 4707/P, G.I.D.C. Industrial Estate, Ankleshwar, Dist.
Bharuch – 393002 – Gujarat - Índia




                                                                                                                    Página 1 de 18
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                                                                     FMC Química do Brasil Ltda.
                                                                     Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                     1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                     13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                     + 55 19 2042 4500
                                                                     fmc.com
                                                                     fmcagricola.com.br


FORMULADOR:
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38.001-970 - Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Registro no Estado nº 210 - IMA/MG

Basf S.A.

Av. Brasil, 791 - Engenheiro Neiva - CEP: 12521-140 - Guaratinguetá/SP
CNPJ: 48.539.407/0002-07 - Registro no Estado nº 487 - CDA/SP

Bayer S.A.
Estrada da Boa Esperança, 650 - Bom Pastor - CEP: 26110-120 - Belford Roxo/RJ
CNPJ: 18.459.628/0033-00 - Registro no Estado nº IN023132 - INEA-RJ

Fersol Indústria e Comércio S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 - Olhos D’água - CEP: 18120-970 - Mairinque/SP
CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Registro no Estado nº 31 - CDA/SP

Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Av. Liberdade, 1701 - Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado nº 8 - CDA/SP

Ipanema Indústria de Produtos Veterinários Ltda.
Rodovia Raposo Tavares, km 113 – Barreiro - CEP: 18190-000 - Araçoiaba da Serra/SP
CNPJ: 64.687.015/0001-52 - Registro no Estado nº 4306 - CDA/SP

Servatis S.A.
Rodovia Presidente Dutra, Km 300,5 - Parque Embaixador - CEP: 27537-000 - Resende/RJ
CNPJ: 06.697.008/0001-35 - Registro no Estado nº FE009203 - FEEMA/RJ

Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG

Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 - Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro no Estado nº 477 - CDA/SP

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Rodovia Sorocaba-Pilar do Sul, km 122 - CEP: 18160-000 - Salto de Pirapora/SP
CNPJ: 02.974.733/0010-43 - Registro no Estado nº 4153 - CDA/SP

                            No do lote ou partida:
                             Data de fabricação:     VIDE EMBALAGEM
                            Data de vencimento:

   ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                        CONSERVE-OS EM SEU PODER.

   É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
               É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

   Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme
                 previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212 de 15 de junho de 2010).




                                                                                             Página 2 de 18
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                                                 FMC Química do Brasil Ltda.
                                                 Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                 1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                 13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                 + 55 19 2042 4500
                                                 fmc.com
                                                 fmcagricola.com.br


                             COMBUSTIVEL
    CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – MUITO
                      PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




   Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C




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                                                                     Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                     1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                     13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                     + 55 19 2042 4500
                                                                     fmc.com
                                                                     fmcagricola.com.br


INSTRUÇÕES DE USO:
O inseticida PROSTORE® 25 EC possui modo de ação de contato e ingestão, e deve ser utilizado para
controle de pragas em grãos armazenados conforme recomendações abaixo:

                                                                                                             No
                                                                                                          máximo
                Pragas              Dose de          Volume de
                                                                          Época e Intervalo de               de
Culturas     Nome comum /           produto             calda
                                                                              aplicação                  aplicação
               científico          comercial         terrestre(1)
                                                                                                         por ciclo
                                                                                                         da cultura
               Besourinho                                                O tratamento dos grãos
              (Rhyzopertha                                             deve ser realizado durante
                dominica)                                                   o carregamento do
ARROZ                                                                        armazém ou silos                  1
              Gorgulho-do-
                                                                                 graneleiros.
                  milho
                                                                       Pulverizar a calda sobre os
               (Sitophilus
                                                                              grãos durante o
                zeamais)
                                                                        carregamento, utilizando
            Traça-dos-cereais                                          equipamento pulverizador
CEVADA          (Sitotroga                                             adequado sobre a correia                1
               cerealella)                                              transportadora de grãos,
                                                                         proporcionando sempre
                                                   1 a 2L de calda
               Besourinho       16mL/toneladas                             cobertura uniforme.
                                                    por tonelada
              (Rhyzopertha         de grãos                              Recomendado o uso de
                                                      de grãos
                dominica)        armazenados                               tombadores sobre a
                                                    armazenados
MILHO                                                                  correia transportadora, de              1
                 Gorgulho                                              forma que os grãos sejam
                (Sitophilus                                             misturados ao passarem
                 zeamais)                                                      sob a barra de
                                                                                pulverização.
               Besourinho
              (Rhyzopertha                                              Aplicar em grãos limpos,
                dominica)                                                secos e resfriados. Não
 TRIGO                                                                 pulverizar nos grãos ainda              1
                 Gorgulho                                                  quentes, saídos do
                (Sitophilus                                            secador, pois pode reduzir
                 zeamais)                                               a eficiência do inseticida.
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento
de aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO:
O inseticida PROSTORE® 25 EC é aplicado com pulverizadores adequados para a correia
transportadora de grãos.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.

Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no
item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado,
regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização

Cuidados durante a aplicação:
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá




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                                                                    Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                    1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                    13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                    + 55 19 2042 4500
                                                                    fmc.com
                                                                    fmcagricola.com.br


ser mantido durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas da esteira, de forma a evitar a
sobreposição da aplicação.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Utilizar equipamento pulverizador adequado para aplicação sobre correia transportadora de grãos.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas deve proporcionar boa cobertura dos grãos e evitar a
deriva ou evaporação do produto durante a aplicação na esteira.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com
o desempenho dos elementos geradores de gotas. Ajustar a altura da barra à esteira proporcionando
o melhor direcionamento do produto nos grãos. Regule a altura da barra para a menor possível a fim
de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe
de gotas.

As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo
responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do
equipamento e tecnologia de aplicação empregada.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de
proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde
Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na
região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período entre o tratamento dos grãos armazenados e sua
comercialização):
                   Culturas                  Intervalo de segurança (dias)
                    Arroz                                  30
                   Cevada                                  30
                    Milho                                  30
                    Trigo                                  30

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado ante da secagem complete da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize máscara com filtro
combinado classe P2.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações desta bula.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.




                                                                                            Página 5 de 18
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                                                                    Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                    1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                    13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                    + 55 19 2042 4500
                                                                    fmc.com
                                                                    fmcagricola.com.br


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:

            GRUPO                               3A                             INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar- se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O inseticida PROSTORE® 25 EC pertence ao Grupo 3A (moduladores de canais de sódio – piretroides)
e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de
desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.

Para manter a eficácia e longevidade do inseticida PROSTORE® 25 EC como uma ferramenta útil de
manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar
ou reverter a evolução da resistência:

Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
. Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 3A. Sempre rotacionar com
produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
. Usar o inseticida PROSTORE® 25 EC ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de
um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
. Aplicações sucessivas de inseticida PROSTORE® 25 EC podem ser feitas desde que o período
residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
. Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do inseticida PROSTORE® 25 EC, o período total de exposição (número de dias) a
inseticidas do grupo químico dos piretroides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do
número total de aplicações recomendadas na bula.
. Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do inseticida PROSTORE® 25 EC ou outros
produtos do Grupo 3A quando for necessário;
. Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas;
. Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
. Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
. Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para
o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(www.agricultura.gov.br).




                                                                                            Página 6 de 18
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                                                                    Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                    1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                    13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                    + 55 19 2042 4500
                                                                    fmc.com
                                                                    fmcagricola.com.br


INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou físico,
controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o
melhor equilíbrio do sistema.


                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
  a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
  fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
  áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Não inale as névoas ou vapores;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
  do alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
  forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
  com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
  botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra
  vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de
  nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
  de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
  sendo aplicado o produto;




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                                                                      Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                      1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                      13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                      + 55 19 2042 4500
                                                                      fmc.com
                                                                      fmcagricola.com.br


- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
  melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
  pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
  compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas
  de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
  orgânicos e filtro combinado classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e
  luvas de nitrila;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
  aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
  avisos até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
  produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
  aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
  de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
  contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
  trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
  família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto, faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
  hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
  touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
  aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


                                                                    Pode ser nocivo se ingerido
                                                                Pode ser fatal se ingerido e penetrar
                                          PERIGO                       nas vias respiratórias
                                                                 Provoca moderada irritação à pele
                                                                  Provoca lesões oculares graves




                                                                                               Página 8 de 18
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                                                                     Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                     1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                     13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                     + 55 19 2042 4500
                                                                     fmc.com
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 PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
 embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
 • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
 o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
 • Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato,
 retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância durante pelo menos
 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
 • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
 contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
 • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
 A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
 exemplo.


                                        INTOXICAÇÕES POR
                                        - PROSTORE® 25 EC –
                                             Inseticida

                                       -Informações Médicas-

Grupo químico         BIFENTRINA: Piretroide; SOLVENT           NAPHTHA        (PETROLEUM),          LIGHT
                      AROMATIC: Hidrocarboneto aromático.
Classe toxicológica   Categoria 4 – Produto pouco tóxico.
Vias de exposição     Dérmica e inalatória
                      Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
                      considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Toxicocinética        Bifentrina: em ratos, a absorção pela via oral foi limitada, cerca de 50% da dose
                      administrada. O pico de concentração plasmática foi atingido de 4 a 6 horas após
                      a ingestão.
                      A bifentrina foi amplamente distribuída pelo organismo de ratos, principalmente
                      pela pele e tecido adiposo. Esta substância pode atravessar a barreira placentária
                      e também ser transferida para o leite materno.
                      A biotransformação foi ampla e ocorreu principalmente através de reações de
                      hidrólise seguida de oxidação e conjugação.
                      A excreção em ratos foi rápida, predominantemente nas primeiras 48 horas e
                      ocorreu principalmente através das fezes (66-83%), com 20-30% da dose
                      excretada via bile, e 9-25% através da urina.
                      A bifentrina demonstrou potencial de bioacumulação no tecido adiposo e pele de
                      ratos, cerca de 3% da dose permaneceu retida no organismo, com meia-vida de
                      depuração do tecido adiposo de cerca de 51 dias.
                      Como os demais piretroides, a bifentrina é apresentada como uma mistura de
                      estereoisômeros. Foi demonstrada uma biotransformação não seletiva dos
                      enantiômeros da bifentrina com uma biotransformação e eliminação simétrica de
                      ambos os enantiômeros (R e S), sem preferências enantioméricas. Não foi
                      observada diferença entre os sexos no perfil de distribuição e eliminação desta
                      substância em ratos.

                      Solvent Naphtha (Petroleum), Light Aromatic: as informações para os solventes
                      são limitadas, mas informações para outras substâncias da classe dos
                      hidrocarbonetos aromáticos indicam que os hidrocarbonetos aromáticos são
                      absorvidos pela via oral, via inalatória e, em menor extensão, pela via dérmica. A



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                                                                   1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                   13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                   + 55 19 2042 4500
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                    distribuição ocorre amplamente nos tecidos, de acordo com a lipofilicidade e a
                    constituição do organismo, com alta afinidade pelo tecido adiposo e podendo
                    atravessar barreiras biológicas como a barreira hematoencefálica. Por qualquer
                    via que seja absorvido, são rapidamente metabolizados e eliminados. Os
                    hidrocarbonetos aromáticos são biotransformados por oxidação via enzimas do
                    sistema citocromo P-450, e os intermediários metabólicos podem ser conjugados
                    com glucuronídeos, sulfatos, glutationa ou, ainda, aminoácidos como cisteína e/ou
                    glicina.

                    A eliminação destas substâncias pode ocorrer através da via pulmonar (ar
                    exalado). Os metabólitos resultantes da oxidação ou conjugação são mais
                    hidrossolúveis do que seus compostos precursores e são, assim, sujeitos à
                    excreção urinária, ou, em alguns casos, à excreção biliar. Solventes
                    hidrocarbonetos podem ser secretados no leite em lactantes expostas.
                    Apesar dos hidrocarbonetos serem excretados rapidamente, um leve potencial de
                    bioacumulação em tecidos como rins, fígado, cérebro e tecido adiposo pode ser
                    observado.
Toxicodinâmica      Bifentrina: a bifentrina é um piretroide tipo I, ou seja, que não possui um grupo
                    ciano substituto na posição alfa. O mecanismo de ação proposto para este tipo de
                    piretroide envolve a interação com os canais de sódio das membranas de células
                    nervosas, causando descargas neuronais repetidas e um período maior para
                    repolarização. Isto prolonga a corrente de sódio durante o potencial de ação, e
                    resulta em uma hiperexcitação de células nervosas e musculares.

                    Solvent Naphtha (Petroleum), Light Aromatic: Sistema nervoso central (SNC) - A
                    exposição aguda a hidrocarbonetos aromáticos possibilita a absorção destes
                    solventes para a corrente sanguínea e possibilita que atravessem a barreira
                    hematoencefálica, podendo levar à depressão do SNC. Devido à característica
                    lipofílica, dissolve a porção lipídica das membranas das células nervosas e
                    interrompe a função das proteínas de membrana, seja por alterar a bicamada
                    lipídica, seja por alterar a conformação proteica. Pulmões - A irritação pulmonar e
                    pneumonite após inalação e exposição oral a hidrocarbonetos aromáticos pode
                    envolver interação direta com as membranas das células nervosas, o que pode
                    causar broncoconstrição e dissolução das membranas do parênquima pulmonar,
                    resultando em uma exsudação hemorrágica de proteínas, células e fibrina nos
                    alvéolos.
Sintomas e sinais   Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
clínicos            Em estudos com animais de experimentação, o produto foi considerado nocivo se
                    ingerido. A aplicação do produto provocou moderada irritação dérmica e severa
                    irritação ocular, mas não provocou sensibilização dérmica.
                    Bifentrina: a exposição aguda à bifentrina, pelas vias oral, dérmica e inalatória,
                    pode causar efeitos tóxicos característicos de intoxicação por piretroides como
                    efeitos no sistema nervoso central (dor de cabeça, tontura, convulsão e coma) e
                    no sistema nervoso periférico (parestesia). O contato com a pele pode causar
                    sensibilização dérmica. Reações de hipersensibilidade respiratória são raras em
                    intoxicações por piretroides tipo I, mas, podem ocorrer em indivíduos susceptíveis.

                    Exposição cutânea: em contato com a pele pode causar parestesia (sensação
                    de coceira e queimação ou formigamento na pele), irritação com vermelhidão e
                    ressecamento além de dermatite de contato em indivíduos susceptíveis. Sintomas
                    sistêmicos conforme descritos em exposição oral também podem ocorrer em caso
                    de absorção da substância pela via dérmica.




                                                                                           Página 10 de 18
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                                                             Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                             1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                             13.091-611 Campinas - SP - Brasil
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              Exposição respiratória: se inalada, a substância pode causar efeitos irritantes no
              trato respiratório caracterizados por tosse, ardência no nariz e na garganta.
              Pessoas sensíveis podem apresentar reações de hipersensibilidade manifestadas
              por espirros, respiração ofegante, broncoespasmo, rinite, faringite, bronquite e
              pneumonite. Sintomas sistêmicos conforme descritos em exposição oral também
              podem ocorrer em caso de exposição a grandes quantidades da substância pela
              via inalatória.

              Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação com dor,
              lacrimação, ardência e vermelhidão.

              Exposição oral: se ingerida, pode causar irritação no trato gastrointestinal,
              manifestada por sensação de queimação na boca, laringe e faringe, náusea,
              vômito e diarreia. A exposição oral a grandes quantidades de bifentrina também
              pode causar efeitos tóxicos sistêmicos manifestados por parestesia (sensação de
              coceira e queimação ou formigamento na pele), dor de cabeça, tremores,
              salivação, tontura e, em casos mais graves, podem ocorrer convulsão e coma.

              Efeitos crônicos: O sistema nervoso foi identificado como o principal alvo de
              toxicidade da bifentrina em estudos em animais de experimentação. O sintoma
              mais frequentemente relatado nos estudos de exposição ocupacional é a
              parestesia, caracterizada por dormência, coceira, queimação ou formigamento da
              pele.

              Solvent Naphtha (Petroleum), Light Aromatic: pode causar irritação da pele, olhos
              e trato respiratório. A ingestão pode causar efeitos no sistema nervoso central e a
              aspiração aos pulmões pode resultar em pneumonite química.

              Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência
              e vermelhidão.
              Exposição respiratória: a inalação pode provocar irritação no trato respiratório
              superior com tosse, ardência do nariz, boca e garganta e também pode causar a
              depressão do sistema nervoso central com sintomas como sedação, sonolência,
              tontura, perda de concentração, dor de cabeça, ataxia, convulsão e coma.

              Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência
              e vermelhidão.

              Exposição oral: a ingestão pode ocasionar irritação do trato gastrointestinal,
              manifestada por desconforto epigástrico, náusea, vômito e diarreia. A ingestão
              pode causar depressão do sistema nervoso central, com sintomas semelhantes
              aos descritos em “exposição respiratória”. A aspiração para os pulmões pode
              causar pneumonite química.

              Efeitos crônicos: o contato repetido com a pele pode causar irritação. Em ratos,
              a exposição repetida e prolongada pela via inalatória causou alterações na
              atividade motora e na acuidade visual.
Diagnóstico   O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
              quadro clínico compatível.




                                                                                     Página 11 de 18
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                                                              Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                              1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
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Tratamento   CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
             respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que
             presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas
             de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de
             forma a não se contaminar com o agente tóxico.

             Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar
             orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
             sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e
             respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
             endovenosa. Avaliar estado de consciência.

             Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
             orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter
             adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária
             ventilação pulmonar assistida.

             Medidas de Descontaminação e tratamento:
             O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
             impermeáveis.

             Exposição Oral:
             - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
             - Lavagem gástrica é contraindicada devido ao risco de aspiração.
             - A administração de carvão ativado é contraindicada.
             - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
             mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
             indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.

             Exposição Inalatória:
             Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
             respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
             avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
             pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.

             Exposição Dérmica:
             Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
             cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
             Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
             persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

             Exposição ocular:
             Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente
             por, pelo menos, 15 minutos. Evitar que a água de lavagem contamine o outro
             olho. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente
             deve ser encaminhado para tratamento específico.

             ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e
             de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.




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                                                             BL_PROSTORE-25-EC_Inc-PT-Mega_03Dez24
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                                                                     Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                     1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                     13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                     + 55 19 2042 4500
                                                                     fmc.com
                                                                     fmcagricola.com.br


                      Medidas sintomáticas e de manutenção:
                      - Avalie a utilização de anti-histamínicos injetáveis como uma das opções para o
                      controle das reações alérgicas que podem ser causadas pela bifentrina.
                      - Considerar a administração de beta-agonistas ou corticoides sistêmicos para o
                      controle das reações asmáticas, principalmente em pacientes que tenham
                      predisposição ou histórico dessas.
                      - O tratamento de reações anafiláticas deve ser feito por meio de epinefrina
                      subcutânea, epinefrina intravenosa e suporte ventilatório.
                      - Tratar as dermatites de contato decorrentes da exposição cutânea aos piretroides
                      com corticoides tópicos.
                      - Em caso de sintomas de parestesia, avaliar a necessidade de aplicação de
                      vitamina E tópica (acetato de tocoferol) para amenizar os efeitos cutâneos.
                      - Em caso de desenvolvimento de acidose metabólica causado pela exposição oral
                      à bifentrina e redução significativa dos níveis séricos de bicarbonato, avaliar o
                      tratamento com infusão de bicarbonato de sódio.
                      - Avaliar a necessidade de administração de benzodiazepínicos para o controle de
                      convulsões causadas pela bifentrina.
                      - Avaliar a necessidade de administração de broncodilatadores para o tratamento
                      de broncoespasmos.
Contraindicações      A indução do vômito e a realização de lavagem gástrica são contraindicadas em
                      casos de intoxicação por hidrocarbonetos aromáticos devido ao aumento do risco
                      de aspiração e consequente desenvolvimento de pneumonite química.
                      A administração de carvão ativado é contraindicada em casos de intoxicação por
                      hidrocarbonetos aromáticos, pois ele não adsorve hidrocarbonetos e aumenta a
                      probabilidade de vômito e aspiração.
Efeitos das
interações químicas   Não são conhecidos.
ATENÇÃO               Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                      tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-7226001. Rede Nacional de
                      Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
                      As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
                      Agravos de Notificação Compulsória.
                      Notifique o caso no sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
                      Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                      Telefone de Emergência da Empresa: 0800-3435450 e (34) 3319-3019 (24
                      horas).
                      Endereço eletrônico da empresa: www.fmcagricola.com.br

 Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
 “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

 EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

 Efeitos agudos:
 DL50 oral em ratos: 750 mg/kg p.c. (546,12 - 953,88 mg/kg p.c.)
 DL50 dérmica em ratos: >4000 mg/kg p.c.
 CL50 inalatória em ratos (120 minutos): não determinada nas condições do teste (>1200 mg/kg/L).
 Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos produziu eritema e
 edema nos 3 animais avaliados. Todos os sinais de irritação foram revertidos em 14 dias após a
 aplicação. Nas condições de teste, o produto foi classificado como irritante moderado à pele.




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                                                                     Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                     1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                     13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                     + 55 19 2042 4500
                                                                     fmc.com
                                                                     fmcagricola.com.br


Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos produziu hiperemia,
quemose e secreção na conjuntiva nos olhos testados. Hiperemia e secreção na conjuntiva ainda foram
observados em um animal em 21 dias após a aplicação. Não foram observados efeitos na íris ou na
córnea dos animais. Nas condições do teste, o produto foi classificado como irritante ocular severo.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa
em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:
Bifentrina: estudos conduzidos in vitro e in vivo sugerem que a bifentrina não apresente potencial
genotóxico. Em estudos subcrônicos e crônicos, conduzidos em cães, camundongos e ratos, o principal
órgão-alvo foi o sistema nervoso, sendo os tremores os principais efeitos observados. A bifentrina não
se apresentou carcinogênica para ratos. Também não foram observados efeitos teratogênicos nem
efeitos sob os parâmetros reprodutivos, considerados relacionados ao tratamento. Para todos os
efeitos, doses seguras de exposição a bifentrina foram estabelecidas.

Solvent Naphtha (Petroleum), Light Aromatic: o potencial carcinogênico de solventes contendo a nafta
foi investigado em estudos de exposição inalatória de 2 anos, e foram observados aumento na
incidência de tumores renais em ratos machos e aumento na incidência de tumores hepáticos em
camundongos fêmeas. Os tumores foram considerados sexo e espécie específicos e não foram
considerados relevantes para os seres humanos. Em estudos de toxicidade para a reprodução
conduzidos em ratos, não foram observados efeitos adversos sobre os parâmetros reprodutivos. Em
estudos de toxicidade ao desenvolvimento, pela via inalatória, não foram observados efeitos
teratogênicos. Foram observados potenciais efeitos adversos (redução do peso fetal e de ganho de
peso), mas somente em doses associadas à toxicidade materna (LOAEC 495 ppm).
Em estudos conduzidos em animais de experimentação, após exposição inalatória repetida à nafta
leve, foram observados aumento do tamanho do fígado e dos rins em altas doses, porém, sem
alterações histopatológicas. Em estudos subcrônicos (90 dias) com exposição pela via inalatória aos
isômeros do trimetilbenzeno, que constituem a nafta, demonstrou-se irritação das vias respiratórias em
ratos, sem efeitos sistêmicos.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em
humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Parestesia (sensação de coceira e queimação ou formigamento na pele), náusea, vômito, salivação,
irritação/dificuldade respiratória (dispneia), depressão do sistema nervoso central, tontura, fraqueza,
dor de cabeça, taquicardia e/ou cianose.

                     DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
    MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (Classe I).
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (Classe IV).

    •   Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
    •   Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos/peixes);




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                                                                     Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                     1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                     13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                     + 55 19 2042 4500
                                                                     fmc.com
                                                                     fmcagricola.com.br


    •   Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos.
        Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
    •   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
    •   Não utilize equipamento com vazamentos.
    •   Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
    •   Aplique somente as doses recomendadas.
    •   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
        Evite a contaminação da água.
    •   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
        solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

    •   Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
    •   O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
        rações ou outros materiais.
    •   A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
    •   O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
    •   Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
    •   Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
    •   Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas
        ou para o recolhimento de produtos vazados.
    •   Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
        Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
    •   Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

    •   Isole e sinalize a área contaminada.
    •   Contate as autoridades locais competentes e a empresa FMC Química do Brasil Ltda.
    •   Telefone de emergência da empresa: 0800-3435450 ou (34) 3319-3019.
    •   Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
        borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
    •   Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
        drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser
mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução
e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.




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                                                                 Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                 1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                 13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                 + 55 19 2042 4500
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4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (Lavagem manual):

Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:

     • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
       na posição vertical durante 30 segundos;
     • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
     • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
     • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
     • Faça essa operação três vezes;
     • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:

     •   Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
     •   Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
     •   Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
     •   A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
     •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:

     • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
       sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
     • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
       pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
       segundos;
     • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
     • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

     • Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
       armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
       embalagens não lavadas.




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                                                                    1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                    13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                    + 55 19 2042 4500
                                                                    fmc.com
                                                                    fmcagricola.com.br


      • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
        efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
        próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

      • No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
        com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
        na nota fiscal, emitida no ato da compra.
      • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
        prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
        do prazo de validade.
      • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
        mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

      • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
        medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
    • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
    em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
    são guardadas as embalagens cheias.
    • Use luvas no manuseio dessa embalagem.
    • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
    existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

      • No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
      com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
      na nota fiscal, emitida no ato da compra.
      • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
      prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término
      do prazo de validade.
      • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
      mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

      • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
      medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA




                                                                                           Página 17 de 18
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                                                                  FMC Química do Brasil Ltda.
                                                                  Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                  1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                  13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                  + 55 19 2042 4500
                                                                  fmc.com
                                                                  fmcagricola.com.br


      • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
        efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio
        local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
    • É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
      adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
      comercial.

TRANSPORTE
    • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
      medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
     • A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode
       ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos
       órgãos competentes.
     • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
       VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
     • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
       DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
     • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
       causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
       pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

      • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
        registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
      • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
        operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
        ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

      • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
        específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
        pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.


6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:

      • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.



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