Proline
Bayer S.A. - São Paulo/ SP
Fungicida
Protioconazol (Triazolinthione) (250 g/L)

Informações

Número de Registro
8708
Marca Comercial
Proline
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
Protioconazol (Triazolinthione) (250 g/L)
Titular de Registro
Bayer S.A. - São Paulo/ SP
Classe
Fungicida
Modo de Ação
sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides
Ramulose; Tombamento
Feijão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Feijão
Uromyces appendiculatus
Ferrugem
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Microsphaera diffusa
Oídio
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose

Conteúdo da Bula

                                    PROLINE®
                                  Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 08708.
COMPOSIÇÃO:
(RS)-2-[2-(1-chlorocyclopropyl)-3-(2-chlorophenyl)-2-hydroxypropyl]-2,4-dihydro1,2,4-triazole-3-thione
(PROTIOCONAZOL)........................................................................................................................250 g/L (25% m/v)
Ingredientes Inertes.......................................................................................................................757 g/L (75,7% m/v)

                           GRUPO                                                       G1                                               FUNGICIDA

CLASSE: Fungicida sistêmico do grupo triazolinthione.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável.

TITULAR DO REGISTRO (*):
Bayer S.A. - Rua Domingos Jorge, 1.100 - São Paulo/SP - CEP 04779-900 - CNPJ: 18.459.628/0001-15 Registrada na Secretaria de
Agricultura do Estado de São Paulo sob nº 663.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO.

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Proline Técnico - Registro MAPA N°08308 - Bayer AG – ChemPark 41538, Dormagen -
Alemanha / Bayer CropScience LP - 8400 Hawthorn Road - 64120 Kansas City - Missouri, Estados Unidos / Saltigo GmbH
Chempark Leverkusen 51369, Leverkusen – Alemanha. Protioconazol Técnico Hailir – Registro MAPA nº TC22322 - Shandong
Hailir Chemical Co., Ltd - Lingang Industrial Zone – Coastal Econ. Development Zone – Weifang, Shandong, China.

FORMULADOR: Bayer S.A. - Estrada da Boa Esperança, 650 – Bairro Bom Pastor, CEP: 26110-120 - Belford Roxo/RJ - CNPJ:
18.459.628/0033-00 - Número do cadastro no INEA - LO nº IN023132/ Sipcam Nichino Brasil S.A - Rua Igarapava, 599 - Distrito
Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Cadastro Estadual no IMA nº 2972/ FMC Química do
Brasil Ltda. - Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38001-970 - Uberaba/MG - CNPJ: 04.136.367/0005-11 -
Registro no Estado nº 210 - IMA/MG/ Iharabras S. A. Indústrias Químicas. - Av. Liberdade, 1701 - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP -
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Certificado expedido pela CDA/SP nº 008/SP/ Bayer AG – Chempark 41538, Dormagen / Alemanha /
Bayer S.A.S - 1 avenue Edouard Herriot, 69400, Villefranche-Limas-França / Bayer CropScience LP. - 8400 Hawthorn Road. P.O.Box
4913 - Kansas City - MO 64120 – USA./ Bayer S.A. - Camino de la Costa Brava s/n - 2800, B2008OFA - Zarate, Argentina.

                                          Lote, Data de Fabricação, Data de Vencimento: Vide embalagem.

      ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
                                                            PODER.
               É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                                É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                                                   AGITE ANTES DE USAR.
                                                          IRRITANTE.
                                                    CONTEÚDO: Vide rótulo.
                 Indústria Brasileira (Dispor esta frase quando houver processo fabril em território nacional).




                     CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO.
                              CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                                       III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE.




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INSTRUÇÕES DE USO:
Proline é um fungicida sistêmico utilizado no controle de doenças nas culturas de algodão feijão e soja, conforme
descrito abaixo:

   Culturas                                  Doenças                                            Doses
                                                                                         Litros
                        Nome comum                               Nome científico                        Gramas i.a./ha
                                                                                        p.c. / ha
                                                         Colletotrichum gossypii var.
   Algodão                  Ramulose                                                    0,4 – 0,5         100 - 125
                                                              cephalosporioides

     Feijão                Antracnose                  Colletotrichum lindemuthianum      0,4                100

                            Ferrugem                      Uromyces appendiculatus         0,4                100

                       Mancha-angular                      Phaeoisariopsis griseola       0,4                100

                      Crestamento-foliar                       Cercospora kikuchii        0,3                75

      Soja                 Septoriose                           Septoria glycines         0,3                75

                   Oídio                                  Microsphaera diffusa            0,2                50
p.c = Produto comercial                         i.a = Ingrediente ativo

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Na cultura do algodão, iniciar o controle de forma preventiva no final da fase vegetativa da cultura ou na
ocorrência dos primeiros sintomas de ramulose. Repetir a aplicação a cada 12 – 15 dias, utilizando o menor
intervalo em condições climáticas e de infecção muito favoráveis ao fungo. Realizar no máximo 3 aplicações.

Na cultura do feijão, para o controle de antracnose, mancha-angular e ferrugem, fazer 3 aplicações, iniciando
preventivamente (antes do aparecimento dos primeiros sintomas): a primeira aplicação deve ser feita a partir da
fase de botões florais com 35 – 40 dias após a emergência da cultura, e a partir daí, com intervalos de 15 dias,
deve-se repetir a segunda e terceira aplicações. Em caso de variedades de feijão com ciclo mais longo ou da
necessidade de aplicações na fase vegetativa ou no final da fase reprodutiva da cultura, não utilizar Proline e
aplicar fungicidas não pertencentes à classe dos triazóis. Realizar no máximo 5 aplicações durante o ciclo da
cultura.

Na cultura da soja, para o controle em conjunto do crestamento-foliar e septoriose, realizar 2 aplicações
preventivas, ambas na fase reprodutiva da cultura, sendo a primeira nos estádios R2/R3 (com a presença de
flores e pequenas vagens “canivetinho” nas plantas) e a segunda no estádio R5.1 (início de formação de grãos).
Para o controle de oídio, fazer única aplicação quando o nível de infecção atingir, no máximo, 20% da área foliar
da planta. Realizar no máximo 2 aplicações.

MODO DE APLICAÇÃO:
A dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada                 na forma de pulverização terrestre com
pulverizadores tratorizados com barra. Os equipamentos devem ser dotados com bicos de jato cônico vazio da
série “D” ou similar, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micra,
e densidade acima de 200 gotas / cm². Em algodão, feijão e soja recomenda-se o volume de calda de 200 - 300
L/ha. Para pulverização com aeronaves agrícolas nas culturas do algodão, feijão e soja, utilizar barras equipadas
com bicos de jato cônico vazio da série “D” ou similar, com a combinação adequada de difusor (core), que
permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 80 gotas / cm². Recomenda-se o volume de 30 –
40 L/ha de calda, altura de vôo de 2-3 m do alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 m.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão e Soja ........................................30 dias.
Feijão........................................................14 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes de 7 dias. Caso necessite entrar antes desse período,
utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
- O produto não é fitotóxico para as culturas de algodão, feijão e soja nas doses e condições recomendadas.
- A Bayer não possui dados técnicos que suportem a aplicação deste produto via aeronaves remotamente
pilotadas (drones).

Outras restrições a serem observadas:
Não há.



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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Para as culturas que, durante o ciclo, exigem um elevado número de aplicações, recomenda-se :
- realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, visando prevenir o aparecimento de fungos
resistentes e prolongar a vida útil dos fungicidas na agricultura; utilizar o fungicida somente na época, na dose e
nos intervalos de aplicação recomendados na bula;
- incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro
do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados
- consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações locais para o manejo de
resistência.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura,
adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

                           DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA


ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
•  Produto para uso exclusivamente agrícola.
•  O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
•  Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•  Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
•  Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
•  Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
   boca.
•  Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
   especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
•  Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
   criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
•  Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
   socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
•  Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
   alcance de crianças e animais.
•  Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
   macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
•  Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
   de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
•  Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com
   mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas


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    de borracha com meias, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P1, óculos de segurança
    com proteção lateral e luvas resistentes a produtos químicos.
•   Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
    recomendados.
•   Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
•  Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
•  Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
   tempo entre a última aplicação e a colheita).
•  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
   aplicado o produto.
•  Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
   melhores condições climáticas para cada região.
•  Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
   também entrem em contato, com a névoa do produto.
•  Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com
   mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas
   de borracha com meias, máscara com filtro mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral,
   touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•  Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até
   o final do período de reentrada.
•  Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
   antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados para o uso durante a aplicação.
•  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
•  Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
   tempo entre a última aplicação e a colheita).
•  Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
   contaminação.
•  Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
   longe do alcance de crianças e animais.
•  Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
•  Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
   Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
•  Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
•  Não reutilizar a embalagem vazia.
•  No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com
   tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
   calças por cima das botas, botas de borracha com meias, óculos de segurança com proteção lateral e luvas
   resistentes a produtos químicos.
•  Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
   árabe, óculos, avental, botas, macacão, máscara e luvas.
•  A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.




                                                                   Pode ser nocivo se ingerido.
                                        ATENÇÃO
                                                                   Provoca irritação ocular grave.




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   PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
   embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
   Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
   vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
   Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave
   com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro
   olho. Caso use lente de contato, deve-se retirá-la.
   Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
   contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
   Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
   A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
   exemplo.

                                     INTOXICAÇÕES POR PROLINE®
                                   INFORMAÇÕES DE ORDEM MÉDICA

As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os procedimentos
descritos devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).

     Grupo químico           Triazolintiona
   Classe toxicológica       CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
   Vias de exposição         Oral, dérmica, inalatória e ocular.
                             Foi rapidamente absorvido, >90% após administração oral. A excreção também foi
                             rápida, principalmente pelas fezes. A eliminação por via biliar também foi
                             importante, observando-se evidencia de circulação enterohepática. A absorção foi
                             mais lenta nas fêmeas, sendo maior a circulação enterohepática e a eliminação
     Toxicocinética          por via renal. Foi rapidamente e amplamente distribuído, maiormente no fígado,
                             rins, tecido adiposo, tiroide e glândula adrenal. Não foi observado potencial de
                             acumulação. O metabolismo foi via desulfuração, hidroxilação oxidativa da metade
                             fenil da molécula e conjugação com ácido glicurônico. O metabólito desthio e o
                             Prothioconazole sem metabolizar foram os principais componentes na excreta.

    Toxicodinâmica           O mecanismo exato de toxicidade nos humanos não é conhecido.

                             Produto formulado:
                             Exposição Oral: em estudo realizado em animais de experimentação (ratos),
                             foram observados piloereção, redução de motilidade, marcha incoordenada,
                             dificuldade respiratória e aumento da salivação.
                             Exposição Dérmica: em estudo realizado em animais de experimentação
   Sintomas e sinais         (coelhos) foram observados eritemas reversíveis em cinco dias.
        clínicos             Exposição Ocular: em estudo realizado em animais de experimentação (coelhos)
                             observou-se opacidade da córnea e irite, reversíveis em treze dias.
                             Exposição Inalatória: em estudo realizado em animais de experimentação
                             (ratos), foram observados bradipneia, padrão respiratório difícil, sibilos, secreção
                             nasal serosa, narinas / focinho com incrustações vermelhas, motilidade reduzida,
                             flacidez, piloereção, pêlo desarrumados, hipotermia e diminuição do peso corporal.
                             O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
      Diagnóstico
                             quadro clínico compatível.
                             Lavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade de água. Realizar
                             tratamento sintomático e medidas de suporte de acordo com os sinais clínicos
                             apresentados para manutenção dos sinais vitais.
                             Lave a boca com leite ou água. No caso de ingestões menores, a irrigação oral e
                             diluição podem ser os únicos procedimentos necessários. Considere a
                             descontaminação gastrointestinal apenas após ingestões consideráveis. A êmese
                             não é recomendada, contudo o vômito espontâneo pode ocorrer.
                             Carvão ativado: administre carvão ativado (240 mL de água/ 30 g de carvão
                             ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/ adolescentes, 25 a 50 g em crianças
                             (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano de idade. Pacientes com
       Tratamento            intoxicação por via oral devem ser observados cuidado quanto ao possível
                             desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato gastrointestinal.
                             Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimaduras no
                             esôfago, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano. Reidrate o
                             paciente que estiver perdendo fluidos através de vômito e diarreia.
                             Após exposição pela via inalatória, remova o paciente para um local arejado.
                             Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
                             avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre
                             oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com
                             agonistas beta 2 via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
                             Em caso de exposição pela via ocular, lave os olhos expostos com quantidades


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                                 copiosas de água ou salina a 0,9%, à temperatura ambiente por pelo menos 15
                                 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o
                                 paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
                                 Em caso de exposição pela via dérmica, remova as roupas contaminadas e lave a
                                 área exposta com água e sabão.
                                 O profissional da saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
                                 impermeáveis.
                                 A indução do vômito é contraindicada contudo, caso ocorra espontaneamente não
      Contraindicações
                                 deve ser evitado.
    Efeitos das interações
                                 Não são conhecidos.
           químicas
                                 Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
                                 informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
                                 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT –
         ATENÇÃO                 ANVISA/MS
                                 Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
                                 Telefone de Emergência da empresa: BAYER S.A. 0800-701-0450
                                 Centro de informações toxicológicas: 0800-410148 (PR)


MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS:
DL50 Oral em ratos: > 2000 mg/kg
DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg
CL50 Inalatória em ratos: CL50 inalatória em ratos não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: O produto causou eritemas reversíveis em 5 dias.
Corrosão/Irritação Ocular em coelhos: O produto causou opacidade da córnea e irite, reversíveis em 13 dias.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante à pele.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS:
Estudos de toxicidade crônica/carcinogenicidade foram conduzidos em ratos e camundongos. Os órgãos alvo
foram fígado e rins, porém não foi observado incremento na incidência de tumores em nenhuma das duas
espécies. Não apresentou características teratogênicas e não houve alterações dos parâmetros da reprodução.
Nos ratos, um incremento marginal de costelas supernumerárias (comma-shaped) foi observado nos fetos na
máxima dose tolerada materna, esse achado correspondeu a um leve incremento da incidência espontânea de
costelas supernumerárias, interpretado como secundário a toxicidade materna severa e sem relação ao
tratamento.

                             DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
❑ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
❑ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
◼ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
❑ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

•     Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
•    Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de
     povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
     mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
•    Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas.
•    Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
•    Não utilize equipamento com vazamentos.
•    Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•    Aplique somente as doses recomendadas.
•    Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação
     da água.
•    A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
     prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.




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INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES:

•    Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
•    O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
•    A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
•    O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•    Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
•    Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
•    Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de
     produtos vazados.
•    Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 -1 da Associação Brasileira de
     Normas Técnicas (ABTN); (Parte 1: Armazenamento em armazéns industriais, armazéns gerais ou centros de
     distribuição) demais casos, consultar a parte específica da norma (Parte 2: Armazenamento comercial em distribuidores e
     cooperativas; Parte 3: Armazenamento em propriedades rurais ou Parte 4: Armazenamento em laboratórios).
•    Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER S.A. através do Telefone de Emergência:
   0800-0243334.
- Utilize equipamento de proteção individual – (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e
   máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água.
   Siga as instruções abaixo:
   • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em
   recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
   registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
   • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um
   recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
   • Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais
   próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente,
   das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ETC., ficando a favor
   do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS
VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual -
recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (lavagem manual):

Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando-se os seguintes procedimentos:

-   Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30
    segundos.
-   Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume.
-   Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos.
-   Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador.
-   Faça esta operação três vezes.
-   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

-   Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador.
-   Acione o mecanismo para liberar o jato d’água.
-   Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
-   A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador.
-   Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar o equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:

-   Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de
    pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
-   Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato
    d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
-   Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador.
-   Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA



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Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa
coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao
abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a
devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao
abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada
a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA - NÃO CONTAMINADA

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao
abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa
Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E
REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E
RESTOS DE PRODUTOS.

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no
rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras
de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS



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O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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