Proof
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Herbicida
Atrazina (triazina) (500 g/L)

Informações

Número de Registro
2999
Marca Comercial
Proof
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Atrazina (triazina) (500 g/L)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Seletivo de ação sistêmica
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Cana-de-açúcar
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Hyptis lophanta
catirina; cheirosa (1); fazendeiro (3)
Cana-de-açúcar
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Cana-de-açúcar
Indigofera hirsuta
anil (1); anil-roxo; anileira (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cana-de-açúcar
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Milho
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Milho
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Milho
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Milho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Hyptis lophanta
catirina; cheirosa (1); fazendeiro (3)
Milho
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Milho
Indigofera hirsuta
anil (1); anil-roxo; anileira (1)
Milho
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Milho
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Milho
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Milho
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Sorgo
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Sorgo
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Sorgo
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Sorgo
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Sorgo
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Sorgo
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Sorgo
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Sorgo
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Sorgo
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Sorgo
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Sorgo
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Sorgo
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Sorgo
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Sorgo
Hyptis lophanta
catirina; cheirosa (1); fazendeiro (3)
Sorgo
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Sorgo
Indigofera hirsuta
anil (1); anil-roxo; anileira (1)
Sorgo
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Sorgo
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Sorgo
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Sorgo
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Sorgo
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Sorgo
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Sorgo
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Sorgo
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)

Conteúdo da Bula

                                    PROOF
                                                                                                    Bula Completa – 12.08.2024



                                                                                        Logomarca do produto




                                                      PROOF®
             Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 02999

COMPOSIÇÃO:
6-chloro-N2-ethyl-N4-isopropyl-1,3,5-triazine-2,4-diamine (ATRAZINA)............500g/L (50% m/v)
Outros ingredientes: .......................................................................................... 600g/L (60% m/v)

               GRUPO                                          C1                                  HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: HERBICIDA SELETIVO E SISTÊMICO
GRUPO QUÍMICO: TRIAZINA
TIPO DE FORMULAÇÃO: SUSPENSÃO CONCENTRADA (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º
andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11)
5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:

ATRAZIN TÉCNICO – Registro MAPA n° 00998388:
Syngenta Crop Protection, LLC - Highway 75, River Road, ST. Gabriel, Louisiana, 70776 – EUA.
Hebei Shanli Chemical Co, Ltd - Eighteenth Team, Zhongjie Farm 061108 – Cangzhou City –
Hebei Province – China.

ATRAZINA TÉCNICA CIBA-GEIGY – Registro MAPA nº 0178500:
Syngenta Crop Protection, LLC. - Highway 75, River Road, ST. Gabriel, Louisiana, 70776 – EUA.
Anhui Zhongshan Chemical Industry Co. Ltd - Xiangyu Town Chemical Industry Park Dongzhi
County - Anhui Province, 247260, China.
Hebei Shanli Chemical Co, Ltd - Eighteenth Team, Zhongjie Farm 061108 – Cangzhou City –
Hebei Province – China.

ATRAZINE TECH OXON – Registro MAPA n° TC01321:
Sipcam Oxon S.P.A. - Strada Provinciale per Torre Beretti, Km 2,6 27030 - Mezzana Bigli - Pavia
- Itália.
Hebei Shanli Chemical Co., Ltd. - Eighteenth Team, Zhongjie Farm 061108 – Cangzhou City –
Hebei Province – China

FORWARD ATRAZINE TÉCNICO – Registro MAPA n° TC07122:
Hebei Shanli Chemical Co., LTD. - Eighteenth Team, Zhongjie Farm 061108 – Cangzhou City –
Hebei Province – China

FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km 127,5,
Bairro Santa Terezinha - CEP: 13148-915- Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Cadastro na
SAA/CDA/SP sob nº 453.

                                                                                                                               1
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                                                                                 Bula Completa – 12.08.2024


  Syngenta Crop Protection, LLC. - Highway 75, River Road, ST. Gabriel, Louisiana, 70776 – EUA.
  Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Avenida Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP:
  18087-170 - Sorocaba/SP - CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 008.
  Ouro Fino Química S.A. – Avenida Filomena Cartafina, 22335, Quadra 14, Lote 5 - Distrito
  Industrial III - CEP: 38044-750 – Uberaba/MG – CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Cadastro no IMA/MG
  sob nº 8.764.
  Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Uberaba/MG – CNPJ: 23.361.306/0001-79 –
  Cadastro no IMA/MG sob n°2.972.
  Tagma Brasil Indústria e Comércio de Prods. Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsen, 1459 -
  Paulínia/SP – CNPJ: 03.855.423/0001- 81 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 477.
  Adama Brasil S/A. - Rua Pedro Antonio de Souza, 400, Pq. Rui Barbosa – Londrina/PR - CEP:
  86031-610 – CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no ADAPAR/PR sob nº 003263.
  Syngenta S.A. - Carretera Via Mamonal km 6 - Cartagena-Colômbia


  “O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.



                      No do Lote ou da Partida:
                        Data de Fabricação:              VIDE EMBALAGEM
                        Data de Vencimento:


   ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                         CONSERVE-OS EM SEU PODER.
  É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
              É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                        AGITE ANTES DE USAR
  Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme previsto no
                           Art. 4° do Decreto n° 7.212, de 15 de junho de 2010)

  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
                               DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO
                     MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




  Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C




                                                                                                          2
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                                                                              Bula Completa – 12.08.2024


    INSTRUÇÕES DE USO:
    PROOF é um herbicida seletivo, recomendado para o controle de plantas infestantes, na pré
    e pós-emergência precoce a inicial, nas culturas de milho, cana-de-açúcar e sorgo.

    Cultura de milho: Nos cultivos de híbridos duplos comerciais e variedades, nos sistemas de
    plantio convencional e plantio direto.

    Cultura da cana-de-açúcar: Nos plantios de variedades comerciais e nos campos de
    multiplicação de variedades.

    Cultura do sorgo: Nos cultivos de variedades comerciais.
    - Aplicações   na Pré-emergência das plantas infestantes:
                                                                     ÉPOCA E         NÚMERO            VOLUME
                                                      DOSES
   CULTURAS              PLANTAS DANINHAS                         INTERVALO DE          DE            DE CALDA
                                                       (L/ha)
                                                                    APLICAÇÃO       APLICAÇÃO           (L/ha)
                    Trapoeraba
                    (Commelina benghalensis)
                    Capim-pé-de-galinha
                    (Eleusine indica)
                    Erva-quente
                    (Spermacoce latifola)
                    Carrapicho-de-carneiro
                    (Acanthospermum hispidum)
                    Mentrasto
                    (Ageratum conyzoides)
                    Apaga-fogo
                    (Alternanthera tenella)
                    Caruru, caruru-roxo
                    (Amaranthus hybridus)
                    Caruru, caruru-de-mancha
                    (Amaranthus viridis)
                    Picão-preto
                    (Bidens pilosa)
                    Falsa-serralha
                    (Emilia sonchifolia)
                    Amendoim-bravo, leiteira
                                                                                                       Terrestre:
                    (Euphorbia heterophylla)
CANA-DE- AÇÚCAR                                       4,0 - 5,0   Pré-emergência    Realizar uma       150 - 400
                    Picão-branco, fazendeiro
MILHO                                                               das plantas     (1) aplicação
                    (Galinsoga parviflora)
SORGO                                                                daninhas         por ciclo            Aérea:
                    Cheirosa, hortelã                                                                      40 - 50
                    (Hyptis lophanta)
                    Cheirosa, salva-limão
                    (Hyptis suaveolens)
                    Anileira, anileira-do-pasto
                    (Indigofera hirsuta)
                    Corda-de-viola, corriola
                    (Ipomoea aristolochiaefolia) ou
                    (Ipomoea purpúrea)
                    Joá-de-capote, balão
                    (Nicandra physaloides)
                    Beldroega
                    (Portulaca oleracea)
                    Nabo-bravo, nabiça
                    (Raphanus raphanistrum)
                    Guanxuma, mata-pasto
                    (Sida rhombifolia)
                    Desmodio, carrapicho-beiço-de-
                    boi
                    (Desmodium tortuosum)
                    Poaia-branca, poaia
                    (Richardia brasiliensis)

                                                                                                       3
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                                                                                           Bula Completa – 12.08.2024


 Para a cultura do sorgo, em pré-emergência, não é recomendado o uso do produto em solos arenosos. No controle das ervas
 daninhas: capim-pé-de-galinha, trapoeraba, amendoim-bravo, corda-de-viola e nileira, aplicar sempre na maior dose.
      Aplicações na Pós-emergência das plantas infestantes:

                                                                            ÉPOCA E                                VOLUME
                                                                                               NÚMERO
                     PLANTAS                                  DOSES       INTERVALO                                    DE
CULTURAS                                       ESTÁDIO                                            DE
                     DANINHAS                                  (L/ha)         DE                                    CALDA
                                                                                              APLICAÇÃO
                                                                          APLICAÇÃO                                  (L/ha)
               Capim-marmelada, capim-
               papuã                           1 a 3 folhas
               (Brachiaria plantaginea)¹
               Trapoeraba
               (Commelina benghalensis)
               Carrapicho-de-carneiro
               (Acanthospermum
               hispidum)
               Apaga-fogo
               (Alternanthera tenella)
               Caruru, caruru-roxo
               (Amaranthus hybridus)
               Caruru, caruru-de-mancha
               (Amaranthus viridis)
               Picão-preto
               (Bidens pilosa)
               Picão-branco, fazendeiro
               (Galinsoga parviflora)
               Amendoim-bravo, leiteira
                                                                                                                    Terrestre:
 CANA-DE-      (Euphorbia heterophylla)
                                                                          Pós-emergência     Realizar uma (1)       150 - 400
 AÇÚCAR        Cheirosa, hortelã
                                                              4,0 a 5,0     das plantas       aplicação por
   MILHO       (Hyptis lophanta)
                                                                             daninhas              ciclo                Aérea:
  SORGO²       Cheirosa, salva-limão           2 a 4 folhas
                                                                                                                        40 - 50
               (Hyptis suaveolens)
               Anileira, anileira-do-pasto
               (Indigofera hirsuta)
               Corda-de-viola, corriola
               (Ipomoea
               aristolochiaefolia)
               Joá-de-capote, balão
               (Nicandra physaloides)
               Beldroega
               (Portulaca oleracea)
               Nabo-bravo, nabiça
               (Raphanus raphanistrum)
               Guanxuma, mata-pasto
               (Sida rhombifolia)
               Desmodio,         carrapicho-
               beiço-de-boi
               (Desmodium tortuosum)
               Poaia-branca, poaia
               (Richardia brasiliensis)
      Obs.: Cada litro contém 500 g de Atrazina.
      ¹ No controle de capim marmelada, aplicar sempre a 5 L/ha adicionado de óleo mineral ou óleo vegetal,
      nas doses recomendadas pelo fabricante.
      ² NA CULTURA DO SORGO, NÃO RECOMENDAR NO SOLO ARENOSO, NA PRÉ-EMERGÊNCIA.
      No controle das ervas daninhas: capim-pé-de-galinha, trapoeraba, amendoim-bravo, corda-de-viola e
      anileira, aplicar sempre na maior dose.




                                                                                                                    4
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                                                                       Bula Completa – 12.08.2024


Número, Época e Intervalo de Aplicação:

- Aplicações na Pré-emergência das plantas infestantes:

Cultura: CANA-DE-AÇÚCAR.
Plantas Infestantes: TODOS OS ALVOS.
NÚMERO: Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os
parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às
necessidades da cultura. ÉPOCA: Aplicar o PROOF, na pré-emergência, através de
tratamento em área total, na cana-planta, após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o
corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca.

Cultura: MILHO.
Plantas Infestantes: TODOS OS ALVOS.
NÚMERO: Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os
parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às
necessidades da cultura. ÉPOCA: Aplicar logo após o plantio na pré-emergência total,
através de tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo
do sulco de plantio. Neste caso poderá ser aplicado com auxílio de pulverizador costal ou
com equipamento tratorizado, através do sistema 3 em 1, no qual em uma operação se
aduba, planta e aplica o herbicida.
O controle das invasoras nas entrelinhas do milho deverá ser feito com o cultivo mecânico ou
com herbicidas pós-emergentes, em aplicação dirigida.

Cultura: SORGO.
Plantas Infestantes: TODOS OS ALVOS.
NÚMERO: Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os
parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às
necessidades da cultura. ÉPOCA: Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área
total, logo após o plantio do sorgo, somente nos solos de textura média e pesada.
Não aplicar na pré-emergência da cultura do sorgo nos solos arenosos.

- Aplicações na Pós-emergência das plantas infestantes:

Cultura: CANA-DE-AÇÚCAR.
Plantas Infestantes: TODOS OS ALVOS.
NÚMERO: Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os
parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às
necessidades da cultura. ÉPOCA: Aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta
e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e invasoras
indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento.

Cultura: MILHO.
Plantas Infestantes: TODOS OS ALVOS.
NÚMERO: Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os
parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às
necessidades da cultura. ÉPOCA: Aplicar o PROOF, através de tratamento em área total,
após a germinação da cultura, observando-se as espécies indicadas e os respectivos
estádios de desenvolvimento recomendados.
OBS.: Esta modalidade de aplicação é particularmente recomendada para o milho nas
infestações predominantes de folhas largas ou capim marmelada.

Cultura: SORGO.
Plantas Infestantes: TODOS OS ALVOS.
                                                                                                5
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                                                                        Bula Completa – 12.08.2024


NÚMERO: Desde que aplicado nas condições adequadas, em observância com os
parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às
necessidades da cultura. ÉPOCA: Aplicar através de tratamento em área total com o sorgo
germinado e porte aproximado de 15 cm e as invasoras indicadas nos respectivos estádios
de desenvolvimento observados na tabela de "recomendações de uso".
Esta modalidade de aplicação pós-emergente em sorgo é particularmente recomendada nos
solos de textura arenosa.

MODO DE APLICAÇÃO:
PROOF deve ser aplicado na forma de pulverização, com auxílio de pulverizadores terrestres,
convencionais (costais, tratorizados), aviões ou helicópteros.

Modo de ação / Áreas de utilização / Objetivos dos tratamentos:
PROOF caracteriza-se pela sua ação específica sobre as espécies de folhas largas anuais,
destacando-se dentre elas algumas espécies de difícil controle na pré-emergência.
Sua ação graminicida é moderada, excetuando-se para algumas espécies.
O ingrediente ativo ATRAZINA é absorvido pelas plantas através das raízes (após a
germinação) e se transloca, via xilema, até as folhas onde provoca a inibição da fotossíntese,
cujos sintomas se manifestam através da clorose, necrose e morte das invasoras.
Quando o produto é aplicado na pós-emergência das invasoras é absorvido através das
folhas, onde penetra rapidamente, neste caso atua por contato, e praticamente não sofre
nenhuma movimentação.

Áreas de utilização:
PROOF é recomendado para utilização nas seguintes situações e tipos de infestação:

a) Como tratamento básico na pré-emergência, logo após o plantio:
- Nas infestações exclusivas de folhas largas;
- Nas infestações predominantes de folhas largas e presença de gramíneas sensíveis.
b) Como tratamento complementar ou sequencial, na pós-emergência precoce a inicial das
invasoras:
- Nas infestações predominantes de folhas largas e/ou capim-marmelada.

FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PRÉ-EMERGÊNCIA:

Preparo do solo:
a) Culturas de milho, cana-de-açúcar e sorgo:
O solo deve estar bem preparado, livre de torrões e restos de culturas, condições estas ideais
para aplicação do herbicida.
b) Sistema de plantio direto:
Aplicar o PROOF somente após a operação de manejo, visando a completa dessecação das
plantas infestantes.

Umidade do solo:
O solo deve estar úmido, durante a aplicação do PROOF. Não aplicar o herbicida com o solo
seco, pois seu funcionamento poderá ser comprometido.

Nas regiões que se caracterizam pelo inverno seco, sua utilização deve ser iniciada após a
normalização do regime de chuvas e se deve evitar aplicações nos plantios precoces das
culturas, com o solo na fase de reposição hídrica. O pleno funcionamento do produto poderá
ser comprometido, na eventual falta de chuvas após a aplicação.

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                                                                     Bula Completa – 12.08.2024


A ocorrência de chuvas normais, após a aplicação ou a irrigação da área tratada, promove a
rápida incorporação do produto na camada superficial, favorecendo sua pronta atividade.

Vento:
Evitar aplicações com ventos superiores a 10 km/h.

FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PÓS-EMERGÊNCIA:

Plantas infestantes e o seu estádio de controle:
Para assegurar pleno controle das invasoras na pós-emergência, deve-se observar
rigorosamente as espécies recomendadas e os respectivos estádios de desenvolvimento
indicados.
Influência de fatores ambientais:
- Umidade do ar:
Aplicar o PROOF com umidade do ar (umidade relativa) superior a 60%.
- Horário de aplicação:
Recomenda-se aplicar de preferência pela manhã até às 10:00 horas ou à tarde, a partir das
16:00 horas quando as condições climáticas são as mais favoráveis para atividade pós-
emergente, principalmente pela maior umidade relativa (UR) do ar.
- Orvalho/chuvas:
Evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação da chuva ou orvalho
muito forte.
- Umidade do solo:
O solo deve estar úmido, durante a aplicação. Não aplicar PROOF com solo seco,
principalmente se antecedeu um período de estiagem prolongado que predispõe as plantas
infestantes ao estado de estresse por deficiência hídrica, comprometendo o controle.

Preparo da Calda:
Para o preparo da calda para a pulverização, despejar a quantidade pré-determinada do
produto, diretamente no tanque do pulverizador, parcialmente cheio, em seguida, completar
o volume com o sistema de agitação em funcionamento.

Uso de adjuvantes/espalhantes nas aplicações pós-emergentes:
A maior eficiência, no controle pós-emergente das invasoras com PROOF, é obtida com
adição de espalhantes adesivos não iônicos (Extravon) ou óleos minerais ou óleos vegetais,
nas doses indicadas pelos respectivos fabricantes.

a) Quando da adição de óleos minerais e óleos vegetais, no preparo da calda, proceder da
seguinte forma:
• Colocar água até 3/4 da capacidade do tanque.
• Acionar a agitação do pulverizador.
• Adicionar o óleo na quantidade recomendada.
• Aguardar a completa homogeneização do óleo na calda.
• Adicionar a quantidade indicada do PROOF.
• Completar o tanque com água.

b) Quando da adição de espalhante adesivo, como Extravon ou similar, no preparo da calda,
este deve ser adicionado como último componente, com o tanque quase cheio e o sistema
de agitação em funcionamento.

Informações sobre os equipamentos de aplicação:
                                                                                              7
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                                                                      Bula Completa – 12.08.2024



Aplicações Terrestres:
Pode ser aplicado com equipamentos convencionais terrestres, pulverizadores costais,
manual ou pressurizado, e pulverizadores tratorizados, adaptados com barras, utilizando-se
bicos leques do tipo Teejet, 80.02, 80.03, 80.04, 110.02, 110.03, 110.04 ou similares, com
volume de calda variando de 150 a 400 L/ha.
Em se tratando de aplicação de herbicidas, a pressão de trabalho da bomba deve girar em
torno de 30-60 libras por polegada quadrada que produz gotas de tamanho médio a grande.
Nas regiões com ventos acentuados, entre 10 -14 km/h, as aplicações pré-emergentes
poderão ser feitas com uso de bicos anti-deriva do tipo "FULL JET", como o FL 5, FL 6.5 ou
FL 8, e com pressão de 20-25 libras por polegada quadrada.

Aplicação Aérea:
PROOF pode ser aplicado, também, através de aplicação aérea, com a utilização de aviões
ou helicópteros.

Parâmetros para o avião Ipanema:
• Bicos: 80.10, 80.15, 80.20;
• Volume de calda: 40-50 L/ha;
• Altura do voo: 3 a 4 metros;
• Temperatura ambiente: Até 27º C;
• Umidade do ar: Mínima de 55%;
• Velocidade do vento: Máxima de 10 km/h;
• Faixa de aplicação: 15 metros.
• Diâmetro das gotas:
      a) Pré-emergência das ervas: Maior que 400 micras;
       b) Pós-emergência das ervas: 200 a 400 micras.

OBS.: Nas operações com aeronaves, atender às Normas da Portaria 009 de 23.03.83 da
Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e do Abastecimento.

Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que
empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários.
Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

      CULTURA                                    DIAS
 CANA-DE-AÇÚCAR             Não determinado devido à modalidade de emprego.
 MILHO                      Não determinado devido à modalidade de emprego.
 SORGO                      Não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda
aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse
período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados
durante a aplicação.




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                                                                        Bula Completa – 12.08.2024


LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia
da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique,
antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas
tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no
Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou
importador.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área
de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca
aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de
aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas
Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em
locais de declive e o plantio direto.

Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Dentro das doses e nas condições indicadas para aplicação, PROOF é seguro para as
culturas recomendadas.

Milho e cana-de-açúcar:
PROOF é altamente seletivo às culturas de milho e cana-de-açúcar, em qualquer estádio de
desenvolvimento. A seletividade do produto ocorre através de mecanismos fisiológicos,
particularmente as plantas de milho conseguem metabolizar a ATRAZINA em compostos não
tóxicos após sua absorção.

Sorgo:
PROOF é seguro à cultura do sorgo através da seletividade por posição, particularmente nos
solos de textura média à pesada, devido à maior adsorção pelos coloides. Não aplicar em
solos arenosos.
Porém, no solo arenoso, devido à menor adsorção, o produto está sujeito a maior lixiviação
no seu perfil, principalmente na ocorrência de chuvas contínuas após a aplicação. O seu
contato com as plântulas na fase inicial de germinação (absorção radicular) poderá provocar
fitotoxicidade com manifestações de clorose, necrose até a morte das plantas.

PROOF não deve ser aplicado em solos mal preparados com torrões ou em solo seco.

PROOF não deve ser recomendado para aplicação nas infestações predominantes de
gramíneas como Capim-colchão, Capim-carrapicho, tanto em pré como na pós-emergência.
Antes de aplicar nas linhagens de milho, deve-se efetuar testes de sensibilidade.
No sorgo, não aplicar na pré-emergência da cultura nos solos de textura arenosa.
No sistema de plantio direto, não aplicar em áreas mal dessecadas (manejo inadequado).
Nos tratamentos pós-emergentes, evitar aplicações nas horas quentes do dia, com umidade
do ar inferior a 60% e plantas daninhas em estresse hídrico.
A ocorrência de chuvas normais nas 2 primeiras semanas após a aplicação é benéfica para
o bom funcionamento do produto, porém precipitações excessivas nesse período poderão
comprometer a atividade residual do herbicida.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

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                                                                         Bula Completa – 12.08.2024


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
   • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle
      do mesmo alvo, quando apropriado.
   • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as Boas Práticas
      Agrícolas.
   • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
      produto.
   • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
      estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de
      herbicidas.
   • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
      consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
      (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
      Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e
      Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

           GRUPO                              C1                         HERBICIDA

O produto herbicida PROOF é composto por atrazina, que apresenta mecanismo de ação de
inibição da fotossíntese, pertencente ao Grupo C1, segundo classificação internacional do
HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS:
  • Produto para uso exclusivamente agrícola.
  • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
                                                                                                10
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                                                                      Bula Completa – 12.08.2024


   •   Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
   •   Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais
       e pessoas.
   •   Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual
       (EPI) recomendados.
   •   Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
       orifícios e válvulas com a boca.
   •   Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos
       ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
       fabricante.
   •   Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência
       de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas
       específicas de um profissional habilitado.
   •   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
       em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
   •   Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
       trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
   •   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
       seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças
       compridas; botas de borracha; avental impermeável; óculos de segurança com
       proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
   •   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
       com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
  • Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento
     hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental
     impermeável; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas proteção
     para produtos químicos.
  • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
     Proteção Individual (EPI) recomendados.
  • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de
medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
     segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
  • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
     em que estiver sendo aplicado o produto.
  • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
     respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
  • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir
     que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
  • Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): com tratamento hidrorrepelente
     com mangas e calças compridas; botas de borracha; óculos de segurança com
     proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.



                                                                                             11
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                                                                    Bula Completa – 12.08.2024


Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA”
     e manter os avisos até o final do período de reentrada.
  • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
     tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
     Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
     aplicação.
  • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em
     áreas tratadas logo após a aplicação.
  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
     segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
  • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
     ainda vestidas para evitar contaminação.
  • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
     original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
  • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
  • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
     demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
  • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos
     de aplicação.
  • Não reutilizar a embalagem vazia.
  • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
     Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas,
     óculos, equipamento de proteção respiratória, touca árabe, avental impermeável e
     luvas.
  • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
     seguinte ordem: Touca árabe, óculos, botas de borracha, macacão e luvas.
  • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
     devidamente protegida

Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.




                                        PERIGO               Tóxico se inalado




                                                                                           12
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                                                                         Bula Completa – 12.08.2024


PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência
levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato,
deve-se retirá-la.

Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio,
anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo
menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.


                              INTOXICAÇÕES POR PROOF®
                                INFORMAÇÕES MÉDICAS

 Grupo químico            Atrazina: Triazina
 Vias de exposição        Oral, inalatória, ocular e dérmica.
 Classe
                          Categoria 5: Produto improvável de causar dano agudo
 toxicológica
 Toxicocinética           Atrazina: A absorção de atrazina foi rápida quando administrada
                          a ratos por via oral (88%), sendo os níveis mais altos detectados
                          nos eritrócitos (1,6%) e fígado (0,6%). A atrazina é metabolizada
                          a seus derivados mono e dialquilados, em humanos e animais, por
                          duas vias principais: 1) desalquilação dos grupos etila e isopropila
                          da cadeia lateral; e 2) descloração através da conjugação com
                          glutationa. Sua eliminação principal é através da urina (73%),
                          possuindo meia vida de 31,3 horas em ratos e 11,5 horas em
                          humanos. A eliminação segue uma cinética de primeira ordem a
                          partir de dois compartimentos; o segundo sendo representado por
                          ligação covalente da atrazina com moléculas da hemoglobina de
                          ratos, esta ligação prolonga a meia-vida da substância e é
                          considerada rato-específica e não relevante para humanos.
 Toxicodinâmica           Atrazina: Atrazina é translocada predominantemente por meio do
                          sistema apoplástico (xilema) e atua como inibidor do fotossistema
                          II. Ela se liga ao sítio QB localizado na proteína D1 dos
                          cloroplastos, causando o bloqueio do transporte de elétrons e a
                          paralisação da produção de NADPH e ATP. Como consequência,
                          há a interrupção da fixação de carbono e peroxidação dos lipídios.
                          As plantas tratadas apresentam clorose foliar e têm o seu
                          crescimento inibido. Esta via metabólica não existe em mamíferos,
                          sendo seu modo de ação pouco relevante para seres humanos.
 Sintomas e sinais        Atrazina: Não há na literatura dados de intoxicação por atrazina
 clínicos                 em humanos.
                                                                                                13
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                                                            Bula Completa – 12.08.2024



              As informações detalhadas a seguir foram obtidas de estudos
              agudos com animais de experimentação tratados com a
              formulação à base de atrazina, PROOF®:

              Exposição Oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos
              (Up and Down procedure), um animal foi inicialmente exposto a
              um teste limite na dose de 2.000 mg/kg p.c. e não foi observado
              mortalidade ou quaisquer sinais clínicos de toxicidade sistêmica.
              Um teste principal foi conduzido com mais quatro animais
              submetidos à mesma dose de 2.000 mg/kg p.c. Não foi observado
              mortalidade nem quaisquer sinais clínicos de toxicidade sistêmica
              em nenhum dos animais expostos.

              Exposição Inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória
              em ratos, não foi observada mortalidade entre os ratos expostos
              à concentração de 0,543 mg/L. Durante a exposição à substância
              teste foi observado dispneia leve em 4 animais e taquipneia leve
              em 1 animal. Nas 4 horas posteriores à exposição, foi observado
              dispneia leve em 4 animais e taquipneia em 1animal. No período
              de 14 dias subsequentes, não foram observados sinais clínicos de
              toxicidade entre os animais expostos.

              Exposição Cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica em
              ratos, não foi observada mortalidade entre os ratos expostos às
              doses de 500, 1.000, 2.000 e 4.000 mg/kg. Os sinais clínicos
              observados foram piloereção e apatia, reversíveis após 12 horas
              do período de observação. Em estudo de irritação cutânea
              realizado em coelhos, nenhum animal apresentou sinais de
              irritação na pele, portanto o produto não foi considerado irritante
              para a pele de coelhos. O produto não foi considerado
              sensibilizante dérmico em cobaias pelo teste de Buehler.

              Exposição Ocular: Em estudo de irritação ocular realizado em
              coelhos, os animais apresentaram efeitos conjuntivais que
              consistiram em hiperemia, irite, quemose e secreção. Os sinais
              foram revertidos para todos os animais em até 72 horas de estudo.
              O produto não foi considerado irritante ocular.

              Exposição Crônica: O ingrediente ativo não foi considerado
              mutagênico, teratogênico ou carcinogênico para seres humanos.
              À luz dos conhecimentos atuais, não é considerado desregulador
              endócrino e não interfere com a reprodução. Vide item “efeitos
              crônicos” a seguir.
Diagnóstico   O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de
              exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos
              compatíveis. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de
              intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.




                                                                                   14
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                                                            Bula Completa – 12.08.2024


Tratamento   Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de
             acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
             Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório.

             Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão
             sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e
             temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção
             especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias
             cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.

             Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação
             para limitar a absorção e os efeitos locais.
             Exposição Oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades
             do produto proceder com:
             - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50
             g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano,
             diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para
             240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de
             uma hora após a ingestão.
             - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma
             grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora),
             porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível
             de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com
             a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
             lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
             ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do
             produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser
             evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
             Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente,
             vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de
             deglutição.
             Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro
             e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar
             atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se
             necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica.
             Exposição Dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
             descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades
             e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover
             a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente
             deve ser encaminhado para tratamento.
             Exposição Ocular: Se houver exposição ocular, irrigar
             abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no
             mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso
             a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
             encaminhar o paciente para tratamento específico.

             Antídoto: Não há antídoto específico.

             Cuidados para os prestadores de primeiros socorros:
             EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha
             ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de
             reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A
             pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente

                                                                                   15
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                                                                       Bula Completa – 12.08.2024


                         durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar
                         PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e
                         máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
 Contraindicações        A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial
                         de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito
                         espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em
                         posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar
                         aspiração do conteúdo gástrico.
 Efeitos das             Não foram relatados efeitos de interações químicas para atrazina
 interações químicas     em humanos.
                         Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
                            diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação:
                                                   0800 722 6001
                              Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
                                                    Toxicológica
                                              (RENACIAT/ANVISA/MS)
                          As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
                                  Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
 ATENÇÃO                  Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação
                                                    (SINAN/MS)
                            Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
                                                      (Notivisa)
                                Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304
                                                      (24 horas)
                             Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br
                                           Correio Eletrônico da Empresa:
                                        faleconosco.casa@syngenta.com

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
Vide quadro anterior, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: >2.000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 4.000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: > 0,543 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, nenhum
animal apresentou sinais de irritação na pele. O produto não foi considerado irritante para a
pele de coelhos.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos,
os animais apresentaram efeitos conjuntivais que consistiram em hiperemia, irite, quemose e
secreção. Os sinais foram revertidos para todos os animais em até 72 horas do estudo. O
produto não foi considerado irritante ocular.
Sensibilização cutânea em cobaias (teste de Buehler): O produto não foi considerado
sensibilizante dérmico.
Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as vias
respiratórias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética
bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:


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Atrazina: Estudos de carcinogenicidade em camundongos e ratos Fischer 344, machos e
fêmeas, não demonstraram o aparecimento de tumores. A observação de tumores mamários
e hipofisários ocorreu apenas em ratas fêmeas da linhagem Sprague-Dawley (NOAEL 0,5
mg/kg p.c); estudos mecanísticos ainda demonstraram a não-relevância de seu modo de
ação carcinogênico para humanos. A atrazina não foi mutagênica, clastogênica ou genotóxica
nos testes realizados. Estudos de toxicidade crônica em ratos e camundongos mostraram
redução no ganho de peso corpóreo, diminuição na contagem de eritrócitos e outros
parâmetros hematológicos (NOAEL ratos e camundongos: 3,5 e 30 mg/kg p.c/dia,
respectivamente). Em um estudo de duas gerações, doses acima de 37,5 mg/kg p.c/dia
resultaram na redução do peso corpóreo de adultos e dos filhotes da geração F2 (NOAEL
machos e fêmeas: 3,5 e 3,8 mg/kg p.c./dia, respectivamente). Dois estudos investigaram a
toxicidade do desenvolvimento em ratos. No primeiro, a maior dose de 100 mg/kg p.c./dia e
no segundo, as doses acima de 70 mg/kg p.c./dia, provocaram redução do consumo de ração
e do peso corpóreo. No segundo estudo, as ratas prenhes apresentaram ainda salivação,
secreção oral e nasal, ptose, inchaço abdominal e sangue na vulva (700 mg/kg p.c./dia). Os
efeitos fetais em ambos estudos foram atribuídos à toxicidade materna. No primeiro estudo,
a dose de 100 mg/kg p.c./dia provocou apenas pequenas alterações esqueléticas, sem
comprometimento dos parâmetros reprodutivos (NOAEL materno e fetal: 25 mg/kg p.c./dia);
no segundo, a dose de 700 mg/kg p.c./dia notadamente induziu diminuição do consumo
alimentar e do peso corpóreo e na dose de 70 mg/kg p.c./dia se observou ossificação
incompleta do crânio, dentes e patas (NOAEL materno e fetal: 10 mg/kg p.c./dia). A toxicidade
materna em coelhos expostos à 75 mg/kg p.c./dia (redução do consumo alimentar e do ganho
de peso corpóreo), resultou em aumento no número de reabsorções, diminuição no número
de implantes, diminuição do número de fetos viáveis, diminuição do peso corpóreo e atraso
na ossificação fetal (NOAEL materno e fetal: 5 mg/kg p.c./dia). Não foi detectada
teratogenicidade em nenhuma das espécies.


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE
• Este produto é:
     - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).

 X   -   MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

     -   Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).

     -   Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas).
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
  500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
  abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
  moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetíveis a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação Estadual e Municipal concernentes às
  atividades aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
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• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
  d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
  do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
  bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE
  CULTIVOS LTDA.
• Telefone de emergência: 0800 704 4304.
• Utilize o Equipamento de Proteção Individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas
  de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
  bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
     Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
     auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O
     produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo
     telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
     Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
     recolha esse material e coloque em recipiente lacrado devidamente identificado.
     Contate a empresa registrante conforme indicado.
     Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
     animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
     visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
     características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.
  Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ
  QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
   a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
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• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir
os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
  invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
  segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
  sob pressão, direcionando o jato de d’água para todas as paredes internas da embalagem,
  por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve
  ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
  embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
  efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no
  próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
  vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
  local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
  seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após
  o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
  prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
  medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:



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                                                                      Bula Completa – 12.08.2024


•   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
    efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
    próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde
  foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
  comercial.

TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
  medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
  poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
  pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
  VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO
  INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
  causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
  das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
  registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este
  tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados
  por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
    específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto
    de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.


6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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